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Laudo Insuflamento de Ar Laudo Insuflamento de Ar
FONTE: FREEPICK AUT

Laudo Insuflamento de Ar

A principal finalidade da Execução de Inspeção e Elaboração de Relatório Técnico de Sistema de Insuflamento de Ar é verificar a qualidade da renovação do ar dentro de um ambiente, especificamente no caso de salas enclausuradas ou com poucas aberturas.

Nome Técnico: Elaboração do Relatório Técnico do Sistema de Insuflamento de Ar + ART

Referência: 141750

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Laudo Insuflamento de Ar
A principal finalidade da Execução de Inspeção e Elaboração de Relatório Técnico de Sistema de Insuflamento de Ar é verificar a qualidade da renovação do ar dentro de um ambiente, especificamente no caso de salas enclausuradas ou com poucas aberturas.

O que é Insuflamento de Ar?
O sistema de insuflamento de ar funciona da seguinte maneira: o ar é extraído da atmosfera externa por meio de dutos e ventiladores que promovem a captação do ar exterior.
Este ar é conduzido então por uma rede de dutos, até ser depositado por fendas, grelhas ou bocais em um ambiente interno.

Laudo Insuflamento de Ar

Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Insuflamento de Ar

Dutos de insuflação, retorno e ar externo, o equipamento de tratamento de ar deve ser instalado o mais próximo possível dos locais condicionados, a fim de se evitar longos trechos de dutos de insuflação e de retomo.
Os dutos de insuflação de ar devem ser projetados e instalados de forma a minimizar o risco de incêndio e principalmente inibir a propagação de fogo e/ou fumaça em caso de sinistro. Vãos da estrutura, como entre forros ou poços (shafts) de alvenaria ou concreto, não podem ser utilizados como dutos de insuflação ou de retorno, o uso de dutos flexíveis deve ser limitado ao acoplamento de componentes da rede de dutos, com comprimento máximo de 1,5 m.
Componentes como dutos flexíveis ou espiralados, atenuadores de ruído e registros (exceto os registros incorporados aos dispositivos terminais) não podem ser instalados a jusante do último estágio de filtragem em ambientes de níveis de risco 2 ou 3.
Registros motorizados de bloqueio, de baixo vazamento, fechados durante as paradas do sistema, devem ser instalados de forma a reduzir a possibilidade de ocorrer qualquer transporte de ar por meio dos dutos, por diferenças de densidade ou de pressão, que possam contaminar o ar de ambientes de nível de risco 3.
Estes registros somente são necessários se os dutos não forem providos de caixas de filtro terminal ISO 35H.

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Licensor’s Author: Master1305 – Freepik.com

Laudo Insuflamento de Ar Consulte-nos.

 

Escopo do Serviço

Laudo Insuflamento de Ar

Escopo;
Referências normativas;
Termos e definições;
Requisitos gerais, Instalações de tratamento de ar, Redundâncias de fontes de calor e refrigeração, Critérios de projeto relativos à saúde, ao conforto e à segurança, Condições termo higrométrica,Risco de infecção;
Segurança, Características dos ambientes, Requisitos para a escolha do sistema de tratamento de ar, Ambiente protetor (PE), Quarto de pacientes imunocomprometidos de alto risco para desenvolvimento de infecção
Ambientes de isolamento de infecções por aerossóis, materiais contaminados e emissão de vapores/gases (AIN), Ambientes associados (AA), Ambientes operacionais (AO);
Renovação, recirculação, insuflação, exaustão, movimentação do ar, pressurização e fluxos de ar entre ambientes, Renovação do ar, Recirculação do ar, Exaustão do ar de expurgo, Pressurização e fluxos de ar entro ambientes;
Níveis de ruído;
Proteção contra incêndio, Premissas, Procedimentos em caso de incêndio;
Instalações elétricas, Requisitos técnicos dos Filtros do ar, Condicionadores de ar, Gabinetes, Ventiladores, Resfriadores e aquecedores, Sistemas de recuperação de energia, Salas de máquinas omadas e descargas de ar exterior, Tomadas de ar exterior, Descarga de exaustão, Distribuição de ar;
Dutos de insuflação, retorno e ar externo, Dutos de exaustão, Construção, Portas de inspeção, Atenuadores de ruído, Terminais de ar;
Registros corta-fogo e fumaça, AtuadoresTeste, ajuste e balanceamento (TAB) e liberação para operação;
Procedimento, Procedimentos operacionais para sistemas de tratamento de ar, Relatório de entrega das instalações, Instruções de operação e manutenção(normativo), Parâmetros de projeto(informativo), Classificação de filtros e eficiência da filtragem;
Classificação de filtros de ar, Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR 16101,  Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR ISO 16890-1;
Equivalência entre as classes/eficiências;
Classificação dos filtros de alta eficiência conforme a ABNT NER 150 294631;
Ambiente PE, Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE, sem antecâmara, sem recircular, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo, bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação;
Ambiente AII, Ambiente AII com antecâmara — Tipo cascata, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação;
Sala de cirurgia – PE e All, Sala de Cirurgia com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação;
(normativo) Reformas em EAS, Reformas internas, Obras externas na proximidade do EAS, Procedimento de reforma do EAS;
Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE – sem antecâmara — sem recirculação, Ambiente PE com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE com antecâmara – Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação, Ambiente AI – com antecâmara — Tipo cascata – com recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente All com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação, Sala de cirurgia, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Unidade de atendimento imediato – Emergência e urgência;
Internação e unidade de queimados;
Centro cirúrgico (CC);
Central de material esterilizado;
Diagnóstico e terapia;
Apoio técnico apoio logístico;
Ambientes diversos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos; 
Referência para eficiência de filtros;
Classes de filtros de alta eficiência;

Fonte: ABNT NBR 7256

Laudo Insuflamento de Ar

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Insuflamento de Ar

Escopo;
Referências normativas;
Termos e definições;
Requisitos gerais, Instalações de tratamento de ar, Redundâncias de fontes de calor e refrigeração, Critérios de projeto relativos à saúde, ao conforto e à segurança, Condições termo higrométrica,Risco de infecção;
Segurança, Características dos ambientes, Requisitos para a escolha do sistema de tratamento de ar, Ambiente protetor (PE), Quarto de pacientes imunocomprometidos de alto risco para desenvolvimento de infecção
Ambientes de isolamento de infecções por aerossóis, materiais contaminados e emissão de vapores/gases (AIN), Ambientes associados (AA), Ambientes operacionais (AO);
Renovação, recirculação, insuflação, exaustão, movimentação do ar, pressurização e fluxos de ar entre ambientes, Renovação do ar, Recirculação do ar, Exaustão do ar de expurgo, Pressurização e fluxos de ar entro ambientes;
Níveis de ruído;
Proteção contra incêndio, Premissas, Procedimentos em caso de incêndio;
Instalações elétricas, Requisitos técnicos dos Filtros do ar, Condicionadores de ar, Gabinetes, Ventiladores, Resfriadores e aquecedores, Sistemas de recuperação de energia, Salas de máquinas omadas e descargas de ar exterior, Tomadas de ar exterior, Descarga de exaustão, Distribuição de ar;
Dutos de insuflação, retorno e ar externo, Dutos de exaustão, Construção, Portas de inspeção, Atenuadores de ruído, Terminais de ar;
Registros corta-fogo e fumaça, AtuadoresTeste, ajuste e balanceamento (TAB) e liberação para operação;
Procedimento, Procedimentos operacionais para sistemas de tratamento de ar, Relatório de entrega das instalações, Instruções de operação e manutenção(normativo), Parâmetros de projeto(informativo), Classificação de filtros e eficiência da filtragem;
Classificação de filtros de ar, Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR 16101,  Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR ISO 16890-1;
Equivalência entre as classes/eficiências;
Classificação dos filtros de alta eficiência conforme a ABNT NER 150 294631;
Ambiente PE, Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE, sem antecâmara, sem recircular, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo, bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação;
Ambiente AII, Ambiente AII com antecâmara — Tipo cascata, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação;
Sala de cirurgia – PE e All, Sala de Cirurgia com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação;
(normativo) Reformas em EAS, Reformas internas, Obras externas na proximidade do EAS, Procedimento de reforma do EAS;
Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE – sem antecâmara — sem recirculação, Ambiente PE com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE com antecâmara – Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação, Ambiente AI – com antecâmara — Tipo cascata – com recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente All com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação, Sala de cirurgia, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Unidade de atendimento imediato – Emergência e urgência;
Internação e unidade de queimados;
Centro cirúrgico (CC);
Central de material esterilizado;
Diagnóstico e terapia;
Apoio técnico apoio logístico;
Ambientes diversos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos; 
Referência para eficiência de filtros;
Classes de filtros de alta eficiência;

Fonte: ABNT NBR 7256

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Referencias Normativas

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – DISPOSIÇÕES GERAIS E GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS;
NR 07 – PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL;

NR 09 – AVALIAÇÃO E CONTROLE DAS EXPOSIÇÕES OCUPACIONAIS A AGENTES FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS;
NR 10 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE
NR 12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
NR 35 – TRABALHO EM ALTURA

ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR BRASILEIRA 7256
TRATAMENTO DE AR EM ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE (EAS) — REQUISITOS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DAS INSTALAÇÕES
NBR 16101 – Filtros para partículas em suspensão no ar — Determinação da eficiência para filtros grossos, médios e finos
NBR ISO16890-1 -Filtros de ar para ventilação em geral – Parte 1: Especificações técnicas, requisitos e sistema de classificação baseado na eficiência do material particulado (ePM)
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Validade

Laudo Insuflamento de Ar

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

Laudo Insuflamento de Ar

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Insuflamento de Ar

Dutos de insuflação, retorno e ar externo, o equipamento de tratamento de ar deve ser instalado o mais próximo possível dos locais condicionados, a fim de se evitar longos trechos de dutos de insuflação e de retomo.
Os dutos de insuflação de ar devem ser projetados e instalados de forma a minimizar o risco de incêndio e principalmente inibir a propagação de fogo e/ou fumaça em caso de sinistro. Vãos da estrutura, como entre forros ou poços (shafts) de alvenaria ou concreto, não podem ser utilizados como dutos de insuflação ou de retorno, o uso de dutos flexíveis deve ser limitado ao acoplamento de componentes da rede de dutos, com comprimento máximo de 1,5 m.
Componentes como dutos flexíveis ou espiralados, atenuadores de ruído e registros (exceto os registros incorporados aos dispositivos terminais) não podem ser instalados a jusante do último estágio de filtragem em ambientes de níveis de risco 2 ou 3.
Registros motorizados de bloqueio, de baixo vazamento, fechados durante as paradas do sistema, devem ser instalados de forma a reduzir a possibilidade de ocorrer qualquer transporte de ar por meio dos dutos, por diferenças de densidade ou de pressão, que possam contaminar o ar de ambientes de nível de risco 3.
Estes registros somente são necessários se os dutos não forem providos de caixas de filtro terminal ISO 35H.

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Laudo Insuflamento de Ar Consulte-nos.

 

Escopo do Serviço

Laudo Insuflamento de Ar

Escopo;
Referências normativas;
Termos e definições;
Requisitos gerais, Instalações de tratamento de ar, Redundâncias de fontes de calor e refrigeração, Critérios de projeto relativos à saúde, ao conforto e à segurança, Condições termo higrométrica,Risco de infecção;
Segurança, Características dos ambientes, Requisitos para a escolha do sistema de tratamento de ar, Ambiente protetor (PE), Quarto de pacientes imunocomprometidos de alto risco para desenvolvimento de infecção
Ambientes de isolamento de infecções por aerossóis, materiais contaminados e emissão de vapores/gases (AIN), Ambientes associados (AA), Ambientes operacionais (AO);
Renovação, recirculação, insuflação, exaustão, movimentação do ar, pressurização e fluxos de ar entre ambientes, Renovação do ar, Recirculação do ar, Exaustão do ar de expurgo, Pressurização e fluxos de ar entro ambientes;
Níveis de ruído;
Proteção contra incêndio, Premissas, Procedimentos em caso de incêndio;
Instalações elétricas, Requisitos técnicos dos Filtros do ar, Condicionadores de ar, Gabinetes, Ventiladores, Resfriadores e aquecedores, Sistemas de recuperação de energia, Salas de máquinas omadas e descargas de ar exterior, Tomadas de ar exterior, Descarga de exaustão, Distribuição de ar;
Dutos de insuflação, retorno e ar externo, Dutos de exaustão, Construção, Portas de inspeção, Atenuadores de ruído, Terminais de ar;
Registros corta-fogo e fumaça, AtuadoresTeste, ajuste e balanceamento (TAB) e liberação para operação;
Procedimento, Procedimentos operacionais para sistemas de tratamento de ar, Relatório de entrega das instalações, Instruções de operação e manutenção(normativo), Parâmetros de projeto(informativo), Classificação de filtros e eficiência da filtragem;
Classificação de filtros de ar, Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR 16101,  Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR ISO 16890-1;
Equivalência entre as classes/eficiências;
Classificação dos filtros de alta eficiência conforme a ABNT NER 150 294631;
Ambiente PE, Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE, sem antecâmara, sem recircular, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo, bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação;
Ambiente AII, Ambiente AII com antecâmara — Tipo cascata, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação;
Sala de cirurgia – PE e All, Sala de Cirurgia com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação;
(normativo) Reformas em EAS, Reformas internas, Obras externas na proximidade do EAS, Procedimento de reforma do EAS;
Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE – sem antecâmara — sem recirculação, Ambiente PE com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE com antecâmara – Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação, Ambiente AI – com antecâmara — Tipo cascata – com recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente All com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação, Sala de cirurgia, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Unidade de atendimento imediato – Emergência e urgência;
Internação e unidade de queimados;
Centro cirúrgico (CC);
Central de material esterilizado;
Diagnóstico e terapia;
Apoio técnico apoio logístico;
Ambientes diversos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos; 
Referência para eficiência de filtros;
Classes de filtros de alta eficiência;

Fonte: ABNT NBR 7256

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Insuflamento de Ar

Escopo;
Referências normativas;
Termos e definições;
Requisitos gerais, Instalações de tratamento de ar, Redundâncias de fontes de calor e refrigeração, Critérios de projeto relativos à saúde, ao conforto e à segurança, Condições termo higrométrica,Risco de infecção;
Segurança, Características dos ambientes, Requisitos para a escolha do sistema de tratamento de ar, Ambiente protetor (PE), Quarto de pacientes imunocomprometidos de alto risco para desenvolvimento de infecção
Ambientes de isolamento de infecções por aerossóis, materiais contaminados e emissão de vapores/gases (AIN), Ambientes associados (AA), Ambientes operacionais (AO);
Renovação, recirculação, insuflação, exaustão, movimentação do ar, pressurização e fluxos de ar entre ambientes, Renovação do ar, Recirculação do ar, Exaustão do ar de expurgo, Pressurização e fluxos de ar entro ambientes;
Níveis de ruído;
Proteção contra incêndio, Premissas, Procedimentos em caso de incêndio;
Instalações elétricas, Requisitos técnicos dos Filtros do ar, Condicionadores de ar, Gabinetes, Ventiladores, Resfriadores e aquecedores, Sistemas de recuperação de energia, Salas de máquinas omadas e descargas de ar exterior, Tomadas de ar exterior, Descarga de exaustão, Distribuição de ar;
Dutos de insuflação, retorno e ar externo, Dutos de exaustão, Construção, Portas de inspeção, Atenuadores de ruído, Terminais de ar;
Registros corta-fogo e fumaça, AtuadoresTeste, ajuste e balanceamento (TAB) e liberação para operação;
Procedimento, Procedimentos operacionais para sistemas de tratamento de ar, Relatório de entrega das instalações, Instruções de operação e manutenção(normativo), Parâmetros de projeto(informativo), Classificação de filtros e eficiência da filtragem;
Classificação de filtros de ar, Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR 16101,  Classificação dos filtros conforme a ABNT NBR ISO 16890-1;
Equivalência entre as classes/eficiências;
Classificação dos filtros de alta eficiência conforme a ABNT NER 150 294631;
Ambiente PE, Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE, sem antecâmara, sem recircular, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo, bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação;
Ambiente AII, Ambiente AII com antecâmara — Tipo cascata, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente AII, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente AII com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação;
Sala de cirurgia – PE e All, Sala de Cirurgia com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação;
(normativo) Reformas em EAS, Reformas internas, Obras externas na proximidade do EAS, Procedimento de reforma do EAS;
Ambiente PE sem antecâmara, com recirculação, Ambiente PE – sem antecâmara — sem recirculação, Ambiente PE com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente PE com antecâmara – Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente PE, com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente PE, com antecâmara – Tipo sumidouro, sem recirculação, Ambiente AI – com antecâmara — Tipo cascata – com recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo cascata, sem recirculação, Ambiente AI, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo bolha, sem recirculação, Ambiente All com antecâmara — Tipo sumidouro, com recirculação, Ambiente All, com antecâmara — Tipo sumidouro, sem recirculação, Sala de cirurgia, com antecâmara — Tipo bolha, com recirculação, Unidade de atendimento imediato – Emergência e urgência;
Internação e unidade de queimados;
Centro cirúrgico (CC);
Central de material esterilizado;
Diagnóstico e terapia;
Apoio técnico apoio logístico;
Ambientes diversos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos;
Classes de filtros para filtros grossos, médios e finos; 
Referência para eficiência de filtros;
Classes de filtros de alta eficiência;

Fonte: ABNT NBR 7256

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Laudo Insuflamento de Ar

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Dutos de insuflação, retorno e ar externo, o equipamento de tratamento de ar deve ser instalado o mais próximo possível dos locais condicionados, a fim de se evitar longos trechos de dutos de insuflação e de retomo.
Os dutos de insuflação de ar devem ser projetados e instalados de forma a minimizar o risco de incêndio e principalmente inibir a propagação de fogo e/ou fumaça em caso de sinistro. Vãos da estrutura, como entre forros ou poços (shafts) de alvenaria ou concreto, não podem ser utilizados como dutos de insuflação ou de retorno, o uso de dutos flexíveis deve ser limitado ao acoplamento de componentes da rede de dutos, com comprimento máximo de 1,5 m.
Componentes como dutos flexíveis ou espiralados, atenuadores de ruído e registros (exceto os registros incorporados aos dispositivos terminais) não podem ser instalados a jusante do último estágio de filtragem em ambientes de níveis de risco 2 ou 3.
Registros motorizados de bloqueio, de baixo vazamento, fechados durante as paradas do sistema, devem ser instalados de forma a reduzir a possibilidade de ocorrer qualquer transporte de ar por meio dos dutos, por diferenças de densidade ou de pressão, que possam contaminar o ar de ambientes de nível de risco 3.
Estes registros somente são necessários se os dutos não forem providos de caixas de filtro terminal ISO 35H.

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