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Curso Strategic Sourcing Curso Strategic Sourcing
FONTE: FREEPIK AUT

Curso Strategic Sourcing

O Curso Strategic Sourcing está voltado para profissionais de compras, gerentes de suprimentos, compradores e outros profissionais envolvidos no processo de aquisição de produtos e serviços, de forma a ensinar estratégias e técnicas para aprimorar o processo de compras de uma empresa, abordando tópicos como: maximizar o valor dos produtos e serviços adquiridos pela empresa, reduzindo custos e otimizando processos, análise de mercado, negociação, gerenciamento de fornecedores, contratos e estratégias de compras.

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO STRATEGIC SOURCING

Referência: 196047

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Como é o Curso Strategic Sourcing?
O Curso Strategic Sourcing está voltado para profissionais de compras, gerentes de suprimentos, compradores e outros profissionais envolvidos no processo de aquisição de produtos e serviços, de forma a ensinar estratégias e técnicas para aprimorar o processo de compras de uma empresa, abordando tópicos como: maximizar o valor dos produtos e serviços adquiridos pela empresa, reduzindo custos e otimizando processos, análise de mercado, negociação, gerenciamento de fornecedores, contratos e estratégias de compras.

O que é Strategic Sourcing?
Strategic sourcing é uma abordagem de gerenciamento de compras que visa identificar, avaliar, selecionar e gerenciar fornecedores estrategicamente importantes para uma organização. A estratégia de sourcing envolve a análise cuidadosa das necessidades de compras da empresa, a identificação dos fornecedores mais adequados para atender a essas necessidades e a negociação de contratos favoráveis com esses fornecedores, podendo também envolver a implementação de tecnologias de gerenciamento de compras, a análise de dados para identificar tendências de compra e a colaboração com outras áreas da empresa, como produção, finanças e logística, para otimizar a estratégia de compras da organização como um todo.

Quais os 7 passos do Strategic Sourcing?
Identificação de necessidades;
Análise do mercado;
Seleção de fornecedores;
Negociação;
Contratação;
Gestão de fornecedores;
Monitoramento de desempenho.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas



Carga horária: 24 Horas


Pré-Requisitos: Nível Técnico



Conteúdo Programático

Curso Strategic Sourcing

Importância da Gestão Estratégica de Compras nas organizações;
Metodologia de Compras Estratégicas (Strategic Sourcing);
Princípios do Strategic Sourcing;
Quais os 7 passos do Strategic Sourcing?
Identificação de necessidades;
Entendendo os requisitos do produto ou serviço;
Análise do mercado;
Entendendo a oferta e a demanda de produtos ou serviços no mercado;
Seleção de fornecedores; Negociação;
Procura para obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento;
Contratação; Negociando condições com fornecedores;
Necessidade da formalização por contrato com o fornecedor escolhido;
Gestão de fornecedores; Gerenciamento de fornecedores de forma eficiente;
Garantia de qualidade dos produtos ou serviços entregues de acordo com os padrões da empresa;
Monitoramento de desempenho; Garantia de atendimento às expectativas da empresa;
Indicadores de desempenho ou avaliações periódicas;
Problemas contínuos da cadeia de suprimentos; Análise de aumento dos custos de materiais;
Incorporação da sustentabilidade;
Regulamentações em evolução e mudanças nas expectativas dos consumidores;
Definindo Requerimentos Internos; Entendendo Mercado Fornecedor;
Desenvolvendo Modelo de Fornecimento;
Elaborando Modelo de Custo Total (TCO);
Conduzindo Análise de Fornecedor (RFI);
Conduzindo Processos de Cotação (RFP-Q);
Conduzindo Processo de Negociação; Implantando Acordos de Fornecimento;
Análise da quantidade de Fornecedores; Barreiras existentes comerciais;
Representatividade do volume de compras; Volume de Compras da Categoria;
Impacto da Categoria na Operação; Análise de Itens Críticos ou Gargalos;
Análise de Itens Não Críticos ou Transação;
F: TPG-OP

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Conteudo Programatico Normativo

Curso Strategic Sourcing

Importância da Gestão Estratégica de Compras nas organizações;
Metodologia de Compras Estratégicas (Strategic Sourcing);
Princípios do Strategic Sourcing;
Quais os 7 passos do Strategic Sourcing?
Identificação de necessidades;
Entendendo os requisitos do produto ou serviço;
Análise do mercado;
Entendendo a oferta e a demanda de produtos ou serviços no mercado;
Seleção de fornecedores; Negociação;
Procura para obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento;
Contratação; Negociando condições com fornecedores;
Necessidade da formalização por contrato com o fornecedor escolhido;
Gestão de fornecedores; Gerenciamento de fornecedores de forma eficiente;
Garantia de qualidade dos produtos ou serviços entregues de acordo com os padrões da empresa;
Monitoramento de desempenho; Garantia de atendimento às expectativas da empresa;
Indicadores de desempenho ou avaliações periódicas;
Problemas contínuos da cadeia de suprimentos; Análise de aumento dos custos de materiais;
Incorporação da sustentabilidade;
Regulamentações em evolução e mudanças nas expectativas dos consumidores;
Definindo Requerimentos Internos; Entendendo Mercado Fornecedor;
Desenvolvendo Modelo de Fornecimento;
Elaborando Modelo de Custo Total (TCO);
Conduzindo Análise de Fornecedor (RFI);
Conduzindo Processos de Cotação (RFP-Q);
Conduzindo Processo de Negociação; Implantando Acordos de Fornecimento;
Análise da quantidade de Fornecedores; Barreiras existentes comerciais;
Representatividade do volume de compras; Volume de Compras da Categoria;
Impacto da Categoria na Operação; Análise de Itens Críticos ou Gargalos;
Análise de Itens Não Críticos ou Transação;
F: TPG-OP

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Carga Horária

Curso Strategic Sourcing

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 48 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 24 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 12 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NBR ISO 20400 – Compras sustentáveis – Diretrizes;
NBR ISSO 41012 – Facility management – Diretrizes sobre processo de compras e desenvolvimento de acordos;
NBR ISSO 37001 – Sistemas de gestão antissuborno – Requisitos com orientações para uso
Lei nº 8.666/93 – Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos;
Lei nº 10.520/2002 – Estabelece diretrizes para a modernização da gestão de compras de bens, obras e serviços pelas entidades do Poder Executivo Federal;
Decreto nº 8.024/2013 – Dispõe sobre a modernização da gestão de compras do Governo Federal;
Decreto nº 9.094/2017 – Dispõe sobre a modernização da gestão de compras do Governo Federal, a aquisição de bens e serviços no âmbito da administração pública, e dá outras providências;
Medida Provisória nº 2.245-41/2001 – Estabelece normas sobre o sistema de registro de preços para aquisição de bens e serviços pelas entidades da Administração Pública Federal;
Decreto nº 7.892/2013 – Estabelece diretrizes para a Política de Aquisição de Bens e Serviços da Administração Pública Federal;
Decreto nº 6.204/2007 – Dispõe sobre a aquisição de bens, serviços e obras pelas entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional;
F: TPG-OP;

Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Saiba Mais

Saiba Mais: Curso Strategic Sourcing

Os 7 passos do Strategic Sourcing são:
Identificação de necessidades: este é o primeiro passo no processo de Strategic Sourcing. Neste passo, é necessário identificar as necessidades da empresa e entender os requisitos do produto ou serviço.
Análise do mercado: é importante realizar uma análise do mercado para entender a oferta e a demanda de produtos ou serviços no mercado.
Seleção de fornecedores: após a análise do mercado, é necessário selecionar os fornecedores que atendam aos requisitos da empresa.
Negociação: neste passo, as empresas devem negociar com os fornecedores para obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento.
Contratação: depois de selecionar o fornecedor e negociar as condições, é necessário formalizar o contrato com o fornecedor escolhido.
Gestão de fornecedores: é importante gerir os fornecedores de forma eficiente para garantir que a qualidade dos produtos ou serviços entregues esteja de acordo com os padrões da empresa.
Monitoramento de desempenho: por fim, as empresas devem monitorar o desempenho dos fornecedores para garantir que eles estejam atendendo às expectativas da empresa. Isso pode ser feito através de indicadores de desempenho ou avaliações periódicas.
F: TPG-OP.

3. STRATEGIC SOURCING
Neste capitulo será apresentado o Strategic Sourcing, um método aplicado nas aquisições de itens, também conhecido como “os sete passos de compras estratégicas”,
além de apresentar a origem do departamento de compras.
3.1. Compras: Surgimento e Definição
Mitchell (2003) define Sourcing ou Compras como a aquisição de itens definidos como indiretos ou commodities. O processo de negociação foca no menor custo de aquisição, na automatização de processos e nos contratos que visam para redução de gastos.
Já Axelsson et al. (2005) tratam compras como a realização de atividades e o envolvimento de responsabilidades que objetivam aquisição de produtos e serviços para a organização, dentro das melhores condições e que atendam a especificação do produto identificado como necessário.
As definições acima citadas apresentam o processo de compras como operacional e voltado à realização de um conjunto de atividades de aquisição de produtos e serviços. Entretanto diante da evolução das organizações, pode-se perceber que as mesmas passaram a dar um enfoque mais estratégico a este conceito.
Segundo Long (2004), muitas empresas já realizaram a mudança, do operacional para o estratégico, e agora a encara a função compras como uma parte integral do seu plano estratégico. Entretanto ainda existem muitas que ainda não a fizeram. Este pode ser o grande desafio que os profissionais de compras irão enfrentar nos próximos dez anos e pode, até, determinar a sobrevivência da profissão nos próximos 15 anos.
Long (2004) afirma que o surgimento da função organizacional dedicada à busca e compras de bens e serviços necessários para o bom funcionamento das operações da empresas ocorreu ha 120 anos. O conceito foi tão bem sucessivo que até as pequenas empresas e unidades do governo resolveram aderir. Com o passar do tempo os “agentes de compras” desenvolveram uma sistemas de trabalho e formulários, a fim de aumentar a velocidade, garantir a legalidade das transações, ética e manter um histórico.
Silva (2007) afirma que há um consenso nas organizações que as atividades de Compras devem ser desenvolvidas com ênfase numa visão estratégica que valoriza processos multifuncionais e atividades orientadas interna e externamente; processos focados no gerenciamento, desenvolvimento e integração da capacitação de fornecedores que garantam vantagem competitiva sustentável. 3.2. Strategic Sourcing (SS) De acordo com Engel (2004), o Strategic Sourcing é uma metodologia aplicada à área de Suprimentos onde são analisados profundamente os custos totais de aquisição de cada família de produtos ou serviços através do mapeamento, entendimento e avaliação das especificações dos materiais, níveis de serviço e do mercado fornecedor. Este processo possibilita revisar os custos externos que afetam os produtos finais, os custos internos de utilização, financeiro e de logística, avaliar otimizações na estrutura dos produtos, achar um ponto ótimo no tocante a requerimentos e níveis de serviço que maximize o custo benefício daquela aquisição, ampliar o conhecimento do mercado fornecedor, melhorar a qualidade do material e agilizar o fluxo de atendimento do mercado. Compras Estratégicas, como também são conhecidas o SS, de acordo com Neves e Hamacher (2004), é um processo que envolve a identificação sistemática das potenciais fontes de fornecimento de itens necessários ao funcionamento das empresas (produtos ou serviços), da avaliação, negociação e contratação de fornecedores com um contínuo gerenciamento dessa relação, sempre com o objetivo de aumentar a competitividade das empresas. Silva (2007) a define como, um processo que consiste na busca constante de oportunidades para enriquecimento de valor na cadeia de fornecimento, através da identificação do nível de relevância dos itens adquiridos pela organização, do gerenciamento do seu relacionamento com as empresas fornecedoras, da avaliação e aplicação de planos e atividades estratégicas, com o objetivo de conseguir vantagem competitiva. Durante as últimas décadas muitos dos profissionais de compras logísticas passaram do agente de compras puramente burocrático, preocupados apenas com a emissão de ordens e pedidos, para gestores logísticos, trabalhando com funções e atividades cruzadas, vitais para o sucesso. A figura 3.1 ilustra a evolução do departamento de compras, passando do estágio tradicional e burocrático aos níveis estratégico e de inteligência, atingindo a alta eficiência, alcançada pela melhoria na performance dos processos, redução dos custos e o estabelecimento de parcerias entre os fornecedores e a empresa.
Alaniz e Shuffield (2001) destacam algumas diferenças entre compras transacionais e compras estratégicas. Considerando que este último baseia-se em fatores como a capacidade dos fornecedores no desenvolvimento de integração com seus clientes, ou seja, o processo de compras estratégico é voltado para análise e tomado de decisão baseada no impacto estratégico que o produto (ou o fornecedor) terá no negócio da empresa compradora. Ainda segundo os mesmos autores, as compras transacionais são aquelas que possuem como foco a questão preço, ou seja, o fornecedor selecionado será aquele que apresentar a proposta de menor valor. A partir disto, segundo os autores, podem-se identificar no quadro 3.1 as diferenças básicas entre um processo de compras transacional e um processo de compras estratégico.
F: UFPE.br

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Curso Strategic Sourcing: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Substituir:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

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Os 7 passos do Strategic Sourcing são:
Identificação de necessidades: este é o primeiro passo no processo de Strategic Sourcing. Neste passo, é necessário identificar as necessidades da empresa e entender os requisitos do produto ou serviço.
Análise do mercado: é importante realizar uma análise do mercado para entender a oferta e a demanda de produtos ou serviços no mercado.
Seleção de fornecedores: após a análise do mercado, é necessário selecionar os fornecedores que atendam aos requisitos da empresa.
Negociação: neste passo, as empresas devem negociar com os fornecedores para obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento.
Contratação: depois de selecionar o fornecedor e negociar as condições, é necessário formalizar o contrato com o fornecedor escolhido.
Gestão de fornecedores: é importante gerir os fornecedores de forma eficiente para garantir que a qualidade dos produtos ou serviços entregues esteja de acordo com os padrões da empresa.
Monitoramento de desempenho: por fim, as empresas devem monitorar o desempenho dos fornecedores para garantir que eles estejam atendendo às expectativas da empresa. Isso pode ser feito através de indicadores de desempenho ou avaliações periódicas.
F: TPG-OP.

3. STRATEGIC SOURCING
Neste capitulo será apresentado o Strategic Sourcing, um método aplicado nas aquisições de itens, também conhecido como “os sete passos de compras estratégicas”,
além de apresentar a origem do departamento de compras.
3.1. Compras: Surgimento e Definição
Mitchell (2003) define Sourcing ou Compras como a aquisição de itens definidos como indiretos ou commodities. O processo de negociação foca no menor custo de aquisição, na automatização de processos e nos contratos que visam para redução de gastos.
Já Axelsson et al. (2005) tratam compras como a realização de atividades e o envolvimento de responsabilidades que objetivam aquisição de produtos e serviços para a organização, dentro das melhores condições e que atendam a especificação do produto identificado como necessário.
As definições acima citadas apresentam o processo de compras como operacional e voltado à realização de um conjunto de atividades de aquisição de produtos e serviços. Entretanto diante da evolução das organizações, pode-se perceber que as mesmas passaram a dar um enfoque mais estratégico a este conceito.
Segundo Long (2004), muitas empresas já realizaram a mudança, do operacional para o estratégico, e agora a encara a função compras como uma parte integral do seu plano estratégico. Entretanto ainda existem muitas que ainda não a fizeram. Este pode ser o grande desafio que os profissionais de compras irão enfrentar nos próximos dez anos e pode, até, determinar a sobrevivência da profissão nos próximos 15 anos.
Long (2004) afirma que o surgimento da função organizacional dedicada à busca e compras de bens e serviços necessários para o bom funcionamento das operações da empresas ocorreu ha 120 anos. O conceito foi tão bem sucessivo que até as pequenas empresas e unidades do governo resolveram aderir. Com o passar do tempo os “agentes de compras” desenvolveram uma sistemas de trabalho e formulários, a fim de aumentar a velocidade, garantir a legalidade das transações, ética e manter um histórico.
Silva (2007) afirma que há um consenso nas organizações que as atividades de Compras devem ser desenvolvidas com ênfase numa visão estratégica que valoriza processos multifuncionais e atividades orientadas interna e externamente; processos focados no gerenciamento, desenvolvimento e integração da capacitação de fornecedores que garantam vantagem competitiva sustentável. 3.2. Strategic Sourcing (SS) De acordo com Engel (2004), o Strategic Sourcing é uma metodologia aplicada à área de Suprimentos onde são analisados profundamente os custos totais de aquisição de cada família de produtos ou serviços através do mapeamento, entendimento e avaliação das especificações dos materiais, níveis de serviço e do mercado fornecedor. Este processo possibilita revisar os custos externos que afetam os produtos finais, os custos internos de utilização, financeiro e de logística, avaliar otimizações na estrutura dos produtos, achar um ponto ótimo no tocante a requerimentos e níveis de serviço que maximize o custo benefício daquela aquisição, ampliar o conhecimento do mercado fornecedor, melhorar a qualidade do material e agilizar o fluxo de atendimento do mercado. Compras Estratégicas, como também são conhecidas o SS, de acordo com Neves e Hamacher (2004), é um processo que envolve a identificação sistemática das potenciais fontes de fornecimento de itens necessários ao funcionamento das empresas (produtos ou serviços), da avaliação, negociação e contratação de fornecedores com um contínuo gerenciamento dessa relação, sempre com o objetivo de aumentar a competitividade das empresas. Silva (2007) a define como, um processo que consiste na busca constante de oportunidades para enriquecimento de valor na cadeia de fornecimento, através da identificação do nível de relevância dos itens adquiridos pela organização, do gerenciamento do seu relacionamento com as empresas fornecedoras, da avaliação e aplicação de planos e atividades estratégicas, com o objetivo de conseguir vantagem competitiva. Durante as últimas décadas muitos dos profissionais de compras logísticas passaram do agente de compras puramente burocrático, preocupados apenas com a emissão de ordens e pedidos, para gestores logísticos, trabalhando com funções e atividades cruzadas, vitais para o sucesso. A figura 3.1 ilustra a evolução do departamento de compras, passando do estágio tradicional e burocrático aos níveis estratégico e de inteligência, atingindo a alta eficiência, alcançada pela melhoria na performance dos processos, redução dos custos e o estabelecimento de parcerias entre os fornecedores e a empresa.
Alaniz e Shuffield (2001) destacam algumas diferenças entre compras transacionais e compras estratégicas. Considerando que este último baseia-se em fatores como a capacidade dos fornecedores no desenvolvimento de integração com seus clientes, ou seja, o processo de compras estratégico é voltado para análise e tomado de decisão baseada no impacto estratégico que o produto (ou o fornecedor) terá no negócio da empresa compradora. Ainda segundo os mesmos autores, as compras transacionais são aquelas que possuem como foco a questão preço, ou seja, o fornecedor selecionado será aquele que apresentar a proposta de menor valor. A partir disto, segundo os autores, podem-se identificar no quadro 3.1 as diferenças básicas entre um processo de compras transacional e um processo de compras estratégico.
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Curso Strategic Sourcing: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

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*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Substituir:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Os 7 passos do Strategic Sourcing são:
Identificação de necessidades: este é o primeiro passo no processo de Strategic Sourcing. Neste passo, é necessário identificar as necessidades da empresa e entender os requisitos do produto ou serviço.
Análise do mercado: é importante realizar uma análise do mercado para entender a oferta e a demanda de produtos ou serviços no mercado.
Seleção de fornecedores: após a análise do mercado, é necessário selecionar os fornecedores que atendam aos requisitos da empresa.
Negociação: neste passo, as empresas devem negociar com os fornecedores para obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento.
Contratação: depois de selecionar o fornecedor e negociar as condições, é necessário formalizar o contrato com o fornecedor escolhido.
Gestão de fornecedores: é importante gerir os fornecedores de forma eficiente para garantir que a qualidade dos produtos ou serviços entregues esteja de acordo com os padrões da empresa.
Monitoramento de desempenho: por fim, as empresas devem monitorar o desempenho dos fornecedores para garantir que eles estejam atendendo às expectativas da empresa. Isso pode ser feito através de indicadores de desempenho ou avaliações periódicas.
F: TPG-OP.

3. STRATEGIC SOURCING
Neste capitulo será apresentado o Strategic Sourcing, um método aplicado nas aquisições de itens, também conhecido como “os sete passos de compras estratégicas”,
além de apresentar a origem do departamento de compras.
3.1. Compras: Surgimento e Definição
Mitchell (2003) define Sourcing ou Compras como a aquisição de itens definidos como indiretos ou commodities. O processo de negociação foca no menor custo de aquisição, na automatização de processos e nos contratos que visam para redução de gastos.
Já Axelsson et al. (2005) tratam compras como a realização de atividades e o envolvimento de responsabilidades que objetivam aquisição de produtos e serviços para a organização, dentro das melhores condições e que atendam a especificação do produto identificado como necessário.
As definições acima citadas apresentam o processo de compras como operacional e voltado à realização de um conjunto de atividades de aquisição de produtos e serviços. Entretanto diante da evolução das organizações, pode-se perceber que as mesmas passaram a dar um enfoque mais estratégico a este conceito.
Segundo Long (2004), muitas empresas já realizaram a mudança, do operacional para o estratégico, e agora a encara a função compras como uma parte integral do seu plano estratégico. Entretanto ainda existem muitas que ainda não a fizeram. Este pode ser o grande desafio que os profissionais de compras irão enfrentar nos próximos dez anos e pode, até, determinar a sobrevivência da profissão nos próximos 15 anos.
Long (2004) afirma que o surgimento da função organizacional dedicada à busca e compras de bens e serviços necessários para o bom funcionamento das operações da empresas ocorreu ha 120 anos. O conceito foi tão bem sucessivo que até as pequenas empresas e unidades do governo resolveram aderir. Com o passar do tempo os “agentes de compras” desenvolveram uma sistemas de trabalho e formulários, a fim de aumentar a velocidade, garantir a legalidade das transações, ética e manter um histórico.
Silva (2007) afirma que há um consenso nas organizações que as atividades de Compras devem ser desenvolvidas com ênfase numa visão estratégica que valoriza processos multifuncionais e atividades orientadas interna e externamente; processos focados no gerenciamento, desenvolvimento e integração da capacitação de fornecedores que garantam vantagem competitiva sustentável. 3.2. Strategic Sourcing (SS) De acordo com Engel (2004), o Strategic Sourcing é uma metodologia aplicada à área de Suprimentos onde são analisados profundamente os custos totais de aquisição de cada família de produtos ou serviços através do mapeamento, entendimento e avaliação das especificações dos materiais, níveis de serviço e do mercado fornecedor. Este processo possibilita revisar os custos externos que afetam os produtos finais, os custos internos de utilização, financeiro e de logística, avaliar otimizações na estrutura dos produtos, achar um ponto ótimo no tocante a requerimentos e níveis de serviço que maximize o custo benefício daquela aquisição, ampliar o conhecimento do mercado fornecedor, melhorar a qualidade do material e agilizar o fluxo de atendimento do mercado. Compras Estratégicas, como também são conhecidas o SS, de acordo com Neves e Hamacher (2004), é um processo que envolve a identificação sistemática das potenciais fontes de fornecimento de itens necessários ao funcionamento das empresas (produtos ou serviços), da avaliação, negociação e contratação de fornecedores com um contínuo gerenciamento dessa relação, sempre com o objetivo de aumentar a competitividade das empresas. Silva (2007) a define como, um processo que consiste na busca constante de oportunidades para enriquecimento de valor na cadeia de fornecimento, através da identificação do nível de relevância dos itens adquiridos pela organização, do gerenciamento do seu relacionamento com as empresas fornecedoras, da avaliação e aplicação de planos e atividades estratégicas, com o objetivo de conseguir vantagem competitiva. Durante as últimas décadas muitos dos profissionais de compras logísticas passaram do agente de compras puramente burocrático, preocupados apenas com a emissão de ordens e pedidos, para gestores logísticos, trabalhando com funções e atividades cruzadas, vitais para o sucesso. A figura 3.1 ilustra a evolução do departamento de compras, passando do estágio tradicional e burocrático aos níveis estratégico e de inteligência, atingindo a alta eficiência, alcançada pela melhoria na performance dos processos, redução dos custos e o estabelecimento de parcerias entre os fornecedores e a empresa.
Alaniz e Shuffield (2001) destacam algumas diferenças entre compras transacionais e compras estratégicas. Considerando que este último baseia-se em fatores como a capacidade dos fornecedores no desenvolvimento de integração com seus clientes, ou seja, o processo de compras estratégico é voltado para análise e tomado de decisão baseada no impacto estratégico que o produto (ou o fornecedor) terá no negócio da empresa compradora. Ainda segundo os mesmos autores, as compras transacionais são aquelas que possuem como foco a questão preço, ou seja, o fornecedor selecionado será aquele que apresentar a proposta de menor valor. A partir disto, segundo os autores, podem-se identificar no quadro 3.1 as diferenças básicas entre um processo de compras transacional e um processo de compras estratégico.
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