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Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental
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Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Elaboração da Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis A Avaliação de desempenho dos bombeiros civis objetiva a constatação técnica do desenvolvimento dos profissionais a fim de ter-se um acompanhamento de todo desenvolver profissional. A Auditoria Comportamental visa a redução dos acidentes de trabalho por meio da interação esquematizada e técnica entre líderes e liderados.

Nome Técnico: Execução da Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis – NBR 14608 Bombeiro Civil – Requisitos e Procedimentos + Elaboração do Relatório Técnico e ART

Referência: 83235

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis
A Avaliação de desempenho dos bombeiros civis objetiva a constatação técnica do desenvolvimento dos profissionais a fim de ter-se um acompanhamento de todo desenvolver profissional. A Auditoria Comportamental visa a redução dos acidentes de trabalho por meio da interação esquematizada e técnica entre líderes e liderados.

O que é a Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental?
A Avaliação de Desempenho do Corpo de Bombeiros trata-se de uma qualificação de desempenho que busca mensurar todo desempenho laboral dos que compõem o corpo de bombeiros. A auditoria Comportamental consiste em observar o colaborador em seu ambiente de trabalho realizando uma conscientização dos comportamentos que afetam os padrões procedimentais.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais:  Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis:

[… Esta Norma surgiu da necessidade de padronizar as atividades profissionais dos bombeiros civis, ficando as organizações livres para agregar outros padrões. de acordo com as suas necessidades e/ou com os riscos envolvidos. visando primeiro as ações próprias e os socorros públicos ou de terceiros.
Esta Norma representa o consenso entre os representantes do setor de segurança e proteção contra Incêndio e emergências.
As cargas horárias descritas no Anexo 8 são referencias de sugestão para estabelecer parâmetros de orientação para o desenvolvimento de treinamentos de bombeiros civis.
Esta Norma não estabelece as cargas horárias para a certificação e acreditação de pessoas. Considerando que as cargas horárias apresentadas no Anexo 8 representam boas práticas de treinamento, o responsável pelo treinamento dos bombeiros civis, caso entenda como adequado. pode utilizá-las como referência. de forma a garantir o atendimento aos requisitos de desempenho e habilidades requendas. É importante ressaltar que esta Norma foi elaborada com as melhores práticas adotadas no mercado brasileiro e referências técnicas estrangeiras e internacionais. bem como com a aplicação dos conceitos de gestão e de melhoria continua.
Esta Norma pode oferecer referências técnicas de forma parcial ou integral para os profissionais civis dos serviços públicos de bombeiros. Para o escopo desta Norma. são considerados que os serviços públicos de bombeiros podem ser compostos por bombeiros militares, bombeiros municipais e bombeiros voluntários que exerçam as suas atividades de direito alou de fato.
As recomendações e definições estabelecidas nesta Norma são compatíveis com os entendimentos e o contexto dos assuntos previstos em seu escopo, prevalecendo sempre as disposições das legislações vigentes.
Bombeiro
profissional que presta serviços de prevenção e atendimento de emergências. atuando na proteção da vida. do meio ambiente e do patnmeinio
3.4 bombeiro civil profissional capacitado para atuação em serviços de prevenção e de atendimento de emergências em edificações, plantas arou instalações privadas ou públicas, de acordo com a legislação vigente
NOTA O bombeiro civil exerce. em caráter habitual. função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedade de economia mista ou empresas especializadas em prestação de serviços de combate a incêndios.
3.5 bombeiro militar militar do Estado, pertencente aos Corpos de Bombeiros Militares, capacitado para atuação em serviços de atendimento público de emergências. prevenção e atividades de defesa civil
3.6 bombeiro municipal servidor público municipal, pertencente aos serviços de Bombeiros Municipais. capacitado para atuação em serviços municipais de atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
3.7 bombeiro voluntário pessoa física, pertencente aos Corpos do Bombeiros Voluntários ou individual, capacitada para atuação em atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
NOTA O bombeiro voluntário exerce, em caráter habitual, atividade não remunerada, em caráter honorifico, com objetivo cívico e social em serviços sob concessão de direito de atendimento público.
38 brigada de emergência grupo organizado, formado por pessoas voluntárias ou indicadas. treinado e capacitado para atuar na prevenção e no combate ao principio de incêndio, abandono de área, prevenção de acidentes e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida na edificação, planta ou evento
3.9 brigadista de emergência integrante da brigada de emergência
3.10 capacitação preparação de um profissional de forma complementar á sua formação ou qualificação, com conhecimentos teóricos efou práticos para aprimorar as suas habilidades e executar as suas atribuições profissionais
3.11 certificado documento que expressa o testemunho formal de uma certificação.
3.12 comando unificado do incidente colegiado formado pelos lideres das principais equipes de resposta presentes na emergência e. eventualmente, pelos especialistas cuja participação seja relevante e autorizada para deliberar de forma conjunta sobre ações em uma emergência, sendo constituído quando não houver predominância de um órgão especifico na solução da emergência ou quando ocorrer sobreposição de competências
3.13 equipe de emergência equipe formada por profissionais de emergências, brigada de emergência. bombeiro civil e grupo de apoio â equipe de emergência
3.11 equipo multidisciplinar representamos das áreas envolvidas e/ou afetadas. de saúde e segurança do trabalho. do manutenção e demais áreas pertinentes, designados pelo responsável pelo plano de emergência da planta
3.15 especialização preparação de um profissional de forma complementar à sua formação ou qualificação. com conhecimentos teóricos e/ou práticos para aprimorar as suas habilidades. para executar as atribuições profissionais especificas
3.16 evento acontecimento programado em determinado local, que reúne grande quantidade de pessoas
3.17 exercício simulado exercício prático realizado periodicamente, para manter a equipe de emergência e os ocupantes das edificações em condições de enfrentar uma situação real de emergência
3.18 exercício simulado de mesa simulação realizada em sala com cenários apresentados por projeção em tela e/ou maqueta. com divisão de grupos de trabalho de acordo com as suas atribuições para o gerenciamento e controle da emergência
3.19 exercício simulado parcial exercício prático que abrange apenas uma parte da planta e/ou dos procedimentos do plano de emergência
3.20 Instrutor auxiliar profissional capacitado, com conhecimento e experiência prática sobre o tema do treinamento que ele presta auxílio ao instrutor principal, durante as aulas e exercícios práticos…]
Fonte: ABNT NBR 14608.

Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Requisitos e procedimentos;
Capacitação do bombeiro civil;
Composição de bombeiro civis;
Seleção de bombeiros civis;
Recursos materiais dos bombeiros civis;
Procedimentos para o bombeiro civil;
Desempenho de tempo de resposta para os atendimentos dos bombeiros civis;
Procedimentos básicos de atendimento de emergências;
Alerta;
Análise da situação;
Comunicação interna;
Comunicação externa;
Apoio externo;
Isolamento da área;
Abandono de área;
Análise do Histórico de Auditorias Realizadas;
Estipulação da Periodicidade das Auditorias Comportamentais;
Avaliação da Relação Entre Integrantes;
Estudo de Fatalidades Decorrentes;
Avaliação de Perdas Graves e Médias;
Estudo das Quase Perdas;
Estudo Quantitativo dos Desvios;
Entrevista Pessoal dos Bombeiros;
Relatórios Decorrentes das Entrevistas;
Exposição das Questões de Segurança do Trabalho;
Relação de Comportamento e Acidentes;
Eliminação ou redução dos riscos;
Controle da emergência;
Divisão das atribuições das equipes de emergências;
Emergências médicas;
Confinamento do incêndio;
Controle de incêndios;
Acidentes com produtos perigosos;
Rescaldo;
Preservação do local;
Investigação
Procedimentos para a realização de exercícios simulados;
Procedimentos para avaliação anual;

Etapas para a implantação do serviço de bombeiro civil;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto á ocupação;
Currículo mínimo para qualificação de bombeiros civis classes I, II e III;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Parâmetros para determinação dos tempos de resposta para os atendimentos das emergências;
Resgate e emergências médicas;
Combate a incêndio;

Gráfico das chances de sobrevivência;
Gráfico da curva de propagação do fogo;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação;
Fundamentos da análise de riscos;
Emergências medicas em atendimento pré-hospitalar;
Prevenção e combate a incêndio;
Resgate técnico;
Emergências com produtos perigosos e ambientais;
Comunicações e atividades administrativas para bombeiros;
Estudo Abrangente do Cenário de Trabalho;
Modulação de Modelo Avaliativo;
Avaliações de Riscos Decorrentes da Função;
Preparação dos Colaboradores para Avaliação;
Monitoramento Periódico Laboral;
Aplicação Avaliativa Escrita;
Análise de Desempenho Prático;
Objetivação da Auditoria Comportamental;
Definição de Limites Organizacionais
Gerenciamento de emergências e sistema de comando de incidentes;
Conteúdos de acordo com a classe de cada nível de qualificação ;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: ABNT NBR 14608.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Requisitos e procedimentos;
Capacitação do bombeiro civil;
Composição de bombeiro civis;
Seleção de bombeiros civis;
Recursos materiais dos bombeiros civis;
Procedimentos para o bombeiro civil;
Desempenho de tempo de resposta para os atendimentos dos bombeiros civis;
Procedimentos básicos de atendimento de emergências;
Alerta;
Análise da situação;
Comunicação interna;
Comunicação externa;
Apoio externo;
Isolamento da área;
Abandono de área;
Análise do Histórico de Auditorias Realizadas;
Estipulação da Periodicidade das Auditorias Comportamentais;
Avaliação da Relação Entre Integrantes;
Estudo de Fatalidades Decorrentes;
Avaliação de Perdas Graves e Médias;
Estudo das Quase Perdas;
Estudo Quantitativo dos Desvios;
Entrevista Pessoal dos Bombeiros;
Relatórios Decorrentes das Entrevistas;
Exposição das Questões de Segurança do Trabalho;
Relação de Comportamento e Acidentes;
Eliminação ou redução dos riscos;
Controle da emergência;
Divisão das atribuições das equipes de emergências;
Emergências médicas;
Confinamento do incêndio;
Controle de incêndios;
Acidentes com produtos perigosos;
Rescaldo;
Preservação do local;
Investigação
Procedimentos para a realização de exercícios simulados;
Procedimentos para avaliação anual;

Etapas para a implantação do serviço de bombeiro civil;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto á ocupação;
Currículo mínimo para qualificação de bombeiros civis classes I, II e III;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Parâmetros para determinação dos tempos de resposta para os atendimentos das emergências;
Resgate e emergências médicas;
Combate a incêndio;

Gráfico das chances de sobrevivência;
Gráfico da curva de propagação do fogo;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação;
Fundamentos da análise de riscos;
Emergências medicas em atendimento pré-hospitalar;
Prevenção e combate a incêndio;
Resgate técnico;
Emergências com produtos perigosos e ambientais;
Comunicações e atividades administrativas para bombeiros;
Estudo Abrangente do Cenário de Trabalho;
Modulação de Modelo Avaliativo;
Avaliações de Riscos Decorrentes da Função;
Preparação dos Colaboradores para Avaliação;
Monitoramento Periódico Laboral;
Aplicação Avaliativa Escrita;
Análise de Desempenho Prático;
Objetivação da Auditoria Comportamental;
Definição de Limites Organizacionais
Gerenciamento de emergências e sistema de comando de incidentes;
Conteúdos de acordo com a classe de cada nível de qualificação ;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: ABNT NBR 14608.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Referencias Normativas

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR 17 – Ergonomia;
NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 14608 – Bombeiro civil – Requisitos e procedimentos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Validade

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Complementos

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Saiba Mais

Saiba Mais:  Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis:

[… Esta Norma surgiu da necessidade de padronizar as atividades profissionais dos bombeiros civis, ficando as organizações livres para agregar outros padrões. de acordo com as suas necessidades e/ou com os riscos envolvidos. visando primeiro as ações próprias e os socorros públicos ou de terceiros.
Esta Norma representa o consenso entre os representantes do setor de segurança e proteção contra Incêndio e emergências.
As cargas horárias descritas no Anexo 8 são referencias de sugestão para estabelecer parâmetros de orientação para o desenvolvimento de treinamentos de bombeiros civis.
Esta Norma não estabelece as cargas horárias para a certificação e acreditação de pessoas. Considerando que as cargas horárias apresentadas no Anexo 8 representam boas práticas de treinamento, o responsável pelo treinamento dos bombeiros civis, caso entenda como adequado. pode utilizá-las como referência. de forma a garantir o atendimento aos requisitos de desempenho e habilidades requendas. É importante ressaltar que esta Norma foi elaborada com as melhores práticas adotadas no mercado brasileiro e referências técnicas estrangeiras e internacionais. bem como com a aplicação dos conceitos de gestão e de melhoria continua.
Esta Norma pode oferecer referências técnicas de forma parcial ou integral para os profissionais civis dos serviços públicos de bombeiros. Para o escopo desta Norma. são considerados que os serviços públicos de bombeiros podem ser compostos por bombeiros militares, bombeiros municipais e bombeiros voluntários que exerçam as suas atividades de direito alou de fato.
As recomendações e definições estabelecidas nesta Norma são compatíveis com os entendimentos e o contexto dos assuntos previstos em seu escopo, prevalecendo sempre as disposições das legislações vigentes.
Bombeiro
profissional que presta serviços de prevenção e atendimento de emergências. atuando na proteção da vida. do meio ambiente e do patnmeinio
3.4 bombeiro civil profissional capacitado para atuação em serviços de prevenção e de atendimento de emergências em edificações, plantas arou instalações privadas ou públicas, de acordo com a legislação vigente
NOTA O bombeiro civil exerce. em caráter habitual. função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedade de economia mista ou empresas especializadas em prestação de serviços de combate a incêndios.
3.5 bombeiro militar militar do Estado, pertencente aos Corpos de Bombeiros Militares, capacitado para atuação em serviços de atendimento público de emergências. prevenção e atividades de defesa civil
3.6 bombeiro municipal servidor público municipal, pertencente aos serviços de Bombeiros Municipais. capacitado para atuação em serviços municipais de atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
3.7 bombeiro voluntário pessoa física, pertencente aos Corpos do Bombeiros Voluntários ou individual, capacitada para atuação em atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
NOTA O bombeiro voluntário exerce, em caráter habitual, atividade não remunerada, em caráter honorifico, com objetivo cívico e social em serviços sob concessão de direito de atendimento público.
38 brigada de emergência grupo organizado, formado por pessoas voluntárias ou indicadas. treinado e capacitado para atuar na prevenção e no combate ao principio de incêndio, abandono de área, prevenção de acidentes e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida na edificação, planta ou evento
3.9 brigadista de emergência integrante da brigada de emergência
3.10 capacitação preparação de um profissional de forma complementar á sua formação ou qualificação, com conhecimentos teóricos efou práticos para aprimorar as suas habilidades e executar as suas atribuições profissionais
3.11 certificado documento que expressa o testemunho formal de uma certificação.
3.12 comando unificado do incidente colegiado formado pelos lideres das principais equipes de resposta presentes na emergência e. eventualmente, pelos especialistas cuja participação seja relevante e autorizada para deliberar de forma conjunta sobre ações em uma emergência, sendo constituído quando não houver predominância de um órgão especifico na solução da emergência ou quando ocorrer sobreposição de competências
3.13 equipe de emergência equipe formada por profissionais de emergências, brigada de emergência. bombeiro civil e grupo de apoio â equipe de emergência
3.11 equipo multidisciplinar representamos das áreas envolvidas e/ou afetadas. de saúde e segurança do trabalho. do manutenção e demais áreas pertinentes, designados pelo responsável pelo plano de emergência da planta
3.15 especialização preparação de um profissional de forma complementar à sua formação ou qualificação. com conhecimentos teóricos e/ou práticos para aprimorar as suas habilidades. para executar as atribuições profissionais especificas
3.16 evento acontecimento programado em determinado local, que reúne grande quantidade de pessoas
3.17 exercício simulado exercício prático realizado periodicamente, para manter a equipe de emergência e os ocupantes das edificações em condições de enfrentar uma situação real de emergência
3.18 exercício simulado de mesa simulação realizada em sala com cenários apresentados por projeção em tela e/ou maqueta. com divisão de grupos de trabalho de acordo com as suas atribuições para o gerenciamento e controle da emergência
3.19 exercício simulado parcial exercício prático que abrange apenas uma parte da planta e/ou dos procedimentos do plano de emergência
3.20 Instrutor auxiliar profissional capacitado, com conhecimento e experiência prática sobre o tema do treinamento que ele presta auxílio ao instrutor principal, durante as aulas e exercícios práticos…]
Fonte: ABNT NBR 14608.

Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Requisitos e procedimentos;
Capacitação do bombeiro civil;
Composição de bombeiro civis;
Seleção de bombeiros civis;
Recursos materiais dos bombeiros civis;
Procedimentos para o bombeiro civil;
Desempenho de tempo de resposta para os atendimentos dos bombeiros civis;
Procedimentos básicos de atendimento de emergências;
Alerta;
Análise da situação;
Comunicação interna;
Comunicação externa;
Apoio externo;
Isolamento da área;
Abandono de área;
Análise do Histórico de Auditorias Realizadas;
Estipulação da Periodicidade das Auditorias Comportamentais;
Avaliação da Relação Entre Integrantes;
Estudo de Fatalidades Decorrentes;
Avaliação de Perdas Graves e Médias;
Estudo das Quase Perdas;
Estudo Quantitativo dos Desvios;
Entrevista Pessoal dos Bombeiros;
Relatórios Decorrentes das Entrevistas;
Exposição das Questões de Segurança do Trabalho;
Relação de Comportamento e Acidentes;
Eliminação ou redução dos riscos;
Controle da emergência;
Divisão das atribuições das equipes de emergências;
Emergências médicas;
Confinamento do incêndio;
Controle de incêndios;
Acidentes com produtos perigosos;
Rescaldo;
Preservação do local;
Investigação
Procedimentos para a realização de exercícios simulados;
Procedimentos para avaliação anual;

Etapas para a implantação do serviço de bombeiro civil;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto á ocupação;
Currículo mínimo para qualificação de bombeiros civis classes I, II e III;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Parâmetros para determinação dos tempos de resposta para os atendimentos das emergências;
Resgate e emergências médicas;
Combate a incêndio;

Gráfico das chances de sobrevivência;
Gráfico da curva de propagação do fogo;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação;
Fundamentos da análise de riscos;
Emergências medicas em atendimento pré-hospitalar;
Prevenção e combate a incêndio;
Resgate técnico;
Emergências com produtos perigosos e ambientais;
Comunicações e atividades administrativas para bombeiros;
Estudo Abrangente do Cenário de Trabalho;
Modulação de Modelo Avaliativo;
Avaliações de Riscos Decorrentes da Função;
Preparação dos Colaboradores para Avaliação;
Monitoramento Periódico Laboral;
Aplicação Avaliativa Escrita;
Análise de Desempenho Prático;
Objetivação da Auditoria Comportamental;
Definição de Limites Organizacionais
Gerenciamento de emergências e sistema de comando de incidentes;
Conteúdos de acordo com a classe de cada nível de qualificação ;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: ABNT NBR 14608.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Requisitos e procedimentos;
Capacitação do bombeiro civil;
Composição de bombeiro civis;
Seleção de bombeiros civis;
Recursos materiais dos bombeiros civis;
Procedimentos para o bombeiro civil;
Desempenho de tempo de resposta para os atendimentos dos bombeiros civis;
Procedimentos básicos de atendimento de emergências;
Alerta;
Análise da situação;
Comunicação interna;
Comunicação externa;
Apoio externo;
Isolamento da área;
Abandono de área;
Análise do Histórico de Auditorias Realizadas;
Estipulação da Periodicidade das Auditorias Comportamentais;
Avaliação da Relação Entre Integrantes;
Estudo de Fatalidades Decorrentes;
Avaliação de Perdas Graves e Médias;
Estudo das Quase Perdas;
Estudo Quantitativo dos Desvios;
Entrevista Pessoal dos Bombeiros;
Relatórios Decorrentes das Entrevistas;
Exposição das Questões de Segurança do Trabalho;
Relação de Comportamento e Acidentes;
Eliminação ou redução dos riscos;
Controle da emergência;
Divisão das atribuições das equipes de emergências;
Emergências médicas;
Confinamento do incêndio;
Controle de incêndios;
Acidentes com produtos perigosos;
Rescaldo;
Preservação do local;
Investigação
Procedimentos para a realização de exercícios simulados;
Procedimentos para avaliação anual;

Etapas para a implantação do serviço de bombeiro civil;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto á ocupação;
Currículo mínimo para qualificação de bombeiros civis classes I, II e III;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Parâmetros para determinação dos tempos de resposta para os atendimentos das emergências;
Resgate e emergências médicas;
Combate a incêndio;

Gráfico das chances de sobrevivência;
Gráfico da curva de propagação do fogo;
Classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação;
Fundamentos da análise de riscos;
Emergências medicas em atendimento pré-hospitalar;
Prevenção e combate a incêndio;
Resgate técnico;
Emergências com produtos perigosos e ambientais;
Comunicações e atividades administrativas para bombeiros;
Estudo Abrangente do Cenário de Trabalho;
Modulação de Modelo Avaliativo;
Avaliações de Riscos Decorrentes da Função;
Preparação dos Colaboradores para Avaliação;
Monitoramento Periódico Laboral;
Aplicação Avaliativa Escrita;
Análise de Desempenho Prático;
Objetivação da Auditoria Comportamental;
Definição de Limites Organizacionais
Gerenciamento de emergências e sistema de comando de incidentes;
Conteúdos de acordo com a classe de cada nível de qualificação ;
Resumo das etapas para implementação do bombeiro civil;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: ABNT NBR 14608.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Complementos

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

 Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis

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Saiba Mais:  Avaliação de Desempenho e Auditoria Comportamental de Bombeiros Civis:

[… Esta Norma surgiu da necessidade de padronizar as atividades profissionais dos bombeiros civis, ficando as organizações livres para agregar outros padrões. de acordo com as suas necessidades e/ou com os riscos envolvidos. visando primeiro as ações próprias e os socorros públicos ou de terceiros.
Esta Norma representa o consenso entre os representantes do setor de segurança e proteção contra Incêndio e emergências.
As cargas horárias descritas no Anexo 8 são referencias de sugestão para estabelecer parâmetros de orientação para o desenvolvimento de treinamentos de bombeiros civis.
Esta Norma não estabelece as cargas horárias para a certificação e acreditação de pessoas. Considerando que as cargas horárias apresentadas no Anexo 8 representam boas práticas de treinamento, o responsável pelo treinamento dos bombeiros civis, caso entenda como adequado. pode utilizá-las como referência. de forma a garantir o atendimento aos requisitos de desempenho e habilidades requendas. É importante ressaltar que esta Norma foi elaborada com as melhores práticas adotadas no mercado brasileiro e referências técnicas estrangeiras e internacionais. bem como com a aplicação dos conceitos de gestão e de melhoria continua.
Esta Norma pode oferecer referências técnicas de forma parcial ou integral para os profissionais civis dos serviços públicos de bombeiros. Para o escopo desta Norma. são considerados que os serviços públicos de bombeiros podem ser compostos por bombeiros militares, bombeiros municipais e bombeiros voluntários que exerçam as suas atividades de direito alou de fato.
As recomendações e definições estabelecidas nesta Norma são compatíveis com os entendimentos e o contexto dos assuntos previstos em seu escopo, prevalecendo sempre as disposições das legislações vigentes.
Bombeiro
profissional que presta serviços de prevenção e atendimento de emergências. atuando na proteção da vida. do meio ambiente e do patnmeinio
3.4 bombeiro civil profissional capacitado para atuação em serviços de prevenção e de atendimento de emergências em edificações, plantas arou instalações privadas ou públicas, de acordo com a legislação vigente
NOTA O bombeiro civil exerce. em caráter habitual. função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedade de economia mista ou empresas especializadas em prestação de serviços de combate a incêndios.
3.5 bombeiro militar militar do Estado, pertencente aos Corpos de Bombeiros Militares, capacitado para atuação em serviços de atendimento público de emergências. prevenção e atividades de defesa civil
3.6 bombeiro municipal servidor público municipal, pertencente aos serviços de Bombeiros Municipais. capacitado para atuação em serviços municipais de atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
3.7 bombeiro voluntário pessoa física, pertencente aos Corpos do Bombeiros Voluntários ou individual, capacitada para atuação em atendimento público de emergências e atividades de defesa civil
NOTA O bombeiro voluntário exerce, em caráter habitual, atividade não remunerada, em caráter honorifico, com objetivo cívico e social em serviços sob concessão de direito de atendimento público.
38 brigada de emergência grupo organizado, formado por pessoas voluntárias ou indicadas. treinado e capacitado para atuar na prevenção e no combate ao principio de incêndio, abandono de área, prevenção de acidentes e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida na edificação, planta ou evento
3.9 brigadista de emergência integrante da brigada de emergência
3.10 capacitação preparação de um profissional de forma complementar á sua formação ou qualificação, com conhecimentos teóricos efou práticos para aprimorar as suas habilidades e executar as suas atribuições profissionais
3.11 certificado documento que expressa o testemunho formal de uma certificação.
3.12 comando unificado do incidente colegiado formado pelos lideres das principais equipes de resposta presentes na emergência e. eventualmente, pelos especialistas cuja participação seja relevante e autorizada para deliberar de forma conjunta sobre ações em uma emergência, sendo constituído quando não houver predominância de um órgão especifico na solução da emergência ou quando ocorrer sobreposição de competências
3.13 equipe de emergência equipe formada por profissionais de emergências, brigada de emergência. bombeiro civil e grupo de apoio â equipe de emergência
3.11 equipo multidisciplinar representamos das áreas envolvidas e/ou afetadas. de saúde e segurança do trabalho. do manutenção e demais áreas pertinentes, designados pelo responsável pelo plano de emergência da planta
3.15 especialização preparação de um profissional de forma complementar à sua formação ou qualificação. com conhecimentos teóricos e/ou práticos para aprimorar as suas habilidades. para executar as atribuições profissionais especificas
3.16 evento acontecimento programado em determinado local, que reúne grande quantidade de pessoas
3.17 exercício simulado exercício prático realizado periodicamente, para manter a equipe de emergência e os ocupantes das edificações em condições de enfrentar uma situação real de emergência
3.18 exercício simulado de mesa simulação realizada em sala com cenários apresentados por projeção em tela e/ou maqueta. com divisão de grupos de trabalho de acordo com as suas atribuições para o gerenciamento e controle da emergência
3.19 exercício simulado parcial exercício prático que abrange apenas uma parte da planta e/ou dos procedimentos do plano de emergência
3.20 Instrutor auxiliar profissional capacitado, com conhecimento e experiência prática sobre o tema do treinamento que ele presta auxílio ao instrutor principal, durante as aulas e exercícios práticos…]
Fonte: ABNT NBR 14608.

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