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Atestado de Sistema Fixo de CO2 Atestado de Sistema Fixo de CO2
FONTE: FREEPIK AUT

Atestado de Sistema Fixo de CO2

O Atestado de Sistema Fixo de Gases para Combate de Incêndio (CO2) tem o objetivo de verificar o bom funcionamento do sistema. Visa Estabelecer as exigências para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio, atendendo ao previsto no Decreto Estadual nº 56.819/11 – Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.

Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Sistema Fixo de CO2 (Gàs Carbônico) IT 26 CBPMESP – NBR 16375 + Elaboração do Atestado Técnico para Corpo de Bombeiros

Referência: 44072

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Atestado de Sistema Fixo de Gases Contra Incêndio (CO2)
O Atestado de Sistema Fixo de Gases para Combate de Incêndio (CO2) tem o objetivo de verificar o bom funcionamento do sistema. Visa Estabelecer as exigências para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio, atendendo ao previsto no Decreto Estadual nº 56.819/11 – Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.

O que é Sistema Fixo de CO2?
Sistema fixo de CO2 , deve ser instalada no acesso principal, uma válvula de bloqueio mecânica na tubulação de CO2, para evitar descargas acidentais na presença de pessoas. Quando a válvula de bloqueio de CO2 estiver fechada, a operação de bloqueio deve ser sinalizada no painel de controle do sistema.
Em área normalmente ocupada, item 4.1.4, protegida por sistema fixo de CO2 , deve ser instalada no acesso principal, uma placa com os dizeres: “Área protegida com CO2 – gás asfixiante”.
As concentrações mínimas e máximas de projeto devem ser aprovadas por norma técnica reconhecida para sistemas de combate a incêndio, certificando a eficiência do agente gasoso no combate a incêndio na concentração de projeto estabelecida.

Quais são os Procedimentos Para o Sistema Fixo de (CO2)?
5.1.2 Quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional;
5.1.3 Quando os resíduos do combate a incêndio, não sendo controlados, podem trazer danos ao meio ambiente, ou ainda, para prevenção e supressão de explosão em espaços confinados.
5.2 São exemplos de emprego de sistema fixo de gases:
5.2.1 Objetos de valor inestimável (obras de arte etc);
5.2.2 Equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais (má- quinas automatizadas em linhas de produção, CPD, centrais de sensoreamento remoto, centrais de telecomunicações etc);
5.2.3 Equipamentos energizados (transformadores, controles de subestações elétricas etc);
5.2.4 Locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde são armazenados agentes patológicos, produtos radioativos etc);
5.2.5 Dados ou informações de valor inestimável (CPD, arquivos convencionais de documentos importantes etc);
5.2.6 Locais sujeitos à explosão ambiental (silos, depósitos pequenos de produtos inflamáveis etc).


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Atestado de Sistema Fixo de CO2

[… capacidade de agua nominal
volume de agua que o cilindro podo conter a 15 C. conforme previsto no projeto. expresso em litros
4 Requisitos gerais
4.1 Classificação
Esta Norma abrange a classe de cilindros com capacidade menor ou igual a 15,5 L
4.2 Materiais
4.2.1 Os cilindros devem ser de aço acalmado, de qualidade uniforme.
4.2.2 Os tarugos para a fabricação de cilindros Por forjamento não podem apresentar bolsas de contração, trincas. segregação excessiva ou outros defeitos comprometedores depois do seccionamento.
4.2.3 Os materiais com dobras, fissuras. escamas ou outros defeitos comprometedores do sua qualidade não podem ser aceitos.
4.2.4 Deve ser obrigatória a identificação do material por qualquer método adequado.
4.2.5 As placas e as barras para a fabricação de cilindros forjados devem ser marcadas com o numero da corrida e acompanhadas do respectivo certificado de inspeção, fornecido pela usina produtora.
4.2.6 Os tubos para cilindros repuxados devem ser também acompanhados do respectivo certificado de qualidade, fornecido pela usina produtora, identificados com cores correspondentes ao tipo de aço e número da corrida. citado no referido certificado.
4.3 Tratamento térmico
Os cilindros acabados devem receber um tratamento térmico do normalização antes de serem submetidos aos ensaios.
4.4 Projeto
4.4.1 Geral
4.4.1.1 Para cada cilindro com pressão do serviço inferior a 6.2 MPa. a tensão na parede deve ser obrigatoriamente menor ou igual a 164 MPa. A espessura mínima de parede deve ser do 2.5 mm para qualquer cilindro com diâmetro superior a 130 mm.
4.4.12 Para cilindro com pressão de serviço igual ou maior que 6,2 MPa, o valor mínimo de espessura de parede na menor pressão de ensaio especificada deve ser tal que a tensão na parede não possa ultrapassar 392 MPa, para o aço médio manganês e aço-carbono acima de 0,33 % de carbono,
6323 MPa para os demais.
4.4.13 A espessura do fundo do cilindro deve ser no mínimo duas vezes a espessura mínima calculada para as paredes do cilindro. Esta espessura do fundo do cilindro deve ser medida nos pontos de contato com o solo, Os raios de curvatura na zona de transição da parte cilíndrica da cúpula
do fundo devem atender aos requisitos do Anexo A, Figura A.1 e Anexo B, Figura B.1.
4.5.1.9 A formação de um lote de ate 200 cilindros pode ser feita com a fabricação de até mais dois cilindros, com exceção para 5.7.4.4 e 5.7.5.2. do mesmo diâmetro nominal. espessura e projete, feitos do mesmo aço e sujeitos ao mesmo tratamento térmico. Os volumes mínimos destes cilindros devem atender ás capacidades mínimas de cagas nominais de CO2 e podem variar em até 2 %.
4.5.1.10 A ovalização máxima permitida deve ser de z 2 ¶4 do diâmetro.
4.5.1.11 O desvio de perpendicularidade do cilindro em relação á vertical deve ser no máximo de 1 % do comprimento
4.5.2 Marcação
4.5.2.1 Cada cilindro. objeto desta Norma, deve ser marcado por estampagem visível e permanente na calota superior.
4.5.2.2 A marcação em cada cendro deve conter referencia sobre.
a) pressão de serviço: b) número desta Norma:
c) a expressão “E XT CO2”;
d) tipo do aço o tratamento térmico:
e) processo do fabricação. quando forjado:
f) identificação do cilindro e do fabricante; capacidade de água medida: tara: órgão do inspeção ou inspetor. data do ensaio hidrostático de fabricação.
4.5.2.2.1 A marcação da pressão de serviço deve da pressão, em megapascals.
4.5.2.2.2 Quando forjado o cilindro deve receber a marcação deste processo com estampagem da letra F após o número desta Norma.
4.5.2.2.3 A marcação de identidade do cilindro deve ser feita pela indicação do número do série de fabricação em seguida á marcação da identidade do fabricante. que pode ser indicada pela sua sigla ou logotipo. No lugar do número de serie  pode ser estampado o número do lote de até 500 cilindros, desde que estes tenham o diâmetro externo igual ou menor que 51 mm. e desde que sua capacidade de água não ultrapasse 1 L.
4.5.2.2.4 A marcação do número do tipo de aço (conforme a ABNT NBR NM 87) deve ser feita apondo-se a este número uma letra para tratamento térmico, sendo N para normalização
4.5.2.2.5 A marcação da capacidade em agua deve ser feita até o décimo de litro.
4.5.2.2.6 A marcação da tara deve ser feita até o décimo de quilograma
4.5.2.2.7 A marcação do inspetor responsável pela aceitação do cilindro deve ser a estampagem de sua sigla ou logotipo
4.5.2.2.8 A marcação da data do ensaio hidrostático de fabricação deve compreender a estampagem do número do mês e da dezena do ano. separados por uma barra. em seguida a marcação de 4.5.2.2.7.
4.5.2.3 As marcações do número do tipo de aço, tratamento térmico. capacidade de água medida e tara podem ser colocadas em locais. conforme
4.5 2 1. de acordo com o usuário
4.5.2.4 A marca do inspetor e a data do ensaio devem ser estampadas em posição em que haja espaço suficiente para marcações futuras referentes aos ensaios subsequentes, conforme norma pertinente.
4.5.2.5 Todas as marcas estampadas devem ter altura ima de 6 mm, admitindo-se exceção apenas no caso de comprovada falta de espaço.
4.5.2.6 Qualquer outra marca deve ser colocada no colarinho ou calota, em posição diametralmente oposta ás marcas indicadas em 4.5.2.
5.2 Estanqueidade O cilindro submetido ao ensaio de estanqueidade. conforme 6.2, não pode apresentar vazamento. 5.3 Pressão hidrostática A expansão volumétrica permanente admissível após o alivio total da pressão não pode ultrapassar 10 % da expansão volumétrica total sob a pressão de ensaio. 5.4 Tração O material quando submetido ao ensaio de tração. após o tratamento térmico. deve se enquadrar em um dos casos descritos em 5.4.1. 5.4.2 ou 5.4.3
5.4.1 Alongamento de no mínimo 40 % para os corpos de prova de comprimento inicial (L0) do 50 mm, ou de 20 % para os outros casos, e limite de elasticidade não superior a 73 % da resistência A tração, dispensando-se o ensaio de achatamento.
5.4.2 Alongamento de no mínimo 20 14 para os corpos do prova de comprimento inicial (L0) de 50 mm, ou de 10 % para os outros casos, e limite de escoamento não superior a 73 % da resistência tração, com ensaio do achatamento obrigatório
5.4.3 O limite do escoamento não pode ser Ínfima a 110 % da máxima tensão na parede. na espessura de projeto 5.5 Achatamento O cilindro submetido ao ensaio de achatamento até uma distância interna. entre cutelos, do seis vezes a espessura nominal da parede não pode aposentar trincas o fissuras.
5.6 Capacidade de água nominal A capacidade de água real pode variar em uma tolerância de + 5 % do valor nominal 5.7 Formação da amostra 5.7.1 Análise química do material De cada corrida de aço para a elaboração de cilindros deve ser tirada uma amostra para a sua análise química para confronto com os valores tolerados nesta Norma e com os do certificado emitido pelo fabricante do aço.
5.7.2 Estanqueidade
Todos os cilindros fabricados por repuxamento giratório e fechados por caldeamento devem ser submetidos ao ensaio de estanqueidade.
5.7.3 Hidrostático
Cada cilindro deve ser submetido ao ensaio hidrostático…]
Fonte: ABNT NBR 16357.

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Atestado de Sistema Fixo de CO2: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações:
Norma adotada;
Tipo de sistema fixo;
Agente extintor empregado;
Forma de acionamento (manual ou automático);
Se automático, indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema;
Localização em planta do ponto de desativação do sistema;
Indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido;
Indicar em planta a localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta os pontos de detecção;
Indicar em planta a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo;
Apresentar especificações do agente utilizado, como NOAEL (concentração onde não se observa efeitos adversos), LOAEL (menor concentração onde se observam efeitos adversos), concentração de projeto adotada, volume total protegido, pressão nos cilindros e outras, conforme seja necessário;
Deve ser adotada a simbologia da IT 04/11 – Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio.
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: IT 26.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações:
Norma adotada;
Tipo de sistema fixo;
Agente extintor empregado;
Forma de acionamento (manual ou automático);
Se automático, indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema;
Localização em planta do ponto de desativação do sistema;
Indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido;
Indicar em planta a localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta os pontos de detecção;
Indicar em planta a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo;
Apresentar especificações do agente utilizado, como NOAEL (concentração onde não se observa efeitos adversos), LOAEL (menor concentração onde se observam efeitos adversos), concentração de projeto adotada, volume total protegido, pressão nos cilindros e outras, conforme seja necessário;
Deve ser adotada a simbologia da IT 04/11 – Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio.
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: IT 26.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 23 – Proteção Contra Incêndio;
Instrução técnica nº 26 CBMSP – Sistema Fixo de Gases para combate ao Incêndio;
ABNT NBR 16357  – Cilindro de aço, sem costura, para fabricação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas com carga de até 10 kg de CO2 — Requisitos e métodos de ensaio;
ABNT NBR 12962 – Extintores de incêndio — Inspeção e manutenção;
ABNT ISO/TS 7240 – Sistemas de detecção e alarme de incêndio Parte 13: Avaliação da compatibilidade dos componentes do sistema;
ABNT NBR IEC 60839 –
Sistemas de segurança eletrônica e alarme – Parte 11-1: Sistemas eletrônicos de controle de acesso – Requisitos do sistema e dos componentes;
ABNT NBR 12693 Sistemas de proteção por extintores de incêndio;
ABNT NBR 13434 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;

NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota:
Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Atestado de Sistema Fixo de CO2

[… capacidade de agua nominal
volume de agua que o cilindro podo conter a 15 C. conforme previsto no projeto. expresso em litros
4 Requisitos gerais
4.1 Classificação
Esta Norma abrange a classe de cilindros com capacidade menor ou igual a 15,5 L
4.2 Materiais
4.2.1 Os cilindros devem ser de aço acalmado, de qualidade uniforme.
4.2.2 Os tarugos para a fabricação de cilindros Por forjamento não podem apresentar bolsas de contração, trincas. segregação excessiva ou outros defeitos comprometedores depois do seccionamento.
4.2.3 Os materiais com dobras, fissuras. escamas ou outros defeitos comprometedores do sua qualidade não podem ser aceitos.
4.2.4 Deve ser obrigatória a identificação do material por qualquer método adequado.
4.2.5 As placas e as barras para a fabricação de cilindros forjados devem ser marcadas com o numero da corrida e acompanhadas do respectivo certificado de inspeção, fornecido pela usina produtora.
4.2.6 Os tubos para cilindros repuxados devem ser também acompanhados do respectivo certificado de qualidade, fornecido pela usina produtora, identificados com cores correspondentes ao tipo de aço e número da corrida. citado no referido certificado.
4.3 Tratamento térmico
Os cilindros acabados devem receber um tratamento térmico do normalização antes de serem submetidos aos ensaios.
4.4 Projeto
4.4.1 Geral
4.4.1.1 Para cada cilindro com pressão do serviço inferior a 6.2 MPa. a tensão na parede deve ser obrigatoriamente menor ou igual a 164 MPa. A espessura mínima de parede deve ser do 2.5 mm para qualquer cilindro com diâmetro superior a 130 mm.
4.4.12 Para cilindro com pressão de serviço igual ou maior que 6,2 MPa, o valor mínimo de espessura de parede na menor pressão de ensaio especificada deve ser tal que a tensão na parede não possa ultrapassar 392 MPa, para o aço médio manganês e aço-carbono acima de 0,33 % de carbono,
6323 MPa para os demais.
4.4.13 A espessura do fundo do cilindro deve ser no mínimo duas vezes a espessura mínima calculada para as paredes do cilindro. Esta espessura do fundo do cilindro deve ser medida nos pontos de contato com o solo, Os raios de curvatura na zona de transição da parte cilíndrica da cúpula
do fundo devem atender aos requisitos do Anexo A, Figura A.1 e Anexo B, Figura B.1.
4.5.1.9 A formação de um lote de ate 200 cilindros pode ser feita com a fabricação de até mais dois cilindros, com exceção para 5.7.4.4 e 5.7.5.2. do mesmo diâmetro nominal. espessura e projete, feitos do mesmo aço e sujeitos ao mesmo tratamento térmico. Os volumes mínimos destes cilindros devem atender ás capacidades mínimas de cagas nominais de CO2 e podem variar em até 2 %.
4.5.1.10 A ovalização máxima permitida deve ser de z 2 ¶4 do diâmetro.
4.5.1.11 O desvio de perpendicularidade do cilindro em relação á vertical deve ser no máximo de 1 % do comprimento
4.5.2 Marcação
4.5.2.1 Cada cilindro. objeto desta Norma, deve ser marcado por estampagem visível e permanente na calota superior.
4.5.2.2 A marcação em cada cendro deve conter referencia sobre.
a) pressão de serviço: b) número desta Norma:
c) a expressão “E XT CO2”;
d) tipo do aço o tratamento térmico:
e) processo do fabricação. quando forjado:
f) identificação do cilindro e do fabricante; capacidade de água medida: tara: órgão do inspeção ou inspetor. data do ensaio hidrostático de fabricação.
4.5.2.2.1 A marcação da pressão de serviço deve da pressão, em megapascals.
4.5.2.2.2 Quando forjado o cilindro deve receber a marcação deste processo com estampagem da letra F após o número desta Norma.
4.5.2.2.3 A marcação de identidade do cilindro deve ser feita pela indicação do número do série de fabricação em seguida á marcação da identidade do fabricante. que pode ser indicada pela sua sigla ou logotipo. No lugar do número de serie  pode ser estampado o número do lote de até 500 cilindros, desde que estes tenham o diâmetro externo igual ou menor que 51 mm. e desde que sua capacidade de água não ultrapasse 1 L.
4.5.2.2.4 A marcação do número do tipo de aço (conforme a ABNT NBR NM 87) deve ser feita apondo-se a este número uma letra para tratamento térmico, sendo N para normalização
4.5.2.2.5 A marcação da capacidade em agua deve ser feita até o décimo de litro.
4.5.2.2.6 A marcação da tara deve ser feita até o décimo de quilograma
4.5.2.2.7 A marcação do inspetor responsável pela aceitação do cilindro deve ser a estampagem de sua sigla ou logotipo
4.5.2.2.8 A marcação da data do ensaio hidrostático de fabricação deve compreender a estampagem do número do mês e da dezena do ano. separados por uma barra. em seguida a marcação de 4.5.2.2.7.
4.5.2.3 As marcações do número do tipo de aço, tratamento térmico. capacidade de água medida e tara podem ser colocadas em locais. conforme
4.5 2 1. de acordo com o usuário
4.5.2.4 A marca do inspetor e a data do ensaio devem ser estampadas em posição em que haja espaço suficiente para marcações futuras referentes aos ensaios subsequentes, conforme norma pertinente.
4.5.2.5 Todas as marcas estampadas devem ter altura ima de 6 mm, admitindo-se exceção apenas no caso de comprovada falta de espaço.
4.5.2.6 Qualquer outra marca deve ser colocada no colarinho ou calota, em posição diametralmente oposta ás marcas indicadas em 4.5.2.
5.2 Estanqueidade O cilindro submetido ao ensaio de estanqueidade. conforme 6.2, não pode apresentar vazamento. 5.3 Pressão hidrostática A expansão volumétrica permanente admissível após o alivio total da pressão não pode ultrapassar 10 % da expansão volumétrica total sob a pressão de ensaio. 5.4 Tração O material quando submetido ao ensaio de tração. após o tratamento térmico. deve se enquadrar em um dos casos descritos em 5.4.1. 5.4.2 ou 5.4.3
5.4.1 Alongamento de no mínimo 40 % para os corpos de prova de comprimento inicial (L0) do 50 mm, ou de 20 % para os outros casos, e limite de elasticidade não superior a 73 % da resistência A tração, dispensando-se o ensaio de achatamento.
5.4.2 Alongamento de no mínimo 20 14 para os corpos do prova de comprimento inicial (L0) de 50 mm, ou de 10 % para os outros casos, e limite de escoamento não superior a 73 % da resistência tração, com ensaio do achatamento obrigatório
5.4.3 O limite do escoamento não pode ser Ínfima a 110 % da máxima tensão na parede. na espessura de projeto 5.5 Achatamento O cilindro submetido ao ensaio de achatamento até uma distância interna. entre cutelos, do seis vezes a espessura nominal da parede não pode aposentar trincas o fissuras.
5.6 Capacidade de água nominal A capacidade de água real pode variar em uma tolerância de + 5 % do valor nominal 5.7 Formação da amostra 5.7.1 Análise química do material De cada corrida de aço para a elaboração de cilindros deve ser tirada uma amostra para a sua análise química para confronto com os valores tolerados nesta Norma e com os do certificado emitido pelo fabricante do aço.
5.7.2 Estanqueidade
Todos os cilindros fabricados por repuxamento giratório e fechados por caldeamento devem ser submetidos ao ensaio de estanqueidade.
5.7.3 Hidrostático
Cada cilindro deve ser submetido ao ensaio hidrostático…]
Fonte: ABNT NBR 16357.

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Atestado de Sistema Fixo de CO2: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações:
Norma adotada;
Tipo de sistema fixo;
Agente extintor empregado;
Forma de acionamento (manual ou automático);
Se automático, indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema;
Localização em planta do ponto de desativação do sistema;
Indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido;
Indicar em planta a localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta os pontos de detecção;
Indicar em planta a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo;
Apresentar especificações do agente utilizado, como NOAEL (concentração onde não se observa efeitos adversos), LOAEL (menor concentração onde se observam efeitos adversos), concentração de projeto adotada, volume total protegido, pressão nos cilindros e outras, conforme seja necessário;
Deve ser adotada a simbologia da IT 04/11 – Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio.
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: IT 26.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações:
Norma adotada;
Tipo de sistema fixo;
Agente extintor empregado;
Forma de acionamento (manual ou automático);
Se automático, indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema;
Localização em planta do ponto de desativação do sistema;
Indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido;
Indicar em planta a localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo;
Indicar em planta os pontos de detecção;
Indicar em planta a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo;
Apresentar especificações do agente utilizado, como NOAEL (concentração onde não se observa efeitos adversos), LOAEL (menor concentração onde se observam efeitos adversos), concentração de projeto adotada, volume total protegido, pressão nos cilindros e outras, conforme seja necessário;
Deve ser adotada a simbologia da IT 04/11 – Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio.
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: IT 26.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Atestado de Sistema Fixo de CO2

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Atestado de Sistema Fixo de CO2

[… capacidade de agua nominal
volume de agua que o cilindro podo conter a 15 C. conforme previsto no projeto. expresso em litros
4 Requisitos gerais
4.1 Classificação
Esta Norma abrange a classe de cilindros com capacidade menor ou igual a 15,5 L
4.2 Materiais
4.2.1 Os cilindros devem ser de aço acalmado, de qualidade uniforme.
4.2.2 Os tarugos para a fabricação de cilindros Por forjamento não podem apresentar bolsas de contração, trincas. segregação excessiva ou outros defeitos comprometedores depois do seccionamento.
4.2.3 Os materiais com dobras, fissuras. escamas ou outros defeitos comprometedores do sua qualidade não podem ser aceitos.
4.2.4 Deve ser obrigatória a identificação do material por qualquer método adequado.
4.2.5 As placas e as barras para a fabricação de cilindros forjados devem ser marcadas com o numero da corrida e acompanhadas do respectivo certificado de inspeção, fornecido pela usina produtora.
4.2.6 Os tubos para cilindros repuxados devem ser também acompanhados do respectivo certificado de qualidade, fornecido pela usina produtora, identificados com cores correspondentes ao tipo de aço e número da corrida. citado no referido certificado.
4.3 Tratamento térmico
Os cilindros acabados devem receber um tratamento térmico do normalização antes de serem submetidos aos ensaios.
4.4 Projeto
4.4.1 Geral
4.4.1.1 Para cada cilindro com pressão do serviço inferior a 6.2 MPa. a tensão na parede deve ser obrigatoriamente menor ou igual a 164 MPa. A espessura mínima de parede deve ser do 2.5 mm para qualquer cilindro com diâmetro superior a 130 mm.
4.4.12 Para cilindro com pressão de serviço igual ou maior que 6,2 MPa, o valor mínimo de espessura de parede na menor pressão de ensaio especificada deve ser tal que a tensão na parede não possa ultrapassar 392 MPa, para o aço médio manganês e aço-carbono acima de 0,33 % de carbono,
6323 MPa para os demais.
4.4.13 A espessura do fundo do cilindro deve ser no mínimo duas vezes a espessura mínima calculada para as paredes do cilindro. Esta espessura do fundo do cilindro deve ser medida nos pontos de contato com o solo, Os raios de curvatura na zona de transição da parte cilíndrica da cúpula
do fundo devem atender aos requisitos do Anexo A, Figura A.1 e Anexo B, Figura B.1.
4.5.1.9 A formação de um lote de ate 200 cilindros pode ser feita com a fabricação de até mais dois cilindros, com exceção para 5.7.4.4 e 5.7.5.2. do mesmo diâmetro nominal. espessura e projete, feitos do mesmo aço e sujeitos ao mesmo tratamento térmico. Os volumes mínimos destes cilindros devem atender ás capacidades mínimas de cagas nominais de CO2 e podem variar em até 2 %.
4.5.1.10 A ovalização máxima permitida deve ser de z 2 ¶4 do diâmetro.
4.5.1.11 O desvio de perpendicularidade do cilindro em relação á vertical deve ser no máximo de 1 % do comprimento
4.5.2 Marcação
4.5.2.1 Cada cilindro. objeto desta Norma, deve ser marcado por estampagem visível e permanente na calota superior.
4.5.2.2 A marcação em cada cendro deve conter referencia sobre.
a) pressão de serviço: b) número desta Norma:
c) a expressão “E XT CO2”;
d) tipo do aço o tratamento térmico:
e) processo do fabricação. quando forjado:
f) identificação do cilindro e do fabricante; capacidade de água medida: tara: órgão do inspeção ou inspetor. data do ensaio hidrostático de fabricação.
4.5.2.2.1 A marcação da pressão de serviço deve da pressão, em megapascals.
4.5.2.2.2 Quando forjado o cilindro deve receber a marcação deste processo com estampagem da letra F após o número desta Norma.
4.5.2.2.3 A marcação de identidade do cilindro deve ser feita pela indicação do número do série de fabricação em seguida á marcação da identidade do fabricante. que pode ser indicada pela sua sigla ou logotipo. No lugar do número de serie  pode ser estampado o número do lote de até 500 cilindros, desde que estes tenham o diâmetro externo igual ou menor que 51 mm. e desde que sua capacidade de água não ultrapasse 1 L.
4.5.2.2.4 A marcação do número do tipo de aço (conforme a ABNT NBR NM 87) deve ser feita apondo-se a este número uma letra para tratamento térmico, sendo N para normalização
4.5.2.2.5 A marcação da capacidade em agua deve ser feita até o décimo de litro.
4.5.2.2.6 A marcação da tara deve ser feita até o décimo de quilograma
4.5.2.2.7 A marcação do inspetor responsável pela aceitação do cilindro deve ser a estampagem de sua sigla ou logotipo
4.5.2.2.8 A marcação da data do ensaio hidrostático de fabricação deve compreender a estampagem do número do mês e da dezena do ano. separados por uma barra. em seguida a marcação de 4.5.2.2.7.
4.5.2.3 As marcações do número do tipo de aço, tratamento térmico. capacidade de água medida e tara podem ser colocadas em locais. conforme
4.5 2 1. de acordo com o usuário
4.5.2.4 A marca do inspetor e a data do ensaio devem ser estampadas em posição em que haja espaço suficiente para marcações futuras referentes aos ensaios subsequentes, conforme norma pertinente.
4.5.2.5 Todas as marcas estampadas devem ter altura ima de 6 mm, admitindo-se exceção apenas no caso de comprovada falta de espaço.
4.5.2.6 Qualquer outra marca deve ser colocada no colarinho ou calota, em posição diametralmente oposta ás marcas indicadas em 4.5.2.
5.2 Estanqueidade O cilindro submetido ao ensaio de estanqueidade. conforme 6.2, não pode apresentar vazamento. 5.3 Pressão hidrostática A expansão volumétrica permanente admissível após o alivio total da pressão não pode ultrapassar 10 % da expansão volumétrica total sob a pressão de ensaio. 5.4 Tração O material quando submetido ao ensaio de tração. após o tratamento térmico. deve se enquadrar em um dos casos descritos em 5.4.1. 5.4.2 ou 5.4.3
5.4.1 Alongamento de no mínimo 40 % para os corpos de prova de comprimento inicial (L0) do 50 mm, ou de 20 % para os outros casos, e limite de elasticidade não superior a 73 % da resistência A tração, dispensando-se o ensaio de achatamento.
5.4.2 Alongamento de no mínimo 20 14 para os corpos do prova de comprimento inicial (L0) de 50 mm, ou de 10 % para os outros casos, e limite de escoamento não superior a 73 % da resistência tração, com ensaio do achatamento obrigatório
5.4.3 O limite do escoamento não pode ser Ínfima a 110 % da máxima tensão na parede. na espessura de projeto 5.5 Achatamento O cilindro submetido ao ensaio de achatamento até uma distância interna. entre cutelos, do seis vezes a espessura nominal da parede não pode aposentar trincas o fissuras.
5.6 Capacidade de água nominal A capacidade de água real pode variar em uma tolerância de + 5 % do valor nominal 5.7 Formação da amostra 5.7.1 Análise química do material De cada corrida de aço para a elaboração de cilindros deve ser tirada uma amostra para a sua análise química para confronto com os valores tolerados nesta Norma e com os do certificado emitido pelo fabricante do aço.
5.7.2 Estanqueidade
Todos os cilindros fabricados por repuxamento giratório e fechados por caldeamento devem ser submetidos ao ensaio de estanqueidade.
5.7.3 Hidrostático
Cada cilindro deve ser submetido ao ensaio hidrostático…]
Fonte: ABNT NBR 16357.

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