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Análise de Eficiência Energética Análise de Eficiência Energética
energy

Análise de Eficiência Energética

Nome Técnico: Análise Técnica de Eficiência Energética + Elaboração de Relatório Técnico e Emissão de ART

Referência: 98569

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Análise de Eficiência Energética
Tem por objetivo avaliar o consumo de energia. Trata-se de um estudo completo da eficiência energética da instalação elétrica de uma instalação e seus índices de consumo de energia. É preciso conhecer, diagnosticar a realidade energética, para então estabelecer as prioridades, implantar os projetos de melhoria e redução de perdas e acompanhar seus resultados em um processo contínuo.

O que é eficiência energética
Eficiência energética é uma atividade que busca melhorar o uso das fontes de energia. A utilização racional de energia chamada também simplesmente de eficiência energética, consiste em usar de modo eficiente a energia para se obter um determinado resultado.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Análise de Eficiência Energética

4 Abordagem de sistemas
4.1 Considerações gerais Convém que a eficiência energética seja um requisito para produtos, sistemas e organizações. As medidas de EE não podem comprometer a segurança nem afetar o nível de serviços.
Convém que a implementação de medidas EE pertinentes estejam em equilíbrio com as limitações econômicas e de mercado.
Pode não ser suficiente melhorar a eficiência energética de um único produto sem considerar a sua aplicação.
Convém que a EE de um produto esteja em equilíbrio com o redução ou encerramento de recursos ambientais que foram utilizados para produzi-lo.
Por outro lado, pode ser necessário aceitar as maiores perdas de um produto, se forem compensadas por uma melhoria geral da eficiência energética em todo o sistema, considerando seu meio ambiente, economia e aplicação. A Seção 4 explica como os comitês técnicos devem considerar a abordagem de sistemas em seus trabalhos onde vários TC devem colaborar. Este Guia propõe urna forma de colaboração entre TC nas bases dos limites entre suas respectivas responsabilidades.
A principal parte desta abordagem é uma descrição normalizada deste limite que define o objeto da avaliação e melhoria da eficiência energética, bem como as interfaces entre os TC.
Convém que a descrição do limite (físico ou conceituai) inclua as informações sobre os serviços que devem ser fornecidos. Esta descrição não fará qualquer pressuposto sobre a implementação física necessária para realizar o(s) serviço(s). Exemplos de serviços são, por exemplo, fornecimento de vapor. produção de partes metálicas, conversão de calor.
4.2.5 Parâmetros de condução
Convêm que os parâmetros de condução sejam definidos. Todos estes são fatores externos que afetam a eficiência energética. Os exemplos incluem: regulação. condições ambientais, ocupação. preços da energia e requisitos de gerenciamento. modo de operação, ciclo de trabalho, curvas de carga, estado. parâmetros operacionais. temperatura interna. níveis de iluminação, volume de produção, gama de produtos etc.
4.2.6 Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Convém que os principais indicadores de desempenho (KPI). corno os definidos no ABNT IEC Guia 118, sejam fornecidos nas publicações. Todos os KPI relacionados à eficiência energética dependerão da descrição do limite.

6 Publicações de eficiência energética
6.1 Publicações EE básicas e publicações EE de grupo 6.1.1 Generalidades Recomenda-se consultar o ABNT IEC Guia 118 quando forem elaboradas as publicações EE.
As publicações básicas e de grupo EE devem conter aspectos pertinentes para a função horizontal ou função de grupo EE e devem ser escritas de forma compreensível pelos TC. Os requisitos gerais e horizontais, metodologias. medições, análise de mercado, cálculos de KPI etc. devem ser definidos de forma aplicável a todos os TC da área.
6.1.2 Publicações EE básicas
O EEA mantido no ABNT IEC Guia 118 deve ser listado nas publicações EE básicas.
As publicações EE básicas devem explicar os princípios em que se baseiam para auxiliar os TC. Os TC devem ser orientados sobre como aplicar uma publicação EE básica. Os métodos normalizados para representar as características comuns que são utilizadas para a avaliação e a melhoria da eficiência energética global podem ser um exemplo de uma publicação EE básica.
As ferramentas gerais e os métodos acordados para descrever ou alcançar a melhoria da EE em um limite definido são o foco das publicações EE básicas. Estas publicações devem, portanto, descrever o EEA como medida. cálculo e outros métodos. como análise de mercado, cálculo de KPI para EE. conforme descrito no ABNT IEC Guia 118.
Uma publicação EE básica deve incluir no seu escopo a essência do texto a seguir:
“Esta publicação EE básica destina-se principalmente a ser utilizada pelos comitês técnicos da IEC na elaboração de normas de acordo com os princípios estabelecidos nos ABNT IEC Guia 119 e ABNT IEC Guia 118. Não se destina a ser utilizada pelos fabricantes ou pelos organismos de certificação”.
Uma das responsabilidades de um TC é, sempre que aplicável, fazer uso das publicações EE básicas na preparação de suas publicações. As publicações devem definir o EEA que se aplica para todo o trabalho IEC para EE: métodos de ensaio, condições. medições, avaliação de conformidade, definição de limites do sistema. perfil de carga, indicador de desempenho chave etc.
Em alguns casos. uma publicação EE básica pode. além disso, ser destinada a ser utilizada como publicação independente. Nestes casos, o primeiro parágrafo deve ser modificado apropriadamente.
Fonte: ABNT IEC Guia 119

Análise de Eficiência Energética: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Análise de Eficiência Energética

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Referências normativas:
Termos e definições;
Abordagem de sistemas:
Considerações gerais;
Descrição de limite;
Generalidades;
Elementos da descrição do limite;
Parâmetros de condução;
Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Descrição de limite mais amplo — Abordagem de sistemas;
Atribuições de funções horizontais de eficiência energética e das funções de grupo EE:
Publicações de eficiência energética:
Publicações EE básicas e publicações EE de grupo;
Publicações de produtos;
Referências a outras publicações;
Responsabilidades dos TC com funções horizontais EE e funções de grupo EE:
Ligação com outros TC;
Solicitações de TC para novos trabalhos;
Responsabilidades dos TC;
Aplicação de publicações EE básicas;
Aplicação de publicações EE de grupo;
Novas solicitações de trabalho para os TC com função de grupo EE ou com função horizontal EE Exemplos de limites;
A abordagem ampliada do produto como um exemplo colaborativo:
Compartilhando as responsabilidades do TC:
Caso prático Exemplo de como os diferentes TC podem determinar a sua regra em uma colaboração comum
Exemplo de como os diferentes TC devem compartilhar suas responsabilidades;
Exemplo prático – Um sistema de motor e a colaboração do sistema de bombas:
Descrição de limite e seus elementos:
Descrição de limite mais amplo;
Estrutura de publicações EE da IEC e de atribuição de funções:
Exemplo de configuração de limite: três limites para solução independente;
Exemplo de configuração de limite: um limite de um grupo;
Um limite de grupo com solução sistemática;
Relação entre diferentes componentes em diferentes níveis;
Ligação entre TC correspondentes de cada caixa;
Responsabilidades do TC com os parâmetros-chave EE nos diferentes níveis, iniciando a partir do nível da planta e descendo para os componentes individuais;
Interação entre os dois SAM;
SAM do sistema de bomba (o produto estendido) e SAM do sistema de motor.
Fonte: ABNT IEC GUIA 119.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Análise de Eficiência Energética

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Referências normativas:
Termos e definições;
Abordagem de sistemas:
Considerações gerais;
Descrição de limite;
Generalidades;
Elementos da descrição do limite;
Parâmetros de condução;
Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Descrição de limite mais amplo — Abordagem de sistemas;
Atribuições de funções horizontais de eficiência energética e das funções de grupo EE:
Publicações de eficiência energética:
Publicações EE básicas e publicações EE de grupo;
Publicações de produtos;
Referências a outras publicações;
Responsabilidades dos TC com funções horizontais EE e funções de grupo EE:
Ligação com outros TC;
Solicitações de TC para novos trabalhos;
Responsabilidades dos TC;
Aplicação de publicações EE básicas;
Aplicação de publicações EE de grupo;
Novas solicitações de trabalho para os TC com função de grupo EE ou com função horizontal EE Exemplos de limites;
A abordagem ampliada do produto como um exemplo colaborativo:
Compartilhando as responsabilidades do TC:
Caso prático Exemplo de como os diferentes TC podem determinar a sua regra em uma colaboração comum
Exemplo de como os diferentes TC devem compartilhar suas responsabilidades;
Exemplo prático – Um sistema de motor e a colaboração do sistema de bombas:
Descrição de limite e seus elementos:
Descrição de limite mais amplo;
Estrutura de publicações EE da IEC e de atribuição de funções:
Exemplo de configuração de limite: três limites para solução independente;
Exemplo de configuração de limite: um limite de um grupo;
Um limite de grupo com solução sistemática;
Relação entre diferentes componentes em diferentes níveis;
Ligação entre TC correspondentes de cada caixa;
Responsabilidades do TC com os parâmetros-chave EE nos diferentes níveis, iniciando a partir do nível da planta e descendo para os componentes individuais;
Interação entre os dois SAM;
SAM do sistema de bomba (o produto estendido) e SAM do sistema de motor.
Fonte: ABNT IEC GUIA 119.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referencias Normativas

Análise de Eficiência Energética

Referências Normativas (Norma) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT IEC GUIA 119 – Preparação de Publicação de Eficiência Energética e Utilizada de publicações de Eficiência Energética Básica e de Publicações de Eficiência Energética de Grupo;
ABNT NBR 15215 – Iluminação natural – Parte 01: Conceitos  Básicos e Definições;
ABNT IEC GUIA 118 – Inclusão de Aspectos de Eficiência Energética em Publicações Eletrotécnicas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Análise de Eficiência Energética

Validade

Análise de Eficiência Energética

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Análise de Eficiência Energética

Complementos

Análise de Eficiência Energética

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Análise de Eficiência Energética

Saiba Mais

Saiba Mais: Análise de Eficiência Energética

4 Abordagem de sistemas
4.1 Considerações gerais Convém que a eficiência energética seja um requisito para produtos, sistemas e organizações. As medidas de EE não podem comprometer a segurança nem afetar o nível de serviços.
Convém que a implementação de medidas EE pertinentes estejam em equilíbrio com as limitações econômicas e de mercado.
Pode não ser suficiente melhorar a eficiência energética de um único produto sem considerar a sua aplicação.
Convém que a EE de um produto esteja em equilíbrio com o redução ou encerramento de recursos ambientais que foram utilizados para produzi-lo.
Por outro lado, pode ser necessário aceitar as maiores perdas de um produto, se forem compensadas por uma melhoria geral da eficiência energética em todo o sistema, considerando seu meio ambiente, economia e aplicação. A Seção 4 explica como os comitês técnicos devem considerar a abordagem de sistemas em seus trabalhos onde vários TC devem colaborar. Este Guia propõe urna forma de colaboração entre TC nas bases dos limites entre suas respectivas responsabilidades.
A principal parte desta abordagem é uma descrição normalizada deste limite que define o objeto da avaliação e melhoria da eficiência energética, bem como as interfaces entre os TC.
Convém que a descrição do limite (físico ou conceituai) inclua as informações sobre os serviços que devem ser fornecidos. Esta descrição não fará qualquer pressuposto sobre a implementação física necessária para realizar o(s) serviço(s). Exemplos de serviços são, por exemplo, fornecimento de vapor. produção de partes metálicas, conversão de calor.
4.2.5 Parâmetros de condução
Convêm que os parâmetros de condução sejam definidos. Todos estes são fatores externos que afetam a eficiência energética. Os exemplos incluem: regulação. condições ambientais, ocupação. preços da energia e requisitos de gerenciamento. modo de operação, ciclo de trabalho, curvas de carga, estado. parâmetros operacionais. temperatura interna. níveis de iluminação, volume de produção, gama de produtos etc.
4.2.6 Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Convém que os principais indicadores de desempenho (KPI). corno os definidos no ABNT IEC Guia 118, sejam fornecidos nas publicações. Todos os KPI relacionados à eficiência energética dependerão da descrição do limite.

6 Publicações de eficiência energética
6.1 Publicações EE básicas e publicações EE de grupo 6.1.1 Generalidades Recomenda-se consultar o ABNT IEC Guia 118 quando forem elaboradas as publicações EE.
As publicações básicas e de grupo EE devem conter aspectos pertinentes para a função horizontal ou função de grupo EE e devem ser escritas de forma compreensível pelos TC. Os requisitos gerais e horizontais, metodologias. medições, análise de mercado, cálculos de KPI etc. devem ser definidos de forma aplicável a todos os TC da área.
6.1.2 Publicações EE básicas
O EEA mantido no ABNT IEC Guia 118 deve ser listado nas publicações EE básicas.
As publicações EE básicas devem explicar os princípios em que se baseiam para auxiliar os TC. Os TC devem ser orientados sobre como aplicar uma publicação EE básica. Os métodos normalizados para representar as características comuns que são utilizadas para a avaliação e a melhoria da eficiência energética global podem ser um exemplo de uma publicação EE básica.
As ferramentas gerais e os métodos acordados para descrever ou alcançar a melhoria da EE em um limite definido são o foco das publicações EE básicas. Estas publicações devem, portanto, descrever o EEA como medida. cálculo e outros métodos. como análise de mercado, cálculo de KPI para EE. conforme descrito no ABNT IEC Guia 118.
Uma publicação EE básica deve incluir no seu escopo a essência do texto a seguir:
“Esta publicação EE básica destina-se principalmente a ser utilizada pelos comitês técnicos da IEC na elaboração de normas de acordo com os princípios estabelecidos nos ABNT IEC Guia 119 e ABNT IEC Guia 118. Não se destina a ser utilizada pelos fabricantes ou pelos organismos de certificação”.
Uma das responsabilidades de um TC é, sempre que aplicável, fazer uso das publicações EE básicas na preparação de suas publicações. As publicações devem definir o EEA que se aplica para todo o trabalho IEC para EE: métodos de ensaio, condições. medições, avaliação de conformidade, definição de limites do sistema. perfil de carga, indicador de desempenho chave etc.
Em alguns casos. uma publicação EE básica pode. além disso, ser destinada a ser utilizada como publicação independente. Nestes casos, o primeiro parágrafo deve ser modificado apropriadamente.
Fonte: ABNT IEC Guia 119

Análise de Eficiência Energética: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Análise de Eficiência Energética

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Referências normativas:
Termos e definições;
Abordagem de sistemas:
Considerações gerais;
Descrição de limite;
Generalidades;
Elementos da descrição do limite;
Parâmetros de condução;
Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Descrição de limite mais amplo — Abordagem de sistemas;
Atribuições de funções horizontais de eficiência energética e das funções de grupo EE:
Publicações de eficiência energética:
Publicações EE básicas e publicações EE de grupo;
Publicações de produtos;
Referências a outras publicações;
Responsabilidades dos TC com funções horizontais EE e funções de grupo EE:
Ligação com outros TC;
Solicitações de TC para novos trabalhos;
Responsabilidades dos TC;
Aplicação de publicações EE básicas;
Aplicação de publicações EE de grupo;
Novas solicitações de trabalho para os TC com função de grupo EE ou com função horizontal EE Exemplos de limites;
A abordagem ampliada do produto como um exemplo colaborativo:
Compartilhando as responsabilidades do TC:
Caso prático Exemplo de como os diferentes TC podem determinar a sua regra em uma colaboração comum
Exemplo de como os diferentes TC devem compartilhar suas responsabilidades;
Exemplo prático – Um sistema de motor e a colaboração do sistema de bombas:
Descrição de limite e seus elementos:
Descrição de limite mais amplo;
Estrutura de publicações EE da IEC e de atribuição de funções:
Exemplo de configuração de limite: três limites para solução independente;
Exemplo de configuração de limite: um limite de um grupo;
Um limite de grupo com solução sistemática;
Relação entre diferentes componentes em diferentes níveis;
Ligação entre TC correspondentes de cada caixa;
Responsabilidades do TC com os parâmetros-chave EE nos diferentes níveis, iniciando a partir do nível da planta e descendo para os componentes individuais;
Interação entre os dois SAM;
SAM do sistema de bomba (o produto estendido) e SAM do sistema de motor.
Fonte: ABNT IEC GUIA 119.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Análise de Eficiência Energética

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Referências normativas:
Termos e definições;
Abordagem de sistemas:
Considerações gerais;
Descrição de limite;
Generalidades;
Elementos da descrição do limite;
Parâmetros de condução;
Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Descrição de limite mais amplo — Abordagem de sistemas;
Atribuições de funções horizontais de eficiência energética e das funções de grupo EE:
Publicações de eficiência energética:
Publicações EE básicas e publicações EE de grupo;
Publicações de produtos;
Referências a outras publicações;
Responsabilidades dos TC com funções horizontais EE e funções de grupo EE:
Ligação com outros TC;
Solicitações de TC para novos trabalhos;
Responsabilidades dos TC;
Aplicação de publicações EE básicas;
Aplicação de publicações EE de grupo;
Novas solicitações de trabalho para os TC com função de grupo EE ou com função horizontal EE Exemplos de limites;
A abordagem ampliada do produto como um exemplo colaborativo:
Compartilhando as responsabilidades do TC:
Caso prático Exemplo de como os diferentes TC podem determinar a sua regra em uma colaboração comum
Exemplo de como os diferentes TC devem compartilhar suas responsabilidades;
Exemplo prático – Um sistema de motor e a colaboração do sistema de bombas:
Descrição de limite e seus elementos:
Descrição de limite mais amplo;
Estrutura de publicações EE da IEC e de atribuição de funções:
Exemplo de configuração de limite: três limites para solução independente;
Exemplo de configuração de limite: um limite de um grupo;
Um limite de grupo com solução sistemática;
Relação entre diferentes componentes em diferentes níveis;
Ligação entre TC correspondentes de cada caixa;
Responsabilidades do TC com os parâmetros-chave EE nos diferentes níveis, iniciando a partir do nível da planta e descendo para os componentes individuais;
Interação entre os dois SAM;
SAM do sistema de bomba (o produto estendido) e SAM do sistema de motor.
Fonte: ABNT IEC GUIA 119.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Análise de Eficiência Energética

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Análise de Eficiência Energética

Complementos

Análise de Eficiência Energética

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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4 Abordagem de sistemas
4.1 Considerações gerais Convém que a eficiência energética seja um requisito para produtos, sistemas e organizações. As medidas de EE não podem comprometer a segurança nem afetar o nível de serviços.
Convém que a implementação de medidas EE pertinentes estejam em equilíbrio com as limitações econômicas e de mercado.
Pode não ser suficiente melhorar a eficiência energética de um único produto sem considerar a sua aplicação.
Convém que a EE de um produto esteja em equilíbrio com o redução ou encerramento de recursos ambientais que foram utilizados para produzi-lo.
Por outro lado, pode ser necessário aceitar as maiores perdas de um produto, se forem compensadas por uma melhoria geral da eficiência energética em todo o sistema, considerando seu meio ambiente, economia e aplicação. A Seção 4 explica como os comitês técnicos devem considerar a abordagem de sistemas em seus trabalhos onde vários TC devem colaborar. Este Guia propõe urna forma de colaboração entre TC nas bases dos limites entre suas respectivas responsabilidades.
A principal parte desta abordagem é uma descrição normalizada deste limite que define o objeto da avaliação e melhoria da eficiência energética, bem como as interfaces entre os TC.
Convém que a descrição do limite (físico ou conceituai) inclua as informações sobre os serviços que devem ser fornecidos. Esta descrição não fará qualquer pressuposto sobre a implementação física necessária para realizar o(s) serviço(s). Exemplos de serviços são, por exemplo, fornecimento de vapor. produção de partes metálicas, conversão de calor.
4.2.5 Parâmetros de condução
Convêm que os parâmetros de condução sejam definidos. Todos estes são fatores externos que afetam a eficiência energética. Os exemplos incluem: regulação. condições ambientais, ocupação. preços da energia e requisitos de gerenciamento. modo de operação, ciclo de trabalho, curvas de carga, estado. parâmetros operacionais. temperatura interna. níveis de iluminação, volume de produção, gama de produtos etc.
4.2.6 Eficiência energética relativa aos KPI(s)
Convém que os principais indicadores de desempenho (KPI). corno os definidos no ABNT IEC Guia 118, sejam fornecidos nas publicações. Todos os KPI relacionados à eficiência energética dependerão da descrição do limite.

6 Publicações de eficiência energética
6.1 Publicações EE básicas e publicações EE de grupo 6.1.1 Generalidades Recomenda-se consultar o ABNT IEC Guia 118 quando forem elaboradas as publicações EE.
As publicações básicas e de grupo EE devem conter aspectos pertinentes para a função horizontal ou função de grupo EE e devem ser escritas de forma compreensível pelos TC. Os requisitos gerais e horizontais, metodologias. medições, análise de mercado, cálculos de KPI etc. devem ser definidos de forma aplicável a todos os TC da área.
6.1.2 Publicações EE básicas
O EEA mantido no ABNT IEC Guia 118 deve ser listado nas publicações EE básicas.
As publicações EE básicas devem explicar os princípios em que se baseiam para auxiliar os TC. Os TC devem ser orientados sobre como aplicar uma publicação EE básica. Os métodos normalizados para representar as características comuns que são utilizadas para a avaliação e a melhoria da eficiência energética global podem ser um exemplo de uma publicação EE básica.
As ferramentas gerais e os métodos acordados para descrever ou alcançar a melhoria da EE em um limite definido são o foco das publicações EE básicas. Estas publicações devem, portanto, descrever o EEA como medida. cálculo e outros métodos. como análise de mercado, cálculo de KPI para EE. conforme descrito no ABNT IEC Guia 118.
Uma publicação EE básica deve incluir no seu escopo a essência do texto a seguir:
“Esta publicação EE básica destina-se principalmente a ser utilizada pelos comitês técnicos da IEC na elaboração de normas de acordo com os princípios estabelecidos nos ABNT IEC Guia 119 e ABNT IEC Guia 118. Não se destina a ser utilizada pelos fabricantes ou pelos organismos de certificação”.
Uma das responsabilidades de um TC é, sempre que aplicável, fazer uso das publicações EE básicas na preparação de suas publicações. As publicações devem definir o EEA que se aplica para todo o trabalho IEC para EE: métodos de ensaio, condições. medições, avaliação de conformidade, definição de limites do sistema. perfil de carga, indicador de desempenho chave etc.
Em alguns casos. uma publicação EE básica pode. além disso, ser destinada a ser utilizada como publicação independente. Nestes casos, o primeiro parágrafo deve ser modificado apropriadamente.
Fonte: ABNT IEC Guia 119

Análise de Eficiência Energética: Consulte-nos.