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Laudo Tanque de Polipropileno
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ANVISA - Laudo e Relatórios Técnicos, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Eng. Ambiental e Sanitária - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Civil - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Química - Laudos e Relatórios Técnicos, Gestão Ambiental, Gestão Engenharia Química, Laudos e Relatórios Técnicos, Normas Internacionais, NR20, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Testes e Ensaios

Laudo Tanque de Polipropileno

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA EM TANQUE DE POLIPROPILENO, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 111104

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

O Laudo Tanque de Polipropileno é um documento técnico essencial que avalia a condição e a capacidade de armazenamento de líquidos em tanques feitos desse material. Esse laudo é fundamental para assegurar que o tanque esteja apto a armazenar diferentes tipos de substâncias, sempre em conformidade com as normas de segurança. A obrigatoriedade desse laudo se destaca em várias indústrias, especialmente naquelas que lidam com combustíveis e produtos químicos.

A norma NBR 15931, por exemplo, estabelece requisitos específicos para tanques rotomoldados, garantindo que esses equipamentos atendam aos padrões de segurança e eficiência. Realizar esse laudo não é apenas uma questão de conformidade; é uma medida que protege tanto a integridade das instalações quanto a segurança dos trabalhadores e do meio ambiente.

Qual é a importância do Laudo Tanque de Polipropileno?

Imagem externa de tanque de polipropileno - Laudo Tanque de Polipropileno

Tanque de polipropileno

O Laudo Tanque de Polipropileno desempenha, desse modo, um papel crucial na manutenção da segurança e integridade dos tanques utilizados para o armazenamento de líquidos. Através desse documento, é possível identificar falhas estruturais que, se não tratadas, podem resultar em acidentes graves. As empresas que utilizam tanques de polipropileno para armazenar substâncias químicas, combustíveis ou outros produtos precisam realizar inspeções regulares para garantir a conformidade com as normas vigentes, como a NBR 15931 e a ABNT NBR 17505-1.

Além da prevenção de danos materiais, o laudo ajuda a evitar contaminações e assegura que o tanque opere dentro dos parâmetros ideais de segurança e eficiência. A importância desse laudo vai além da segurança operacional, pois ele também reflete o compromisso da empresa com a responsabilidade social, fortalecendo sua reputação no mercado. Dessa maneira, a realização do laudo é uma exigência legal, evitando complicações jurídicas e financeiras, como multas e processos.

Quais são os principais elementos de um Tanque de Polipropileno?

Os principais elementos de um Tanque de Polipropileno incluem sua estrutura robusta, que o torna ideal para o armazenamento de substâncias químicas e combustíveis. O polipropileno é um material conhecido por sua durabilidade e resistência à corrosão, garantindo tanto a longevidade do tanque quanto a segurança no armazenamento.

E, ainda, o design do tanque deve incluir dispositivos de segurança, como válvulas de alívio de pressão e sistemas de monitoramento de nível, que permitem detectar problemas antes que se tornem críticos. Esses componentes são fundamentais para garantir um funcionamento eficiente e seguro, protegendo tanto os trabalhadores quanto o meio ambiente.

Quando é necessário realizar o Laudo Tanque de Polipropileno?

O Laudo Tanque de Polipropileno deve ser realizado periodicamente a fim de garantir que o tanque atenda às normas de segurança e permaneça em boas condições de uso. A frequência das inspeções pode variar conforme o tipo de líquido armazenado e as condições de operação, mas é essencial que essa avaliação ocorra regularmente. Esse laudo é obrigatório em indústrias que armazenam combustíveis, produtos químicos ou qualquer substância que exija condições controladas de armazenamento.

Em tempo, sempre que houver suspeita de danos ou falhas, como vazamentos ou contaminações, é imprescindível solicitar a inspeção técnica. Outro momento crítico para a realização do laudo é durante reformas ou manutenções nos tanques, pois essas intervenções podem comprometer a integridade estrutural do equipamento. A realização do laudo nessas situações garante que, após qualquer alteração, o tanque continue seguro para o armazenamento de líquidos.

Quais os benefícios do uso de Tanques de Polipropileno?

Os tanques de polipropileno oferecem uma série de benefícios para as indústrias que buscam soluções seguras e resistentes para o armazenamento de líquidos. O principal deles é, sobretudo, a durabilidade do material, que resiste à corrosão, ao ataque de produtos químicos e às variações climáticas. Essa resistência prolonga a vida útil do tanque e reduz a necessidade de substituições frequentes.

Além de ser leve, o polipropileno facilita o transporte e a instalação dos tanques, proporcionando mais versatilidade para o uso industrial. Essa leveza não compromete a resistência, permitindo que os tanques mantenham sua integridade mesmo em condições adversas. Outro benefício significativo é a capacidade do tanque de polipropileno de preservar a integridade das substâncias armazenadas.

Isso evita contaminações e perdas de material, fatores que podem impactar a eficiência operacional da empresa. A utilização de tanques de polipropileno também contribui para a sustentabilidade, uma vez que esse material é reciclável, ajudando a reduzir o impacto ambiental das operações industriais. Adicionalmente, a facilidade de limpeza e manutenção desses tanques é um ponto positivo. A superfície lisa do material impede o acúmulo de resíduos, facilitando a remoção de contaminantes e garantindo que o tanque esteja sempre em condições adequadas de uso.

Como solicitar o Laudo Tanque de Polipropileno?

Tanques de polipropileno - Laudo Tanque de Polipropileno

Imagem panorâmica de tanques de polipropileno

Solicitar o Laudo Tanque de Polipropileno é um processo simples que pode ser feito através de empresas especializadas em inspeções técnicas. O primeiro passo é entrar em contato com uma empresa com experiência na realização de laudos que siga as normas estabelecidas, como a NBR 15931. O processo envolve uma análise detalhada da integridade do tanque, incluindo inspeções visuais e testes de pressão, conforme necessário. Após a inspeção, um relatório técnico é gerado, documentando as condições do tanque e quaisquer recomendações para manutenção ou reparo.

Esse relatório é essencial para garantir que o tanque continue operando de maneira segura e eficiente. Assim sendo, a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é um passo importante para validar o laudo. Essa anotação assegura que a avaliação foi realizada por profissionais qualificados e em conformidade com as normas vigentes. Portanto, a contratação de engenheiros ou técnicos experientes é fundamental para garantir a qualidade do laudo.

Por que fazer o Laudo?

O Laudo Tanque de Polipropileno é, portanto, um documento técnico indispensável para a avaliação e manutenção de tanques de armazenamento. Ele garante, sobretudo, a segurança e a integridade das instalações, evitando riscos de vazamentos, contaminações e acidentes. Além de atender às normas técnicas, o laudo é uma ferramenta fundamental para a operação segura, bem como eficiente dos tanques em diferentes setores industriais.

Entre em contato com nossa equipe para solicitar o Laudo Tanque de Polipropileno e garantir a segurança e conformidade do seu projeto. Estamos prontos para oferecer uma avaliação completa e confiável, assegurando que seu tanque atenda a todos os padrões de segurança e qualidade. Não deixe a segurança para depois; faça sua solicitação hoje mesmo!

Veja a seguir: Avaliação de tanques de armazenamento

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Tanque de Polipropileno

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA EM TANQUE DE POLIPROPILENO, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo: Realizar uma visita técnica para inspeção e avaliação das condições do tanque de polipropileno, garantindo sua integridade estrutural, segurança operacional e conformidade com as normas de segurança. O objetivo é identificar possíveis falhas ou riscos, além de propor soluções corretivas ou preventivas, se necessário.

Atividades e Etapas:

Planejamento e Preparação:
Levantamento das condições gerais do tanque de polipropileno a ser inspecionado.
Definição do escopo da visita técnica, incluindo as áreas e componentes do tanque a serem avaliados (como parede, fundo, estrutura de apoio e conexões).
Elaboração do cronograma da visita técnica, com base na complexidade da inspeção e na disponibilidade do local.

Execução da Visita Técnica:
Inspeção visual do tanque de polipropileno para identificar sinais de desgaste, corrosão, fissuras, deformações ou falhas nos componentes estruturais.
Verificação das condições das conexões, vedação, sistema de drenagem e outros elementos que garantem a integridade e o funcionamento do tanque.
Avaliação da segurança do tanque, incluindo os dispositivos de proteção, como válvulas de segurança, sistemas de monitoramento de pressão e outros mecanismos críticos.
Inspeção dos equipamentos auxiliares, como bombas, registros e válvulas, que interagem diretamente com o tanque, para garantir seu correto funcionamento e evitar falhas operacionais.

Análise de Condições de Segurança e Funcionamento:
Verificação das condições operacionais do tanque, considerando os parâmetros de temperatura, pressão e outros fatores que podem afetar sua operação segura.
Identificação de possíveis riscos relacionados à operação do tanque de polipropileno, como falhas nos sistemas de contenção, sobrecarga estrutural ou risco de contaminação.
Análise da adequação dos procedimentos operacionais, considerando as melhores práticas para operação segura e manutenção do tanque.

Elaboração do Relatório Técnico:
Elaboração de relatório técnico detalhado, incluindo:
Descrição das condições do tanque de polipropileno e dos equipamentos inspecionados.
Resultados da inspeção, com imagens e observações sobre possíveis problemas encontrados.
Recomendações de manutenção, reparos ou ajustes necessários para garantir a operação segura e eficiente do tanque.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), atestando a conformidade da inspeção e a responsabilidade técnica sobre os resultados.

Entrega e Aprovação do Relatório:
Apresentação do relatório técnico ao cliente, acompanhado da ART correspondente.
Realização de ajustes no relatório, se necessário, com base no feedback do cliente, até a aprovação final.

Cronograma e Prazo de Entrega:
O cronograma será ajustado conforme a complexidade da inspeção e as condições específicas do tanque de polipropileno.
A previsão de entrega final da ART e do relatório técnico aprovado será ajustada conforme o andamento da inspeção e revisão final do cliente.

Exclusões:
O escopo não inclui a execução de reparos ou modificações nos sistemas do tanque, além da visita técnica e elaboração do relatório com emissão da ART.

Este escopo assegura que a inspeção do tanque de polipropileno seja realizada de forma completa e eficaz, com a entrega de um relatório técnico detalhado e a emissão da ART correspondente, garantindo a segurança e a conformidade operacional do equipamento.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Tanque de Polipropileno

Laudo Tanque de Polipropileno

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamentos de riscos Ocupacionais;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
NBR 15931-Tanque estacionário de superfície, rotomoldado em polietileno (PE), para armazenamento de combustíveis líquidos com volume entre 1 000 L e 10 000 L — Projeto, requisitos e métodos de ensaio;
NBR17505-1 Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 1: Disposições gerais;
NBR 14799- Reservatório com corpo em polietileno, com tampa em polietileno ou em polipropileno, para água potável de volume nominal até 3 000 L (inclusive) – Requisitos e métodos de ensaio;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Tanque de Polipropileno

 

Laudo Tanque de Polipropileno

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Tanque de Polipropileno

Laudo Tanque de Polipropileno

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Procedimentos ocupacionais para a inspeção;
Análise de documentação e laudos anteriores;
Adequação às normas do fabricante – se necessário;
Informações técnicas do tanque;
Verificação de uso do tanque;
Avaliação do produto a ser armazenado;
Teste para a identificação de fissuras e orifícios;
Avaliação de higienização e limpeza;
Verificação de presença de fungos;
Medição de espessura através de ultrassom;
Teste de balanceamento;
Teste de resistência à fluídos;
Teste de aditivos;
Inspeção com líquido penetrante fluorescente quando possível;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Cabe a Contratante quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
4. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo Tanque de Polipropileno

 

Saiba Mais: Laudo Tanque de Polipropileno

Os tanques de polipropileno são indicados para a armazenagem ou mistura de substâncias diversas, desde água potável e bebidas não degradáveis até soluções industriais quimicamente agressivas e/ou corrosivas. Os tanques de polipropileno são fabricados com chapas maciças de polipropileno soldadas a quente por extrusoras e máquinas semi-automáticas de polifusão. O tanque em polipropileno enquadra-se entre os tanques termoplásticos de maior resistência química disponíveis no mercado, não reagindo com a maioria dos produtos químicos industriais. Este, ainda permite operação em ampla faixa de temperatura, dependendo das condições de uso.
A elevada resistência dos tanques em polipropileno garante a sua utilização em estações de tratamento de água (ETA), esgoto e efluentes (ETE), sistemas compactos de tratamento de efluentes, processos na indústria química, petroquímica, têxtil, alimentícia, de cosméticos, de produtos de limpeza, entre outras.
Tanques de polipropileno cilíndricos verticais de fundo plano para armazenagem de fluidos em geral, inertes ou corrosivos, com capacidades entre 50 e 75.000 litros. O tanque de armazenagem apresenta fundo plano a ser sustentado pelo próprio piso onde será instalado. Como o fundo do tanque de armazenagem é plano, este não oferece drenagem total quando esvaziado, restando sempre um pequeno volume de produto no fundo.
O tanque de armazenagem pode ser aplicado onde não seja necessária a drenagem total do reservatório ou ainda para armazenagem de produtos diversos (água deionizada, efluentes, ácido clorídrico, ácido sulfúrico 70%, ácido fluorsilícico, peróxido de hidrogênio 10%, soda cáustica, hidróxido de cálcio, sulfato de alumínio, PAC, ARLA 32, domissanitários, esmaltes, bebidas destiladas, vinho, vinagres, etc.)
Tanques de polipropileno cilíndricos verticais para armazenagem e drenagem total de fluidos em geral, inertes ou corrosivos, com capacidades entre 50 e 75.000 litros. O tanque de drenagem total apresenta fundo levemente cônico, suspenso ou apoiado ao piso, embutido no corpo cilíndrico ou sobre colunas de sustentação. O fundo cônico permite o total esvaziamento do tanque de drenagem total por saída lateral rente ao piso ou elevada (conforme especificação).
Tanques de polipropileno cilíndricos horizontais para armazenagem de fluidos em geral, inertes ou corrosivos, com capacidades entre 100 e 75.000 litros. O tanque horizontal apresenta estrutura de sustentação em aço carbono com pintura epóxi, opcionalmente revestido de polipropileno. O tanque horizontal em polipropileno pode ser considerado uma solução eficiente para situações onde existam limitações de altura ou pé direito no local de instalação.
Tanques de polipropileno cilíndricos verticais para preparação e mistura de soluções diversas. Os tanques de mistura estão disponíveis com capacidades entre 50 e 75.000 litros e apresentam características construtivas favoráveis à condição de agitação mecânica, como fundo levemente cônico, visando ao esvaziamento total do tanque, tampo reforçado com estrutura em aço totalmente revestido de polipropileno, para uma sustentação adequada do misturador industrial, e paredes internas com quebra-ondas (chicanas). A aquisição de tanque de mistura com agitador mecânico já instalado oferece maior eficiência e agilidade nas rotinas de instalação e startup, propiciando relativa economia no investimento total.
Tanques de polipropileno quadrados ou retangulares para aplicações industriais específicas, conforme medidas solicitadas pelo cliente (sujeitas à avaliação técnica prévia). O tanque retangular ou quadrado usualmente resulta em custos superiores aos de tanques cilíndricos verticais de mesma capacidade, por conta da construção reforçada com estruturas de aço revestido de polipropileno. No entanto, o tanque retangular ou quadrado oferece maiores possibilidades de variações nas dimensões (limitação de área para instalação).
Texto de: GRABE Equipamentos Industriais.

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CURSO TRATOR HARVESTER
Curso Operador de Trator Harvester NR 31
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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