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Laudo Estrutura Porta-Palete Laudo Estrutura Porta-Palete
FONTE: AUT FREEPIK

Laudo Estrutura Porta-Palete

O Laudo de estrutura porta-palete tem por objetivo classificar e analisar as estruturas quanto a seu projeto, cálculo, montagem e utilização tipo PPS – Porta-Paletes Seletivos, em sistemas de armazenagem.

Nome Técnico: Elaboração de Relatório Patológico Estrutural Para Porta Pallet (PAIL TAIL) + Emissão de ART

Referência: 165796

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

Laudo Estrutura Porta-Palete
O Laudo de estrutura porta-palete tem por objetivo classificar e analisar as estruturas quanto a seu projeto, cálculo, montagem e utilização tipo PPS – Porta-Paletes Seletivos, em sistemas de armazenagem.

O que é uma Estrutura Porta-Paletes?
A Estrutura Porta-Palete é empregada para manter e elevar os níveis de organização logística e classificação de mercadorias e produtos em estoque, podendo ser mantidos em almoxarifados, produção de PA (Produto Acabado) e PI (Produto Inacabado).

O que é FIFO, LIFO e FEFO?
As estruturas Porta-Paletes, são essenciais quando são utilizados estes métodos de organização e gestão de estoque usados para evitar desperdícios.
FIFO sigla em inglês para First In, First Of (Primeiro a entrar, primeiro a sair), ou PEPS, sendo assim essa técnica se aplica a “filas de espera”, os produtos que entram primeiro no Estoque, ou os mais antigos no armazém, são os primeiros a serem despachados.
A sigla em inglês para LIFO de Last In, First Out, sendo assim o último que Entra é o primeiro que sai, este método se aplica a produtos que não possuam data de validade.
Sigla em inglês para FEFO – Firts Expired, First Out, ou o Primeiro a vencer é o primeiro a sair, esse processo se da para itens com data de validade próxima, não se levando em consideração, os itens, produtos que entraram em estoque primeiro.

Como deve ser a segurança da Estrutura Porta Palete?
A segurança de qualquer estrutura porta palete é de extrema importância, pois ela deverá suportar cargas significativas. É necessário que elas sejam projetadas para resistir a cargas excessivas e sejam feitas de materiais de qualidade.


Análise Estrutural do Porta-Palete Avaliação Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Estrutura Porta-Palete

3 Materiais
As estruturas tipo porta-paletes seletivo (PPS) são fabricadas em aço-carbono de baixa liga e alta resistência mecânica, para as quais aplicam-se os parâmetros estabelecidos em 3.1 a 3.4.
3.1 Aços com qualificação estrutural
Os aços utilizados nos elementos com função estrutural (longarinas e montantes) devem ter qualificação estrutural e possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio e apresentar relação entre a resistência à ruptura e a resistência ao escoamento (f,lf,) maior ou igual a 1.08, e o alongamento após ruptura não deve ser menor que 10 % para base de medida igual a 50 mm ou 7 % para base de medida igual a 200 mm. conforme ASTM A 370:2005.
3.2 Aços sem qualificação estrutural
A utilização de aços em elementos sem função estrutural (perfis) é permitida, se o aço possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio. Náo devem ser considerados no projeto valores superiores a 180 MPa e 300 MPa. respectivamente. para a resistência ao escoamento (14 e a resistência à ruptura (f,.) conforme ABNT NBR 14762:2001.
3.3 Elementos de fixação 3.3.1 Parafusos Recomenda-se utilizar parafusos de aço com qualificação estrutural, comuns ou de alta resistência. A utilização de parafusos de aço sem qualificação estrutural é permitida, desde que não seja adotado no projeto valor superior a 300 MPa para a resistência à ruptura do parafuso na tração G. 3.3.2 Chumbadores Todos os elementos estruturais em contato com o piso devem ser fixados com chumbadores mecânicos ou químicos.
Quando houver esforços dinâmicos ou vibrações, devem ser utilizados chumbadores químicos fixados através de porca com sistema de travamento.
Devem ser observados os seguintes fatores na determinação da capacidade e a geometria de fixação do chumbador: profundidade de embutimento: distância do chumbador à borda do elemento de concreto: distâncias entre chumbadores adjacentes; resistência à compressão do concreto. 3.4 Eletrodos, arames e fluxos para soldagem
Os eletrodos. arames e fluxos para soldagem devem estar de acordo com as exigências das especificações ANSI/AWS A5.1.2004, ANSI/AWS A5.5:2006. ANSI/AWS A5.17:1997, ANSI/AWS A5.18:2005, ANSIIAWS A5.20:2005, AWS A5.23:1997, ANSI/AWS A5.28:2005 e ANSI/AWS A5.29:2005, onde aplicável.
4 Tratamento superficial
O tratamento superficial da estrutura deve garantir a segurança da operação e prevenir a corrosão. Para a escolha do tipo de tratamento superficial, deve-se levar em consideração os seguintes fatores:
a) características do meio ambiente onde será instalada a estrutura: ambiente rural, urbano. industrial ou marítimo: atmosfera com presença de elementos corrosivos (CO,, S02, I-12S); umidade relativa e temperatura:
b) características do produto a ser armazenado: contato direto com produtos alimentícios; contato direto com produtos corrosivos. Entre os diversos tratamentos superficiais possíveis, as estruturas podem ser pintadas ou galvanizadas por diferentes processos. Os mais comuns são: pintura liquida: — pintura a pó: galvanização eletrolitica: galvanização a quente. 4.1 Pintura A pintura não deve apresentar fissuras ou trincas devido ao processo de dilatação ou contração durante toda a sua vida útil. Os ensaios de aderência para tintas devem seguir a ABNT NBR 11003:1990.
NOTA A utilização de cores diferentes entre montantes e longarinas melhora a visualização dos elementos, minimizando as batidas e a colocação incorreta dos paletas
4.2 Galvanização
A galvanização eletrolitica deve atender à ABNT NBR 10476:1988 e a galvanização a fogo deve atender à ABNT NBR 6323:1996.
4.3 Proteção contra incêndio
Quando solicitada, a proteção contra incêndio deve levar em consideração que o aço. quando atacado pelo fogo. apresenta resistência reduzida e uma redução brusca do seu estado-limite de escoamento a partir de 400 “C. atingindo valores críticos em temperaturas em torno de 550 ‘C.
5 Projeto
No projeto de estruturas de porta-paletes seletivos, devem ser considerados os parâmetros de 5.1 a 5.6
5.1 Definição de leiaute de uma área de armazenagem
Entende-se por leiaute a distribuição das estruturas de armazenagem em uma área de movimentação de material.
Na distribuição das estruturas de armazenagem devem ser observados os seguintes pontos: a) largura do corredor: Cr,,,, = Com, + 2 x Bi,
onde: Con,,,, é a largura do corredor operacional. definida pelo tipo do equipamento de movimentação, expressa em milímetros (mm):
Cr„,,, é a largura do corredor: 8, é o balanço do palete; b) a altura do último nível de longarinas deve ser 200 mm menor que a altura máxima da elevação do garfo da empilhadeira; c) em função do tipo de empilhadeira ou da necessidade do tipo de produto a ser armazenado. de acordo com as exigências sanitárias, deve-se considerar a colocação de um par de longarinas próximo ao piso:
d) túneis de passagem devem ter:
altura livre mínima no mínimo 200 mm maior que a altura máxima da torre recuada:
largura livre mínima é a largura dos equipamentos de movimentação ou da(s) unidade(s) de carga(s) (o que for maior), acrescida de folga mínima de 150 mm entre eles:
NOTA Para estabelecer a quantidade e posição de túneis e elementos de segurança, considerar a operação e os padrões de segurança aplicáveis.
e) interferências com outras instalações do prédio. como rede de prevenção de incêndios ou rede elétrica:
f) situação arquitetônica do prédio.
5.2 Folgas minimas
As folgas mínimas para operação devem ser definidas em função do tipo de equipamento de movimentação. Estes equipamentos são classificados em três tipos principais.
a) Classe I – são instalações de corredor muito estreito. onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira sobe e desce junto com a unidade de carga.
b) Classe II – são instalações de corredor muito estreito, onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira fica no nivel do piso e sem sistema auxiliar de posicionamento.
c) Classe III – são instalações de corredor largo ou estreito, onde são utilizadas empilhadeiras contrabalanceadas. de combustão ou elétricas, e sem sistema auxiliar de posicionamento.
A Tabela 1 e a Figura 1 estabelecem valores para as principais folgas na definição inicial de um projeto.
5.3 Guia para empilhadeiras
As guias para empilhadeiras devem ser descontinuadas onde houver interseção com as juntas de dilatação do piso. Os tipos dos perfis metálicos utilizados para guias de empilhadeira devem atender as especificações do fabricante do equipamento de movimentação. O espaçamento e o tipo de fixação devem ser dimensionados pelo fabricante da estrutura.
5.4 Utilização de protetores
Quando necessário ou solicitado, os protetores de coluna devem ter no minimo 300 mm de altura e os protetores laterais de conjunto devem ter no mínimo 400 mm de altura.
5.5 Utilização de guias de caçamba, planos revestidos ou espaçador de garfos
Quando a carga a ser armazenada possuir saliências inferiores, como, por exemplo, os pés de uma caçamba, guias apoiadas nas longarinas ou planos revestidos resistentes devem ser utilizados para assegurar que a carga esteja sempre apoiada e não deslize.
O mesmo critério vale no caso de utilização de paletas plásticos que não possuem mecanismos de apoio
Quando a carga a ser armazenada não possibilitar o acesso do garfo da empilhadeira, devem ser utilizados espaçadores de garfo.
5.6 Amarração superior
Uma vez definida a necessidade de amarração superior ou na falta de uma verificação mais criteriosa. os seguintes critérios devem ser seguidos:
a) a estrutura cujos montantes ultrapassarem 8 na relação de altura/profundidade deve ser necessariamente amarrada a um elemento que garanta que o topo da estrutura seja indeslocável;
b) a amarração deve partir de uma altura superior ao topo da carga mais alta acrescida da folga definida em 5.2, conforme Tabela 1, dimensão Y,; para isto devem ser providenciados elementos de extensão (montantes) ou colunas de extensão;
c) a amarração deve ser feita a cada três módulos para módulos com longarinas de comprimento inferior a 2 700 mm. Para comprimentos maiores que este valor, as amarrações devem ser feitas a cada dois módulos.
6 Cálculos O cálculo de uma estrutura deve ser feito em dois estágios: a) no primeiro estágio, deve ser feita uma análise de cada elemento da estrutura. utilizando-se:
1) a ABNT NBR 14762:2001 (para elementos formados por perfis estruturais de aço formados a frio, constituídos por chapas ou tiras de aço-carbono ou aço de baixa liga. com espessura máxima igual a 8 mm):
2) a ABNT NBR 8800 (para elementos formados por perfis de aço que sejam laminados ou soldados).
b) no segundo estágio. uma análise global da estrutura deve ser feita para se determinarem as distribuições de forças e deslocamentos.
Fonte: NBR 15524-2.

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Laudo Estrutura Porta-Palete: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Estrutura Porta-Palete

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Termos e Definições;

Verificações:
Inspeção técnica nas posições paletes de estruturas metálicas de armazenagem tipo; porta-paletes seletivos, distribuídas;
Elementos Estruturais; longarinas e demais elementos estruturais;
Deformações em montantes; Graus de risco; Possíveis reparos ou adequações dos elementos;
Travas de segurança, Parafusos, Chumbadores, Elementos Soldados nas Estruturas;
Nivelamento, Prumo, Alinhamento das Estruturas e Condições gerais do piso;
Verificação de capacidade de carga das estruturas;
Análise das Deformações dos Perfis Estruturais com as Estruturas carregadas;
Junções; Elementos de Travamento; Estabilidade das Estruturas;
Verificação de corrosões; Inspeção nos Porta- paletes;
Folgas entre cargas e estruturas; Luminosidade do Ambiente que envolve as Estruturas;
Altura entre longarinas; Análise dos Materiais;
Aços com qualificação estrutural e Aços sem qualificação estrutural;
Altura livre entre longarinas;
Amarração de fundo e Parafusos;
Balanço do palete;
Carga de projeto e Carga de serviço;
Eletrodos, arames e fluxos para soldagem;
Elementos de fixação;
Tratamento superficial;
Pintura e galvanização;
Carregamento contínuo;
Proteção contra incêndio;
Carregamento incremental;
Chumbador; Coluna;
Contraventamento; Corredor;
Corredor entre estruturas; Corredor muito estreito e Corredor operacional;
Elemento Diagonal, Projeto e Cálculos;
Guias para Empilhadeiras;
Ações e Ações Permanentes;
Montagem e Tolerâncias;
Utilização, Inspeção e Ensaios;
Distanciador e Divisores;
Eficiência superficial de carga;
Eficiência volumétrica de carga;
Espaçador de garfo, Fechamentos e Guias de Caçamba;
Limitador de profundidade;
Longarinas elemento estrutural;
Módulo conjunto composto por dois montantes;
Montante estrutura vertical;
Plano “H” e Planos de Contenção;
Porta-Paletes e Porta-Paletes seletivo (PPS);
Porta-tambores e bobinas;
Protetor de coluna e Protetor lateral de conjuntos;
Sapata placa de base;
Transversina de elemento estrutural;
Travessa e Trilho-guia;
Túnel de passagem;
Unidade de carga.
Fonte: NBR 15527-1 e NBR 15527-2.

Verificações quando for pertinentes:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Termos e Definições;

Verificações:
Inspeção técnica nas posições paletes de estruturas metálicas de armazenagem tipo; porta-paletes seletivos, distribuídas;
Elementos Estruturais; longarinas e demais elementos estruturais;
Deformações em montantes; Graus de risco; Possíveis reparos ou adequações dos elementos;
Travas de segurança, Parafusos, Chumbadores, Elementos Soldados nas Estruturas;
Nivelamento, Prumo, Alinhamento das Estruturas e Condições gerais do piso;
Verificação de capacidade de carga das estruturas;
Análise das Deformações dos Perfis Estruturais com as Estruturas carregadas;
Junções; Elementos de Travamento; Estabilidade das Estruturas;
Verificação de corrosões; Inspeção nos Porta- paletes;
Folgas entre cargas e estruturas; Luminosidade do Ambiente que envolve as Estruturas;
Altura entre longarinas; Análise dos Materiais;
Aços com qualificação estrutural e Aços sem qualificação estrutural;
Altura livre entre longarinas;
Amarração de fundo e Parafusos;
Balanço do palete;
Carga de projeto e Carga de serviço;
Eletrodos, arames e fluxos para soldagem;
Elementos de fixação;
Tratamento superficial;
Pintura e galvanização;
Carregamento contínuo;
Proteção contra incêndio;
Carregamento incremental;
Chumbador; Coluna;
Contraventamento; Corredor;
Corredor entre estruturas; Corredor muito estreito e Corredor operacional;
Elemento Diagonal, Projeto e Cálculos;
Guias para Empilhadeiras;
Ações e Ações Permanentes;
Montagem e Tolerâncias;
Utilização, Inspeção e Ensaios;
Distanciador e Divisores;
Eficiência superficial de carga;
Eficiência volumétrica de carga;
Espaçador de garfo, Fechamentos e Guias de Caçamba;
Limitador de profundidade;
Longarinas elemento estrutural;
Módulo conjunto composto por dois montantes;
Montante estrutura vertical;
Plano “H” e Planos de Contenção;
Porta-Paletes e Porta-Paletes seletivo (PPS);
Porta-tambores e bobinas;
Protetor de coluna e Protetor lateral de conjuntos;
Sapata placa de base;
Transversina de elemento estrutural;
Travessa e Trilho-guia;
Túnel de passagem;
Unidade de carga.
Fonte: NBR 15527-1 e NBR 15527-2.

Verificações quando for pertinentes:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referencias Normativas

Laudo Estrutura Porta-Palete

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR 15524-1 – Sistemas de Armazenagem – Parte 1: Terminologia;
ABNT NBR 15524-2 – Sistemas de Armazenagem – Parte 2: Diretrizes para o uso de Estruturas tipo porta-paletes seletivos;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

Laudo Estrutura Porta-Palete

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo.
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

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Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Estrutura Porta-Palete

3 Materiais
As estruturas tipo porta-paletes seletivo (PPS) são fabricadas em aço-carbono de baixa liga e alta resistência mecânica, para as quais aplicam-se os parâmetros estabelecidos em 3.1 a 3.4.
3.1 Aços com qualificação estrutural
Os aços utilizados nos elementos com função estrutural (longarinas e montantes) devem ter qualificação estrutural e possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio e apresentar relação entre a resistência à ruptura e a resistência ao escoamento (f,lf,) maior ou igual a 1.08, e o alongamento após ruptura não deve ser menor que 10 % para base de medida igual a 50 mm ou 7 % para base de medida igual a 200 mm. conforme ASTM A 370:2005.
3.2 Aços sem qualificação estrutural
A utilização de aços em elementos sem função estrutural (perfis) é permitida, se o aço possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio. Náo devem ser considerados no projeto valores superiores a 180 MPa e 300 MPa. respectivamente. para a resistência ao escoamento (14 e a resistência à ruptura (f,.) conforme ABNT NBR 14762:2001.
3.3 Elementos de fixação 3.3.1 Parafusos Recomenda-se utilizar parafusos de aço com qualificação estrutural, comuns ou de alta resistência. A utilização de parafusos de aço sem qualificação estrutural é permitida, desde que não seja adotado no projeto valor superior a 300 MPa para a resistência à ruptura do parafuso na tração G. 3.3.2 Chumbadores Todos os elementos estruturais em contato com o piso devem ser fixados com chumbadores mecânicos ou químicos.
Quando houver esforços dinâmicos ou vibrações, devem ser utilizados chumbadores químicos fixados através de porca com sistema de travamento.
Devem ser observados os seguintes fatores na determinação da capacidade e a geometria de fixação do chumbador: profundidade de embutimento: distância do chumbador à borda do elemento de concreto: distâncias entre chumbadores adjacentes; resistência à compressão do concreto. 3.4 Eletrodos, arames e fluxos para soldagem
Os eletrodos. arames e fluxos para soldagem devem estar de acordo com as exigências das especificações ANSI/AWS A5.1.2004, ANSI/AWS A5.5:2006. ANSI/AWS A5.17:1997, ANSI/AWS A5.18:2005, ANSIIAWS A5.20:2005, AWS A5.23:1997, ANSI/AWS A5.28:2005 e ANSI/AWS A5.29:2005, onde aplicável.
4 Tratamento superficial
O tratamento superficial da estrutura deve garantir a segurança da operação e prevenir a corrosão. Para a escolha do tipo de tratamento superficial, deve-se levar em consideração os seguintes fatores:
a) características do meio ambiente onde será instalada a estrutura: ambiente rural, urbano. industrial ou marítimo: atmosfera com presença de elementos corrosivos (CO,, S02, I-12S); umidade relativa e temperatura:
b) características do produto a ser armazenado: contato direto com produtos alimentícios; contato direto com produtos corrosivos. Entre os diversos tratamentos superficiais possíveis, as estruturas podem ser pintadas ou galvanizadas por diferentes processos. Os mais comuns são: pintura liquida: — pintura a pó: galvanização eletrolitica: galvanização a quente. 4.1 Pintura A pintura não deve apresentar fissuras ou trincas devido ao processo de dilatação ou contração durante toda a sua vida útil. Os ensaios de aderência para tintas devem seguir a ABNT NBR 11003:1990.
NOTA A utilização de cores diferentes entre montantes e longarinas melhora a visualização dos elementos, minimizando as batidas e a colocação incorreta dos paletas
4.2 Galvanização
A galvanização eletrolitica deve atender à ABNT NBR 10476:1988 e a galvanização a fogo deve atender à ABNT NBR 6323:1996.
4.3 Proteção contra incêndio
Quando solicitada, a proteção contra incêndio deve levar em consideração que o aço. quando atacado pelo fogo. apresenta resistência reduzida e uma redução brusca do seu estado-limite de escoamento a partir de 400 “C. atingindo valores críticos em temperaturas em torno de 550 ‘C.
5 Projeto
No projeto de estruturas de porta-paletes seletivos, devem ser considerados os parâmetros de 5.1 a 5.6
5.1 Definição de leiaute de uma área de armazenagem
Entende-se por leiaute a distribuição das estruturas de armazenagem em uma área de movimentação de material.
Na distribuição das estruturas de armazenagem devem ser observados os seguintes pontos: a) largura do corredor: Cr,,,, = Com, + 2 x Bi,
onde: Con,,,, é a largura do corredor operacional. definida pelo tipo do equipamento de movimentação, expressa em milímetros (mm):
Cr„,,, é a largura do corredor: 8, é o balanço do palete; b) a altura do último nível de longarinas deve ser 200 mm menor que a altura máxima da elevação do garfo da empilhadeira; c) em função do tipo de empilhadeira ou da necessidade do tipo de produto a ser armazenado. de acordo com as exigências sanitárias, deve-se considerar a colocação de um par de longarinas próximo ao piso:
d) túneis de passagem devem ter:
altura livre mínima no mínimo 200 mm maior que a altura máxima da torre recuada:
largura livre mínima é a largura dos equipamentos de movimentação ou da(s) unidade(s) de carga(s) (o que for maior), acrescida de folga mínima de 150 mm entre eles:
NOTA Para estabelecer a quantidade e posição de túneis e elementos de segurança, considerar a operação e os padrões de segurança aplicáveis.
e) interferências com outras instalações do prédio. como rede de prevenção de incêndios ou rede elétrica:
f) situação arquitetônica do prédio.
5.2 Folgas minimas
As folgas mínimas para operação devem ser definidas em função do tipo de equipamento de movimentação. Estes equipamentos são classificados em três tipos principais.
a) Classe I – são instalações de corredor muito estreito. onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira sobe e desce junto com a unidade de carga.
b) Classe II – são instalações de corredor muito estreito, onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira fica no nivel do piso e sem sistema auxiliar de posicionamento.
c) Classe III – são instalações de corredor largo ou estreito, onde são utilizadas empilhadeiras contrabalanceadas. de combustão ou elétricas, e sem sistema auxiliar de posicionamento.
A Tabela 1 e a Figura 1 estabelecem valores para as principais folgas na definição inicial de um projeto.
5.3 Guia para empilhadeiras
As guias para empilhadeiras devem ser descontinuadas onde houver interseção com as juntas de dilatação do piso. Os tipos dos perfis metálicos utilizados para guias de empilhadeira devem atender as especificações do fabricante do equipamento de movimentação. O espaçamento e o tipo de fixação devem ser dimensionados pelo fabricante da estrutura.
5.4 Utilização de protetores
Quando necessário ou solicitado, os protetores de coluna devem ter no minimo 300 mm de altura e os protetores laterais de conjunto devem ter no mínimo 400 mm de altura.
5.5 Utilização de guias de caçamba, planos revestidos ou espaçador de garfos
Quando a carga a ser armazenada possuir saliências inferiores, como, por exemplo, os pés de uma caçamba, guias apoiadas nas longarinas ou planos revestidos resistentes devem ser utilizados para assegurar que a carga esteja sempre apoiada e não deslize.
O mesmo critério vale no caso de utilização de paletas plásticos que não possuem mecanismos de apoio
Quando a carga a ser armazenada não possibilitar o acesso do garfo da empilhadeira, devem ser utilizados espaçadores de garfo.
5.6 Amarração superior
Uma vez definida a necessidade de amarração superior ou na falta de uma verificação mais criteriosa. os seguintes critérios devem ser seguidos:
a) a estrutura cujos montantes ultrapassarem 8 na relação de altura/profundidade deve ser necessariamente amarrada a um elemento que garanta que o topo da estrutura seja indeslocável;
b) a amarração deve partir de uma altura superior ao topo da carga mais alta acrescida da folga definida em 5.2, conforme Tabela 1, dimensão Y,; para isto devem ser providenciados elementos de extensão (montantes) ou colunas de extensão;
c) a amarração deve ser feita a cada três módulos para módulos com longarinas de comprimento inferior a 2 700 mm. Para comprimentos maiores que este valor, as amarrações devem ser feitas a cada dois módulos.
6 Cálculos O cálculo de uma estrutura deve ser feito em dois estágios: a) no primeiro estágio, deve ser feita uma análise de cada elemento da estrutura. utilizando-se:
1) a ABNT NBR 14762:2001 (para elementos formados por perfis estruturais de aço formados a frio, constituídos por chapas ou tiras de aço-carbono ou aço de baixa liga. com espessura máxima igual a 8 mm):
2) a ABNT NBR 8800 (para elementos formados por perfis de aço que sejam laminados ou soldados).
b) no segundo estágio. uma análise global da estrutura deve ser feita para se determinarem as distribuições de forças e deslocamentos.
Fonte: NBR 15524-2.

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Laudo Estrutura Porta-Palete: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Estrutura Porta-Palete

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Termos e Definições;

Verificações:
Inspeção técnica nas posições paletes de estruturas metálicas de armazenagem tipo; porta-paletes seletivos, distribuídas;
Elementos Estruturais; longarinas e demais elementos estruturais;
Deformações em montantes; Graus de risco; Possíveis reparos ou adequações dos elementos;
Travas de segurança, Parafusos, Chumbadores, Elementos Soldados nas Estruturas;
Nivelamento, Prumo, Alinhamento das Estruturas e Condições gerais do piso;
Verificação de capacidade de carga das estruturas;
Análise das Deformações dos Perfis Estruturais com as Estruturas carregadas;
Junções; Elementos de Travamento; Estabilidade das Estruturas;
Verificação de corrosões; Inspeção nos Porta- paletes;
Folgas entre cargas e estruturas; Luminosidade do Ambiente que envolve as Estruturas;
Altura entre longarinas; Análise dos Materiais;
Aços com qualificação estrutural e Aços sem qualificação estrutural;
Altura livre entre longarinas;
Amarração de fundo e Parafusos;
Balanço do palete;
Carga de projeto e Carga de serviço;
Eletrodos, arames e fluxos para soldagem;
Elementos de fixação;
Tratamento superficial;
Pintura e galvanização;
Carregamento contínuo;
Proteção contra incêndio;
Carregamento incremental;
Chumbador; Coluna;
Contraventamento; Corredor;
Corredor entre estruturas; Corredor muito estreito e Corredor operacional;
Elemento Diagonal, Projeto e Cálculos;
Guias para Empilhadeiras;
Ações e Ações Permanentes;
Montagem e Tolerâncias;
Utilização, Inspeção e Ensaios;
Distanciador e Divisores;
Eficiência superficial de carga;
Eficiência volumétrica de carga;
Espaçador de garfo, Fechamentos e Guias de Caçamba;
Limitador de profundidade;
Longarinas elemento estrutural;
Módulo conjunto composto por dois montantes;
Montante estrutura vertical;
Plano “H” e Planos de Contenção;
Porta-Paletes e Porta-Paletes seletivo (PPS);
Porta-tambores e bobinas;
Protetor de coluna e Protetor lateral de conjuntos;
Sapata placa de base;
Transversina de elemento estrutural;
Travessa e Trilho-guia;
Túnel de passagem;
Unidade de carga.
Fonte: NBR 15527-1 e NBR 15527-2.

Verificações quando for pertinentes:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Estrutura Porta-Palete

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Estrutura Porta-Palete

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Termos e Definições;

Verificações:
Inspeção técnica nas posições paletes de estruturas metálicas de armazenagem tipo; porta-paletes seletivos, distribuídas;
Elementos Estruturais; longarinas e demais elementos estruturais;
Deformações em montantes; Graus de risco; Possíveis reparos ou adequações dos elementos;
Travas de segurança, Parafusos, Chumbadores, Elementos Soldados nas Estruturas;
Nivelamento, Prumo, Alinhamento das Estruturas e Condições gerais do piso;
Verificação de capacidade de carga das estruturas;
Análise das Deformações dos Perfis Estruturais com as Estruturas carregadas;
Junções; Elementos de Travamento; Estabilidade das Estruturas;
Verificação de corrosões; Inspeção nos Porta- paletes;
Folgas entre cargas e estruturas; Luminosidade do Ambiente que envolve as Estruturas;
Altura entre longarinas; Análise dos Materiais;
Aços com qualificação estrutural e Aços sem qualificação estrutural;
Altura livre entre longarinas;
Amarração de fundo e Parafusos;
Balanço do palete;
Carga de projeto e Carga de serviço;
Eletrodos, arames e fluxos para soldagem;
Elementos de fixação;
Tratamento superficial;
Pintura e galvanização;
Carregamento contínuo;
Proteção contra incêndio;
Carregamento incremental;
Chumbador; Coluna;
Contraventamento; Corredor;
Corredor entre estruturas; Corredor muito estreito e Corredor operacional;
Elemento Diagonal, Projeto e Cálculos;
Guias para Empilhadeiras;
Ações e Ações Permanentes;
Montagem e Tolerâncias;
Utilização, Inspeção e Ensaios;
Distanciador e Divisores;
Eficiência superficial de carga;
Eficiência volumétrica de carga;
Espaçador de garfo, Fechamentos e Guias de Caçamba;
Limitador de profundidade;
Longarinas elemento estrutural;
Módulo conjunto composto por dois montantes;
Montante estrutura vertical;
Plano “H” e Planos de Contenção;
Porta-Paletes e Porta-Paletes seletivo (PPS);
Porta-tambores e bobinas;
Protetor de coluna e Protetor lateral de conjuntos;
Sapata placa de base;
Transversina de elemento estrutural;
Travessa e Trilho-guia;
Túnel de passagem;
Unidade de carga.
Fonte: NBR 15527-1 e NBR 15527-2.

Verificações quando for pertinentes:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

Laudo Estrutura Porta-Palete

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo.
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Laudo Estrutura Porta-Palete

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Estrutura Porta-Palete

3 Materiais
As estruturas tipo porta-paletes seletivo (PPS) são fabricadas em aço-carbono de baixa liga e alta resistência mecânica, para as quais aplicam-se os parâmetros estabelecidos em 3.1 a 3.4.
3.1 Aços com qualificação estrutural
Os aços utilizados nos elementos com função estrutural (longarinas e montantes) devem ter qualificação estrutural e possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio e apresentar relação entre a resistência à ruptura e a resistência ao escoamento (f,lf,) maior ou igual a 1.08, e o alongamento após ruptura não deve ser menor que 10 % para base de medida igual a 50 mm ou 7 % para base de medida igual a 200 mm. conforme ASTM A 370:2005.
3.2 Aços sem qualificação estrutural
A utilização de aços em elementos sem função estrutural (perfis) é permitida, se o aço possuir propriedades mecânicas adequadas para receber o trabalho a frio. Náo devem ser considerados no projeto valores superiores a 180 MPa e 300 MPa. respectivamente. para a resistência ao escoamento (14 e a resistência à ruptura (f,.) conforme ABNT NBR 14762:2001.
3.3 Elementos de fixação 3.3.1 Parafusos Recomenda-se utilizar parafusos de aço com qualificação estrutural, comuns ou de alta resistência. A utilização de parafusos de aço sem qualificação estrutural é permitida, desde que não seja adotado no projeto valor superior a 300 MPa para a resistência à ruptura do parafuso na tração G. 3.3.2 Chumbadores Todos os elementos estruturais em contato com o piso devem ser fixados com chumbadores mecânicos ou químicos.
Quando houver esforços dinâmicos ou vibrações, devem ser utilizados chumbadores químicos fixados através de porca com sistema de travamento.
Devem ser observados os seguintes fatores na determinação da capacidade e a geometria de fixação do chumbador: profundidade de embutimento: distância do chumbador à borda do elemento de concreto: distâncias entre chumbadores adjacentes; resistência à compressão do concreto. 3.4 Eletrodos, arames e fluxos para soldagem
Os eletrodos. arames e fluxos para soldagem devem estar de acordo com as exigências das especificações ANSI/AWS A5.1.2004, ANSI/AWS A5.5:2006. ANSI/AWS A5.17:1997, ANSI/AWS A5.18:2005, ANSIIAWS A5.20:2005, AWS A5.23:1997, ANSI/AWS A5.28:2005 e ANSI/AWS A5.29:2005, onde aplicável.
4 Tratamento superficial
O tratamento superficial da estrutura deve garantir a segurança da operação e prevenir a corrosão. Para a escolha do tipo de tratamento superficial, deve-se levar em consideração os seguintes fatores:
a) características do meio ambiente onde será instalada a estrutura: ambiente rural, urbano. industrial ou marítimo: atmosfera com presença de elementos corrosivos (CO,, S02, I-12S); umidade relativa e temperatura:
b) características do produto a ser armazenado: contato direto com produtos alimentícios; contato direto com produtos corrosivos. Entre os diversos tratamentos superficiais possíveis, as estruturas podem ser pintadas ou galvanizadas por diferentes processos. Os mais comuns são: pintura liquida: — pintura a pó: galvanização eletrolitica: galvanização a quente. 4.1 Pintura A pintura não deve apresentar fissuras ou trincas devido ao processo de dilatação ou contração durante toda a sua vida útil. Os ensaios de aderência para tintas devem seguir a ABNT NBR 11003:1990.
NOTA A utilização de cores diferentes entre montantes e longarinas melhora a visualização dos elementos, minimizando as batidas e a colocação incorreta dos paletas
4.2 Galvanização
A galvanização eletrolitica deve atender à ABNT NBR 10476:1988 e a galvanização a fogo deve atender à ABNT NBR 6323:1996.
4.3 Proteção contra incêndio
Quando solicitada, a proteção contra incêndio deve levar em consideração que o aço. quando atacado pelo fogo. apresenta resistência reduzida e uma redução brusca do seu estado-limite de escoamento a partir de 400 “C. atingindo valores críticos em temperaturas em torno de 550 ‘C.
5 Projeto
No projeto de estruturas de porta-paletes seletivos, devem ser considerados os parâmetros de 5.1 a 5.6
5.1 Definição de leiaute de uma área de armazenagem
Entende-se por leiaute a distribuição das estruturas de armazenagem em uma área de movimentação de material.
Na distribuição das estruturas de armazenagem devem ser observados os seguintes pontos: a) largura do corredor: Cr,,,, = Com, + 2 x Bi,
onde: Con,,,, é a largura do corredor operacional. definida pelo tipo do equipamento de movimentação, expressa em milímetros (mm):
Cr„,,, é a largura do corredor: 8, é o balanço do palete; b) a altura do último nível de longarinas deve ser 200 mm menor que a altura máxima da elevação do garfo da empilhadeira; c) em função do tipo de empilhadeira ou da necessidade do tipo de produto a ser armazenado. de acordo com as exigências sanitárias, deve-se considerar a colocação de um par de longarinas próximo ao piso:
d) túneis de passagem devem ter:
altura livre mínima no mínimo 200 mm maior que a altura máxima da torre recuada:
largura livre mínima é a largura dos equipamentos de movimentação ou da(s) unidade(s) de carga(s) (o que for maior), acrescida de folga mínima de 150 mm entre eles:
NOTA Para estabelecer a quantidade e posição de túneis e elementos de segurança, considerar a operação e os padrões de segurança aplicáveis.
e) interferências com outras instalações do prédio. como rede de prevenção de incêndios ou rede elétrica:
f) situação arquitetônica do prédio.
5.2 Folgas minimas
As folgas mínimas para operação devem ser definidas em função do tipo de equipamento de movimentação. Estes equipamentos são classificados em três tipos principais.
a) Classe I – são instalações de corredor muito estreito. onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira sobe e desce junto com a unidade de carga.
b) Classe II – são instalações de corredor muito estreito, onde durante a operação de carga e descarga o operador da empilhadeira fica no nivel do piso e sem sistema auxiliar de posicionamento.
c) Classe III – são instalações de corredor largo ou estreito, onde são utilizadas empilhadeiras contrabalanceadas. de combustão ou elétricas, e sem sistema auxiliar de posicionamento.
A Tabela 1 e a Figura 1 estabelecem valores para as principais folgas na definição inicial de um projeto.
5.3 Guia para empilhadeiras
As guias para empilhadeiras devem ser descontinuadas onde houver interseção com as juntas de dilatação do piso. Os tipos dos perfis metálicos utilizados para guias de empilhadeira devem atender as especificações do fabricante do equipamento de movimentação. O espaçamento e o tipo de fixação devem ser dimensionados pelo fabricante da estrutura.
5.4 Utilização de protetores
Quando necessário ou solicitado, os protetores de coluna devem ter no minimo 300 mm de altura e os protetores laterais de conjunto devem ter no mínimo 400 mm de altura.
5.5 Utilização de guias de caçamba, planos revestidos ou espaçador de garfos
Quando a carga a ser armazenada possuir saliências inferiores, como, por exemplo, os pés de uma caçamba, guias apoiadas nas longarinas ou planos revestidos resistentes devem ser utilizados para assegurar que a carga esteja sempre apoiada e não deslize.
O mesmo critério vale no caso de utilização de paletas plásticos que não possuem mecanismos de apoio
Quando a carga a ser armazenada não possibilitar o acesso do garfo da empilhadeira, devem ser utilizados espaçadores de garfo.
5.6 Amarração superior
Uma vez definida a necessidade de amarração superior ou na falta de uma verificação mais criteriosa. os seguintes critérios devem ser seguidos:
a) a estrutura cujos montantes ultrapassarem 8 na relação de altura/profundidade deve ser necessariamente amarrada a um elemento que garanta que o topo da estrutura seja indeslocável;
b) a amarração deve partir de uma altura superior ao topo da carga mais alta acrescida da folga definida em 5.2, conforme Tabela 1, dimensão Y,; para isto devem ser providenciados elementos de extensão (montantes) ou colunas de extensão;
c) a amarração deve ser feita a cada três módulos para módulos com longarinas de comprimento inferior a 2 700 mm. Para comprimentos maiores que este valor, as amarrações devem ser feitas a cada dois módulos.
6 Cálculos O cálculo de uma estrutura deve ser feito em dois estágios: a) no primeiro estágio, deve ser feita uma análise de cada elemento da estrutura. utilizando-se:
1) a ABNT NBR 14762:2001 (para elementos formados por perfis estruturais de aço formados a frio, constituídos por chapas ou tiras de aço-carbono ou aço de baixa liga. com espessura máxima igual a 8 mm):
2) a ABNT NBR 8800 (para elementos formados por perfis de aço que sejam laminados ou soldados).
b) no segundo estágio. uma análise global da estrutura deve ser feita para se determinarem as distribuições de forças e deslocamentos.
Fonte: NBR 15524-2.

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