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Laudo Bombas Estacionárias Laudo Bombas Estacionárias
f: firesystems

Laudo Bombas Estacionárias Sistema Automático Incêndio NBR 16704

O objetivo do Relatório Técnico de Conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndios – atende os Requisitos conforme NBR 16704 a Norma estabelece os para a seleção e instalação de conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndio. Esta Norma aplica-se a bombas centrifugas, de estágio único e multiestágios, com eixo horizontal ou vertical. acionadas por motores elétricos ou motores a diesel. Os conjuntos de bombas de incêndio tratados nesta Norma são indicados para suprimento de líquido a sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio do tipo sistemas de chuveiros automáticos e sistemas de nebulização de água (water spray). Os sistemas de bombeamento descritos nesta Norma podem ser aplicados a sistemas de hidrantes.

Nome Técnico: Elaboração de Relatório Técnico de Conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndios – Requisitos – NBR 16704 + Emissão de ART

Referência: 168608

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Laudo Bombas Estacionárias Sistemas Automáticos de Incêndios NBR 16704
O objetivo do Relatório Técnico de Conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndios – atende os Requisitos conforme NBR 16704 a Norma estabelece os para a seleção e instalação de conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndio.
Esta Norma aplica-se a bombas centrifugas, de estágio único e multiestágios, com eixo horizontal ou vertical. acionadas por motores elétricos ou motores a diesel.
Os conjuntos de bombas de incêndio tratados nesta Norma são indicados para suprimento de líquido a sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio do tipo sistemas de chuveiros automáticos e sistemas de nebulização de água (water spray). Os sistemas de bombeamento descritos nesta Norma podem ser aplicados a sistemas de hidrantes.

Esta Norma não tem a intenção de restringir o desenvolvimento ou a utilização de novas tecnologias ou medidas alternativas, desde que estas não reduzam o nível de segurança proporcionado pelos requisitos desta Norma.

A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Bombas Estacionárias Sistemas Automáticos de Incêndios NBR 16704

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1 aprovado aceito pela autoridade competente
3.2 autoridade competente órgão. repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física. investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, com base em legislação especifica local
3.3 sistema de chuveiros automáticos sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água para fins de proteção contra incêndio
NOTA A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, á qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio.
3.4 circuito
3.4.1 circuito ramal condutores elétricos entre o último dispositivo de sobrecorrente que protege o circuito e o equipamento acionado
3.4.2 circuito externo de controle tolerante a falhas circuitos de controle que entram ou saem do painel de controle principal da bomba de incêndio que, em caso de quebra, desconexão ou falta, não impedirão que o painel de controle principal dê partida na bomba de incêndio por outros meios internos ou externos, ou seja, podem fazer com que o painel de controle principal dê partida na bomba sob essas condições
3.4.3 circuito de alimentação da bomba de incêndio conjunto formado pelos condutores entre o transformador e o painel de controle principal da bomba de incêndio
3.5 meios de seccionamento dispositivo, grupo de dispositivos. ou outros meios que permitam o seccionamento entre os condutores de um circuito e sua fonte de suprimento
3.6 material resistente a corrosão material que não sofre transformação química e/ou física, proveniente de uma interação com o meio ambiente.
EXEMPLO latão, cobre. monel, aço inoxidável ou outros materiais equivalentes resistentes a corrosão.
3.7 rebaixamento diferença vertical entre os níveis estático e dinâmico da água no poço
3.8 acionador motor elétrico ou a diesel que aciona a bomba de incêndio
3.9 alarme de bombas de incêndio sinal de supervisão que indica uma condição anormal que requeira atenção imediata
3.10 painel de controle principal de bombas de incêndio conjunto de dispositivos que serve para controlar, de alguma maneira predeterminada, a partida e a parada do motor da bomba de incêndio e para monitorar e sinalizar a situação e a condição do conjunto da bomba de incêndio
3.11 conjunto de bombeamento conjunto composto por bomba de incêndio, motor. painel de controle principal e acessórios
3.12 eixo de conexão flexível dispositivo que incorpora duas juntas flexíveis e um elemento de encaixe
3.13 acoplamento dispositivo utilizado para conectar o motor à bomba, que pode compensar pequenos desalinhamentos e amortecer vibrações
3.14 sucção positiva condição na qual a água flui de uma fonte à pressão atmosférica para a bomba. sem que a pressão média no (Tange da entrada da bomba caia abaixo da pressão atmosférica, com a bomba operando a 150 % de sua capacidade nominal;
3.42 edifício alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 23 m do nível mais baixo de acesso à edificação
3.43 edifício muito alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 60 m do nível mais baixo de acesso á edificação
3.44 liquido fluido para combate a incêndio
NOTA Para a finalidade desta norma, líquido se refere a água. solução de água espuma, liquido gerador de espuma, aditivos de água ou outros líquidos para fins de proteção contra incêndio.
3.45 nível dinâmico de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba está em operação
3.46 nível estático de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba não está em operação
3.47 perda de fase perda de unia ou mais fases, mas não de todas as fases, da fonte de eletricidade polifásica
3.48 potência absorvida potência máxima de freio da bomba potência máxima absorvida requerida para acionar a bomba à velocidade nominal
3.49 casa de bombas local onde são instalados os conjuntos de bombeamento utilizados para alimentar os sistemas de proteção contra incêndio
NOTA Para efeito desta Norma, os termos casa de bombas e sala de bombas têm o mesmo significado e podem ser usados indistintamente.
3.50 sala de bombas ver definição de casa de bombas (3.49)
3.51 dispositivo regulador de pressão dispositivo projetado com a finalidade de reduzir, regular, controlar ou restringir a pressão da água
3.52 bombas
3.52.1 bomba mono estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por um rotor
3.52.2 bomba multi estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por múltiplos rotores;?
3.52.3 bomba centrifuga bomba na qual a pressão é desenvolvida principalmente pela ação de força centrífuga
3.52.4 bomba de sucção frontal bomba de sucção única cujo bocal de sucção fica do lado da carcaça oposto a caixa de gaxeta com sua face perpendicular à linha longitudinal do eixo
3.52.5 bomba de incêndio bomba que fornece vazão e pressão de liquido dedicada à proteção contra incêndio
3.52.6 bomba horizontal bomba com eixo na posição horizontal
3.52.7 bomba horizontal de carcaça bipartida carcaça bipartida axial bomba centrifuga caracterizada por uma carcaça dividida paralelamente ao eixo
3.52.8 bomba in-line bomba centrífuga cuja unidade de acionamento é suportada por seus flanges de sucção e descarga aproximadamente na mesma linha de centro
3.52.9 conjuntos pré-montados (skid) componentes de conjuntos de bomba de incêndio montados, e ados e despachados como uma unidade para o local de instalação
3.52.10 bomba de pressurização bomba de pressurização jóquei bomba de pressurização auxiliar bomba projetada para manter a pressão no sistema de proteção contra incêndio entre os limites preestabelecidos quando o sistema não está fluindo água
3.52.11 bomba vertical tipo turbina de poço profundo bomba centrífuga de eixo vertical com um ou mais impulsores rotativos e com descarga do elemento de bombeamento coaxial com o eixo
3.53 documentação do projeto desenho de projeto, de trabalho ou as-built que é submetido como registro final da documentação do projeto
Fonte: NBR 16704.

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Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Escopo;
Referências Normativas;
Termos e Definições;
Estrutura, Parte externa e Parte interna;
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação e Títulos;
Citações, notas de rodapé e Siglas;
Equações e fórmulas;
Ilustrações e Tabelas;
Requisitos gerais;
Bombas  Informações a serem fornecidas;
Operação da bomba; Bomba de Incêndio em operação;
Identificação dos profissionais;
Desempenho de conjuntos de bombas de incêndio;
Ensaio de bancada do fabricante  Suprimentos de água; Fontes  Nível  Reservatório de água;
Pressão  Bombas, motores e painéis de controle; Capacidade de bombas centrifugas;
Placa de identificação; Manômetros  Descarga; Sucção; Válvula de alivio automática de recirculação;
Proteção de equipamentos  Requisitos gerais;
Acesso a equipamentos; Iluminação normal; Iluminação de emergência; Ventilação  Drenagem;
Tubulações e acessórios; Tubulação de aço  Método de junção; Tubulação de drenagem ;
Tubulações de sucção e acessórios; Componentes  Instalação;
Diâmetro da sucção; Bombas com by-Pass; Válvulas; Instalação; Bombas múltiplas; Filtragem da sucção;
Dispositivos em tubulações de sucção; Tubulação de descarga e conexões;
Supervisão de válvulas; Supervisão na posição aberta; Supervisão na posição fechada; Sinalização indicativa;
Proteção de tubulações contra danos de movimentação; Válvulas de alivio para bombas centrifugas;
Geral; Dimensionamento da válvula de alivio; Posicionamento da válvula de alivio;
Tipo; Descarga; Tubulação de descarga; Descarga para a fonte de suprimento; Descarga de volta para um tanque;
Válvula de bloqueio; Conjunto de bombeamento em série; Desempenho de conjuntos de bombeamento em série;
Configuração das bombas em conjuntos de bombeamento em série; Dispositivos para ensaios de vazão;
Dispositivos de medição e ensaio; Válvulas do cabeçote de ensaios; Ensaios de fábrica; Ensaios antes da expedição;
Bombas de manutenção de pressão (jóquei ou auxiliar); Diâmetros mínimos;
Linhas de monitoramento de pressão para painéis de controle;
Bombas de Incêndio para edifícios altos e muito altos;
Aplicação; Acesso aos equipamentos; Tanques de água; Configuração de ensaio de bombas de incêndio;
Edifícios muito altos; Reservatório de água em edifícios muito altos; Bomba de incêndio reserva;
Bombas centrifugas;
Desempenho da bomba  Componentes; Fundação; Conexão com motor e alinhamento;
Bombas verticais tipo turbina;
Quando utilizar; Características;
Suprimento de água; Submergência de bombas; Bomba  Cabeçote de descarga de bombas verticais tipo turbina;
Coluna  Grupo impulsor; Crivo de sucção;  Conexões  Instalação, Casa de bombas;
Colocação na área externa; Motor  Método de acionamento; Controles  Operação e manutenção;
Motores elétricos;
Geral; Alimentação principal do motor; Fonte de energia reserva; Queda de tensão;
Motores elétricos de indução; Disposições gerais; Motores elétricos de indução;
Motores elétricos de indução alimentados por inversores de frequência;
Sistemas de geração de emergência  Capacidade; Fontes de energia elétrica;
Dispositivos de proteção; Caixa de passagem;
Sistema de proteção de circuitos elétricos para condutores de painéis de controle;
Terminações de eletrodutos
Painéis de controle para motores elétricos e acessórios;
Generalidades; Desempenho e ensaios; Posicionamento; Construção; Equipamentos;
Montagem; Gabinetes; Conexões e cabeamento; Proteção dos circuitos de controle;
Operação externa; Diagramas de circuito e instruções  Identificação de componentes;
Componentes  Protetor contra surtos; Chave seccionadora;  Disjuntor;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado; Circuito de partida do motor;
Dispositivos de sinalização no painel de controle;
Dispositivos de alarme e sinalização remota da bomba de combate a incêndio;
Contatos para sinalização remota; Partida e controle;
Automático e manual;  Controles automáticos; Acionamento manual da bomba;
Métodos de desligamento; Painéis de controle de tensão nominal superior a 600 V;
Equipamento de controle 4 Meios para ensaio;
Desconexão sob carga  Posição do sensor de pressão;
Circuito de controle de baixa tensão;
Indicadores no painel de controle;
Dispositivo de desconexão;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado;
Controle mecânico para acionamento de emergência do painel de controle;
Comutação a uma alimentação alternativa;
Generalidades; Arranjos do painel de controle e chave comutadora;
Requisitos da chave comutadora;
Painel de controle de velocidade variável de limitação de pressão ou de limitação de sucção;
Equipamento de controle;
Marcações adicionais; Operação em by-pass;
Isolação; Proteção de circuitos;  Qualidade da energia;  Controle local;
Dispositivos sinalizadores no painel de controle;
Contatos para sinalização remota do painel de controle;
Ajustes críticos; Controladores de velocidade variável para bombas verticais;
Motores à diesel;
Disposições gerais; Tipos de motores;
Potências dos motores;  Controle de rotação de motores;
Controle eletrônico da gestão do combustível (ECM);
Proteção do ECM;  Despotencialização do motor; Sensores do ECM;
Monitoramento do motor pelo ECM; Alimentação do motor e do ECM;
Limitador de pressão de descarga por velocidade variável e limitador de pressão sucção por velocidade variável;  Linha sensor de pressão;
Controle de sobre velocidade, sinal de baixa pressão de óleo lubrificante e sinal de temperatura alta ou baixa da água de refrigeração do bloco do motor;
Motores em funcionamento e interrupção da partida  Instrumentação;
Instrumentação do painel local; Medições de rotação;  Pressão de óleo;
Temperatura  Fiação elétrica  Fiação elétrica de controle montada no motor;
Fiação de controle para o painel de controle principal da bomba de incêndio;
Cabos de bateria;  Métodos de partida; Baterias;
Isolação da bateria; Sistema de refrigeração do motor;
Suprimento de água para o trocador de calor;
Componentes para suprir água para o trocador de calor; Casa de bombas;
Suprimento de combustível;  Sistema de exaustão; Operação dos motores a diesel;
Painéis de controle para motores a diesel;
Aplicação; Generalidades; Marcações;  Disposição; Construção;  Generalidades;  Fixação; Gabinetes;
Gabinetes traváveis trancados; Conexões e Cabeamento;
Esquemas elétricos e instruções  Identificação;  Manual de Instruções;
Componentes;  Indicadores no painel de controle;
Dispositivos de sinalização remotos ao painel de controle;
Contatos para indicação remota  Registrador de pressão;
Indicador de tensão;  Recarga de baterias;  Carregadores de bateria;
Partida e controle  Automático e manual;
Operação automática do painel de controle;  Operação manual do painel de controle;
Disposição dos equipamentos de partida;  Métodos de parada;
Controle de emergência;
Ensaios de aceitação, desempenho e manutenção;
Ensaios hidrostáticos e lavagem das tubulações;
Lavagem das tubulações;  Ensaio hidrostático;
Relatório técnico  Ensaios de aceitação em campo;  Procedimentos;
Curva da bomba ensaiada em bancada;  Demanda do sistema;
Procedimentos para ensaio de aceitação em campo;
Ensaio de aceitação de painel de controle de conjuntos acionados a diesel e elétricos;
Suprimento de energia elétrica alternativa;
Simulações;  Duração do ensaio;
Documentação referente a desenhos, relatórios de ensaio, manuais, ferramentas especiais e peças sobressalentes  Substituição de componentes;
Bombas centrifugas; Ensaios de campo;
Vazão nominal; Formulário para ensaios de aceitação;
Arranjos de tubulação de sucção aceitáveis;
Exemplo de casa de bombas;
Curva de bomba teórica;
Capacidades nominais padronizadas de bombas de incêndio centrifugas ;
Resumo de dados de bombas de incêndio centrifugas;
Pesos de tubos de colunas de bombas (sistema métrico);
Vazões mínimas para lavagem da tubulação de sucção;
Limites recomendados de vazão;
Fonte: NBR 16704.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;

END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Escopo;
Referências Normativas;
Termos e Definições;
Estrutura, Parte externa e Parte interna;
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação e Títulos;
Citações, notas de rodapé e Siglas;
Equações e fórmulas;
Ilustrações e Tabelas;
Requisitos gerais;
Bombas  Informações a serem fornecidas;
Operação da bomba; Bomba de Incêndio em operação;
Identificação dos profissionais;
Desempenho de conjuntos de bombas de incêndio;
Ensaio de bancada do fabricante  Suprimentos de água; Fontes  Nível  Reservatório de água;
Pressão  Bombas, motores e painéis de controle; Capacidade de bombas centrifugas;
Placa de identificação; Manômetros  Descarga; Sucção; Válvula de alivio automática de recirculação;
Proteção de equipamentos  Requisitos gerais;
Acesso a equipamentos; Iluminação normal; Iluminação de emergência; Ventilação  Drenagem;
Tubulações e acessórios; Tubulação de aço  Método de junção; Tubulação de drenagem ;
Tubulações de sucção e acessórios; Componentes  Instalação;
Diâmetro da sucção; Bombas com by-Pass; Válvulas; Instalação; Bombas múltiplas; Filtragem da sucção;
Dispositivos em tubulações de sucção; Tubulação de descarga e conexões;
Supervisão de válvulas; Supervisão na posição aberta; Supervisão na posição fechada; Sinalização indicativa;
Proteção de tubulações contra danos de movimentação; Válvulas de alivio para bombas centrifugas;
Geral; Dimensionamento da válvula de alivio; Posicionamento da válvula de alivio;
Tipo; Descarga; Tubulação de descarga; Descarga para a fonte de suprimento; Descarga de volta para um tanque;
Válvula de bloqueio; Conjunto de bombeamento em série; Desempenho de conjuntos de bombeamento em série;
Configuração das bombas em conjuntos de bombeamento em série; Dispositivos para ensaios de vazão;
Dispositivos de medição e ensaio; Válvulas do cabeçote de ensaios; Ensaios de fábrica; Ensaios antes da expedição;
Bombas de manutenção de pressão (jóquei ou auxiliar); Diâmetros mínimos;
Linhas de monitoramento de pressão para painéis de controle;
Bombas de Incêndio para edifícios altos e muito altos;
Aplicação; Acesso aos equipamentos; Tanques de água; Configuração de ensaio de bombas de incêndio;
Edifícios muito altos; Reservatório de água em edifícios muito altos; Bomba de incêndio reserva;
Bombas centrifugas;
Desempenho da bomba  Componentes; Fundação; Conexão com motor e alinhamento;
Bombas verticais tipo turbina;
Quando utilizar; Características;
Suprimento de água; Submergência de bombas; Bomba  Cabeçote de descarga de bombas verticais tipo turbina;
Coluna  Grupo impulsor; Crivo de sucção;  Conexões  Instalação, Casa de bombas;
Colocação na área externa; Motor  Método de acionamento; Controles  Operação e manutenção;
Motores elétricos;
Geral; Alimentação principal do motor; Fonte de energia reserva; Queda de tensão;
Motores elétricos de indução; Disposições gerais; Motores elétricos de indução;
Motores elétricos de indução alimentados por inversores de frequência;
Sistemas de geração de emergência  Capacidade; Fontes de energia elétrica;
Dispositivos de proteção; Caixa de passagem;
Sistema de proteção de circuitos elétricos para condutores de painéis de controle;
Terminações de eletrodutos
Painéis de controle para motores elétricos e acessórios;
Generalidades; Desempenho e ensaios; Posicionamento; Construção; Equipamentos;
Montagem; Gabinetes; Conexões e cabeamento; Proteção dos circuitos de controle;
Operação externa; Diagramas de circuito e instruções  Identificação de componentes;
Componentes  Protetor contra surtos; Chave seccionadora;  Disjuntor;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado; Circuito de partida do motor;
Dispositivos de sinalização no painel de controle;
Dispositivos de alarme e sinalização remota da bomba de combate a incêndio;
Contatos para sinalização remota; Partida e controle;
Automático e manual;  Controles automáticos; Acionamento manual da bomba;
Métodos de desligamento; Painéis de controle de tensão nominal superior a 600 V;
Equipamento de controle 4 Meios para ensaio;
Desconexão sob carga  Posição do sensor de pressão;
Circuito de controle de baixa tensão;
Indicadores no painel de controle;
Dispositivo de desconexão;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado;
Controle mecânico para acionamento de emergência do painel de controle;
Comutação a uma alimentação alternativa;
Generalidades; Arranjos do painel de controle e chave comutadora;
Requisitos da chave comutadora;
Painel de controle de velocidade variável de limitação de pressão ou de limitação de sucção;
Equipamento de controle;
Marcações adicionais; Operação em by-pass;
Isolação; Proteção de circuitos;  Qualidade da energia;  Controle local;
Dispositivos sinalizadores no painel de controle;
Contatos para sinalização remota do painel de controle;
Ajustes críticos; Controladores de velocidade variável para bombas verticais;
Motores à diesel;
Disposições gerais; Tipos de motores;
Potências dos motores;  Controle de rotação de motores;
Controle eletrônico da gestão do combustível (ECM);
Proteção do ECM;  Despotencialização do motor; Sensores do ECM;
Monitoramento do motor pelo ECM; Alimentação do motor e do ECM;
Limitador de pressão de descarga por velocidade variável e limitador de pressão sucção por velocidade variável;  Linha sensor de pressão;
Controle de sobre velocidade, sinal de baixa pressão de óleo lubrificante e sinal de temperatura alta ou baixa da água de refrigeração do bloco do motor;
Motores em funcionamento e interrupção da partida  Instrumentação;
Instrumentação do painel local; Medições de rotação;  Pressão de óleo;
Temperatura  Fiação elétrica  Fiação elétrica de controle montada no motor;
Fiação de controle para o painel de controle principal da bomba de incêndio;
Cabos de bateria;  Métodos de partida; Baterias;
Isolação da bateria; Sistema de refrigeração do motor;
Suprimento de água para o trocador de calor;
Componentes para suprir água para o trocador de calor; Casa de bombas;
Suprimento de combustível;  Sistema de exaustão; Operação dos motores a diesel;
Painéis de controle para motores a diesel;
Aplicação; Generalidades; Marcações;  Disposição; Construção;  Generalidades;  Fixação; Gabinetes;
Gabinetes traváveis trancados; Conexões e Cabeamento;
Esquemas elétricos e instruções  Identificação;  Manual de Instruções;
Componentes;  Indicadores no painel de controle;
Dispositivos de sinalização remotos ao painel de controle;
Contatos para indicação remota  Registrador de pressão;
Indicador de tensão;  Recarga de baterias;  Carregadores de bateria;
Partida e controle  Automático e manual;
Operação automática do painel de controle;  Operação manual do painel de controle;
Disposição dos equipamentos de partida;  Métodos de parada;
Controle de emergência;
Ensaios de aceitação, desempenho e manutenção;
Ensaios hidrostáticos e lavagem das tubulações;
Lavagem das tubulações;  Ensaio hidrostático;
Relatório técnico  Ensaios de aceitação em campo;  Procedimentos;
Curva da bomba ensaiada em bancada;  Demanda do sistema;
Procedimentos para ensaio de aceitação em campo;
Ensaio de aceitação de painel de controle de conjuntos acionados a diesel e elétricos;
Suprimento de energia elétrica alternativa;
Simulações;  Duração do ensaio;
Documentação referente a desenhos, relatórios de ensaio, manuais, ferramentas especiais e peças sobressalentes  Substituição de componentes;
Bombas centrifugas; Ensaios de campo;
Vazão nominal; Formulário para ensaios de aceitação;
Arranjos de tubulação de sucção aceitáveis;
Exemplo de casa de bombas;
Curva de bomba teórica;
Capacidades nominais padronizadas de bombas de incêndio centrifugas ;
Resumo de dados de bombas de incêndio centrifugas;
Pesos de tubos de colunas de bombas (sistema métrico);
Vazões mínimas para lavagem da tubulação de sucção;
Limites recomendados de vazão;
Fonte: NBR 16704.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;

END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Bombas Estacionárias Sistemas Automáticos de Incêndios NBR 16704

Referencias Normativas

Laudo Bombas Estacionárias Sistemas Automáticos de Incêndios NBR 16704

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16704 – Conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndios – Requisitos;

ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
ABNT NBR 5419-1 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 1: Requisitos Gerais;
ABNT NBR 5419-2 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 2: Gerenciamento de risco;
ABNT NBR 5419-3 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida;
ABNT NBR 5419-4 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura;
ABNT NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios;
ABNT NBR 10897 – Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Requisitos;
ABNT NBR 10898 – Sistema de iluminação de emergência;
ABNT NBR 15461, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Construção e instalação de tanque aéreo de aço-carbono;

ABNT NBR 17094-1 – Máquinas elétricas girantes – Motores de indução – Parte 1: Trifásicos;
ABNT NBR IEC 60079-0 – Atmosferas explosivas – Parte 0: Equipamentos – Requisitos Gerais;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Saiba Mais

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3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1 aprovado aceito pela autoridade competente
3.2 autoridade competente órgão. repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física. investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, com base em legislação especifica local
3.3 sistema de chuveiros automáticos sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água para fins de proteção contra incêndio
NOTA A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, á qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio.
3.4 circuito
3.4.1 circuito ramal condutores elétricos entre o último dispositivo de sobrecorrente que protege o circuito e o equipamento acionado
3.4.2 circuito externo de controle tolerante a falhas circuitos de controle que entram ou saem do painel de controle principal da bomba de incêndio que, em caso de quebra, desconexão ou falta, não impedirão que o painel de controle principal dê partida na bomba de incêndio por outros meios internos ou externos, ou seja, podem fazer com que o painel de controle principal dê partida na bomba sob essas condições
3.4.3 circuito de alimentação da bomba de incêndio conjunto formado pelos condutores entre o transformador e o painel de controle principal da bomba de incêndio
3.5 meios de seccionamento dispositivo, grupo de dispositivos. ou outros meios que permitam o seccionamento entre os condutores de um circuito e sua fonte de suprimento
3.6 material resistente a corrosão material que não sofre transformação química e/ou física, proveniente de uma interação com o meio ambiente.
EXEMPLO latão, cobre. monel, aço inoxidável ou outros materiais equivalentes resistentes a corrosão.
3.7 rebaixamento diferença vertical entre os níveis estático e dinâmico da água no poço
3.8 acionador motor elétrico ou a diesel que aciona a bomba de incêndio
3.9 alarme de bombas de incêndio sinal de supervisão que indica uma condição anormal que requeira atenção imediata
3.10 painel de controle principal de bombas de incêndio conjunto de dispositivos que serve para controlar, de alguma maneira predeterminada, a partida e a parada do motor da bomba de incêndio e para monitorar e sinalizar a situação e a condição do conjunto da bomba de incêndio
3.11 conjunto de bombeamento conjunto composto por bomba de incêndio, motor. painel de controle principal e acessórios
3.12 eixo de conexão flexível dispositivo que incorpora duas juntas flexíveis e um elemento de encaixe
3.13 acoplamento dispositivo utilizado para conectar o motor à bomba, que pode compensar pequenos desalinhamentos e amortecer vibrações
3.14 sucção positiva condição na qual a água flui de uma fonte à pressão atmosférica para a bomba. sem que a pressão média no (Tange da entrada da bomba caia abaixo da pressão atmosférica, com a bomba operando a 150 % de sua capacidade nominal;
3.42 edifício alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 23 m do nível mais baixo de acesso à edificação
3.43 edifício muito alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 60 m do nível mais baixo de acesso á edificação
3.44 liquido fluido para combate a incêndio
NOTA Para a finalidade desta norma, líquido se refere a água. solução de água espuma, liquido gerador de espuma, aditivos de água ou outros líquidos para fins de proteção contra incêndio.
3.45 nível dinâmico de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba está em operação
3.46 nível estático de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba não está em operação
3.47 perda de fase perda de unia ou mais fases, mas não de todas as fases, da fonte de eletricidade polifásica
3.48 potência absorvida potência máxima de freio da bomba potência máxima absorvida requerida para acionar a bomba à velocidade nominal
3.49 casa de bombas local onde são instalados os conjuntos de bombeamento utilizados para alimentar os sistemas de proteção contra incêndio
NOTA Para efeito desta Norma, os termos casa de bombas e sala de bombas têm o mesmo significado e podem ser usados indistintamente.
3.50 sala de bombas ver definição de casa de bombas (3.49)
3.51 dispositivo regulador de pressão dispositivo projetado com a finalidade de reduzir, regular, controlar ou restringir a pressão da água
3.52 bombas
3.52.1 bomba mono estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por um rotor
3.52.2 bomba multi estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por múltiplos rotores;?
3.52.3 bomba centrifuga bomba na qual a pressão é desenvolvida principalmente pela ação de força centrífuga
3.52.4 bomba de sucção frontal bomba de sucção única cujo bocal de sucção fica do lado da carcaça oposto a caixa de gaxeta com sua face perpendicular à linha longitudinal do eixo
3.52.5 bomba de incêndio bomba que fornece vazão e pressão de liquido dedicada à proteção contra incêndio
3.52.6 bomba horizontal bomba com eixo na posição horizontal
3.52.7 bomba horizontal de carcaça bipartida carcaça bipartida axial bomba centrifuga caracterizada por uma carcaça dividida paralelamente ao eixo
3.52.8 bomba in-line bomba centrífuga cuja unidade de acionamento é suportada por seus flanges de sucção e descarga aproximadamente na mesma linha de centro
3.52.9 conjuntos pré-montados (skid) componentes de conjuntos de bomba de incêndio montados, e ados e despachados como uma unidade para o local de instalação
3.52.10 bomba de pressurização bomba de pressurização jóquei bomba de pressurização auxiliar bomba projetada para manter a pressão no sistema de proteção contra incêndio entre os limites preestabelecidos quando o sistema não está fluindo água
3.52.11 bomba vertical tipo turbina de poço profundo bomba centrífuga de eixo vertical com um ou mais impulsores rotativos e com descarga do elemento de bombeamento coaxial com o eixo
3.53 documentação do projeto desenho de projeto, de trabalho ou as-built que é submetido como registro final da documentação do projeto
Fonte: NBR 16704.

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Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Escopo;
Referências Normativas;
Termos e Definições;
Estrutura, Parte externa e Parte interna;
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação e Títulos;
Citações, notas de rodapé e Siglas;
Equações e fórmulas;
Ilustrações e Tabelas;
Requisitos gerais;
Bombas  Informações a serem fornecidas;
Operação da bomba; Bomba de Incêndio em operação;
Identificação dos profissionais;
Desempenho de conjuntos de bombas de incêndio;
Ensaio de bancada do fabricante  Suprimentos de água; Fontes  Nível  Reservatório de água;
Pressão  Bombas, motores e painéis de controle; Capacidade de bombas centrifugas;
Placa de identificação; Manômetros  Descarga; Sucção; Válvula de alivio automática de recirculação;
Proteção de equipamentos  Requisitos gerais;
Acesso a equipamentos; Iluminação normal; Iluminação de emergência; Ventilação  Drenagem;
Tubulações e acessórios; Tubulação de aço  Método de junção; Tubulação de drenagem ;
Tubulações de sucção e acessórios; Componentes  Instalação;
Diâmetro da sucção; Bombas com by-Pass; Válvulas; Instalação; Bombas múltiplas; Filtragem da sucção;
Dispositivos em tubulações de sucção; Tubulação de descarga e conexões;
Supervisão de válvulas; Supervisão na posição aberta; Supervisão na posição fechada; Sinalização indicativa;
Proteção de tubulações contra danos de movimentação; Válvulas de alivio para bombas centrifugas;
Geral; Dimensionamento da válvula de alivio; Posicionamento da válvula de alivio;
Tipo; Descarga; Tubulação de descarga; Descarga para a fonte de suprimento; Descarga de volta para um tanque;
Válvula de bloqueio; Conjunto de bombeamento em série; Desempenho de conjuntos de bombeamento em série;
Configuração das bombas em conjuntos de bombeamento em série; Dispositivos para ensaios de vazão;
Dispositivos de medição e ensaio; Válvulas do cabeçote de ensaios; Ensaios de fábrica; Ensaios antes da expedição;
Bombas de manutenção de pressão (jóquei ou auxiliar); Diâmetros mínimos;
Linhas de monitoramento de pressão para painéis de controle;
Bombas de Incêndio para edifícios altos e muito altos;
Aplicação; Acesso aos equipamentos; Tanques de água; Configuração de ensaio de bombas de incêndio;
Edifícios muito altos; Reservatório de água em edifícios muito altos; Bomba de incêndio reserva;
Bombas centrifugas;
Desempenho da bomba  Componentes; Fundação; Conexão com motor e alinhamento;
Bombas verticais tipo turbina;
Quando utilizar; Características;
Suprimento de água; Submergência de bombas; Bomba  Cabeçote de descarga de bombas verticais tipo turbina;
Coluna  Grupo impulsor; Crivo de sucção;  Conexões  Instalação, Casa de bombas;
Colocação na área externa; Motor  Método de acionamento; Controles  Operação e manutenção;
Motores elétricos;
Geral; Alimentação principal do motor; Fonte de energia reserva; Queda de tensão;
Motores elétricos de indução; Disposições gerais; Motores elétricos de indução;
Motores elétricos de indução alimentados por inversores de frequência;
Sistemas de geração de emergência  Capacidade; Fontes de energia elétrica;
Dispositivos de proteção; Caixa de passagem;
Sistema de proteção de circuitos elétricos para condutores de painéis de controle;
Terminações de eletrodutos
Painéis de controle para motores elétricos e acessórios;
Generalidades; Desempenho e ensaios; Posicionamento; Construção; Equipamentos;
Montagem; Gabinetes; Conexões e cabeamento; Proteção dos circuitos de controle;
Operação externa; Diagramas de circuito e instruções  Identificação de componentes;
Componentes  Protetor contra surtos; Chave seccionadora;  Disjuntor;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado; Circuito de partida do motor;
Dispositivos de sinalização no painel de controle;
Dispositivos de alarme e sinalização remota da bomba de combate a incêndio;
Contatos para sinalização remota; Partida e controle;
Automático e manual;  Controles automáticos; Acionamento manual da bomba;
Métodos de desligamento; Painéis de controle de tensão nominal superior a 600 V;
Equipamento de controle 4 Meios para ensaio;
Desconexão sob carga  Posição do sensor de pressão;
Circuito de controle de baixa tensão;
Indicadores no painel de controle;
Dispositivo de desconexão;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado;
Controle mecânico para acionamento de emergência do painel de controle;
Comutação a uma alimentação alternativa;
Generalidades; Arranjos do painel de controle e chave comutadora;
Requisitos da chave comutadora;
Painel de controle de velocidade variável de limitação de pressão ou de limitação de sucção;
Equipamento de controle;
Marcações adicionais; Operação em by-pass;
Isolação; Proteção de circuitos;  Qualidade da energia;  Controle local;
Dispositivos sinalizadores no painel de controle;
Contatos para sinalização remota do painel de controle;
Ajustes críticos; Controladores de velocidade variável para bombas verticais;
Motores à diesel;
Disposições gerais; Tipos de motores;
Potências dos motores;  Controle de rotação de motores;
Controle eletrônico da gestão do combustível (ECM);
Proteção do ECM;  Despotencialização do motor; Sensores do ECM;
Monitoramento do motor pelo ECM; Alimentação do motor e do ECM;
Limitador de pressão de descarga por velocidade variável e limitador de pressão sucção por velocidade variável;  Linha sensor de pressão;
Controle de sobre velocidade, sinal de baixa pressão de óleo lubrificante e sinal de temperatura alta ou baixa da água de refrigeração do bloco do motor;
Motores em funcionamento e interrupção da partida  Instrumentação;
Instrumentação do painel local; Medições de rotação;  Pressão de óleo;
Temperatura  Fiação elétrica  Fiação elétrica de controle montada no motor;
Fiação de controle para o painel de controle principal da bomba de incêndio;
Cabos de bateria;  Métodos de partida; Baterias;
Isolação da bateria; Sistema de refrigeração do motor;
Suprimento de água para o trocador de calor;
Componentes para suprir água para o trocador de calor; Casa de bombas;
Suprimento de combustível;  Sistema de exaustão; Operação dos motores a diesel;
Painéis de controle para motores a diesel;
Aplicação; Generalidades; Marcações;  Disposição; Construção;  Generalidades;  Fixação; Gabinetes;
Gabinetes traváveis trancados; Conexões e Cabeamento;
Esquemas elétricos e instruções  Identificação;  Manual de Instruções;
Componentes;  Indicadores no painel de controle;
Dispositivos de sinalização remotos ao painel de controle;
Contatos para indicação remota  Registrador de pressão;
Indicador de tensão;  Recarga de baterias;  Carregadores de bateria;
Partida e controle  Automático e manual;
Operação automática do painel de controle;  Operação manual do painel de controle;
Disposição dos equipamentos de partida;  Métodos de parada;
Controle de emergência;
Ensaios de aceitação, desempenho e manutenção;
Ensaios hidrostáticos e lavagem das tubulações;
Lavagem das tubulações;  Ensaio hidrostático;
Relatório técnico  Ensaios de aceitação em campo;  Procedimentos;
Curva da bomba ensaiada em bancada;  Demanda do sistema;
Procedimentos para ensaio de aceitação em campo;
Ensaio de aceitação de painel de controle de conjuntos acionados a diesel e elétricos;
Suprimento de energia elétrica alternativa;
Simulações;  Duração do ensaio;
Documentação referente a desenhos, relatórios de ensaio, manuais, ferramentas especiais e peças sobressalentes  Substituição de componentes;
Bombas centrifugas; Ensaios de campo;
Vazão nominal; Formulário para ensaios de aceitação;
Arranjos de tubulação de sucção aceitáveis;
Exemplo de casa de bombas;
Curva de bomba teórica;
Capacidades nominais padronizadas de bombas de incêndio centrifugas ;
Resumo de dados de bombas de incêndio centrifugas;
Pesos de tubos de colunas de bombas (sistema métrico);
Vazões mínimas para lavagem da tubulação de sucção;
Limites recomendados de vazão;
Fonte: NBR 16704.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;

END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

Escopo;
Referências Normativas;
Termos e Definições;
Estrutura, Parte externa e Parte interna;
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação e Títulos;
Citações, notas de rodapé e Siglas;
Equações e fórmulas;
Ilustrações e Tabelas;
Requisitos gerais;
Bombas  Informações a serem fornecidas;
Operação da bomba; Bomba de Incêndio em operação;
Identificação dos profissionais;
Desempenho de conjuntos de bombas de incêndio;
Ensaio de bancada do fabricante  Suprimentos de água; Fontes  Nível  Reservatório de água;
Pressão  Bombas, motores e painéis de controle; Capacidade de bombas centrifugas;
Placa de identificação; Manômetros  Descarga; Sucção; Válvula de alivio automática de recirculação;
Proteção de equipamentos  Requisitos gerais;
Acesso a equipamentos; Iluminação normal; Iluminação de emergência; Ventilação  Drenagem;
Tubulações e acessórios; Tubulação de aço  Método de junção; Tubulação de drenagem ;
Tubulações de sucção e acessórios; Componentes  Instalação;
Diâmetro da sucção; Bombas com by-Pass; Válvulas; Instalação; Bombas múltiplas; Filtragem da sucção;
Dispositivos em tubulações de sucção; Tubulação de descarga e conexões;
Supervisão de válvulas; Supervisão na posição aberta; Supervisão na posição fechada; Sinalização indicativa;
Proteção de tubulações contra danos de movimentação; Válvulas de alivio para bombas centrifugas;
Geral; Dimensionamento da válvula de alivio; Posicionamento da válvula de alivio;
Tipo; Descarga; Tubulação de descarga; Descarga para a fonte de suprimento; Descarga de volta para um tanque;
Válvula de bloqueio; Conjunto de bombeamento em série; Desempenho de conjuntos de bombeamento em série;
Configuração das bombas em conjuntos de bombeamento em série; Dispositivos para ensaios de vazão;
Dispositivos de medição e ensaio; Válvulas do cabeçote de ensaios; Ensaios de fábrica; Ensaios antes da expedição;
Bombas de manutenção de pressão (jóquei ou auxiliar); Diâmetros mínimos;
Linhas de monitoramento de pressão para painéis de controle;
Bombas de Incêndio para edifícios altos e muito altos;
Aplicação; Acesso aos equipamentos; Tanques de água; Configuração de ensaio de bombas de incêndio;
Edifícios muito altos; Reservatório de água em edifícios muito altos; Bomba de incêndio reserva;
Bombas centrifugas;
Desempenho da bomba  Componentes; Fundação; Conexão com motor e alinhamento;
Bombas verticais tipo turbina;
Quando utilizar; Características;
Suprimento de água; Submergência de bombas; Bomba  Cabeçote de descarga de bombas verticais tipo turbina;
Coluna  Grupo impulsor; Crivo de sucção;  Conexões  Instalação, Casa de bombas;
Colocação na área externa; Motor  Método de acionamento; Controles  Operação e manutenção;
Motores elétricos;
Geral; Alimentação principal do motor; Fonte de energia reserva; Queda de tensão;
Motores elétricos de indução; Disposições gerais; Motores elétricos de indução;
Motores elétricos de indução alimentados por inversores de frequência;
Sistemas de geração de emergência  Capacidade; Fontes de energia elétrica;
Dispositivos de proteção; Caixa de passagem;
Sistema de proteção de circuitos elétricos para condutores de painéis de controle;
Terminações de eletrodutos
Painéis de controle para motores elétricos e acessórios;
Generalidades; Desempenho e ensaios; Posicionamento; Construção; Equipamentos;
Montagem; Gabinetes; Conexões e cabeamento; Proteção dos circuitos de controle;
Operação externa; Diagramas de circuito e instruções  Identificação de componentes;
Componentes  Protetor contra surtos; Chave seccionadora;  Disjuntor;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado; Circuito de partida do motor;
Dispositivos de sinalização no painel de controle;
Dispositivos de alarme e sinalização remota da bomba de combate a incêndio;
Contatos para sinalização remota; Partida e controle;
Automático e manual;  Controles automáticos; Acionamento manual da bomba;
Métodos de desligamento; Painéis de controle de tensão nominal superior a 600 V;
Equipamento de controle 4 Meios para ensaio;
Desconexão sob carga  Posição do sensor de pressão;
Circuito de controle de baixa tensão;
Indicadores no painel de controle;
Dispositivo de desconexão;
Proteção contracorrente de sobrecarga por rotor bloqueado;
Controle mecânico para acionamento de emergência do painel de controle;
Comutação a uma alimentação alternativa;
Generalidades; Arranjos do painel de controle e chave comutadora;
Requisitos da chave comutadora;
Painel de controle de velocidade variável de limitação de pressão ou de limitação de sucção;
Equipamento de controle;
Marcações adicionais; Operação em by-pass;
Isolação; Proteção de circuitos;  Qualidade da energia;  Controle local;
Dispositivos sinalizadores no painel de controle;
Contatos para sinalização remota do painel de controle;
Ajustes críticos; Controladores de velocidade variável para bombas verticais;
Motores à diesel;
Disposições gerais; Tipos de motores;
Potências dos motores;  Controle de rotação de motores;
Controle eletrônico da gestão do combustível (ECM);
Proteção do ECM;  Despotencialização do motor; Sensores do ECM;
Monitoramento do motor pelo ECM; Alimentação do motor e do ECM;
Limitador de pressão de descarga por velocidade variável e limitador de pressão sucção por velocidade variável;  Linha sensor de pressão;
Controle de sobre velocidade, sinal de baixa pressão de óleo lubrificante e sinal de temperatura alta ou baixa da água de refrigeração do bloco do motor;
Motores em funcionamento e interrupção da partida  Instrumentação;
Instrumentação do painel local; Medições de rotação;  Pressão de óleo;
Temperatura  Fiação elétrica  Fiação elétrica de controle montada no motor;
Fiação de controle para o painel de controle principal da bomba de incêndio;
Cabos de bateria;  Métodos de partida; Baterias;
Isolação da bateria; Sistema de refrigeração do motor;
Suprimento de água para o trocador de calor;
Componentes para suprir água para o trocador de calor; Casa de bombas;
Suprimento de combustível;  Sistema de exaustão; Operação dos motores a diesel;
Painéis de controle para motores a diesel;
Aplicação; Generalidades; Marcações;  Disposição; Construção;  Generalidades;  Fixação; Gabinetes;
Gabinetes traváveis trancados; Conexões e Cabeamento;
Esquemas elétricos e instruções  Identificação;  Manual de Instruções;
Componentes;  Indicadores no painel de controle;
Dispositivos de sinalização remotos ao painel de controle;
Contatos para indicação remota  Registrador de pressão;
Indicador de tensão;  Recarga de baterias;  Carregadores de bateria;
Partida e controle  Automático e manual;
Operação automática do painel de controle;  Operação manual do painel de controle;
Disposição dos equipamentos de partida;  Métodos de parada;
Controle de emergência;
Ensaios de aceitação, desempenho e manutenção;
Ensaios hidrostáticos e lavagem das tubulações;
Lavagem das tubulações;  Ensaio hidrostático;
Relatório técnico  Ensaios de aceitação em campo;  Procedimentos;
Curva da bomba ensaiada em bancada;  Demanda do sistema;
Procedimentos para ensaio de aceitação em campo;
Ensaio de aceitação de painel de controle de conjuntos acionados a diesel e elétricos;
Suprimento de energia elétrica alternativa;
Simulações;  Duração do ensaio;
Documentação referente a desenhos, relatórios de ensaio, manuais, ferramentas especiais e peças sobressalentes  Substituição de componentes;
Bombas centrifugas; Ensaios de campo;
Vazão nominal; Formulário para ensaios de aceitação;
Arranjos de tubulação de sucção aceitáveis;
Exemplo de casa de bombas;
Curva de bomba teórica;
Capacidades nominais padronizadas de bombas de incêndio centrifugas ;
Resumo de dados de bombas de incêndio centrifugas;
Pesos de tubos de colunas de bombas (sistema métrico);
Vazões mínimas para lavagem da tubulação de sucção;
Limites recomendados de vazão;
Fonte: NBR 16704.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;

END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

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Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Saiba Mais

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3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1 aprovado aceito pela autoridade competente
3.2 autoridade competente órgão. repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física. investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, com base em legislação especifica local
3.3 sistema de chuveiros automáticos sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água para fins de proteção contra incêndio
NOTA A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, á qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio.
3.4 circuito
3.4.1 circuito ramal condutores elétricos entre o último dispositivo de sobrecorrente que protege o circuito e o equipamento acionado
3.4.2 circuito externo de controle tolerante a falhas circuitos de controle que entram ou saem do painel de controle principal da bomba de incêndio que, em caso de quebra, desconexão ou falta, não impedirão que o painel de controle principal dê partida na bomba de incêndio por outros meios internos ou externos, ou seja, podem fazer com que o painel de controle principal dê partida na bomba sob essas condições
3.4.3 circuito de alimentação da bomba de incêndio conjunto formado pelos condutores entre o transformador e o painel de controle principal da bomba de incêndio
3.5 meios de seccionamento dispositivo, grupo de dispositivos. ou outros meios que permitam o seccionamento entre os condutores de um circuito e sua fonte de suprimento
3.6 material resistente a corrosão material que não sofre transformação química e/ou física, proveniente de uma interação com o meio ambiente.
EXEMPLO latão, cobre. monel, aço inoxidável ou outros materiais equivalentes resistentes a corrosão.
3.7 rebaixamento diferença vertical entre os níveis estático e dinâmico da água no poço
3.8 acionador motor elétrico ou a diesel que aciona a bomba de incêndio
3.9 alarme de bombas de incêndio sinal de supervisão que indica uma condição anormal que requeira atenção imediata
3.10 painel de controle principal de bombas de incêndio conjunto de dispositivos que serve para controlar, de alguma maneira predeterminada, a partida e a parada do motor da bomba de incêndio e para monitorar e sinalizar a situação e a condição do conjunto da bomba de incêndio
3.11 conjunto de bombeamento conjunto composto por bomba de incêndio, motor. painel de controle principal e acessórios
3.12 eixo de conexão flexível dispositivo que incorpora duas juntas flexíveis e um elemento de encaixe
3.13 acoplamento dispositivo utilizado para conectar o motor à bomba, que pode compensar pequenos desalinhamentos e amortecer vibrações
3.14 sucção positiva condição na qual a água flui de uma fonte à pressão atmosférica para a bomba. sem que a pressão média no (Tange da entrada da bomba caia abaixo da pressão atmosférica, com a bomba operando a 150 % de sua capacidade nominal;
3.42 edifício alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 23 m do nível mais baixo de acesso à edificação
3.43 edifício muito alto edificação onde o piso de um pavimento ocupável está acima de 60 m do nível mais baixo de acesso á edificação
3.44 liquido fluido para combate a incêndio
NOTA Para a finalidade desta norma, líquido se refere a água. solução de água espuma, liquido gerador de espuma, aditivos de água ou outros líquidos para fins de proteção contra incêndio.
3.45 nível dinâmico de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba está em operação
3.46 nível estático de líquido nível de liquido de bombeamento no reservatório medido quando a bomba não está em operação
3.47 perda de fase perda de unia ou mais fases, mas não de todas as fases, da fonte de eletricidade polifásica
3.48 potência absorvida potência máxima de freio da bomba potência máxima absorvida requerida para acionar a bomba à velocidade nominal
3.49 casa de bombas local onde são instalados os conjuntos de bombeamento utilizados para alimentar os sistemas de proteção contra incêndio
NOTA Para efeito desta Norma, os termos casa de bombas e sala de bombas têm o mesmo significado e podem ser usados indistintamente.
3.50 sala de bombas ver definição de casa de bombas (3.49)
3.51 dispositivo regulador de pressão dispositivo projetado com a finalidade de reduzir, regular, controlar ou restringir a pressão da água
3.52 bombas
3.52.1 bomba mono estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por um rotor
3.52.2 bomba multi estágio bomba cuja pressão total é desenvolvida por múltiplos rotores;?
3.52.3 bomba centrifuga bomba na qual a pressão é desenvolvida principalmente pela ação de força centrífuga
3.52.4 bomba de sucção frontal bomba de sucção única cujo bocal de sucção fica do lado da carcaça oposto a caixa de gaxeta com sua face perpendicular à linha longitudinal do eixo
3.52.5 bomba de incêndio bomba que fornece vazão e pressão de liquido dedicada à proteção contra incêndio
3.52.6 bomba horizontal bomba com eixo na posição horizontal
3.52.7 bomba horizontal de carcaça bipartida carcaça bipartida axial bomba centrifuga caracterizada por uma carcaça dividida paralelamente ao eixo
3.52.8 bomba in-line bomba centrífuga cuja unidade de acionamento é suportada por seus flanges de sucção e descarga aproximadamente na mesma linha de centro
3.52.9 conjuntos pré-montados (skid) componentes de conjuntos de bomba de incêndio montados, e ados e despachados como uma unidade para o local de instalação
3.52.10 bomba de pressurização bomba de pressurização jóquei bomba de pressurização auxiliar bomba projetada para manter a pressão no sistema de proteção contra incêndio entre os limites preestabelecidos quando o sistema não está fluindo água
3.52.11 bomba vertical tipo turbina de poço profundo bomba centrífuga de eixo vertical com um ou mais impulsores rotativos e com descarga do elemento de bombeamento coaxial com o eixo
3.53 documentação do projeto desenho de projeto, de trabalho ou as-built que é submetido como registro final da documentação do projeto
Fonte: NBR 16704.

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