Nome Técnico: ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO DE SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO – IT Nº 26 – CBPMESP
Referência: 71836
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O Laudo de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio é um documento técnico de grande importância, criado para assegurar que os sistemas de combate a incêndio que utilizam gases estão em conformidade com as normas regulamentadoras.
Nossa empresa realiza esse documento em conformidade com a Instrução Técnica Nº 26 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. O objetivo é garantir, desse modo, que esses sistemas estão funcionando corretamente, prontos para agir com eficácia em situações emergenciais e que respeitam todos os requisitos de segurança.
O que é o Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio?
Um Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio atua liberando gases inertes ou compostos químicos em ambientes onde o uso de água ou outros extintores poderia causar danos ou aumentar os riscos. Esses sistemas são indicados para locais que contenham materiais de alto valor agregado ou equipamentos sensíveis, como data centers, laboratórios, e museus.
Ao serem acionados, os gases expelidos suprimem, dessa maneira, a combustão ao reduzir os níveis de oxigênio ou interferir diretamente no processo de queima, sem danificar equipamentos elétricos ou causar corrosão.

Dutos de Transporte de Gases Contra Incêndio
Quais as vantagens dos gases inertes?
Os gases inertes, como o hélio, neônio, argônio, e nitrogênio, são largamente utilizados nesses sistemas por serem seguros, bem como sustentáveis. Esses gases não são corrosivos, não inflamáveis e não afetam a camada de ozônio, tornando-os, assim, ideais para locais onde a preservação de equipamentos e o valor ambiental são preocupações.
Dessa maneira, alguns compostos como a mistura de nitrogênio, argônio e dióxido de carbono têm a capacidade de reduzir os níveis de oxigênio a um ponto onde a combustão não se sustenta, sem comprometer a segurança humana.
Como funcionam as normas e regulamentações para o Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio?
A elaboração do parecer segue, portanto, as diretrizes estabelecidas pela Instrução Técnica Nº 26 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, que regulamenta o uso de sistemas fixos de gases em edificações e áreas de risco. Assim sendo, também são seguidas normas nacionais e internacionais, como:
NBR 12232: regulamenta a execução de sistemas fixos automáticos com gás carbônico (CO2) por inundação total para proteção de transformadores, bem como reatores de potência;
NFPA 12: norma norte-americana que padroniza sistemas de extinção de incêndio com dióxido de carbono;
NFPA 2001: norma que regula o uso de sistemas fixos com agentes limpos.
A conformidade com essas normas é fundamental para garantir que, desse modo, o sistema atenda às exigências de segurança, eficiência e sustentabilidade.
Qual é o escopo dos serviços?
Nossa empresa realiza uma ampla gama de verificações, bem como de inspeções, para assegurar que o sistema fixo de gases está em perfeito estado de funcionamento e em conformidade com as normas. Entre as principais etapas do laudo, dessa maneira, destacam-se:
Inspeção da localização do ponto de acionamento manual do sistema;
Verificação do tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento;
Avaliação da composição dos gases expelidos e seu impacto ambiental;
Verificação da pressão de exaustão e identificação de possíveis vazamentos;
Checagem da conformidade com a planta do projeto técnico, incluindo a localização da central de alarme e baterias;
Inspeção dos sistemas de detecção e alarme utilizados no acionamento do sistema fixo;
Avaliação da sensibilidade de operação e resistência do sistema ao fogo;
Inspeção de falhas estruturais, mecânicas e técnicas de exaustão de gases.
Uma equipe multidisciplinar, composta por engenheiros e peritos especializados, realiza todo o serviço, garantindo, sobretudo, a elaboração de um documento técnico rigoroso e preciso.

Sistema Fixo de Gases Contra Incêndio
Quais as aplicações dos Sistemas Fixos de Gases?
Recomenda-se os sistemas fixos de gases para locais onde o uso de água ou extintores convencionais causaria mais danos do que benefícios. Entre os exemplos de aplicação, podemos citar:
Museus e locais com objetos de valor inestimável;
Data centers e centrais de monitoramento que utilizam equipamentos elétricos sensíveis;
Laboratórios que lidam com substâncias perigosas ou reagentes;
Indústrias químicas que utilizam produtos suscetíveis a explosões, como peróxidos orgânicos e hidrazina.
Nesses ambientes, o uso de gases inertes ou compostos limpos é ideal. Eles não conduzem eletricidade, não deixam resíduos tóxicos e não comprometem a integridade dos equipamentos ou do ambiente.
Como são os benefícios do Laudo de Sistema para Combate a Incêndio?
O Laudo de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio oferece inúmeros benefícios, tanto para a segurança quanto para a conformidade legal das instalações. Entre os principais benefícios, destacam-se:
Garantia de Conformidade: o parecer assegura que o sistema atende às exigências do Corpo de Bombeiros e às normas de segurança aplicáveis;
Manutenção Preventiva: ao identificar falhas estruturais ou técnicas, o documento permite a realização de ajustes preventivos, evitando problemas futuros;
Segurança Operacional: os responsáveis avaliam o sistema para garantir seu funcionamento correto em situações de emergência, minimizando riscos para pessoas e bens.
Sustentabilidade: o uso de gases limpos, como o nitrogênio e o argônio, garante que o combate ao incêndio seja seguro para o meio ambiente, sem comprometer a camada de ozônio ou causar aquecimento global.
Qual a documentação e emissão da ART?
Além da realização das inspeções e verificações técnicas, nossa empresa também se responsabiliza pela emissão de todos os documentos necessários para garantir a conformidade do sistema fixo de gases com as normas vigentes. Entre os documentos emitidos, sobretudo, destacam-se:
Caderno de Registro Fotográfico: documento que inclui imagens das inspeções realizadas, bem como evidências coletadas;
Relatórios de Avaliação: contêm não apenas informações detalhadas sobre o estado de conservação, mas também do funcionamento do sistema;
Anotação de Responsabilidade Técnica (ART): certifica que o parecer foi realizado por profissionais qualificados e registrados no conselho de classe.
Disposições finais
Após a conclusão do documento, nossa empresa emite uma proposta de melhorias corretivas, caso necessário, para garantir, desse modo, que o sistema fixo de gases opere em sua máxima eficiência. A emissão do Certificado de Calibração, quando aplicável, também faz parte do serviço, além da ART e do registro das evidências das avaliações realizadas.
Sendo assim, o Laudo de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio é um serviço essencial para garantir a segurança de instalações que dependem desse tipo de sistema para proteção contra incêndios. Nossa empresa oferece, assim, expertise técnica e total conformidade com as normas do Corpo de Bombeiros e outros regulamentos aplicáveis, garantindo tranquilidade e segurança para sua empresa.
Elaboração Laudo de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio conforme Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 26
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO DE SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO – IT Nº 26 – CBPMESP
Introdução
Este escopo técnico descreve os procedimentos e atividades necessários para a elaboração do Relatório Técnico de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio, conforme os requisitos estabelecidos pela Instrução Técnica nº 26 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP).
Objetivo
Desenvolver um relatório técnico detalhado, garantindo conformidade com os padrões normativos, especificações técnicas e requisitos de segurança exigidos pela legislação vigente.
Atividades
Levantamento de Dados
Realizar visita técnica ao local para inspeção do sistema fixo de gases.
Coletar informações sobre os equipamentos, instalação, funcionamento e área protegida pelo sistema.
Avaliar documentos existentes, como projetos, memoriais descritivos e manuais dos equipamentos.
Análise Técnica
Verificar a conformidade do sistema com as exigências da IT nº 26 – CBPMESP.
Avaliar a capacidade do sistema em atender aos riscos específicos da área protegida.
Analisar os dispositivos de acionamento, controle e segurança do sistema.
Testes e Ensaios
Realizar testes funcionais do sistema, conforme os critérios estabelecidos pela IT nº 26.
Testar dispositivos de alarme e acionamento.
Validar o tempo de descarga e a cobertura do agente extintor.
Elaboração do Relatório Técnico
Descrever detalhadamente o sistema, incluindo especificações técnicas e o funcionamento dos equipamentos.
Apresentar os resultados das análises e testes realizados.
Incluir fotografias, diagramas e plantas baixas, quando aplicável.
Fornecer recomendações para adequações, se necessário.
Entregáveis
O relatório técnico conterá:
Dados identificadores do sistema e da instalação.
Conformidade com as normas aplicáveis e exigências da IT nº 26.
Resultados dos testes e avaliações técnicas.
Conclusões e recomendações, quando aplicável.
Referências Normativas e Regulamentadoras
Instrução Técnica nº 26 – CBPMESP.
Normas ABNT aplicáveis (por exemplo, NBR 15808, NBR 17240).
Legislação vigente relacionada à segurança contra incêndio e sistemas fixos de gases.
Responsabilidades
A contratada será responsável pela execução das atividades descritas neste escopo, pelo cumprimento das normas aplicáveis e pela entrega do relatório no prazo estipulado.
Observações Finais
Qualquer modificação no escopo deverá ser formalizada entre as partes. A equipe técnica responsável será composta por profissionais devidamente habilitados e registrados no CREA/SP.
Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Elaboração do Relatório Técnico de Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio – IT Nº 26



