Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR PROJETO LINHA DE ANCORAGEM (LINHA DE VIDA) + MEMORIAL DESCRITIVO E CÁLCULO- NÍVEL AVANÇADO PLENO
Referência: 55001
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Curso Projeto Linha Ancoragem
O objetivo do Curso Projeto Linha Ancoragem é desenvolver competência técnica avançada para elaborar projetos completos de linha de ancoragem, estruturar memorial descritivo e executar memorial de cálculo com base em critérios reais de engenharia aplicada ao trabalho em altura. Dessa forma, o participante aprende a analisar cargas dinâmicas, selecionar dispositivos compatíveis e justificar tecnicamente cada etapa do projeto conforme os requisitos da ABNT NBR 16325, que estabelece parâmetros fundamentais para sistemas de ancoragem e linhas de vida.
Além disso, o treinamento direciona o profissional para atuar com visão crítica sobre análise de risco, definição de EPIs e EPCs e validação normativa do Sistema de Proteção Contra Quedas. Assim, o aluno passa a integrar cálculo estrutural, procedimentos ocupacionais e documentação técnica exigida em auditorias, garantindo projetos rastreáveis, seguros e alinhados à lógica preventiva prevista na ABNT NBR 16325.
Quem possui competência técnica para elaborar projeto de linha de ancoragem e memorial de cálculo conforme a NBR 16325?
O projeto técnico e o memorial de cálculo devem ser elaborados por profissional legalmente habilitado, com conhecimento em engenharia aplicada ao trabalho em altura e domínio dos requisitos da ABNT NBR 16325. Essa atuação exige análise estrutural, definição de cargas e avaliação do fator de queda, portanto não se trata apenas de selecionar equipamentos, mas de desenvolver solução técnica completa.
Além disso, o profissional precisa compreender análise de risco, compatibilidade entre EPIs e EPCs e comportamento dinâmico do sistema durante uma queda. A responsabilidade envolve validar tecnicamente o projeto e garantir que todas as premissas estejam documentadas no memorial descritivo e no cálculo estrutural.

Trabalho em altura, como construção civil, manutenção industrial, telecomunicações e energia.
Quando o projeto de linha de vida precisa ser reavaliado após alterações estruturais ou mudança operacional?
A reavaliação do projeto ocorre sempre que houver mudanças capazes de alterar a carga, a geometria ou a forma de utilização do sistema. Alterações aparentemente simples podem modificar totalmente o comportamento da linha de ancoragem.
| Situação identificada | Necessidade técnica |
|---|---|
| Reforma estrutural da cobertura | Revisão completa do cálculo |
| Inclusão de novos usuários | Reavaliação das cargas simultâneas |
| Troca de equipamentos | Verificação de compatibilidade |
| Mudança de atividade operacional | Atualização da análise de risco |
| Atualização normativa | Adequação técnica do projeto |
Qual critério técnico define a escolha entre talabarte absorvedor e trava queda retrátil dentro do SPCQ?
A escolha entre talabarte absorvedor e trava queda retrátil depende diretamente da distância livre de queda disponível e do comportamento dinâmico esperado no sistema. Projetos avançados analisam o deslocamento vertical permitido e a necessidade de redução da força de impacto no corpo do trabalhador.
Principais critérios técnicos considerados
Distância livre necessária para parada segura
Altura do ponto de ancoragem em relação ao usuário
Mobilidade operacional exigida na atividade
Capacidade de absorção de energia do sistema
Compatibilidade com linha rígida ou flexível
Por que o memorial descritivo é considerado parte essencial da responsabilidade técnica do projetista?
O memorial descritivo registra as decisões técnicas adotadas no projeto, incluindo critérios de seleção de equipamentos, análise de risco e justificativa estrutural das ancoragens. Ele demonstra que o sistema foi concebido com base em parâmetros normativos e não apenas em recomendações genéricas.
Além disso, o documento garante rastreabilidade técnica e serve como referência para instalação, inspeção e manutenção do SPCQ. Em auditorias e fiscalizações, o memorial comprova conformidade com a ABNT NBR 16325 e protege o profissional ao evidenciar a lógica técnica utilizada no dimensionamento.

A linha de vida é um sistema de ancoragem projetado para proteger trabalhadores contra quedas em atividades realizadas em altura.
Onde a instalação de pontos de ancoragem exige validação estrutural antes da execução do sistema?
Antes da instalação, é fundamental avaliar se a estrutura suporta as cargas dinâmicas previstas no cálculo. Locais aparentemente resistentes podem não possuir capacidade estrutural adequada para absorver o impacto de uma queda.
| Local de instalação | Motivo da validação |
|---|---|
| Telhas metálicas ou fibrocimento | Resistência insuficiente ao impacto |
| Escadas tipo marinheiro antigas | Possível fragilidade estrutural |
| Estruturas corroídas | Redução da capacidade resistente |
| Lajes sem projeto estrutural disponível | Ausência de dados técnicos |
| Fachadas industriais | Influência de vento e vibração |
Quem responde tecnicamente quando os equipamentos utilizados não atendem às recomendações do fabricante?
A responsabilidade técnica envolve todos os agentes que participam do processo, porém o projetista assume papel central ao validar a compatibilidade dos equipamentos com o sistema de ancoragem. O uso inadequado pode gerar não conformidade normativa e risco operacional.
Pontos essenciais sobre responsabilidade técnica
Projetista responde pela especificação técnica incorreta
Empresa executora responde pela instalação fora das recomendações
Contratante responde quando ignora orientações formais documentadas
Usuário responde pelo uso fora dos limites operacionais definidos
Quando a análise do fator de queda se torna decisiva para o dimensionamento correto da linha de vida?
A análise do fator de queda torna se determinante sempre que o ponto de ancoragem está localizado abaixo do nível dorsal do usuário ou quando existe possibilidade de queda livre significativa antes da retenção pelo sistema. Nessas condições, a força gerada aumenta exponencialmente e altera o dimensionamento estrutural.
Além disso, projetos com múltiplos usuários, grandes vãos ou mudanças de direção exigem avaliação detalhada do fator de queda para evitar subdimensionamento das ancoragens. Considerar corretamente essa variável garante que o sistema permaneça dentro dos limites previstos pela ABNT NBR 16325 e pela NR 35.

Este curso tem como objetivo principal capacitar profissionais para projetar, calcular, instalar e validar sistemas de linha de vida.
Qual a importância do Curso Projeto Linha Ancoragem ?
A importância do curso está em capacitar o profissional para desenvolver projetos de linha de ancoragem com base em critérios técnicos avançados, integrando análise de risco, cálculo estrutural e elaboração de memorial descritivo dentro de uma lógica normativa consistente. Assim, o participante aprende a interpretar forças dinâmicas, selecionar dispositivos compatíveis e estruturar soluções seguras conforme os requisitos estabelecidos pela ABNT NBR 16325, que é a principal referência técnica para sistemas de ancoragem e linhas de vida.
Além disso, o treinamento fortalece a responsabilidade técnica ao orientar o aluno sobre documentação, validação normativa e compatibilidade entre EPIs e EPCs no Sistema de Proteção Contra Quedas. Dessa forma, o profissional passa a reduzir falhas de projeto, evitar passivos legais e garantir que cada etapa do dimensionamento esteja alinhada aos critérios de segurança previstos pela ABNT NBR 16325.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Projeto Linha Ancoragem
Conteúdo Programático Normativo:
CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR PROJETO LINHA DE ANCORAGEM (LINHA DE VIDA) + MEMORIAL DESCRITIVO E CÁLCULO- NÍVEL AVANÇADO PLENO
Carga Horaria Total: 80 Horas
Módulo 1 – Fundamentos do Sistema de Proteção Contra Quedas e SPIQ ( 06 Horas)
Conceitos técnicos do Sistema de Proteção Individual contra Quedas SPIQ
Integração entre EPC e EPI em linhas de vida
Princípios de segurança aplicados à NR 35
Fator de queda e limites biomecânicos no corpo humano
Responsabilidades técnicas e requisitos normativos do projetista
Módulo 2 – Projeto de Linha de Ancoragem Aplicado à Escada de Marinheiro (06 Horas)
Elaboração do projeto técnico para escada tipo marinheiro
Dimensionamento de ancoragens verticais
Compatibilidade entre trava queda retrátil e linha rígida ou flexível
Critérios técnicos para pontos intermediários e absorção de energia
Requisitos estruturais conforme NBR 16325
Módulo 3 – Componentes Técnicos do Sistema Talabarte Manilha Olhal Mosquetão (06 Horas)
Classificação e resistência dos conectores
Compatibilidade entre talabarte absorvedor e dispositivos metálicos
Critérios normativos para seleção de manilhas e olhais
Limites de uso e inspeção dos conectores certificados
Interpretação de marcações técnicas e certificados
Módulo 4 – Análise de Risco e Peso da Carga no Projeto (06 Horas)
Constatação do perigo e análise de risco conforme NR 35
Determinação da carga máxima admissível
Influência do peso do usuário e ferramentas
Avaliação de cenários de queda e impacto
Sistematização do trabalho em altura dentro do projeto técnico
Módulo 5 – Dimensionamento Estrutural e Verificação das Ancoragens (08 Horas)
Verificação das dimensões do dispositivo de ancoragem
Cálculo de tensão na fixação e distribuição de cargas
Definição da quantidade de pontos de ancoragem
Compatibilidade com estruturas metálicas e concreto
Análise de resistência considerando fator de segurança
Módulo 6 – Memorial Descritivo e Memorial de Cálculo (08 Horas)
Estrutura técnica do memorial descritivo
Documentação referente à necessidade de ancoragem
Justificativa técnica das escolhas de equipamentos
Cálculo de tensão dinâmica e estática
Descrição da distância livre de queda e zona de parada
Módulo 7 – Seleção de Equipamentos de Segurança EPIs e EPCs (06 Horas)
Definição dos EPIs adequados ao projeto
Escolha técnica de trava queda retrátil e talabartes
Adequação às recomendações do fabricante
Análise normativa dos certificados dos equipamentos
Limites de compatibilidade entre dispositivos
Módulo 8 Procedimentos Ocupacionais de Instalação e Supervisão (06 Horas)
Procedimentos técnicos para instalação do sistema
Permissão de trabalho e supervisão operacional
Aptidão técnica dos profissionais instaladores
Treinamento dos usuários sobre o equipamento
Procedimentos documentais de liberação do sistema
Módulo 9 – Cálculo Avançado Distância de Queda e Dispositivos de Frenagem (06 Horas)
Cálculo da distância de queda considerando absorvedor
Análise de tensão em cabos e conectores
Influência do trava queda retrátil na dissipação de energia
Determinação da carga máxima no corpo
Modelagem do fator de queda no projeto SPCQ
Módulo 10 – Procedimentos de Emergência e Resgate Técnico (04 Horas)
Descrição dos procedimentos em casos de emergência
Planejamento de resgate em sistemas de linha de vida
Tempo de suspensão e riscos fisiológicos
Integração do plano de emergência ao projeto
Módulo 11 – Inspeção Manutenção e Exame de Pré Uso (06 Horas)
Verificação do exame de pré uso do equipamento novo
Inspeção periódica conforme NBR 16325
Princípios de manutenção de sistemas antiqueda
Registro técnico das inspeções e rastreabilidade
Identificação de desgaste e critérios de descarte
Módulo 12 – Compatibilidade Normativa e Certificação dos Equipamentos (04 Horas)
Análise dos usos de equipamentos certificados
Interpretação de normas técnicas aplicáveis
Compatibilidade entre sistemas de diferentes fabricantes
Validação documental do projeto técnico
Módulo 13 – Limites Operacionais e Compatibilidade de Uso (04 Horas)
Limites de carga e restrições operacionais
Compatibilidade entre talabarte absorvedor e ancoragem
Avaliação de interferências estruturais
Adequação às recomendações técnicas do fabricante
Módulo 14 – Workshop Técnico Avançado Projeto Completo e Validação (06 Horas)
Elaboração integrada de projeto de linha de ancoragem
Desenvolvimento completo do memorial descritivo
Revisão normativa aplicada à NBR 16325
Análise crítica de projetos complexos e validação técnica
AVISO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA: Todo conteúdo numérico apresentado (cálculos, fórmulas, simulações, estimativas e demonstrações) possui finalidade exclusivamente didática e explicativa, sendo utilizado apenas para ilustrar conceitos e facilitar a compreensão técnica, não configurando capacitação profissionalizante, treinamento habilitante ou autorização para execução de atividades regulamentadas; em conformidade com as diretrizes aplicáveis a cursos livres e respeitando as atribuições dos sistemas CONFEA/CREA e CFT/CRT, fica expressamente estabelecido que este material não concede qualificação legal, não habilita emissão de ART/TRT e não pode ser utilizado como comprovação de competência para projetos, laudos, dimensionamentos, análises técnicas, pareceres ou qualquer atividade sujeita à responsabilidade técnica, sendo vedada sua aplicação prática fora do contexto educacional, sob responsabilidade exclusiva do usuário.
Diretriz Oficial Sobre Conteúdos Numéricos, Demonstrações e Exemplos Didáticos
Os conteúdos que apresentam cálculos, fórmulas, simulações, estimativas ou demonstrações matemáticas têm função exclusivamente pedagógica. Servem para ilustrar ideias, explicar fundamentos e facilitar a compreensão — não configuram capacitação técnica, treinamento profissionalizante ou autorização para prática operacional.
De acordo com as diretrizes do MEC para cursos livres, e respeitando as atribuições regulamentadas pelos sistemas CONFEA/CREA e CFT/CRT, fica estabelecido que:
ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) são prerrogativas restritas a formações de nível técnico ou superior devidamente reconhecidas.
O conteúdo deste curso não inclui práticas de cálculo aplicadas a projetos ou operações, tampouco concede qualificação legal para assunção de responsabilidade técnica.
Qualquer exemplo numérico incluído neste material é um recurso explicativo. Não substitui formação acadêmica regulamentada, não habilita o aluno a executar serviços especializados e não pode ser utilizado como comprovação de competência legal para projetos, laudos, dimensionamentos, análises técnicas ou qualquer atividade sujeita à responsabilidade profissional.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Curso Projeto Linha Ancoragem



