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Curso Segurança Operação Têmpera por Indução Curso Segurança Operação Têmpera por Indução
FONTE: FREEPIK AUT

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

O objetivo do Curso Segurança Operação Têmpera por Indução é instruir os participantes sobre as devidas medidas de segurança, tomadas na atividade de super aquecimento da peça temperada por indução, e supervisão sobre a total seguridade física, patrimônio e matéria-prima esbanjada na operação do tratamento térmico.
Nome Técnico: Curso Capacitação de Segurança na Operação de Têmpera por Indução

Referência: 142665

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução
O objetivo do Curso Segurança Operação Têmpera por Indução é instruir os participantes sobre as devidas medidas de segurança, tomadas na atividade de super aquecimento da peça temperada por indução, e supervisão sobre a total seguridade física, patrimônio e matéria-prima esbanjada na operação do tratamento térmico.

O que é Segurança na Operação de Têmpera por Indução?
Têmpera por indução é um tipo de tratamento térmico que utiliza calor introduzido e resfriado rapidamente (bruscamente) para estender a dureza e durabilidade do aço. O processo de indução é sem qualquer contato com o atuante, e produz um calor intenso rápido, localizado e controlável, somente a parte desejada do aço temperado, é aquecida. Este processo permite obter um aço martensítico, que é o aumento parcial de resistência a tração do aço e sua dureza.

Carga horária: 16 Horas Pré-Requisito: Alfabetização

Escopo Normativo

 

 

Conteudo Programatico Normativo

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Análise do Ambiente a ser utilizado para fazer os processos;
Segurança nas atividades;
EPI’s e EPC’s necessários;
Entendimento sobre o processo térmico;
Provação do indutor;
Exemplificação e principais princípios da têmpera;
Avaliação do manual de instruções da máquina;
Aplicações para o tratamento adequado;
Manutenção previa dos equipamentos;
Manutenção preventiva; preditiva e corretiva;
Observação das técnicas utilizadas para fazer a indução;
Checagem dos riscos principais envolvidos no processo;
Analise da parte elétrica envolvida;
Tipos de simbologias e terminologias usadas no processo inicial e final;
Supervisão da potência térmica;
Padrões de regulagem e parâmetros;
Procedimentos para o manuseio devido das ferragens;
Aferição das especificações do fabricante;
Análise da aparelhagem;
Preparação do corpo-de-prova;
Características nominais;
Constatação da temperatura do ambiente;
Fiscalização do material, estocagem e transporte;
Generalidades do processo;
Designações e bases da têmpera empregada;
Vistoria pré-tempera;
Definição das consequências do atuador no processo;
Averiguação e importância da atividade;
Fatores de risco;
Prevenção de acidentes, e básico entendimento nos primeiros socorros.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Carga horária e Atualização

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Análise do Ambiente a ser utilizado para fazer os processos;
Segurança nas atividades;
EPI’s e EPC’s necessários;
Entendimento sobre o processo térmico;
Provação do indutor;
Exemplificação e principais princípios da têmpera;
Avaliação do manual de instruções da máquina;
Aplicações para o tratamento adequado;
Manutenção previa dos equipamentos;
Manutenção preventiva; preditiva e corretiva;
Observação das técnicas utilizadas para fazer a indução;
Checagem dos riscos principais envolvidos no processo;
Analise da parte elétrica envolvida;
Tipos de simbologias e terminologias usadas no processo inicial e final;
Supervisão da potência térmica;
Padrões de regulagem e parâmetros;
Procedimentos para o manuseio devido das ferragens;
Aferição das especificações do fabricante;
Análise da aparelhagem;
Preparação do corpo-de-prova;
Características nominais;
Constatação da temperatura do ambiente;
Fiscalização do material, estocagem e transporte;
Generalidades do processo;
Designações e bases da têmpera empregada;
Vistoria pré-tempera;
Definição das consequências do atuador no processo;
Averiguação e importância da atividade;
Fatores de risco;
Prevenção de acidentes, e básico entendimento nos primeiros socorros.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Esta norma prescreve o método para determinação e verificação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial e aplica-se conforme 1.1 e 1.2.
1.1 Camadas endurecidas por têmpera superficial cujas profundidades sejam superiores a 0.3 mm.
1.2 Em peças que apresentem dureza inferior â dureza limite (HV1) – 100, a urna distância da superfície igual a três vezes o valor da camada endurecida. determinada por este método.
3.1 profundidade de endurecimento por têmpera superficial: Distancia perpendicular entre a superfície e a camada que possui uma dureza Vickers limite. medida sob a carga de 9.81 N (1 kgf). igual a 80% da dureza mínima obtida na superfície.
NOTAS
A profundidade de endurecimento por têmpera superficial é indicada pelas letras PT e expressa em milímetros.
Durezas limites e cargas diferentes podem ser empregadas. desde que especificadas no pedido de compra. porém. deve existir equivalência com a precisão indicada para a realização do ensaio
4 Aparelhagem
A aparelhagem necessita para a execução do ensaio é a seguinte:
a) aparelhagem convencional de laboratório metalográfico:
b) microdurómetro para ensaio de dureza Vickers. 5 Execução do ensaio 5.1 Preparação do corpo-de-prova A preparação do corpo-de-prova deve ser conforme a NBR 13284.

5.2 Determinação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial
5.2.1 As impressões de dureza devem ser efetuadas em uma ou mais retas perpendiculares à superfície. que devem estar dentro de uma faixa de 1,5 mm de largura. As impressões de dureza devem estar em intervalos constantes e observando as distâncias mínimas estabelecidas na NBR 6672. Com exceção do estabelecido no pedido de compra, as impressões são efetuadas sob uma carga de 9.81 N (1 kgf) e medidas com auxílio de microscópio óptico com ampliação adequada.
5.2.2 As determinações de dureza realizam-se em seções perpendiculares à superfície da peça, em regiões definidas no pedido de compra. sendo que, para cada uma destas regiões, os resultados devem permitir a confecção da curva representativa da dureza em função da distância a partir da superfície. conforme a figura 1. Com as curvas traçadas ou com os valores numéricos determinados. pode-se obter, para cada região escolhida, a distância do ponto, a partir da superfície, no qual a dureza é igual à dureza limite. sendo que esta distância representa a profundidade de endurecimento por têmpera superficial da região escolhida.
5.3 Verificação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial
5.3.1 A evolução da dureza pode ser representada. de forma aproximada. por um segmento de reta na região final da camada temperada.
5.3.2 Para a determinação da região final da camada temperada devem ser efetuadas impressões de dureza, perpendicularmente e a partir da superfície da peça, até que se obtenha um valor de dureza (H,) inferior ao valor especificado,
5.3.3 Sobre uma seção transversal da peça, efetuam-se pelo menos cinco impressões nas distâncias d, e d.. a partir da superfície. conforme a figura 3. As distâncias d, e d, são, respectivamente, correspondentes aos valores de dureza imediatamente superior e imediatamente inferior ao valor especificado da profundidade de endurecimento por têmpera superficial (P7), obtidos conforme 5.3.2
O resultado do ensaio deve ser fornecido. indicando os seguintes dados:
a) peça ensaiada;
b) região da peça em que os ensaios foram efetuados;
c) profundidade de endurecimento por têmpera superficial, expressa em milímetros. com uma casa decimal.

2 O dispositivo de têmpera. esquematizado no anexo A. figura A.2, consiste principalmente de um elemento de fixação centrado no corpo-de-prova, situado na vertical do orifício de saída de água. cujo diâmetro interno deve ser 12,5 mm ± 0.5 mm. O tubo de condução da água deve ser provido de uma válvula de abertura e fechamento rápidos, assim como de um sistema para fazer variar a vazão de água. A tubulação de água, após a válvula, deve ter no mínimo 50 mm de extensão com a finalidade de garantir uma vazão de água constante.
3.3 As posições relativas do orifício de saída da água e do suporte do corpo-de-prova devem ser tais que a distância entre o orifício e a extremidade a ser temperada do corpo-de-prova seja de 12.5 mm ± 0,5 mm (ver anexo A, figura A.2).
3.4 0 suporte do corpo-de-prova deve permitir uma centralização precisa do mesmo sobre o orifício, fixando-o durante a projeção de água.
O dispositivo de têmpera deve estar seco ao se colocar o corpo-de-prova: deve-se evitar qualquer projeção de água sobre o corpo-de-prova durante sua fixação e antes de começar a têmpera propriamente dita.
3.5 A altura livre da coluna de água acima do plano do orifício. sem o corpo-de-prova colocado. deve ser de 65 mm ± 10 mm (anexo A, figura A.3). A temperatura da água deve estar compreendida entre 5)C e 30C.
3.6 Deve ser utilizado um durômetro Rockwell com dispositivo de apoio e deslocamento. no qual o corpo-de-prova pode ser deslocado no sentido de seu eixo e fixado nos pontos estabelecidos para a medição de dureza
3.6 Deve ser utilizado um durômetro Rockwell com dispositivo de apoio e deslocamento. no qual o corpo-de-prova pode ser deslocado no sentido de seu eixo e fixado nos pontos estabelecidos para a medição de dureza
4 Execução do ensaio
4.1 Forma e preparação do corpo-de-prova
O corpo-de-prova Jominy deve ser fabricado em conformidade com a norma do produto e/ou por acordo entre as partes interessadas.
A amostra deve ser tratada de maneira adequada com o objetivo de facilitar a usinagem do corpo-de-prova.
Nesta Norma o corpo-de-prova é classificado corno “corpo-de-prova convencional”, “corpo-de-prova reduzido” e “corpo-de-prova fundido, em função de suas dimensões ou do material de origem.
A usinagem dos corpos-de-prova deve eliminar qualquer eventual vestígio de descarbonetação.
A superfície cilíndrica do corpo-de-prova deve apresentar um torneamento fino; a superfície da extremidade do corpo-de-prova a ser temperada também deve ter um acabamento fino. obtido preferencialmente por retifica e não deve apresentar rebarbas.
Um corpo-de-prova extraído de barra chata pode ter seu eixo situado na direção longitudinal, ou no sentido transversal em relação à direção de laminação.
Deve-se marcar no ‘tange uma indicação quanto à direção do plano de simetria da barra.
4.5 Condições de ensaio
4.5.1 Para regulagem da pressão de água deve ser utilizado um sistema qualquer que assegure uma vazão constante e aplicação instantânea do jato de água.
4.5.2 A tubulação de saída de água deve estar situada na posição vertical.
4.5.3 O dispositivo de têmpera mostrado na figura A.2 do anexo A, deve manter o corpo-de-prova, suspenso verticalmente pelo fiange e bem centrado em relação à tubulação de saída de água.
4.5.4 As condições gerais contidas nos itens 4.5.1 a 4.5.3 aplicam-se igualmente ao dispositivo de têmpera para corpos-de-prova reduzidos mostrados na figura A.5 anexo A.
4.5.5 O corpo-de-prova deve ser extraído da amostra de material previamente normalizada, de preferência na dimensão de 32 mm de diâmetro no caso dos itens 4.2.1. 4.2.2. 4.2.3, item a) e b): e na dimensão original nos demais casos.
Para temperaturas de normalização ver tabela 2.
A permanência na temperatura de normalização deve ser de 60 min.
4.6 Aquecimento do corpo-de-prova para têmpera
Proceder conforme a seguir:
a) evitar qualquer carbonetação ou descarbonetação do corpo-de-prova,b) evitar oxidação acentuada do corpo-de-prova:
– Utilizando forno com atmosfera neutra: ou
– Empregando recipiente protetor especial. que deve estar inicialmente seco:
c) aquecer o corpo-de-prova até a temperatura de austenitização para têmpera, adequada a cada tipo de aço, conforme a tabela 2. em um período de tempo. conforme o diâmetro. por exemplo: diâmetro 25 mm = 30 min mínimo.
4.7 Resfriamento para têmpera do corpo-de-prova
Proceder da seguinte maneira:
a) o tempo transcorrido entre a retirada do corpo-de-prova do forno e o inicio da projeção do jato de água não deve ser superior a 5 s;
b) o dispositivo de fornecimento de água deve ser aberto rapidamente:c) o tempo de projeção do jato de água deve ser de pelo menos 10 min. Após este tempo. o resfriamento do corpo-de-prova deve ser completado pela imersão em água fria e/ou ao ar.
4.8 Preparação e medição da dureza no corpo-de-prova
4.8.1 Uma vez resfriado o corpo-de-prova. preparam-se dois rebaixos com superfícies planas e paralelas retificadas ao longo de duas geratrizes diametralmente opostas. No caso de corpos-de-prova não centrados obtidos por usinagem, os dois rebaixos devem estar à mesma distância da superfície do produto (ver figura A.6 anexo A). A profundidade do rebaixo deve estar entre 0,40 mm e 0,80 mm e a tolerância da profundidade estabelecida não deve exceder ± 0.10 mm em todo o comprimento do corpo-de-prova.
Existindo a necessidade ou conveniência, devem ser retificadas duas superfícies similares a 90 fdas duas primeiras.
A posição das superfícies retificadas:
a) no caso de corpos-de-prova provenientes de barras ” 64 mm de diâmetro ou lado, pode ser qualquer uma:
b) no caso de corpos-de-prova provenientes de barras > 64 mm de diâmetro ou lado, deve estar a 45 fem relação a direção centro/superfície da barra:
c) no caso de corpos-de-prova proveniente de barra chata > 64 mm conforme o item 4.2.3 c), deve ser preferencialmente paralela ao plano que passa pela metade da espessura:
d) nos demais casos, deve preferencialmente situar-se a 45 t’em relação ao plano que passa pela metade da espessura da barra.
4.8.1.1 Durante a retifica, refrigerar adequadamente o corpo-de-prova para evitar qualquer aquecimento que possa causar uma alteração da microestrutura do aço.
4.8.1.2 Com o objetivo de verificar que o corpo-de-prova não sofreu revenimento durante a retifica, recomenda-se ataque com solução aquosa de ácido nítrico a 5% (em volume), até o escurecimento total: lava-se com água quente e introduz-se em uma solução aquosa a 50% (em volume) de ácido clorídrico durante 2 s ou 3 s, lava-se novamente com água quente e seca-se em corrente de ar. A coloração resultante deve ser uniforme. Em geral, é suficiente o ataque por solução aquosa de ácido nítrico. Caso apareçam manchas que indiquem a presença de pontos brancos, estas superfícies preparadas não devem ser utilizadas e deve-se preparar dois novos rebaixos e verificá-los conforme estabelecido anteriormente.
4.8.2 Deve-se tomar as precauções necessárias para assegurar que o corpo-de-prova esteja bem seguro e mantido rígido durante as medições de dureza. É conveniente que este suporte esteja provido de um dispositivo de deslocamento com um parafuso guia para assegurar um espaçamento preciso dos pontos de medição.
Sobre os eixos das superfícies planas dos rebaixos do corpo-de-prova preso adequadamente. são determinadas as medidas na escala de dureza Rockwell C.
4.8.3 Recomenda-se que. antes de se realizar os ensaios de dureza na segunda superfície plana, se elimine por usinagem as bordas formadas pelas marcas das determinações da primeira superfície plana e/ou mediante o emprego de dispositivo de apoio convenientemente entalhado.
5 Resultados
5.1 Para cada ponto deve-se calcular a média dos resultados de dureza das duas superfícies retificadas do corpo-de-prova.
5.2 Caso a diferença entre os resultados de dureza para cada ponto nas duas superfícies retificadas seja superior a 4 HRC, em qualquer dos pontos. o ensaio deve ser repetido em novas superfícies retificadas no mesmo ou em outro corpo-de-prova.
5.3 Expressão dos resultados
Os resultados devem ser expressos através de tabelas e/ou gráficos.
A representação gráfica deve ser realizada em eixos cartesianos, indicando nas abscissas as distâncias d á extremidade temperada e, nas ordenadas, as durezas obtidas.
8.1.1.2 Identificação do produto ensaiado:
a) designação do aço;
b) corrida:
c) análise química:
d) tamanho de grão;
e) dimensão do produto:
f) tipo de corpo-de-prova.
B.1.2 Dados de ensaio
a) temperatura de austenitização para o tratamento de normalização:
b) temperatura de austenitização para o tratamento de têmpera:
c) valores das medições de dureza obtidas conforme o item 5.3:
d) temperatura da água de resfriamento.

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Conteúdo Programático

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução

Análise do Ambiente a ser utilizado para fazer os processos;
Segurança nas atividades;
EPI’s e EPC’s necessários;
Entendimento sobre o processo térmico;
Provação do indutor;
Exemplificação e principais princípios da têmpera;
Avaliação do manual de instruções da máquina;
Aplicações para o tratamento adequado;
Manutenção previa dos equipamentos;
Manutenção preventiva; preditiva e corretiva;
Observação das técnicas utilizadas para fazer a indução;
Checagem dos riscos principais envolvidos no processo;
Analise da parte elétrica envolvida;
Tipos de simbologias e terminologias usadas no processo inicial e final;
Supervisão da potência térmica;
Padrões de regulagem e parâmetros;
Procedimentos para o manuseio devido das ferragens;
Aferição das especificações do fabricante;
Análise da aparelhagem;
Preparação do corpo-de-prova;
Características nominais;
Constatação da temperatura do ambiente;
Fiscalização do material, estocagem e transporte;
Generalidades do processo;
Designações e bases da têmpera empregada;
Vistoria pré-tempera;
Definição das consequências do atuador no processo;
Averiguação e importância da atividade;
Fatores de risco;
Prevenção de acidentes, e básico entendimento nos primeiros socorros.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Segurança Operação Têmpera por Indução