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Treinamento de Segurança Amônia NH3 Treinamento de Segurança Amônia NH3
f: frigomekanik

Treinamento de Segurança Amônia NH3

O Treinamento tem por objetivo classificar os pontos principais nos processos de refrigeração industrial com o uso de amônia, considerando de forma os requisitos mínimos de segurança.

Nome Técnico: Treinamento Capacitação de Segurança nos Processos de Refrigeração Industrial com Amônia NH3

Referência: 168461

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Treinamento de Segurança Amônia NH3
O Treinamento tem por objetivo classificar os pontos principais nos processos de refrigeração industrial com o uso de amônia, considerando de forma os requisitos mínimos de segurança.

O que é Refrigeração Industrial com Amônia?
A refrigeração é um processo de diminuição de temperatura de um determinado sistema, com a amônia se torna um procedimento com diversos vasos e tubulações, bombeando o refrigerante para um ou mais locais, tendo a finalidade de congelar, refrigerar com uma temperatura específica.



Carga horária: 16 Horas


Pré-Requisito: Alfabetização



Conteúdo Programático

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Padrões de segurança no Brasil tema Amônia;
Histórico da Amônia (NH3);
Interpretação da FISPQ (Ficha de Informações de Produtos Químicos);
Riscos de exposição à amônia;
Refrigeração Industrial;
Processo – Process;
Segurança em sistemas que utilizam Amônia;
Sinalização de Segurança – NR 26;
Aplicação e Conscientização da importância do PCE – Plano de Controle de Emergência;
Sistemas de detecção de gases portátil e fixo;
Avaliação do Ambiente;
Segurança – Safety;
Equipamento de Proteção Individual EPI – NR 06 ;
Risco de vazamento e proteção;
Propriedades químicas da amônia;
Problemas usuais;
Soluções;
Principais atuações Superintendência do Trabalho – NH 3;
Sistemas de Válvulas e Compressores;
Kit’s de emergência;
Gestão – Managent;
Equipamentos e acessórios de Emergências;
Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC’s ;
Normas Regulamentadoras:
Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3 – ABNT NBR 11586;
Condensadores a ar remotos para refrigeração Parte 1: Especificação, requisitos de desempenho e identificação – ABNT NBR 15627-1;
Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio – NBR 11330;
Segurança em sistemas frigoríficos – ABNT NBR 16069;
Risco de Acidente de Origem Tecnológica – Método para decisão e termos de referência – CETESB P4.261;
Refrigeração Industrial por Amônia – Riscos, Segurança e Auditoria Fiscal – Nota Técnica n° 3/DSST/SIT.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Conteudo Programatico Normativo

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Padrões de segurança no Brasil tema Amônia;
Histórico da Amônia (NH3);
Interpretação da FISPQ (Ficha de Informações de Produtos Químicos);
Riscos de exposição à amônia;
Refrigeração Industrial;
Processo – Process;
Segurança em sistemas que utilizam Amônia;
Sinalização de Segurança – NR 26;
Aplicação e Conscientização da importância do PCE – Plano de Controle de Emergência;
Sistemas de detecção de gases portátil e fixo;
Avaliação do Ambiente;
Segurança – Safety;
Equipamento de Proteção Individual EPI – NR 06 ;
Risco de vazamento e proteção;
Propriedades químicas da amônia;
Problemas usuais;
Soluções;
Principais atuações Superintendência do Trabalho – NH 3;
Sistemas de Válvulas e Compressores;
Kit’s de emergência;
Gestão – Managent;
Equipamentos e acessórios de Emergências;
Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC’s ;
Normas Regulamentadoras:
Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3 – ABNT NBR 11586;
Condensadores a ar remotos para refrigeração Parte 1: Especificação, requisitos de desempenho e identificação – ABNT NBR 15627-1;
Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio – NBR 11330;
Segurança em sistemas frigoríficos – ABNT NBR 16069;
Risco de Acidente de Origem Tecnológica – Método para decisão e termos de referência – CETESB P4.261;
Refrigeração Industrial por Amônia – Riscos, Segurança e Auditoria Fiscal – Nota Técnica n° 3/DSST/SIT.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Carga Horária

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

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Referências Normativas

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 06 -Equipamento de Proteção Individual EPI;
NR 26 – Sinalização de Segurança;
CETESB P4.261 – Risco de Acidente de Origem Tecnológica – Método para decisão e termos de referência;
ABNT NBR 11586 – Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3;
ABNT NBR 15627-1 – Condensadores a ar remotos para refrigeração Parte 1: Especificação, requisitos de desempenho e identificação;
NBR 11330 – Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio;
ABNT NBR 16069 – Segurança em sistemas frigoríficos;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Complementos

Treinamento de Segurança Amônia NH3

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Treinamento de Segurança Amônia NH3

Saiba Mais

Saiba Mais: Treinamento de Segurança Amônia NH3

5 Métodos de ensaio
5.1 Condições de ensaio
5.1.1 As condições de ensaio não devem variar em relação às condições-padrão acima de:
a) pressão barométrica: 5.0 kPa:
b) temperatura de bulbo seco de entrada do ar: 0,6 °C;
c) temperatura de saturação de condensação: 0.6 °C;
d) superaquecimento na entrada do condensador: 6 K. 5.2 Preparação para ensaio =
5.2.1 Embora a temperatura de bulbo úmido máxima de entrada do ar e a temperatura de sub-resfriamento do refrigerante em estado líquido na saída do condensador não estejam especificadas na Tabela 1, seus valores devem ser registrados a cada medição realizada nos ensaios.
5.2.2 Quando fornecidos como padrão, acessórios como suportes de motores, defletores de ar, registros de ar. grades de proteção de ventiladores ou outros componentes situados na passagem do ar devem estar instalados no condensador durante os ensaios. Se controles de fluido refrigerante ou outros componentes forem fornecidos como padrão, devem também estar instalados no condensador durante os ensaios.
5.2.3 O fluido refrigerante utilizado no ensaio deve ser o mesmo para o qual o condensador foi projetado.
5.2.4 Ensaios para determinação da capacidade devem ser realizados na tensão elétrica e frequência Informadas na placa de identificação do condensador.
6 Requisitos relativos à capacidade
6.1 Geral Todas as capacidades devem ser determinadas por ensaios de acordo com estipulado na Seção 5. A capacidade-padrão deve ser determinada por ensaios realizados sob condições-padrão estipuladas na Tabela 1. Capacidades para condições distintas daquelas da Tabela 1 podem ser publicadas como capacidade de aplicação.
6.2 Capacidade de aplicação
6.2.1 Capacidades de aplicação representam as características de desempenho do condensador sob várias condições de operação. São usadas para selecionar um condensador nas condições em que deve operar e devem ser determinadas por ensaios de acordo com o estipulado na Seção 5.
6.2.2 Sempre que capacidades de aplicação forem publicadas, as condições sob as quais estas capacidades se aplicam devem ser estipuladas. Capacidades de aplicação devem ser acompanhadas da capacidade padrão. claramente identificadas como tal e ser publicadas nos termos estipulados em 6.2.
6.2.3 Capacidades de aplicação devem também incluir o calor total rejeitado, expresso nos mesmos termos que a capacidade-padrão. A diferença de temperatura (DTp) e, outras condições de projeto que tenham sido assumidas, devem ser claramente especificadas.
6.3 Tolerâncias
Para satisfazer as prescrições desta parte da NBR. qualquer unidade da linha de produção, selecionada aleatoriamente, deve apresentar em ensaio nas condições-padrão calor total rejeitado não inferior a 95 %, nem superior a 105 % do valor publicado.
6.4 Acessórios opcionais
Se os componentes descritos em 5.2.2 forem disponibilizados pelo fabricante, porém não fornecidos como padrão. seus efeitos no desempenho do condensador devem ser claramente declarados.
7 Requisitos referentes à publicação de capacidades
7.1 Capacidades publicadas
As capacidades publicadas devem incluir no mínimo todas as capacidades padrão. As capacidades publicadas devem sempre ser acompanhadas das condições para as quais foram levantadas.
7.2 Apresentação da capacidade de catálogo
7.2.1 Devem incluir as capacidades-padrão e as capacidades de aplicação. expressas em watts. em termos da diferença de temperatura como definida em 3.10, com indicação das temperaturas de condensação e do fluido refrigerante aos quais se aplicam.
7.2.2 As capacidades padrão que estiveram dentro da faixa das capacidades de aplicação publicadas devem ser claramente identificadas como capacidade padrão.
7.2.3 As capacidades de catálogo em termos de calor total rejeitado. expresso em watts. devem ser publicadas com as seguintes informações:
a) sub-resfriamento, em kelvins (K) (requerido somente se superior a 3 K);
b) vazão de ar nas condições-padrão de ar (sem duto externo, com pressão estática externa O kPa). em metros cúbicos por segundo (ms/s),
c) superaquecimento na entrada do condensador, em kelvins (K); d) potência do motor, em quilowatts (kW):
e) altitude, em metros (m), ou pressão barométrica. em quilopascals (kPa)
f) corrente do motor. em amperes (A): tensão elétrica. em volts (V); e frequência. em hertz (Hz), número de fases:
g) área de troca térmica. em metros quadrados (m2);
h) volume interno, em decímetros cúbicos (dm”);
i) dimensões. em milímetros (mm);
j) diâmetro das conexões, em milímetros (mm);
k) peso do condensador em operação, em quilogramas (kg);
I) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda;
m) nível de pressão sonora a 10 m de distância do equipamento. em decibel (db). 8 Placa de identificação
As seguintes informações mínimas devem ser indicadas em placa metálica gravada. firmemente fixada nos equipamentos em lugar visível:
a) nome do fabricante ou marca comercial:
b) modelo e número de série;
c) corrente do motor, em amperes (A); tensão elétrica, em volts (V); frequência, em hertz (Hz): número de fases: e potência elétrica, em quilowatts (kW):
d) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda; e) data de fabricação.
Fonte: NBR 15627-1.

Treinamento de Segurança Amônia NH3: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Substituir:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Treinamento de Segurança Amônia NH3

5 Métodos de ensaio
5.1 Condições de ensaio
5.1.1 As condições de ensaio não devem variar em relação às condições-padrão acima de:
a) pressão barométrica: 5.0 kPa:
b) temperatura de bulbo seco de entrada do ar: 0,6 °C;
c) temperatura de saturação de condensação: 0.6 °C;
d) superaquecimento na entrada do condensador: 6 K. 5.2 Preparação para ensaio =
5.2.1 Embora a temperatura de bulbo úmido máxima de entrada do ar e a temperatura de sub-resfriamento do refrigerante em estado líquido na saída do condensador não estejam especificadas na Tabela 1, seus valores devem ser registrados a cada medição realizada nos ensaios.
5.2.2 Quando fornecidos como padrão, acessórios como suportes de motores, defletores de ar, registros de ar. grades de proteção de ventiladores ou outros componentes situados na passagem do ar devem estar instalados no condensador durante os ensaios. Se controles de fluido refrigerante ou outros componentes forem fornecidos como padrão, devem também estar instalados no condensador durante os ensaios.
5.2.3 O fluido refrigerante utilizado no ensaio deve ser o mesmo para o qual o condensador foi projetado.
5.2.4 Ensaios para determinação da capacidade devem ser realizados na tensão elétrica e frequência Informadas na placa de identificação do condensador.
6 Requisitos relativos à capacidade
6.1 Geral Todas as capacidades devem ser determinadas por ensaios de acordo com estipulado na Seção 5. A capacidade-padrão deve ser determinada por ensaios realizados sob condições-padrão estipuladas na Tabela 1. Capacidades para condições distintas daquelas da Tabela 1 podem ser publicadas como capacidade de aplicação.
6.2 Capacidade de aplicação
6.2.1 Capacidades de aplicação representam as características de desempenho do condensador sob várias condições de operação. São usadas para selecionar um condensador nas condições em que deve operar e devem ser determinadas por ensaios de acordo com o estipulado na Seção 5.
6.2.2 Sempre que capacidades de aplicação forem publicadas, as condições sob as quais estas capacidades se aplicam devem ser estipuladas. Capacidades de aplicação devem ser acompanhadas da capacidade padrão. claramente identificadas como tal e ser publicadas nos termos estipulados em 6.2.
6.2.3 Capacidades de aplicação devem também incluir o calor total rejeitado, expresso nos mesmos termos que a capacidade-padrão. A diferença de temperatura (DTp) e, outras condições de projeto que tenham sido assumidas, devem ser claramente especificadas.
6.3 Tolerâncias
Para satisfazer as prescrições desta parte da NBR. qualquer unidade da linha de produção, selecionada aleatoriamente, deve apresentar em ensaio nas condições-padrão calor total rejeitado não inferior a 95 %, nem superior a 105 % do valor publicado.
6.4 Acessórios opcionais
Se os componentes descritos em 5.2.2 forem disponibilizados pelo fabricante, porém não fornecidos como padrão. seus efeitos no desempenho do condensador devem ser claramente declarados.
7 Requisitos referentes à publicação de capacidades
7.1 Capacidades publicadas
As capacidades publicadas devem incluir no mínimo todas as capacidades padrão. As capacidades publicadas devem sempre ser acompanhadas das condições para as quais foram levantadas.
7.2 Apresentação da capacidade de catálogo
7.2.1 Devem incluir as capacidades-padrão e as capacidades de aplicação. expressas em watts. em termos da diferença de temperatura como definida em 3.10, com indicação das temperaturas de condensação e do fluido refrigerante aos quais se aplicam.
7.2.2 As capacidades padrão que estiveram dentro da faixa das capacidades de aplicação publicadas devem ser claramente identificadas como capacidade padrão.
7.2.3 As capacidades de catálogo em termos de calor total rejeitado. expresso em watts. devem ser publicadas com as seguintes informações:
a) sub-resfriamento, em kelvins (K) (requerido somente se superior a 3 K);
b) vazão de ar nas condições-padrão de ar (sem duto externo, com pressão estática externa O kPa). em metros cúbicos por segundo (ms/s),
c) superaquecimento na entrada do condensador, em kelvins (K); d) potência do motor, em quilowatts (kW):
e) altitude, em metros (m), ou pressão barométrica. em quilopascals (kPa)
f) corrente do motor. em amperes (A): tensão elétrica. em volts (V); e frequência. em hertz (Hz), número de fases:
g) área de troca térmica. em metros quadrados (m2);
h) volume interno, em decímetros cúbicos (dm”);
i) dimensões. em milímetros (mm);
j) diâmetro das conexões, em milímetros (mm);
k) peso do condensador em operação, em quilogramas (kg);
I) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda;
m) nível de pressão sonora a 10 m de distância do equipamento. em decibel (db). 8 Placa de identificação
As seguintes informações mínimas devem ser indicadas em placa metálica gravada. firmemente fixada nos equipamentos em lugar visível:
a) nome do fabricante ou marca comercial:
b) modelo e número de série;
c) corrente do motor, em amperes (A); tensão elétrica, em volts (V); frequência, em hertz (Hz): número de fases: e potência elétrica, em quilowatts (kW):
d) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda; e) data de fabricação.
Fonte: NBR 15627-1.

Treinamento de Segurança Amônia NH3: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Substituir:
Fonte:

Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Substituir:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

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5 Métodos de ensaio
5.1 Condições de ensaio
5.1.1 As condições de ensaio não devem variar em relação às condições-padrão acima de:
a) pressão barométrica: 5.0 kPa:
b) temperatura de bulbo seco de entrada do ar: 0,6 °C;
c) temperatura de saturação de condensação: 0.6 °C;
d) superaquecimento na entrada do condensador: 6 K. 5.2 Preparação para ensaio =
5.2.1 Embora a temperatura de bulbo úmido máxima de entrada do ar e a temperatura de sub-resfriamento do refrigerante em estado líquido na saída do condensador não estejam especificadas na Tabela 1, seus valores devem ser registrados a cada medição realizada nos ensaios.
5.2.2 Quando fornecidos como padrão, acessórios como suportes de motores, defletores de ar, registros de ar. grades de proteção de ventiladores ou outros componentes situados na passagem do ar devem estar instalados no condensador durante os ensaios. Se controles de fluido refrigerante ou outros componentes forem fornecidos como padrão, devem também estar instalados no condensador durante os ensaios.
5.2.3 O fluido refrigerante utilizado no ensaio deve ser o mesmo para o qual o condensador foi projetado.
5.2.4 Ensaios para determinação da capacidade devem ser realizados na tensão elétrica e frequência Informadas na placa de identificação do condensador.
6 Requisitos relativos à capacidade
6.1 Geral Todas as capacidades devem ser determinadas por ensaios de acordo com estipulado na Seção 5. A capacidade-padrão deve ser determinada por ensaios realizados sob condições-padrão estipuladas na Tabela 1. Capacidades para condições distintas daquelas da Tabela 1 podem ser publicadas como capacidade de aplicação.
6.2 Capacidade de aplicação
6.2.1 Capacidades de aplicação representam as características de desempenho do condensador sob várias condições de operação. São usadas para selecionar um condensador nas condições em que deve operar e devem ser determinadas por ensaios de acordo com o estipulado na Seção 5.
6.2.2 Sempre que capacidades de aplicação forem publicadas, as condições sob as quais estas capacidades se aplicam devem ser estipuladas. Capacidades de aplicação devem ser acompanhadas da capacidade padrão. claramente identificadas como tal e ser publicadas nos termos estipulados em 6.2.
6.2.3 Capacidades de aplicação devem também incluir o calor total rejeitado, expresso nos mesmos termos que a capacidade-padrão. A diferença de temperatura (DTp) e, outras condições de projeto que tenham sido assumidas, devem ser claramente especificadas.
6.3 Tolerâncias
Para satisfazer as prescrições desta parte da NBR. qualquer unidade da linha de produção, selecionada aleatoriamente, deve apresentar em ensaio nas condições-padrão calor total rejeitado não inferior a 95 %, nem superior a 105 % do valor publicado.
6.4 Acessórios opcionais
Se os componentes descritos em 5.2.2 forem disponibilizados pelo fabricante, porém não fornecidos como padrão. seus efeitos no desempenho do condensador devem ser claramente declarados.
7 Requisitos referentes à publicação de capacidades
7.1 Capacidades publicadas
As capacidades publicadas devem incluir no mínimo todas as capacidades padrão. As capacidades publicadas devem sempre ser acompanhadas das condições para as quais foram levantadas.
7.2 Apresentação da capacidade de catálogo
7.2.1 Devem incluir as capacidades-padrão e as capacidades de aplicação. expressas em watts. em termos da diferença de temperatura como definida em 3.10, com indicação das temperaturas de condensação e do fluido refrigerante aos quais se aplicam.
7.2.2 As capacidades padrão que estiveram dentro da faixa das capacidades de aplicação publicadas devem ser claramente identificadas como capacidade padrão.
7.2.3 As capacidades de catálogo em termos de calor total rejeitado. expresso em watts. devem ser publicadas com as seguintes informações:
a) sub-resfriamento, em kelvins (K) (requerido somente se superior a 3 K);
b) vazão de ar nas condições-padrão de ar (sem duto externo, com pressão estática externa O kPa). em metros cúbicos por segundo (ms/s),
c) superaquecimento na entrada do condensador, em kelvins (K); d) potência do motor, em quilowatts (kW):
e) altitude, em metros (m), ou pressão barométrica. em quilopascals (kPa)
f) corrente do motor. em amperes (A): tensão elétrica. em volts (V); e frequência. em hertz (Hz), número de fases:
g) área de troca térmica. em metros quadrados (m2);
h) volume interno, em decímetros cúbicos (dm”);
i) dimensões. em milímetros (mm);
j) diâmetro das conexões, em milímetros (mm);
k) peso do condensador em operação, em quilogramas (kg);
I) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda;
m) nível de pressão sonora a 10 m de distância do equipamento. em decibel (db). 8 Placa de identificação
As seguintes informações mínimas devem ser indicadas em placa metálica gravada. firmemente fixada nos equipamentos em lugar visível:
a) nome do fabricante ou marca comercial:
b) modelo e número de série;
c) corrente do motor, em amperes (A); tensão elétrica, em volts (V); frequência, em hertz (Hz): número de fases: e potência elétrica, em quilowatts (kW):
d) designação do fluido refrigerante de acordo com ANSI/ASHRAE 34, com Adenda; e) data de fabricação.
Fonte: NBR 15627-1.

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