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Laudo de Painel Solar Laudo de Painel Solar
FONTE: FREEPIK AUT

Laudo de Painel Solar

Um laudo de painel solar é um documento técnico que fornece informações detalhadas sobre o desempenho, eficiência e qualidade de um sistema de painel solar. Esse laudo é geralmente produzido por um engenheiro solar ou por um profissional especializado em energia renovável, e é utilizado para avaliar a capacidade e a eficiência de um sistema de painel solar instalado em uma residência, empresa ou empreendimento.

Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Conformidade de Painéis Solares – Sistemas Solares Térmico e seus Componentes – Coletores Solares – NBR 17003 + Elaboração do Relatório Técnico + Emissão da ART

Referência: 195860

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Laudo de Painel Solar
O que é o Laudo de Painel Solar?
É um Relatório Técnico que fornece informações detalhadas sobre o desempenho, eficiência e qualidade de um sistema de painel solar. Esse laudo é geralmente produzido por um engenheiro solar ou por um profissional especializado em energia renovável, e é utilizado para avaliar a capacidade e a eficiência de um sistema de painel solar instalado em uma residência, empresa ou empreendimento.
O laudo de painel solar pode conter diversas informações, tais como a potência nominal do sistema de painel solar, sua eficiência de conversão de luz solar em eletricidade, dados de desempenho em diferentes condições de irradiação solar e temperatura, informações sobre a qualidade dos materiais utilizados nos painéis solares, a capacidade de produção de energia ao longo do tempo, entre outros detalhes técnicos relevantes.
Esse tipo de laudo pode ser utilizado para verificar se um sistema de painel solar está operando de acordo com as especificações e normas técnicas estabelecidas, bem como para fins de manutenção, avaliação de desempenho de sistemas de energia solar.
O laudo de painel solar é uma ferramenta importante para avaliar a qualidade e o desempenho de um sistema de energia solar, e pode auxiliar os proprietários e investidores a tomar decisões informadas sobre a eficiência e a confiabilidade do sistema instalado. É importante que o laudo seja produzido por um profissional qualificado e competente na área de energia solar, a fim de garantir a sua precisão e confiabilidade.

O que é Painel Solar?
Um painel solar, também conhecido como módulo fotovoltaico, é um dispositivo que converte a luz solar em eletricidade por meio do efeito fotovoltaico. Os painéis solares são compostos por células fotovoltaicas, que são feitas de materiais semicondutores, geralmente de silício. Quando a luz solar incide sobre as células fotovoltaicas, os elétrons são excitados, gerando uma corrente elétrica.
Os painéis solares podem ser utilizados para produção de eletricidade em aplicações residenciais, comerciais e industriais. Eles são uma fonte de energia renovável e sustentável, pois não emitem poluentes durante a geração de eletricidade e dependem apenas da luz solar, uma fonte de energia inesgotável. A eletricidade gerada pelos painéis solares pode ser usada diretamente para alimentar dispositivos elétricos ou ser armazenada em baterias para uso posterior, quando não há luz solar disponível.
Os painéis solares são uma forma popular de energia renovável, pois ajudam a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e têm o potencial de reduzir os custos de eletricidade ao longo do tempo. Eles são frequentemente usados em sistemas de energia solar fotovoltaica, que incluem também outros componentes como inversores, baterias e dispositivos de monitoramento para aproveitar ao máximo a energia solar disponível.

Quais os principais modelos de Painés Solares?
Existem vários tipos de painéis solares, também conhecidos como módulos fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade. Alguns dos tipos mais comuns de painéis solares são:
Painéis solares de silício monocristalino: Esses painéis são feitos de um único cristal de silício e são altamente eficientes na conversão de energia solar em eletricidade. Eles têm uma aparência uniforme e são geralmente mais caros do que outros tipos de painéis solares.
Painéis solares de silício policristalino: Esses painéis são feitos de múltiplos cristais de silício e são uma opção mais econômica em comparação com os painéis de silício monocristalino. Eles têm uma aparência mais granulada e são ligeiramente menos eficientes, mas ainda oferecem um bom desempenho geral.
Painéis solares de filme fino: Esses painéis são feitos de materiais semicondutores finos, como o silício amorfo, o disseleneto de cobre índio gálio (CIGS) ou o disseleneto de cádmio (CdTe). Eles são mais flexíveis e leves em comparação com os painéis de silício, o que lhes confere maior versatilidade em termos de aplicação. No entanto, eles geralmente têm uma eficiência menor em comparação com os painéis de silício.
Painéis solares de concentradores: Esses painéis usam lentes ou espelhos para concentrar a luz solar em células fotovoltaicas pequenas e altamente eficientes. Eles são capazes de atingir eficiências muito altas, mas são geralmente usados em aplicações especializadas, como em sistemas de energia solar de grande escala.
Painéis solares bifaciais: Esses painéis têm células fotovoltaicas em ambos os lados, o que permite que eles captem energia solar em ambos os lados. Isso pode aumentar a produção de eletricidade, especialmente em ambientes com alta reflexão de luz, como áreas cobertas de neve.
Painéis solares orgânicos: Esses painéis usam materiais orgânicos, como polímeros ou perovskitas, em vez de materiais inorgânicos, como o silício. Eles são relativamente novos no mercado e ainda estão em fase de desenvolvimento, mas têm o potencial de serem mais baratos e mais flexíveis do que outros tipos de painéis solares.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Painel Solar:
17 Ensaio de desempenho térmico
17.1 Geral
Os ensaios de desempenho térmico dos coletores termos solares incluem pelo menos a avaliação da potência térmica fornecida pelo coletor sob várias condições operacionais (ver Seção 23), a medição da influência do desempenho térmico no ângulo de incidência da irradiação no coletor (ver 18.5) e a determinação da capacidade térmica do coletor (ver Seção 24). Estes três conjuntos de parâmetros
são necessários para o cálculo da saída de calor do coletor. Esta Norma também fornece métodos para determinar parâmetros importantes adicionais, como a perda de carga e a constante de tempo.
Se o coletor for fornecido em unidades fixas de área bruta inferior a 1 m², deve ser ligado um número suficiente de módulos para proporcionar um coletor de ensaio com uma área bruta de pelo menos 1 m².
Estão disponíveis dois métodos para os ensaios de desempenho térmico: o método de regime permanente e o método de ensaio quasi dinâmico. Ambos fornecem resultados equivalentes e estão disponíveis para a conversão mútua dos conjuntos de parâmetros.
O ensaio de desempenho térmico pode ser realizado em instalações de ensaio externas, bem como
em equipamentos de ensaio internos usando um simulador solar.
17.2 Ensaio de desempenho térmico utilizando simulador solar
17.2.1 Geral
O desempenho dos coletores é afetado pela quantidade de radiação solar direta e difusa. Portanto, para os ensaios de desempenho, podem ser usados apenas simuladores solares em que um feixe de incidência quase normal de radiação solar é direcionado ao coletor.
Na prática, é difícil produzir um feixe uniforme de radiação solar simulada e, portanto, um nível médio de irradiância deve ser medido sobre a área bruta do coletor.
17.2.2 Simulador de irradiância solar para ensaios de desempenho
Os simuladores para ensaios de desempenho devem ter as seguintes características:
As lâmpadas devem produzir uma média de irradiância sobre a área bruta do coletor de pelo menos 700 W/m². Todas as medições devem começar somente após serem atingidas as condições de trabalho estáveis.
A qualquer momento, a irradiância em qualquer ponto da área bruta do coletor não pode diferir da irradiação média sobre a área bruta em mais de ± 15%. A colimação do simulador deve ser tal que os ângulos de incidência de pelo menos 80 % da irradiância solar simulada se situem no intervalo em que o modificador do ângulo de incidência do coletor não varie mais de ± 2 % do seu valor com incidência normal.
Para os coletores de placa plana típicos, esta condição normalmente é satisfeita se pelo menos 80% da radiação solar simulada recebida em qualquer ponto do coletor em ensaio tiver emanado de uma região do simulador contida em um ângulo subtendido de 60° ou menos, quando visto de qualquer ponto. Requisitos adicionais relativos à colimação aplicam-se às medições do modificador de ângulo de incidência (ver 17.2.3).
A irradiância medida G deve ser apresentada no relatório de ensaio como uma tabela para um espaçamento de malha de no máximo 150 mm sobre toda a área bruta do coletor. A irradiância Ghem deve ser medida no plano do absorvedor.
A distribuição espectral da radiação solar simulada deve ser aproximadamente equivalente à do espectro solar à massa de ar ótico de 1,5. A medição das qualidades espectrais do simulador solar deve ser efetuada no plano do coletor, no intervalo de comprimento de onda entre 0,3 μm e 3 µm, e deve ser determinada em larguras de banda iguais ou inferiores a 0,1 μm. A irradiância térmica no coletor não pode exceder a de uma cavidade de corpo negro, à temperatura do ar ambiente, em mais de 5% da irradiância hemisférica.
A determinação espectral inicial deve ser realizada após as lâmpadas terem completado o seu período de combustão. A quantidade de energia térmica infravermelha no plano do coletor deve ser medida adequadamente, ou seja, medições na faixa de comprimento de onda acima de cerca de 2,5 µm, se possível, mas começando não além de 4 um
Uma verificação deve ser feita para estabelecer o efeito da diferença no espectro no produto (to) para o coletor. Se os valores efetivos de (ta) sob o simulador e sob a massa de ar ótico de 1,5 de espectro de radiação solar diferirem em mais de ± 1%, então uma correção deve ser aplicada aos resultados do ensaio.
F: NBR 17003

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Laudo de Painel Solar: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Painel Solar

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo;

Referências normativas;
Termos e definições;
Símbolos; Geral; Visão geral do ensaio – Sequência de ensaios; Ensaios de coletores com atributos específicos;
Coletores que usam fontes externas de energia e coletores com medidas ativas ou passivas para operação normal e dispositivos de proteção;
Coletores que usam fontes de energia externas para operação normal;
Coletores usando quaisquer medidas ativas ou passivas para autoproteção;
Relatório; Coletores cogerando energia térmica e elétrica; Coletores sensíveis ao vento e/ou infravermelho (WISC); Coletores de fachadas;
Ensaios de pressão interna para canais de fluidos; Canais de fluidos feitos de materiais não poliméricos; Aparelho e procedimento; Condições de ensaio;
Canais de fluidos feitos de materiais poliméricos; Aparelho e procedimento; Resultados e relatórios;
Temperatura de estagnação padrão; Ensaio sob condições de estagnação; Medição e extrapolação da temperatura de estagnação padrão; Determinação da temperatura de estagnação padrão usando parâmetros de eficiência;
Resultados e relatórios;
Ensaio de exposição e meia exposição;
Exposição inicial ao ar livre; Método 1; Método 2; Método 3; Condições de ensaio; Resultados e relatórios;
Choque térmico externo, Ensaio de choque térmico interno; Ensaio de penetração de chuva;
Ensaio de resistência ao congelamento; Coletores resistentes a congelamento; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de carga mecânica positiva e negativa; Montagem;
Especificações particulares para coletores com sistemas de rastreamento ou outros tipos específicos de coletores;
Métodos para a aplicação das cargas; Coletores solares planos; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de desempenho térmico; Localização e montagem do coletor; Orientação do coletor ao ar livre; Sombreamento da irradiação solar direta;
Irradiância solar difusa e refletida; Irradiação térmica; Velocidade do ar ao redor; Instrumentação;
Medição de radiação solar; Piranômetro; Medição de radiação térmica; Medição da irradiância térmica ao ar livre; Medição da irradiância térmica em ambientes
fechados Medições de temperatura;
Medição da vazão; Medição da velocidade do ar sobre o coletor; Acuracidade requerida; Montagem de sensores para a medição da velocidade do ar sobre o coletor; Medição do tempo decorrido;
Dimensões do coletor; Instalação do ensaio; Coletores de aquecimento de líquidos; Fluido de transferência de calor;
Tubulações e conexões; Dispositivos de controle de vazão; Procedimentos de ensaio de desempenho térmico;
Precondicionamento do coletor;
Ensaio quasi-dinâmico; Procedimento de ensaio;  Ensaio do coletor de aquecimento de líquidos em regime permanente;
Ensaio quasi-dinâmico;
Medidas;
Requisitos de aquisição de dados;
Cálculo dos parâmetros do coletor;
Determinação da capacidade térmica efetiva e da constante de tempo;
Medição da capacidade térmica efetiva com irradiância;
Medição da capacidade térmica efetiva usando o método quasi-dinâmico;
Método de cálculo para a determinação da capacidade térmica efetiva;
Determinação da constante de tempo do coletor;
Determinação do modificador do ângulo de incidência (IAM);
Determinação da perda de carga;
Descrição do coletor;
Faixa operacional;
Dimensões e informações gerais;
Estrutura, invólucro, caixa; Absorvedor; Sistema hidráulico; Vidros/cobertura transparente; Isolamento; Tubos de calor; Refletores;
Condições de ensaio; Resultados dos ensaios; Ensaio de ruptura ou colapso; Condições de ensaio; Resultados do ensaio; Ensaio de exposição; Exposição inicial ao ar
livre;
Condições de ensaio para o Método 1; Condições de ensaio para o Método 2; Condições de ensaio para o Método 3; Resultados do ensaio; Resultados do ensaio de desempenho; Coletores que usam fontes de energia externas;
Medições de potência térmica fornecida; Relatórios de desempenho térmico; Coeficientes medidos para o cálculo da saída térmica; Saída de energia por unidade
coletora; Modificador de ângulo de incidência;
Registro de dados de requisitos de ensaio de exposição cumpridos;
Registro de inspeção final; Coeficientes de desempenho de coletores; Saída de energia do coletor; Tabela de queda de pressão do coletor;

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Painel Solar

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Painel Solar

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo;

Referências normativas;
Termos e definições;
Símbolos; Geral; Visão geral do ensaio – Sequência de ensaios; Ensaios de coletores com atributos específicos;
Coletores que usam fontes externas de energia e coletores com medidas ativas ou passivas para operação normal e dispositivos de proteção;
Coletores que usam fontes de energia externas para operação normal;
Coletores usando quaisquer medidas ativas ou passivas para autoproteção;
Relatório; Coletores cogerando energia térmica e elétrica; Coletores sensíveis ao vento e/ou infravermelho (WISC); Coletores de fachadas;
Ensaios de pressão interna para canais de fluidos; Canais de fluidos feitos de materiais não poliméricos; Aparelho e procedimento; Condições de ensaio;
Canais de fluidos feitos de materiais poliméricos; Aparelho e procedimento; Resultados e relatórios;
Temperatura de estagnação padrão; Ensaio sob condições de estagnação; Medição e extrapolação da temperatura de estagnação padrão; Determinação da temperatura de estagnação padrão usando parâmetros de eficiência;
Resultados e relatórios;
Ensaio de exposição e meia exposição;
Exposição inicial ao ar livre; Método 1; Método 2; Método 3; Condições de ensaio; Resultados e relatórios;
Choque térmico externo, Ensaio de choque térmico interno; Ensaio de penetração de chuva;
Ensaio de resistência ao congelamento; Coletores resistentes a congelamento; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de carga mecânica positiva e negativa; Montagem;
Especificações particulares para coletores com sistemas de rastreamento ou outros tipos específicos de coletores;
Métodos para a aplicação das cargas; Coletores solares planos; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de desempenho térmico; Localização e montagem do coletor; Orientação do coletor ao ar livre; Sombreamento da irradiação solar direta;
Irradiância solar difusa e refletida; Irradiação térmica; Velocidade do ar ao redor; Instrumentação;
Medição de radiação solar; Piranômetro; Medição de radiação térmica; Medição da irradiância térmica ao ar livre; Medição da irradiância térmica em ambientes
fechados Medições de temperatura;
Medição da vazão; Medição da velocidade do ar sobre o coletor; Acuracidade requerida; Montagem de sensores para a medição da velocidade do ar sobre o coletor; Medição do tempo decorrido;
Dimensões do coletor; Instalação do ensaio; Coletores de aquecimento de líquidos; Fluido de transferência de calor;
Tubulações e conexões; Dispositivos de controle de vazão; Procedimentos de ensaio de desempenho térmico;
Precondicionamento do coletor;
Ensaio quasi-dinâmico; Procedimento de ensaio;  Ensaio do coletor de aquecimento de líquidos em regime permanente;
Ensaio quasi-dinâmico;
Medidas;
Requisitos de aquisição de dados;
Cálculo dos parâmetros do coletor;
Determinação da capacidade térmica efetiva e da constante de tempo;
Medição da capacidade térmica efetiva com irradiância;
Medição da capacidade térmica efetiva usando o método quasi-dinâmico;
Método de cálculo para a determinação da capacidade térmica efetiva;
Determinação da constante de tempo do coletor;
Determinação do modificador do ângulo de incidência (IAM);
Determinação da perda de carga;
Descrição do coletor;
Faixa operacional;
Dimensões e informações gerais;
Estrutura, invólucro, caixa; Absorvedor; Sistema hidráulico; Vidros/cobertura transparente; Isolamento; Tubos de calor; Refletores;
Condições de ensaio; Resultados dos ensaios; Ensaio de ruptura ou colapso; Condições de ensaio; Resultados do ensaio; Ensaio de exposição; Exposição inicial ao ar
livre;
Condições de ensaio para o Método 1; Condições de ensaio para o Método 2; Condições de ensaio para o Método 3; Resultados do ensaio; Resultados do ensaio de desempenho; Coletores que usam fontes de energia externas;
Medições de potência térmica fornecida; Relatórios de desempenho térmico; Coeficientes medidos para o cálculo da saída térmica; Saída de energia por unidade
coletora; Modificador de ângulo de incidência;
Registro de dados de requisitos de ensaio de exposição cumpridos;
Registro de inspeção final; Coeficientes de desempenho de coletores; Saída de energia do coletor; Tabela de queda de pressão do coletor;

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Painel Solar

Referencias Normativas

Laudo de Painel Solar

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
ABNT NBR 17003 – Sistemas solares térmicos e seus componentes — Coletores solares — Requisitos gerais e métodos de ensaio;
ABNT NBR 10899 – Energia solar fotovoltaica — Terminologia;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;

ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Painel Solar

Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Painel Solar

Complementos

Laudo de Painel Solar

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Laudo de Painel Solar

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Painel Solar:
17 Ensaio de desempenho térmico
17.1 Geral
Os ensaios de desempenho térmico dos coletores termos solares incluem pelo menos a avaliação da potência térmica fornecida pelo coletor sob várias condições operacionais (ver Seção 23), a medição da influência do desempenho térmico no ângulo de incidência da irradiação no coletor (ver 18.5) e a determinação da capacidade térmica do coletor (ver Seção 24). Estes três conjuntos de parâmetros
são necessários para o cálculo da saída de calor do coletor. Esta Norma também fornece métodos para determinar parâmetros importantes adicionais, como a perda de carga e a constante de tempo.
Se o coletor for fornecido em unidades fixas de área bruta inferior a 1 m², deve ser ligado um número suficiente de módulos para proporcionar um coletor de ensaio com uma área bruta de pelo menos 1 m².
Estão disponíveis dois métodos para os ensaios de desempenho térmico: o método de regime permanente e o método de ensaio quasi dinâmico. Ambos fornecem resultados equivalentes e estão disponíveis para a conversão mútua dos conjuntos de parâmetros.
O ensaio de desempenho térmico pode ser realizado em instalações de ensaio externas, bem como
em equipamentos de ensaio internos usando um simulador solar.
17.2 Ensaio de desempenho térmico utilizando simulador solar
17.2.1 Geral
O desempenho dos coletores é afetado pela quantidade de radiação solar direta e difusa. Portanto, para os ensaios de desempenho, podem ser usados apenas simuladores solares em que um feixe de incidência quase normal de radiação solar é direcionado ao coletor.
Na prática, é difícil produzir um feixe uniforme de radiação solar simulada e, portanto, um nível médio de irradiância deve ser medido sobre a área bruta do coletor.
17.2.2 Simulador de irradiância solar para ensaios de desempenho
Os simuladores para ensaios de desempenho devem ter as seguintes características:
As lâmpadas devem produzir uma média de irradiância sobre a área bruta do coletor de pelo menos 700 W/m². Todas as medições devem começar somente após serem atingidas as condições de trabalho estáveis.
A qualquer momento, a irradiância em qualquer ponto da área bruta do coletor não pode diferir da irradiação média sobre a área bruta em mais de ± 15%. A colimação do simulador deve ser tal que os ângulos de incidência de pelo menos 80 % da irradiância solar simulada se situem no intervalo em que o modificador do ângulo de incidência do coletor não varie mais de ± 2 % do seu valor com incidência normal.
Para os coletores de placa plana típicos, esta condição normalmente é satisfeita se pelo menos 80% da radiação solar simulada recebida em qualquer ponto do coletor em ensaio tiver emanado de uma região do simulador contida em um ângulo subtendido de 60° ou menos, quando visto de qualquer ponto. Requisitos adicionais relativos à colimação aplicam-se às medições do modificador de ângulo de incidência (ver 17.2.3).
A irradiância medida G deve ser apresentada no relatório de ensaio como uma tabela para um espaçamento de malha de no máximo 150 mm sobre toda a área bruta do coletor. A irradiância Ghem deve ser medida no plano do absorvedor.
A distribuição espectral da radiação solar simulada deve ser aproximadamente equivalente à do espectro solar à massa de ar ótico de 1,5. A medição das qualidades espectrais do simulador solar deve ser efetuada no plano do coletor, no intervalo de comprimento de onda entre 0,3 μm e 3 µm, e deve ser determinada em larguras de banda iguais ou inferiores a 0,1 μm. A irradiância térmica no coletor não pode exceder a de uma cavidade de corpo negro, à temperatura do ar ambiente, em mais de 5% da irradiância hemisférica.
A determinação espectral inicial deve ser realizada após as lâmpadas terem completado o seu período de combustão. A quantidade de energia térmica infravermelha no plano do coletor deve ser medida adequadamente, ou seja, medições na faixa de comprimento de onda acima de cerca de 2,5 µm, se possível, mas começando não além de 4 um
Uma verificação deve ser feita para estabelecer o efeito da diferença no espectro no produto (to) para o coletor. Se os valores efetivos de (ta) sob o simulador e sob a massa de ar ótico de 1,5 de espectro de radiação solar diferirem em mais de ± 1%, então uma correção deve ser aplicada aos resultados do ensaio.
F: NBR 17003

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Licensor’s author: Freepik

Laudo de Painel Solar: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Painel Solar

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo;

Referências normativas;
Termos e definições;
Símbolos; Geral; Visão geral do ensaio – Sequência de ensaios; Ensaios de coletores com atributos específicos;
Coletores que usam fontes externas de energia e coletores com medidas ativas ou passivas para operação normal e dispositivos de proteção;
Coletores que usam fontes de energia externas para operação normal;
Coletores usando quaisquer medidas ativas ou passivas para autoproteção;
Relatório; Coletores cogerando energia térmica e elétrica; Coletores sensíveis ao vento e/ou infravermelho (WISC); Coletores de fachadas;
Ensaios de pressão interna para canais de fluidos; Canais de fluidos feitos de materiais não poliméricos; Aparelho e procedimento; Condições de ensaio;
Canais de fluidos feitos de materiais poliméricos; Aparelho e procedimento; Resultados e relatórios;
Temperatura de estagnação padrão; Ensaio sob condições de estagnação; Medição e extrapolação da temperatura de estagnação padrão; Determinação da temperatura de estagnação padrão usando parâmetros de eficiência;
Resultados e relatórios;
Ensaio de exposição e meia exposição;
Exposição inicial ao ar livre; Método 1; Método 2; Método 3; Condições de ensaio; Resultados e relatórios;
Choque térmico externo, Ensaio de choque térmico interno; Ensaio de penetração de chuva;
Ensaio de resistência ao congelamento; Coletores resistentes a congelamento; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de carga mecânica positiva e negativa; Montagem;
Especificações particulares para coletores com sistemas de rastreamento ou outros tipos específicos de coletores;
Métodos para a aplicação das cargas; Coletores solares planos; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de desempenho térmico; Localização e montagem do coletor; Orientação do coletor ao ar livre; Sombreamento da irradiação solar direta;
Irradiância solar difusa e refletida; Irradiação térmica; Velocidade do ar ao redor; Instrumentação;
Medição de radiação solar; Piranômetro; Medição de radiação térmica; Medição da irradiância térmica ao ar livre; Medição da irradiância térmica em ambientes
fechados Medições de temperatura;
Medição da vazão; Medição da velocidade do ar sobre o coletor; Acuracidade requerida; Montagem de sensores para a medição da velocidade do ar sobre o coletor; Medição do tempo decorrido;
Dimensões do coletor; Instalação do ensaio; Coletores de aquecimento de líquidos; Fluido de transferência de calor;
Tubulações e conexões; Dispositivos de controle de vazão; Procedimentos de ensaio de desempenho térmico;
Precondicionamento do coletor;
Ensaio quasi-dinâmico; Procedimento de ensaio;  Ensaio do coletor de aquecimento de líquidos em regime permanente;
Ensaio quasi-dinâmico;
Medidas;
Requisitos de aquisição de dados;
Cálculo dos parâmetros do coletor;
Determinação da capacidade térmica efetiva e da constante de tempo;
Medição da capacidade térmica efetiva com irradiância;
Medição da capacidade térmica efetiva usando o método quasi-dinâmico;
Método de cálculo para a determinação da capacidade térmica efetiva;
Determinação da constante de tempo do coletor;
Determinação do modificador do ângulo de incidência (IAM);
Determinação da perda de carga;
Descrição do coletor;
Faixa operacional;
Dimensões e informações gerais;
Estrutura, invólucro, caixa; Absorvedor; Sistema hidráulico; Vidros/cobertura transparente; Isolamento; Tubos de calor; Refletores;
Condições de ensaio; Resultados dos ensaios; Ensaio de ruptura ou colapso; Condições de ensaio; Resultados do ensaio; Ensaio de exposição; Exposição inicial ao ar
livre;
Condições de ensaio para o Método 1; Condições de ensaio para o Método 2; Condições de ensaio para o Método 3; Resultados do ensaio; Resultados do ensaio de desempenho; Coletores que usam fontes de energia externas;
Medições de potência térmica fornecida; Relatórios de desempenho térmico; Coeficientes medidos para o cálculo da saída térmica; Saída de energia por unidade
coletora; Modificador de ângulo de incidência;
Registro de dados de requisitos de ensaio de exposição cumpridos;
Registro de inspeção final; Coeficientes de desempenho de coletores; Saída de energia do coletor; Tabela de queda de pressão do coletor;

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Painel Solar

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Painel Solar

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo;

Referências normativas;
Termos e definições;
Símbolos; Geral; Visão geral do ensaio – Sequência de ensaios; Ensaios de coletores com atributos específicos;
Coletores que usam fontes externas de energia e coletores com medidas ativas ou passivas para operação normal e dispositivos de proteção;
Coletores que usam fontes de energia externas para operação normal;
Coletores usando quaisquer medidas ativas ou passivas para autoproteção;
Relatório; Coletores cogerando energia térmica e elétrica; Coletores sensíveis ao vento e/ou infravermelho (WISC); Coletores de fachadas;
Ensaios de pressão interna para canais de fluidos; Canais de fluidos feitos de materiais não poliméricos; Aparelho e procedimento; Condições de ensaio;
Canais de fluidos feitos de materiais poliméricos; Aparelho e procedimento; Resultados e relatórios;
Temperatura de estagnação padrão; Ensaio sob condições de estagnação; Medição e extrapolação da temperatura de estagnação padrão; Determinação da temperatura de estagnação padrão usando parâmetros de eficiência;
Resultados e relatórios;
Ensaio de exposição e meia exposição;
Exposição inicial ao ar livre; Método 1; Método 2; Método 3; Condições de ensaio; Resultados e relatórios;
Choque térmico externo, Ensaio de choque térmico interno; Ensaio de penetração de chuva;
Ensaio de resistência ao congelamento; Coletores resistentes a congelamento; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de carga mecânica positiva e negativa; Montagem;
Especificações particulares para coletores com sistemas de rastreamento ou outros tipos específicos de coletores;
Métodos para a aplicação das cargas; Coletores solares planos; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de desempenho térmico; Localização e montagem do coletor; Orientação do coletor ao ar livre; Sombreamento da irradiação solar direta;
Irradiância solar difusa e refletida; Irradiação térmica; Velocidade do ar ao redor; Instrumentação;
Medição de radiação solar; Piranômetro; Medição de radiação térmica; Medição da irradiância térmica ao ar livre; Medição da irradiância térmica em ambientes
fechados Medições de temperatura;
Medição da vazão; Medição da velocidade do ar sobre o coletor; Acuracidade requerida; Montagem de sensores para a medição da velocidade do ar sobre o coletor; Medição do tempo decorrido;
Dimensões do coletor; Instalação do ensaio; Coletores de aquecimento de líquidos; Fluido de transferência de calor;
Tubulações e conexões; Dispositivos de controle de vazão; Procedimentos de ensaio de desempenho térmico;
Precondicionamento do coletor;
Ensaio quasi-dinâmico; Procedimento de ensaio;  Ensaio do coletor de aquecimento de líquidos em regime permanente;
Ensaio quasi-dinâmico;
Medidas;
Requisitos de aquisição de dados;
Cálculo dos parâmetros do coletor;
Determinação da capacidade térmica efetiva e da constante de tempo;
Medição da capacidade térmica efetiva com irradiância;
Medição da capacidade térmica efetiva usando o método quasi-dinâmico;
Método de cálculo para a determinação da capacidade térmica efetiva;
Determinação da constante de tempo do coletor;
Determinação do modificador do ângulo de incidência (IAM);
Determinação da perda de carga;
Descrição do coletor;
Faixa operacional;
Dimensões e informações gerais;
Estrutura, invólucro, caixa; Absorvedor; Sistema hidráulico; Vidros/cobertura transparente; Isolamento; Tubos de calor; Refletores;
Condições de ensaio; Resultados dos ensaios; Ensaio de ruptura ou colapso; Condições de ensaio; Resultados do ensaio; Ensaio de exposição; Exposição inicial ao ar
livre;
Condições de ensaio para o Método 1; Condições de ensaio para o Método 2; Condições de ensaio para o Método 3; Resultados do ensaio; Resultados do ensaio de desempenho; Coletores que usam fontes de energia externas;
Medições de potência térmica fornecida; Relatórios de desempenho térmico; Coeficientes medidos para o cálculo da saída térmica; Saída de energia por unidade
coletora; Modificador de ângulo de incidência;
Registro de dados de requisitos de ensaio de exposição cumpridos;
Registro de inspeção final; Coeficientes de desempenho de coletores; Saída de energia do coletor; Tabela de queda de pressão do coletor;

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Painel Solar

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Laudo de Painel Solar

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Painel Solar

Complementos

Laudo de Painel Solar

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Laudo de Painel Solar

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Painel Solar:
17 Ensaio de desempenho térmico
17.1 Geral
Os ensaios de desempenho térmico dos coletores termos solares incluem pelo menos a avaliação da potência térmica fornecida pelo coletor sob várias condições operacionais (ver Seção 23), a medição da influência do desempenho térmico no ângulo de incidência da irradiação no coletor (ver 18.5) e a determinação da capacidade térmica do coletor (ver Seção 24). Estes três conjuntos de parâmetros
são necessários para o cálculo da saída de calor do coletor. Esta Norma também fornece métodos para determinar parâmetros importantes adicionais, como a perda de carga e a constante de tempo.
Se o coletor for fornecido em unidades fixas de área bruta inferior a 1 m², deve ser ligado um número suficiente de módulos para proporcionar um coletor de ensaio com uma área bruta de pelo menos 1 m².
Estão disponíveis dois métodos para os ensaios de desempenho térmico: o método de regime permanente e o método de ensaio quasi dinâmico. Ambos fornecem resultados equivalentes e estão disponíveis para a conversão mútua dos conjuntos de parâmetros.
O ensaio de desempenho térmico pode ser realizado em instalações de ensaio externas, bem como
em equipamentos de ensaio internos usando um simulador solar.
17.2 Ensaio de desempenho térmico utilizando simulador solar
17.2.1 Geral
O desempenho dos coletores é afetado pela quantidade de radiação solar direta e difusa. Portanto, para os ensaios de desempenho, podem ser usados apenas simuladores solares em que um feixe de incidência quase normal de radiação solar é direcionado ao coletor.
Na prática, é difícil produzir um feixe uniforme de radiação solar simulada e, portanto, um nível médio de irradiância deve ser medido sobre a área bruta do coletor.
17.2.2 Simulador de irradiância solar para ensaios de desempenho
Os simuladores para ensaios de desempenho devem ter as seguintes características:
As lâmpadas devem produzir uma média de irradiância sobre a área bruta do coletor de pelo menos 700 W/m². Todas as medições devem começar somente após serem atingidas as condições de trabalho estáveis.
A qualquer momento, a irradiância em qualquer ponto da área bruta do coletor não pode diferir da irradiação média sobre a área bruta em mais de ± 15%. A colimação do simulador deve ser tal que os ângulos de incidência de pelo menos 80 % da irradiância solar simulada se situem no intervalo em que o modificador do ângulo de incidência do coletor não varie mais de ± 2 % do seu valor com incidência normal.
Para os coletores de placa plana típicos, esta condição normalmente é satisfeita se pelo menos 80% da radiação solar simulada recebida em qualquer ponto do coletor em ensaio tiver emanado de uma região do simulador contida em um ângulo subtendido de 60° ou menos, quando visto de qualquer ponto. Requisitos adicionais relativos à colimação aplicam-se às medições do modificador de ângulo de incidência (ver 17.2.3).
A irradiância medida G deve ser apresentada no relatório de ensaio como uma tabela para um espaçamento de malha de no máximo 150 mm sobre toda a área bruta do coletor. A irradiância Ghem deve ser medida no plano do absorvedor.
A distribuição espectral da radiação solar simulada deve ser aproximadamente equivalente à do espectro solar à massa de ar ótico de 1,5. A medição das qualidades espectrais do simulador solar deve ser efetuada no plano do coletor, no intervalo de comprimento de onda entre 0,3 μm e 3 µm, e deve ser determinada em larguras de banda iguais ou inferiores a 0,1 μm. A irradiância térmica no coletor não pode exceder a de uma cavidade de corpo negro, à temperatura do ar ambiente, em mais de 5% da irradiância hemisférica.
A determinação espectral inicial deve ser realizada após as lâmpadas terem completado o seu período de combustão. A quantidade de energia térmica infravermelha no plano do coletor deve ser medida adequadamente, ou seja, medições na faixa de comprimento de onda acima de cerca de 2,5 µm, se possível, mas começando não além de 4 um
Uma verificação deve ser feita para estabelecer o efeito da diferença no espectro no produto (to) para o coletor. Se os valores efetivos de (ta) sob o simulador e sob a massa de ar ótico de 1,5 de espectro de radiação solar diferirem em mais de ± 1%, então uma correção deve ser aplicada aos resultados do ensaio.
F: NBR 17003

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