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Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26 Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26
f: teclumos

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

O Relatório Técnico Atmosferas Explosivas – Parte 26 Equipamento com Elementos de Separação ou Níveis de Proteção Combinados conforme NBR 60079, especifica os requisitos alternativos para a fabricação, ensaios e marcação de equipamentos “Ex” que contenham partes de equipamentos com diferentes níveis de proteção de equipamento (EPL – equipment protection level) e elementos de separação.

Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Atmosferas Explosivas – Parte 26 Equipamento com Elementos de Separação ou Níveis de Proteção Combinados – NBR 60079-26 + Elaboração de Relatório Técnico

Referência: 185603

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos  NBR 60079-26
O Relatório Técnico Atmosferas Explosivas – Parte 26 Equipamento com Elementos de Separação ou Níveis de Proteção Combinados conforme NBR 60079, especifica os requisitos alternativos para a fabricação, ensaios e marcação de equipamentos “Ex” que contenham partes de equipamentos com diferentes níveis de proteção de equipamento (EPL – equipment protection level) e elementos de separação.

Estes equipamentos “Ex” são montados em fronteiras onde diferentes EPL são requeridos, por exemplo, entre diferentes áreas classificadas contendo gases inflamáveis ou poeiras combustíveis ou em áreas classificadas contendo gases inflamáveis adjacentes a áreas classificadas contendo poeiras combustíveis.
Um exemplo: um equipamento “Ex” instalado em uma parede de um tanque de armazenamento localizado em Zona 1 e contendo Zona 0 no seu interior. Os elementos de separação são considerados para equipamentos elétricos e não elétricos. Se a energia mecânica puder ser transformada em uma fonte potencial de ignição, adicionalmente, uma avaliação de risco de ignição de acordo com a NBR ISO 80079-36 é realizada e as medidas adequadas são tomadas. As medidas adequadas podem ser encontradas nas NBR ISO 80079-37 ou IEC TS 60079-42.
Este documento também especifica os requisitos para a combinação de dois tipos de proteção, cada um com EPL Gb (equipamento com nível de proteção alto), para atingir EPL Ga (equipamento com nível de proteção muito alto). Exemplos estão incluídos nessa no Este documento suplementa e modifica os requisitos gerais da NBR IEC 60079-0. Quando um requisito deste documento conflitar com um requisito da NBR IEC 60079-0, prevalece o requisito deste documento.

Como devem ser as conexões ao processo conforme NBR IEC 60079-26?
Conexões ao processo Se o equipamento for montado atravessando a fronteira entre diferentes áreas classificadas, a construção deve assegurar que, sob condições normais de operação:

a) atmosferas explosivas de gás ou atmosferas explosivas de poeiras combustíveis não possam ser liberadas de uma área para a outra; e
b) no caso de uma ignição de uma atmosfera explosiva na área circunvizinha não haja propagação da chama para o interior da contenção com EPL mais alto.
O equipamento deve ser projetado para permitir a instalação de maneira que resulte em uma junta suficientemente apertada (IP66 ou IP67 de acordo com a ABNT NBR IEC 60529) ou uma junta à prova de explosão, de acordo com ABNT NBR IEC 60079-1 (juntas especificadas para um volume 5100 cm3) entre um tipo de área classificada e a outra.
As conexões de processos devem estar de acordo com uma norma internacional ou norma nacional equivalente.

Como devem ser ensaiados os elementos de separação conforme NBR IEC 60079-26?
7.2 Elementos de separação

Elementos de separação de acordo com a Seção 5 devem ser ensaiados de maneira que os parâmetros operacionais (por exemplo, limites de pressão ou temperatura) Informados pelo fabricante sejam verificados.
NOTA: Para paredes divisórias de metal, vidro ou cerâmica não é um requisito desta norma que seja verificada a conformidade com os dados técnicos do fabricante.
Paredes divisórias, de acordo com 5 2 3-b) que estão expostas a:
– Pressão operacional: Devem ser submetidos ao ensaio de resistência térmica da ABNT NBR IEC 60079-0, seguido por um ensaio de pressão. O ensaio de pressão deve ser realizado na temperatura operacional nominal máxima e pressão operacional, aplicada do lado do processo na parede divisória, por pelo menos por 1 min, sem vazamento visível.
– Esforço vibracional constante: Deve ter o limite de resistência vibracional especificado (ciclos) verificado com um ciclo de pressão de acordo com a ABNT IEC/TS 60079-40, com o número especificado de ciclos. Após o ensaio cíclico, a pressão operacional máxima especificada deve ser aplicada na parede divisória por pelo menos 1 min, sem vazamento visível. Fonte: NBR 60079-26 – Equipe Target.
NOTA BRASILEIRA A ABNT IEC/TS 60079-40, Atmosferas explosivas – Parte 40; Requisitos para selagem de processo entre fluidos inflamáveis de processo e sistemas elétricos, apresenta requisitos para a selagem entre equipamentos elétricos “Ex” e o processo.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26:

[…Para atingir EPL Ga, o equipamento elétrico pode cumprir os requisitos de dois tipos independentes de proteção, cada um de EPL Gb. Se um tipo de proteção falhar, o outro tipo de proteção deve continuar a funcionar. Então, mesmo durante raros maus funcionamentos, por exemplo, duas falhas independentes, nenhuma fonte de ignição pode ocorrer.
Os tipos de proteção independentes não podem apresentar um modo de falha comum, exceto como especificado a seguir. Os tipos de proteção combinados proporcionando EPL Gb devem depender de diferentes princípios físicos de proteção. Um exemplo de um modo de falha comum inaceitável é um invólucro Ex “db” contendo componentes centelhantes instalados no interior de um invólucro Ex “eb”.
Se o invólucro Ex “db” for comprometido, isto pode também comprometer o invólucro Ex “eb”. Na combinação de Ex “db” e Ex “q”, ambos dependem de evitar a propagação de chama (mesmo princípio de proteção física) e não adequados em combinação. Na prática, algumas combinações podem não ser adequadas, por exemplo, a combinação de imersão por óleo “o b” e preenchimento em areia “q”.
Os dois tipos de proteção devem ser avaliados utilizando a condição de falha mais crítica do outro tipo de proteção. Quando combinando segurança intrínseca, tipo de proteção “ib”, com outros tipos de proteção, o segundo deve ser avaliado após a aplicação de falhas ao equipamento intrinsecamente seguro que resulte na condição mais crítica, como especificado na NBR IEC 60079-11.
A dissipação térmica deve ser considerada no caso de uma falha de um tipo de proteção. Quando utilizando dois tipos de proteção, os quais dependem do mesmo parâmetro (por exemplo, a distância de isolação combinando Ex “ib” com Ex “eb”), o requisito mais restritivo dos tipos de proteção deve ser aplicado.
Se dois tipos de proteção forem combinados, os quais ambos dependem do invólucro, um dos seguintes requisitos deve ser atendido: se dois invólucros forem utilizados (um totalmente inserido dentro de outro), cada invólucro deve atender aos requisitos do respectivo tipo de proteção; ou se somente um invólucro for utilizado, o invólucro e os prensa-cabos devem atender aos requisitos do ensaio de impacto da NBR IEC 60079-0, utilizando os valores do Grupo I.
São descritos a seguir exemplos de combinações de dois tipos de proteção aplicáveis independentes: transmissores indutivos (por exemplo, chaves de proximidade, sensores elétricos de posição) com intrinsecamente seguro “ib” envolvido por encapsulamento “mb”. As conexões para circuitos intrinsecamente seguros “ib” podem ser protegidas por segurança aumentada “eb”.
Uma luminária projetada como segurança aumentada “eb”, que pode estar incorporada em um invólucro à prova de explosão “db. Transdutores de medição com intrinsecamente seguro “ib” e um invólucro à prova de explosão “db”. Um equipamento com circuitos elétricos intrinsecamente seguros “ib”, adicionalmente protegido por um preenchimento de areia “q”. Válvulas eletromagnéticas com encapsulamento “mb”, envolvidas por um invólucro à prova de explosão “db”. Segurança aumentada “eb”, com equipamento pressurizado “pxb”.
As conexões elétricas e os cabos permanentemente conectados do equipamento “Ex” situado no interior de uma área classificada que requeira equipamentos “Ex” com EPL Ga devem atender aos requisitos de EPL Ga. Os equipamentos que são montados de forma completa ou formam parte de uma parede na fronteira entre diferentes Zonas podem conter diferentes partes que estejam de acordo com diferentes EPL.
Neste caso, o equipamento deve conter um elemento de separação entre as diferentes partes no equipamento. Os equipamentos que estiverem totalmente de acordo com um EPL, que seja adequado para ambas as Zonas, em qualquer lado da fronteira, não requer um elemento de separação que esteja de acordo com os requisitos deste documento.
Os requisitos básicos descritos a seguir são aplicáveis para elementos de separação. Um elemento de separação deve proporcionar uma fronteira entre diferentes áreas ou diferentes partes do equipamento que atendam a diferentes EPL, para evitar a migração de gases ou vapores inflamáveis ou poeiras combustíveis a partir de partes do equipamento com EPL mais alto em partes do equipamento com EPL mais baixo.
Se uma fonte potencial de ignição se tornar ativa em partes do equipamento com o EPL mais baixo, esta fonte não pode atuar como fonte de ignição em parte do equipamento com o EPL mais alto, por exemplo, a temperatura de superfície permissível do elemento da separação não pode ser excedida. Se uma ignição pode ocorrer em uma parte do equipamento com EPL mais baixo, a propagação da chama para a parte com EPL mais alto deve ser evitada. Esta consideração não é aplicável para invólucros com EPL Db ou Dc, com exclusão de poeira de acordo com IP5X.
O EPL Gc é considerado mais baixo que o EPL Gb ou EPL Ga. O EPL Gb é considerado mais baixo que o EPL Ga. O mesmo princípio é aplicado aos EPL Da, Db e Dc. Dessa forma, as paredes divisórias devem ser construídas de: metal resistente à corrosão, vidro ou cerâmica; ou outros materiais, dos quais possa ser verificado se proporcionam o mesmo nível de segurança.
Neste caso, o número do certificado deve incluir um sufixo “X” de acordo com os requisitos de marcação da NBR IEC 60079-0 e o certificado deve incluir requisitos específicos de instalação bem como o material deve ser especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Se a parede divisória estiver sob tensão vibracional constante (por exemplo, membranas vibratórias), o limite mínimo de resistência na máxima amplitude deve ser definido nas instruções do fabricante.
Para cargas mecânicas (por exemplo pressão, cargas estáticas ou torque), os requisitos aplicáveis de segurança da norma industrial pertinente devem ser aplicados. Devido à pressão máxima de processo, cargas ou temperatura permitida, o elemento de separação não pode prejudicar o tipo de proteção.
Para partições de vidro ou cerâmica, é requerida uma espessura mínima de 10% do diâmetro ou da dimensão máxima, com uma espessura mínima de 1 mm. Uma parede divisória fabricada de outros materiais, além do metal, vidro ou cerâmica, devem ser submetida a ensaios de resistência térmica, de acordo com a NBR IEC 60079-0, antes do ensaio de IP.
As paredes divisórias utilizadas em equipamentos montados na parede de contenção de fronteira de Zona 20 ou Zona 21 devem ser estanques à poeira, de acordo com o IP6X para as condições de processo especificadas (por exemplo, pressão de processo). Quando uma área circunvizinha for classificada como Zona 1 ou Zona 2, a parede divisória deve adicionalmente atender os requisitos do invólucro indicados na NBR IEC 60079-31, de forma a assegurar que uma mistura híbrida não seja formada dentro do equipamento.
As paredes divisórias que separam EPL Da/Db devem atender ao ensaio de tipo para invólucros EPL Da. As paredes divisórias que separam Db/Gb devem atender ao ensaio de tipo para invólucros Db. As paredes divisórias metálicas com espessura ≥ 1 mm podem ser instaladas com uma bucha condutiva. (ver a figura abaixo).
Uma bucha deve possuir uma taxa de vazamento equivalente à taxa de vazamento do hélio ou menor que 10−2 Pa × l/s a uma diferença de pressão de 105 Pa. Uma bucha consistindo em uma luva metálica soldada com um comprimento L ≥ 10 mm e um isolante ou vidro fundido, cerâmica soldada ou resina epóxi é considerado como estanque à difusão de gás sem necessidade de ensaios. Devido à baixa taxa de vazamento através da bucha, é reduzida a probabilidade que uma concentração crítica da atmosfera explosiva de gás estar acumulada na parte atendendo ao EPL mais baixo.
As juntas suplementando paredes divisórias para EPL Ga ou Gb devem estar de acordo com o descrito a seguir: aos requisitos da NBR IEC 60079-1; para determinar as características da junta, volume livre do invólucro contendo circuitos elétricos devem ser utilizados para determinar as características da junta, ensaios de não transmissão não são requeridos; uma construção, onde o mesmo nível de segurança que para a) possa ser demonstrado.
Por exemplo, uma bucha cilíndrica em PTFE, comprimida no ajuste adequado para o interior de um invólucro metálico por um comprimento ≥ 40 mm. Uma junta permanentemente comprimida com um comprimento de pelo menos 17 mm é também adequada (por exemplo, utilizando uma bucha cônica PTFE comprimida por uma mola).
Os componentes não metálicos em elementos de separação devem atender aos requisitos da IEC 60695-11-10, categoria de inflamabilidade V-0. O material deve estar especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Para as paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural, a ventilação deve assegurar que, sob as condições de processo mais severas especificadas pelo fabricante e os vazamentos previstos, é evitado um acúmulo de materiais inflamáveis no equipamento.
Sob condições atmosféricas do processo, a ventilação é suficiente para todos os gases, vapores e névoas, se o comprimento do espaçamento de ar for L ≥ 10 mm e a perfuração efetiva na circunferência for de pelo menos 50 %. As paredes divisórias metálicas, com espessura maior que 1 mm e espaçamento de ar adequado, podem ser instaladas, por exemplo, com uma junta de eixo cilíndrica à prova de explosão de acordo com a NBR IEC 60079-1.
A especificação da junta deve estar definida de acordo com a NBR IEC 60079-1 para o volume mínimo < 100 cm³ para o tipo de junta. Neste caso, o espaçamento de ventilação deve possuir um comprimento mínimo de L = 10 mm ou um comprimento igual ao diâmetro do eixo, o que for maior.
Fonte: NBR 60079-26

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Elementos de separação;  Generalidades;

Requisitos básicos;
Paredes divisórias mecânicas;
Paredes metálicas de separação com buchas condutivas estanques a gás;
Paredes de separação suplementadas por uma junta;
Paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural;
Requisitos dependendo da espessura das paredes de separação;
Conexões ao processo; Ensaios de tipo; Tipos de Proteção normalizados;
Elementos de separação; Avaliação da temperatura; Marcação; Generalidades;
Equipamentos “Ex” com dois Tipos de Proteção combinados;
Equipamentos “Ex” contendo partes com EPL diferentes;
Exemplos de marcação; Instruções; Elementos de separação;
Conexões ao processo; Designação do EPL;
Tipos de fabricação para elementos de separação;
Parede de separação com uma bucha condutiva considerada como estanque à difusão de gás;
Exemplo de um elemento de separação com uma junta com eixo cilíndrico e ventilação;
Exemplo G de marcação de equipamento “Ex” com um elemento de separação;
Requisitos para equipamentos “Ex” contendo partes com diferentes EPL
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados ia fronteira de Zona 1;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 20;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 21;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O em Zona 21 ou Zona 22;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 1 em Zona 21 ou Zona 2;
Fonte: NBR 60079-26

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Elementos de separação;  Generalidades;

Requisitos básicos;
Paredes divisórias mecânicas;
Paredes metálicas de separação com buchas condutivas estanques a gás;
Paredes de separação suplementadas por uma junta;
Paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural;
Requisitos dependendo da espessura das paredes de separação;
Conexões ao processo; Ensaios de tipo; Tipos de Proteção normalizados;
Elementos de separação; Avaliação da temperatura; Marcação; Generalidades;
Equipamentos “Ex” com dois Tipos de Proteção combinados;
Equipamentos “Ex” contendo partes com EPL diferentes;
Exemplos de marcação; Instruções; Elementos de separação;
Conexões ao processo; Designação do EPL;
Tipos de fabricação para elementos de separação;
Parede de separação com uma bucha condutiva considerada como estanque à difusão de gás;
Exemplo de um elemento de separação com uma junta com eixo cilíndrico e ventilação;
Exemplo G de marcação de equipamento “Ex” com um elemento de separação;
Requisitos para equipamentos “Ex” contendo partes com diferentes EPL
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados ia fronteira de Zona 1;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 20;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 21;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O em Zona 21 ou Zona 22;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 1 em Zona 21 ou Zona 2;
Fonte: NBR 60079-26

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

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Referencias Normativas

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 19 – Explosivos;
NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis
NR 23 – Proteção Contra Incêndio;
ABNT NBR IEC 60079-26 – Atmosferas explosivas – Parte 26: Equipamento com elementos de separação ou níveis de proteção combinados (28 págs);
ABNT NBR 60079-19 – Atmosferas Explosivas – Parte 19 – Reparo, revisão e recuperação de equipamentos;
ABNT NBR IEC 60079-1 – Atmosferas explosivas – Parte 1: Proteção de equipamento por invólucro à prova de explosão ‘d”;

ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Validade

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Complementos

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26:

[…Para atingir EPL Ga, o equipamento elétrico pode cumprir os requisitos de dois tipos independentes de proteção, cada um de EPL Gb. Se um tipo de proteção falhar, o outro tipo de proteção deve continuar a funcionar. Então, mesmo durante raros maus funcionamentos, por exemplo, duas falhas independentes, nenhuma fonte de ignição pode ocorrer.
Os tipos de proteção independentes não podem apresentar um modo de falha comum, exceto como especificado a seguir. Os tipos de proteção combinados proporcionando EPL Gb devem depender de diferentes princípios físicos de proteção. Um exemplo de um modo de falha comum inaceitável é um invólucro Ex “db” contendo componentes centelhantes instalados no interior de um invólucro Ex “eb”.
Se o invólucro Ex “db” for comprometido, isto pode também comprometer o invólucro Ex “eb”. Na combinação de Ex “db” e Ex “q”, ambos dependem de evitar a propagação de chama (mesmo princípio de proteção física) e não adequados em combinação. Na prática, algumas combinações podem não ser adequadas, por exemplo, a combinação de imersão por óleo “o b” e preenchimento em areia “q”.
Os dois tipos de proteção devem ser avaliados utilizando a condição de falha mais crítica do outro tipo de proteção. Quando combinando segurança intrínseca, tipo de proteção “ib”, com outros tipos de proteção, o segundo deve ser avaliado após a aplicação de falhas ao equipamento intrinsecamente seguro que resulte na condição mais crítica, como especificado na NBR IEC 60079-11.
A dissipação térmica deve ser considerada no caso de uma falha de um tipo de proteção. Quando utilizando dois tipos de proteção, os quais dependem do mesmo parâmetro (por exemplo, a distância de isolação combinando Ex “ib” com Ex “eb”), o requisito mais restritivo dos tipos de proteção deve ser aplicado.
Se dois tipos de proteção forem combinados, os quais ambos dependem do invólucro, um dos seguintes requisitos deve ser atendido: se dois invólucros forem utilizados (um totalmente inserido dentro de outro), cada invólucro deve atender aos requisitos do respectivo tipo de proteção; ou se somente um invólucro for utilizado, o invólucro e os prensa-cabos devem atender aos requisitos do ensaio de impacto da NBR IEC 60079-0, utilizando os valores do Grupo I.
São descritos a seguir exemplos de combinações de dois tipos de proteção aplicáveis independentes: transmissores indutivos (por exemplo, chaves de proximidade, sensores elétricos de posição) com intrinsecamente seguro “ib” envolvido por encapsulamento “mb”. As conexões para circuitos intrinsecamente seguros “ib” podem ser protegidas por segurança aumentada “eb”.
Uma luminária projetada como segurança aumentada “eb”, que pode estar incorporada em um invólucro à prova de explosão “db. Transdutores de medição com intrinsecamente seguro “ib” e um invólucro à prova de explosão “db”. Um equipamento com circuitos elétricos intrinsecamente seguros “ib”, adicionalmente protegido por um preenchimento de areia “q”. Válvulas eletromagnéticas com encapsulamento “mb”, envolvidas por um invólucro à prova de explosão “db”. Segurança aumentada “eb”, com equipamento pressurizado “pxb”.
As conexões elétricas e os cabos permanentemente conectados do equipamento “Ex” situado no interior de uma área classificada que requeira equipamentos “Ex” com EPL Ga devem atender aos requisitos de EPL Ga. Os equipamentos que são montados de forma completa ou formam parte de uma parede na fronteira entre diferentes Zonas podem conter diferentes partes que estejam de acordo com diferentes EPL.
Neste caso, o equipamento deve conter um elemento de separação entre as diferentes partes no equipamento. Os equipamentos que estiverem totalmente de acordo com um EPL, que seja adequado para ambas as Zonas, em qualquer lado da fronteira, não requer um elemento de separação que esteja de acordo com os requisitos deste documento.
Os requisitos básicos descritos a seguir são aplicáveis para elementos de separação. Um elemento de separação deve proporcionar uma fronteira entre diferentes áreas ou diferentes partes do equipamento que atendam a diferentes EPL, para evitar a migração de gases ou vapores inflamáveis ou poeiras combustíveis a partir de partes do equipamento com EPL mais alto em partes do equipamento com EPL mais baixo.
Se uma fonte potencial de ignição se tornar ativa em partes do equipamento com o EPL mais baixo, esta fonte não pode atuar como fonte de ignição em parte do equipamento com o EPL mais alto, por exemplo, a temperatura de superfície permissível do elemento da separação não pode ser excedida. Se uma ignição pode ocorrer em uma parte do equipamento com EPL mais baixo, a propagação da chama para a parte com EPL mais alto deve ser evitada. Esta consideração não é aplicável para invólucros com EPL Db ou Dc, com exclusão de poeira de acordo com IP5X.
O EPL Gc é considerado mais baixo que o EPL Gb ou EPL Ga. O EPL Gb é considerado mais baixo que o EPL Ga. O mesmo princípio é aplicado aos EPL Da, Db e Dc. Dessa forma, as paredes divisórias devem ser construídas de: metal resistente à corrosão, vidro ou cerâmica; ou outros materiais, dos quais possa ser verificado se proporcionam o mesmo nível de segurança.
Neste caso, o número do certificado deve incluir um sufixo “X” de acordo com os requisitos de marcação da NBR IEC 60079-0 e o certificado deve incluir requisitos específicos de instalação bem como o material deve ser especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Se a parede divisória estiver sob tensão vibracional constante (por exemplo, membranas vibratórias), o limite mínimo de resistência na máxima amplitude deve ser definido nas instruções do fabricante.
Para cargas mecânicas (por exemplo pressão, cargas estáticas ou torque), os requisitos aplicáveis de segurança da norma industrial pertinente devem ser aplicados. Devido à pressão máxima de processo, cargas ou temperatura permitida, o elemento de separação não pode prejudicar o tipo de proteção.
Para partições de vidro ou cerâmica, é requerida uma espessura mínima de 10% do diâmetro ou da dimensão máxima, com uma espessura mínima de 1 mm. Uma parede divisória fabricada de outros materiais, além do metal, vidro ou cerâmica, devem ser submetida a ensaios de resistência térmica, de acordo com a NBR IEC 60079-0, antes do ensaio de IP.
As paredes divisórias utilizadas em equipamentos montados na parede de contenção de fronteira de Zona 20 ou Zona 21 devem ser estanques à poeira, de acordo com o IP6X para as condições de processo especificadas (por exemplo, pressão de processo). Quando uma área circunvizinha for classificada como Zona 1 ou Zona 2, a parede divisória deve adicionalmente atender os requisitos do invólucro indicados na NBR IEC 60079-31, de forma a assegurar que uma mistura híbrida não seja formada dentro do equipamento.
As paredes divisórias que separam EPL Da/Db devem atender ao ensaio de tipo para invólucros EPL Da. As paredes divisórias que separam Db/Gb devem atender ao ensaio de tipo para invólucros Db. As paredes divisórias metálicas com espessura ≥ 1 mm podem ser instaladas com uma bucha condutiva. (ver a figura abaixo).
Uma bucha deve possuir uma taxa de vazamento equivalente à taxa de vazamento do hélio ou menor que 10−2 Pa × l/s a uma diferença de pressão de 105 Pa. Uma bucha consistindo em uma luva metálica soldada com um comprimento L ≥ 10 mm e um isolante ou vidro fundido, cerâmica soldada ou resina epóxi é considerado como estanque à difusão de gás sem necessidade de ensaios. Devido à baixa taxa de vazamento através da bucha, é reduzida a probabilidade que uma concentração crítica da atmosfera explosiva de gás estar acumulada na parte atendendo ao EPL mais baixo.
As juntas suplementando paredes divisórias para EPL Ga ou Gb devem estar de acordo com o descrito a seguir: aos requisitos da NBR IEC 60079-1; para determinar as características da junta, volume livre do invólucro contendo circuitos elétricos devem ser utilizados para determinar as características da junta, ensaios de não transmissão não são requeridos; uma construção, onde o mesmo nível de segurança que para a) possa ser demonstrado.
Por exemplo, uma bucha cilíndrica em PTFE, comprimida no ajuste adequado para o interior de um invólucro metálico por um comprimento ≥ 40 mm. Uma junta permanentemente comprimida com um comprimento de pelo menos 17 mm é também adequada (por exemplo, utilizando uma bucha cônica PTFE comprimida por uma mola).
Os componentes não metálicos em elementos de separação devem atender aos requisitos da IEC 60695-11-10, categoria de inflamabilidade V-0. O material deve estar especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Para as paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural, a ventilação deve assegurar que, sob as condições de processo mais severas especificadas pelo fabricante e os vazamentos previstos, é evitado um acúmulo de materiais inflamáveis no equipamento.
Sob condições atmosféricas do processo, a ventilação é suficiente para todos os gases, vapores e névoas, se o comprimento do espaçamento de ar for L ≥ 10 mm e a perfuração efetiva na circunferência for de pelo menos 50 %. As paredes divisórias metálicas, com espessura maior que 1 mm e espaçamento de ar adequado, podem ser instaladas, por exemplo, com uma junta de eixo cilíndrica à prova de explosão de acordo com a NBR IEC 60079-1.
A especificação da junta deve estar definida de acordo com a NBR IEC 60079-1 para o volume mínimo < 100 cm³ para o tipo de junta. Neste caso, o espaçamento de ventilação deve possuir um comprimento mínimo de L = 10 mm ou um comprimento igual ao diâmetro do eixo, o que for maior.
Fonte: NBR 60079-26

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Elementos de separação;  Generalidades;

Requisitos básicos;
Paredes divisórias mecânicas;
Paredes metálicas de separação com buchas condutivas estanques a gás;
Paredes de separação suplementadas por uma junta;
Paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural;
Requisitos dependendo da espessura das paredes de separação;
Conexões ao processo; Ensaios de tipo; Tipos de Proteção normalizados;
Elementos de separação; Avaliação da temperatura; Marcação; Generalidades;
Equipamentos “Ex” com dois Tipos de Proteção combinados;
Equipamentos “Ex” contendo partes com EPL diferentes;
Exemplos de marcação; Instruções; Elementos de separação;
Conexões ao processo; Designação do EPL;
Tipos de fabricação para elementos de separação;
Parede de separação com uma bucha condutiva considerada como estanque à difusão de gás;
Exemplo de um elemento de separação com uma junta com eixo cilíndrico e ventilação;
Exemplo G de marcação de equipamento “Ex” com um elemento de separação;
Requisitos para equipamentos “Ex” contendo partes com diferentes EPL
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados ia fronteira de Zona 1;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 20;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 21;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O em Zona 21 ou Zona 22;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 1 em Zona 21 ou Zona 2;
Fonte: NBR 60079-26

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Elementos de separação;  Generalidades;

Requisitos básicos;
Paredes divisórias mecânicas;
Paredes metálicas de separação com buchas condutivas estanques a gás;
Paredes de separação suplementadas por uma junta;
Paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural;
Requisitos dependendo da espessura das paredes de separação;
Conexões ao processo; Ensaios de tipo; Tipos de Proteção normalizados;
Elementos de separação; Avaliação da temperatura; Marcação; Generalidades;
Equipamentos “Ex” com dois Tipos de Proteção combinados;
Equipamentos “Ex” contendo partes com EPL diferentes;
Exemplos de marcação; Instruções; Elementos de separação;
Conexões ao processo; Designação do EPL;
Tipos de fabricação para elementos de separação;
Parede de separação com uma bucha condutiva considerada como estanque à difusão de gás;
Exemplo de um elemento de separação com uma junta com eixo cilíndrico e ventilação;
Exemplo G de marcação de equipamento “Ex” com um elemento de separação;
Requisitos para equipamentos “Ex” contendo partes com diferentes EPL
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados ia fronteira de Zona 1;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 20;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 21;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona O em Zona 21 ou Zona 22;
Equipamentos “Ex” com elementos de separação montados na fronteira da Zona 1 em Zona 21 ou Zona 2;
Fonte: NBR 60079-26

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26:

[…Para atingir EPL Ga, o equipamento elétrico pode cumprir os requisitos de dois tipos independentes de proteção, cada um de EPL Gb. Se um tipo de proteção falhar, o outro tipo de proteção deve continuar a funcionar. Então, mesmo durante raros maus funcionamentos, por exemplo, duas falhas independentes, nenhuma fonte de ignição pode ocorrer.
Os tipos de proteção independentes não podem apresentar um modo de falha comum, exceto como especificado a seguir. Os tipos de proteção combinados proporcionando EPL Gb devem depender de diferentes princípios físicos de proteção. Um exemplo de um modo de falha comum inaceitável é um invólucro Ex “db” contendo componentes centelhantes instalados no interior de um invólucro Ex “eb”.
Se o invólucro Ex “db” for comprometido, isto pode também comprometer o invólucro Ex “eb”. Na combinação de Ex “db” e Ex “q”, ambos dependem de evitar a propagação de chama (mesmo princípio de proteção física) e não adequados em combinação. Na prática, algumas combinações podem não ser adequadas, por exemplo, a combinação de imersão por óleo “o b” e preenchimento em areia “q”.
Os dois tipos de proteção devem ser avaliados utilizando a condição de falha mais crítica do outro tipo de proteção. Quando combinando segurança intrínseca, tipo de proteção “ib”, com outros tipos de proteção, o segundo deve ser avaliado após a aplicação de falhas ao equipamento intrinsecamente seguro que resulte na condição mais crítica, como especificado na NBR IEC 60079-11.
A dissipação térmica deve ser considerada no caso de uma falha de um tipo de proteção. Quando utilizando dois tipos de proteção, os quais dependem do mesmo parâmetro (por exemplo, a distância de isolação combinando Ex “ib” com Ex “eb”), o requisito mais restritivo dos tipos de proteção deve ser aplicado.
Se dois tipos de proteção forem combinados, os quais ambos dependem do invólucro, um dos seguintes requisitos deve ser atendido: se dois invólucros forem utilizados (um totalmente inserido dentro de outro), cada invólucro deve atender aos requisitos do respectivo tipo de proteção; ou se somente um invólucro for utilizado, o invólucro e os prensa-cabos devem atender aos requisitos do ensaio de impacto da NBR IEC 60079-0, utilizando os valores do Grupo I.
São descritos a seguir exemplos de combinações de dois tipos de proteção aplicáveis independentes: transmissores indutivos (por exemplo, chaves de proximidade, sensores elétricos de posição) com intrinsecamente seguro “ib” envolvido por encapsulamento “mb”. As conexões para circuitos intrinsecamente seguros “ib” podem ser protegidas por segurança aumentada “eb”.
Uma luminária projetada como segurança aumentada “eb”, que pode estar incorporada em um invólucro à prova de explosão “db. Transdutores de medição com intrinsecamente seguro “ib” e um invólucro à prova de explosão “db”. Um equipamento com circuitos elétricos intrinsecamente seguros “ib”, adicionalmente protegido por um preenchimento de areia “q”. Válvulas eletromagnéticas com encapsulamento “mb”, envolvidas por um invólucro à prova de explosão “db”. Segurança aumentada “eb”, com equipamento pressurizado “pxb”.
As conexões elétricas e os cabos permanentemente conectados do equipamento “Ex” situado no interior de uma área classificada que requeira equipamentos “Ex” com EPL Ga devem atender aos requisitos de EPL Ga. Os equipamentos que são montados de forma completa ou formam parte de uma parede na fronteira entre diferentes Zonas podem conter diferentes partes que estejam de acordo com diferentes EPL.
Neste caso, o equipamento deve conter um elemento de separação entre as diferentes partes no equipamento. Os equipamentos que estiverem totalmente de acordo com um EPL, que seja adequado para ambas as Zonas, em qualquer lado da fronteira, não requer um elemento de separação que esteja de acordo com os requisitos deste documento.
Os requisitos básicos descritos a seguir são aplicáveis para elementos de separação. Um elemento de separação deve proporcionar uma fronteira entre diferentes áreas ou diferentes partes do equipamento que atendam a diferentes EPL, para evitar a migração de gases ou vapores inflamáveis ou poeiras combustíveis a partir de partes do equipamento com EPL mais alto em partes do equipamento com EPL mais baixo.
Se uma fonte potencial de ignição se tornar ativa em partes do equipamento com o EPL mais baixo, esta fonte não pode atuar como fonte de ignição em parte do equipamento com o EPL mais alto, por exemplo, a temperatura de superfície permissível do elemento da separação não pode ser excedida. Se uma ignição pode ocorrer em uma parte do equipamento com EPL mais baixo, a propagação da chama para a parte com EPL mais alto deve ser evitada. Esta consideração não é aplicável para invólucros com EPL Db ou Dc, com exclusão de poeira de acordo com IP5X.
O EPL Gc é considerado mais baixo que o EPL Gb ou EPL Ga. O EPL Gb é considerado mais baixo que o EPL Ga. O mesmo princípio é aplicado aos EPL Da, Db e Dc. Dessa forma, as paredes divisórias devem ser construídas de: metal resistente à corrosão, vidro ou cerâmica; ou outros materiais, dos quais possa ser verificado se proporcionam o mesmo nível de segurança.
Neste caso, o número do certificado deve incluir um sufixo “X” de acordo com os requisitos de marcação da NBR IEC 60079-0 e o certificado deve incluir requisitos específicos de instalação bem como o material deve ser especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Se a parede divisória estiver sob tensão vibracional constante (por exemplo, membranas vibratórias), o limite mínimo de resistência na máxima amplitude deve ser definido nas instruções do fabricante.
Para cargas mecânicas (por exemplo pressão, cargas estáticas ou torque), os requisitos aplicáveis de segurança da norma industrial pertinente devem ser aplicados. Devido à pressão máxima de processo, cargas ou temperatura permitida, o elemento de separação não pode prejudicar o tipo de proteção.
Para partições de vidro ou cerâmica, é requerida uma espessura mínima de 10% do diâmetro ou da dimensão máxima, com uma espessura mínima de 1 mm. Uma parede divisória fabricada de outros materiais, além do metal, vidro ou cerâmica, devem ser submetida a ensaios de resistência térmica, de acordo com a NBR IEC 60079-0, antes do ensaio de IP.
As paredes divisórias utilizadas em equipamentos montados na parede de contenção de fronteira de Zona 20 ou Zona 21 devem ser estanques à poeira, de acordo com o IP6X para as condições de processo especificadas (por exemplo, pressão de processo). Quando uma área circunvizinha for classificada como Zona 1 ou Zona 2, a parede divisória deve adicionalmente atender os requisitos do invólucro indicados na NBR IEC 60079-31, de forma a assegurar que uma mistura híbrida não seja formada dentro do equipamento.
As paredes divisórias que separam EPL Da/Db devem atender ao ensaio de tipo para invólucros EPL Da. As paredes divisórias que separam Db/Gb devem atender ao ensaio de tipo para invólucros Db. As paredes divisórias metálicas com espessura ≥ 1 mm podem ser instaladas com uma bucha condutiva. (ver a figura abaixo).
Uma bucha deve possuir uma taxa de vazamento equivalente à taxa de vazamento do hélio ou menor que 10−2 Pa × l/s a uma diferença de pressão de 105 Pa. Uma bucha consistindo em uma luva metálica soldada com um comprimento L ≥ 10 mm e um isolante ou vidro fundido, cerâmica soldada ou resina epóxi é considerado como estanque à difusão de gás sem necessidade de ensaios. Devido à baixa taxa de vazamento através da bucha, é reduzida a probabilidade que uma concentração crítica da atmosfera explosiva de gás estar acumulada na parte atendendo ao EPL mais baixo.
As juntas suplementando paredes divisórias para EPL Ga ou Gb devem estar de acordo com o descrito a seguir: aos requisitos da NBR IEC 60079-1; para determinar as características da junta, volume livre do invólucro contendo circuitos elétricos devem ser utilizados para determinar as características da junta, ensaios de não transmissão não são requeridos; uma construção, onde o mesmo nível de segurança que para a) possa ser demonstrado.
Por exemplo, uma bucha cilíndrica em PTFE, comprimida no ajuste adequado para o interior de um invólucro metálico por um comprimento ≥ 40 mm. Uma junta permanentemente comprimida com um comprimento de pelo menos 17 mm é também adequada (por exemplo, utilizando uma bucha cônica PTFE comprimida por uma mola).
Os componentes não metálicos em elementos de separação devem atender aos requisitos da IEC 60695-11-10, categoria de inflamabilidade V-0. O material deve estar especificado nas instruções do fabricante, de acordo com a Seção 9. Para as paredes divisórias para atmosferas explosivas de gás suplementadas por ventilação natural, a ventilação deve assegurar que, sob as condições de processo mais severas especificadas pelo fabricante e os vazamentos previstos, é evitado um acúmulo de materiais inflamáveis no equipamento.
Sob condições atmosféricas do processo, a ventilação é suficiente para todos os gases, vapores e névoas, se o comprimento do espaçamento de ar for L ≥ 10 mm e a perfuração efetiva na circunferência for de pelo menos 50 %. As paredes divisórias metálicas, com espessura maior que 1 mm e espaçamento de ar adequado, podem ser instaladas, por exemplo, com uma junta de eixo cilíndrica à prova de explosão de acordo com a NBR IEC 60079-1.
A especificação da junta deve estar definida de acordo com a NBR IEC 60079-1 para o volume mínimo < 100 cm³ para o tipo de junta. Neste caso, o espaçamento de ventilação deve possuir um comprimento mínimo de L = 10 mm ou um comprimento igual ao diâmetro do eixo, o que for maior.
Fonte: NBR 60079-26

Laudo Atmosferas Explosivas Equipamentos NBR 60079-26: Consulte-nos.