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CURSO MANUTENÇÃO FORNO INDUSTRIAL
quinta-feira, 04 dezembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, NR14

Curso Manutenção Forno Industrial

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO EM FORNO INDÚSTRIAL (DIMENSIONAMENTO, ISOLAMENTO TÉRMICO E RESISTÊNCIAS DA PARTE DE COMANDO)

Referência: 84442

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Manutenção Forno Industrial

O Curso Manutenção Forno Industrial tem como objetivo capacitar o profissional para interpretar, analisar e executar manutenções em fornos industriais de forma segura, técnica e decisiva. A partir de uma abordagem direta, o participante compreende como diagnosticar falhas estruturais, elétricas e térmicas, correlacionando causa e efeito para garantir desempenho estável. Além disso, ele desenvolve domínio operacional sobre dimensionamento, isolamento térmico, resistências e sistemas de comando, o que fortalece a autonomia técnica e reduz intervenções incorretas.

O treinamento também busca alinhar o profissional aos requisitos obrigatórios da NR 14, assegurando que cada decisão respeite critérios de segurança e integridade operacional. Dessa forma, o participante atua com precisão ao lidar com riscos de combustão, superaquecimento, falhas elétricas e ventilação ineficaz. Em consequência, ele mantém o forno em plena conformidade normativa e prolonga a vida útil dos componentes, elevando a confiabilidade de todo o processo produtivo.

Sistema de aquecimento em alta carga, demonstrando a necessidade de ventilação adequada e controle preciso de combustão para manter a estabilidade térmica.

Sistema de aquecimento em alta carga, demonstrando a necessidade de ventilação adequada e controle preciso de combustão para manter a estabilidade térmica.

Quem deve executar o diagnóstico inicial de falhas em um forno industrial?

A execução do diagnóstico inicial deve ser realizada por um profissional que compreenda o comportamento térmico, elétrico e estrutural do forno. Esse especialista consegue identificar sinais discretos que antecedem falhas graves e interpreta a interação entre temperatura, ventilação, isolação e carga elétrica. Essa leitura técnica evita decisões precipitadas que ampliariam danos internos.

Além disso, o responsável pelo diagnóstico precisa dominar a aplicação da NR 14 para manter o forno dentro dos limites de operação segura. Ele correlaciona anomalias, identifica riscos associados à combustão, avalia perdas de eficiência e seleciona o procedimento adequado. Dessa forma, o processo de manutenção ocorre com segurança, precisão e conformidade normativa.

Quando o operador deve verificar a integridade do isolamento térmico durante a manutenção?

A verificação deve ocorrer sempre que houver alteração perceptível no desempenho térmico, como aumento no tempo de aquecimento, variações instáveis de temperatura ou consumo energético acima do normal. Esses sinais indicam deterioração do isolamento e exigem intervenção imediata para evitar perda de rendimento e sobrecarga dos componentes internos.

Integridade do Isolamento Térmico

Elemento avaliado Sinal de anomalia Impacto no forno
Linha de vedação Escurecimento ou fissuras Perda de calor e aumento do consumo
Painéis isolantes Deformação por calor Superaquecimento estrutural
Refratários Trincas ou deslocamento Desuniformidade térmica
Tubos de convecção Redução de fluxo Ciclo térmico ineficiente

Curso Manutenção Forno Industrial: A resistência elétrica define a estabilidade térmica.

A resistência elétrica funciona como o elemento central de aquecimento do forno e determina como a distribuição térmica ocorre ao longo do processo. Quando ela sofre desgaste, altera sua resistência ou perde continuidade, a estabilidade se rompe e o forno trabalha fora do regime ideal.

Perda de continuidade
Elevação da resistência ôhmica
Oscilações de temperatura
Risco de superaquecimento

Forno industrial em operação com isolamento térmico reforçado, evidenciando a importância da calibragem da temperatura para evitar sobrecarga estrutural.

Forno industrial em operação com isolamento térmico reforçado, evidenciando a importância da calibragem da temperatura para evitar sobrecarga estrutural.

Por que o nível de ventilação influencia diretamente a segurança operacional do forno?

O nível de ventilação influencia a eficiência da combustão e regula a dissipação térmica interna. Assim, quando o fluxo de ar é insuficiente, forma-se acúmulo de gases, a chama perde estabilidade e o aquecimento se torna irregular. Essa condição eleva riscos estruturais e gera sobrecarga nos componentes do comando.

Além disso, é a ventilação que permite a ação eficiente da chaminé, mantendo a tiragem adequada e prevenindo o retorno de gases quentes para a câmara de combustão. Uma ventilação mal ajustada compromete a segurança, aumenta o potencial de incêndio e coloca o forno em operação fora dos limites da NR 14, exigindo ação imediata de correção.

Onde devem ser identificadas as inconformidades elétricas relacionadas aos disjuntores e aterramento?

As inconformidades elétricas surgem em pontos de grande fluxo de corrente ou onde há conexão direta com resistências, cabos e barras de distribuição. Logo, a análise desses pontos revela folgas, aquecimento anormal, mau contato ou falhas de proteção que comprometem o funcionamento seguro do forno. Portanto, a inspeção criteriosa previne interrupções inesperadas e reduz riscos de incêndio.

Pontos Críticos para Inspeção Elétrica

Local de verificação Possível falha Consequência operacional
Painel de comando Aterramento irregular Choque elétrico e instabilidade
Disjuntores Desgaste ou desarme frequente Interrupção do ciclo térmico
Conectores de plug Folgas ou oxidação Aquecimento localizado
Barramento Mau contato Arco elétrico

Curso Manutenção Forno Industrial: As falhas se concentram nas áreas internas críticas do forno.

A sujeira acumulada altera a troca térmica, bloqueia circulação de ar, prejudica sensores e cria barreiras que impedem o funcionamento eficiente. Desse modo, com o tempo, essa contaminação interna gera superaquecimento em zonas específicas e reduz o rendimento da combustão.

Câmara de combustão
Tubos de convecção
Regiões próximas às resistências
Canais internos de ventilação

Qual a importância da chaminé para o funcionamento seguro do forno?

A chaminé garante a exaustão adequada dos gases, estabiliza a combustão e regula a pressão interna da câmara. Nesse sentido, quando ela opera de forma correta, o forno mantém sua curva térmica dentro do padrão do fabricante e evita retorno de gases quentes que poderiam comprometer componentes sensíveis. Sem a tiragem adequada, o sistema perde eficiência e a combustão se torna incompleta.

Além disso, a chaminé desempenha um papel vital na segurança ao reduzir o acúmulo de gases inflamáveis e minimizar riscos de incêndio. Um sistema de exaustão falho pressiona as paredes refratárias, altera o fluxo térmico e coloca o forno em desacordo com a NR 14. Portanto, ao manter a chaminé em perfeito estado, o operador assegura confiabilidade operacional e prolonga a vida útil do equipamento.

Câmara interna exposta durante inspeção técnica, destacando pontos críticos de aquecimento, vedação e desgaste das resistências elétricas.

Câmara interna exposta durante inspeção técnica, destacando pontos críticos de aquecimento, vedação e desgaste das resistências elétricas.

Qual a importância do Curso Manutenção Forno Industrial?

A importância do Curso Manutenção Forno Industrial está em capacitar o profissional para interpretar com precisão o comportamento térmico, estrutural e elétrico dos fornos industriais, permitindo identificar falhas antes que se tornem danos operacionais graves. O participante aprende a correlacionar temperatura, resistência elétrica, ventilação, combustão, isolamento e comandos, garantindo diagnósticos mais rápidos e decisões corretas. Logo, esse domínio técnico reduz desperdícios de energia, evita paradas inesperadas e aumenta a confiabilidade do processo produtivo.

Além disso, o curso reforça a necessidade de operar e manter fornos dentro dos critérios de segurança estabelecidos pela NR 14, norma principal que define parâmetros mínimos para instalação, operação e manutenção segura desse tipo de equipamento. Assim, o profissional atua de forma alinhada às exigências legais, reduz riscos de incêndio, superaquecimento e falhas estruturais, promovendo um ambiente de trabalho seguro e totalmente conforme às regulamentações vigentes.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Nível Técnico

Curso Manutenção Forno Industrial

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO EM FORNO INDÚSTRIAL (DIMENSIONAMENTO, ISOLAMENTO TÉRMICO E RESISTÊNCIAS DA PARTE DE COMANDO)
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos dos Fornos Industriais (4 Horas)
Tipos de fornos industriais
Classificação operacional
Aplicações térmicas e requisitos de processo
Análise da relação função e finalidade
Impacto do projeto no desempenho térmico

MÓDULO 2 – Manual Técnico, Procedimentos e Conformidade Operacional (4 Horas)Importância do conhecimento do manual de operação
Interpretação de instruções de instalação, operação e manutenção
Adequação procedimental
Falhas operacionais decorrentes de uso inadequado
Rastreamento documental e exigências normativas aplicáveis

MÓDULO 3 – Identificação de Problemas Estruturais e Funcionais (4 Horas)
Identificação de problemas recorrentes em fornos industriais
Estudo da montagem do forno
Detecção de problemas estruturais e desalinhamentos
Identificação de conformidade de nivelamento
Impacto das inconformidades no desempenho térmico

MÓDULO 4 – Sistema de Aquecimento, Resistências e Parte de Comando (4 Horas)
Resistências elétricas: função, desgaste e falhas
Problemas com aquecimento e superaquecimento
Conectores dos plugs e deteriorações típicas
Corrente de energia eficaz: princípios e falhas
Relação entre carga, dimensionamento e operação segura

MÓDULO 5 – Isolamento Térmico e Controle de Temperatura (4 Horas)
Isolamento térmico: classificação e comportamento
Paredes refratárias: finalidade e problemas decorrentes
Efetividade dos tubos de convecção
O controle de temperatura eficaz
Problemas decorrentes de falhas nos sensores e controladores
Relação temperatura e finalidade – adequabilidade recíproca

MÓDULO 6 – Sistemas de Segurança e Proteção Elétrica (4 Horas)
Disjuntores: função, falhas e sinais de sobrecarga
Armação dos disjuntores e integridade dos contatos
Identificação de inconformidades no aterramento
Proteção contra choques, arcos e sobrecorrentes
Normativas essenciais para segurança elétrica em equipamentos térmicos

MÓDULO 7 – Sistemas de Combustão, Gases e Chaminé (4 Horas)
Componentes da câmara de combustão
Verificação dos gases e problemas decorrentes
Chaminé: finalidade, tiragem e falhas típicas
Problemas gerados por obstruções e falta de manutenção
Relação entre combustão, eficiência térmica e segurança

MÓDULO 8 – Falhas Operacionais Comuns e Comportamentos Críticos (4 Horas)
Identificação de problemas advindos das lâmpadas
Averiguações dos procedimentos de cozimento e falhas associadas
Problemas decorrentes de limpeza inadequada
Riscos de incêndio e falhas de prevenção
Impactos da operação incorreta nos ciclos térmicos

MÓDULO 9 – Avaliação Técnica e Métodos de Diagnóstico (4 Horas)
Avaliação qualitativa de condições operacionais
Avaliação quantitativa de desempenho térmico
Interpretação de parâmetros e limites aceitáveis
Correlação entre dados elétricos, térmicos e estruturais
Critérios normativos para aceitação ou rejeição de condições avaliadas

MÓDULO 10 – Manutenções Corriqueiras e Boas Práticas Teóricas (4 Horas)
Manutenções corriqueiras em fornos industriais
Correções teóricas de falhas registradas
Fluxos lógicos de investigação e decisão
Integração entre segurança, desempenho e longevidade do equipamento
Padrões de conformidade aplicáveis ao setor

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Manutenção Forno Industrial

Curso Manutenção Forno Industrial

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Curso Manutenção Forno Industrial

Curso Manutenção Forno Industrial

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 14 – Fornos;
ABNT NBR 10778  – Forno tubular sujeito à chama – Terminologia;
ABNT NBR 14171 – Forno Industrial a Gás – Requisitos de Segurança;

Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota:
Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Manutenção Forno Industrial

Curso Manutenção Forno Industrial

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO MANUTENÇÃO FORNO INDUSTRIAL:

Dilatação Térmica que Altera o Comando
Ao aquecer, a estrutura metálica do forno se expande e altera o tensionamento dos conectores e plugs. Pequenas folgas surgem e criam resistência de contato suficiente para gerar faíscas localizadas e aquecimento indesejado.

A Psicodinâmica dos Gases na Câmara de Combustão
A velocidade de exaustão modifica a eficiência da chama. Quando a chaminé perde tiragem, o forno aparenta aquecer normalmente, mas o rendimento cai porque a combustão não completa o ciclo ideal de mistura e oxigenação.

Lâmpadas como Sinalizadores de Falhas Ocultas
Queima frequente de lâmpadas não é azar. Indica vibração estrutural, tensão elétrica fora do ideal ou problemas de dissipação térmica. A lâmpada é o primeiro sintoma de uma doença elétrica muito maior.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Os tipos de Fornos Industriais;
Importância do Conhecimento do Manual de Operação;
Identificações de Problemas;
Relação Função e Finalidade;
Finalidade do Relógio e Identificação de Problemas;
Estudo das Funções dos Fornos Industriais;
Adequação Procedimental e suas Falhas Operacionais;
Identificação dos Problemas Advindos das Lâmpadas;
Averiguações dos Procedimentos de Cozimento e seus Possíveis Problemas;
Relação Temperatura e Finalidade – Adequabilidade Recíproca;
Estudo da Montagem do Forno – Identificação de Problemas Estruturais;
Disjuntores e Suas Falhas;
O Controle de Temperatura Eficaz – Problemas Decorrentes;
Problemas com Aquecimento;
Conectores dos Plugs;
Corrente de Energia Eficaz;
Armação dos Disjuntores
Identificação de Inconformidades no Aterramento;
Identificação de Conformidade de Nivelamento do Forno;
Verificação dos Gases e Problemas Decorrentes destes;
Identificação de Riscos de Incêndio;
Identificação de Problemas Decorrentes de Limpeza;
Chaminé – Finalidades e Problemas Decorrentes;
Efetividade dos Tubos de Convecção;
Paredes Refratarias – Finalidade e Problemas Decorrentes;
Componentes da Câmara de Combustão;
Manutenções Corriqueiras em Fornos em Geral;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Manutenção Forno Industrial

Saiba Mais: Curso Manutenção Forno Industrial:

Um forno é um tipo de equipamento que atinge alta temperatura e é utilizado em uma variedade de processos, como por exemplo, na torrefação de lúpulo para cerveja, para o fabricação de cerâmica, entre outros. Estes equipamentos, às vezes, podem ser chamados de estufas, dependendo da indústria em que é utilizado, e a maioria das pessoas diferenciam um forno de uma estufa pelas temperaturas extremamente elevadas que conseguem atingir. Estas temperaturas necessitam que o forno seja revestido com material especializado que não prejudicará a qualidade da operação e nem tampouco gere falta de segurança, por este motivo, os materiais refratários são usados, para que se atinja temperaturas superiores e a milhares de graus.
Os materiais colocados em um forno podem ser secos, endurecidos, ou diretamente queimados, dependendo da quantidade de material que será aquecido. Muitos grãos são secos previamente em estufas, tal como é a madeira, que é classicamente seca no processo de cura. Outros materiais, tais como cerâmica podem ser endurecidos com a utilização de um forno, que realmente altera a composição química da argila. Um forno pode também ser utilizado para queimar materiais, como por exemplo, a redução de madeira para carvão vegetal.
O forno industrial serve para promover o aquecimento e ressecamento de materiais que façam parte do seu ramo de negócios. Os fornos elétricos são tendência na indústria, e são capazes de suprir a demanda de muitos clientes.
Nos termos da NR 18:
18.18.3 É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas sobre fornos ou qualquer equipamento do qual possa haver emanação de gases, provenientes ou não de processos industriais.
F: NR 14

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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