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Curso DEA - Desfibrilador Externo Automático
quarta-feira, 09 julho 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Gestão Medicina do Trabalho, Medicina do Trabalho - Cursos e Treinamentos, NR32, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Serviços Técnicos

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E MANUSEIO DO DEA (DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO)

Referência: 407

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consulta.

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

O objetivo do Curso Desfibrilador Externo Automático é restabelecer o ritmo cardíaco normal em uma vítima de parada cardiorrespiratória súbita causada por arritmias graves, bem como fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso. Dessa forma, ele faz isso por meio da aplicação segura e automatizada de um choque elétrico, após analisar o ritmo cardíaco da vítima.

Em termos estratégicos, o DEA tem três funções principais:

Detectar automaticamente ritmos cardíacos letais.
Decidir de forma autônoma se o choque é necessário.
Aplicar o choque com precisão e segurança, mesmo operado por leigos.

Simulação de atendimento com DEA em adulto operador aciona o botão de choque após análise automática do ritmo cardíaco. Equipamento posicionado corretamente ao lado da vítima.

Simulação de atendimento com DEA em adulto operador aciona o botão de choque após análise automática do ritmo cardíaco. Equipamento posicionado corretamente ao lado da vítima.

O que é o DEA?

O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é o aparelho que incorpora o sistema de análise de ritmo e um sistema de aviso de choque para vítimas de parada cardíaca, sendo assim, sendo  fundamental na corrente de sobrevivência nos atendimentos de emergência de primeiros socorros cardiorrespiratória.

Utilização do DEA: crítica e inadiável

A janela de ouro da desfibrilação está nos primeiros 3 a 5 minutos após a parada cardíaca. Então, após isso, a cada minuto perdido, a chance de reversão sem sequelas despenca entre 7% e 10%.

Por isso, o DEA deve ser aplicado antes mesmo da chegada do SAMU, sendo assim, especialmente em ambientes onde o acesso ao socorro pode ultrapassar 5 minutos, como shoppings, aeroportos, obras, condomínios e grandes indústrias.

Como o treinamento no uso do DEA melhora a resposta emergencial de uma equipe?

Ao capacitar profissionais no uso correto do DEA, o tempo de resposta em situações críticas reduz drasticamente, assim, com alinhamento à cadeia da sobrevivência. Portanto, a equipe treinada atua de forma coordenada, minimizando o pânico, maximizando a eficiência e evitando omissões.

Além disso, a padronização de conduta permite que diferentes membros assumam o controle sem ruídos de comunicação ou conflito de ação.

Aplicação do DEA em criança com eletrodos pediátricos atenção ao posicionamento anterior-posterior. A desfibrilação precoce aumenta drasticamente as chances de reversão da parada cardíaca em pacientes pediátricos.

Aplicação do DEA em criança com eletrodos pediátricos atenção ao posicionamento anterior-posterior. A desfibrilação precoce aumenta drasticamente as chances de reversão da parada cardíaca em pacientes pediátricos.

Um erro no uso do DEA pode ser evitado com capacitação

Capacitação elimina os principais erros operacionais, como:

Colocar os eletrodos no local errado (ex: sobre marcapasso);
Operar em ambiente molhado sem isolar a cena;
Ignorar o comando de voz e interromper a RCP antes da hora.

Alem disso, o curso ensina, inclusive, a identificar quando não aplicar o DEA, como nos casos de assistolia (ausência total de ritmo elétrico).

Para que serve o DEA em ambientes de trabalho não clínicos?

O DEA cumpre papel preventivo e emergencial. Portanto, não é um luxo, é proteção jurídica e humana. Portanto, ele reduz risco de morte súbita, acelera o atendimento em campo e reforça a imagem de responsabilidade corporativa.

Sua presença pode inclusive ser fator atenuante em auditorias de órgãos reguladores assim como MPT, CIPA, ANVISA e Bombeiros.

Curso Desfibrilador Externo Automático: Relação entre o DEA e os conceitos de APR, PGR e GRO

A inserção do DEA nos planos de segurança (APR – Análise Preliminar de Risco, PGR – Plano de Gerenciamento de Riscos e GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) potencializa a resposta em situações críticas.

Além disso, sua inclusão no mapeamento de riscos demonstra uma postura proativa, alinhada com os pilares da NR 1 e NR 7, reforçando a prevenção de fatalidades em campo.

Treinamento em múltiplos cenários com DEA preparação de equipe para atendimento simultâneo em adultos e crianças. Disposição correta dos eletrodos facilita a análise do equipamento.

Treinamento em múltiplos cenários com DEA preparação de equipe para atendimento simultâneo em adultos e crianças. Disposição correta dos eletrodos facilita a análise do equipamento.

Curso Desfibrilador Externo Automático: Qual o papel do DEA dentro do Plano de Ação de Emergência (PAE)?

O DEA é equipamento crítico no PAE sempre que há risco de eventos súbitos assim como parada cardíaca, choque elétrico, esforço físico extremo, calor excessivo ou exposição a agentes cardiotóxicos.

No plano, ele deve ser:

Posicionado em ponto estratégico e sinalizado;
Verificado semanalmente;
Integrado ao checklist de resposta da brigada;
Operado apenas por profissionais capacitados com registro de participação.

Quais os benefícios de fazer o Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático?

Realizar o curso do DEA é fundamental para quem deseja estar preparado para agir em situações de emergência cardíaca. Além de capacitar profissionais da saúde e segurança do trabalho, este treinamento oferece conhecimentos essenciais para salvar vidas por meio do uso correto do Desfibrilador Externo Automático. Assim, entre os principais benefícios do curso, destacam-se:

Aprender a identificar sinais de parada cardiorrespiratória rapidamente;
Dominar o uso do DEA com segurança e eficácia;
Contribuir para a redução de óbitos em ambientes profissionais e comunitários;
Atuar com mais confiança em emergências, aumentando a chance de sobrevivência da vítima;
Atender às exigências legais e protocolos de emergência como os do SAMU e American Heart Association;
Melhorar o currículo e ampliar as oportunidades no mercado de trabalho.

Investir no curso do DEA é garantir preparo, agilidade e segurança para situações críticas, fortalecendo a corrente de sobrevivência e promovendo a saúde pública.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 04 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E MANUSEIO DO DEA (DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO)
Carga Horária: 04 Horas

MÓDULO 1 – BASE NORMATIVA E SEGURANÇA OPERACIONAL (30 MINUTOS)
Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018)
NBR 16824 – Primeiros Socorros
Termos técnicos: corrente de fuga, cavidade do conector, tensão de pico, ensaio de isolamento
Requisitos legais e responsabilidades civis do operador

MÓDULO 2 – CARACTERÍSTICAS, COMPONENTES E ENGENHARIA DO DEA (40 MINUTOS)
Tipos de DEA: automático vs. semiautomático
Conector DF-1, cavidade do conector, eletrodos e bateria
Marcação, sinalização e validação do equipamento
Conceito simplificado dos ensaios elétricos (isolamento e condução de corrente)
Critérios de segurança elétrica e falhas operacionais
Interpretação de sinais do DEA (voz, LED, falhas)

MÓDULO 3 – USO PRÁTICO EM EMERGÊNCIA E PROTOCOLO DE RCP COM DEA (60 MINUTOS)
Cadeia da Sobrevivência – AHA
Reconhecimento da parada cardiorrespiratória
Segurança da cena

Protocolo prático:

Acionar emergência
Início imediato da RCP (compressões 30:2)
Aplicação do DEA: eletrodos, comando de voz, choque
Situações especiais: ambiente molhado, trauma, marcapasso, criança

MÓDULO 4 – PREVENÇÃO, ERGONOMIA E COMPORTAMENTO SOB RISCO (40 MINUTOS)
Integração com APR, PAE, PGR, GRO
Fator medo e decisões sob pressão
Causas de acidentes: falha humana, hábito e negligência
Técnicas de controle mental e equilíbrio energético em emergência
Ergonomia no atendimento: postura, força, repetição
Comunicação eficaz (HCS – OSHA) e registro de evidências

MÓDULO 5 – DINÂMICA PRÁTICA + AVALIAÇÃO FINAL (70 MINUTOS)
Treinamento com DEA trainer

Simulados realísticos em diferentes cenários:
Vítima no solo
Vítima em ambiente industrial
Vítima com risco elétrico
Registro de evidências e protocolo pós-choque
Avaliação prática + prova teórica objetiva
Feedback, correção de condutas e dúvidas
Entrega do Certificado de Participação

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 04 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 02 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde;
ABNT NBR ISO 11318 – Desfibriladores cardíacos – Conjunto de conector DF-1 para desfibriladores implantáveis – Dimensões e Requisitos de Ensaio (29 Págs);
ABNT NBR IEC 60601-2-4 – Equipamento eletromédico – Parte 2-4: Requisitos particulares para a segurança básica e o desempenho essencial de desfibriladores cardíacos (105 Págs);
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

O DEA é um equipamento portátil, eletrônico e inteligente, usado para restaurar o ritmo cardíaco normal de uma pessoa em parada cardiorrespiratória por meio de choques elétricos controlados. Ele “lê” o coração e decide sozinho se o choque é necessário. Não é o operador quem decide , é o DEA.

Por que foi criado para uso por leigos?

Porque o cérebro começa a morrer entre 4 a 6 minutos após a parada cardíaca. A maioria dos atendimentos médicos ultrapassa esse tempo.
Resultado? Se o socorro não vem rápido, o DEA salva onde o tempo mata. Por isso, ele foi programado para guiar qualquer pessoa com voz e luzes, mesmo sem experiência prévia.

Para que serve o choque elétrico do DEA?

Para “resetar” o coração.
Quando ele entra em fibrilação, está tremendo em vez de bater. O choque interrompe essa bagunça elétrica e dá chance ao marcapasso natural retomar o controle.

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

COMPLEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADO:

Referência normativa;
Termos e definições;  
Requisitos;
Conector do cabo de ligação do desfibrilador;  
Requisitos do projeto; Outros requisitos; Marcação;
Cavidade do conector do desfibrilador;
Requisitos do projeto; Outros requisitos;  Marcação  normativo;
Ensaio de isolamento elétrico do conector do cabo de ligação;
Aparelhagem;  
Amostras de ensaio;  
Procedimento;  
Para conectores do cabo de ligação; Para cavidades do conector, caso sejam utilizadas vedações opcionais; Ciclos de ensaio;  
Resultados do ensaio;
Ensaio de condução de corrente da cavidade do conector; Preparação do corpo de prova;  
Racional para ensaio de isolamento do conector do cabo de ligação;  
Necessidade de ensaio de isolamento elétrico; A duração do ensaio;  
Sinais de ensaio;  
Critérios de corrente de fuga  informativo; Racional para ensaio de condução de corrente na cavidade do conector; Necessidade de ensaio de condução de corrente;  
Duração do ensaio;   Configuração do ensaio; Critério de voltagem de pico; Força de retirada;  
Racional para os requisitos desta Norma;  
Necessidade de um conector-padrão;   Seleção de conceito básico de projeto e abordagem para esta Norma;   Orientação para a segunda edição da ISO 11318;  
Elementos de requisito específico desta edição da ISO 11318;   Dimensões; Desempenho; Elétrico;
Conector do cabo de ligação DF-1;
Conector DF-1 do cabo de ligação da válvula GO; Marcação para o conector do cabo de ligação e o gerador do desfibrilador; Cavidade do conector DF-1;
Cavidade do conector DF-1 da válvula GO;
Arranjo de ensaio de isolamento elétrico; Sinal de ensaio; Cavidade de ensaio; Pino de ensaio de impedância; Forma de onda da corrente de fuga;
Pino de ensaio de condução de corrente; Arranjo do ensaio de condução de corrente; Forma de onda do ensaio de condução de corrente; 
Fonte: NBR 11318

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático

Saiba mais: Curso DEA – Desfibrilador Externo Automático:

3.1 conjunto do conector (connector assembly) conjunto que consiste em um conector de cabo de ligação e uma cavidade de conector, para a ligação elétrica e mecânica a um gerador de desfibrilador
3.2 conectores do cabo de ligação (lead connector) parte do conjunto do conector que é inserida na cavidade do conector
3.3 cavidades do conector (connector cavity) parte do conjunto de conector que integra o gerador de desfibrilador
3.4 mecanismos de vedação (sealing mechanism) barreira circunferencial destinada a manter o isolamento elétrico entre as partes eletricamente isoladas do conjunto do conector
3.5 zonas de vedação (seal zone) superfície na cavidade do conector e no conector do cabo de ligação, sobre a qual pretende-se apoiar uma ou mais vedações
3.6 zonas de vedação do mecanismo (sealing mechanism zone) porção do conector do cabo de ligação (e, opcionalmente, a cavidade do conector), na qual se permite a presença de um mecanismo de vedação
3.7 cavidades do conector da válvula GO (connector cavity GO gauge) ferramenta para avaliar a capacidade de uma cavidade de conector de aceitar um conector do cabo de ligação de tamanho máximo
3.8 conectores do cabo de ligação da válvula GO (lead connector GO gauge) ferramenta para avaliar a capacidade do conector do cabo de ligação de ser inserido em uma cavidade de conector de tamanho minimo
3.9 pinos do conector do cabo de ligação (lead connector pin) elemento condutor do conector do cabo de ligação que se destina a fazer contato com o elemento condutivo da cavidade do conector
3.10 sistema do desfibrilador (defibrillator system) conjunto constituído pelo gerador do desfibrilador e cabo(s) de ligação do desfibrilador
3.11 cabo de ligação do desfibrilador (detibrillator lead) meio de conectar eletricamente um gerador do desfibrilador ao paciente
3.12 gerador do desfibrilador (defibrillator generator) parte do sistema do desfibrilador que inclui o fornecimento de energia e os circuitos eletrônicos
F: NBR 11318

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O que você pode ler a seguir

Os órgãos reguladores, como o Corpo de Bombeiros, exigem esse laudo, tornando-o essencial para obter e renovar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Além disso, sem essa avaliação, há o risco de o sistema falhar no momento mais crítico, comprometendo a segurança das pessoas e a integridade do patrimônio.
Laudo Bombas Estacionárias Sistema Automático Incêndio NBR 16704
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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