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  • Curso Cabos Transmissão NBR 17138
CURSO CABOS TRANSMISSÃO NBR 17138
quarta-feira, 03 dezembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR DIMENSIONAMENTO DOS CABOS PARA LINHAS AÉREAS DE TRANSMISSÃO NBR 17138

Referência: 237197

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Cabos Transmissão NBR17138

O objetivo do Curso Cabos Transmissão NBR17138 consiste em desenvolver a capacidade do profissional de interpretar com precisão todos os requisitos técnicos da ABNT NBR 17138. Assim, o participante aprende a aplicar cálculos, relacionar variáveis mecânicas e elétricas e usar premissas normativas com segurança e consistência. Essa abordagem fortalece a tomada de decisão e reduz erros de projeto, permitindo que o dimensionamento atenda às condições reais de operação.

Além disso, o curso busca elevar o domínio conceitual do aluno sobre comportamento dos condutores, efeitos ambientais, limitações de tração e critérios de flecha. Portanto, ao aplicar a norma principal como eixo central, o profissional passa a reconhecer relações críticas entre temperatura, carregamentos e desempenho estrutural, garantindo que cada escolha de material, tensão ou configuração de vão esteja alinhada às exigências regulatórias e aos padrões de confiabilidade esperados no setor de transmissão.

Cenário real onde temperatura e vento modificam o desempenho dos condutores.

Cenário real onde temperatura e vento modificam o desempenho dos condutores.

Quem deve aplicar os critérios de dimensionamento definidos na ABNT NBR 17138 ao projetar cabos para linhas aéreas de transmissão?

O profissional responsável pelo projeto deve aplicar integralmente os critérios da ABNT NBR 17138, garantindo que as decisões de dimensionamento atendam aos requisitos mecânicos, elétricos e de segurança. Portanto, essa atuação envolve interpretar parâmetros críticos como flecha, tração, temperatura e variações ambientais.

Além disso, o projetista precisa correlacionar esses parâmetros com as condições reais de operação da linha, assegurando que o dimensionamento do cabo permaneça estável ao longo do ciclo de vida. A aplicação adequada da norma evita falhas estruturais, deformações excessivas e incompatibilidades entre cabo e suportes.

Quando o projetista deve recalcular a flecha e a tração dos cabos durante o desenvolvimento do projeto de transmissão?

O recalculo torna-se necessário sempre que ocorrem alterações nos parâmetros que influenciam o comportamento mecânico e térmico do cabo, já que a ABNT NBR 17138 exige verificações repetidas conforme mudanças nas premissas ambientais, nos materiais ou nas condições estruturais.

Situação que exige recalculo Justificativa técnica
Mudança de temperatura de projeto A dilatação térmica altera flecha e tração
Revisão do vão característico Variações no comprimento do vão modificam esforços
Troca do tipo de cabo Materiais possuem módulos e resistências distintos
Alteração de vento ou gelo Carregamentos ambientais influenciam deslocamentos
Mudança na condição de instalação Parâmetros iniciais alteram estados finais de tensão

Curso Cabos Transmissão NBR17138: A temperatura modifica diretamente o comportamento mecânico do cabo.

A temperatura exerce influência direta sobre o alongamento, a tração e a flecha, tornando-se um parâmetro decisivo na aplicação dos critérios da ABNT NBR 17138 e exigindo atenção contínua durante o dimensionamento.

Aumento de alongamento em temperaturas elevadas
Redução da tração em condições de aquecimento
Crescimento da flecha em regime permanente
Ciclos térmicos afetando a estabilidade diária

Tensões e flechas definindo o comportamento real dos cabos em linhas de transmissão.

Tensões e flechas definindo o comportamento real dos cabos em linhas de transmissão.

Por que a análise conjunta de tração, flecha e temperatura se torna essencial para garantir conformidade com a ABNT NBR 17138?

A análise integrada permite ao projetista prever com exatidão o comportamento real do cabo em operação, equilibrando esforços mecânicos e variações térmicas conforme os cenários exigidos pela norma. Esse cruzamento de parâmetros evita deformações excessivas, reduz falhas estruturais e assegura que a linha opere dentro dos limites de segurança estabelecidos.

Além disso, essa abordagem assegura que as etapas do dimensionamento sigam premissas normativas, garantindo estabilidade operacional contínua e desempenho confiável durante a execução.

Curso Cabos Transmissão NBR17138: As maiores variações de esforços ocorrem nos vãos críticos da linha.

Os vãos críticos concentram as maiores solicitações mecânicas devido à combinação de distância, peso e condições ambientais, tornando-se pontos fundamentais de verificação no dimensionamento previsto pela ABNT NBR 17138.

Fator associado ao vão crítico Efeito sobre o cabo
Aumento da distância Intensificação da flecha
Maior variação térmica Instabilidade mecânica ampliada
Exposição ao vento Aumento de cargas transversais
Terreno irregular Alterações súbitas de tração
Estruturas específicas Solicitações concentradas

Quem determina os parâmetros mínimos de segurança para seleção de materiais e condutores utilizados no projeto?

A definição desses parâmetros envolve a integração entre normas técnicas, diretrizes da concessionária e avaliação do projetista, garantindo que o comportamento mecânico e elétrico do cabo atenda às exigências da ABNT NBR 17138.

Normas aplicáveis ao projeto
Requisitos da ABNT NBR 17138
Diretrizes da concessionária
Avaliação técnica do projetista
Limitações físicas dos materiais

Quando a escolha entre AAC, AAAC, ACSR ou ACAR se torna decisiva para o desempenho elétrico e mecânico da linha?

A escolha se torna decisiva quando o projeto exige conciliar capacidade de condução de corrente com resistência mecânica adequada às condições ambientais, pois cada tipo de condutor apresenta módulo de elasticidade, comportamento térmico e resistência distintos que impactam diretamente a flecha e a tração.

Além disso, vão, clima e carregamento definem o material adequado à ABNT NBR 17138, garantindo desempenho seguro e estável.

Estruturas suportando esforços dinâmicos que exigem cálculos precisos de tração.

Estruturas suportando esforços dinâmicos que exigem cálculos precisos de tração.

Qual a importância do Curso Cabos Transmissão NBR17138?

A importância do Curso Cabos Transmissão NBR17138 está em capacitar o profissional a aplicar com precisão todos os critérios estabelecidos na ABNT NBR 17138, assegurando que as decisões técnicas sejam fundamentadas e alinhadas aos requisitos normativos. Desse modo, ao dominar os parâmetros de tração, flecha, comportamento térmico e forças ambientais, o aluno fortalece sua habilidade de interpretar cenários complexos e traduzir essas variáveis em escolhas de projeto confiáveis e seguras.

Além disso, o curso amplia a compreensão sobre a interação entre condutores, carregamentos externos e condições reais de operação, permitindo que o projetista antecipe riscos e otimize soluções estruturais com maior precisão. Assim, essa visão integrada garante que o dimensionamento dos cabos siga padrões elevados de desempenho, reduzindo falhas potenciais e promovendo a conformidade total com a norma principal, elemento indispensável para projetos de alta responsabilidade e impacto operacional.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR DIMENSIONAMENTO DOS CABOS PARA LINHAS AÉREAS DE TRANSMISSÃO NBR 17138
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos Normativos e Premissas de Projeto (4 Horas)
Conceitos estruturantes da ABNT NBR 17138
Premissas básicas para dimensionamento de cabos
Classificação das linhas aéreas de transmissão
Requisitos normativos para definição das condições de operação
Carga elétrica e parâmetros essenciais de projeto

MÓDULO 2 – Propriedades dos Cabos Condutores e Materiais Aplicáveis (6 Horas)
Materiais normatizados para cabos de LAT
Características mecânicas e elétricas dos condutores
Curvas tensão x deformação
Coeficiente de dilatação térmica e limites normativos
Critérios de seleção entre AAC, AAAC, ACSR, ACAR e outros condutores
Influência da temperatura e das solicitações externas

MÓDULO 3 – Ações Ambientais e Condições de Serviço Segundo a ABNT NBR 17138 (6 Horas)
Ações climáticas e esforços atuantes
Vento, gelo, temperatura e carregamentos acidentais
Estados-limite últimos e de serviço
Combinação de ações aplicáveis
Critérios normativos para verificação de segurança

MÓDULO 4 – Cálculo do Estado de Tensionamento dos Cabos (6 Horas)
Diagramas de tensão e flecha
Equação da parábola e da catenária
Condições normativas de instalação e operação
Determinação da flecha máxima admissível
Influência da variação térmica no alongamento
Premissas para verificação em vãos característicos

MÓDULO 5 – Dimensionamento Mecânico Conforme a NBR 17138 (6 Horas)
Processo de dimensionamento mecânico
Determinação das tensões máximas e mínimas
Critérios normativos para tração admissível
Cálculo de esforços em suportes e estruturas
Verificação do atendimento aos limites de segurança

MÓDULO 6 – Dimensionamento Elétrico e Desempenho dos Cabos (4 Horas)
Corrente admissível e aquecimento
Efeito Joule e perdas elétricas
Critérios de queda de tensão
Limites térmicos estabelecidos pela norma
Avaliação do desempenho em regime permanente

MÓDULO 7 – Interação com Componentes de Linha e Premissas Complementares (4 Horas)
Relação do cabo com isoladores e ferragens
Compatibilidade mecânica e elétrica
Esforços transmitidos às estruturas
Diretrizes complementares de projeto
Integração entre cálculos mecânicos e elétricos

MÓDULO 8 – Interpretação Normativa, Documentação Técnica e Conformidade (4 Horas)
Requisitos documentais exigidos pela ABNT NBR 17138
Anotação de Responsabilidade Técnica e conformidade normativa
Registros e parâmetros obrigatórios
Premissas de segurança e integridade operacional
Estruturação do relatório técnico de dimensionamento

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR – 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 17138 – Linhas aéreas de transmissão – Cabos – Procedimentos de dimensionamento
ABNT NBR 5422 – Guias de projeto de linhas aéreas de transmissão de energia elétrica
ABNT NBR 8182 – Cabos de alumínio com alma de aço para linhas aéreas de transmissão
ABNT NBR 11300 – Cabos nus de alumínio e suas ligas para linhas aéreas
ABNT NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV
ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão
ABNT NBR 6123 – Forças devidas ao vento em edificações
ISO 9001 – Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO CABOS TRANSMISSÃO NBR 17138:

A Catenária Não é Apenas Matemática
A forma assumida pelo cabo em um vão não é uma parábola perfeita como muitos imaginam. Em condições reais, o comportamento se aproxima da catenária, que resulta do equilíbrio entre peso próprio e tensão longitudinal. Essa diferença muda cálculos de flecha e altera esforços transmitidos às estruturas quando as temperaturas variam.

O Vento Pode Criar Estados Limite Invisíveis
A vibração eólica pode gerar microdanos cumulativos nos fios que compõem o cabo. Esses danos não aparecem visualmente no curto prazo, mas reduzem a vida útil mecânica do condutor ao longo dos anos. A norma exige que o projetista considere esforços dinâmicos para evitar ruptura prematura.

Pequenas Diferenças nos Vãos Geram Grandes Diferenças nas Trações
A variação de poucos metros no comprimento do vão muda completamente o balanço entre flecha e tensão. Por isso, o projeto precisa considerar vãos característicos e vãos críticos, e não apenas distâncias médias.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Curso Cabos Transmissão NBR 17138

Saiba Mais: Curso Cabos Transmissão NBR 17138:

4 Generalidades
4.1 Um cabo destinado a transmitir a corrente em uma linha de transmissão de energia elétrica deve ter a capacidade de condução de corrente adequada em regime permanente, de emergência ou sobrecarga, e de curto-circuito, bem como características mecânicas que permitam resistir aos esforços a que será submetido durante sua vida útil.
4.2 Outras características relativas ao projeto da linha, e não somente do cabo, que, portanto, não fazem parte do escopo desta Norma, podem precisar ser estabelecidas, como, por exemplo, as perdas na linha, efeito corona, radiointerferência, vibração eólica etc.
4.3 A capacidade de condução de corrente do cabo depende das seguintes condições:
a) temperatura ambiente ou temperatura do ar;
b) temperatura máxima admissível para o cabo;
c) resistência elétrica máxima admissível;
d) diâmetro do cabo;
e) velocidade do vento e seu ângulo de incidência sobre a linha;
f) irradiação solar e seu ângulo de incidência sobre a linha;
g) altura da linha em relação ao nível do mar;
h) coeficiente de emissividade térmica do cabo;
i) coeficiente de radiação térmica do cabo;
j) frequência elétrica, no caso de circuitos em corrente alternada (frequência = 0 em corrente contínua).
4.4 Esta Norma apresenta uma metodologia de cálculo simplificado, uma vez que considera valores fixos para os ângulos de incidência do vento e irradiação solar.
4.5 O objetivo do dimensionamento por capacidade de condução de corrente é assegurar que o cabo não ultrapasse sua temperatura máxima admissível em regime de operação normal ou de emergência, porque, uma vez que isso ocorra, suas características começam a se deteriorar, sendo o efeito cumulativo.
4.6 O objetivo do dimensionamento por capacidade de curto-circuito é estabelecer a corrente máxima admissível que o cabo suporta nesse regime, sendo que esse valor deve ser maior ou igual ao valor da corrente de curto-circuito prevista para circular no cabo.
F: NBR 17138

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Curso Cabos Transmissão NBR 17138: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Curso NR35 em alemão: formações práticas e teóricas para segurança no trabalho. Essencial para empresas e profissionais que atuam em atividades de risco.
Curso NR35 Ministrado Alemão
Execução de trabalho em altura com acesso por corda: técnica que exige capacitação específica, EPIs certificados e plano de resgate validado conforme NR 35.
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Curso de Grua Offshore em Inglês

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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