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Curso Boas Práticas com Materiais Energéticos Curso Boas Práticas com Materiais Energéticos
FONTE: FREEPIK AUT

Curso Boas Práticas com Materiais Energéticos

Curso Boas Práticas com Materiais Energéticos
Nome Técnico: Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos

Referência: 79800

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos
O  Curso de Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos objetiva aprofundar os conhecimentos técnicos do operador no que tange a segurança com materiais energéticos, abordando os tema de Movimentação, Segurança e Armazenagem destes produtos, a fim de garantir o boa operação para garantir a longevidade dos bens envolvidos e, consequentemente, a vida do operador daqueles que os cerca.

O que são Materiais Energéticos?
Materiais Energéticos são aqueles que quando expostos a algum reagente térmico ou elétrico (e até mesmo causado por impactos), liberaram grande energia em um curto período.
Geralmente são utilizados no âmbito militar para confecção de balas, bombas (pequenas e grandes) e também na indústria civil, como remédios, pílulas e demais análogos.

Carga horária: Pré-Requisitos: Alfabetização OU Nível Técnico

Conteudo Programatico Normativo

Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos

Introdução à Tecnologia dos Materiais Energéticos:
Definição e classificação dos explosivos;
Combustão, deflagração e detonação;
Explosivos em geral (PETN, TNT, HMX, Azida de Chumbo);
Emulsões Explosivas (Base Água e Base Óleo);
ANFO e Boosters;
Outros materiais energéticos (pirotécnicos, cordão detonante, detonadores,
estopim);
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos de segurança em relação aos Materiais Energéticos:
Conceito de risco e perigo;
Conceito FISH (Friction, Impact, Static, Heat);
Risco humano;
Linha de Fogo;
Importância da classificação de área – pós e inflamáveis;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos da operação segura dos Materiais Energéticos:
Base de Segurança (BOS) relacionada ao conceito FISH;
Programa de gerenciamento de riscos;
Plano de emergência;
Controle de qualidade das matérias-primas;
Importância dos equipamentos girantes (máxima rotação de bombas);
Importância da capacitação do pessoal;
Importância da manutenção de equipamentos;
Importância da limpeza e descontaminação da área;
Estudos de caso:
1. Alemanha: explosão na planta de Oppau – contaminação;
2. Brasil: explosão na planta de Lorena – falha no plano de emergência;
3. Chile: explosão na planta EHM – falha de descontaminação;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Conceitos básicos de segurança de estocagem de Materiais Energéticos:
Distâncias de Segurança;
Estocagem combinada de explosivos;
Prazos de validade;
Proteção contra descargas atmosféricas;
Controle de acesso – redução de exposição humana;
Boas práticas construtivas (ventilação, diques, tipos de construção, etc.);
Controle de inventário;
Controle de derramamentos e perdas de contenção;
Controle de tráfego local e áreas de manobra;
Manuseio de materiais dentro dos depósitos;
Estudos de caso:
1. Brasil: fogo em depósito de Nitrocelulose – falha de controle;
2. China: explosão no Porto de Tianjin;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Destinação de resíduos de explosivos:
Classificação, coleta e armazenagem de resíduos – planta e laboratório;
De-sensibilização de explosivos;
Destruição de explosivos por queima;
Áreas para destruição de explosivos;
Restrição de quantidades a serem destruídas;
Destinação de resíduos a empresas terceirizadas;
Estudos de caso:
1. Austrália – explosão na planta de Argyle – mistura de resíduos;
2. Brasil – explosão em campo de queima – confinamento;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Testes e avaliação de Materiais Energéticos:
Sensibilidade mecânica (impacto, fricção);
Sensibilidade à fagulha;
Teste de propagação (Air Gap);
Teste de Brisância;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Estudo do Perclorato de Amônia (Aplicação R-Han):
Propriedades Físico-Químicas;
Perigos específicos do material;
Usos do Perclorato de Amônia;
Estudo de Caso:
1. USA: explosão da planta de Pepcon;
2. Brasil: fogo na Base de Lançamento de Alcântara;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Exercícios práticos;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade;
NR – 19 – Explosivos;
NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR 14039 – Instalações elétricas de media tensão de 1,0kV a 36,2kV;
ABNT NBR 15749 – Medição de Resistência de Aterramento de Potenciais na Superfície do Solo em Sistemas de Aterramento;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Carga horária e Atualização

Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos

Introdução à Tecnologia dos Materiais Energéticos:
Definição e classificação dos explosivos;
Combustão, deflagração e detonação;
Explosivos em geral (PETN, TNT, HMX, Azida de Chumbo);
Emulsões Explosivas (Base Água e Base Óleo);
ANFO e Boosters;
Outros materiais energéticos (pirotécnicos, cordão detonante, detonadores,
estopim);
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos de segurança em relação aos Materiais Energéticos:
Conceito de risco e perigo;
Conceito FISH (Friction, Impact, Static, Heat);
Risco humano;
Linha de Fogo;
Importância da classificação de área – pós e inflamáveis;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos da operação segura dos Materiais Energéticos:
Base de Segurança (BOS) relacionada ao conceito FISH;
Programa de gerenciamento de riscos;
Plano de emergência;
Controle de qualidade das matérias-primas;
Importância dos equipamentos girantes (máxima rotação de bombas);
Importância da capacitação do pessoal;
Importância da manutenção de equipamentos;
Importância da limpeza e descontaminação da área;
Estudos de caso:
1. Alemanha: explosão na planta de Oppau – contaminação;
2. Brasil: explosão na planta de Lorena – falha no plano de emergência;
3. Chile: explosão na planta EHM – falha de descontaminação;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Conceitos básicos de segurança de estocagem de Materiais Energéticos:
Distâncias de Segurança;
Estocagem combinada de explosivos;
Prazos de validade;
Proteção contra descargas atmosféricas;
Controle de acesso – redução de exposição humana;
Boas práticas construtivas (ventilação, diques, tipos de construção, etc.);
Controle de inventário;
Controle de derramamentos e perdas de contenção;
Controle de tráfego local e áreas de manobra;
Manuseio de materiais dentro dos depósitos;
Estudos de caso:
1. Brasil: fogo em depósito de Nitrocelulose – falha de controle;
2. China: explosão no Porto de Tianjin;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Destinação de resíduos de explosivos:
Classificação, coleta e armazenagem de resíduos – planta e laboratório;
De-sensibilização de explosivos;
Destruição de explosivos por queima;
Áreas para destruição de explosivos;
Restrição de quantidades a serem destruídas;
Destinação de resíduos a empresas terceirizadas;
Estudos de caso:
1. Austrália – explosão na planta de Argyle – mistura de resíduos;
2. Brasil – explosão em campo de queima – confinamento;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Testes e avaliação de Materiais Energéticos:
Sensibilidade mecânica (impacto, fricção);
Sensibilidade à fagulha;
Teste de propagação (Air Gap);
Teste de Brisância;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Estudo do Perclorato de Amônia (Aplicação R-Han):
Propriedades Físico-Químicas;
Perigos específicos do material;
Usos do Perclorato de Amônia;
Estudo de Caso:
1. USA: explosão da planta de Pepcon;
2. Brasil: fogo na Base de Lançamento de Alcântara;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Exercícios práticos;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade;
NR – 19 – Explosivos;
NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR 14039 – Instalações elétricas de media tensão de 1,0kV a 36,2kV;
ABNT NBR 15749 – Medição de Resistência de Aterramento de Potenciais na Superfície do Solo em Sistemas de Aterramento;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos:

O Programa de Gestão Energética deverá seguir a premissa de que é necessário planejar para controlar. O Programa pode ser assim estruturado:
1. Identificação dos vetores primários e secundários
Os vetores primários correspondem aos insumos adquiridos na forma bruta: energia elétrica, gás natural, óleo combustível, água industrial, etc.
Em seguida, deverão ser identificados os vetores secundários, ou seja, as formas de energia que serão utilizadas nas unidades produtivas e administrativas das instalações da empresa, tais como: energia elétrica para iluminação e motores, ar comprimido e vapor de processo. Esta etapa do trabalho representa, na realidade, a constatação das matrizes energéticas das instalações.
2. Identificação dos parâmetros de controle
Os parâmetros de controle deverão ser estabelecidos para cada um dos centros de consumo identificados. Deverão considerar os consumos específicos que possam estar relacionados às respectivas sazonalidades da produção. As correlações deverão ser estabelecidas por análises estatísticas e, tanto quanto possível, lineares.
3. Estabelecimento das metas de redução de consumo
As metas de redução de consumo deverão ser estabelecidas com base em parâmetros de controle previamente definidos. A fixação das metas pode ser feita:
utilizando informações sobre o consumo histórico do centro de consumo em questão;
utilizando informações sobre benchmarks disponíveis; ou
de forma arbitrária, fixando um percentual a ser atingido em determinado período de tempo (por exemplo: redução no consumo de energia elétrica em 1% para o próximo semestre).
A fixação das metas deverá ser sempre feita de forma realista, com objetivos claros e que possam ser efetivamente atingidos, mas que sejam desafiadoras.

4. Estabelecimento dos sistemas de medição
Só se pode gerenciar o que se pode medir. Deve-se estabelecer um sistema de medição adequado que permita a obtenção da base de dados desejada e que possa servir para avaliar os resultados alcançados.
A implantação de um sistema de medição requer alguns cuidados importantes:
sistemas de medição sofisticados são, normalmente, custosos; e sistemas simplificados são, em geral, suficientes para este propósito. Muitas vezes, é possível optarse por um regime de condomínio ou obter-se o consumo de determinado centro de consumo por cálculo ou por diferença.
Terceiro passo: Procedimentos operacionais e de engenharia
O Programa de Eficiência Energética deverá observar os seguintes princípios:
Formal. É natural que muitas instruções e ordens sejam transmitidas oralmente na jornada diária.
Para uma ação contínua e de ampla repercussão, é recomendável manter as diretrizes, instruções,
decisões e resultados registrados e organizados por escrito. Neste caso, devem ser utilizados os veículos de comunicação já existentes na empresa, tais como: jornais periódicos, folhetos, cartazes e quadros de avisos.
Concreto. O programa não pode se constituir somente de intenções, mas sim de ações concretas e específicas, tais como: cuidados a serem tomados por ocupantes em áreas equipadas com condicionamento de ar, rotina a ser seguida para identificação e comunicação às equipes de manutenção no caso de vazamentos em tubulações e dutos.
Justificado. Em especial, as ações que demandam mudanças de hábitos devem ser justificadas, além de previamente discutidas, para serem mais bem aceitas e pouco questionadas.
Quantificado. As metas deverão ser claramente quantificadas em valores de energia ou em moeda corrente para que não haja dúvidas em relação aos objetivos a serem alcançados.
Responsabilidades definidas. Cada uma das ações deve ter responsáveis diretos, pois o programa exige a atuação de pessoal afeto a todos os setores. Devem ser definidos responsáveis locais, cabendo à CICE a supervisão global. Por exemplo, o supervisor da caldeira deverá reduzir o consumo de óleo combustível nos próximos três meses em 0,5% por unidade de vapor produzido, mediante a aplicação do procedimento indicado pelo fabricante para manutenção/regulagem dos queimadores.
Comprometido em objetivos. Um programa tímido quanto a seus objetivos obterá resultados pobres. A efetiva redução com energéticos exige metas, controle, acompanhamento e continuidade.
As metas fixadas deverão ser realistas, para que haja um efetivo compromisso com sua realização.
Da mesma forma, a empresa deverá prover os recursos necessários à implantação dos programas.

Dinâmico. Em função das inovações tecnológicas, das alterações no ambiente empresarial e de novas circunstâncias, o PGE deve ser revisado periodicamente.
Coletivo. Ninguém dentro da empresa deve ficar alheio ao PGE, incluindo prestadores de serviço e usuários, tanto no processo da sua elaboração como no seu desenvolvimento.
Divulgado. As ações programadas, as metas e os resultados obtidos devem ser divulgados periodicamente e comparados com situações anteriores, de modo a mostrar seus benefícios e, de certa forma, incentivar os responsáveis e colaboradores diante dos demais colegas da empresa. Um sistema de prêmios poderá ser utilizado como elemento motivador.
Visão de longo prazo. As ações implementadas devem ter incorporada à visão de longo prazo.
5. Ferramentas de engenharia
As ferramentas de engenharia a serem utilizadas no programa incluem um conjunto de procedimentos para a substituição de equipamentos e materiais por outros de maior eficiência energética e para as atividades de operação e manutenção das instalações existentes. A seguir, relacionam-se alguns exemplos de ferramentas que deverão ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas pela empresa no desenvolvimento do Programa de Gestão Energética. Conforme já mencionado, nesta fase a empresa deverá contar com a experiência de uma consultoria especializada ou com a assistência do Procel.
Elaboração de uma política de compras, com as respectivas justificativas econômicas, para a substituição de equipamentos e materiais por outros de maior eficiência, de modo a demonstrar claramente à administração superior as vantagens econômicas do programa proposto. Os exemplos devem incluir a substituição de luminárias, lâmpadas fluorescentes e reatores, bem como de motores danificados, a instalação de lâmpadas de sódio de alta pressão nas áreas externas ou em galpões,
etc. As justificativas econômicas deverão indicar o prazo de retorno dos investimentos, considerando o tempo de utilização, sua vida útil, os novos valores de consumo, a redução nos custos de manutenção, etc.
Elaboração das folhas de dados (especificações simplificadas) para a aquisição desses equipamentos e materiais.
Elaboração de instruções de operação que evitem o funcionamento de esteiras rolantes vazias e que estimulem a utilização de água tratada para lavagem de pátios ou calçadas e de ar comprimido para limpeza de roupas ou ambientes.
Elaboração de instruções de operação que identifiquem com rapidez vazamentos em tubulações e que façam sua pronta comunicação aos setores de manutenção.
Elaboração de instruções de operação que mantenham os equipamentos momentaneamente fora de uso no “modo de consumo reduzido”ou desligados. Estas instruções se aplicam a computadores pessoais, máquinas copiadoras e circuitos de iluminação que não disponham de sensores de presença (sanitários, refeitórios, etc.).

Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos: Consulte-nos.

Conteúdo Programático

Curso de Aprimoramento sobre as Boas Práticas de Segurança, Manuseio e Estocagem de Materiais Energéticos

Introdução à Tecnologia dos Materiais Energéticos:
Definição e classificação dos explosivos;
Combustão, deflagração e detonação;
Explosivos em geral (PETN, TNT, HMX, Azida de Chumbo);
Emulsões Explosivas (Base Água e Base Óleo);
ANFO e Boosters;
Outros materiais energéticos (pirotécnicos, cordão detonante, detonadores,
estopim);
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos de segurança em relação aos Materiais Energéticos:
Conceito de risco e perigo;
Conceito FISH (Friction, Impact, Static, Heat);
Risco humano;
Linha de Fogo;
Importância da classificação de área – pós e inflamáveis;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Conceitos básicos da operação segura dos Materiais Energéticos:
Base de Segurança (BOS) relacionada ao conceito FISH;
Programa de gerenciamento de riscos;
Plano de emergência;
Controle de qualidade das matérias-primas;
Importância dos equipamentos girantes (máxima rotação de bombas);
Importância da capacitação do pessoal;
Importância da manutenção de equipamentos;
Importância da limpeza e descontaminação da área;
Estudos de caso:
1. Alemanha: explosão na planta de Oppau – contaminação;
2. Brasil: explosão na planta de Lorena – falha no plano de emergência;
3. Chile: explosão na planta EHM – falha de descontaminação;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Conceitos básicos de segurança de estocagem de Materiais Energéticos:
Distâncias de Segurança;
Estocagem combinada de explosivos;
Prazos de validade;
Proteção contra descargas atmosféricas;
Controle de acesso – redução de exposição humana;
Boas práticas construtivas (ventilação, diques, tipos de construção, etc.);
Controle de inventário;
Controle de derramamentos e perdas de contenção;
Controle de tráfego local e áreas de manobra;
Manuseio de materiais dentro dos depósitos;
Estudos de caso:
1. Brasil: fogo em depósito de Nitrocelulose – falha de controle;
2. China: explosão no Porto de Tianjin;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Destinação de resíduos de explosivos:
Classificação, coleta e armazenagem de resíduos – planta e laboratório;
De-sensibilização de explosivos;
Destruição de explosivos por queima;
Áreas para destruição de explosivos;
Restrição de quantidades a serem destruídas;
Destinação de resíduos a empresas terceirizadas;
Estudos de caso:
1. Austrália – explosão na planta de Argyle – mistura de resíduos;
2. Brasil – explosão em campo de queima – confinamento;
Carga Horária Estimada: 10 horas;

Testes e avaliação de Materiais Energéticos:
Sensibilidade mecânica (impacto, fricção);
Sensibilidade à fagulha;
Teste de propagação (Air Gap);
Teste de Brisância;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Estudo do Perclorato de Amônia (Aplicação R-Han):
Propriedades Físico-Químicas;
Perigos específicos do material;
Usos do Perclorato de Amônia;
Estudo de Caso:
1. USA: explosão da planta de Pepcon;
2. Brasil: fogo na Base de Lançamento de Alcântara;
Carga Horária Estimada: 5 horas;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Exercícios práticos;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade;
NR – 19 – Explosivos;
NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR 14039 – Instalações elétricas de media tensão de 1,0kV a 36,2kV;
ABNT NBR 15749 – Medição de Resistência de Aterramento de Potenciais na Superfície do Solo em Sistemas de Aterramento;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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