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  • Curso Aprimoramento Aplicação Hazop
Setores industriais críticos, como refinarias e unidades petroquímicas, exigem a aplicação rigorosa de estudos HAZOP conforme a IEC 61882, com foco na antecipação de falhas e prevenção de cenários catastróficos.
domingo, 25 maio 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, NR01, NR15, NR16, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Tradução e Interpretação de Idiomas técnicos

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO HAZOP – IEC 61882 – GUIA PARA APLICAÇÃO DE ESTUDOS DE PERIGO E OPERABILIDADE

Referência: 145604

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Qual Objetivo do Curso Aprimoramento Aplicação Hazop?

O Curso Aprimoramento Aplicação Hazop tem como principal objetivo capacitar profissionais para aplicar a metodologia HAZOP conforme a IEC 61882, conduzindo análises estruturadas de perigos e operabilidade em processos industriais. Assim, os participantes desenvolvem competência para liderar equipes, aplicar palavras-guia, estruturar nós de processo e interpretar desvios com foco na prevenção de falhas e acidentes.

Além disso, o conteúdo prepara o profissional para integrar o HAZOP a sistemas normativos como ISO 31000, NR 01 e API RP 750, fortalecendo a gestão de riscos organizacional, a rastreabilidade de recomendações e a conformidade técnica em auditorias e fiscalizações.

O sucesso de um estudo HAZOP depende da análise crítica de cenários de risco, validação de informações técnicas e delimitação precisa de áreas potencialmente perigosas.

O sucesso de um estudo HAZOP depende da análise crítica de cenários de risco, validação de informações técnicas e delimitação precisa de áreas potencialmente perigosas.

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop: O que é Hazop?

HAZOP (Hazard and Operability Study) é uma técnica de análise de riscos que utiliza a aplicação sistemática de palavras-guia sobre variáveis de processo, com o objetivo de identificar desvios indesejados, suas causas e consequências. Por esse motivo, é amplamente adotada em ambientes industriais com alto grau de risco operacional.

HAZOP, segundo a IEC 61882, identifica falhas, estrutura recomendações e fortalece a cultura de segurança com abordagem multidisciplinar.

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop: O que são palavras-guia no contexto do HAZOP e como sua aplicação sistemática contribui para a identificação de desvios de processo?

As palavras-guia são termos padronizados utilizados para provocar reflexões sobre possíveis desvios em parâmetros operacionais. Por exemplo, aplicar “Mais” a “temperatura” gera o desvio “Temperatura acima do normal”. Isso leva à identificação de causas (como falha em sensor) e à análise das consequências.

A aplicação sistemática dessas palavras promove consistência, cobertura ampla e padronização da análise. Abaixo, uma tabela-resumo:

Palavra-Guia Aplicação Típica Desvio Gerado
Mais Pressão, Temperatura Valor acima do esperado
Menos Vazão, Concentração Valor abaixo do necessário
Nenhum Fluxo, Movimento Ausência de operação
Reverso Sentido de fluxo, lógica Inversão da função ou operação
Outro Comando, função, processo Substituição inesperada

Quais sistemas e setores industriais mais críticos exigem a aplicação de estudos HAZOP conforme a IEC 61882?

Setores que operam com substâncias perigosas, altas pressões ou sistemas automatizados são prioritários para aplicação do HAZOP. Entre eles, destacam-se: indústrias químicas, petroquímicas, farmacêuticas, de alimentos e bebidas, plataformas offshore, refinarias e estações de tratamento.

Além disso, instalações críticas de energia, fertilizantes, gases industriais e combustíveis são frequentemente auditadas com base em estudos HAZOP como pré-requisito para operação segura e liberação ambiental.

Quais são os principais erros cometidos na condução de estudos HAZOP  e como evitá-los ?

Os erros mais recorrentes incluem delimitação inadequada dos nós, uso incorreto das palavras-guia, ausência de especialistas na equipe e falha em registrar salvaguardas de forma auditável. Tais falhas resultam em estudos frágeis, sem valor técnico ou legal.

Para evitar esses erros, o Curso Aprimoramento Aplicação HAZOP, por meio de simulações práticas e análise crítica de estudos mal conduzidos, além disso, fornece ferramentas de verificação de consistência, capacitando o participante a elaborar HAZOPs robustos, tecnicamente estruturados e normativamente válidos.

Setores industriais críticos, como refinarias e unidades petroquímicas, exigem a aplicação rigorosa de estudos HAZOP conforme a IEC 61882.

Setores industriais críticos, como refinarias e unidades petroquímicas, exigem a aplicação rigorosa de estudos HAZOP conforme a IEC 61882.

Quais são os critérios normativos para considerar um estudo HAZOP tecnicamente válido perante órgãos reguladores e auditorias?

Um estudo HAZOP é considerado tecnicamente válido quando cumpre integralmente a IEC 61882. Apresenta equipe multidisciplinar capacitada, delimita corretamente os nós de processo, aplica palavras-guia conforme padrão e documenta causas, consequências, salvaguardas e recomendações.

A tabela abaixo resume os critérios principais:

Critério Norma/Referência Obrigatoriedade
Metodologia conforme IEC 61882 IEC 61882 Sim
Equipe multidisciplinar NR 01 + ISO 45001 Sim
Registro rastreável ISO 31000 / NBR 31010 Sim
Definição de ações corretivas API RP 750 Sim
Salvaguardas documentadas ISO 45001 Sim

Por que é essencial documentar as salvaguardas existentes e potenciais durante a análise de risco com base no HAZOP?

Salvaguardas são barreiras existentes que evitam a ocorrência ou mitigam as consequências de desvios. Documentá-las é fundamental para que a análise de risco seja realista, proporcione decisões baseadas em evidências e evite sobreposição ou ausência de proteção.

Além disso, órgãos reguladores exigem rastreabilidade dessas salvaguardas para validar a eficácia dos controles e garantir que as ações propostas não sejam redundantes ou tecnicamente inviáveis.

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Veja Também:

Curso Estocagem Transporte Legislação Produtos Perigosos
Treinamento Artigos Perigosos ANAC
Curso Gerenciamento Resíduos Perigosos

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

CURSO APRIMORAMENTO HAZOP – IEC 61882 – GUIA PARA APLICAÇÃO DE ESTUDOS DE PERIGO E OPERABILIDADE
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1 – Fundamentos do HAZOP e da Norma IEC 61882 (5 horas)
Introdução ao conceito de HAZOP – Hazard and Operability Study.
Origem, evolução e propósito da metodologia HAZOP.
Estrutura e princípios da norma IEC 61882.
Tipos de análises de riscos aplicadas à indústria de processos.
Diferenças entre análises qualitativas, semi-quantitativas e quantitativas.
Contextualização do HAZOP frente a outras técnicas: FMEA, LOPA, What-If, BowTie.

Módulo 2 – Planejamento e Preparação do Estudo HAZOP (6 horas)
Definição de escopo, fronteiras e objetivos do estudo.
Coleta de dados técnicos: diagramas de processo (P&ID), fluxogramas de blocos, folhas de dados, descrições de controle.
Seleção e atribuição de papéis da equipe multidisciplinar (líder, relator, especialistas).
Termo de referência e elaboração da agenda técnica.
Planejamento de sessões, definição de nós de processo e limites de análise.
Boas práticas na estruturação documental e uso de ferramentas digitais.

Módulo 3 – Execução da Metodologia HAZOP – Etapas Sistemáticas (10 horas)
Descrição detalhada das palavras-guia e seus significados técnicos.
Aplicação das palavras-guia sobre os parâmetros do processo.
Formulação dos desvios e análise das possíveis causas.
Avaliação das consequências operacionais, ambientais e de segurança.
Identificação e verificação de salvaguardas existentes.
Registro técnico estruturado: preenchimento do formulário HAZOP (worksheet).
Classificação de severidade, frequência e avaliação do risco.
Estratégias de mitigação e análise da viabilidade das recomendações.

Módulo 4 – Aplicações Avançadas e Estudo de Casos Reais (8 horas)
Estudos de caso com base em unidades industriais de refino, plantas químicas, petroquímicas e instalações offshore.
Aplicação do HAZOP em sistemas com automação complexa e intertravamentos.Análise de falhas em válvulas de alívio, rotas de bypass, malhas de controle e equipamentos críticos.
Exercícios práticos com simulação de sessões em tempo real.
Interpretação crítica de HAZOPs anteriores com revisão técnica orientada.
Diagnóstico de falhas metodológicas em estudos mal executados

Módulo 5 – Integração com a Gestão de Riscos e Conformidade Normativa (5 horas)
Integração do HAZOP com a Análise de Riscos de Processo (PHA).
Articulação com normas e regulamentos nacionais: NR 13, NR 20, NR 36, PGR e SEVESO III.
Relação com a metodologia de Gestão de Mudanças (Management of Change – MOC).
Vínculos com sistemas de gestão ISO 31000, ISO 45001 e ISO 14001.
Encadeamento entre identificação de riscos, análise de barreiras e planos de ação.

Módulo 6 – Elaboração de Relatórios Técnicos e Responsabilidade Profissional (4 horas)
Estruturação do relatório técnico conforme a norma IEC 61882.
Apresentação formal das recomendações e respectivas ações.
Prazos, responsáveis e formas de verificação da implementação.
Registro, rastreabilidade e arquivamento das decisões tomadas.
Obrigações legais e éticas do responsável técnico.
Emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e conformidade com os Conselhos Profissionais.

Módulo 7 – Avaliação Prática e Encerramento (2 horas)
Aplicação prática de um estudo completo de HAZOP com base em um caso simulado.
Elaboração do relatório final com recomendações e justificativas.
Apresentação técnica e defesa oral do estudo realizado.
Avaliação escrita sobre a aplicação da metodologia.
Feedback técnico individualizado e encerramento com orientações de desenvolvimento contínuo.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

Participantes sem experiência:

Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
IEC 61882 – Hazard and Operability studies (HAZOP studies) – Application guide – (Estudos de Perigo e Operabilidade (estudos Hazop) – Guia de aplicação);
ABNT NBR ISO IEC 31010 – Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos;
IEC 60300-3-9 – Gerenciamento de confiabilidade – Parte 3: Guia de aplicação – Seção 9: Risco análise de sistemas tecnológicos;
IEC 60812 – Técnicas de análise para confiabilidade do sistema – Procedimento para modo de falha e efeitos análise de efeitos (FMEA);
IEC 61025 – Análise da árvore de falhas (FTA);
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos – Princípios e diretrizes;
ABNT ISO Guia 73 – Gestão de riscos – Vocabulário;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS
Âmbito de aplicação;
Referências normativas,
Termos, definições e abreviaturas e definições
Abreviaturas;
Princípios Características principais do HAZOP;
Panorâmica Geral;
Exame;
Representação do design;
Generalidades;
Requisitos de desenho e intenção de desenho;
Aplicações do HAZOP;
Generalidades;
Relações com outras ferramentas de análise;
Limitações de estudo do HAZOP;
Estudos de identificação de riscos durante diferentes fases do ciclo de vida do sistema;
Fase de concepção;
Fase de desenvolvimento;
Etapa de realização;
Etapa de utilização
Fase de melhoramento;
Fase de reforma;
O procedimento de estudo do HAZOP;
Generalidades;
Definições;
Iniciar o estudo;
Definir o âmbito e os objetivos;
Definir papéis e responsabilidades;
Preparação;
Planejar o estudo;
Recolher dados e documentação;
Estabelecer palavras-guia e desvios;
Exame;
Estruturar o exame;
Realizar o exame;
Documentação e acompanhamento;
Generalidades;
Estabelecer o método de registo;
Realização do estudo;
Registar a informação;
Assinar a documentação;
Acompanhamento e responsabilidades;
Métodos de registo;
Opções de gravação;
Ficha de trabalho HAZOP;
Representação assinalada;
Relatório de estudo HAZOP;
Exemplos de estudos HAZOP;
Generalidades;
Exemplo introdutório;
Procedimentos;
Sistema de proteção automática de comboios;
Generalidades;
Aplicação;
Exemplo que envolve planejamento de emergência;
Sistema de controlo de válvulas piezoeléctricas;
HAZOP de um procedimento de buzina de estaleiro de um comboio.
Fonte: IEC 61882.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Aprimoramento Aplicação Hazop

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O objetivo é descrever os princípios e procedimentos de Perigo e Estudos de Operabilidade (HAZOP). HAZOP é uma técnica estruturada e sistemática para examinar um sistema definido, com o objetivo de: Identificação de perigos potenciais no sistema. Os perigos envolvidos podem incluir aqueles essencialmente relevante apenas para a área imediata do sistema e aqueles com um muito mais amplo esfera de influência, por exemplo, alguns perigos ambientais; Identificar potenciais problemas de operabilidade com o sistema e, em particular, identificar causas de distúrbios operacionais e desvios de produção susceptíveis de levar a produtos conformes. Um benefício importante dos estudos HAZOP é que o conhecimento resultante, obtido pela identificação perigos potenciais e problemas de operabilidade de uma maneira estruturada e sistemática, é de grande assistência na determinação de medidas corretivas apropriadas. Uma característica de um estudo HAZOP é a “sessão de exame” durante a qual uma equipe disciplinar sob a orientação de um líder de estudo examina sistematicamente todos os itens relevantes partes de um projeto ou sistema. Ele identifica os desvios da intenção de design do sistema utilizando um conjunto básico de palavras-guia. A técnica visa estimular a imaginação dos participantes de uma forma sistemática de identificar perigos e problemas de operabilidade. HAZOP deve ser visto como um aprimoramento do design de som usando abordagens baseadas na experiência, como códigos de prática em vez de um substituto para essas abordagens. Existem muitas ferramentas e técnicas diferentes disponíveis para a. identificação de potenciais perigos e problemas de operabilidade, que vão desde listas de verificação, modos de falha e análise de efeitos (FMEA), Fault Tree Analysis (FTA) para HAZOP. Algumas técnicas, como listas de verificação e A análise de variações hipotéticas pode ser usada no início do ciclo de vida do sistema, quando há pouca informação disponível, ou em fases posteriores se uma análise menos detalhada for necessária. Estudos HAZOP requerem mais detalhes sobre os sistemas em consideração, mas produzem informações mais abrangentes sobre perigos e erros no projeto do sistema. O termo HAZOP tem sido frequentemente associado, em um sentido genérico, a algum outro perigo técnicas de identificação (por exemplo, lista de verificação HAZOP, HAZOP 1 ou 2, HAZOP baseado em conhecimento). O uso do termo com tais técnicas é considerado impróprio e é especificamente excluído deste documento. Antes de iniciar um estudo HAZOP, deve-se confirmar que é o mais apropriado técnica (individualmente ou em combinação com outras técnicas) para a tarefa em mãos. No fazer esse julgamento, deve-se considerar o propósito do estudo, a possível gravidade de quaisquer consequências, o nível de detalhe adequado, a disponibilidade de dados e recursos relevantes. Este padrão foi desenvolvido para fornecer orientação em muitos setores e tipos de sistema. Existem padrões e guias mais específicos dentro de alguns setores, notavelmente as indústrias de processo onde a técnica se originou, que estabelecem métodos preferenciais de aplicação para essas indústrias.
Princípios do HAZOP: Visão Geral: Um estudo HAZOP é um processo detalhado de identificação de perigo e problema de operabilidade, realizado por uma equipe. O HAZOP trata da identificação de possíveis desvios da intenção do projeto, exame de suas possíveis causas e avaliação de suas consequências. Os principais recursos do exame HAZOP incluem o seguinte. O exame é um processo criativo. O exame prossegue usando sistematicamente uma série de palavras-guia para identificar possíveis desvios da intenção do projeto e empregando esses desvios como “dispositivos desencadeadores” para estimular os membros da equipe a imaginar como o desvio pode ocorrer e quais podem ser as consequências. O exame é realizado sob a orientação de um estudo treinado e experiente líder, que deve garantir uma cobertura abrangente do sistema em estudo, usando pensamento lógico e analítico. O líder do estudo é preferencialmente assistido por um registrador que registra os riscos identificados e / ou distúrbios operacionais para avaliação posterior e resolução.
O exame conta com especialistas de várias disciplinas com habilidades adequadas e experiência que mostra intuição e bom senso. O exame deve ser realizado em um clima de pensamento positivo e franco discussão. Quando um problema é identificado, ele é registrado para avaliação subsequente e resolução. Soluções para problemas identificados não são o objetivo principal do exame HAZOP, mas, se feitos, são registrados para consideração pelos responsáveis pelo projeto.
Princípios de exame: A base do HAZOP é um “exame de palavra-guia”, que é uma busca deliberada de desvios da intenção do projeto. Para facilitar o exame, um sistema é dividido em partes em tal maneira que a intenção do projeto para cada parte pode ser definida adequadamente. O tamanho da peça escolhida provavelmente dependerá da complexidade do sistema e da gravidade do perigo. Nos sistemas complexos ou aqueles que apresentam um alto risco, as peças são provavelmente pequenas. Nos sistemas simples ou que apresentam baixo risco, o uso de peças maiores irá agilizar o estude. A intenção do projeto para uma determinada parte de um sistema é expressa em termos de elementos que transmitem as características essenciais da parte e que representam as divisões naturais da parte. A seleção dos elementos a serem examinados é, em certa medida, uma decisão subjetiva, pois há pode haver várias combinações que irão atingir o propósito exigido e a escolha pode também dependem da aplicação específica. Os elementos podem ser etapas ou estágios discretos em um procedimento, sinais individuais e itens de equipamento em um sistema de controle, equipamento ou componentes em um processo ou sistema eletrônico, etc. Em alguns casos, pode ser útil expressar a função de uma parte em termos de: O material de entrada obtido de uma fonte; Uma atividade que é realizada naquele material; Um produto que é levado a um destino. Assim, a intenção do projeto conterá os seguintes elementos: materiais, atividades, fontes e destinos que podem ser vistos como elementos da peça. Os elementos muitas vezes podem ser utilmente definidos mais detalhadamente em termos de características que podem ser quantitativos ou qualitativos. Por exemplo, em um sistema químico, o elemento “material” pode ser definido posteriormente em termos de características como temperatura, pressão e composição. Para a atividade “transporte”, características como a taxa de movimento ou o número de passageiros podem ser relevantes. Para sistemas baseados em computador, a informação ao invés do material é provavelmente será o assunto de cada parte. A equipe HAZOP examina cada elemento (e característica, quando relevante) para desvio da intenção do projeto, o que pode levar a consequências indesejáveis. A identificação de desvios da intenção do projeto é alcançada por um processo de questionamento usando “Palavras-guia”. O papel da palavra-guia é estimular o pensamento imaginativo, para enfocar o estudar e suscitar ideias e discussão, maximizando assim as chances de conclusão do estudo.
F: IEC 61882

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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