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Laudo Tanque Aço Carbono
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Eng. Ambiental e Sanitária - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Ambiental e Sanitária - ARTs, Engenharia Civil - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Química - Laudos e Relatórios Técnicos, Ensaio Não Destrutivo, Gestão de Perícias, Gestão Engenharia Mecânica, Gestão Engenharia Química, Laudos e Relatórios Técnicos, Medicina do Trabalho, Medicina do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Normas Internacionais, NR06, NR12, Produtos Perigosos, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Testes e Ensaios, Tradução e Interpretação de Idiomas técnicos

Laudo Tanque Aço Carbono

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM TANQUE DE AÇO E CARBONO, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO PERICIAL, COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 117216

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

O Laudo Tanque Aço Carbono é um documento técnico fundamental que avalia as condições de tanques de aço carbono, assegurando que estejam aptos para a armazenagem segura de produtos químicos, combustíveis, gases e outros materiais industriais.

Essa análise é essencial para garantir que os tanques não apresentem avarias, danos ou riscos à integridade dos produtos armazenados. Além disso, o laudo cumpre com as normas de segurança estabelecidas, prolongando a vida útil do equipamento e evitando acidentes que podem causar danos significativos.

Laudo Técnico de Tanque de Aço Carbono: análise técnica para garantir o desempenho seguro e a proteção contra corrosão em tanques industriais - Laudo Tanque Aço Carbono

Laudo Técnico de Tanque de Aço Carbono: análise técnica para garantir o desempenho seguro e a proteção contra corrosão em tanques industriais

O que é Tanque de Aço Carbono?

O Tanque de Aço Carbono é um reservatório utilizado para armazenagem de substâncias em indústrias, como água de processo, petróleo e químicos. Fabricado com aço carbono, esse tipo de tanque pode variar em teor de carbono, resultando em diferentes níveis de durabilidade e resistência.

Os tanques de baixo carbono são mais maleáveis, tornando-os adequados para produtos menos agressivos. Por outro lado, os tanques de alto carbono oferecem maior dureza e resistência, sendo ideais para armazenar substâncias mais corrosivas.

A ampla aplicação dos tanques de aço carbono nas indústrias se deve à sua capacidade de suportar grandes volumes e resistir à corrosão, quando devidamente mantidos. Portanto, a escolha do tipo de tanque adequado é crucial para garantir a segurança e a eficiência operacional.

Para que serve o Laudo Tanque Aço Carbono?

O Laudo Tanque Aço Carbono tem a função de inspecionar as condições estruturais e operacionais dos tanques. Essa avaliação é essencial para garantir que o tanque esteja em condições adequadas para armazenar produtos com segurança, sem risco de vazamentos, corrosão ou contaminação.

O laudo também visa identificar falhas que possam comprometer a integridade do tanque e dos produtos armazenados, evitando acidentes e prejuízos econômicos.

Empresas que lidam com substâncias sensíveis, como produtos químicos e combustíveis, precisam de um laudo regular para seguir as normativas de segurança. Isso não só protege os trabalhadores e o ambiente, mas também assegura a continuidade das operações sem interrupções inesperadas.

Laudos para assegurar a qualidade e a confiabilidade de tanques de armazenamento em diversas aplicações - Laudo Tanque Aço Carbono

Laudos para assegurar a qualidade e a confiabilidade de tanques de armazenamento em diversas aplicações

Quais os Tipos de Tanques de Aço Carbono?

Existem três principais tipos de tanques de aço carbono, classificados de acordo com a quantidade de carbono na composição do aço:

  1. Os tanques de baixo carbono oferecem maior maleabilidade, sendo utilizados para armazenagem de água e produtos de menor agressividade química. Esses tanques são mais fáceis de moldar e reparar, o que os torna uma escolha prática para aplicações menos exigentes.
  2. Os tanques de médio carbono possuem resistência intermediária, sendo amplamente usados em indústrias químicas. Eles equilibram a maleabilidade e a resistência, adequando-se a uma variedade de produtos.
  3. Os tanques de alto carbono apresentam alta resistência e durabilidade, ideais para armazenagem de produtos corrosivos e de alta pressão. Esses tanques requerem cuidados especiais, mas garantem segurança em aplicações críticas.

Cada tipo de tanque exige cuidados específicos de manutenção e avaliação periódica, garantindo que estejam seguros e aptos para seu uso.

Quais são os procedimentos do Laudo Tanque Aço Carbono?

A execução do Laudo Tanque Aço Carbono envolve uma série de etapas detalhadas para garantir a segurança e o bom funcionamento dos tanques. Os principais procedimentos incluem:

  1. A primeira etapa é a inspeção visual, que abrange a análise externa e interna do tanque para identificar sinais de corrosão, rachaduras ou deformações. Essa inspeção é fundamental para detectar problemas antes que se tornem críticos.
  2. O teste de espessura mede a espessura das paredes do tanque, verificando se estão de acordo com os padrões de segurança. Esse teste ajuda a identificar áreas onde a corrosão pode ter reduzido a espessura do material.
  3. Outro procedimento importante é o teste de estanqueidade, que verifica a vedação do tanque, garantindo que não haja vazamentos. Isso é essencial para evitar contaminações e garantir a segurança dos produtos armazenados.
  4. A análise de integridade estrutural certifica que o tanque está apto para suportar a pressão interna sem risco de rompimento. Essa análise é vital para garantir a segurança operacional.

Por fim, após as inspeções, é emitido um relatório técnico que atesta as condições do tanque e fornece recomendações para manutenções futuras, caso necessário. Esses procedimentos são fundamentais para garantir a durabilidade e eficiência dos tanques.

Qual a Importância da Manutenção Preventiva em Tanques de Aço Carbono?

A manutenção preventiva é um aspecto essencial para garantir a longevidade e a segurança dos tanques de aço carbono. O Laudo Tanque Aço Carbono é parte dessa manutenção e visa identificar potenciais problemas antes que se tornem falhas críticas, como vazamentos ou rupturas.

A manutenção regular inclui a inspeção periódica, limpeza, testes de corrosão e verificação das vedações. Negligenciar a manutenção preventiva pode resultar em danos significativos aos tanques e aos produtos armazenados, além de gerar custos elevados de reparo e multas por não conformidade com normas de segurança.

Portanto, o laudo é uma ferramenta importante para evitar acidentes e garantir a eficiência operacional das indústrias que utilizam esses tanques.

Além disso, uma abordagem proativa em relação à manutenção pode aumentar a confiança dos funcionários e stakeholders na operação da empresa, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e produtivo.

Normas Técnicas Relacionadas ao Laudo Tanque Aço Carbono

A elaboração do Laudo Tanque Aço Carbono segue normas técnicas específicas para assegurar que o equipamento esteja apto para o uso e em conformidade com regulamentações de segurança. As principais normas envolvidas incluem:

  • A NBR 17505 estabelece diretrizes para o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis, garantindo, desse modo, que os tanques sejam projetados e mantidos de acordo com os padrões de segurança;
  • A NBR 7821 trata das inspeções periódicas de tanques de aço carbono, assegurando, dessa forma, sua segurança e integridade estrutural. Essa norma define os procedimentos que devem ser seguidos durante as inspeções, garantindo que todos os aspectos relevantes sejam considerados;
  • A NR 13 regulamenta caldeiras, vasos de pressão e tanques metálicos, com foco na inspeção, manutenção e segurança dos equipamentos. Essa norma é fundamental para garantir que os tanques operem dentro dos padrões de segurança exigidos pelas autoridades competentes.

Seguir essas normas é fundamental para evitar problemas como vazamentos, contaminação de produtos e multas por descumprimento das regulamentações. A conformidade com essas normas garante que a operação industrial seja segura, eficiente e livre de riscos legais.

Benefícios do Laudo Tanque Aço Carbono

A realização do Laudo Tanque Aço Carbono traz diversos benefícios para as indústrias. Um dos principais é a segurança, que garante que os tanques estão em condições adequadas para operar sem risco de acidentes. Isso é especialmente importante em setores que lidam com substâncias perigosas, onde um pequeno erro pode ter consequências graves.

A conformidade legal é outro benefício significativo. O laudo assegura que a empresa está cumprindo as normativas técnicas, evitando penalizações e sanções. Isso não apenas protege a empresa de multas, mas também fortalece sua reputação no mercado.

A eficiência operacional é uma vantagem adicional. A inspeção periódica contribui para evitar interrupções nas operações, garantindo a continuidade da produção. Isso é essencial para manter a competitividade em um mercado cada vez mais exigente.

Além disso, a manutenção preventiva reduz o risco de falhas graves que poderiam gerar despesas maiores com reparos emergenciais. A preservação da qualidade do produto é outro ponto importante, pois o laudo evita a contaminação de produtos armazenados devido à deterioração dos tanques.

Esses benefícios fazem do laudo um procedimento indispensável para qualquer empresa que utilize tanques de aço carbono, garantindo a integridade dos processos e produtos.

Como solicitar o Laudo Tanque Aço Carbono?

Solicitar o Laudo Tanque Aço Carbono é essencial para garantir a segurança e a eficiência das suas operações. Nossa equipe de engenheiros especializados realiza uma inspeção minuciosa, seguindo todas as normas técnicas, como a NBR 17505 e a NR 13.

Isso assegura, portanto, que seus tanques estão em perfeitas condições. Oferecemos soluções rápidas e completas, incluindo a emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), garantindo a total conformidade com as exigências legais. Entre em contato conosco para agendar sua inspeção e manter suas operações industriais seguras e eficientes.

Essa ação não só protege sua empresa de possíveis riscos legais, mas também assegura que suas operações sejam realizadas de forma eficiente e segura.

Conclusão

O Laudo Tanque Aço Carbono é, portanto, uma medida essencial para garantir a integridade e a segurança de tanques de armazenamento. Com inspeções regulares e uma análise criteriosa, é possível evitar acidentes e garantir que os equipamentos funcionem, desse modo, corretamente.

Solicite seu laudo e mantenha suas operações em conformidade com as normas, prolongando a vida útil dos tanques, bem como preservando a qualidade dos produtos armazenados.

Investir em um Laudo Tanque Aço Carbono é, sobretudo, uma decisão inteligente para qualquer empresa que valoriza a segurança e a eficiência. Com um acompanhamento adequado, você não só protege seus ativos, mas também promove um ambiente de trabalho mais seguro para todos os colaboradores.

Leia também: Avaliação de tanques de armazenamento

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Tanque Aço Carbono

Escopo dos serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM TANQUE DE AÇO E CARBONO, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO PERICIAL, COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo:
Realizar uma inspeção técnica detalhada em tanque de aço e carbono, avaliando suas condições estruturais e operacionais. O trabalho incluirá a elaboração de um relatório técnico pericial, com a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Descrição das Atividades:

Planejamento da Inspeção:
Levantamento de informações sobre o tanque de aço e carbono, como especificações, histórico de manutenção e condições de operação.
Definição dos pontos críticos a serem inspecionados, como soldas, estrutura de sustentação, revestimentos internos e externos, e dispositivos de segurança.
Planejamento das metodologias de inspeção, incluindo inspeção visual, ultrassônica, radiográfica ou outras técnicas não destrutivas, conforme necessário.

Execução da Inspeção Técnica:
Inspeção Visual: Verificação visual de corrosão, rachaduras, deformações e desgaste nas superfícies do tanque, tanto internas quanto externas.
Verificação de Soldas: Inspeção das soldas de junção para identificar possíveis falhas que possam comprometer a integridade do tanque.
Avaliação de Corrosão: Realização de medições de espessura do material para identificar áreas afetadas por corrosão ou desgaste excessivo.
Inspeção de Dispositivos de Segurança: Verificação do funcionamento de dispositivos como válvulas de alívio de pressão, tampas de acesso e sistemas de drenagem.
Verificação de Equipamentos de Monitoramento: Inspeção de instrumentos e sensores instalados para monitoramento de níveis de pressão, temperatura e outros parâmetros críticos.

Análise Técnica:
Análise das condições do tanque de aço e carbono com base nos resultados das inspeções realizadas.
Identificação de não conformidades, como áreas de corrosão excessiva, soldas comprometidas ou falhas nos dispositivos de segurança.
Avaliação do risco de falhas ou acidentes, com base nas condições observadas durante a inspeção.

Elaboração do Relatório Técnico Pericial:
Descrição detalhada das atividades realizadas, incluindo a metodologia de inspeção, equipamentos utilizados e áreas avaliadas.
Apresentação dos resultados da inspeção, com a identificação de possíveis falhas ou condições inadequadas, acompanhados de imagens e diagramas explicativos.
Análise técnica das condições do tanque, com recomendações sobre manutenção corretiva ou preventiva, se necessário.
Propostas de intervenções para corrigir falhas detectadas, caso existam, e prolongar a vida útil do tanque.

Emissão da ART:
Emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) formalizando as atividades realizadas durante a inspeção.
Entrega da ART juntamente com o relatório técnico pericial, como garantia da responsabilidade profissional.

Entrega Final:
Entrega do relatório técnico completo, com a ART, ao cliente.
Disponibilidade para esclarecimentos adicionais e acompanhamento, caso o cliente necessite de mais informações ou orientações.

Cronograma e Prazo de Entrega:
O cronograma de execução será estabelecido conforme a complexidade do tanque a ser inspecionado e o número de pontos críticos identificados.
A previsão de entrega final do relatório técnico pericial e da ART será ajustada conforme as etapas descritas acima, com um prazo definido com base na complexidade da inspeção.

Conclusão:
Este escopo técnico assegura uma avaliação completa e detalhada das condições do tanque de aço e carbono, identificando falhas potenciais e fornecendo recomendações para garantir a integridade estrutural e a operação segura. O relatório técnico pericial, acompanhado da ART, formaliza a execução e oferece respaldo técnico para futuras intervenções ou correções.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Tanque Aço Carbono

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NBR 15461 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Construção e instalação de tanque aéreo de aço-carbono
ABNT NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados;
ABNT NBR 15461 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Construção e instalação de tanque aéreo de aço carbono;
ABNT NBR 43212 – Posto de serviço – Construção de tanque atmosférico subterrâneo em aço-carbono;
ABNT NBR 16764 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Instalação dos componentes do sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis;
ABNT NBR 14606 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Entrada em espaço confinado em tanques subterrâneos e em tanques de superfície
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Tanque Aço Carbono

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Tanque Aço Carbono

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Procedimentos ocupacionais para a realização da verificação;
Adequação às normas e recomendações do fabricante;
Verificação de documentos do equipamento;
Avaliação do porte das instalações e uso do equipamento;
Verificação das condições de Instalação do tanque;
Propriedades químicas dos produtos inflamáveis e combustíveis;
Cuidados necessários com gases inflamáveis e combustíveis;
Checagem de higienização e limpeza;
Verificação das bases, conexões e parafusos;
Inspeção para existência de fungos;
Teste para identificação de orifícios e fissuras;
Verificação dos sistemas de contenção e derramamento;
Avaliação de linhas de sucção, respiro, retorno e eliminadoras de ar;
Teste de resistência de fluídos e aditivos;
Verificação de corrosão;
Teste por ultrassom;
Sistemas de prevenção e controle de riscos;
Inspeção com líquido penetrante fluorescente quando possível;
Verificação de sinalização de segurança;
Análise de rotulagem e informações importantes visíveis;
Sugestões de reparos e realocação;
Recomendações finais;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo Tanque Aço Carbono

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Ensaios de desempenho
Os ensaios de desempenho devem ser realizados apenas para cada novo projeto de tanque ou ser substituídos por memorial de cálculo a ser apresentado pelo fabricante. 10.1 Ensaios de estanqueidade
10.1.1 CUIDADO — Os ensaios com ar apresentam riscos de ferimento a pessoas, portanto, os técnicos envolvidos devem ser instruídos quanto às precauções a tomar durante o ensaio. Os cuidados devem incluir o uso de um dispositivo de alívio de pressão para reduzir o risco de o tanque tornar-se excessivamente pressurizado.
10.1.2 O ensaio de estanqueidade deve ser realizado antes da pintura do tanque, por qualquer um dos métodos descritos nas alíneas a), b) ou c). Não deve haver indícios de vazamento nem sinais de deformação permanente após o ensaio de vazamento. A parede, o tampo ou o teto do tanque podem apresentar deflexão quando submetidos à pressão de ensaio, mas devem retornar à sua posição e forma originais quando a pressão de ensaio for liberada.

a) aplicar pressão de ar interna e usar água e sabão, ou material equivalente, para detectar vazamentos. Para tanques horizontais ou retangulares, a pressão de ensaio não deve ser inferior a 21 kPa (3 psig) nem superior a 35 kPa (5 psig). Para tanques verticais, a pressão de ensaio não deve ser inferior a 10 kPa (1,5 psig) nem superior a 17 kPa (2,5 psig) ou à pressão acima de 10 kPa (1,5 psig) que primeiro ocasione deformação visível do tanque;
b) encher completamente o tanque com água, aplicar uma pressão hidrostática de 35 kPa (5 psig) e examinar se há vazamento no tanque. O tanque deve ser ensaiado na posição em que deve ser instalado;
c) para tanques verticais com solda fraca teto–costado, encher completamente o tanque com água. A água deve permanecer por 1 h e, então, deve-se verificar se o tanque apresenta vazamentos. O tanque deve ser ensaiado na posição em que deve ser instalado.
10.1.3 Cada compartimento de um tanque que tenha dois ou mais compartimentos deve ser ensaiado separadamente.
10.1.4 Caso se observem vazamentos durante o ensaio, o tanque deve ser reparado com solda e ensaiado novamente. Os defeitos nas soldas devem ser reparados de um ou dos dois lados da junta (conforme necessário), aplicando-se nova solda.
10.2 Ensaio de resistência hidrostática

10.2.1 O ensaio de resistência hidrostática deve ser conduzido tal como descrito em 10.2.3, utilizando-se o aparelho de ensaio descrito em 10.2.2. O tanque não deve romper, vazar nem apresentar deformação permanente quando submetido a este ensaio.
10.2.2 Aparelhagem de ensaio – A fonte da pressão de água deve ser capaz de manter uma pressão de pelo

menos 207 kPa (30 psig) por um período não inferior a 2 min. Os medidores de pressão devem ser calibrados e ter limites de escala de 0 kPa a 345 kPa (0 psig a 50 psig) ou 0 kPa a 415 kPa (0 psig a 60 psig), mostrador de pelo menos 89 mm de diâmetro, divisão de escala de no máximo 10 kPa (1 psig) e precisão de 1% da leitura de fundo de escala. Tubulações e acessórios como os mostrados na figura B.16 devem ser apropriados para a pressão de ensaio.
10.2.3 O tanque e as conexões devem ser dispostos como mostrado na figura B.16. Todas as aberturas que não estejam em uso no tanque a ser ensaiado devem estar tampadas e, além disto, devem ser atendidas as seguintes condições:

a) o tanque deve estar completamente cheio de água e todo o ar do tanque deve ser expelido;
b) a pressão deve ser aplicada gradualmente ao tanque em incrementos de 34,5 kPa (5 psig), a uma velocidade não superior a 14 kPa (2 psig) por minuto. Deve-se manter a pressão por 2 min após cada incremento de 34,5 kPa (5 psig) até que se atinja a pressão de ensaio de 172 kPa (25 psig);
EXCEÇÃO — Em tanques retangulares, pode-se usar a pressão de ensaio de 103 kPa (15 psig), em vez de 172 kPa (25 psig), desde que os tanques sejam sinalizados conforme especificado em 12.4.
c) quando se atingir a pressão de ensaio, o tanque deve ser examinado em busca de sinais visíveis de vazamento, deformações ou ruptura. 10.3 Ensaio de flutuação
10.3.1 Deve-se encher com água a área do dique de contenção até o máximo de sua capacidade, enquanto o tanque permanece vazio. Essa condição deve ser mantida por no mínimo 1 h. O tanque não deve erguer-se do piso do dique.
10.3.2 Esvazia-se então o dique e examinam-se o tanque e o dique. Não deve haver sinais de dano estrutural, nem deformação permanente.

10.4 Ensaio de carga hidrostática
10.4.1 Este ensaio deve ser realizado logo após o ensaio de flutuação. Com o dique cheio de água, não deve haver danos estruturais nem deflexão das paredes do dique que exceda L/250, onde L é o comprimento (ou altura) da parede lateral. Além disso, a inspeção visual do dique não deve revelar nenhum vazamento ou deformação permanente.
10.4.2 Com a área do dique vazia, o tanque deve ser cheio de água até sua capacidade máxima. Essa condição deve manter-se por no mínimo 1 h e não deve haver sinais de dano estrutural, nem deformação permanente.
10.5 Ensaio de carga do topo
10.5.1 A superfície do topo de tanques com topo plano deve ser submetida a uma carga de 450 kg, aplicada sobre uma área de 0,09 m 2, na parte mais fraca do topo do tanque, por um período de 5 min.
10.5.2 A carga é então removida e o tanque é submetido ao ensaio de estanqueidade, conforme 10.1. 10.6 Ensaio de carga do suporte do tanque

10.6.1 Um tanque equipado com suportes integrais não deve apresentar sinais de deformação permanente, nem de danos ao tanque ou aos suportes, quando ensaiado conforme 10.6.2.
10.6.2 Deve-se
encher completamente o tanque com água. Uma carga uniformemente distribuída, equivalente ao peso do tanque cheio, deve ser colocada no topo do tanque cheio, paralelamente ao eixo longitudinal do tanque. O tanque e os suportes devem resistir a essa carga por 2 min.
11 Ensaios de fabricação e produção
11.1 Antes da pintura, todos os tanques devem ser ensaiados pelo fabricante conforme 10.1 e devem mostrar-se estanques quanto a vazamento. 11.2 Para tanques em diques de contenção, cada parede do dique deve ser inspecionada, para verificar eventuais defeitos de solda, com líquido penetrante, partícula magnética ou outro método de ensaio aceitável e não destrutivo. Se todas as soldas forem duplas (dentro e fora), pode-se utilizar a inspeção visual. Pode-se utilizar também o ensaio de carga hidrostática, conforme 10.4, para detectar defeitos de solda.
12 Identificação
12.1 Geral
12.1.1 Cada tanque deve ter placa de identificação presa ao tanque em local visível. 12.1.2 A placa de identificação deve ser de aço inoxidável, com dimensões mínimas de 60 mm x 120 mm e letras com altura de 3 mm (aproximadamente), com grafia indelével, registrando as seguintes exigências:
a) nome do fabricante, marca do fabricante ou sua marca registrada, ou outro rótulo descritivo pelo qual se possa identificar a empresa responsável pela fabricação;
b) uma das seguintes identificações, conforme o caso:
1) Este tanque requer respiro de alívio de emergência. Capacidade mínima de m 3/h, inserindo-se o valor apropriado segundo a tabela A.6; ou
2) Para tanques cilíndricos verticais com junta frágil teto–costado: Construído com junta frágil teto–costado; ou
3) Para tanques equipados com boca-de-visita de parafuso longo, de acordo com os requisitos de 4.5.10, a sinalização deve ser fixada diretamente à tampa da boca-de-visita, com a seguinte inscrição: “Esta boca-de-visita está equipada com parafusos longos para permitir respiro de alívio emergencial. Não substituir por parafusos mais curtos”;
c) a declaração: “Este tanque destina-se exclusivamente à instalação estacionária”;
d) se o fabricante produzir tanques em mais de uma fábrica, cada tanque deve ter um rótulo distintivo pelo qual se possa identificá-lo como produto de uma determinada fábrica;
e) identificação das aberturas de respiro de emergência;
f) quando o tanque tiver suportes integrais, deve receber a sinalização “sobre suportes”, localizada próxima à marca de identificação;
g) número de série e data de fabricação (mês e ano). 12.2 Tanques compartimentados
12.2.1 Além da sinalização requerida em 12.1, os tanques compartimentados também devem trazer identificação das aberturas de respiro de emergência para cada compartimento, conforme descrito em 12.1.2 b-1. 12.2.2 A marcação do volume na placa de identificação deve iniciar-se pelo compartimento em que se encontra a placa e obedecer à ordem dos compartimentos. 12.3 Tanques com diques metálicos de contenção
12.3.1 Além da sinalização requerida em 12.1 e 12.2, os tanques com diques metálicos de contenção devem ser também sinalizados com as seguintes declarações:
a) a capacidade da área de contenção em metros cúbicos. A capacidade também pode ser expressa em termos da contenção percentual do tanque;
b) para tanques em diques de contenção de topo fechado, somente quando a tampa é utilizada como ventilação de emergência: “Tampa usada para ventilação de emergência. Não prenda a tampa”.
12.3.2 A placa de identificação deve ser presa ao exterior da parede do dique.
12.3.2 A placa de identificação deve ser presa ao exterior da parede do dique.
12.4 Tanques retangulares
Se o tanque for submetido à pressão de ensaio hidrostático de 103 kPa (15 psig), tal como na exceção de 10.2.3 b), deve ser sinalizado para indicar uma pressão máxima de ensaio de vazamento de 21 kPa (3 psig).
F: NR 12.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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