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  • Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases
Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases é, sobretudo, um procedimento essencial para garantir a segurança no armazenamento e transporte de gases comprimidos.
domingo, 13 abril 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Engenharia Ambiental e Sanitária - ARTs, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia de Petróleo e Gás, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica, Engenharia Industrial, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química - ARTs, Engenharia Química - Laudos e Relatórios Técnicos, Gestão Ambiental, Gestão da Produção, Gestão de Riscos, NR01, NR13, Planos, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS EM CILINDROS DE AÇO, SEM COSTURA, PARA GASES – NBR 12274, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 168257

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Italiano, Mandarim, Alemão, Francês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Qual Objetivo do Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases é, sobretudo, um procedimento essencial para garantir a segurança no armazenamento e transporte de gases comprimidos. Além disso, o laudo técnico gerado por essa inspeção avalia a integridade dos cilindros, verificando não apenas a presença de danos visíveis, mas também a resistência à pressão, possíveis vazamentos e a conformidade com as normas técnicas. Ademais, existem diferentes tipos de laudos, como a inspeção visual, teste hidrostático, verificação de vazamentos e medição da espessura das paredes, cada um com um objetivo específico, a fim de assegurar a segurança do cilindro.

A realização desse laudo é fundamental, pois os cilindros de aço, usados para armazenar gases industriais, médicos e combustíveis, precisam estar em perfeitas condições para evitar riscos como explosões ou vazamentos.

É necessário inspecionar os cilindros periodicamente, conforme as normas regulatórias, e sempre que apresentarem danos ou passarem por manutenção. O laudo de inspeção é essencial: ele garante o uso seguro dos cilindros, assegura o cumprimento dos requisitos legais e previne acidentes graves.

Armazenamento seguro de cilindros de aço para gases industriais, obedecendo a padrões rigorosos de qualidade e segurança.

Armazenamento seguro de cilindros de aço para gases industriais, obedecendo a padrões rigorosos de qualidade e segurança.

O Que São Cilindros de Aço para Gases?

Cilindros de aço para gases são, antes de tudo, recipientes de alta resistência, projetados especificamente para armazenar e transportar gases sob pressão. Dessa forma, são amplamente utilizados em diversos setores, como o industrial, o médico, o laboratorial e, em alguns casos, até no uso doméstico.

Principais Características:

Material: Fabricados em aço carbono ou aço inoxidável, devido à resistência mecânica necessária para suportar altas pressões.
Formato: Cilíndrico, com extremidades arredondadas para melhor distribuição de pressão interna.
Capacidade: Variada, desde pequenos cilindros portáteis até grandes recipientes industriais.
Pressão de trabalho: Podem operar com pressões entre 150 e 300 bar, dependendo do gás e da aplicação.

Quais Tipos de Cilindros?

Cada tipo de gás seja ele comprimido, liquefeito ou dissolvido, exige, por sua vez, características específicas de acondicionamento. Por essa razão, há diferentes tipos de cilindros, desenvolvidos para atender às exigências de cada aplicação. A seguir, portanto, vamos apresentar os principais tipos de cilindros de aço para gases, classificados conforme o tipo de gás armazenado, a aplicação e a forma de construção.

Tipos de Cilindros de Aço para Gases:

Gases Comprimidos
Armazenam gases em estado gasoso sob alta pressão (ex: oxigênio, nitrogênio, ar comprimido).
Muito usados na indústria, hospitais e mergulho.

Gases Liquefeitos
Parte do gás está em forma líquida por causa da alta pressão (ex: CO₂, GLP).
Comuns em extintores, refrigeração e soldagem.

Gases Dissolvidos
O gás (como o acetileno) é dissolvido em um líquido dentro do cilindro.
Usado principalmente em solda oxiacetilênica.

Tipos por Aplicação:

Industriais: Para solda, corte, produção.
Medicinais: Oxigênio e outros gases para uso hospitalar.
Laboratoriais: Gases de alta pureza, geralmente em cilindros menores.
Mergulho: Cilindros resistentes à corrosão, com ar respirável.

Quanto à Construção:

Sem costura: Cilindros inteiriços, mais resistentes. Usados com gases de alta pressão.
Com costura (soldados): Mais comuns para GLP e gases liquefeitos. Mais baratos, mas com limitações.

O que é Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases?

O Laudo de Inspeção de Cilindros de Aço para Gases é, portanto, um documento técnico essencial que verifica as condições de segurança e funcionamento dos cilindros utilizados no armazenamento de gases sob pressão. Além disso, ele assegura que os recipientes estejam em conformidade com as normas técnicas e legislações vigentes, como as da ABNT, do INMETRO e da NR-20. Durante a inspeção, são criteriosamente avaliados aspectos como integridade estrutural, corrosões, trincas, vazamentos, identificação e estado da válvula, garantindo, assim, que o cilindro possa ser utilizado de forma segura.

Além da segurança, o laudo também tem papel fundamental na gestão técnica, permitindo rastrear o histórico do cilindro, programar manutenções e planejar sua substituição quando necessário. Portanto, isso contribui para a prevenção de acidentes, a redução de custos com perdas e o aumento da eficiência operacional. Dessa forma, o laudo de inspeção é mais do que uma exigência legal, é uma medida preventiva e estratégica que protege pessoas, equipamentos e processos.

Equipamentos essenciais para a produção industrial: cilindros de aço sem costura para gases, fundamentais para processos como soldagem e corte.

Equipamentos essenciais para a produção industrial: cilindros de aço sem costura para gases, fundamentais para processos como soldagem e corte.

Quais os tipos de Laudo de Inspeção de Cilindros de Aço para Gases?

Visual: Verificação de possíveis danos visíveis como amassados, rachaduras ou corrosão.
Vazamento: Avalia a integridade das válvulas e conexões do cilindro.
Espessura de Parede: Mede a espessura da parede do cilindro para identificar desgaste.
Marcações e Certificações: Confere se o cilindro possui as marcações e certificações exigidas.
Teste Hidrostático: O cilindro é preenchido com água e submetido a pressão para verificar sua resistência.

Qual a importância do Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases?

O laudo de inspeção de cilindros de aço para gases é de extrema importância porque assegura que o cilindro está em condições seguras para uso, evitando acidentes como explosões, vazamentos ou falhas no armazenamento de gases sob pressão. Portanto, ele comprova que o equipamento atende às normas técnicas e regulamentações exigidas por órgãos como o INMETRO e o Ministério do Trabalho, garantindo a conformidade legal. Além disso, o laudo permite identificar desgastes ou danos que comprometam a integridade do cilindro, contribuindo para a prevenção de riscos, o prolongamento da vida útil do equipamento e a segurança de pessoas, instalações e processos industriais.

Transporte de cilindros de oxigênio, garantindo uma entrega eficiente e segura para diversos setores, como saúde e indústria.

Transporte de cilindros de oxigênio, garantindo uma entrega eficiente e segura para diversos setores, como saúde e indústria.

Por que é necessário fazer o Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases?

O laudo de inspeção de cilindros de aço para gases é necessário para garantir a segurança no uso e transporte de gases sob pressão, prevenindo riscos como vazamentos e explosões. Ele assegura que o cilindro está em boas condições, atende às normas técnicas e legais, e contribui para aumentar a vida útil do equipamento. Além disso, evita responsabilidades legais em caso de acidentes e permite um controle eficiente por meio da rastreabilidade dos cilindros.

Quando deve ser realizado este laudo?

É necessário realizar o laudo de inspeção periodicamente, conforme a frequência determinada pelas normas técnicas.
Também deve ser feito:
Após qualquer dano visível no cilindro.
Após a realização de manutenção no cilindro.
Antes de qualquer novo ciclo de uso, especialmente em ambientes críticos ou de risco.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Veja Também: Curso de Cilindros De Gases
Curso Válvulas Redutoras de Pressão
Curso GNL (Gás Natural Liquefeito) NBR 16934

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS EM CILINDROS DE AÇO, SEM COSTURA, PARA GASES – NBR 12274, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

1.Escopo Este escopo abrange a execução da inspeção técnica de cilindros de aço, sem costura, destinada ao armazenamento de gases, conforme os requisitos estabelecidos pela NBR 12274. A inspeção envolverá tanto a análise visual quanto os ensaios complementares, incluindo o ensaio hidrostático e ultrassônico, para garantir a integridade e segurança dos cilindros.

2.Referências Normativas
NBR 12274: Inspeção Técnica de Cilindros de Aço para Gases
Outras normas pertinentes para procedimentos complementares.

3. Termos e Definições Definição dos termos usados ​​neste escopo, como cilindros de aço, inspeção periódica, ensaio ultrassônico, válvulas, entre outros.

4. Requisitos 4.1 Considerações Preliminares Antes da execução das inspeções, será realizada uma análise detalhada do cilindro, verificando o histórico de uso, armazenamento e transporte. Os cilindros serão avaliados de acordo com as seguintes parâmetros:

4.2 Inspeção a Cada Enchimento Inspeção visual externa, avaliação do peso vazio e condição geral, incluindo a rosca do gargalo e a válvula.

4.3 Inspeção Periódica Deve ser realizada conforme as disposições estipuladas pela norma, abrangendo as etapas de inspeção visual externa e interna, além de testes adicionais quando necessário.

4.4 Identificação Verificação da integridade das identificações do cilindro, incluindo marcações e etiquetas, conforme especificações da NBR 12274.

4.5 Inspeção Visual Externa Exame da parte externa do cilindro, incluindo avaliação de danos, corrosão, amassados ​​e outros defeitos físicos.

4.6 Inspeção da Válvula Avaliação da válvula, incluindo o funcionamento, integridade e possíveis defeitos ou falhas operacionais.

4.7 Inspeção Visual Interna Após a despressurização do cilindro, realize a inspeção interna para identificar defeitos como corrosão ou trincas, utilizando métodos de inspeção adequados, como ultrassom, quando necessário.

4.8 Avaliação do Peso Vazio do Cilindro Medição e verificação do peso vazio do cilindro, comparando com as parâmetros de previsão.

4.9 Taxa de Enchimento de Gases Liquefeitos CO2 e N2O Análise informativa sobre a taxa de enchimento de gases, conforme especificações da NBR 12274.

4.10 Inspeção da Rosca do Gargalo Verificação da integridade da rosca do gargalo do cilindro, garantindo que não haja danos que possam comprometer a especificação da válvula.

4.11 Relatório de Inspeção Periódica Elaboração de relatório técnico detalhado, com a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), contendo as informações coletadas durante a inspeção, incluindo condições do cilindro e ações corretivas de fiscalização, se houver.

4.12 Operações Finais Após a inspeção, serão realizadas as operações finais, como recolocação da válvula, pintura e marcação do cilindro.

4.13 Recolocação da Válvula Reinstalação da válvula após a inspeção, respeitando as normas e procedimentos de segurança.

4.14 Pintura e Identificação Os cilindros que atendem aos requisitos de segurança terão sua pintura e renovadas identificações, conforme as normas aplicáveis.

4.15 Destinação do Cilindro Condenado Cilindros que não atendam aos requisitos de segurança ou que apresentem defeitos irreparáveis ​​serão destinados de acordo com as normas vigentes.

Anexos
Anexo A: Inspeções Periódicas
Anexo B: Procedimento a ser adotado em caso de válvula inoperante
Anexo C: Descrição e avaliação de defeitos e condições para destruição de cilindros
Anexo D: Inspeção por ultrassom (UT) em cilindros de aço
Anexo E: Modelo de formulário para relatório de inspeção periódica/ensaio hidrostático
Anexo F: Modelo de formulário para relatório de inspeção periódica/inspeção ultrassônica
Anexo G: Exemplos de métodos para despressurização de cilindros de gás com válvula inoperante

5. Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) Ao final da inspeção e elaboração do relatório técnico, será emitida a ART, garantindo que todas as etapas do procedimento foram cumpridas em conformidade com a legislação e normas vigentes.

6. Considerações Finais O processo de inspeção será conduzido por profissionais especializados, respeitando todas as normas de segurança e técnicas específicas. O objetivo é garantir a integridade dos cilindros e a segurança no armazenamento de gases, garantindo sua conformidade com a NBR 12274.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Testes, ensaios e avaliações quantitativas são pertinentes para a execução de inspeção técnica em cilindros de aço sem costura para gases, de acordo com a NBR 12274, para garantir a integridade dos cilindros e a segurança nas operações de enchimento e transporte de gases. Abaixo os pontos onde esses testes e ensaios podem ser aplicados:

Ensaios Hidrostáticos : São fundamentais para avaliar a resistência à pressão interna dos cilindros. Realizados em trechos específicos, esses ensaios permitem verificar se os cilindros podem suportar as pressões de operação sem risco de falha. A pressão é aplicada de forma controlada para simular as condições operacionais e garantir que o cilindro não apresente vazamentos ou deformações.

Inspeção Ultrassônica (UT) : É um método eficiente para avaliar a espessura da parede do cilindro e detectar possíveis defeitos internos, como trincas, corrosão localizada e danos na estrutura. Este tipo de ensaio é necessário especialmente em áreas de maior desgaste, como a base e a seção cilíndrica.

Ensaios Visuais e Avaliação de Defeitos : A inspeção visual é um procedimento crítico para verificar a presença de danos superficiais como corrosão, amassados, trincas ou deformações. Os ensaios qualitativos ajudam a identificar defeitos que possam comprometer a segurança, e devem ser seguidos de uma avaliação quantitativa das dimensões dos danos, como o tamanho de uma trinca ou a profundidade de corrosão.

Medição do Peso Vazio do Cilindro : Uma avaliação quantitativa do peso vazio do cilindro pode ser uma forma de detectar irregularidades, como perda de material devido à corrosão ou outros danos, que podem afetar sua capacidade de contenção.

Avaliação da Taxa de Enchimento : Para cilindros que armazenam gases liquefeitos (como CO2 ou N2O), a taxa de enchimento é uma variável importante a ser controlada e monitorada. A avaliação quantitativa das taxas de carregamento ajuda a garantir que o cilindro não fique sobrecarregado, evitando o risco de falhas durante a operação.

Esses testes e ensaios quantitativos são essenciais para garantir a conformidade com os requisitos de segurança e a integridade dos cilindros. Além disso, são fundamentais para a elaboração do relatório técnico final e para garantir a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) conforme exigido pela legislação.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos e Aparelhos utilizados:
Medidor de Ultrassom

NOTA: É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 13 – Caldeiras, Vasos De Pressão E Tubulações E Tanques Metálicos De Armazenamento;
NBR 12274 – Inspeção em cilindros de aço, sem costura, para gases;
NBR 13429 – Cilindro de aço para gases comprimidos, sem costura – Ensaio hidrostático de resistência – Método de ensaio;
NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:

Fornecimento de informações técnicas relacionadas aos cilindros , como as especificações dos próprios cilindros de aço, que devem ser fornecidos, caso sejam necessários, para a execução dos ensaios (como pressão, capacidade de armazenamento, etc.).
Detalhamento de procedimentos específicos para inspeção de cilindros , como ensaios hidrostáticos , inspeção visual , inspeção ultrassônica , em conformidade com a exigência da NBR 12274.
Elaboração de relatório técnico que inclui os resultados dos ensaios realizados, as condições dos cilindros, e a emissão da ART , o que implica a responsabilidade técnica de execução e análise dos procedimentos de inspeção.
Referências a outros documentos necessários, como relatórios de inspeção periódica ou histórico de manutenção , que podem ser necessários durante a inspeção, mas que devem ser detalhados de forma a atender a normatização da NBR 12274.
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

Não estão incluídos no escopo do serviço:
Elaboração de projetos desenvolvidos;

Elaboração de projetos de instalação;
Elaboração de memorial de projeto estrutural ou operacional;
Elaboração de memorial de projeto de suporte;
Elaboração de manual de instruções técnicas operacionais e de manutenção.
(Valores sob consulta) .

Verificações pertinentes ao escopo da inspeção de cilindros de aço para gases:
Manual de Instrução de Operação e Manutenção do cilindro;

Plano de Inspeção e Manutenção do cilindro, conforme requisitos específicos da NBR 12274;
Relatório Técnico com ART da inspeção do cilindro, conforme exigido pela NBR 12274;
Ensaios Não Destrutivos (END) aplicáveis ​​aos cilindros de aço, conforme especificações da NBR 12274;
Inspeção de carga e pressão conforme requisitos da NBR 12274, com emissão de ART, se necessário.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Escopo;
Referências Normativas;
Termos  e Definições;
Estrutura;
Parte externa;
Parte interna;
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação;
Títulos;
Citações e notas de rodapé;
Siglas;
Equações e fórmulas;
Ilustrações;
Tabelas;
Termos, definições,
Requisitos;
Considerações preliminar;
Inspeção a cada enchimento;
Inspeção periódica;
Identificação;
Inspeção visual externa;
Inspeção da válvula;
Inspeção visual interna;
Despressurização do cilindro;
Inspeção;
Avaliação da massa do cilindro;
Inspeção da rosca do gargalo do cilindro;
Ensaio hidrostático ou inspeção por ultrassom;
Relatório de inspeção periódica;
Operações finais;
Secagem e limpeza;
Recolocação da válvula;
Marcação;
Pintura e identificação;
Destinação do cilindro condenado;
Inspeções periódicas;
Procedimento a ser adotado em caso de suspeita de obstrução da válvula; Procedimento geral;
Procedimentos particulares;
Válvula com haste separada do assento;
Válvula com dispositivo de segurança;
Válvulas sem recursos para alivio de pressão;
Válvula de pressão residual mínima ;
Descrição e avaliação de defeitos e condições para rejeição de cilindros de aço, sem costura, quando da inspeção visual;
Condições gerais;
Corrosão:
Condições gerais;
Avaliação da corrosão;
Inspeção por ultrassom em cilindros de aço, sem costura, para gases;
Equipamentos de inspeção;
Unidade ultrassónica manual;
Cilindros, Calibração;
Detecção de defeitos;
Requisitos e dimensões do entalhe de Inspeção ultrassônica;
Requisitos de entalhes de inspeção Interna;
Procedimentos de calibração;
Espessura da parede;
Frequência da calibração;
Realização da inspeção;
Detecção de defeitos na seção cilíndrica (corpo) por instalação automática;
Detecção de defeitos no fundo de cilindros com pé;
Medição da espessura da parede por instalação automática;
Medição de espessura do fundo por teste manual;
relatório de Inspeção;
Ensaio hidrostático em cilindros de aço, sem costura, para gases;
Modelo de formulário para relatório de inspeção periódica
Inspeção ultrassônica em cilindros de aço, sem costura, para gases;
Dispositivo para verificação da obstrução das válvulas em cilindros de gases;
Válvula com haste;
Mossa com corte; Trinca;
Dobra de laminação;
Arco elétrico;
Corrosões localizadas;
Corrosão em linha;
Corrosão Isolada;
Tipos de dispositivos de inspeção por ultrassom para cilindros;
Detecção de defeito no fundo de cilindro provido de pé (aro de base);
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

Saiba Mais: Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases

NBR 12274 Inspeção por ultrassom em cilindros de aço, sem costura, para gases
D.1 Histórico

A inspeção de cilindros por ultrassom. conforme descrita a seguir. baseia-se na inspeção de tubos por ultrassom. em conformidade com as ISO 9305 e ISO 10543. Foram levadas em consideração as características geométricas especiais dos cilindros e as condições-limite para inspeções periódicas.
D.2 Escopo A inspeção por ultrassom em cilindros de aço. sem costura. para gás (capacidade de água 2 L), dentro do contexto de inspeções periódicas, pode ser realizada em lugar dos ensaios hidrostáticos relacionados em 4.10.
D.3 Requisitos
D.3.1 Aspectos gerais
A parte cilíndrica do cilindro. na zona de transição para a calota, na zona de transição para a base e nas zonas críticas da base, deve ser inspecionada por ultrassom, por meio de um dispositivo de inspeção automático (ver Figura D.1). Quando esse dispositivo de inspeção não puder atuar fora da seção Cilíndrica, deve ser realizada uma inspeção manual suplementar.
Cilindros sobre os quais haja suspeita de dano por fogo ou exposição ao calor não podem ser inspecionados por ultrassom.
D.3.2 Equipamentos de inspeção
A instalação deve ser capaz de varrer toda a superfície da parte cilíndrica do cilindro, incluindo as transições adjacentes à base e à calota. O sistema de inspeção deve ter número e tipo de transdutores de diferentes direções de feixes, necessários para identificar todas as características de referência na peça de calibração. O sistema de inspeção deve ter cinco ou mais transdutores ultrassónicos adequadamente dispostos.
Outros arranjos de transdutores podem ser possíveis, desde que seja possível detectar defeitos longitudinais e transversais.
O método ultrassônico usado. por exemplo. pulso-eco e onda guiada, deve ser capaz de detectar defeitos e medir espessura de parede. As técnicas mais comuns atualmente usadas são as de contato ou imersão. Outras técnicas podem ser usadas.
Amplitude da inspeção de triagem
D.4.3 Espessura da parede

Para calibrar a medição manual e automática de espessura da parede, deve-se usar uma área fina local (Local Thin Area (LTA)) com um diâmetro igual a no mínimo duas vezes a largura efetiva do feixe. no ponto de entrada do corpo-de-prova da calibração. conhecendo-se a espessura exata da parede.
A espessura mínima de parede garantida conhecida do cilindro de gás do tipo aprovado é estabelecida como nível de alarme na unidade de avaliação do dispositivo ultrassônico de medição de espessura da parede.
D.4.4 Frequência da calibração
Os equipamentos de inspeção ultrassônica devem ser calibrados nó mínimo no início e no final de cada turno de operador, qualquer que seja sua duração, e sempre que os equipamentos de temporização forem alterados (por exemplo, mudança de transdutor). A calibração também deve ser realizada no final das operações que tenham duração menor do que um turno normal. Se, durante a calibração. não for detectada a presença do entalhe de referência específico, todos os cilindros inspecionados subsequentemente à última calibração devem ser inspecionados depois que o equipamento for recalibrado.
NOTA Esta subseção não é aplicável a equipamentos do tipo autocalibráveis que tenham essa condição validada pelo programa de inspeção próprio.
D3 Realização da inspeção D.5.1 Detecção de defeitos na seção cilíndrica (corpo) por instalação automática A seção cilíndrica (corpo) e as transições para a calota e para a base devem ser inspecionadas usando um dispositivo automático de inspeção. para detectar defeitos longitudinais e transversais.
A taxa de repetição de pulso dos transdutores. a velocidade rotacional do cilindro e a velocidade axial da cabeça de varredura devem ser mutuamente ajustadas de tal forma que o sistema seja capaz de localizar todas as falhas de calibração. Em nenhum momento a velocidade usada durante a calibração.
F: NBR 12274.

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Laudo Inspeção de Cilindros de Aço para Gases: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Curso NBRIEC 60079-25 Sistemas Elétricos Intrinsecamente Seguros
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Curso Teste Ultrassom em Cilindros
Curso Teste Ultrassom em Cilindros
Câmara Fria concreto refrigerado
Laudo Concreto Refrigerado

Mais Populares

  • Execução de ensaio PDA em estaca de grande diâmetro com instrumentação completa. Sensores acelerômetros e transdutores de deformação instalados no topo da estaca, conectados ao sistema de aquisição de dados. Equipe técnica monitorando os parâmetros de força e velocidade em tempo real através de equipamentos portáteis de alta precisão.
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  • ENSAIO PDA
  • Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
    CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS
  • Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
    CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale

Em destaque

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  • A compliance-focused team reviews technical information and operational data, reinforcing the NR approach that safety training must be connected to real risk management, documented evidence, and decision-making aligned with the company’s GRO/PGR obligations.
    NR (Regulatory Norms) Training: Who Pays & Where to Practice?
  • A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
    NR Course: Hidden Risk?
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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