Nome Técnico: EXECUÇÃO DE ENSAIO PARA DETERMINAÇÃO DE GASES ORGÂNICOS NÃO METANO, HIDROCARBONETOS, MONÓXIDO DE CARBONO, ÓXIDOS DE NITROGÊNIO E DIÓXIDO DE CARBONO NO GÁS DE ESCAPAMENTO EM TRÁFEGO REAL – VEÍCULOS RODOVIÁRIOS AUTOMOTORES LEVES – NBR 17011
Referência: 184514
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Laudo Gases Orgânicos
O Ensaio para Determinação de Gases Orgânicos Não Metano, Hidrocarbonetos, Monóxido de Carbono, Óxidos de Nitrogênio e Dióxido de Carbono no Gás de Escapamento em Tráfego Real – Transporte Rodoviários Automotores Leves conforme NBR 17011, especifica o método para determinação dos gases orgânicos não metano (NMOG), hidrocarbonetos, monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e dióxido de carbono (CO2), emitidos pelo motor de veículos rodoviários automotores leves, quando transitando em vias urbanas e rurais em condições reais de tráfego.
A NBR 17011 descreve o procedimento de verificação do comportamento dos veículos leves de passageiros e veículos leves comerciais em relação às emissões em condições reais de condução (ETR). O ensaio deve ser realizado nas condições ambientes estabelecidas nesta subseção. As condições ambientes tornam-se estendidas quando, pelo menos, uma das condições de temperatura e altitude está na faixa estendida especificada
Como deve ser efetuada avaliação do trajeto e das emissões?
6.1 O ensaio deve ser efetuado em conformidade com o Anexo A da NBR 17011.
6.2 É necessário verificar a validade do percurso por meio de um procedimento em três passos, da seguinte maneira:
a) passo A: verificar a conformidade do percurso com os requisitos gerais, as condições-limite, os requisitos de percurso e de funcionamento, e as especificações do óleo lubrificante, combustível e reagentes;
b) passo B: preencher os requisitos do percurso dos Anexos H e I;
c) passo C: preencher os requisitos do percurso do Anexo E. Os passos do procedimento estão detalhados na Figura 2 da NBR 17011.
Como deve ser a operação do medidor de vazão mássica dos gases de escape (EFM) conforme NBR 17011?
A.2 4.3 Medidor de vazão mássica dos gases de escapa (EFM)
A.2.4.3.1 Sempre que utilizado, ligar o medidor da vaza° mássica dos gases de escape ao(s) tubo(s) de escape do veículo, de acordo com as instruções do fabricante do EFM.
A.2.4.3.2 A faixa medição do EFM deve corresponder à faixa da vazão mássica dos gases de escape previstos durante o ensaio
A.2.4.3.3 É recomendado selecionar o EFM de modo que o fluxo máximo previsto durante o ensaio seja de até 75% da faixa total de vazai:, do EFM.
A.2.4.3.4 A instalação do EFM e quaisquer junções ou adas 4s do tubo de escape não podem prejudicar o funcionamento do motor ou do sistema dei rata os gases de escape.
A.2.4.3.5 Deve-se colocar. de cada lado dos elem • r sensores de vazão. um comprimento mínimo de quatro ti ir diâmetro do escape ou um tubo retilíneo de 150 mm. o que for maior.
A.2.4.3.6 Ao ensaiar um motor multicilindrica com jm coletor de escape ramificado, recomenda-se que o EFM seja posicionado a jusante do local em que os coletores se encontram e que aumente a seção transversal do tubo de escape, de modo a ter urna seção transversal equivalente. ou superior, para recolher as amostras Caso não seja possível.. podem ser utilizadas as medições de vazões de escape com vários medidores de ,sazão mássica los gases de escape.
A.2.4.3.7 A grande variedade de configurações e dimensões dos tubos de escape e das vazões m. : .1- dos gases de escape pode exigir compromissos pautados pelas boas práticas de engenharia, quando da seleção e da instalação do(s) EFM
A.2.4.3.8 Admite-se a instalação de um EFM com um diâmetro inferior ao da saída do escape ou do total das seções transversais. no caso de saídas múltiplas. se a exatidão da medição for superior e desde que isso não prejudique o funcionamento ou o sistema de pós-tratamento dos gases de escape. conforme especificado em A.2.4.2.
A.2.4.3.9 Recomenda-se que a instalação do E FM seja documentada por meio de fotografias.
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Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Termos, definições, símbolos e abreviaturas;
Condições gerais de ensaio;
Condições de temperatura e altitude para o ensaio; Veiculo; Massa de ensaio e massa útil;
Condicionamento do veículo para ensaio com arranque do motor a trio;
Estado e funcionamento do veículo;
Veículos com sistemas de regeneração periódica que requerem um processo de regeneração;
Instalação do PEMS (Portable Emissions Measurement System) ;
Trajeto; Condições dinâmicas; Avaliação do trajeto e das emissões;
Método de ensaio das emissões de veículos com sistemas portáteis de medição das emissões (PEMS);
Introdução; Requisitos gerais; PEMS; Parâmetros de ensaio; Preparação do veículo;
Instalação do PEMS; Contrapressão admissível; Medidor de vazão mássica dos gases de escape (EFM);
Sistema de posicionamento global (GPS);
Ligação com a unidade de controle do motor;
Sensores e equipamentos auxiliares; Coleta de amostras de emissões;
Procedimentos prévios ao ensaio; Verificação da estanqueidade;
Ativação e estabilização do PEMS; Preparação do sistema de amostragem; Preparação do EFM;
Verificação e ajuste dos analisadores para a medição das emissões gasosas;
Medição da velocidade do veículo Verificação da instalação do PEMS;
Ensaio de medição das emissões; Início do ensaio; Ensaio; Fim do ensaio;
Procedimentos pós-ensaio; Verificação dos analisadores para a medição das emissões gasosas;
Verificação da medição das emissões em campo;
Especificações e calibração dos componentes e sinais do PEMS;
Verificação da calibração; Requisitos de calibração; Frequência da verificação da calibração;
Procedimento de verificação da calibração; Requisitos gerais; Procedimento geral;
Requisitos para a verificação da calibração em um banco dinamométrico;
Analisadores para a medição de componentes gasosos; Verificação dos analisadores;
Analisadores-padrão; Analisadores alternativos; Especificações dos analisadores;
Exatidão; Precisão; Ruido; Desvio da resposta ao zero; Desvio da resposta ao ajuste do gás-padrão;
Tempo de subida; Secagem dos gases; Requisitos adicionais;
Ensaio de eficiência do conversor de Nox;
Regulação do detector de ionização por chama;
Eficiência de conversão do separador de hidrocarbonetos não metano (NMC);
Efeitos de interferência;
Verificação do tempo de resposta do sistema de análise;
Gases de calibração e gases-padrão para ensaios ETR;
Gás padrão NO2; Misturas com múltiplos componentes;
Divisores de gases; Gases de verificação da interferência do oxigénio;
Medidores de vazão mássica dos gases de escape; Especificações dos instrumentos;
Normas de calibração e verificação;
Frequência da verificação; Exatidão; Precisão; Ruido;
Desvio da resposta ao zero; Desvio da resposta ao gás de calibração;
Tempo de subida; Verificação do tempo de resposta; Sensores e equipamentos auxiliares;
Validação do PEMS e da vazão mássica dos gases de escape não rastreável;
Procedimento de validação do PEMS; Frequência de validação do PEMS;
Método de validação do PEMS; Instalação do PEMS; Análise dos dados;
Tolerâncias admissíveis para os efeitos da validação do PEMS;
Procedimento de validação da vazão mássica dos gases de escape, determinado por instrumentos e sensores não rastreáveis;
Frequência da validação;
Procedimento de validação;
Requisitos;
Determinação das emissões;
Introdução;
Simbolos, parâmetros e unidades;
Correção temporal de parâmetros;
Correção temporal de concentrações de componentes;
Tempo de correção da vazão mássica dos gases de escape;
Alinhamento temporal dos dados do veiculo;
Velocidade do veiculo a partir de fontes diferentes;
Velocidade do veículo com vazão mássica dos gases de escape;
Outros sinais;
Partida a frio;
Medição das emissões durante a parada do motor;
Fonte: NBR 17011
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
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