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Laudo Equipamento Soldagem

Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Equipamento de Soldagem a Arco – Fontes de Soldagem NBR IEC 60974-1 + Elaboração de Relatório Técnico + Emissão ART

Referência: 183202

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Laudo Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1
O objetivo do Relatório Técnico de Equipamento e Soldagem a Arco – Fontes de Soldagem conforme a NBR IEC 60974-1; especifica os requisitos de segurança e desempenho de fontes de soldagem e de sistemas para corte por plasma e não é aplicável às fontes de soldagem de operação limitada e às fontes de corte por plasma que foram projetadas principalmente para uso por leigos e projetadas de acordo com a IEC 60974-6.
É aplicável às fontes de soldagem a arco elétrico e aos processos associados projetados para usos industrial e profissional, e alimentados por uma tensão que não exceda a 1.000 v, alimentados por bateria ou acionados por meios mecânicos NBR IEC 60974-1 inclui requisitos para as fontes de soldagem alimentadas por bateria e bancos de baterias.

Como deve ser o Ensaio de Aquecimento?
O ensaio de aquecimento especificado na NBR IEC 60974-1  e o ensaio de proteção térmica especificado nessa norma devem ser realizados em ambiente com temperatura de 40 °C (ver tolerâncias nessa norma), com exceção de fontes movidas a motores e equipamento de instalação fixa, os quais devem ser ensaiados conforme a especificação do fabricante. Outros ensaios devem ser realizados a uma temperatura de ar ambiente, de (25 ± 10) °C.

O que é uma fonte de Soldagem a Arco?
Uma fonte de soldagem a arco é um equipamento para fornecer corrente e tensão, com as características exigidas para a soldagem a arco elétrico e os processos associados. Também pode fornecer serviços a outros equipamentos e auxiliares, por exemplo, energia auxiliar, líquido de resfriamento, eletrodo consumível de soldagem e gás para proteger o arco e a área de soldagem.

As fontes de soldagem devem suportar armazenagem e transporte a uma temperatura ambiente de – 20 °C a + 55 °C, sem quaisquer danos às funções ou ao desempenho. Diferentes condições ambientais podem ser acordadas entre o fabricante e o comprador, e a fonte de soldagem resultante é identificada de acordo com essa norma.

Como de ser realizados os ensaios conforme NBR IEC 60974-1?
Os ensaios devem ser realizados em FONTES DE SOLDAGEM novas, não úmidas e completamente montadas.

O ensaio de aquecimento especificado em 7.1 e o ensaio de PROTEÇÃO TÉRMICA especificado em 8.5 devem ser realizados em ambiente com temperatura de 40 ‘C (ver tolerâncias em 7.1.2 e), com exceção de fontes movidas a motores e equipamento de INSTALAÇÃO FIXA, os quais devem ser ensaiados conforme a especificação do fabricante.
Outros ensaios devem ser realizados a uma temperatura de ar ambiente, de (25 1 10) °C.
As FONTES DE SOLDAGEM refrigeradas por liquido devem ser ensaiadas com as condições especificadas pelo fabricante.  Salvo disposição em contrato, o equipamento deve ser alimentado por uma TENSÃO NOMINAL DE ALIMENTAÇÃO com tolerância de ± 5 %.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

[…1) Para FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
1) Instruções relativas ao carregamento da BATERIA. informações relativas à faixa de temperatura ambiente para FONTE DE SOLDAGEM e uso e armazenamento da BATERIA, e a faixa recomendada de temperatura ambiente para o SISTEMA DE CARREGAMENTO durante o carregamento:

2) Para uma FONTE DE SOLDAGEM alimentada por BATERIA destinada ao uso com um BANCO DE BATERIAS DESTACÁVEL ou um BANCO DE BATERIAS SEPARÁVEL: instruções indicando os bancos de BATERIAS apropriados para o uso como, por exemplo, um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
3) Instruções indicando o CARREGADOR apropriado para o uso como. por exemplo. um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
4) Informações relativas à durabilidade e vida útil da BATERIA, faixa típica de soldagem para urna BATERIA TOTALMENTE CARREGADA e tempos típicos de carregamento;
5) Advertências relativas às FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
Recarregar somente com o CARREGADOR especificado pelo fabricante. Um CARREGADOR que é adequado para um tipo de BANCO DE BATERIAS pode gerar risco de Incêndio quando utilizado com outro tipo de BANCO DE BATERIAS.
Utilizar FONTES DE SOLDAGEM somente com o BANCO DE BATERIAS especificamente designados. O uso de qualquer outro tipo de banco de BATERIAS pode criar riscos de ferimento e incêndio.
Quando o banco de BATERIAS não estiver em uso, manter afastado de outros objetos metálicos, como clipes de papel, moedas, chaves, pregos, parafusos ou outros pequenos objetos metálicos que possam fazer a conexão de um terminal a outro. Curto-circuitar os terminais da BATERIA pode causar queimaduras ou fogo.
Sob condições severas, líquido pode ser ejetado da BATERIA: evitar contato. Se ocorrer um contato acidental, lavar com água. Se o líquido entrar em contato com os olhos. adicionalmente procurar ajuda médica. O líquido ejetado da BATERIA pode causar irritação ou queimaduras…]
Fonte: NBR IEC 60974-1 

Qual é a base para a determinação da distância de escoamento?
6.1.3 Distância Escoamento
A base para a determinação da DISTÂNCIA DE ESCOAMENTO é o valor RMS de longo período da tensão existente através dele. Esta tensão é mais alto valor da TENSÃO DE TRABALHO em regime permanente (como especificado na IEC 606664-1:2020, 4.2.5). a tensão nominal de isolação ou a tensão nominal. Para a determinação das tensões nominais de isolação, podem ser utilizadas as Tabelas A.2 e A.3 da NBR IEC 60974-1

As DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO BÁSICA ou ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR devem ser selecionadas na Tabela 3 NBR IEC 60974-1.
As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO DUPLA devem ser a soma dos valores da ISOLAÇÃO BÁSICA e ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR, as quais constituem a ISOLAÇÃO DUPLA. As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO REFORÇADA devem ser o dobro das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para a ISOLAÇÃO BÁSICA.
Quando a Tabela 3 for utilizada, é permitido a interpolar valores para tensões intermediárias. Quando os valores das tensões forem interpolados, deve ser utilizada a interpolação linear, e os valores devem ser arredondados para o mesmo número de dígitos, como os valores coletados da tabela. Para o dimensionamento das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para superfícies não condutivas acessíveis. tais superfícies devem ser consideradas cobertas por folha metálica onde quer que possam ser tocadas pelo dedo de ensaio padrão. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.
As fontes de soldagem refrigeradas por líquido devem ser ensaiadas com as condições especificadas pelo fabricante. Salvo disposição em contrário, o equipamento deve ser alimentado por uma tensão nominal de alimentação com tolerância de ± 5%.
A precisão dos instrumentos de medição deve ser: instrumentos de medições elétricas: classe I (± 1% do fundo de escala), exceto para a medição da resistência de isolação e ensaio de rigidez dielétrico, em que a precisão dos instrumentos não é especificada, mas deve ser considerada para a medição; termômetro: ± 2 K; tacômetro: ± 1% do fundo de escala. Todas as medições elétricas podem ser realizadas com uma incerteza máxima de medição de 5%.
Os componentes e os subconjuntos que, devido à falha, podem criar um risco, como fontes de alimentação de energia e equipamentos integrados de tecnologia da informação, devem ser utilizados de acordo com seus parâmetros especificados, a menos que uma exceção específica seja feita. Eles devem estar em conformidade com um dos seguintes itens: os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma IEC pertinente.
A conformidade com outros requisitos da norma do componente não é exigida. Se necessário para a aplicação, os componentes devem ser submetidos aos ensaios deste documento, exceto quando estes ensaios forem idênticos ou equivalentes aos exigidos para verificar a conformidade com a norma relevante do componente.
Por exemplo, se os componentes atenderem aos requisitos de segurança da IEC 60950-1, mas forem classificados para um ambiente menos severo que o ambiente aplicável descrito nessa norma, eles também devem atender aos requisitos adicionais aplicáveis deste documento. Os requisitos deste documento e, onde for necessário para a aplicação, quaisquer requisitos adicionais de segurança aplicáveis da norma IEC pertinente do componente, se não houver norma IEC aplicável, os requisitos deste documento devem ser obedecidos.
Os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma não IEC que sejam pelo menos tão exigentes quanto os da norma IEC pertinente, desde que o componente tenha sido aprovado para a norma não IEC por uma autoridade de ensaios reconhecida. Os ensaios realizados por uma autoridade de ensaios reconhecida, a qual valida a conformidade com os requisitos de segurança não são repetidos, mesmo se os ensaios forem realizados utilizando uma norma não IEC.
A figura abaixo é um fluxograma mostrando os métodos de verificação da conformidade. A conformidade é verificada por inspeção visual e, se necessário, por ensaio.
A não ser que especificados de outra maneira, os ensaios deste documento são ensaios de tipo. A fonte de soldagem deve ser ensaiada com qualquer acessório que possa afetar os resultados dos ensaios. Todos os ensaios de tipo devem ser executados na mesma fonte de soldagem, exceto onde for especificado que um ensaio deve ser executado em outra fonte de soldagem.
Como uma condição de conformidade, os ensaios de tipo fornecidos a seguir devem ser executados nessa sequência, sem tempo de secagem: inspeção visual geral; resistência de isolação; invólucro; meios de manuseio; resistência à queda; proteção fornecida pelo invólucro; resistência de isolação; rigidez dielétrica; e inspeção visual geral. Os outros ensaios incluídos neste documento e não listados aqui devem ser executados, mas podem ser executados em qualquer sequência conveniente.
Todos os ensaios de rotina devem ser executados em cada fonte de soldagem. Recomenda-se a seguinte sequência: inspeção visual de acordo com a especificação do fabricante; continuidade do circuito de proteção; rigidez dielétrica; tensão a vazio: tensão nominal a vazio por medição apenas, ou se aplicável, tensão nominal reduzida a vazio; ou se aplicável, tensão nominal de comutação a vazio; ensaio para garantir os valores nominais mínimo e máximo de saída, de acordo com essa norma.
O fabricante pode escolher entre carga convencional, carga de curto-circuito ou outras condições de ensaio. Em curto-circuito e em outras condições de ensaio, os valores de saída podem ser diferentes dos valores de carga convencional. Se especificado pelo projeto, os valores medidos podem ser compensados devido a variações da rede de alimentação.
Para a proteção contra choque elétrico, a maioria das fontes de soldagem se enquadram na categoria de sobretensão III, de acordo com a IEC 60664-1; motossoldadoras se enquadram na categoria de sobretensão II. Todas as fontes de soldagem devem ser projetadas no mínimo para uso em condições ambientais de grau de poluição 3.
Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 2 são permitidos, se o microambiente do componente ou submontagem for melhorado (por meios como filtragem, revestimento, encapsulamento, moldagem), sendo que assim somente a poluição não condutiva ou condutiva temporária ocasional causada por condensação pode ocorrer. Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 1 são permitidos, se eles estiverem totalmente revestidos, encapsulados ou moldados de acordo com a IEC 60664-3.
Fonte: Equipe Target e NBR IEC 60974-1.

Substituir: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo do Serviço

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Condições ambientais;
Condições dos ensaios;

Instrumentos de medição; Conformidade dos componentes; Ensaios de tipo; Ensaios de rotina;
Proteção contra choque elétrico; Isolação; Distância de separação; Distância de Escoamento;
Resistencia de Isolação;
Rigidez dielétrica;

Proteção contra choque elétrico em serviço normal (contato direto);
Proteção fornecida pelo invólucro; Capacitores;
Descarga automática dos capacitores do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Isolação do circuito de soldagem;
Corrente de contato do circuito de soldagem; Corrente de contato em condições normais;
Proteção contra choque elétrico no caso de condição de falha  (contato indireto);
Disposições de proteção;
Isolação entre os enrolamentos do circuito de alimentação e do circuito de soldagem;
Condutores e conexões internas;  
Requisitos adicionais para os sistemas de corte por plasma; Bobinas e núcleos móveis;
Corrente de contato em condições de falha; Requisitos térmicos;
Ensaio de aquecimento;
Condições de ensaio;
Tolerâncias dos parâmetros de ensaio;

Medição de temperatura; Condição de medição; Sensor de temperatura de superfície;
Resistencia; Sensor de temperatura embutido;
Determinação de temperatura ambiente;

Registro de temperaturas; Limites de aumento de temperatura;
Enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; Superfícies externas;
Outros componentes; Ensaio de carga; Comutadores e anéis deslizantes;
Proteção Térmica; Requisitos gerais; Construção; Localização; Capacidade de Operação;
Operação; Rearme; Indicação; Operação anormal; Requisitos gerais;
Ensaio com ventilador travado; Ensaio de curto-circuito; Ensaio de sobrecarga;
Curto-circuito de capacitores; Conexão à rede de alimentação; Tensão de alimentação;
Múltipla tensão de alimentação;
Meios de conexão ao Circuito de Alimentação;
Identificação dos terminais;
Circuito de proteção;
Requisitos de continuidade;
Ensaio de rotina;
Ancoragem de cabos;
Abertura de entrada do cabo;
Cabos de alimentação;
Dispositivo de comutação liga/desliga do circuito de alimentação;
Dispositivo de acoplamento de alimentação elétrica (plugue de conexão); Saída;
Tensão nominal a Vazio;
Tensão nominal a vazio para uso em ambientes com risco aumentado de choque elétrico;

Tensão nominal a Vazio para uso com tochas mecanicamente fixadas com proteção aumentada para o operador;
Tensão nominal a vazio para processos especiais, por exemplo, corte por plasma;
Requisitos adicionais; Circuitos de medição;
Valores da Tensão Convencional de Carga para Ensaio de Tipo;
Soldagem com eletrodos revestidos; Soldagem com gás inerte e eletrodo de tungstênio (TIG);
Soldagem MIG/MAG e com arame tubular; Soldagem com arco submerso;
Corte por plasma; Goivagem por plasma;
Requisitos adicionais;
Dispositivos de comutação mecânica usados para ajustar a saída;

Conexões do Circuito de soldagem;
Proteção contra contato não intencional; Localização dos dispositivos de de acoplamento;
Abertura de saída;
Transformador  trifásico de soldagem para múltiplos;

Identificação; Conexão de tochas de corte por plasma;
Fornecimento de energia para dispositivos externos conectados ao Circuito de soldagem;
Fonte de Energia auxiliar; Cabos de solda; Circuitos de Controle; Requisitos Gerais;
Tipos de dispositivos de redução e risco; Dispositivo de redução de tensão;
Dispositivo de comutação de AC para DC; Desativando o dispositivo de redução de risco;
Interferência na operação de um Dispositivo de Redução de Risco;
Indicação de Operação Satisfatória;
Falha para uma condição segura;

Requisitos mecânicos; Requisitos gerais; Invólucro; Materiais do invólucro;
Resistência do invólucro; Meios para içamento; Içamento mecânico; Içamento manual;
Resistência à queda; Estabilidade à inclinação;
Placa de Identificação;
Requisitos gerais; Conteúdos; Tolerâncias; Sentido de rotação; Ajuste da saída;
Tipo de ajuste; Identificação do dispositivo de ajuste;
Indicação de controle da corrente ou tensão; Valor ajustado; Valor exibido;
Instruções e Identificações; Tensões nominais de redes de alimentação;
Exemplo de um ensaio dielétrico combinado;
Carga desbalanceada no caso de FONTES DE SOLDAGEM para o processo TIG AC;
Carga desbalanceada; Exemplo de uma carga desbalanceada;
Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais  Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; 
Método; Análise dos resultados; Métodos de ensaio para um impacto de 10 NM;
Martelo de impacto pendular  Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros K;
Exemplos de placas do identificação;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco;

Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do circuito de alimentação;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais; Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; Método; Análise dos resultados;
Métodos de ensaio para um impacto de 10 Mm;
Martelo de impacto pendular; Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros  K;
Exemplos do placas do identificação  L;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco  Geral;
Símbolos gráficos;
Símbolos para descrever o interruptor ou controle;

Símbolos para indicar uma posição do interruptor ou controle;
Símbolos para indicar uma função de Interruptor ou controle; 
Símbolos para indicar conexão elétrica;
Símbolos para indicar conexão ou controle de fluido;
Símbolos para indicar dispositivo auxiliar, conexão ou função auxiliar;
Símbolos para indicar o controle de corrente/tensão de soldagem;
Símbolos para indicar o tipo de tocha; Símbolos para indicar os processos;
Símbolos para indicar controle de características de soldagem;
Símbolos para descrever o tipo de fonte de energia;
Símbolos para indicar componente protetor e classe de proteção;
Símbolos para informar os usuários;
Exemplos de combinações de símbolos;
Exemplos de painéis de controle;
Eficiência e medição de potência no modo inativo;
Condições gerais para medição;
Sala de ensaios;
Fonte de alimentação; Tensão e frequência de alimentação;
Forma de onda da tensão de alimentação; Instrumentos de medição da potência;
Medições; Geral  Preparação da fonte de soldagem; Condições de carga convencional;
Carga de ensaio; Configuração de ensaio; Incerteza na medição; Procedimento de medição;
Consumo de energia no estado inativo; Eficiência da fonte de soldagem;
Cálculo da eficiência;
Relatório de ensaio  Detalhes do produto;
Parâmetros de ensaio;

Detalhes do ensaio e do laboratório; Dados do ensaio; Modelo de relatório de ensaio  kl;
Medição da corrente de toque;
Fontes de soldagem alimentadas por bateria;
Condições ambientais;
Ensaios; Proteção contra choque elétrico;
Requisitos térmicos;
Proteção térmica;
Operação anormal;  Conexão com a rede de alimentação elétrica;
Provisões mecânicas;  placa de identificação; Instruções e identificações;
Fluxograma para os métodos de conformidade;
Exemplo de isolação para equipamento classe I;
Medição da corrente de contato do circuito de soldagem;
Medição da corrente de contato em condição normal; Medição de valores;
RMS Medição dos valores de pico  Modelo do placa de identificação;
Transformadores do alta-tensão combinados;
Tensão o corrente durante a soldagem TIG AC;
Tensão desbalanceada durante a soldagem TIG AC;
Fonte de soldagem AC com carga desbalanceada;
Configuração do ensaio; Transformador monofásico; 
Conversor de frequência rotativo trifásico;
Placa de identificação subdivida;
Transformador retificador monofásico/frit/talco; Motor-gerador-retificador (motossoldadora);
Inversor monofásico/trifásico; Fonte de soldagem a bateria com bateria integrada;
Fonte de soldagem alimentada a bateria com bateria destacável/separável;
Interruptor de alimentação de tensão de entrada; Potenciômetro de controle da força do arco;
Conector para controle remoto e chaves seletoras;
Terminais com seletor de indutância para a soldagem MIG / MAG;
Chave seletora de processo (Eletrodo, TIS, MIG);
Chave seletora em um equipamento AC/DC ;
Indicadores luminosos de painel (sobreaquecimento, falha, ignição de arco, tensão de salda)
Ajuste de parâmetros de pulsação utilizando visor digital;
Procedimento de medição;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para percepção ou reação;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para o limiar de soltar-se e imobilização;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta na temperatura de operação para conexão; monofásica de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta para sistema de conexão trifásico a 4 fios de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Identificação dos componentes elétricos de uma bateria da classe de tensão;
Lista alfabética de termos  distancias de separação para a categoria de sobretensão III  distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distancias de escoamento;
Resistência de isolação;
Tensões de ensaio dielétrico;
Distância mínima através da isolação;
Limites de temperatura para enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; 
Limites de temperatura para superfícies externas; Seção transversal do condutor de curto-circuito da saída;
Requisitos de corrente e tempo para circuitos de proteção;
Seção mínima do condutor de proteção em cobre;
Verificação da continuidade do circuito de proteção; Tração;
Resumo das tensões nominais a vazio;
Requisitos do Dispositivo de Redução de Riscos C;

Tensões nominais para redes de alimentação com controle de proteção e sobretensão;
Sistemas AC ou DC monofásicos a dois ou três fios; Sistemas AC trifásicos a três ou quatro fios;
Faixa de dimensões de condutor aceitas pelos terminais de circuito e alimentação;
Tabela de referência cruzada de milímetros quadrados (mm2) para American wire gauge (AWG);

Angulo de rotação para obter impacto de 10 Nm;
Massa da esfera em queda livre e altura da queda livre;
Espessura mínima de chapas metálicas para invólucros de aço; 
Espessura mínima de chapas metálicas para Invólucros de alumínio, latão ou cobre;
Letras utilizadas como símbolos I;
Detalhes da alimentação elétrica nominal típica para algumas maltas;
Condições de carga para a fonte de soldagem;
Dados de registro exigidos (medidos e calculados);

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Condições ambientais;
Condições dos ensaios;

Instrumentos de medição; Conformidade dos componentes; Ensaios de tipo; Ensaios de rotina;
Proteção contra choque elétrico; Isolação; Distância de separação; Distância de Escoamento;
Resistencia de Isolação;
Rigidez dielétrica;

Proteção contra choque elétrico em serviço normal (contato direto);
Proteção fornecida pelo invólucro; Capacitores;
Descarga automática dos capacitores do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Isolação do circuito de soldagem;
Corrente de contato do circuito de soldagem; Corrente de contato em condições normais;
Proteção contra choque elétrico no caso de condição de falha  (contato indireto);
Disposições de proteção;
Isolação entre os enrolamentos do circuito de alimentação e do circuito de soldagem;
Condutores e conexões internas;  
Requisitos adicionais para os sistemas de corte por plasma; Bobinas e núcleos móveis;
Corrente de contato em condições de falha; Requisitos térmicos;
Ensaio de aquecimento;
Condições de ensaio;
Tolerâncias dos parâmetros de ensaio;

Medição de temperatura; Condição de medição; Sensor de temperatura de superfície;
Resistencia; Sensor de temperatura embutido;
Determinação de temperatura ambiente;

Registro de temperaturas; Limites de aumento de temperatura;
Enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; Superfícies externas;
Outros componentes; Ensaio de carga; Comutadores e anéis deslizantes;
Proteção Térmica; Requisitos gerais; Construção; Localização; Capacidade de Operação;
Operação; Rearme; Indicação; Operação anormal; Requisitos gerais;
Ensaio com ventilador travado; Ensaio de curto-circuito; Ensaio de sobrecarga;
Curto-circuito de capacitores; Conexão à rede de alimentação; Tensão de alimentação;
Múltipla tensão de alimentação;
Meios de conexão ao Circuito de Alimentação;
Identificação dos terminais;
Circuito de proteção;
Requisitos de continuidade;
Ensaio de rotina;
Ancoragem de cabos;
Abertura de entrada do cabo;
Cabos de alimentação;
Dispositivo de comutação liga/desliga do circuito de alimentação;
Dispositivo de acoplamento de alimentação elétrica (plugue de conexão); Saída;
Tensão nominal a Vazio;
Tensão nominal a vazio para uso em ambientes com risco aumentado de choque elétrico;

Tensão nominal a Vazio para uso com tochas mecanicamente fixadas com proteção aumentada para o operador;
Tensão nominal a vazio para processos especiais, por exemplo, corte por plasma;
Requisitos adicionais; Circuitos de medição;
Valores da Tensão Convencional de Carga para Ensaio de Tipo;
Soldagem com eletrodos revestidos; Soldagem com gás inerte e eletrodo de tungstênio (TIG);
Soldagem MIG/MAG e com arame tubular; Soldagem com arco submerso;
Corte por plasma; Goivagem por plasma;
Requisitos adicionais;
Dispositivos de comutação mecânica usados para ajustar a saída;

Conexões do Circuito de soldagem;
Proteção contra contato não intencional; Localização dos dispositivos de de acoplamento;
Abertura de saída;
Transformador  trifásico de soldagem para múltiplos;

Identificação; Conexão de tochas de corte por plasma;
Fornecimento de energia para dispositivos externos conectados ao Circuito de soldagem;
Fonte de Energia auxiliar; Cabos de solda; Circuitos de Controle; Requisitos Gerais;
Tipos de dispositivos de redução e risco; Dispositivo de redução de tensão;
Dispositivo de comutação de AC para DC; Desativando o dispositivo de redução de risco;
Interferência na operação de um Dispositivo de Redução de Risco;
Indicação de Operação Satisfatória;
Falha para uma condição segura;

Requisitos mecânicos; Requisitos gerais; Invólucro; Materiais do invólucro;
Resistência do invólucro; Meios para içamento; Içamento mecânico; Içamento manual;
Resistência à queda; Estabilidade à inclinação;
Placa de Identificação;
Requisitos gerais; Conteúdos; Tolerâncias; Sentido de rotação; Ajuste da saída;
Tipo de ajuste; Identificação do dispositivo de ajuste;
Indicação de controle da corrente ou tensão; Valor ajustado; Valor exibido;
Instruções e Identificações; Tensões nominais de redes de alimentação;
Exemplo de um ensaio dielétrico combinado;
Carga desbalanceada no caso de FONTES DE SOLDAGEM para o processo TIG AC;
Carga desbalanceada; Exemplo de uma carga desbalanceada;
Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais  Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; 
Método; Análise dos resultados; Métodos de ensaio para um impacto de 10 NM;
Martelo de impacto pendular  Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros K;
Exemplos de placas do identificação;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco;

Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do circuito de alimentação;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais; Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; Método; Análise dos resultados;
Métodos de ensaio para um impacto de 10 Mm;
Martelo de impacto pendular; Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros  K;
Exemplos do placas do identificação  L;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco  Geral;
Símbolos gráficos;
Símbolos para descrever o interruptor ou controle;

Símbolos para indicar uma posição do interruptor ou controle;
Símbolos para indicar uma função de Interruptor ou controle; 
Símbolos para indicar conexão elétrica;
Símbolos para indicar conexão ou controle de fluido;
Símbolos para indicar dispositivo auxiliar, conexão ou função auxiliar;
Símbolos para indicar o controle de corrente/tensão de soldagem;
Símbolos para indicar o tipo de tocha; Símbolos para indicar os processos;
Símbolos para indicar controle de características de soldagem;
Símbolos para descrever o tipo de fonte de energia;
Símbolos para indicar componente protetor e classe de proteção;
Símbolos para informar os usuários;
Exemplos de combinações de símbolos;
Exemplos de painéis de controle;
Eficiência e medição de potência no modo inativo;
Condições gerais para medição;
Sala de ensaios;
Fonte de alimentação; Tensão e frequência de alimentação;
Forma de onda da tensão de alimentação; Instrumentos de medição da potência;
Medições; Geral  Preparação da fonte de soldagem; Condições de carga convencional;
Carga de ensaio; Configuração de ensaio; Incerteza na medição; Procedimento de medição;
Consumo de energia no estado inativo; Eficiência da fonte de soldagem;
Cálculo da eficiência;
Relatório de ensaio  Detalhes do produto;
Parâmetros de ensaio;

Detalhes do ensaio e do laboratório; Dados do ensaio; Modelo de relatório de ensaio  kl;
Medição da corrente de toque;
Fontes de soldagem alimentadas por bateria;
Condições ambientais;
Ensaios; Proteção contra choque elétrico;
Requisitos térmicos;
Proteção térmica;
Operação anormal;  Conexão com a rede de alimentação elétrica;
Provisões mecânicas;  placa de identificação; Instruções e identificações;
Fluxograma para os métodos de conformidade;
Exemplo de isolação para equipamento classe I;
Medição da corrente de contato do circuito de soldagem;
Medição da corrente de contato em condição normal; Medição de valores;
RMS Medição dos valores de pico  Modelo do placa de identificação;
Transformadores do alta-tensão combinados;
Tensão o corrente durante a soldagem TIG AC;
Tensão desbalanceada durante a soldagem TIG AC;
Fonte de soldagem AC com carga desbalanceada;
Configuração do ensaio; Transformador monofásico; 
Conversor de frequência rotativo trifásico;
Placa de identificação subdivida;
Transformador retificador monofásico/frit/talco; Motor-gerador-retificador (motossoldadora);
Inversor monofásico/trifásico; Fonte de soldagem a bateria com bateria integrada;
Fonte de soldagem alimentada a bateria com bateria destacável/separável;
Interruptor de alimentação de tensão de entrada; Potenciômetro de controle da força do arco;
Conector para controle remoto e chaves seletoras;
Terminais com seletor de indutância para a soldagem MIG / MAG;
Chave seletora de processo (Eletrodo, TIS, MIG);
Chave seletora em um equipamento AC/DC ;
Indicadores luminosos de painel (sobreaquecimento, falha, ignição de arco, tensão de salda)
Ajuste de parâmetros de pulsação utilizando visor digital;
Procedimento de medição;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para percepção ou reação;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para o limiar de soltar-se e imobilização;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta na temperatura de operação para conexão; monofásica de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta para sistema de conexão trifásico a 4 fios de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Identificação dos componentes elétricos de uma bateria da classe de tensão;
Lista alfabética de termos  distancias de separação para a categoria de sobretensão III  distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distancias de escoamento;
Resistência de isolação;
Tensões de ensaio dielétrico;
Distância mínima através da isolação;
Limites de temperatura para enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; 
Limites de temperatura para superfícies externas; Seção transversal do condutor de curto-circuito da saída;
Requisitos de corrente e tempo para circuitos de proteção;
Seção mínima do condutor de proteção em cobre;
Verificação da continuidade do circuito de proteção; Tração;
Resumo das tensões nominais a vazio;
Requisitos do Dispositivo de Redução de Riscos C;

Tensões nominais para redes de alimentação com controle de proteção e sobretensão;
Sistemas AC ou DC monofásicos a dois ou três fios; Sistemas AC trifásicos a três ou quatro fios;
Faixa de dimensões de condutor aceitas pelos terminais de circuito e alimentação;
Tabela de referência cruzada de milímetros quadrados (mm2) para American wire gauge (AWG);

Angulo de rotação para obter impacto de 10 Nm;
Massa da esfera em queda livre e altura da queda livre;
Espessura mínima de chapas metálicas para invólucros de aço; 
Espessura mínima de chapas metálicas para Invólucros de alumínio, latão ou cobre;
Letras utilizadas como símbolos I;
Detalhes da alimentação elétrica nominal típica para algumas maltas;
Condições de carga para a fonte de soldagem;
Dados de registro exigidos (medidos e calculados);

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

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Referencias Normativas

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção;
NR 34 – Condições e Meio de Trabalho na Industria da Construção, Reparação e Desmonte Naval;
ABNT NBR IEC 60974-1 – Equipamento de Soldagem Soldagem Parte 1 – Fontes de Soldagem (175 Págs);

IEC 60974-6 – Equipamento De Soldagem A Arco – Parte 6: Equipamento De Serviço Limitado (76 Págs);
ABNT NBR 10474 – Qualificação em Soldagem – Terminologia (175 Págs);
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;

ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Validade

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Complementos

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:

A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

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Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

[…1) Para FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
1) Instruções relativas ao carregamento da BATERIA. informações relativas à faixa de temperatura ambiente para FONTE DE SOLDAGEM e uso e armazenamento da BATERIA, e a faixa recomendada de temperatura ambiente para o SISTEMA DE CARREGAMENTO durante o carregamento:

2) Para uma FONTE DE SOLDAGEM alimentada por BATERIA destinada ao uso com um BANCO DE BATERIAS DESTACÁVEL ou um BANCO DE BATERIAS SEPARÁVEL: instruções indicando os bancos de BATERIAS apropriados para o uso como, por exemplo, um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
3) Instruções indicando o CARREGADOR apropriado para o uso como. por exemplo. um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
4) Informações relativas à durabilidade e vida útil da BATERIA, faixa típica de soldagem para urna BATERIA TOTALMENTE CARREGADA e tempos típicos de carregamento;
5) Advertências relativas às FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
Recarregar somente com o CARREGADOR especificado pelo fabricante. Um CARREGADOR que é adequado para um tipo de BANCO DE BATERIAS pode gerar risco de Incêndio quando utilizado com outro tipo de BANCO DE BATERIAS.
Utilizar FONTES DE SOLDAGEM somente com o BANCO DE BATERIAS especificamente designados. O uso de qualquer outro tipo de banco de BATERIAS pode criar riscos de ferimento e incêndio.
Quando o banco de BATERIAS não estiver em uso, manter afastado de outros objetos metálicos, como clipes de papel, moedas, chaves, pregos, parafusos ou outros pequenos objetos metálicos que possam fazer a conexão de um terminal a outro. Curto-circuitar os terminais da BATERIA pode causar queimaduras ou fogo.
Sob condições severas, líquido pode ser ejetado da BATERIA: evitar contato. Se ocorrer um contato acidental, lavar com água. Se o líquido entrar em contato com os olhos. adicionalmente procurar ajuda médica. O líquido ejetado da BATERIA pode causar irritação ou queimaduras…]
Fonte: NBR IEC 60974-1 

Qual é a base para a determinação da distância de escoamento?
6.1.3 Distância Escoamento
A base para a determinação da DISTÂNCIA DE ESCOAMENTO é o valor RMS de longo período da tensão existente através dele. Esta tensão é mais alto valor da TENSÃO DE TRABALHO em regime permanente (como especificado na IEC 606664-1:2020, 4.2.5). a tensão nominal de isolação ou a tensão nominal. Para a determinação das tensões nominais de isolação, podem ser utilizadas as Tabelas A.2 e A.3 da NBR IEC 60974-1

As DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO BÁSICA ou ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR devem ser selecionadas na Tabela 3 NBR IEC 60974-1.
As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO DUPLA devem ser a soma dos valores da ISOLAÇÃO BÁSICA e ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR, as quais constituem a ISOLAÇÃO DUPLA. As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO REFORÇADA devem ser o dobro das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para a ISOLAÇÃO BÁSICA.
Quando a Tabela 3 for utilizada, é permitido a interpolar valores para tensões intermediárias. Quando os valores das tensões forem interpolados, deve ser utilizada a interpolação linear, e os valores devem ser arredondados para o mesmo número de dígitos, como os valores coletados da tabela. Para o dimensionamento das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para superfícies não condutivas acessíveis. tais superfícies devem ser consideradas cobertas por folha metálica onde quer que possam ser tocadas pelo dedo de ensaio padrão. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.
As fontes de soldagem refrigeradas por líquido devem ser ensaiadas com as condições especificadas pelo fabricante. Salvo disposição em contrário, o equipamento deve ser alimentado por uma tensão nominal de alimentação com tolerância de ± 5%.
A precisão dos instrumentos de medição deve ser: instrumentos de medições elétricas: classe I (± 1% do fundo de escala), exceto para a medição da resistência de isolação e ensaio de rigidez dielétrico, em que a precisão dos instrumentos não é especificada, mas deve ser considerada para a medição; termômetro: ± 2 K; tacômetro: ± 1% do fundo de escala. Todas as medições elétricas podem ser realizadas com uma incerteza máxima de medição de 5%.
Os componentes e os subconjuntos que, devido à falha, podem criar um risco, como fontes de alimentação de energia e equipamentos integrados de tecnologia da informação, devem ser utilizados de acordo com seus parâmetros especificados, a menos que uma exceção específica seja feita. Eles devem estar em conformidade com um dos seguintes itens: os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma IEC pertinente.
A conformidade com outros requisitos da norma do componente não é exigida. Se necessário para a aplicação, os componentes devem ser submetidos aos ensaios deste documento, exceto quando estes ensaios forem idênticos ou equivalentes aos exigidos para verificar a conformidade com a norma relevante do componente.
Por exemplo, se os componentes atenderem aos requisitos de segurança da IEC 60950-1, mas forem classificados para um ambiente menos severo que o ambiente aplicável descrito nessa norma, eles também devem atender aos requisitos adicionais aplicáveis deste documento. Os requisitos deste documento e, onde for necessário para a aplicação, quaisquer requisitos adicionais de segurança aplicáveis da norma IEC pertinente do componente, se não houver norma IEC aplicável, os requisitos deste documento devem ser obedecidos.
Os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma não IEC que sejam pelo menos tão exigentes quanto os da norma IEC pertinente, desde que o componente tenha sido aprovado para a norma não IEC por uma autoridade de ensaios reconhecida. Os ensaios realizados por uma autoridade de ensaios reconhecida, a qual valida a conformidade com os requisitos de segurança não são repetidos, mesmo se os ensaios forem realizados utilizando uma norma não IEC.
A figura abaixo é um fluxograma mostrando os métodos de verificação da conformidade. A conformidade é verificada por inspeção visual e, se necessário, por ensaio.
A não ser que especificados de outra maneira, os ensaios deste documento são ensaios de tipo. A fonte de soldagem deve ser ensaiada com qualquer acessório que possa afetar os resultados dos ensaios. Todos os ensaios de tipo devem ser executados na mesma fonte de soldagem, exceto onde for especificado que um ensaio deve ser executado em outra fonte de soldagem.
Como uma condição de conformidade, os ensaios de tipo fornecidos a seguir devem ser executados nessa sequência, sem tempo de secagem: inspeção visual geral; resistência de isolação; invólucro; meios de manuseio; resistência à queda; proteção fornecida pelo invólucro; resistência de isolação; rigidez dielétrica; e inspeção visual geral. Os outros ensaios incluídos neste documento e não listados aqui devem ser executados, mas podem ser executados em qualquer sequência conveniente.
Todos os ensaios de rotina devem ser executados em cada fonte de soldagem. Recomenda-se a seguinte sequência: inspeção visual de acordo com a especificação do fabricante; continuidade do circuito de proteção; rigidez dielétrica; tensão a vazio: tensão nominal a vazio por medição apenas, ou se aplicável, tensão nominal reduzida a vazio; ou se aplicável, tensão nominal de comutação a vazio; ensaio para garantir os valores nominais mínimo e máximo de saída, de acordo com essa norma.
O fabricante pode escolher entre carga convencional, carga de curto-circuito ou outras condições de ensaio. Em curto-circuito e em outras condições de ensaio, os valores de saída podem ser diferentes dos valores de carga convencional. Se especificado pelo projeto, os valores medidos podem ser compensados devido a variações da rede de alimentação.
Para a proteção contra choque elétrico, a maioria das fontes de soldagem se enquadram na categoria de sobretensão III, de acordo com a IEC 60664-1; motossoldadoras se enquadram na categoria de sobretensão II. Todas as fontes de soldagem devem ser projetadas no mínimo para uso em condições ambientais de grau de poluição 3.
Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 2 são permitidos, se o microambiente do componente ou submontagem for melhorado (por meios como filtragem, revestimento, encapsulamento, moldagem), sendo que assim somente a poluição não condutiva ou condutiva temporária ocasional causada por condensação pode ocorrer. Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 1 são permitidos, se eles estiverem totalmente revestidos, encapsulados ou moldados de acordo com a IEC 60664-3.
Fonte: Equipe Target e NBR IEC 60974-1.

Substituir: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo do Serviço

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Condições ambientais;
Condições dos ensaios;

Instrumentos de medição; Conformidade dos componentes; Ensaios de tipo; Ensaios de rotina;
Proteção contra choque elétrico; Isolação; Distância de separação; Distância de Escoamento;
Resistencia de Isolação;
Rigidez dielétrica;

Proteção contra choque elétrico em serviço normal (contato direto);
Proteção fornecida pelo invólucro; Capacitores;
Descarga automática dos capacitores do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Isolação do circuito de soldagem;
Corrente de contato do circuito de soldagem; Corrente de contato em condições normais;
Proteção contra choque elétrico no caso de condição de falha  (contato indireto);
Disposições de proteção;
Isolação entre os enrolamentos do circuito de alimentação e do circuito de soldagem;
Condutores e conexões internas;  
Requisitos adicionais para os sistemas de corte por plasma; Bobinas e núcleos móveis;
Corrente de contato em condições de falha; Requisitos térmicos;
Ensaio de aquecimento;
Condições de ensaio;
Tolerâncias dos parâmetros de ensaio;

Medição de temperatura; Condição de medição; Sensor de temperatura de superfície;
Resistencia; Sensor de temperatura embutido;
Determinação de temperatura ambiente;

Registro de temperaturas; Limites de aumento de temperatura;
Enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; Superfícies externas;
Outros componentes; Ensaio de carga; Comutadores e anéis deslizantes;
Proteção Térmica; Requisitos gerais; Construção; Localização; Capacidade de Operação;
Operação; Rearme; Indicação; Operação anormal; Requisitos gerais;
Ensaio com ventilador travado; Ensaio de curto-circuito; Ensaio de sobrecarga;
Curto-circuito de capacitores; Conexão à rede de alimentação; Tensão de alimentação;
Múltipla tensão de alimentação;
Meios de conexão ao Circuito de Alimentação;
Identificação dos terminais;
Circuito de proteção;
Requisitos de continuidade;
Ensaio de rotina;
Ancoragem de cabos;
Abertura de entrada do cabo;
Cabos de alimentação;
Dispositivo de comutação liga/desliga do circuito de alimentação;
Dispositivo de acoplamento de alimentação elétrica (plugue de conexão); Saída;
Tensão nominal a Vazio;
Tensão nominal a vazio para uso em ambientes com risco aumentado de choque elétrico;

Tensão nominal a Vazio para uso com tochas mecanicamente fixadas com proteção aumentada para o operador;
Tensão nominal a vazio para processos especiais, por exemplo, corte por plasma;
Requisitos adicionais; Circuitos de medição;
Valores da Tensão Convencional de Carga para Ensaio de Tipo;
Soldagem com eletrodos revestidos; Soldagem com gás inerte e eletrodo de tungstênio (TIG);
Soldagem MIG/MAG e com arame tubular; Soldagem com arco submerso;
Corte por plasma; Goivagem por plasma;
Requisitos adicionais;
Dispositivos de comutação mecânica usados para ajustar a saída;

Conexões do Circuito de soldagem;
Proteção contra contato não intencional; Localização dos dispositivos de de acoplamento;
Abertura de saída;
Transformador  trifásico de soldagem para múltiplos;

Identificação; Conexão de tochas de corte por plasma;
Fornecimento de energia para dispositivos externos conectados ao Circuito de soldagem;
Fonte de Energia auxiliar; Cabos de solda; Circuitos de Controle; Requisitos Gerais;
Tipos de dispositivos de redução e risco; Dispositivo de redução de tensão;
Dispositivo de comutação de AC para DC; Desativando o dispositivo de redução de risco;
Interferência na operação de um Dispositivo de Redução de Risco;
Indicação de Operação Satisfatória;
Falha para uma condição segura;

Requisitos mecânicos; Requisitos gerais; Invólucro; Materiais do invólucro;
Resistência do invólucro; Meios para içamento; Içamento mecânico; Içamento manual;
Resistência à queda; Estabilidade à inclinação;
Placa de Identificação;
Requisitos gerais; Conteúdos; Tolerâncias; Sentido de rotação; Ajuste da saída;
Tipo de ajuste; Identificação do dispositivo de ajuste;
Indicação de controle da corrente ou tensão; Valor ajustado; Valor exibido;
Instruções e Identificações; Tensões nominais de redes de alimentação;
Exemplo de um ensaio dielétrico combinado;
Carga desbalanceada no caso de FONTES DE SOLDAGEM para o processo TIG AC;
Carga desbalanceada; Exemplo de uma carga desbalanceada;
Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais  Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; 
Método; Análise dos resultados; Métodos de ensaio para um impacto de 10 NM;
Martelo de impacto pendular  Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros K;
Exemplos de placas do identificação;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco;

Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do circuito de alimentação;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais; Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; Método; Análise dos resultados;
Métodos de ensaio para um impacto de 10 Mm;
Martelo de impacto pendular; Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros  K;
Exemplos do placas do identificação  L;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco  Geral;
Símbolos gráficos;
Símbolos para descrever o interruptor ou controle;

Símbolos para indicar uma posição do interruptor ou controle;
Símbolos para indicar uma função de Interruptor ou controle; 
Símbolos para indicar conexão elétrica;
Símbolos para indicar conexão ou controle de fluido;
Símbolos para indicar dispositivo auxiliar, conexão ou função auxiliar;
Símbolos para indicar o controle de corrente/tensão de soldagem;
Símbolos para indicar o tipo de tocha; Símbolos para indicar os processos;
Símbolos para indicar controle de características de soldagem;
Símbolos para descrever o tipo de fonte de energia;
Símbolos para indicar componente protetor e classe de proteção;
Símbolos para informar os usuários;
Exemplos de combinações de símbolos;
Exemplos de painéis de controle;
Eficiência e medição de potência no modo inativo;
Condições gerais para medição;
Sala de ensaios;
Fonte de alimentação; Tensão e frequência de alimentação;
Forma de onda da tensão de alimentação; Instrumentos de medição da potência;
Medições; Geral  Preparação da fonte de soldagem; Condições de carga convencional;
Carga de ensaio; Configuração de ensaio; Incerteza na medição; Procedimento de medição;
Consumo de energia no estado inativo; Eficiência da fonte de soldagem;
Cálculo da eficiência;
Relatório de ensaio  Detalhes do produto;
Parâmetros de ensaio;

Detalhes do ensaio e do laboratório; Dados do ensaio; Modelo de relatório de ensaio  kl;
Medição da corrente de toque;
Fontes de soldagem alimentadas por bateria;
Condições ambientais;
Ensaios; Proteção contra choque elétrico;
Requisitos térmicos;
Proteção térmica;
Operação anormal;  Conexão com a rede de alimentação elétrica;
Provisões mecânicas;  placa de identificação; Instruções e identificações;
Fluxograma para os métodos de conformidade;
Exemplo de isolação para equipamento classe I;
Medição da corrente de contato do circuito de soldagem;
Medição da corrente de contato em condição normal; Medição de valores;
RMS Medição dos valores de pico  Modelo do placa de identificação;
Transformadores do alta-tensão combinados;
Tensão o corrente durante a soldagem TIG AC;
Tensão desbalanceada durante a soldagem TIG AC;
Fonte de soldagem AC com carga desbalanceada;
Configuração do ensaio; Transformador monofásico; 
Conversor de frequência rotativo trifásico;
Placa de identificação subdivida;
Transformador retificador monofásico/frit/talco; Motor-gerador-retificador (motossoldadora);
Inversor monofásico/trifásico; Fonte de soldagem a bateria com bateria integrada;
Fonte de soldagem alimentada a bateria com bateria destacável/separável;
Interruptor de alimentação de tensão de entrada; Potenciômetro de controle da força do arco;
Conector para controle remoto e chaves seletoras;
Terminais com seletor de indutância para a soldagem MIG / MAG;
Chave seletora de processo (Eletrodo, TIS, MIG);
Chave seletora em um equipamento AC/DC ;
Indicadores luminosos de painel (sobreaquecimento, falha, ignição de arco, tensão de salda)
Ajuste de parâmetros de pulsação utilizando visor digital;
Procedimento de medição;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para percepção ou reação;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para o limiar de soltar-se e imobilização;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta na temperatura de operação para conexão; monofásica de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta para sistema de conexão trifásico a 4 fios de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Identificação dos componentes elétricos de uma bateria da classe de tensão;
Lista alfabética de termos  distancias de separação para a categoria de sobretensão III  distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distancias de escoamento;
Resistência de isolação;
Tensões de ensaio dielétrico;
Distância mínima através da isolação;
Limites de temperatura para enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; 
Limites de temperatura para superfícies externas; Seção transversal do condutor de curto-circuito da saída;
Requisitos de corrente e tempo para circuitos de proteção;
Seção mínima do condutor de proteção em cobre;
Verificação da continuidade do circuito de proteção; Tração;
Resumo das tensões nominais a vazio;
Requisitos do Dispositivo de Redução de Riscos C;

Tensões nominais para redes de alimentação com controle de proteção e sobretensão;
Sistemas AC ou DC monofásicos a dois ou três fios; Sistemas AC trifásicos a três ou quatro fios;
Faixa de dimensões de condutor aceitas pelos terminais de circuito e alimentação;
Tabela de referência cruzada de milímetros quadrados (mm2) para American wire gauge (AWG);

Angulo de rotação para obter impacto de 10 Nm;
Massa da esfera em queda livre e altura da queda livre;
Espessura mínima de chapas metálicas para invólucros de aço; 
Espessura mínima de chapas metálicas para Invólucros de alumínio, latão ou cobre;
Letras utilizadas como símbolos I;
Detalhes da alimentação elétrica nominal típica para algumas maltas;
Condições de carga para a fonte de soldagem;
Dados de registro exigidos (medidos e calculados);

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Condições ambientais;
Condições dos ensaios;

Instrumentos de medição; Conformidade dos componentes; Ensaios de tipo; Ensaios de rotina;
Proteção contra choque elétrico; Isolação; Distância de separação; Distância de Escoamento;
Resistencia de Isolação;
Rigidez dielétrica;

Proteção contra choque elétrico em serviço normal (contato direto);
Proteção fornecida pelo invólucro; Capacitores;
Descarga automática dos capacitores do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Isolação do circuito de soldagem;
Corrente de contato do circuito de soldagem; Corrente de contato em condições normais;
Proteção contra choque elétrico no caso de condição de falha  (contato indireto);
Disposições de proteção;
Isolação entre os enrolamentos do circuito de alimentação e do circuito de soldagem;
Condutores e conexões internas;  
Requisitos adicionais para os sistemas de corte por plasma; Bobinas e núcleos móveis;
Corrente de contato em condições de falha; Requisitos térmicos;
Ensaio de aquecimento;
Condições de ensaio;
Tolerâncias dos parâmetros de ensaio;

Medição de temperatura; Condição de medição; Sensor de temperatura de superfície;
Resistencia; Sensor de temperatura embutido;
Determinação de temperatura ambiente;

Registro de temperaturas; Limites de aumento de temperatura;
Enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; Superfícies externas;
Outros componentes; Ensaio de carga; Comutadores e anéis deslizantes;
Proteção Térmica; Requisitos gerais; Construção; Localização; Capacidade de Operação;
Operação; Rearme; Indicação; Operação anormal; Requisitos gerais;
Ensaio com ventilador travado; Ensaio de curto-circuito; Ensaio de sobrecarga;
Curto-circuito de capacitores; Conexão à rede de alimentação; Tensão de alimentação;
Múltipla tensão de alimentação;
Meios de conexão ao Circuito de Alimentação;
Identificação dos terminais;
Circuito de proteção;
Requisitos de continuidade;
Ensaio de rotina;
Ancoragem de cabos;
Abertura de entrada do cabo;
Cabos de alimentação;
Dispositivo de comutação liga/desliga do circuito de alimentação;
Dispositivo de acoplamento de alimentação elétrica (plugue de conexão); Saída;
Tensão nominal a Vazio;
Tensão nominal a vazio para uso em ambientes com risco aumentado de choque elétrico;

Tensão nominal a Vazio para uso com tochas mecanicamente fixadas com proteção aumentada para o operador;
Tensão nominal a vazio para processos especiais, por exemplo, corte por plasma;
Requisitos adicionais; Circuitos de medição;
Valores da Tensão Convencional de Carga para Ensaio de Tipo;
Soldagem com eletrodos revestidos; Soldagem com gás inerte e eletrodo de tungstênio (TIG);
Soldagem MIG/MAG e com arame tubular; Soldagem com arco submerso;
Corte por plasma; Goivagem por plasma;
Requisitos adicionais;
Dispositivos de comutação mecânica usados para ajustar a saída;

Conexões do Circuito de soldagem;
Proteção contra contato não intencional; Localização dos dispositivos de de acoplamento;
Abertura de saída;
Transformador  trifásico de soldagem para múltiplos;

Identificação; Conexão de tochas de corte por plasma;
Fornecimento de energia para dispositivos externos conectados ao Circuito de soldagem;
Fonte de Energia auxiliar; Cabos de solda; Circuitos de Controle; Requisitos Gerais;
Tipos de dispositivos de redução e risco; Dispositivo de redução de tensão;
Dispositivo de comutação de AC para DC; Desativando o dispositivo de redução de risco;
Interferência na operação de um Dispositivo de Redução de Risco;
Indicação de Operação Satisfatória;
Falha para uma condição segura;

Requisitos mecânicos; Requisitos gerais; Invólucro; Materiais do invólucro;
Resistência do invólucro; Meios para içamento; Içamento mecânico; Içamento manual;
Resistência à queda; Estabilidade à inclinação;
Placa de Identificação;
Requisitos gerais; Conteúdos; Tolerâncias; Sentido de rotação; Ajuste da saída;
Tipo de ajuste; Identificação do dispositivo de ajuste;
Indicação de controle da corrente ou tensão; Valor ajustado; Valor exibido;
Instruções e Identificações; Tensões nominais de redes de alimentação;
Exemplo de um ensaio dielétrico combinado;
Carga desbalanceada no caso de FONTES DE SOLDAGEM para o processo TIG AC;
Carga desbalanceada; Exemplo de uma carga desbalanceada;
Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais  Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; 
Método; Análise dos resultados; Métodos de ensaio para um impacto de 10 NM;
Martelo de impacto pendular  Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros K;
Exemplos de placas do identificação;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco;

Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do circuito de alimentação;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais; Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; Método; Análise dos resultados;
Métodos de ensaio para um impacto de 10 Mm;
Martelo de impacto pendular; Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros  K;
Exemplos do placas do identificação  L;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco  Geral;
Símbolos gráficos;
Símbolos para descrever o interruptor ou controle;

Símbolos para indicar uma posição do interruptor ou controle;
Símbolos para indicar uma função de Interruptor ou controle; 
Símbolos para indicar conexão elétrica;
Símbolos para indicar conexão ou controle de fluido;
Símbolos para indicar dispositivo auxiliar, conexão ou função auxiliar;
Símbolos para indicar o controle de corrente/tensão de soldagem;
Símbolos para indicar o tipo de tocha; Símbolos para indicar os processos;
Símbolos para indicar controle de características de soldagem;
Símbolos para descrever o tipo de fonte de energia;
Símbolos para indicar componente protetor e classe de proteção;
Símbolos para informar os usuários;
Exemplos de combinações de símbolos;
Exemplos de painéis de controle;
Eficiência e medição de potência no modo inativo;
Condições gerais para medição;
Sala de ensaios;
Fonte de alimentação; Tensão e frequência de alimentação;
Forma de onda da tensão de alimentação; Instrumentos de medição da potência;
Medições; Geral  Preparação da fonte de soldagem; Condições de carga convencional;
Carga de ensaio; Configuração de ensaio; Incerteza na medição; Procedimento de medição;
Consumo de energia no estado inativo; Eficiência da fonte de soldagem;
Cálculo da eficiência;
Relatório de ensaio  Detalhes do produto;
Parâmetros de ensaio;

Detalhes do ensaio e do laboratório; Dados do ensaio; Modelo de relatório de ensaio  kl;
Medição da corrente de toque;
Fontes de soldagem alimentadas por bateria;
Condições ambientais;
Ensaios; Proteção contra choque elétrico;
Requisitos térmicos;
Proteção térmica;
Operação anormal;  Conexão com a rede de alimentação elétrica;
Provisões mecânicas;  placa de identificação; Instruções e identificações;
Fluxograma para os métodos de conformidade;
Exemplo de isolação para equipamento classe I;
Medição da corrente de contato do circuito de soldagem;
Medição da corrente de contato em condição normal; Medição de valores;
RMS Medição dos valores de pico  Modelo do placa de identificação;
Transformadores do alta-tensão combinados;
Tensão o corrente durante a soldagem TIG AC;
Tensão desbalanceada durante a soldagem TIG AC;
Fonte de soldagem AC com carga desbalanceada;
Configuração do ensaio; Transformador monofásico; 
Conversor de frequência rotativo trifásico;
Placa de identificação subdivida;
Transformador retificador monofásico/frit/talco; Motor-gerador-retificador (motossoldadora);
Inversor monofásico/trifásico; Fonte de soldagem a bateria com bateria integrada;
Fonte de soldagem alimentada a bateria com bateria destacável/separável;
Interruptor de alimentação de tensão de entrada; Potenciômetro de controle da força do arco;
Conector para controle remoto e chaves seletoras;
Terminais com seletor de indutância para a soldagem MIG / MAG;
Chave seletora de processo (Eletrodo, TIS, MIG);
Chave seletora em um equipamento AC/DC ;
Indicadores luminosos de painel (sobreaquecimento, falha, ignição de arco, tensão de salda)
Ajuste de parâmetros de pulsação utilizando visor digital;
Procedimento de medição;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para percepção ou reação;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para o limiar de soltar-se e imobilização;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta na temperatura de operação para conexão; monofásica de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta para sistema de conexão trifásico a 4 fios de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Identificação dos componentes elétricos de uma bateria da classe de tensão;
Lista alfabética de termos  distancias de separação para a categoria de sobretensão III  distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distancias de escoamento;
Resistência de isolação;
Tensões de ensaio dielétrico;
Distância mínima através da isolação;
Limites de temperatura para enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; 
Limites de temperatura para superfícies externas; Seção transversal do condutor de curto-circuito da saída;
Requisitos de corrente e tempo para circuitos de proteção;
Seção mínima do condutor de proteção em cobre;
Verificação da continuidade do circuito de proteção; Tração;
Resumo das tensões nominais a vazio;
Requisitos do Dispositivo de Redução de Riscos C;

Tensões nominais para redes de alimentação com controle de proteção e sobretensão;
Sistemas AC ou DC monofásicos a dois ou três fios; Sistemas AC trifásicos a três ou quatro fios;
Faixa de dimensões de condutor aceitas pelos terminais de circuito e alimentação;
Tabela de referência cruzada de milímetros quadrados (mm2) para American wire gauge (AWG);

Angulo de rotação para obter impacto de 10 Nm;
Massa da esfera em queda livre e altura da queda livre;
Espessura mínima de chapas metálicas para invólucros de aço; 
Espessura mínima de chapas metálicas para Invólucros de alumínio, latão ou cobre;
Letras utilizadas como símbolos I;
Detalhes da alimentação elétrica nominal típica para algumas maltas;
Condições de carga para a fonte de soldagem;
Dados de registro exigidos (medidos e calculados);

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Complementos

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:

A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

[…1) Para FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
1) Instruções relativas ao carregamento da BATERIA. informações relativas à faixa de temperatura ambiente para FONTE DE SOLDAGEM e uso e armazenamento da BATERIA, e a faixa recomendada de temperatura ambiente para o SISTEMA DE CARREGAMENTO durante o carregamento:

2) Para uma FONTE DE SOLDAGEM alimentada por BATERIA destinada ao uso com um BANCO DE BATERIAS DESTACÁVEL ou um BANCO DE BATERIAS SEPARÁVEL: instruções indicando os bancos de BATERIAS apropriados para o uso como, por exemplo, um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
3) Instruções indicando o CARREGADOR apropriado para o uso como. por exemplo. um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
4) Informações relativas à durabilidade e vida útil da BATERIA, faixa típica de soldagem para urna BATERIA TOTALMENTE CARREGADA e tempos típicos de carregamento;
5) Advertências relativas às FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
Recarregar somente com o CARREGADOR especificado pelo fabricante. Um CARREGADOR que é adequado para um tipo de BANCO DE BATERIAS pode gerar risco de Incêndio quando utilizado com outro tipo de BANCO DE BATERIAS.
Utilizar FONTES DE SOLDAGEM somente com o BANCO DE BATERIAS especificamente designados. O uso de qualquer outro tipo de banco de BATERIAS pode criar riscos de ferimento e incêndio.
Quando o banco de BATERIAS não estiver em uso, manter afastado de outros objetos metálicos, como clipes de papel, moedas, chaves, pregos, parafusos ou outros pequenos objetos metálicos que possam fazer a conexão de um terminal a outro. Curto-circuitar os terminais da BATERIA pode causar queimaduras ou fogo.
Sob condições severas, líquido pode ser ejetado da BATERIA: evitar contato. Se ocorrer um contato acidental, lavar com água. Se o líquido entrar em contato com os olhos. adicionalmente procurar ajuda médica. O líquido ejetado da BATERIA pode causar irritação ou queimaduras…]
Fonte: NBR IEC 60974-1 

Qual é a base para a determinação da distância de escoamento?
6.1.3 Distância Escoamento
A base para a determinação da DISTÂNCIA DE ESCOAMENTO é o valor RMS de longo período da tensão existente através dele. Esta tensão é mais alto valor da TENSÃO DE TRABALHO em regime permanente (como especificado na IEC 606664-1:2020, 4.2.5). a tensão nominal de isolação ou a tensão nominal. Para a determinação das tensões nominais de isolação, podem ser utilizadas as Tabelas A.2 e A.3 da NBR IEC 60974-1

As DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO BÁSICA ou ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR devem ser selecionadas na Tabela 3 NBR IEC 60974-1.
As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO DUPLA devem ser a soma dos valores da ISOLAÇÃO BÁSICA e ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR, as quais constituem a ISOLAÇÃO DUPLA. As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO REFORÇADA devem ser o dobro das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para a ISOLAÇÃO BÁSICA.
Quando a Tabela 3 for utilizada, é permitido a interpolar valores para tensões intermediárias. Quando os valores das tensões forem interpolados, deve ser utilizada a interpolação linear, e os valores devem ser arredondados para o mesmo número de dígitos, como os valores coletados da tabela. Para o dimensionamento das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para superfícies não condutivas acessíveis. tais superfícies devem ser consideradas cobertas por folha metálica onde quer que possam ser tocadas pelo dedo de ensaio padrão. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.
As fontes de soldagem refrigeradas por líquido devem ser ensaiadas com as condições especificadas pelo fabricante. Salvo disposição em contrário, o equipamento deve ser alimentado por uma tensão nominal de alimentação com tolerância de ± 5%.
A precisão dos instrumentos de medição deve ser: instrumentos de medições elétricas: classe I (± 1% do fundo de escala), exceto para a medição da resistência de isolação e ensaio de rigidez dielétrico, em que a precisão dos instrumentos não é especificada, mas deve ser considerada para a medição; termômetro: ± 2 K; tacômetro: ± 1% do fundo de escala. Todas as medições elétricas podem ser realizadas com uma incerteza máxima de medição de 5%.
Os componentes e os subconjuntos que, devido à falha, podem criar um risco, como fontes de alimentação de energia e equipamentos integrados de tecnologia da informação, devem ser utilizados de acordo com seus parâmetros especificados, a menos que uma exceção específica seja feita. Eles devem estar em conformidade com um dos seguintes itens: os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma IEC pertinente.
A conformidade com outros requisitos da norma do componente não é exigida. Se necessário para a aplicação, os componentes devem ser submetidos aos ensaios deste documento, exceto quando estes ensaios forem idênticos ou equivalentes aos exigidos para verificar a conformidade com a norma relevante do componente.
Por exemplo, se os componentes atenderem aos requisitos de segurança da IEC 60950-1, mas forem classificados para um ambiente menos severo que o ambiente aplicável descrito nessa norma, eles também devem atender aos requisitos adicionais aplicáveis deste documento. Os requisitos deste documento e, onde for necessário para a aplicação, quaisquer requisitos adicionais de segurança aplicáveis da norma IEC pertinente do componente, se não houver norma IEC aplicável, os requisitos deste documento devem ser obedecidos.
Os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma não IEC que sejam pelo menos tão exigentes quanto os da norma IEC pertinente, desde que o componente tenha sido aprovado para a norma não IEC por uma autoridade de ensaios reconhecida. Os ensaios realizados por uma autoridade de ensaios reconhecida, a qual valida a conformidade com os requisitos de segurança não são repetidos, mesmo se os ensaios forem realizados utilizando uma norma não IEC.
A figura abaixo é um fluxograma mostrando os métodos de verificação da conformidade. A conformidade é verificada por inspeção visual e, se necessário, por ensaio.
A não ser que especificados de outra maneira, os ensaios deste documento são ensaios de tipo. A fonte de soldagem deve ser ensaiada com qualquer acessório que possa afetar os resultados dos ensaios. Todos os ensaios de tipo devem ser executados na mesma fonte de soldagem, exceto onde for especificado que um ensaio deve ser executado em outra fonte de soldagem.
Como uma condição de conformidade, os ensaios de tipo fornecidos a seguir devem ser executados nessa sequência, sem tempo de secagem: inspeção visual geral; resistência de isolação; invólucro; meios de manuseio; resistência à queda; proteção fornecida pelo invólucro; resistência de isolação; rigidez dielétrica; e inspeção visual geral. Os outros ensaios incluídos neste documento e não listados aqui devem ser executados, mas podem ser executados em qualquer sequência conveniente.
Todos os ensaios de rotina devem ser executados em cada fonte de soldagem. Recomenda-se a seguinte sequência: inspeção visual de acordo com a especificação do fabricante; continuidade do circuito de proteção; rigidez dielétrica; tensão a vazio: tensão nominal a vazio por medição apenas, ou se aplicável, tensão nominal reduzida a vazio; ou se aplicável, tensão nominal de comutação a vazio; ensaio para garantir os valores nominais mínimo e máximo de saída, de acordo com essa norma.
O fabricante pode escolher entre carga convencional, carga de curto-circuito ou outras condições de ensaio. Em curto-circuito e em outras condições de ensaio, os valores de saída podem ser diferentes dos valores de carga convencional. Se especificado pelo projeto, os valores medidos podem ser compensados devido a variações da rede de alimentação.
Para a proteção contra choque elétrico, a maioria das fontes de soldagem se enquadram na categoria de sobretensão III, de acordo com a IEC 60664-1; motossoldadoras se enquadram na categoria de sobretensão II. Todas as fontes de soldagem devem ser projetadas no mínimo para uso em condições ambientais de grau de poluição 3.
Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 2 são permitidos, se o microambiente do componente ou submontagem for melhorado (por meios como filtragem, revestimento, encapsulamento, moldagem), sendo que assim somente a poluição não condutiva ou condutiva temporária ocasional causada por condensação pode ocorrer. Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 1 são permitidos, se eles estiverem totalmente revestidos, encapsulados ou moldados de acordo com a IEC 60664-3.
Fonte: Equipe Target e NBR IEC 60974-1.

Substituir: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1