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Laudo de Poluentes na Produção de Fertilizantes Laudo de Poluentes na Produção de Fertilizantes
f: fertilizerseurop

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

O objetivo do Relatório Técnico Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico ANEXO XII segue como definidas: 1 – Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;

Nome Técnico: Elaboração de Relatório Técnico Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico – Resolução CONAMA 382 – ANEXO XII

Referência: 169873

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes
O objetivo do Relatório Técnico Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico ANEXO XII segue como definidas:
1 – Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;
2 – Para aplicação deste anexo devem ser consideradas seguintes definições dos termos:
a) Acidulação: reação entre o concentrado fosfático ácido, usualmente sulfúrico ou fosfórico, que tem como o objetivo solubilizar o fósforo contido no concentrado para torná-lo assimilável pelas plantas. O principal produto desta reação é o fosfato monocálcico:
Ca(H2PO4)2;
b) Amoniação/granulação: etapa do processo de produção fosfatos de amônio onde ocorre simultaneamente, a introdução adicional de amônia e a granulação dos fosfatos de amônio, em tambor rotativo ou amoniador;
c) Beneficiamento de concentrado fosfático: conjunto de operações ou etapas do processo de produção, a partir do beneficiamento de rocha fosfática e até a obtenção do concentrado fosfático transferências, cominuições, classificações e secagem;
d) Classificação: operação destinada a separar fisicamente, por tamanhos, os granulados descarregados do resfriador;
e) Concentração: processo utilizado para aumentar o teor P2O5 presente no ácido fosfórico;
f) Concentrado fosfático: produto resultante do beneficiamento da rocha fosfática contendo, em relação a ela, um teor de mais elevado e menor teor de impurezas. É também denominado concentrado apatítico;
g) DAP: fertilizante granulado, resultante da reação amônia anidra e ácido fosfórico, produzindo (NH4)2HPO4 (fosfato diamônio ou DAP);
h) Fertilizante fosfatado: produto resultante do tratamento químico do concentrado fosfático, que apresenta parte do P2O5 solúvel disponível para as plantas e que pode ter ainda outros constituintes nutrientes ou micronutrientes agregados, além de estar forma e tamanho adequado a sua utilização na agricultura. Incluem-se, dentre eles: MAP ou fosfato monoamônico; DAP ou fosfato diamônico; TSP ou superfosfato triplo; SSP ou superfosfato simples; superfosfato amoniado; fertilizante misto nitrogenado e fosfatado; fosfato parcialmente acidulado; trifosfatos; hexametafosfato; fosfato de cálcio; superfosfatos concentrados; fosfatos triamônio; fosfato desfluorizado; fosfogesso e termofosfato;
i) Fertilizante nitrogenado: produto derivado da amônia, contendo o nitrogênio como principal nutriente para utilização na agricultura. Incluem-se, dentre os fertilizantes nitrogenados: nitrato amônio; sulfato de amônio; uréia; cloreto de amônio; sulfonitrato amônio; nitrato de sódio; dinitrato de amônio e nitrocálcio;
j) Filtragem: processo utilizado para separar o sulfato cálcio hidratado ou fosfogesso do ácido fosfórico obtido por meio processo via úmida;
l) Granulação: processo de aglomeração de partículas mediante a ação de rolamento em tambores ou pratos rotativos, produzidos fertilizantes em forma de grânulos que, em sequência, submetidos à secagem, classificação e resfriamento;
m) Granulador: equipamento integrante do processo de granulação, constituído por tambor ou prato rotativo onde são produzidos fertilizantes granulados;
n) MAP: fertilizante granulado, resultante da reação amônia anidra e ácido fosfórico, produzindo NH4H2PO4 (fosfato monoamônio ou MAP);
o) Misturador: equipamento destinado à produção de fertilizantes mistos, onde ocorre a mistura física de  fertilizantes concentrados, dosados de acordo com formulação especificada, que haja reação química ou acréscimo no tamanho das partículas;
p) Moagem do concentrado fosfático: etapa do beneficiamento que consiste em reduzir a granulometria das partículas, consequente aumento da área de contato, para favorecer as  reações concentrado fosfático com os ácidos;
q) Neutralização: etapa do processo de produção dos fosfatos de amônio, que consiste na reação de neutralização entre o fosfórico e a amônia anidra, líquida ou gasosa, com a formação uma lama de fosfatos de amônio;
r) Peneiramento: operação destinada a promover a segregação de impurezas e material grosseiro dos fertilizantes e concentrados que são alimentados no misturador;
s) Perolação: processo de formação de partículas sólidas onde, mediante a ação de queda de gotículas em contra-corrente fluxo de ar, são produzidos fertilizantes em forma de pérolas que, seqüência, são submetidos a resfriamento, secagem e classificação;
t) Reação de formação do ácido fosfórico: reação de obtenção do ácido fosfórico via úmida, entre o concentrado fosfático e o ácido sulfúrico, em condições especiais de concentração e de temperatura, da qual resulta também a formação do sulfato de cálcio hidratado ou  fosfogesso;
u) Resfriador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a promover o resfriamento dos granulados provenientes do secador;
v) Rocha fosfática ou fosfatada: aglomerado de minerais e outras substâncias, que contém um ou mais minerais de fósforo, passíveis de serem aproveitados, quer diretamente como material fertilizante, quer como insumo básico da indústria do fósforo e seus compostos;
x) Secador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a remover a umidade contida nos granulados provenientes do granulador;
z) Secagem do concentrado fosfático: etapa do beneficiamento destinada à remoção da umidade contida no concentrado;
a.1 – t de ácido a 100%: a quantidade de ácido produzido, com base em uma concentração de 100% de ácido em termos de peso. O valor é obtido multiplicando-se a massa de solução (em toneladas) pelo teor de ácido e dividindo por 100;
b.1 – t de P2O5 alimentado: quantidade de P2O5, em toneladas, alimentada em cada unidade de produção de fertilizantes. São fontes de P2O5: concentrado apatítico; MAP;
Super Simples; TSP e Ácido Fosfórico;
c.1 – Torre de absorção da produção de ácido nítrico: unidade da planta de fabricação do ácido nítrico onde, com resfriamento contínuo a água, ocorrem sucessivas oxidações e hidratações do óxido de nitrogênio (NO) que resultam na formação do ácido nítrico;
d.1 – Torre de absorção da produção de ácido sulfúrico: equipamento da planta de fabricação do ácido sulfúrico, localizado anteriormente a chaminé, onde ocorre a absorção do SO3 (trióxido de enxofre) em ácido sulfúrico concentrado;
e.1 – Torre de perolação: equipamento integrante do processo de perolação, constituído de uma torre com chuveiros ou cestos, onde são produzidos fertilizantes perolados; e f.1 – Transferência: transporte de produto, insumo ou matéria-prima, por qualquer meio, em empreendimento industrial, incluindo carregamento, descarga, recebimento, transportes intermediários (incluindo por correia transportadora e transporte pneumático) e expedição.
3 – Ficam estabelecidos nas tabelas a seguir, os seguintes limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico e de ácido fosfórico:
Tabela 1
Limites de emissão para unidades de fabricação de fertilizantes Unidade de Produção Fontes de Emissão Amônia (1) Fluoretos Totais (1) MP (1)
Misturadoras Misturadores Peneiramento Transferências N.A. N.A. 75
Beneficiamento de Concentrado Fosfático Secagem N.A. N.A. 150
Moagem Transferências N.A. N.A. 75
Fertilizantes Fosfatados; exceto MAP e DAP Acidulação Granulação (Granuladores; Secadores; Resfriadores). N.A. 0,1 kg/t P2O5 alimentado 75
Classificação Transferências N.A. N.A.
Fertilizantes Fosfatados: MAP e DAP Neutralização Amoniação/Granulação 0,02 kg/t produto 0,03 kg/t P2O5 alimentado 75
Secadores Resfriadores N.A.
Classificação Transferências N.A. N.A.
Fertilizantes Nitrogenados Evaporação
Granulação
Perolação 60 N.A. 75
Secadores
Resfriadores
Classificação Transferências N.A. N.A.
(1) Resultados expressos em base seca e unidade mg/Nm3, a menos que explicitado de outra forma.
N.A. – Não aplicável.
Tabela 2
Limites de emissão para a fabricação de ácido sulfúrico Unidade de Produção Fontes de Emissão SO2 (1) SO3 (1)
Ácido Sulfúrico (H2SO4) Torre de Absorção de H2SO4 2,0 kg/t de H2SO4 a 100% 0,15 kg/t de H2SO4 a 100%
(1) Resultados expressos em base seca.
Tabela 3
Limites de emissão para a fabricação de ácido nítrico Unidade de Produção Fontes de Emissão NOx (1)
Ácido Nítrico (HNO3) Torre de Absorção de HNO3 1,6 kg/t de HNO3 a 100%
(1) Resultados expressos como NO2 em base seca.
Tabela 4
Limites de emissão para a fabricação de ácido fosfórico Unidade de Produção Fontes de Emissão Fluoretos Totais (1) MP (1)
Acido Fosfórico (H3PO4) Reação de formação de H3PO4:
Filtragem e Concentração 0,04 kg/t P2O5 alimentado 75 mg/Nm3
(1) Resultados expressos em base seca.
3.1 – Nos casos da produção de fertilizantes e da produção de ácidos, o somatório das taxas de emissão (expressas em quilograma de poluente por tonelada de produto ou por tonelada de P2O5 alimentado) das chaminés e dutos de cada unidade de produção deve atender, em conjunto, ao respectivo limite de emissão estabelecido.
4 – Os limites de emissão para unidades produtoras de amônia deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental licenciador.
5 – As atividades ou fontes emissoras de poluentes deverão contar com a estrutura necessária para a realização da amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos e chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental licenciador.
6 – O lançamento de efluentes gasosos na atmosfera deverá ser realizado através de dutos ou chaminés, cujo projeto deve levar em consideração as edificações do entorno à fonte emissora e os padrões de qualidade estabelecidos.
7 – Em função das características locais da área de influência da fonte emissora sobre a qualidade do ar, o órgão ambiental licenciador poderá estabelecer limites de emissão mais restritivos que aqueles aqui estabelecidos.


Levantamento de Diagnóstico Análise Qualitativa e Quantitativa Registro de Evidências Conclusão e Proposta de Melhorias Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Conteúdo Programático

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Conteudo Programatico Normativo

Substituir:

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO – (Código Brasileiro de Ocupação)

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Substituir:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

PLANO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE FONTES ESTACIONÁRIAS GUIA DE MELHOR TECNOLOGIA PRÁTICA DISPONÍVEL FERTILIZANTES
1. INTRODUÇÃO
Este documento define a melhor tecnologia prática disponível (MTPD) para o diagnóstico das fontes de emissão de poluentes atmosféricos de indústrias de fertilizantes integrantes do Plano de Redução de Emissões de Fontes Estacionárias (PREFE) aprovado pela Resolução de Diretoria nº 289/14/P, de 08/10/2014.
O presente guia abrange as seguintes instalações:
. produção de fertilizantes fosfatados (superfosfato simples e triplo, MAP, DAP, etc.)
. produção de fertilizantes nitrogenados
. misturadoras de fertilizantes
. ácido nítrico,
. ácido sulfúrico e
. ácido fosfórico
O presente guia não abrange os equipamentos listados abaixo e que utilizem combustíveis convencionais (gás natural, GLP, óleo diesel, óleo combustível ou biomassa). Para estes equipamentos deverão ser utilizadas as orientações da Guia de Melhor Tecnologia Prática Disponível – Fontes de Combustão:
. Caldeiras;
. Aquecedores de fluído térmico;
. Secadores sem contato direto da chama com o produto, e
. Fornos sem contato direto da chama com o produto.
2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Para este guia, melhor tecnologia prática disponível (MTPD) é o mais efetivo e avançado estágio tecnológico no desenvolvimento da atividade e seus métodos de operação, para atendimento ao limite de emissão estabelecido para prevenir ou, se não for praticável a prevenção, reduzir as emissões e o impacto ao meio ambiente.
Utilizaram-se como referência para a pesquisa, os dados da Comunidade Européia (CE) e da Agência Ambiental Americana (EPA).
O guia engloba as fontes pontuais de emissão de poluentes (chaminé) e demais fontes dentro da indústria de fertilizantes.
Este guia considera como MTPD não só equipamentos de controle de emissões, mas também melhorias no processo produtivo que diminuam o consumo de combustíveis (eficiência energética) e que utilizem técnicas de processo que produzam menos emissões atmosféricas de poluentes.
Com o objetivo de facilitar a aplicação deste guia, ele será dividido por unidade produtiva, contemplando os poluentes material particulado (MP), óxidos de enxofre (SOx), óxidos de nitrogênio (NOx), amônia (NH3) e ácido fluorídrico (HF).
3. DESCRIÇÃO RESUMIDA DO PROCESSO PRODUTIVO
A indústria de fertilizantes fornece produtos com nutrientes importantes para as plantas, em especial, nitrogênio, fósforo e potássio na forma que estas possam absorver. O nitrogênio é expresso como elemento (N), mas o fósforo e o potássio podem ser expressos como óxido (P2O5, K2O) ou como elemento (P, K). O enxofre também é fornecido em grandes quantidades, em parte através dos sulfatos presentes em produtos como os superfosfatos e o sulfato de amónio.
3.1 Produção de Fertilizantes Fosfatados
Fertilizante fosfatado é o produto resultante do tratamento químico do concentrado fosfático, que apresenta parte do P2O5 solúvel disponível para as plantas e que pode ter ainda outros constituintes nutrientes ou micronutrientes agregados, além de estar com a forma e tamanho adequado a sua utilização na agricultura.
Incluem-se, dentre eles: MAP ou fosfato monoatômico; DAP ou fosfato diamonico; TSP ou superfosfato triplo; SSP ou superfosfato simples; fosfato parcialmente acidulado e termofosfato.
O superfosfato simples é obtido na reação da rocha fosfática com ácido sulfúrico. Na sua produção, a rocha moída é enviada à balança dosadora, posteriormente encaminhada ao misturador, onde é adicionado o ácido sulfúrico diluído (65 a 75%), dando início à reação.
Essa mistura, em forma de polpa, flui continuamente para uma correia de reação, onde ocorre uma reação exotérmica, liberando gases e material particulado. Como resultado dessa reação, a polpa se transforma em um produto sólido de elevada porosidade e baixo peso específico.
No final do percurso da correia de reação a camada de superfostato formada é quebrada por um desintegrador. O produto final é levado ao armazém de cura, onde a reação se complementará.
O superfostato triplo é preparado de maneira similar ao superfostato simples. A rocha fosfática ao invés de ser misturada com o ácido sulfúrico é misturada com ácido fosfórico a 50%.
Após o período de cura existem três alternativas para a comercialização deste produto:
vendido a granel, ser ensacado, ser granulado na própria indústria como misturas fertilizantes granulados ou somente granulados.
Na produção de granulados, o superfosfato simples e/ou triplo é enviado ao granulador rotativo, onde recebe adição de vapor d’água. Após a granulação, o material é enviado a um secador rotativo, onde é secado por um fluxo de gases quente.
Do secador, o material seco vai para o resfriador passando, em seguida, por peneiras vibratórias onde os finos retornam para o processo através de reciclos, os grossos passam pela moagem e retornam à peneira formando assim um circuito fechado entre a peneira e o moinho. O material dentro das especificações será armazenado para expedição.
Na produção de fertilizantes complexos (NPK), os superfosfatos simples e/ou triplos recebem adição de outros nutrientes nitrogenados (amônia, sulfato de amônia e ureia), cbienaleto de potássio e também ácido fosfórico e ou sulfúrico para fixação do nitrogênio.
Tanto o superfosfato simples, como o supertriplo, podem ser tratados com a amônia (NH3) para a obtenção dos fosfatos de amônia, sendo os dois tipos principais o DAP e o MAP:
. DAP – diamônio fosfato – possui 16% de N, 45% de P2O5 solúvel em CNA +água, 38% de P2O5 solúvel em água. É muito utilizado nas indústrias de fertilizantes para a formulação de misturas NPK, prontas para aplicação direta no solo.
. MAP – monoamônio fosfato – possui 9% de N, 48% de P2O5 solúvel em CNA+água, 44% de P2O5 solúvel em água. Como o DAP, também é utilizado pelas indústrias de fertilizantes para a produção de misturas NPK. São fosfatos de alta concentração de fósforo, alta solubilidade em água, e baixo custo de produção.
Os fosfatos parcialmente acidulados são obtidos pelo tratamento da rocha fosfatada com menores quantidades de ácidos fosfórico ou sulfúrico. Para os termofosfatos a rocha fosfatada é submetida a um tratamento térmico e adição de compostos magnesianos e sílicos, apresentando características de corretivo de acidez.
Nos fertilizantes líquidos utiliza-se o ácido fosfórico neutralizado com amônia, enquanto o potássio é adicionado em quantidades adequadas, conforme a formulação do fertilizante.

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Escopo do Serviço

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;
Definições dos termos:
a) Acidulação
b) Amoniação/granulação:
d) Classificação:
e) Concentração:
f) Concentrado fosfático:
h) Fertilizante fosfatado:
i) Fertilizante nitrogenado:
l) Granulação:
m) Granulador:
n) MAP:
o) Misturador:
p) Moagem do concentrado fosfático:
q) Neutralização:
r) Peneiramento:
s) Perolação:
t) Reação de formação do ácido fosfórico:
u) Resfriador:
v) Rocha fosfática ou fosfatada:
x) Secador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a remover a umidade contida nos granulados provenientes do granulador;
z) Secagem do concentrado fosfático;
a.1 – t de ácido a 100%:
b.1 – t de P2O5 alimentado:
Super Simples; TSP e Ácido Fosfórico;
Torre de absorção da produção de ácido nítrico;
Torre de absorção da produção de ácido sulfúrico:
Torre de perolação:
Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico e de ácido fosfórico;
Limites de emissão para unidades de fabricação de fertilizantes Unidade de Produção Fontes de Emissão Amônia Fluoretos Totais;
Misturadoras Misturadores Peneiramento Transferências;
Beneficiamento de Concentrado Fosfático Secagem;
Moagem Transferências;
Fertilizantes Fosfatados; exceto MAP e DAP Acidulação Granulação (Granuladores;
Secadores; Resfriadores);
Classificação Transferências;
Fertilizantes Fosfatados;
Secadores Resfriadores;
Classificação Transferências;
Fertilizantes Nitrogenados Evaporação;
Granulação;
Perolação;
Secadores;
Resfriadores;
Classificação Transferências;
Resultados expressos em base seca e unidade;
Referências Normativas:
Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – NR 01;
ANEXO XII – Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico – Resolução CONAMA 382;
Decreto n° 54.797 de 28 de Janeiro de 2014 e suas atualizações;
Sistema de combustão – controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura – NBR 12313;
Limites de emissão para a fabricação de ácido sulfúrico Unidade de Produção Fontes de Emissão SO2 (1) SO3 (1)
Ácido Sulfúrico (H2SO4) Torre de Absorção de H2SO4 2,0 kg/t de H2SO4 a 100% 0,15 kg/t de H2SO4 a 100%
(1) Resultados expressos em base seca;
Limites de emissão para a fabricação de ácido nítrico Unidade de Produção Fontes de Emissão NOx (1)
Ácido Nítrico (HNO3) Torre de Absorção de HNO3 1,6 kg/t de HNO3 a 100%;
Resultados expressos como NO2 em base seca.
Limites de emissão para a fabricação de ácido fosfórico Unidade de Produção Fontes de Emissão Fluoretos Totais (1) MP (1);
Acido Fosfórico (H3PO4) Reação de formação de H3PO4;
Filtragem e Concentração 0,04 kg/t P2O5 alimentado 75 mg/Nm3;
(1) Resultados expressos em base seca.
Limites de emissão para unidades produtoras de amônia deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental licenciador.
Atividades ou fontes emissoras de poluentes deverão contar com a estrutura necessária para a realização da amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos e chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental licenciador.
Efluentes gasosos na atmosfera deverá ser realizado através de dutos ou chaminés;
Influência da fonte emissora sobre a qualidade do ar, o órgão ambiental licenciador poderá estabelecer limites de emissão mais restritivos que aqueles aqui estabelecidos.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;
Definições dos termos:
a) Acidulação
b) Amoniação/granulação:
d) Classificação:
e) Concentração:
f) Concentrado fosfático:
h) Fertilizante fosfatado:
i) Fertilizante nitrogenado:
l) Granulação:
m) Granulador:
n) MAP:
o) Misturador:
p) Moagem do concentrado fosfático:
q) Neutralização:
r) Peneiramento:
s) Perolação:
t) Reação de formação do ácido fosfórico:
u) Resfriador:
v) Rocha fosfática ou fosfatada:
x) Secador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a remover a umidade contida nos granulados provenientes do granulador;
z) Secagem do concentrado fosfático;
a.1 – t de ácido a 100%:
b.1 – t de P2O5 alimentado:
Super Simples; TSP e Ácido Fosfórico;
Torre de absorção da produção de ácido nítrico;
Torre de absorção da produção de ácido sulfúrico:
Torre de perolação:
Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico e de ácido fosfórico;
Limites de emissão para unidades de fabricação de fertilizantes Unidade de Produção Fontes de Emissão Amônia Fluoretos Totais;
Misturadoras Misturadores Peneiramento Transferências;
Beneficiamento de Concentrado Fosfático Secagem;
Moagem Transferências;
Fertilizantes Fosfatados; exceto MAP e DAP Acidulação Granulação (Granuladores;
Secadores; Resfriadores);
Classificação Transferências;
Fertilizantes Fosfatados;
Secadores Resfriadores;
Classificação Transferências;
Fertilizantes Nitrogenados Evaporação;
Granulação;
Perolação;
Secadores;
Resfriadores;
Classificação Transferências;
Resultados expressos em base seca e unidade;
Referências Normativas:
Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – NR 01;
ANEXO XII – Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico – Resolução CONAMA 382;
Decreto n° 54.797 de 28 de Janeiro de 2014 e suas atualizações;
Sistema de combustão – controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura – NBR 12313;
Limites de emissão para a fabricação de ácido sulfúrico Unidade de Produção Fontes de Emissão SO2 (1) SO3 (1)
Ácido Sulfúrico (H2SO4) Torre de Absorção de H2SO4 2,0 kg/t de H2SO4 a 100% 0,15 kg/t de H2SO4 a 100%
(1) Resultados expressos em base seca;
Limites de emissão para a fabricação de ácido nítrico Unidade de Produção Fontes de Emissão NOx (1)
Ácido Nítrico (HNO3) Torre de Absorção de HNO3 1,6 kg/t de HNO3 a 100%;
Resultados expressos como NO2 em base seca.
Limites de emissão para a fabricação de ácido fosfórico Unidade de Produção Fontes de Emissão Fluoretos Totais (1) MP (1);
Acido Fosfórico (H3PO4) Reação de formação de H3PO4;
Filtragem e Concentração 0,04 kg/t P2O5 alimentado 75 mg/Nm3;
(1) Resultados expressos em base seca.
Limites de emissão para unidades produtoras de amônia deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental licenciador.
Atividades ou fontes emissoras de poluentes deverão contar com a estrutura necessária para a realização da amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos e chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental licenciador.
Efluentes gasosos na atmosfera deverá ser realizado através de dutos ou chaminés;
Influência da fonte emissora sobre a qualidade do ar, o órgão ambiental licenciador poderá estabelecer limites de emissão mais restritivos que aqueles aqui estabelecidos.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Referencias Normativas

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
Resolução CONAMA 382 – ANEXO XII – Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico;
Decreto n° 54.797 de 28 de Janeiro de 2014 e suas atualizações;
NBR 12313 – Sistema de combustão – controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura;

ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Validade

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

PLANO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE FONTES ESTACIONÁRIAS GUIA DE MELHOR TECNOLOGIA PRÁTICA DISPONÍVEL FERTILIZANTES
1. INTRODUÇÃO
Este documento define a melhor tecnologia prática disponível (MTPD) para o diagnóstico das fontes de emissão de poluentes atmosféricos de indústrias de fertilizantes integrantes do Plano de Redução de Emissões de Fontes Estacionárias (PREFE) aprovado pela Resolução de Diretoria nº 289/14/P, de 08/10/2014.
O presente guia abrange as seguintes instalações:
. produção de fertilizantes fosfatados (superfosfato simples e triplo, MAP, DAP, etc.)
. produção de fertilizantes nitrogenados
. misturadoras de fertilizantes
. ácido nítrico,
. ácido sulfúrico e
. ácido fosfórico
O presente guia não abrange os equipamentos listados abaixo e que utilizem combustíveis convencionais (gás natural, GLP, óleo diesel, óleo combustível ou biomassa). Para estes equipamentos deverão ser utilizadas as orientações da Guia de Melhor Tecnologia Prática Disponível – Fontes de Combustão:
. Caldeiras;
. Aquecedores de fluído térmico;
. Secadores sem contato direto da chama com o produto, e
. Fornos sem contato direto da chama com o produto.
2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Para este guia, melhor tecnologia prática disponível (MTPD) é o mais efetivo e avançado estágio tecnológico no desenvolvimento da atividade e seus métodos de operação, para atendimento ao limite de emissão estabelecido para prevenir ou, se não for praticável a prevenção, reduzir as emissões e o impacto ao meio ambiente.
Utilizaram-se como referência para a pesquisa, os dados da Comunidade Européia (CE) e da Agência Ambiental Americana (EPA).
O guia engloba as fontes pontuais de emissão de poluentes (chaminé) e demais fontes dentro da indústria de fertilizantes.
Este guia considera como MTPD não só equipamentos de controle de emissões, mas também melhorias no processo produtivo que diminuam o consumo de combustíveis (eficiência energética) e que utilizem técnicas de processo que produzam menos emissões atmosféricas de poluentes.
Com o objetivo de facilitar a aplicação deste guia, ele será dividido por unidade produtiva, contemplando os poluentes material particulado (MP), óxidos de enxofre (SOx), óxidos de nitrogênio (NOx), amônia (NH3) e ácido fluorídrico (HF).
3. DESCRIÇÃO RESUMIDA DO PROCESSO PRODUTIVO
A indústria de fertilizantes fornece produtos com nutrientes importantes para as plantas, em especial, nitrogênio, fósforo e potássio na forma que estas possam absorver. O nitrogênio é expresso como elemento (N), mas o fósforo e o potássio podem ser expressos como óxido (P2O5, K2O) ou como elemento (P, K). O enxofre também é fornecido em grandes quantidades, em parte através dos sulfatos presentes em produtos como os superfosfatos e o sulfato de amónio.
3.1 Produção de Fertilizantes Fosfatados
Fertilizante fosfatado é o produto resultante do tratamento químico do concentrado fosfático, que apresenta parte do P2O5 solúvel disponível para as plantas e que pode ter ainda outros constituintes nutrientes ou micronutrientes agregados, além de estar com a forma e tamanho adequado a sua utilização na agricultura.
Incluem-se, dentre eles: MAP ou fosfato monoatômico; DAP ou fosfato diamonico; TSP ou superfosfato triplo; SSP ou superfosfato simples; fosfato parcialmente acidulado e termofosfato.
O superfosfato simples é obtido na reação da rocha fosfática com ácido sulfúrico. Na sua produção, a rocha moída é enviada à balança dosadora, posteriormente encaminhada ao misturador, onde é adicionado o ácido sulfúrico diluído (65 a 75%), dando início à reação.
Essa mistura, em forma de polpa, flui continuamente para uma correia de reação, onde ocorre uma reação exotérmica, liberando gases e material particulado. Como resultado dessa reação, a polpa se transforma em um produto sólido de elevada porosidade e baixo peso específico.
No final do percurso da correia de reação a camada de superfostato formada é quebrada por um desintegrador. O produto final é levado ao armazém de cura, onde a reação se complementará.
O superfostato triplo é preparado de maneira similar ao superfostato simples. A rocha fosfática ao invés de ser misturada com o ácido sulfúrico é misturada com ácido fosfórico a 50%.
Após o período de cura existem três alternativas para a comercialização deste produto:
vendido a granel, ser ensacado, ser granulado na própria indústria como misturas fertilizantes granulados ou somente granulados.
Na produção de granulados, o superfosfato simples e/ou triplo é enviado ao granulador rotativo, onde recebe adição de vapor d’água. Após a granulação, o material é enviado a um secador rotativo, onde é secado por um fluxo de gases quente.
Do secador, o material seco vai para o resfriador passando, em seguida, por peneiras vibratórias onde os finos retornam para o processo através de reciclos, os grossos passam pela moagem e retornam à peneira formando assim um circuito fechado entre a peneira e o moinho. O material dentro das especificações será armazenado para expedição.
Na produção de fertilizantes complexos (NPK), os superfosfatos simples e/ou triplos recebem adição de outros nutrientes nitrogenados (amônia, sulfato de amônia e ureia), cbienaleto de potássio e também ácido fosfórico e ou sulfúrico para fixação do nitrogênio.
Tanto o superfosfato simples, como o supertriplo, podem ser tratados com a amônia (NH3) para a obtenção dos fosfatos de amônia, sendo os dois tipos principais o DAP e o MAP:
. DAP – diamônio fosfato – possui 16% de N, 45% de P2O5 solúvel em CNA +água, 38% de P2O5 solúvel em água. É muito utilizado nas indústrias de fertilizantes para a formulação de misturas NPK, prontas para aplicação direta no solo.
. MAP – monoamônio fosfato – possui 9% de N, 48% de P2O5 solúvel em CNA+água, 44% de P2O5 solúvel em água. Como o DAP, também é utilizado pelas indústrias de fertilizantes para a produção de misturas NPK. São fosfatos de alta concentração de fósforo, alta solubilidade em água, e baixo custo de produção.
Os fosfatos parcialmente acidulados são obtidos pelo tratamento da rocha fosfatada com menores quantidades de ácidos fosfórico ou sulfúrico. Para os termofosfatos a rocha fosfatada é submetida a um tratamento térmico e adição de compostos magnesianos e sílicos, apresentando características de corretivo de acidez.
Nos fertilizantes líquidos utiliza-se o ácido fosfórico neutralizado com amônia, enquanto o potássio é adicionado em quantidades adequadas, conforme a formulação do fertilizante.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;
Definições dos termos:
a) Acidulação
b) Amoniação/granulação:
d) Classificação:
e) Concentração:
f) Concentrado fosfático:
h) Fertilizante fosfatado:
i) Fertilizante nitrogenado:
l) Granulação:
m) Granulador:
n) MAP:
o) Misturador:
p) Moagem do concentrado fosfático:
q) Neutralização:
r) Peneiramento:
s) Perolação:
t) Reação de formação do ácido fosfórico:
u) Resfriador:
v) Rocha fosfática ou fosfatada:
x) Secador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a remover a umidade contida nos granulados provenientes do granulador;
z) Secagem do concentrado fosfático;
a.1 – t de ácido a 100%:
b.1 – t de P2O5 alimentado:
Super Simples; TSP e Ácido Fosfórico;
Torre de absorção da produção de ácido nítrico;
Torre de absorção da produção de ácido sulfúrico:
Torre de perolação:
Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico e de ácido fosfórico;
Limites de emissão para unidades de fabricação de fertilizantes Unidade de Produção Fontes de Emissão Amônia Fluoretos Totais;
Misturadoras Misturadores Peneiramento Transferências;
Beneficiamento de Concentrado Fosfático Secagem;
Moagem Transferências;
Fertilizantes Fosfatados; exceto MAP e DAP Acidulação Granulação (Granuladores;
Secadores; Resfriadores);
Classificação Transferências;
Fertilizantes Fosfatados;
Secadores Resfriadores;
Classificação Transferências;
Fertilizantes Nitrogenados Evaporação;
Granulação;
Perolação;
Secadores;
Resfriadores;
Classificação Transferências;
Resultados expressos em base seca e unidade;
Referências Normativas:
Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – NR 01;
ANEXO XII – Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico – Resolução CONAMA 382;
Decreto n° 54.797 de 28 de Janeiro de 2014 e suas atualizações;
Sistema de combustão – controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura – NBR 12313;
Limites de emissão para a fabricação de ácido sulfúrico Unidade de Produção Fontes de Emissão SO2 (1) SO3 (1)
Ácido Sulfúrico (H2SO4) Torre de Absorção de H2SO4 2,0 kg/t de H2SO4 a 100% 0,15 kg/t de H2SO4 a 100%
(1) Resultados expressos em base seca;
Limites de emissão para a fabricação de ácido nítrico Unidade de Produção Fontes de Emissão NOx (1)
Ácido Nítrico (HNO3) Torre de Absorção de HNO3 1,6 kg/t de HNO3 a 100%;
Resultados expressos como NO2 em base seca.
Limites de emissão para a fabricação de ácido fosfórico Unidade de Produção Fontes de Emissão Fluoretos Totais (1) MP (1);
Acido Fosfórico (H3PO4) Reação de formação de H3PO4;
Filtragem e Concentração 0,04 kg/t P2O5 alimentado 75 mg/Nm3;
(1) Resultados expressos em base seca.
Limites de emissão para unidades produtoras de amônia deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental licenciador.
Atividades ou fontes emissoras de poluentes deverão contar com a estrutura necessária para a realização da amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos e chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental licenciador.
Efluentes gasosos na atmosfera deverá ser realizado através de dutos ou chaminés;
Influência da fonte emissora sobre a qualidade do ar, o órgão ambiental licenciador poderá estabelecer limites de emissão mais restritivos que aqueles aqui estabelecidos.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado  ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Substituir:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Substituir: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Limites de emissão de poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, ácido fosfórico, ácido sulfúrico e ácido nítrico;
Definições dos termos:
a) Acidulação
b) Amoniação/granulação:
d) Classificação:
e) Concentração:
f) Concentrado fosfático:
h) Fertilizante fosfatado:
i) Fertilizante nitrogenado:
l) Granulação:
m) Granulador:
n) MAP:
o) Misturador:
p) Moagem do concentrado fosfático:
q) Neutralização:
r) Peneiramento:
s) Perolação:
t) Reação de formação do ácido fosfórico:
u) Resfriador:
v) Rocha fosfática ou fosfatada:
x) Secador: equipamento integrante do processo de granulação, destinado a remover a umidade contida nos granulados provenientes do granulador;
z) Secagem do concentrado fosfático;
a.1 – t de ácido a 100%:
b.1 – t de P2O5 alimentado:
Super Simples; TSP e Ácido Fosfórico;
Torre de absorção da produção de ácido nítrico;
Torre de absorção da produção de ácido sulfúrico:
Torre de perolação:
Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados na produção de fertilizantes, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico e de ácido fosfórico;
Limites de emissão para unidades de fabricação de fertilizantes Unidade de Produção Fontes de Emissão Amônia Fluoretos Totais;
Misturadoras Misturadores Peneiramento Transferências;
Beneficiamento de Concentrado Fosfático Secagem;
Moagem Transferências;
Fertilizantes Fosfatados; exceto MAP e DAP Acidulação Granulação (Granuladores;
Secadores; Resfriadores);
Classificação Transferências;
Fertilizantes Fosfatados;
Secadores Resfriadores;
Classificação Transferências;
Fertilizantes Nitrogenados Evaporação;
Granulação;
Perolação;
Secadores;
Resfriadores;
Classificação Transferências;
Resultados expressos em base seca e unidade;
Referências Normativas:
Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – NR 01;
ANEXO XII – Poluentes Atmosféricos Gerados na Produção de Fertilizantes, Ácido Fosfórico, Ácido Sulfúrico e Ácido Nítrico – Resolução CONAMA 382;
Decreto n° 54.797 de 28 de Janeiro de 2014 e suas atualizações;
Sistema de combustão – controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura – NBR 12313;
Limites de emissão para a fabricação de ácido sulfúrico Unidade de Produção Fontes de Emissão SO2 (1) SO3 (1)
Ácido Sulfúrico (H2SO4) Torre de Absorção de H2SO4 2,0 kg/t de H2SO4 a 100% 0,15 kg/t de H2SO4 a 100%
(1) Resultados expressos em base seca;
Limites de emissão para a fabricação de ácido nítrico Unidade de Produção Fontes de Emissão NOx (1)
Ácido Nítrico (HNO3) Torre de Absorção de HNO3 1,6 kg/t de HNO3 a 100%;
Resultados expressos como NO2 em base seca.
Limites de emissão para a fabricação de ácido fosfórico Unidade de Produção Fontes de Emissão Fluoretos Totais (1) MP (1);
Acido Fosfórico (H3PO4) Reação de formação de H3PO4;
Filtragem e Concentração 0,04 kg/t P2O5 alimentado 75 mg/Nm3;
(1) Resultados expressos em base seca.
Limites de emissão para unidades produtoras de amônia deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental licenciador.
Atividades ou fontes emissoras de poluentes deverão contar com a estrutura necessária para a realização da amostragem e/ou determinação direta de poluentes em dutos e chaminés, de acordo com metodologia normatizada ou equivalente aceita pelo órgão ambiental licenciador.
Efluentes gasosos na atmosfera deverá ser realizado através de dutos ou chaminés;
Influência da fonte emissora sobre a qualidade do ar, o órgão ambiental licenciador poderá estabelecer limites de emissão mais restritivos que aqueles aqui estabelecidos.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Laudo de Poluentes Gerados na Produção Fertilizantes

PLANO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE FONTES ESTACIONÁRIAS GUIA DE MELHOR TECNOLOGIA PRÁTICA DISPONÍVEL FERTILIZANTES
1. INTRODUÇÃO
Este documento define a melhor tecnologia prática disponível (MTPD) para o diagnóstico das fontes de emissão de poluentes atmosféricos de indústrias de fertilizantes integrantes do Plano de Redução de Emissões de Fontes Estacionárias (PREFE) aprovado pela Resolução de Diretoria nº 289/14/P, de 08/10/2014.
O presente guia abrange as seguintes instalações:
. produção de fertilizantes fosfatados (superfosfato simples e triplo, MAP, DAP, etc.)
. produção de fertilizantes nitrogenados
. misturadoras de fertilizantes
. ácido nítrico,
. ácido sulfúrico e
. ácido fosfórico
O presente guia não abrange os equipamentos listados abaixo e que utilizem combustíveis convencionais (gás natural, GLP, óleo diesel, óleo combustível ou biomassa). Para estes equipamentos deverão ser utilizadas as orientações da Guia de Melhor Tecnologia Prática Disponível – Fontes de Combustão:
. Caldeiras;
. Aquecedores de fluído térmico;
. Secadores sem contato direto da chama com o produto, e
. Fornos sem contato direto da chama com o produto.
2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Para este guia, melhor tecnologia prática disponível (MTPD) é o mais efetivo e avançado estágio tecnológico no desenvolvimento da atividade e seus métodos de operação, para atendimento ao limite de emissão estabelecido para prevenir ou, se não for praticável a prevenção, reduzir as emissões e o impacto ao meio ambiente.
Utilizaram-se como referência para a pesquisa, os dados da Comunidade Européia (CE) e da Agência Ambiental Americana (EPA).
O guia engloba as fontes pontuais de emissão de poluentes (chaminé) e demais fontes dentro da indústria de fertilizantes.
Este guia considera como MTPD não só equipamentos de controle de emissões, mas também melhorias no processo produtivo que diminuam o consumo de combustíveis (eficiência energética) e que utilizem técnicas de processo que produzam menos emissões atmosféricas de poluentes.
Com o objetivo de facilitar a aplicação deste guia, ele será dividido por unidade produtiva, contemplando os poluentes material particulado (MP), óxidos de enxofre (SOx), óxidos de nitrogênio (NOx), amônia (NH3) e ácido fluorídrico (HF).
3. DESCRIÇÃO RESUMIDA DO PROCESSO PRODUTIVO
A indústria de fertilizantes fornece produtos com nutrientes importantes para as plantas, em especial, nitrogênio, fósforo e potássio na forma que estas possam absorver. O nitrogênio é expresso como elemento (N), mas o fósforo e o potássio podem ser expressos como óxido (P2O5, K2O) ou como elemento (P, K). O enxofre também é fornecido em grandes quantidades, em parte através dos sulfatos presentes em produtos como os superfosfatos e o sulfato de amónio.
3.1 Produção de Fertilizantes Fosfatados
Fertilizante fosfatado é o produto resultante do tratamento químico do concentrado fosfático, que apresenta parte do P2O5 solúvel disponível para as plantas e que pode ter ainda outros constituintes nutrientes ou micronutrientes agregados, além de estar com a forma e tamanho adequado a sua utilização na agricultura.
Incluem-se, dentre eles: MAP ou fosfato monoatômico; DAP ou fosfato diamonico; TSP ou superfosfato triplo; SSP ou superfosfato simples; fosfato parcialmente acidulado e termofosfato.
O superfosfato simples é obtido na reação da rocha fosfática com ácido sulfúrico. Na sua produção, a rocha moída é enviada à balança dosadora, posteriormente encaminhada ao misturador, onde é adicionado o ácido sulfúrico diluído (65 a 75%), dando início à reação.
Essa mistura, em forma de polpa, flui continuamente para uma correia de reação, onde ocorre uma reação exotérmica, liberando gases e material particulado. Como resultado dessa reação, a polpa se transforma em um produto sólido de elevada porosidade e baixo peso específico.
No final do percurso da correia de reação a camada de superfostato formada é quebrada por um desintegrador. O produto final é levado ao armazém de cura, onde a reação se complementará.
O superfostato triplo é preparado de maneira similar ao superfostato simples. A rocha fosfática ao invés de ser misturada com o ácido sulfúrico é misturada com ácido fosfórico a 50%.
Após o período de cura existem três alternativas para a comercialização deste produto:
vendido a granel, ser ensacado, ser granulado na própria indústria como misturas fertilizantes granulados ou somente granulados.
Na produção de granulados, o superfosfato simples e/ou triplo é enviado ao granulador rotativo, onde recebe adição de vapor d’água. Após a granulação, o material é enviado a um secador rotativo, onde é secado por um fluxo de gases quente.
Do secador, o material seco vai para o resfriador passando, em seguida, por peneiras vibratórias onde os finos retornam para o processo através de reciclos, os grossos passam pela moagem e retornam à peneira formando assim um circuito fechado entre a peneira e o moinho. O material dentro das especificações será armazenado para expedição.
Na produção de fertilizantes complexos (NPK), os superfosfatos simples e/ou triplos recebem adição de outros nutrientes nitrogenados (amônia, sulfato de amônia e ureia), cbienaleto de potássio e também ácido fosfórico e ou sulfúrico para fixação do nitrogênio.
Tanto o superfosfato simples, como o supertriplo, podem ser tratados com a amônia (NH3) para a obtenção dos fosfatos de amônia, sendo os dois tipos principais o DAP e o MAP:
. DAP – diamônio fosfato – possui 16% de N, 45% de P2O5 solúvel em CNA +água, 38% de P2O5 solúvel em água. É muito utilizado nas indústrias de fertilizantes para a formulação de misturas NPK, prontas para aplicação direta no solo.
. MAP – monoamônio fosfato – possui 9% de N, 48% de P2O5 solúvel em CNA+água, 44% de P2O5 solúvel em água. Como o DAP, também é utilizado pelas indústrias de fertilizantes para a produção de misturas NPK. São fosfatos de alta concentração de fósforo, alta solubilidade em água, e baixo custo de produção.
Os fosfatos parcialmente acidulados são obtidos pelo tratamento da rocha fosfatada com menores quantidades de ácidos fosfórico ou sulfúrico. Para os termofosfatos a rocha fosfatada é submetida a um tratamento térmico e adição de compostos magnesianos e sílicos, apresentando características de corretivo de acidez.
Nos fertilizantes líquidos utiliza-se o ácido fosfórico neutralizado com amônia, enquanto o potássio é adicionado em quantidades adequadas, conforme a formulação do fertilizante.

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