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Laudo de Pallet
sexta-feira, 24 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos

Laudo de Pallet

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM  PALLET E ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Referência: 165085

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

O Laudo de Pallet é um documento técnico que avalia a resistência e funcionalidade dos pallets utilizados na movimentação de cargas. Esse laudo não apenas assegura a otimização logística, como também analisa a diminuição de danos aos produtos durante o transporte e armazenamento.

Isto é, ele ajuda a garantir a segurança e eficiência nas operações logísticas, tornando-se uma ferramenta indispensável para empresas que dependem desse tipo de equipamento.

Segurança e eficiência nas operações logísticas com Laudo de Pallet.

Qual a Importância do Laudo de Pallet?

Realizar um Laudo de Pallet é essencial para empresas que utilizam pallets em suas operações diárias. Esse laudo oferece uma análise detalhada da capacidade de carga e resistência do pallet, a fim de permitir que a empresa evite acidentes e perdas financeiras.

Além disso, o laudo atende às normas e regulamentos de segurança, minimizando riscos legais. Ao investir em um laudo técnico, as empresas não apenas protegem seus produtos, como também garantem a segurança dos colaboradores.

Portanto, a realização do laudo deve ser uma prioridade nas operações logísticas, pois ele proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas.

Como é feito o Laudo de Pallet?

O processo de elaboração do Laudo de Pallet envolve várias etapas. A inspeção inicial tem como objetivo identificar desgastes, danos ou deformidades que possam comprometer a segurança e a funcionalidade do equipamento. Em seguida, realiza-se a análise de resistência, onde se avalia a capacidade de carga do pallet.

O laudo deve incluir informações sobre a especificação do pallet, os materiais utilizados em sua fabricação e recomendações para uso adequado. Por fim, o relatório é elaborado de forma clara e objetiva, garantindo que todos os aspectos relevantes sejam cobertos.

Um laudo completo fornece segurança tanto para os operadores quanto para os produtos armazenados, criando um ambiente mais seguro e eficiente.

Avaliação da resistência, durabilidade e conformidade dos pallets com as normas de segurança e qualidade - Laudo de Pallet

Avaliação da resistência, durabilidade e conformidade dos pallets com as normas de segurança e qualidade

Quais os Tipos de Pallet?

Existem diversos tipos de pallets, cada um adequado a diferentes aplicações e necessidades logísticas. Entre os mais comuns, destacam-se:

  • Pallet de Madeira: O pallet de madeira é amplamente utilizado em muitas indústrias. Ele é leve e fácil de manusear, mas pode ser menos durável em comparação com outros tipos. É uma opção econômica, ideal para cargas que não exigem alta resistência;
  • Pallet Metálico: O pallet metálico oferece alta resistência e durabilidade, sendo ideal para cargas pesadas e ambientes rigorosos. Sua estrutura robusta permite suportar grandes pesos sem deformações, o que o torna uma escolha popular em indústrias que manipulam materiais pesados;
  • Pallet de Plástico: Os pallets de plástico são leves e resistentes à umidade, tornando-se uma excelente opção para produtos químicos e alimentos. Eles são fáceis de limpar e não absorvem líquidos, o que aumenta sua vida útil;
  • Pallet de Papelão: Os pallets de papelão são utilizados principalmente para produtos leves e embalagens. Essa alternativa econômica é ideal para empresas que buscam reduzir custos, embora sua durabilidade seja menor em comparação com os pallets de madeira ou plástico.

Cada tipo de pallet tem suas características específicas que influenciam na escolha do mais adequado para cada situação. A seleção correta maximiza a eficiência na movimentação e armazenamento de cargas, garantindo que os produtos cheguem ao seu destino em perfeitas condições.

Quais as Vantagens do Pallet Metálico?

O Pallet Metálico apresenta várias vantagens em relação a outros tipos de pallets. Primeiramente, sua alta resistência permite suportar cargas pesadas sem deformações, tornando-o ideal para indústrias que manipulam materiais volumosos e pesados, por exemplo.

Isso se traduz em maior segurança durante o transporte e armazenamento. A durabilidade do material garante uma vida útil longa, reduzindo custos com reposições frequentes. O pallet metálico oferece maior estabilidade durante o transporte, minimizando o risco de danos aos produtos.

Outro benefício importante é a resistência à corrosão, especialmente quando tratado com revestimentos especiais. Isso permite seu uso em ambientes adversos, como indústrias químicas, onde a exposição a substâncias corrosivas é comum.

Por fim, o pallet metálico é facilmente reciclável, contribuindo para a sustentabilidade. Optar por pallets que respeitam o meio ambiente é uma decisão inteligente que pode melhorar a imagem da empresa e atrair clientes que valorizam práticas sustentáveis. Assim, escolher um pallet metálico não apenas otimiza a logística, mas também preserva o meio ambiente.

Verificação das características mecânicas e de carga dos pallets, garantindo sua integridade em operações de movimentação -Laudo de Pallet

Verificação das características mecânicas e de carga dos pallets, garantindo sua integridade em operações de movimentação

Como escolher o pallet adequado?

Escolher o pallet adequado requer atenção a vários fatores que podem impactar a eficiência das operações logísticas. Primeiramente, avalie o tipo de carga a ser transportada. Isto é, para cargas pesadas, é essencial optar por pallets robustos, como os metálicos, que oferecem a resistência necessária. Em segundo lugar, considere o ambiente de armazenamento.

Essa escolha não só prolonga a vida útil do pallet, mas também garante a segurança dos produtos. Leve em conta a rotatividade do estoque. Pallets de madeira são mais adequados para estoques de rápida movimentação, enquanto os metálicos são melhores para cargas estáticas que permanecem armazenadas por longos períodos.

Essa análise ajuda a otimizar o uso do espaço e a eficiência das operações. Por fim, verifique se o fornecedor oferece laudos técnicos que garantam que os pallets atendem aos padrões de qualidade e segurança. Uma escolha bem informada assegura eficiência e segurança nas operações logísticas, contribuindo para o sucesso da empresa.

Como Solicitar o seu Laudo de Pallet?

Entre em contato para solicitar o seu Laudo de Pallet. Nossos profissionais especializados estão prontos para oferecer uma análise completa e garantir que seus pallets atendam aos padrões de segurança e eficiência. Proteja seus produtos e otimize sua operação logística, solicitando seu laudo agora mesmo!

Conclusão

O Laudo de Pallet é um documento essencial para qualquer empresa que utiliza pallets em suas operações logísticas. Ele não apenas garante a segurança e a eficiência no armazenamento e transporte, mas também ajuda a minimizar riscos legais e financeiros.

Com a realização desse laudo, as empresas podem tomar decisões mais informadas, aumentando a produtividade e a segurança no ambiente de trabalho. Investir em um Laudo de Pallet é um passo importante para proteger seus produtos, garantir a segurança dos colaboradores e otimizar as operações logísticas.

Portanto, não deixe de considerar essa prática como uma prioridade em sua empresa. A escolha correta de pallets e a realização de laudos técnicos são fundamentais para o sucesso das operações logísticas, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo de Pallet

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM  PALLET E ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

OBJETIVO
O objetivo deste serviço é realizar a inspeção técnica em pallet metálico, a fim de avaliar suas condições de uso, segurança, e conformidade com as normas técnicas vigentes, bem como elaborar o respectivo Relatório Técnico detalhado. Ao final da análise, será emitida a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) referente aos serviços realizados.

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
A execução do trabalho será composta pelas seguintes etapas:

Inspeção Visual e Física
Realização de uma inspeção detalhada dos pallets metálicos, verificando as condições de uso, com especial atenção para:
Estrutura do pallet (verificação de deformações, trincas, rachaduras, corrosão, entre outros danos);
Estado das soldas e ligações metálicas;
Avaliação das dimensões e capacidade de carga especificada.

Testes e Ensaios (se necessário)
Caso necessário, a realização de testes específicos para avaliar a resistência e a integridade do pallet, conforme a demanda do cliente ou necessidade identificada durante a inspeção visual.

Verificação de Conformidade com Normas Técnicas
Verificação da conformidade do pallet metálico com as normas regulamentadoras aplicáveis, como a NBR 14001 (pallets de madeira, quando pertinente ao modelo metálico) e outras normativas pertinentes à segurança e uso de pallets metálicos.

Elaboração do Relatório Técnico
Com base na inspeção realizada, será elaborado um relatório técnico detalhado, contendo:
Descrição do processo de inspeção e metodologia adotada;
Relato das condições observadas, com fotos ilustrativas;
Indicação de possíveis falhas, danos ou inconformidades encontradas;
Recomendações para reparos, manutenção ou descarte, conforme o caso;
Indicação de adequação ou não do pallet para uso, conforme os critérios de segurança e funcionalidade.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
Emissão da ART referente ao serviço realizado, conforme as exigências do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), com a assinatura do responsável técnico pela execução do serviço.

EQUIPAMENTOS E MATERIAIS UTILIZADOS
Ferramentas de medição (paquímetro, micrômetro, entre outras);
Equipamentos de proteção individual (EPIs);
Câmera fotográfica para registro das condições dos pallets;
Documentos técnicos (normas regulamentadoras, manuais de procedimento).

PRAZO
Prazo para Inspeção
: O prazo para execução da inspeção técnica será de após a autorização para início dos trabalhos.

Prazo para Emissão do Relatório e ART: O prazo para entrega do Relatório Técnico e emissão da ART será de até 5 (cinco) dias úteis após a conclusão da inspeção.

CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO
O serviço será realizado nas dependências do cliente, ou local previamente acordado para inspeção.
O cliente deverá garantir a acessibilidade ao local e fornecer as condições adequadas para a execução dos serviços.
O cliente deverá fornecer todas as informações e documentação que possam ser necessárias para a análise técnica.

VALOR E CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
O valor total do serviço será definido de acordo com a quantidade de pallets a serem inspecionados e as condições específicas do local de execução. O pagamento deverá ser realizado conforme as condições acordadas entre as partes.

RESPONSABILIDADE TÉCNICA
O profissional responsável pela execução do serviço será um engenheiro devidamente registrado no CREA, e a ART será emitida com base nas normas vigentes, garantindo a responsabilidade técnica pelos serviços realizados.

Este escopo técnico define de forma clara as atividades e condições para a execução do trabalho de inspeção técnica e elaboração do relatório de pallet metálico.

Quando pertinente e contratado Ensaios que devem ser realizados em Pallets:

Os ensaios realizados em pallets metálicos têm como objetivo avaliar a integridade estrutural, a resistência e a segurança do pallet, de modo a garantir que ele está em conformidade com as exigências normativas e apto para uso em operações de armazenamento e transporte. Abaixo estão os principais ensaios que podem ser realizados, dependendo das condições e necessidades específicas do pallet metálico:1. Ensaio Visual

Objetivo: Detectar falhas visíveis e superficiais que possam comprometer a segurança e a funcionalidade do pallet.

Procedimento:
Inspeção visual da estrutura metálica, verificando a presença de:
Trincas ou rachaduras nas soldas ou em áreas de stress.
Corrosão ou outros tipos de desgaste (como ferrugem ou oxidação).
Deformações na estrutura devido a sobrecarga ou impacto.
Ajuste das dimensões (verificação de altura, largura, profundidade e simetria).
Inspeção das soldas para garantir que são consistentes e sem falhas.
Avaliação das condições dos rodízios (caso o pallet seja equipado com rodas).

Ensaio de Carga Estática
Objetivo: Verificar a resistência máxima do pallet quando submetido a uma carga estática (sem movimentação).
Procedimento:
O pallet é carregado com um peso específico, geralmente com 150% da carga máxima recomendada para uso.
A carga é aplicada de forma gradual, até atingir o limite de teste.
O pallet deve ser observado para verificar se ocorre deformação plástica, quebra, dano nas soldas ou qualquer outro tipo de falha.
O teste pode ser realizado conforme a norma ISO 8611 ou as diretrizes específicas que regem pallets metálicos.

Critérios de Avaliação:
O pallet não pode apresentar deformações irreparáveis ou falhas estruturais.
Após a retirada da carga, o pallet deve retornar às suas dimensões originais (sem deformações permanentes).

Ensaio de Carga Dinâmica
Objetivo: Avaliar a resistência do pallet a forças dinâmicas, simulando condições de movimentação e transporte.

Procedimento:
O pallet é submetido a uma carga dinâmica, o que pode incluir carga de impacto ou movimento oscilatório para simular os efeitos do manuseio, movimentação ou queda.
A carga é aplicada repetidamente, com uma variação constante para simular os impactos que ocorrem durante o transporte e movimentação.
Este tipo de ensaio pode ser feito utilizando um equipamento de teste específico que simula movimentos ou impactos de forma controlada.

Critérios de Avaliação:
O pallet deve suportar um número mínimo de ciclos de impacto sem falhar ou apresentar danos estruturais graves.
Nenhuma deformação excessiva deve ocorrer após o ensaio.

  1. Ensaio de Resiliência e Vibração
    Objetivo: Testar a resistência do pallet às vibrações, que podem ocorrer durante o transporte por vias irregulares ou veículos de carga.

Procedimento:
O pallet é colocado em uma mesa vibratória, onde é submetido a vibrações de diferentes frequências e amplitudes.
A vibração deve ser aplicada durante um período determinado para simular o transporte e o manuseio do pallet.
Avalia-se a resposta do pallet, verificando se ele apresenta dano ou fissuras ao final do ensaio.

Critérios de Avaliação:
O pallet deve suportar o ciclo de vibração sem apresentar falhas estruturais, como rachaduras, deformações ou danos.

Ensaio de Corrosão (Testes de Ambiente Simulado)
Objetivo: Avaliar a resistência do pallet metálico à corrosão, especialmente se será utilizado em ambientes úmidos ou agressivos.

Procedimento:
O pallet pode ser submetido a um teste acelerado de corrosão, como o teste de névoa salina (ISO 9227), para simular condições de exposição à água salgada.
Outra opção é o teste de exposição a atmosferas agressivas (como ambientes industriais ou zonas costeiras) por um período prolongado.
Durante o teste, a integridade do pallet será monitorada para detectar sinais de oxidação ou degradação do metal.

Critérios de Avaliação:
O pallet deve resistir a corrosão, com danos limitados, caso seja necessário.
A estrutura do metal não deve ser comprometida de forma significativa.

Ensaio de Impermeabilidade (quando aplicável)
Objetivo: Se o pallet for utilizado em condições que envolvem contato com líquidos ou ambientes úmidos, pode ser necessário testar sua impermeabilidade.

Procedimento:
Este ensaio testa a capacidade do pallet em resistir à absorção de líquidos, seja por contato direto ou por vazamento.
A área de contato é molhada e observada quanto a infiltração.

Critérios de Avaliação:
Nenhum líquido deve penetrar nas juntas ou nas partes metálicas do pallet.

Ensaio de Fatiga
Objetivo: Avaliar o comportamento do pallet sob cargas repetidas e o seu tempo de vida útil em condições de uso normal.

Procedimento:
O pallet é submetido a uma série de cargas repetidas (carga alternada), em um número elevado de ciclos.
Esse ensaio é realizado em condições que simulam o uso contínuo do pallet ao longo do tempo.

Critérios de Avaliação:
O pallet não deve apresentar falhas críticas após um número de ciclos, com a manutenção da integridade estrutural.

Teste de Resposta a Queda
Objetivo: Simular o impacto de uma queda durante o manuseio ou transporte.

Procedimento:
O pallet é deixado cair de uma altura controlada (geralmente de 1,2 metros, que simula uma queda de altura comum em movimentações).
Verifica-se a resistência da estrutura após o impacto.

Critérios de Avaliação:
O pallet deve ser capaz de suportar a queda sem sofrer danos que comprometam sua funcionalidade.

Considerações Finais sobre Ensaios:
A escolha dos ensaios a serem realizados depende das condições de uso do pallet metálico, do ambiente e da carga esperada.
Todos os ensaios devem ser documentados, com registros fotográficos e dados técnicos claros, para garantir a rastreabilidade e a validade dos resultados.
Os testes devem ser realizados de acordo com as normas técnicas pertinentes, como ISO 8611, NBR 14001, ou outras normas específicas que regem a fabricação e o uso de pallets metálicos.

A combinação desses ensaios proporciona uma avaliação completa da segurança, funcionalidade e vida útil do pallet metálico, garantindo que ele atenda às exigências normativas e esteja pronto para o uso em diversas condições.

Laudo de Pallet

Laudo de Pallet

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:

Normas Regulamentadoras (NR):
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
Base legal mínima para segurança na movimentação e armazenamento com paletes.
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
Essencial quando os paletes interagem com empilhadeiras, esteiras ou sistemas automatizados.
NR 17 – Ergonomia
Aplicável à análise da movimentação manual de cargas, posturas e riscos ergonômicos.

Normas ABNT:
ABNT NBR 8334 – Paletes – Classificação
Define a categorização dos paletes com base em características técnicas e uso.
ABNT NBR 8337 – Paletes – Determinação da resistência à flexão
Critério técnico essencial para avaliar a integridade sob carga.
ABNT NBR 8339 – Paletes – Deformação em diagonal
Avaliação de empenamento e estabilidade dimensional.

Norma Internacional Complementar:
ISO 8611 (Partes 1, 2 e 3) – Paletes de carga plana – Ensaios e desempenho
Parte 1 – Métodos de ensaio (flexão, compressão, impacto, etc.)
Parte 2 – Requisitos de desempenho e critérios de aceitação
Parte 3 – Diretrizes para seleção de testes e interpretação dos resultados
Norma internacional crítica para validação técnica do desempenho físico dos paletes. Essencial para emitir laudos robustos com respaldo técnico.

Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Pallet

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Pallet

Laudo de Pallet

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Outros elementos quando pertinentes:
Termos e Definições;
Amostragem;
Aparelhagem;
Averiguação de codificação;
Análise do material;
Dimensões básicas;
Paletes de face simples;
Codificação das dimensões;
Classificação das faces;
Esquema do ensaio de flexão na face superior;
Faces, apoios e abas;
Procedimentos;
Expressão dos resultados;
Relatório de ensaio;
Classificação;
Avaliação da Matéria-prima;
Aspectos visuais;
Análise da carga dinâmico;
Checagem da Flecha residual;
Métodos de ensaio;
Preparação do corpo de prova;
Carga estática rígida;
Aspectos visuais;
Classificação dos paletes;
Posicionamento dos componentes.
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo de Pallet

Saiba Mais: Laudo de Pallet

1 Escopo Esta Norma especifica um método de resistência à deformação em diagonal de paletes.
2 Referência normativa
O documento relacionado a seguir é indispensável à aplicação deste documento. Para referência datada, aplica-se somente a edição citada. Para referência não datada, aplica-se a edição mais recente do referido documento (incluindo emendas).
ABNT NBR 8254, Palores —Terminologia
3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento. aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 8254.
4 Amostragem
O critério de amostragem deve ser definido em comum acordo entre o comprador e o fornecedor.
5 Aparelhagem
Prensa de capacidade mínima igual a 50 kN.
6 Procedimento
O ensaio é realizado em duas etapas, conforme 6.1 e 6.2.
6.1 Colocar o palete diagonalmente entre dois pratos de uma prensa, conforme a Figura 1, de modo que uma aresta da face superior esteja em contato com o prato superior da prensa no mesmo plano vertical que a aresta diagonalmente oposta.
6.2 Quando for necessário escorar o palete, colocar, entre este e os pratos de prensa, uma peça de comprimento pelo menos igual à profundidade do palete e paralela aos pratos da prensa.
6.3 Aplicar um esforço de compressão de F (kN) com velocidade de aproximação dos pratos de 5 mm/min e medir as deformações imediatamente em seguida.
6.4 Retirar o esforço de compressão aplicado e. imediatamente. fazer uma nova medida.
7 Expressão dos resultados após a primeira etapa do ensaio, indicar a deformação máxima do palete. Após a segunda etapa do ensaio, indicar a deformação residual do palete.
8 Relatório de ensaio O relatório de ensaio deve conter as seguintes informações:
a) identificação e quantidade dos corpos de prova usados;
b) teor de umidade média da madeira. no caso de paletes de madeira;
c) identificação das características da prensa utilizada no ensaio e velocidade de aplicação da carga;
d) intensidade da carga F aplicada, em quilonewtons;
e) deformações medidas e alterações observadas;
6.2 Quando for necessário escorar o palete, colocar, entre este e os pratos de prensa, uma peça de comprimento pelo menos igual à profundidade do palete e paralela aos pratos da prensa.
6.3 Aplicar um esforço de compressão de F (kN) com velocidade de aproximação dos pratos de 5 mm/min e medir as deformações imediatamente em seguida.
6.4 Retirar o esforço de compressão aplicado e. imediatamente. fazer uma nova medida.
7 Expressão dos resultados após a primeira etapa do ensaio, indicar a deformação máxima do palete. Após a segunda etapa do ensaio, indicar a deformação residual do palete.
8 Relatório de ensaio O relatório de ensaio deve conter as seguintes informações:
a) identificação e quantidade dos corpos de prova usados;
b) teor de umidade média da madeira. no caso de paletes de madeira;
c) identificação das características da prensa utilizada no ensaio e velocidade de aplicação da carga;
d) intensidade da carga F aplicada, em quilonewtons;
e) deformações medidas e alterações observadas;
1 Escopo Esta Norma classifica os diversos tipos de paletes e estabelece os códigos de identificação para cada tipo.
2 Referência normativa
O documento relacionado a seguir é indispensável à aplicação deste documento. Para referência datada, aplica-se somente a edição citada. Para referência não datada, aplica-se a edição mais recente do referido documento (incluindo emendas).
ABNT NBR 8252. Paletas — Dimensões básicas
3 Codificação 3.1 Material Não é feita a codificação dos materiais, que deve ser indicada claramente em cada caso.
NOTA Quanto ao material de que são feitos, os paletes podem ser, por exemplo. de madeira serrada. de madeira em chapas ou moldada. de plástico. de metais, como aço ou alumínio, de materiais diversos combinados etc.
3.2 Dimensões básicas
Devem ser seguidas as dimensões da ABNT NBR 8252. codificadas conforme a Tabela 1.
1 Escopo
Esta Norma especifica um método de ensaio de resistência à flexão de paletes apoiados na face inferior e um método de ensaio de resistência à flexão de paletes apoiados na face superior.
NOTA A condição simulada no ensaio de resistência à flexão na face inferior é a encontrada em determinados tipos de estrutura porta-palete.
2 Referência normativa
O documento relacionado a seguir é indispensável à aplicação deste documento. Para referência datada. aplica-se somente a edição citada. Para referência não datada. aplica-se a edição mais recente do referido documento (incluindo emendas)
ABNT NBR 8254, Paletes — Terminologia
3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento. aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 8254.
4 Amostragem O critério de amostragem deve ser definido em comum acordo entre comprador e fornecedor.
5 Aparelhagem
Prensa de capacidade mínima de compressão igual a 50 kN.
6 Procedimentos
6.1 Flexão do palete apoiado na face inferior
6.1.1 Colocar o palete sobre a mesa inferior da prensa, apoiado em dois cutelos cilíndricos com diâmetros de 50 mm, distantes 50 mm das extremidades do palete. Sobre o palete colocar outros cutelos idênticos, paralelos aos de apoio, na posição indicada na Figura 1. As extremidades a serem apoiadas dependem do tipo de estrutura porta-palete a ser utilizada.
6.1.2 A face superior do palete repousa em dois cutelos cilíndricos horizontais de 50 mm de diâmetro. tendo em suas extremidades dois apoios de uma rigidez suficiente para suportar, sem deformação aparente, o esforço de compressão do ensaio. Os cutelos devem estar junto às travessas laterais externamente no caso de paletes com abas (ver Figura 1).
6.1.3 Aplicar uma carga que flexione o palete até que a flecha máxima seja igual a 1 % da distância entre os centros dos apoios. a uma velocidade de aproximação das placas da prensa de (5 ± 0,5) mmlmin, e manter esta carga por 1 min. descarregando-a em seguida.

6.1.4 Aplicar novamente uma carga que flexione o palete, até que a flecha máxima seja igual a 1 % da distância entre os centros dos apoios, e medir a intensidade desta carga.
6.1.5 Se o palete for de quatro entradas, efetuar o ensaio nos dois sentidos de entrada do garfo.
6.2 Flexão do palete apoiado na face superior
6.2.1 A face superior do palete repousa em dois cutelos cilíndricos horizontais de 50 mm de diâmetro. tendo em suas extremidades dois apoios de uma rigidez suficiente para suportar, sem deformação aparente, os esforços de compressão do ensaio. Os cutelos devem estar juntos às travessas laterais, externamente no caso de paletes com abas (ver Figura 2).
6.2.2 Aplicar uma carga que flexione o palete até que a flecha máxima seja igual a 1 % da distância entre os centros dos apoios, a uma velocidade de aproximação das placas da prensa de (5 ± 0,5) mm/ min. e manter esta carga por 1 min, descarregando-a em seguida.
6.2.3 Aplicar novamente uma carga que flexione o palete até que a flecha máxima seja igual a 1 % da distância entre os centros dos apoios, e medir a intensidade desta carga.
6.2.4 Se o palete for de quatro entradas. efetuar o ensaio nos dois sentidos de entrada do gado.
7 Expressão dos resultados
Após a primeira etapa de cada ensaio (6.1.3 e 6.2.2). indicar a flecha máxima das distâncias entre os centros de apoio do palete.
Após a segunda etapa de cada ensaio (6.1.4 e 6.2.3), indicar a flecha residual do palete
8 Relatório de ensaio
O relatório de ensaio deve conter as seguintes informações:
a) identificação e quantidade dos corpos de prova usados;
b) teor de umidade média da madeira, no caso de paletes de madeira:
c) identificação das características da prensa utilizada no ensaio;
d) flechas medidas e alterações observadas:
e) identificação do local de execução do ensaio;
f) data de realização do ensaio;
g) condições ambientais na ocasião da realização do ensaio (temperatura e umidade do ar) e eventual climatização;
h) identificação do técnico responsável pela execução do ensaio.
F: NBR 8339; NBR 8334; NBR 8337.

Laudo de Pallet: Consulte-nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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