Nome Técnico: EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA DE CÉLULAS ROBOTIZADAS NR 12, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DE ART
Referência: 22680
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A elaboração de um Laudo de Célula Robotizada é essencial para assegurar o bom funcionamento e a segurança dessas áreas automatizadas.
Além de ser um instrumento importante para a análise de desempenho, o documento técnico detalha o estado atual dos componentes e sistemas da célula, identificando falhas ou ajustes necessários para melhorar a eficiência e prevenir acidentes. Esse diagnóstico técnico torna-se indispensável para otimizar a operação, aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir a possibilidade de paradas inesperadas.
Outro aspecto fundamental é a sua relevância para a conformidade com normas regulamentadoras. A adequação de células robotizadas às legislações vigentes em segurança do trabalho e automação industrial é não só uma exigência legal, mas também uma forma de proteger o investimento feito na tecnologia. A obtenção de um parecer que comprove essa conformidade assegura que o sistema está em conformidade com as regras de segurança, reduzindo riscos e evitando sanções ou interrupções operacionais.
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O que é uma célula robotizada?

Robôs atuam em uma fábrica
Uma célula robotizada é um conjunto de equipamentos automatizados que trabalham de maneira integrada para realizar tarefas específicas dentro de um ambiente controlado. Ela compõe-se geralmente por robôs industriais, sensores e sistemas de segurança, organizados para otimizar a produção. Esses sistemas utilizam-se amplamente para executar atividades repetitivas, de alta precisão ou que envolvem riscos para os trabalhadores, como soldagem, montagem, pintura e embalagem.
No contexto da automação industrial, as células robotizadas desempenham um papel fundamental ao aumentar a eficiência e a consistência dos processos produtivos, reduzindo erros e elevando a segurança no ambiente de trabalho. Indústrias como a automotiva, eletrônica e de manufatura são as principais beneficiadas, aproveitando esses sistemas para operações que vão desde a montagem de componentes eletrônicos delicados até a produção em larga escala de veículos.
Na prática, o uso de células robotizadas não apenas melhora a qualidade dos produtos, mas também reduz custos operacionais, minimiza desperdícios e permite que empresas se mantenham competitivas em mercados globais. Com o avanço contínuo da tecnologia, essas soluções seguem evoluindo, tornando-se cada vez mais flexíveis e adaptáveis às demandas específicas de cada setor.
Quais são os tipos de células robotizadas?
As células robotizadas transformam o cenário da automação industrial, com diferentes tipos adaptados às necessidades de diversas indústrias. Esses sistemas compõem-se por robôs integrados com outros dispositivos, formando unidades de trabalho autônomas que otimizam processos produtivos. Abaixo, exploramos alguns dos principais tipos de células robotizadas e suas aplicações.
Células robotizadas de manipulação
Células de soldagem robotizada
Células de inspeção e controle de qualidade
Responsáveis pela verificação de peças ou produtos finais, essas células utilizam sensores e câmeras para identificar falhas ou defeitos de fabricação. Sua aplicação garante que os padrões de qualidade sejam mantidos, além de minimizar a necessidade de intervenção manual durante o processo de inspeção.
Células de montagem
Essas células especializam-se na montagem de componentes, seja de pequenos eletrônicos ou de grandes máquinas. Utilizam braços robóticos equipados com ferramentas específicas, que possibilitam a montagem precisa e rápida, agilizando a produção e melhorando a qualidade do produto final.
Quais as principais normas e regulamentações aplicadas no Laudo de Célula Robotizada?
No Brasil, a Norma Regulamentadora NR-12, voltada para a segurança no trabalho com máquinas e equipamentos, é uma das mais importantes. Ela exige, portanto, que as células robotizadas sejam projetadas com dispositivos de segurança, como sensores de presença, barreiras físicas e botões de emergência, além de prever a necessidade de treinamentos específicos para os operadores. O foco principal é, sobretudo, evitar acidentes e garantir que o ambiente de trabalho seja seguro e controlado.
No cenário internacional, a norma ISO 10218 desempenha um papel fundamental, sendo, portanto, amplamente reconhecida na automação industrial. Essa regulamentação abrange diretrizes de segurança para robôs industriais e seus sistemas integrados, com recomendações específicas sobre a construção, instalação e operação das máquinas. Dessa maneira, a ISO 13849, que trata dos sistemas de comando relacionados à segurança, complementa essas orientações, reforçando a importância de sistemas de controle seguros e confiáveis.
Quais são as principais etapas que elaboram um Laudo de Célula Robotizada?

Robô em exercício de sua função
As etapas para a elaboração de um laudo de célula robotizada seguem, portanto, uma estrutura meticulosa que garante a segurança e eficiência do ambiente. A primeira fase envolve a avaliação inicial do local e das máquinas envolvidas. Nesta etapa, são observadas as condições de trabalho, verificando o layout do espaço, a disposição dos robôs e o estado geral dos equipamentos. Essa análise é, desse modo, essencial para entender se o ambiente está adequado para o funcionamento seguro dos robôs.
A próxima etapa é, todavia, a inspeção dos sistemas de segurança e proteção. Aqui, analisa-se os dispositivos que garantem a proteção dos operadores e demais colaboradores. São verificados sensores, barreiras de segurança, cortinas de luz e outros mecanismos que atuam na prevenção de acidentes. Garantir que esses sistemas estejam em perfeito estado é, portanto, vital para evitar falhas que possam comprometer a integridade física dos profissionais.
Em seguida, realizam-se os testes de operação e performance dos robôs. Nesse momento, coloca-se os equipamentos em funcionamento, e avaliam-se minuciosamente suas operações. O desempenho é analisado sob diferentes condições para verificar possíveis erros ou ajustes necessários. Essa fase é crucial para garantir que os robôs operem conforme o esperado, tanto em termos de velocidade quanto de precisão.
Por fim, após todas as análises e testes, é gerado um relatório detalhado, que inclui todas as observações feitas durante o processo. Esse documento não apenas descreve as condições da célula robotizada, mas também oferece recomendações de melhorias ou correções, quando necessárias. O objetivo final é, sobretudo, assegurar que otimizem, protejam e garantam a operação dos robôs, garantindo a continuidade do trabalho com o máximo de proteção e qualidade.
Laudo de Célula Robotizada
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA DE CÉLULAS ROBOTIZADAS NR 12, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DE ART
Objetivo:
Realizar visita técnica em células robotizadas para avaliação das condições de segurança em conformidade com requisitos aplicáveis, com elaboração de relatório técnico detalhado e emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).
Atividades a Serem Desenvolvidas:
Planejamento:
Levantamento de informações preliminares sobre o layout das células robotizadas, equipamentos instalados e processos produtivos associados.
Definição dos métodos e critérios para avaliação das condições de segurança das células robotizadas.
Preparação dos instrumentos e ferramentas necessários para a inspeção.
Execução da Visita Técnica:
Inspeção visual e técnica das células robotizadas, incluindo:
Análise das barreiras físicas e dispositivos de segurança instalados.
Verificação de sensores, intertravamentos, cortinas de luz e outros sistemas de proteção.
Avaliação das áreas de risco, incluindo zonas de alcance dos robôs e pontos de interação humano-máquina.
Identificação de condições de operação que possam representar riscos à integridade física dos operadores ou ao processo produtivo.
Registro fotográfico e descritivo dos componentes e das condições encontradas.
Elaboração do Relatório Técnico:
Documentação das condições identificadas durante a visita técnica.
Detalhamento de eventuais não conformidades e recomendações para adequação.
Sugestões de melhorias nas medidas de segurança, caso necessário.
Emissão da ART:
Formalização da responsabilidade técnica pelas atividades realizadas.
Entrega da ART em conjunto com o relatório técnico ao contratante.
Cronograma e Prazo de Entrega:
O cronograma será definido com base na quantidade de células robotizadas e na complexidade dos sistemas avaliados.
A entrega do relatório técnico e da ART será acordada conforme o número de equipamentos e o escopo da análise requerida.
Observações Adicionais:
O escopo poderá ser ajustado conforme as particularidades das células robotizadas e as necessidades específicas do contratante.
Informações técnicas sobre os equipamentos e acesso às áreas de inspeção deverão ser disponibilizados pelo contratante, quando aplicável.
Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
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