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Laudo Isolamentos Acústicos
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, ISO, Laudos e Relatórios Técnicos, Normas Internacionais, NR01, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Serviços Técnicos

Laudo Isolamentos Acústicos

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS EM  ISOLAMENTOS ACÚSTICOS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Referência: 143028

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

O Laudo de Isolamentos Acústicos é um documento técnico essencial, pois garante que as estruturas cumpram as normas necessárias para um bom isolamento.

Além disso, esse laudo assegura a eficácia das técnicas utilizadas, proporcionando conforto e tranquilidade aos usuários.

Ao validar a qualidade das soluções implementadas, o laudo se torna um aliado indispensável na busca por ambientes mais silenciosos e agradáveis.

Portanto, sua importância não pode ser subestimada, pois contribui significativamente para a qualidade de vida dos ocupantes.

Análise técnica dos níveis de isolamento para ambientes de alto e baixo ruído - Laudo Isolamentos Acústicos

Análise técnica dos níveis de isolamento para ambientes de alto e baixo ruído

O que é Isolamento Acústico?

O isolamento acústico refere-se a um conjunto de técnicas e materiais que têm como objetivo bloquear a passagem de som entre diferentes ambientes.

Essa prática é, sem dúvida, vital em um mundo onde o ruído excessivo pode impactar negativamente tanto a qualidade de vida quanto a produtividade.

Para isso, o isolamento acústico utiliza materiais específicos, como lã de vidro, espumas acústicas e painéis acústicos, todos projetados para impedir que o som entre ou saia de um espaço.

O principal objetivo do isolamento acústico é, portanto, reduzir a transmissão de ruídos, criando um ambiente mais silencioso e confortável.

Isso se torna, portanto, especialmente importante em áreas urbanas, onde o tráfego e outras fontes de ruído podem ser constantes.

Além disso, o Laudo de Isolamentos Acústicos é essencial para validar a eficácia das soluções implementadas, garantindo que as medidas adotadas estejam em conformidade com padrões técnicos e regulamentações.

Dessa forma, a implementação eficaz do isolamento acústico contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos ocupantes.

Além disso, o isolamento acústico não apenas melhora a qualidade de vida, mas também pode influenciar positivamente o desempenho em ambientes de trabalho.

Ambientes mais silenciosos promovem maior concentração e produtividade, beneficiando tanto os colaboradores quanto a organização como um todo.

Quais são os Tipos de Isolamento Acústico?

Existem diversos tipos de isolamento acústico, cada um adaptado às necessidades específicas de diferentes ambientes. Vamos explorar, portanto, os principais tipos:

  1. Isolamento de paredes: Esse tipo é utilizado para reduzir a transferência de som através de divisórias. É bastante comum em residências e escritórios, onde a privacidade é uma preocupação significativa.
  2. Isolamento de pisos: O isolamento de pisos é projetado para minimizar o ruído de impacto, como passos e objetos caindo. Este tipo de isolamento é especialmente importante em apartamentos e prédios comerciais, onde o conforto acústico é essencial.
  3. Isolamento de tetos: Aplicado em áreas onde o som pode passar facilmente entre andares, o isolamento de tetos é crucial em edifícios de múltiplos andares. Ele ajuda, assim, a evitar que o som de um andar interfira no outro.
  4. Isolamento de janelas e portas: Este tipo é ideal para bloquear, sobretudo, ruídos externos provenientes da rua. Janelas e portas com isolamento acústico adequado podem, de fato, fazer uma grande diferença na qualidade do ambiente interno.

Cada um desses tipos de isolamento possui suas especificidades, e o Laudo de Isolamentos Acústicos confirma a eficácia de cada técnica. O laudo, além disso, certifica que os materiais aplicados funcionam de forma otimizada para as necessidades do cliente, garantindo que o ambiente atinja os níveis de conforto desejados.

Testes de eficácia do isolamento acústico em diferentes ambientes e superfícies - Laudo Isolamentos Acústicos

Testes de eficácia do isolamento acústico em diferentes ambientes e superfícies

Onde o Laudo Isolamentos Acústicos é Utilizado?

Vamos ver alguns dos principais ambientes onde o isolamento acústico se torna essencial:

  1. Residências: O isolamento acústico em casas e apartamentos proporciona um ambiente mais confortável, evitando a entrada de ruídos externos. Isso é especialmente relevante em áreas urbanas, onde o barulho pode ser constante.
  2. Estúdios de gravação: Em estúdios, o isolamento acústico é fundamental para evitar a interferência de sons externos.
  3. Escritórios: Ambientes de trabalho silenciosos melhoram a . O isolamento acústico em escritórios ajuda a reduzir distrações e cria um espaço mais focado para os colaboradores.
  4. Hospitais: Em hospitais, o silêncio é essencial para a recuperação dos pacientes. O isolamento acústico ajuda a manter a tranquilidade em locais onde o silêncio é necessário, como quartos e salas de espera.

O Laudo de Isolamentos Acústicos confirma a adequação das soluções aplicadas, seja para ambientes residenciais, comerciais ou industriais. Esse documento garante a redução eficaz de ruídos, promovendo um ambiente saudável e confortável.

Por que um Laudo de Isolamentos Acústicos é Importante?

O Laudo de Isolamentos Acústicos desempenha um papel crucial na verificação da conformidade das técnicas de isolamento aplicadas. Ele assegura que os materiais utilizados são, sobretudo, de alta qualidade e que o resultado final oferece a proteção acústica adequada. Sem esse laudo, o cliente pode ter dúvidas sobre a eficiência do isolamento, correndo o risco de não atingir os níveis de conforto desejados.

Além disso, o laudo é um documento importante para fins legais e regulatórios. Ele garante que o projeto está em conformidade com todas as exigências técnicas, evitando problemas futuros. Em caso de inspeções ou auditorias, ter um laudo atualizado pode facilitar a comprovação da qualidade do isolamento.

Um laudo bem elaborado também pode ajudar a identificar áreas que precisam de melhorias. Caso o isolamento não atinja os padrões desejados, o laudo pode fornecer recomendações específicas para ajustes e correções, garantindo, assim, que o ambiente atenda às expectativas de conforto e funcionalidade.

Vantagens de Realizar o Laudo Isolamentos Acústicos?

Realizar o Laudo de Isolamentos Acústicos oferece várias vantagens significativas:

  1. Validação técnica: O laudo certifica que o isolamento foi realizado corretamente, garantindo que as soluções implementadas são eficazes.
  2. Conformidade legal: Ele garante que o projeto segue as normas e regulamentações aplicáveis, evitando problemas legais no futuro.
  3. Aumento da segurança: A realização do laudo reduz a possibilidade de falhas estruturais ou problemas de ruído a longo prazo. Isso proporciona maior tranquilidade aos usuários.
  4. Garantia de eficiência: O laudo confirma que as soluções escolhidas são eficazes na redução de ruídos, permitindo que os clientes desfrutem de um ambiente mais silencioso.

Além dessas vantagens, o laudo proporciona um registro formal das condições acústicas do ambiente. Isso pode ser útil em futuras negociações ou vendas, pois demonstra o comprometimento com a qualidade e o conforto do espaço.

Como é Realizado o Laudo de Isolamentos Acústicos?

O processo de elaboração de um Laudo de Isolamentos Acústicos envolve várias etapas importantes:

  1. Avaliação técnica: Engenheiros especializados realizam uma verificação detalhada da instalação. Eles analisam se as técnicas, bem como os materiais utilizados, estão de acordo com as melhores práticas do setor.
  2. Análise dos materiais: A equipe verifica a adequação e a eficiência dos materiais utilizados. Isso inclui a avaliação de propriedades acústicas e a conformidade com as normas aplicáveis.
  3. Medição de ruídos: Essas medições ajudam a identificar áreas que podem precisar de melhorias.

Este relatório comprova a qualidade das soluções de isolamento acústico, oferecendo um panorama claro das condições do ambiente.

Conclusão

O Laudo de Isolamentos Acústicos é, portanto, um componente essencial para garantir ambientes confortáveis e silenciosos.

Ele valida a eficácia das técnicas de isolamento aplicadas e assegura que os projetos atendam às normas regulamentadoras.

Além disso, se você busca um ambiente mais tranquilo e produtivo, não hesite em investir em um Laudo de Isolamentos Acústicos.

Com a ajuda de profissionais qualificados, você pode garantir, sobretudo, que seu espaço atenda a todos os requisitos de conforto e eficiência acústica.

Entre em contato conosco para saber mais sobre como podemos ajudar a melhorar o seu ambiente. Solicite seu laudo agora e experimente a diferença que um bom isolamento acústico pode fazer na sua qualidade de vida!

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Isolamentos Acústicos

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM ISOLAMENTOS ACÚSTICOS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DE ART

OBJETIVO
Realizar a inspeção técnica em sistemas de isolamento acústico para avaliar sua conformidade com as especificações técnicas, normas vigentes e desempenho esperado. Após a inspeção, elaborar um Relatório Técnico detalhado, contendo os resultados obtidos, análises, recomendações e emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
Planejamento
Análise documental
:
Revisar projetos e especificações técnicas do sistema de isolamento acústico.
Identificar normas técnicas aplicáveis, como a ABNT NBR 10151, NBR 15575 e outras pertinentes.

Definição do escopo específico:
Delimitar áreas e elementos a serem inspecionados.
Estabelecer critérios de avaliação e indicadores de desempenho acústico.

Inspeção Técnica
Avaliação visual
:
Verificar a integridade física do sistema de isolamento acústico.
Identificar danos, falhas de instalação ou degradações visíveis.

Verificação dimensional:
Medir espessuras, sobreposições, fixações e alinhamento dos materiais.
Teste funcional (quando aplicável):

Utilizar equipamentos de medição, como decibelímetros ou analisadores acústicos, para avaliar o desempenho do isolamento em conformidade com os níveis de pressão sonora estabelecidos.

Análise dos Resultados
Comparar os dados coletados com os parâmetros especificados nas normas aplicáveis.
Identificar não conformidades e propor soluções técnicas para adequação.

Elaboração do Relatório Técnico
Conteúdo do relatório
:
Descrição dos sistemas e materiais inspecionados.
Métodos e instrumentos utilizados na inspeção.
Resultados das avaliações e medições.
Identificação de não conformidades e suas respectivas causas.
Recomendações para correção ou melhoria.

Inclusão de imagens e registros:
Fotografias e diagramas para documentar visualmente a situação atual.

Conclusão e parecer técnico:
Emitir opinião técnica embasada na inspeção realizada.

Emissão da ART
Registrar a responsabilidade técnica da inspeção e do relatório junto ao sistema do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

RECURSOS NECESSÁRIOS
Equipamentos:
Decibelímetro calibrado.
Analisador acústico.
Trena e paquímetro.
Câmera fotográfica para registro.

Normas técnicas de referência:
ABNT NBR 10151: Medição e avaliação de níveis de pressão sonora.
ABNT NBR 15575: Desempenho de edificações habitacionais.
Outras normas específicas aplicáveis ao projeto.

Equipe técnica qualificada:
Engenheiros ou técnicos especializados em acústica e construção civil.

CRONOGRAMA
Planejamento e revisão documental: 2 dias úteis.
Execução da inspeção técnica: Conforme a área e complexidade do sistema.
Elaboração do relatório técnico: 3 dias úteis após a inspeção.
Emissão da ART: 1 dia útil após a finalização do relatório.

RESULTADO ESPERADO
Garantia de um diagnóstico preciso do desempenho acústico do sistema inspecionado.
Relatório técnico completo e detalhado com recomendações práticas.
Emissão da ART, assegurando a conformidade com os requisitos legais e técnicos.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

A realização de testes, ensaios e avaliações quantitativas é fundamental para garantir que o sistema de isolamento acústico atenda aos requisitos de desempenho especificados. Abaixo, são descritas as etapas e os métodos aplicáveis:

TESTES E ENSAIOS APLICÁVEIS
Medição de Níveis de Pressão Sonora
Objetivo
: Avaliar a eficiência do isolamento acústico na redução de ruídos transmitidos por meio aéreo e estrutural.
Método:
Utilizar decibelímetro ou analisador acústico calibrado.
Realizar medições em diferentes pontos: no ambiente emissor, no ambiente receptor e em áreas adjacentes.
Comparar os níveis medidos com os valores estabelecidos pela ABNT NBR 10151 ou outros regulamentos aplicáveis.

Parâmetros avaliados:
Redução sonora global (dB).
Frequências críticas (Hz).

Teste de Índice de Redução Sonora (Rw)
Objetivo
: Determinar o desempenho do isolamento acústico em função das frequências de ruído.
Método:
Ensaio realizado em laboratório ou no local, utilizando fontes de ruído controladas.
Medir os níveis sonoros em várias frequências e calcular o Índice de Redução Sonora Ponderada (Rw) conforme a ISO 717-1.

Ensaios de Transmissão Sonora (STC – Sound Transmission Class)
Objetivo
: Avaliar a capacidade do sistema de isolamento em bloquear a transmissão sonora entre ambientes.
Método:
Ensaios in situ ou em laboratório para medir o STC, com base na norma ASTM E90.

Análise de Frequências Residuais
Objetivo
: Identificar frequências em que o isolamento apresenta menor eficiência (frequências ressonantes).
Método:
Utilizar analisadores acústicos de espectro para mapear o comportamento do sistema em diferentes faixas de frequência.

Testes de Vibração Estrutural
Objetivo
: Avaliar a transmissão de ruídos via estrutura (sons de impacto ou vibrações).
Método:
Ensaios com excitadores mecânicos e acelerômetros para medir as vibrações transmitidas.
Cálculo do Impact Insulation Class (IIC) conforme normas específicas.

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
Parâmetros Quantitativos
Os principais indicadores quantitativos avaliados incluem:
Nível de Pressão Sonora (dB):
Valores absolutos e variação entre emissor/receptor.
Índice de Redução Sonora (Rw):
Avaliado em dB ponderados para diferentes frequências.
Índice de Transmissão Sonora (STC):
Avaliado em dB, com base no isolamento a sons de média frequência.
Fator de Isolamento Estrutural:
Medido em função de transmissões via impacto.

Métodos de Comparação
Os resultados quantitativos são comparados com:
Limites estabelecidos pelas normas ABNT NBR 10151 e NBR 15575.
Requisitos específicos do projeto.

RELATÓRIO TÉCNICO
Os resultados dos testes e ensaios são apresentados em um relatório técnico que inclui:
Metodologia aplicada:
Descrição dos equipamentos e procedimentos utilizados.
Resultados quantitativos:
Tabelas e gráficos dos níveis sonoros e índices de isolamento.
Análise crítica:
Interpretação dos resultados em relação aos critérios normativos.
Recomendações:
Ajustes e melhorias no sistema, se necessário.
Conclusão:
Certificação da conformidade ou apontamento das não conformidades.

EMISSÃO DA ART
Após a conclusão dos testes e ensaios, será emitida a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), garantindo a responsabilidade técnica do profissional habilitado sobre as atividades realizadas.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Isolamentos Acústicos

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 10412 – Isolantes Térmicos de Lã de Vidro Feltros de lamelas – Especificação;
ABNT NBR 11626 – Isolantes térmicos de lã de rocha – Flocos;
ABNT NBR 11722 – Feltros termoisolantes á base de lã de rocha;
ABNT NBR 16832 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall — Lãs de PET para isolamento térmico e acústico — Requisitos e métodos de ensaio;
ABNT NBR 9178 – Espuma flexível de poliuretano – Determinação das características de queima;
ABNT NBR 9177 – Espuma flexível de poliuretano – Determinação da fadiga dinâmica;
ABNT NBR ISSO 1795 – Borracha natural crua e borracha sintética crua – Procedimentos para amostragem e preparação;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Isolamentos Acústicos

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Outros elementos quando pertinentes e contratados:
Avaliação de Unidade de compra e tolerâncias dimensionais;
Analise de condutividade térmica e incombustibilidade;
Inspeção de procedimentos e preparação dos corpos de prova;
Verificação da marcação e recebimento;
Inspeção da reação ao fogo e expressão dos resultados;
Inspeção de Densidade de massa aparente (massa específica aparente);
Analise da propagação de chama, teor de cloretos, fluoretos, silicatos e sódio;
Verificação de Absorção de umidade;
Inspeção visual e dimensional;
Relatório de Amostragem e critérios de aceitação;
Ensaios, aceitação e rejeição;
Análise de Embalagem e condutividade térmica máxima;
Verificação do fornecimento, composição química e massa específica aparente;
Avaliação do diâmetro da fibra e alcalinidade;
Inspeção da formação e retirada de amostras;
Examinação de Condicionamento e coeficientes do material;
Checagem da aparelhagem e expressão dos resultados;
Analise da câmara de combustão, com porta amostras e bandeja;
Verificação do esquema de compreensão;
Analise do método e preparação de ensaio e da amostra;
Checagem de mastigação e ensaios químicos e físicos;
Avaliação da viscosidade Mooney e índice de retenção de plasticidade;
Inspeção da característica de vulcanização;
Analise da gramatura, resistência a tração longitudinal;
Inspeção para recebimento de lotes;
Examinação da aceitação e rejeição do lote de inspeção;
Inspeção da determinação do comprimento e largura do rolo em trechos;
Avaliação dos dispositivo utilizado para a determinação da espessura;
Examinação do plano de amostragem;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Laudo Isolamentos Acústicos

Saiba mais: Laudo Isolamentos Acústicos

Densidade de massa aparente (massa especifica aparente)
A densidade de massa aparente, determinada em função da massa e das dimensões da peça inteira, conforme a ABNT NBR 11356, não pode apresentar variação superior a ± 15 % do valor nominal declarado pelo fabricante.
Incombustibilidade
Os ensaios devem ser realizados e os resultados devem atender aos requisitos da ISO 1182:2010, A1, A2 e A3.
Propagação de chama
Os ensaios devem ser realizados conforme a ABNT NBR 9442 e os resultados devem atender às classes de propagação de chama, pelo critério de avaliação apresentado na referida norma.
Teor de cloretos, fluoretos, silicatos e sódio
Os teores de cloretos, fluoretos, silicatos e sódio devem ser determinados de acordo com a ABNT NBR 12581, e os resultados devem atender às exigências da ASTM-C-795.
Absorção de umidade
A absorção de umidade não pode exceder 5% do peso do produto. Este ensaio deve ser previamente acordado entre o comprador e o fabricante, não sendo obrigatório para aprovação do produto.
Inspeção
Inspeção visual e dimensional
Os defeitos menores, como marcação ilegível, incompleta ou ausente na embalagem, comprimento, largura fora dos baldes de tolerância, são admitidos, desde que não excedam em número os critérios de aceitação e rejeição.
Classe B
Flocos com aglutinante, para temperatura entre – 200 °C e 750 °C. 4.2 Fornecimento e embalagem
A embalagem deve trazer a marcação da classe e da quantidade nela existente, além de obedecer ao disposto no documento de compra.
O tipo de embalagem é em sacos.
Unidade de compra A unidade de compra é o quilograma (kg).
Composição química A composição química do produto deve ser tal que dela resulte um material quimicamente neutro e termicamente estável nos intervalos de temperatura de trabalho.
Massa especifica aparente A massa específica aparente fica determinada pelo método de aplicação. segundo o grau de compactação.
Densidade de massa aparente (massa especifica aparente)
A densidade de massa aparente, determinada em função da massa e das dimensões da peça inteira, conforme a ABNT NBR 11356. não pode ser inferior a 85% do valor nominal declarado pelo fabricante.
As peças retiradas devem ser examinadas para verificação da incidência de quaisquer defeitos constantes.
Procedimento
Ligar o sistema de exaustão da capela.
Posicionar o como de prova entre os suportes da câmara de combustão.
No comprimento do corpo de prova, deve ser feita a primeira marca a 38 mm ± 1 mm e a segunda marca a 288 mm ± 1 mm da sua extremidade.
Abrir a válvula de gás e acender o bico de Bünsen. Regular a chama para altura de 38 mm ± 2 mm. A distância entre a extremidade superior do bico de Bünsen e a superfície inferior da amostra deve ser de 20 mm ± 1 mm.
NOTA Recomenda-se que a cor da chama seja predominantemente azul 5.5 Introduzir o conjunto-suporte com o corpo de prova na câmara de combustão.
Colocar a chama em contato com a extremidade do corpo de prova. conforme. Após 15 s. fechar a válvula de gás. Acionar o cronômetro assim que a chama atingir a primeira marca.
A medida do tempo de queima termina no momento em que a chama atingir a segunda marca de referência. ou quando a chama se extinguir antes de atingi-la. Se isto acontecer, medir a distância de queima até onde a chama se extinguiu.
Se a amostra não queimar ou se a chama se extinguir antes de atingir a primeira marca de referência, portanto não sendo possível medir o tempo de queima, anotar no relatório do ensaio que a velocidade de queima é O mm/min.
NOTA Antes do ensaio, recomenda-se que a câmara de combustão e o suporte da amostra estejam a uma temperatura máxima de 30 ‘C.
O suporte deve ser limpo a cada ensaio.
Método de seleção da amostra
Quanto maior o número de fardos na amostra, mais representativa é a amostra do lote, mas, na maioria dos casos, as considerações práticas impõem um limite ao que é possível. O número de fardos a ser escolhido aleatoriamente deve ser acordado entre o cliente e o fornecedor. Se aplicável, deve ser usado um plano de amostragem estatístico. conforme descrito pela ISO 3951-2.
Método de retirada da amostra de laboratório
O método preferencial para retirar uma amostra de laboratório de cada um dos fardos selecionados é o seguinte.
Remover a embalagem externa, o filme de polietileno. o revestimento ou outro material da superfície do fardo e fazer dois cortes. sem o uso de lubrificantes, atravessando o fardo. perpendicularmente às faces do fardo com superfície maior, de modo que uma fatia de seção transversal seja removida do meio do fardo. Para finalidades de referência, este método preferencial deve ser usado.
Alternativamente, uma amostra de laboratório pode ser retirada de qualquer parte conveniente do fardo.
Em cada caso. a massa total da amostra de laboratório deve conter de 350 g a 1 500 g. dependendo dos ensaios a serem realizados. Se a borracha estiver no formato de chip ou pó, uma quantidade similar deve ser retirada aleatoriamente da embalagem.
A menos que a amostra de laboratório seja usada imediatamente, ela deve ser colocada em um recipiente ou embalagem isentos de luz e à prova de umidade, cujo volume não seja superior a duas vezes o volume da amostra.
NOTA A camada de superfície pode ser removida se ela estiver contaminada com talco ou um agente desmoldante.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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