Nome Técnico: Execução de Ensaio de Impacto – Ensaios Destrutivos – NBR ISO 148-1 Materiais Metálicos – Ensaio de impacto por pêndulo Charpy + Elaboração do Relatório Técnico e ART
Referência: 60863
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Ensaio de Impacto
O objetivo do Ensaio de Impacto é determinar a resistência ao impacto de determinado material, usando uma amostra a ser submetida à ruptura. O ensaio de impacto é importante para conhecer propriedades da peça, como a dureza e resistência mecânica ao impacto. Este ensaio é destrutivo, impossibilitando a peça de ser reutilizada após o ensaio.
O que é Ensaio de Impacto?
Consiste em submeter o material a ruptura através do impacto de um pêndulo fixado por uma haste em um eixo de rotação. O pêndulo atinge o corpo de prova com a força da própria gravidade, rompendo-o e configurando assim o também denominado “Ensaio de Impacto Charpy”. A resistência do material à ruptura é lida pelo equipamento e demonstrada no medidor.
Qual Diferença Entre Ensaio Impacto Charpy e Ensaio de Impacto Izod?
Ensaio de Impacto Charpy: Mede a quantidade de energia absorvida pelo impacto de um martelo/pêndulo de energia total conhecida, contra um corpo de prova padronizado.
Ensaio de Impacto Izod: Resistência ao impacto Izod é um método padrão ASTM para determinar a resistência ao impacto dos materiais. Um braço giratório é elevado a uma altura específica e depois liberado.
Ensaio de Impacto
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Símbolos e termos abreviados;
Princípios do ensaio;
Corpos de prova;
Geometria do entalhe;
Entalhe em V e U;
Tolerância dos corpos de prova;
Preparação dos corpos de prova;
Marcação dos corpos de prova;
Equipamento de ensaio;
Instalação e verificação;
Cutelo; Procedimento de ensaio; Medição do atrito;
Temperatura de ensaio; Transferência da amostra;
Excedendo a capacidade da máquina; Fratura incompleta;
Obstrução do corpo de prova; Inspeção pós-fratura;
Relatório de ensaio;
Material do corpo de prova; Preparativos prévios;
Escala de medição; Adequação da escala ao material;
Maquinário para realização do ensaio;
Dimensões do corpo de prova;
Informações obrigatórias; opcionais;
Pinças de autocentralização;
Expansão lateral; Aparência da fratura;
Energia absorvida versus curva de temperatura e temperatura de transição;
Curva de energia absorvida/temperatura;
Incerteza de medição de um valor da energia absorvida;
Símbolos e unidades;
Determinação da incerteza de medição;
Consideração sobre incerteza;
Fatores que contribuem para a Incerteza; Tendência da máquina;
Receptibilidade da máquina e heterogeneidade do material;
Tendência da temperatura;
Resolução da máquina; Incerteza combinada e expandida; Exemplo;
Terminologia do corpo de prova mostrando a configuração de apoios e batentes em uma máquina de referência de ensaio de impacto por pêndulo;
Corpo de prova de impacto por pêndulo Charpy;
Pinças de centralização para amostras; Charpy com entalhe em V ;
Metades fraturadas da amostra de impacto;
Ilustrando a medição da expansão lateral;
Charpy, mostrando as duas metades de uma amostra
Charpy sendo medidas de um lado, em vez de cada metade individualmente
Montagem e detalhes do medidor de expansão lateral
Determinação do percentual da fratura por cisalhamento;
Aparência da fratura;
Verificações das dimensões; Posicionamento do corpo de provas;
Configuração do equipamento;
Curva de energia absorvida/temperatura mostrada esquematicamente;
Estrutura da cadeia de rastreabilidade metrológica para a definição e disseminação das escalas de energia absorvida para o ensaio de impacto Charpy;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Fonte: ABNT NBR ISO 148-1.
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
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