Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS NFPA 1006 – NORMA PARA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE PESSOAL DE RESGATE TÉCNICO – (STANDARD FOR TECHNICAL RESCUE PERSONNEL PROFESSIONAL QUALIFICATIONS)
Referência: 229504
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Curso NFPA 1006?
O objetivo do Curso NFPA 1006 é capacitar profissionais para compreender, aplicar e multiplicar os requisitos técnicos da NFPA 1006, com ênfase em resgates de alta complexidade em ambientes urbanos, industriais e operacionais extremos. O conteúdo foi desenhado para desenvolver instrutores e técnicos que atuam em resgate em altura, espaços confinados, colapsos estruturais e áreas com risco de afogamento, conforme os Job Performance Requirements (JPRs) definidos pela norma.
Além disso, o Curso NFPA 1006 promove padronização de procedimentos, segurança baseada em competência validada e alinhamento com normas internacionais, fortalecendo a prontidão operacional, a liderança técnica e a rastreabilidade do desempenho profissional.

Verificação de EPIs e sistema de ancoragem: o domínio operacional começa no vestiário, com preparação rigorosa para cumprimento dos requisitos de segurança definidos na NFPA 1006.
O que é a NFPA 1006?
A NFPA 1006 – Standard for Technical Rescue Personnel Professional Qualifications é a norma internacional que estabelece os requisitos mínimos de desempenho operacional para profissionais envolvidos em resgates técnicos de alta complexidade. Publicada pela National Fire Protection Association (NFPA), ela define com precisão quais habilidades, conhecimentos e atitudes um profissional deve demonstrar em campo, com foco em segurança, eficácia e resposta tática sob pressão.
Dessa forma, diferente de treinamentos genéricos ou formais, a NFPA 1006 estrutura a qualificação técnica conforme JPRs – Job Performance Requirements, que são requisitos mensuráveis aplicados a diversos cenários críticos, assim como:
Salvamento em altura com sistemas de corda e ancoragem;
Resgate em espaços confinados com atmosferas perigosas;
Intervenção em estruturas colapsadas e zonas instáveis;
Operações em correntezas, inundações ou ambientes submersos.
Quais são os riscos operacionais mais recorrentes em cenários de resgate técnico?
Em operações de resgate técnico, os riscos são elevados, dinâmicos e muitas vezes subestimados. Portanto, entre os mais recorrentes, destacam-se:
Queda de altura por falha em ancoragens ou sistemas de retenção mal dimensionados;
Atmosferas perigosas, com deficiência de oxigênio ou presença de gases tóxicos em espaços confinados;
Afogamento ou choque térmico em resgates em meio líquido sem equipamento adequado;
Colapsos secundários em estruturas instáveis com escoramento improvisado;
Comunicação falha, principalmente em ambientes ruidosos ou de baixa visibilidade.
Para mitigar esses riscos, a NFPA 1006 exige planejamento rigoroso, uso de EPIs certificados, prática regular e integração entre os membros da equipe, com foco em redundância operacional e protocolos de emergência claros.
Em que medida a adoção da NFPA 1006 contribui para a padronização e rastreabilidade das ações de resgate técnico?
Ao adotar a NFPA 1006, as organizações alcançam um nível elevado de padronização operacional e rastreabilidade das competências envolvidas nas ações de salvamento técnico. Portanto, a norma fornece uma base comum para alinhar treinamentos, procedimentos e equipamentos com requisitos internacionalmente reconhecidos.
| Benefício | Descrição |
|---|---|
| Padronização Técnica | Todos os profissionais são avaliados segundo os mesmos critérios objetivos (JPRs), reduzindo variabilidade de desempenho. |
| Rastreabilidade Documental | Cada módulo e simulação executada pode ser documentado com evidência, facilitando auditorias, fiscalizações e exigências contratuais. |
| Compatibilidade Global | Alinha os procedimentos a normas utilizadas em plataformas offshore, indústrias multinacionais e forças de resposta avançada. |
Dessa forma, a NFPA 1006 não só melhora a capacidade técnica das equipes, como também cria transparência e segurança jurídica nas operações críticas.

Aplicação de técnicas de extricação veicular: uso de ferramentas hidráulicas em acidente simulado, conforme os requisitos de desempenho técnico exigidos para o nível Technician da NFPA 1006.
Curso NFPA 1006: Quais são os princípios fundamentais que orientam a estrutura da NFPA 1006 para qualificação de profissionais de resgate técnico?
A estrutura da NFPA 1006 é orientada por princípios de competência mensurável, desempenho verificável e segurança operacional em níveis extremos de risco. Esses princípios garantem que a formação do profissional de resgate técnico não se baseie apenas em conhecimento teórico, mas sim em capacidades práticas comprovadas, alinhadas com cenários de aplicação real.
Portanto, os principais fundamentos incluem:
Job Performance Requirements (JPRs): descrevem o que o profissional deve saber e ser capaz de realizar com segurança e precisão.
Modularidade por especialidade: altura, espaços confinados, colapso estrutural, águas rápidas, etc.
Progressão por níveis: Awareness, Operations e Technician, respeitando a maturidade e o domínio técnico.
Ênfase na aplicação prática: com simulações, exercícios e avaliações por competência.
Dessa forma, essa abordagem garante formação sólida, progressiva e adaptável às realidades de campo.
Quais são os riscos operacionais mais recorrentes em cenários de resgate técnico?
Em operações de resgate técnico, os riscos são elevados, dinâmicos e muitas vezes subestimados. Sendo assim, entre os mais recorrentes, destacam-se:
Queda de altura por falha em ancoragens ou sistemas de retenção mal dimensionados;
Atmosferas perigosas, com deficiência de oxigênio ou presença de gases tóxicos em espaços confinados;
Afogamento ou choque térmico em resgates em meio líquido sem equipamento adequado;
Colapsos secundários em estruturas instáveis com escoramento improvisado;
Comunicação falha, principalmente em ambientes ruidosos ou de baixa visibilidade.
Para mitigar esses riscos, a NFPA 1006 exige planejamento rigoroso, uso de EPIs certificados, prática regular e integração entre os membros da equipe, com foco em redundância operacional e conforme protocolos de emergência claros.

Ação coordenada em área de risco químico: o trabalho em equipe e o uso de EPIs certificados demonstram a aplicação real dos princípios da NFPA 1006 para cenários industriais.
Quais são as principais falhas técnicas identificadas em operações de resgate que não seguem os parâmetros da NFPA 1006?
Operações que ignoram os critérios da NFPA 1006 tendem a apresentar falhas críticas que colocam em risco tanto os resgatistas quanto as vítimas. Sendo assim, entre as falhas mais graves, podemos citar:
Ausência de critérios objetivos de avaliação, resultando em certificações inconsistentes ou treinamentos meramente formais;
Improvisação de equipamentos sem certificação ou compatibilidade com normas técnicas;
Desconhecimento do fator humano, com decisões sob estresse tomadas sem planejamento tático ou análise de risco;
Falta de simulações realistas, o que impede o profissional de desenvolver reflexo técnico e percepção situacional sob pressão;
Não conformidade com procedimentos de segurança, assim como isolamento de energia, comunicação de emergência e redundância em sistemas de ancoragem.
Essas falhas não apenas comprometem a segurança, como desacreditam a capacidade técnica da organização perante órgãos fiscalizadores e parceiros institucionais.
Como a NFPA 1006 se aplica a atividades industriais e corporativas no Brasil?
A aplicação da NFPA 1006 no Brasil se dá como referência técnica de excelência, principalmente em setores que demandam intervenção rápida e segura em ambientes críticos, como indústria de base, energia, química, mineração, logística, agronegócio, plataformas offshore e obras civis complexas.
Dessa forma, a norma:
Complementa requisitos das NRs (como NR-33, NR-35, NR-20) com critérios objetivos de desempenho;
Garante rastreabilidade documental de treinamentos, essencial para auditorias, certificações e fiscalização trabalhista;
Fortalece a cultura de segurança e reduz a variabilidade entre instrutores, brigadas e consultores.
Portanto, empresas que incorporam a NFPA 1006 nos seus programas de capacitação operam com maior confiabilidade técnica, proteção jurídica e vantagem competitiva em ambientes regulados.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
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Locação de Bombeiros Civis, Salva Vidas, Resgatistas e Enfermeiros
Certificado de conclusão
Curso NFPA 1006
CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS NFPA 1006 – NORMA PARA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE PESSOAL DE RESGATE TÉCNICO – (STANDARD FOR TECHNICAL RESCUE PERSONNEL PROFESSIONAL QUALIFICATIONS)
Carga Horária Total: 40 horas
Ressaltamos que o curso negociado não é credenciado pela NFPA. Isso se deve à necessidade de se realizar um comparativo técnico entre a norma internacional NFPA e o Decreto do Corpo de Bombeiros vigente no Estado da Contratante e Normas Técnicas Brasileiras para garantir aplicabilidade e aderência local.
Se desejar Curso credenciado NFPA nos informe.
Módulo 1 – Fundamentos da NFPA 1006 e Estrutura Normativa (4h)
Introdução à NFPA 1006 e seus propósitos
Estrutura por níveis (Awareness, Operations, Technician)
Interação com NFPA 1670 e 1983
Interpretação de JPRs (Job Performance Requirements)
Perfil do instrutor-resgatista e competências mínimas exigidas
Módulo 2 – Gestão de Risco em Resgates Técnicos (6h)
Análise dinâmica de risco aplicada a emergências técnicas
Métodos de avaliação (Matriz HRN, BowTie, Etapas JHA)
Planejamento de resposta baseado em cenários realistas
Estudo de caso: falhas operacionais em eventos de resgate
Elaboração de plano tático-operacional com foco na segurança
Módulo 3 – Técnicas de Resgate em Altura (8h)
Critérios normativos para atuação segura em altura
Sistemas de ancoragem: fixos, móveis e redundantes
Utilização correta de cordas, descensores, bloqueadores e conectores
Técnicas de ascensão e descensão com vítima
Simulação de resgate em altura com análise de tempo e segurança
Módulo 4 – Resgate em Espaços Confinados (8h)
Tipificação e avaliação de espaços confinados (A, B e C)
Monitoramento atmosférico contínuo e permissões de entrada
Acesso vertical e horizontal com tripé e sistema de resgate
Simulação de resgate de vítima inconsciente
Protocolos de comunicação, isolamento e emergência
Módulo 5 – Resgate em Meio Líquido e Inundações (6h)
Fundamentos de hidrologia e riscos em águas rápidas
Equipamentos de flutuação e EPIs hidrorresistentes
Técnicas de nado defensivo, linha tensionada e uso de bote
Simulação de salvamento com vítima em deriva
Avaliação de risco secundário (hipotermia, contaminação, visibilidade)
Módulo 6 – Operações em Estruturas Colapsadas (4h)
Avaliação técnica de colapso e estruturas instáveis
Procedimentos de entrada controlada e escoramento emergencial
Técnicas de busca e triagem de vítimas (INSARAG/FEMA)
Operação com detecção de vida (sensores acústicos e térmicos)
Uso de marcações internacionais e sistemas de triagem rápida
Módulo 7 – Avaliação Integrada de Competências (4h)
Prova teórica sobre fundamentos normativos e requisitos técnicos
Simulado integrado com foco em tomada de decisão e segurança
Avaliação do desempenho técnico, comunicação e gestão de riscos
Feedback técnico individual e relatório final de desempenho
Responsabilidade da Contratante – Estrutura e Equipamentos Obrigatórios:
A contratante deverá obrigatoriamente disponibilizar a seguinte infraestrutura e os respectivos equipamentos para realização das atividades práticas com segurança:
Infraestrutura Física Obrigatória
Área vertical com altura mínima de 6 metros (torre, galpão ou estrutura metálica)
Espaço simulado para resgate em espaço confinado com acesso restrito (poço técnico, caixa subterrânea ou mock-up)
Área controlada com acesso à água (piscina, tanque, represa ou local com correnteza simulada)
Zona com entulho/simulacro para treino de colapso estrutural
Sala de aula com recursos audiovisuais e acesso à internet
Relação de Equipamentos Obrigatórios (por participante)
Macacão técnico com proteção térmica e antiestática
Capacete com jugular e protetor nucal (EN 12492 ou NFPA 1951)
Luvas anticorte e anticontato térmico
Cinto tipo paraquedista com argolas frontal e dorsal
Talabarte duplo com absorvedor de energia
Calçado de segurança com solado antiderrapante e proteção elétrica
Respirador facial com filtro químico ou máscara de escape
Colete salva-vidas tipo III (profissional)
Equipamentos Coletivos Obrigatórios (mínimo por grupo de 5 participantes)
Corda estática de 11 mm certificada (30 m)
Descensores, bloqueadores, conectores e ancoragens (mínimo 2 de cada)
Tripé ou sistema retrátil para espaço confinado
Detector multigás calibrado (O₂, CO, H₂S, LEL)
Bote inflável com coletes reserva
Kit de resgate técnico completo (mosquetões, polias, ancoragens móveis)
Equipamentos de escoramento e demolição controlada (simulados)
Sistema de comunicação por rádio
Kit de primeiros socorros com DEA (se disponível)
Responsabilidade Logística: A contratante deverá fornecer toda a estrutura física e os equipamentos necessários para a execução das atividades práticas, conforme relação técnica apresentada ao final deste conteúdo programático.
IMPORTANTE:
Não se trata de Curso credenciado NFPA e/ou quando for o caso FEMA / NIMS / NAIT (ICS), pois refere-se as noções básicas e comparativas entre normas internacionais e as normas brasileiras.
O Curso ensina a aplicação das Noções Básicas sobre as Normas da National Fire Protection Association, quando for o caso Federal Emergency Management Agency, National Incident Management System, Northern Alberta Institute of Technology e Incident Command System.
O que habilita a assinar Projetos são as atribuições que o Profissional Legalmente Habilitado possui junto ao seu Conselho de Classe, a exemplo o CREA.
Este treinamento tem por objetivo o estudo de situações em que será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos de Projetos Estruturais.
Este Treinamento não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA, nas mais variadas situações do dia-a-dia, onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, e Dispositivos e Projetos embasados na Norma correspondente.
Curso NFPA 1006



