Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO DE COMO EXECUTAR LIMPEZA E MANUTENÇÃO EM COIFAS E DUTOS
Referência: 165072
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Curso Limpeza Coifas Dutos
O Curso Limpeza e Manutenção em Coifas e Dutos tem como objetivo capacitar o profissional a realizar intervenções técnicas seguras, eficientes e em conformidade com as normas correlatas. O participante aprende a identificar falhas de exaustão, avaliar riscos de incêndio, interpretar cálculos de vazão e dimensionamento, e aplicar metodologias de manutenção preventiva, corretiva e preditiva. A formação habilita o profissional a compreender todo o ciclo operacional do sistema desde o projeto até a verificação pós-serviço garantindo funcionalidade, eficiência energética e segurança ocupacional.
Além do domínio técnico, o curso desenvolve uma mentalidade de consciência de risco e responsabilidade normativa, abordando aspectos de segurança em máquinas (NR 12), proteção contra incêndios (NR 23, NFPA 96) e gestão de riscos (NR 01, ISO 45001). Assim o profissional sai apto a elaborar relatórios técnicos com emissão de ART, realizar inspeções com base em critérios normativos e aplicar medidas preventivas que assegurem a integridade do ambiente de trabalho e a conformidade legal das instalações.

Curso Limpeza Coifas Dutos : Profissional especializado aplica produto desengordurante neutro em coifa de cozinha industrial, observando normas de segurança da NR 12 e da NR 23. Assim a operação garante eficiência térmica e prevenção contra incêndios.
Quando deve ser realizada a limpeza completa do sistema de exaustão?
A periodicidade depende da carga térmica e do tipo de combustível. Portanto Cozinhas industriais com uso intenso devem executar limpeza a cada 90 dias, enquanto ambientes de uso moderado podem realizar em até 180 dias. A NFPA 96 estabelece essas faixas e a NBR 14518 recomenda registrar cada intervenção com data, responsável e parâmetros de medição.
Curso Limpeza Coifas Dutos : Onde ocorrem os principais acúmulos de gordura dentro dos dutos?
Os pontos críticos localizam-se nas curvas, reduções, ramificações e na junção da coifa com o duto vertical. Assim essas regiões apresentam turbulência no fluxo de ar, reduzindo a velocidade e provocando deposição de graxa. É ali que surgem as ignições espontâneas, especialmente em sistemas com exaustores próximos à fonte de calor.
Por que a manutenção em coifas é considerada uma ação de segurança contra incêndio?
A manutenção de coifas e dutos é uma medida crítica de segurança preventiva, porque esses sistemas operam na fronteira entre o calor e a combustão. Durante o funcionamento, vapores de gordura e partículas combustíveis aderem às superfícies internas dos dutos, filtros e ventiladores. Quando esse material residual atinge temperaturas superiores a 370 °C, ele entra em combustão espontânea e o duto se transforma em um canal de fogo, propagando as chamas por toda a linha de exaustão em questão de segundos. Em cozinhas industriais, esse tipo de evento já foi responsável por colapsos estruturais, incêndios de grande porte e contaminação por fumaça tóxica.
Por isso, normas como a ABNT NBR 14518 e a NFPA 96 exigem planos documentados de limpeza, inspeção e manutenção periódica, definindo distâncias seguras, materiais resistentes e a obrigatoriedade de portas de inspeção e dispositivos corta-fogo. A ação técnica correta elimina o combustível invisível a gordura carbonizada antes que se torne um agente de ignição. Assim, a manutenção transcende o aspecto operacional: ela é uma estratégia de proteção ativa e passiva, integrando engenharia, segurança ocupacional e consciência profissional.

Procedimento de aspiração técnica com equipamento de vácuo industrial para remoção de gordura e partículas carbonizadas. A ação previne ignição espontânea e mantém o fluxo de ar equilibrado.
Erro mais comum durante a limpeza das coifas
O erro mais recorrente e também o mais caro é usar produtos químicos incompatíveis com o material do sistema. Desengraxantes alcalinos e solventes agressivos reagem com o aço galvanizado, inoxidável ou alumínio anodizado. Essa reação destrói as camadas protetoras e provoca corrosão galvânica nas juntas, rebites e soldas.
Com o tempo, a estrutura perde estanqueidade e cria microvazamentos que acumulam gordura nas frestas. Esse acúmulo se torna um foco de combustão potencial. O problema nasce, quase sempre, da pressa operacional e da falta de leitura da FISPQ – Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos, obrigatória segundo a ABNT NBR 14725.
O procedimento correto exige uma engenharia de limpeza planejada. Deve-se analisar o material do duto, escolher agentes neutros com pH entre 6 e 8 e usar produtos certificados pela ANVISA. A aplicação precisa ocorrer com temperatura e pressão controladas. Após o enxágue, realiza-se secagem forçada para evitar oxidação.
Em cada ciclo, o técnico deve medir o grau de aderência residual (graxa versus metal) e ajustar a concentração química. O verdadeiro especialista entende que limpar não é apenas remover sujeira. É preservar a integridade estrutural e térmica do sistema, mantendo o equilíbrio entre eficiência, segurança e longevidade operacional.
Como deve ser feita a inspeção visual de um sistema de dutos?
O profissional utiliza espelhos articulados, câmeras endoscópicas e iluminação adequada para observar fissuras, vazamentos e acúmulo de resíduos. A inspeção deve registrar evidências fotográficas e incluir medições de vazão e pressão. Esse diagnóstico orienta o plano de manutenção e o relatório técnico.
Curso Limpeza Coifas Dutos : O que diferencia um sistema moderado de um sistema severo?
| Tipo de Sistema | Características | Exemplo |
|---|---|---|
| Moderado | Produz pouco vapor e gordura. Limpeza semestral. | Cozinha de restaurante pequeno |
| Severo | Alta produção de gordura e calor. Limpeza trimestral. | Cozinha industrial, churrascaria |
Assim a classificação define a frequência de manutenção e os tipos de filtros exigidos. Bem como sistemas severos requerem inspeções mais curtas e materiais de maior resistência térmica.
Como se determina a velocidade de captura ideal da coifa?
A velocidade de captura é o núcleo do desempenho de uma coifa industrial. Segundo a ABNT NBR 14518, ela deve ficar entre 0,25 e 0,50 m/s, conforme a carga térmica e o tipo de cocção. A medição é feita com anemômetro de hélice ou tubo de Pitot, posicionado na área de face ou no perímetro da coifa. Realiza-se em múltiplos pontos de leitura para verificar a uniformidade do fluxo de ar.
Em sistemas com alta emissão de vapores gordurosos, utiliza-se o limite superior para evitar refluxo. O técnico deve considerar também as perdas de carga nos dutos e o efeito da temperatura sobre a densidade do ar fatores muitas vezes ignorados por quem não domina ventilação industrial.
De forma mais avançada, o cálculo da vazão total é ajustado conforme a pressão estática e a eficiência volumétrica do ventilador. Assim, o conjunto coifa–duto–exaustor mantém equilíbrio aerodinâmico. Assim velocidades abaixo do ideal causam retorno de fumaça e condensação de gordura; portanto acima, geram ruído e desperdício de energia.

O técnico realiza a retirada dos filtros de alumínio para limpeza química controlada, assim utilizando agentes neutros certificados pela ANVISA e seguindo parâmetros de pH definidos pela norma.
Qual a importância do Curso Limpeza Coifas Dutos?
A importância deste curso está em formar profissionais capazes de compreender o sistema de exaustão não apenas como um conjunto de peças, mas como uma estrutura viva de controle térmico, ventilação e segurança contra incêndio. A coifa e seus dutos são a linha de defesa invisível entre o calor, o vapor e a chama. Um erro de limpeza, uma falha de cálculo na vazão ou a ausência de manutenção preventiva pode transformar um equipamento eficiente em um foco de incêndio. Por isso, o curso ensina a aplicar a NBR 14518, a NFPA 96 e as NRs 12, 23 e 01, capacitando o aluno a planejar, executar e validar intervenções técnicas de forma documentada, com ART e conformidade legal.
Além do domínio técnico, o curso desperta a consciência do profissional quanto à responsabilidade ambiental, energética e ocupacional. Assim ao dominar a limpeza e a manutenção de coifas e dutos, o participante contribui para reduzir riscos de incêndio, melhorar a qualidade do ar, aumentar a eficiência energética e preservar a integridade dos sistemas e das pessoas. Portanto trata-se de uma qualificação que eleva o trabalhador do nível operacional ao nível estratégico unindo técnica, percepção e propósito dentro da engenharia de segurança.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos
CURSO APRIMORAMENTO DE COMO EXECUTAR LIMPEZA E MANUTENÇÃO EM COIFAS E DUTOS
Carga Horária: 40 Horas
Módulo 1 – Termos, Definições e Requisitos Gerais (4 Horas)
Terminologia técnica referente a coifas, dutos, filtros e ventiladores
Interpretação dos requisitos gerais da NBR 14518
Relação entre projeto, instalação e manutenção
Impacto da má manutenção na segurança e eficiência
Módulo 2 – Conhecimento do Dimensionamento e Equipamentos (4 Horas)
Fundamentos de cálculo de vazão e pressão estática.
Análise do dimensionamento de coifas e dutos conforme o layout da cozinha.
Classificação dos tipos de coifa: parede, ilha, dupla, prateleira e forno.
Equipamentos de cocção e interação com o sistema de exaustão.
Módulo 3 – Inspeção e Limpeza (6 Horas)
Técnicas de inspeção visual e instrumental.
Limpeza interna e externa de coifas, filtros e dutos.
Procedimentos seguros de desmontagem e remontagem.
Portas de inspeção e acesso técnico.
Relatório técnico e emissão de ART.
Módulo 4 – Requisitos de Segurança e Proteção Contra Incêndio (6 Horas)
Requisitos mínimos de segurança para cozinhas profissionais.
NFPA 96 – Ventilation Control and Fire Protection of Commercial Cooking Operations.
Tipos de sistemas de exaustão: moderado, severo e combustível sólido.
Medidas de proteção ativa (extinção automática, sprinklers) e passiva (materiais e barreiras).
Terminal de descarga, dispositivos e equipamentos de tratamento do ar exaurido.
Módulo 5 – Manutenção Preventiva, Corretiva e Preditiva (4 Horas)
Cronograma de inspeções e periodicidade recomendada
Identificação de falhas, vibrações e ruídos anormais.
Balanceamento de múltiplas coifas.
Substituição de filtros e componentes.
Documentação da manutenção programada.
Módulo 6 – Ensaios e Cálculos de Desempenho (4 Horas)
Ensaio de vazão de exaustão e insuflação.
Cálculo de velocidade de captura na área de face e perímetro.
Interpretação de medições e correções de projeto.
Verificação da eficiência e estanqueidade do sistema.
Módulo 7 – Operação e Manutenção Programada (4 Horas)
Rotina de operação segura.
Controle de energia e bloqueio (Lockout/Tagout).
Requisitos de ergonomia e análise de posto de trabalho.
Tagueamento e rastreabilidade de manutenção.
Procedimentos de retrofit e modernização (NR 12).
Módulo 8 – Complementos de Segurança e Gestão de Riscos (4 Horas)
APR, PAE e PGR aplicados à limpeza e manutenção de coifas.
Fatores humanos e psicológicos: medo, percepção e comportamento de risco.
Noções de primeiros socorros e prevenção de incêndios.
Comunicação de perigo – Hazard Communication Standard (HCS/OSHA).
Fatores de produtividade e controle mental durante a execução da tarefa.
Módulo 9 – Exercícios Práticos e Avaliação (4 Horas)
Demonstração supervisionada de desmontagem e limpeza.
Aplicação de checklist de manutenção.
Registro de evidências e elaboração de relatório técnico.
Avaliação teórica (EAD) e prática (quando contratada).
Entrega do certificado de participação e encerramento.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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