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Curso Instalação Bombas Combustíveis
quarta-feira, 16 julho 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO EM BOMBAS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS

Referência: 233126

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Instalação Bombas Combustíveis

O Curso Instalação Bombas Combustíveis tem como objetivo formar profissionais altamente qualificados para atuar com domínio técnico na instalação, manutenção preventiva e corretiva de bombas utilizadas em sistemas de abastecimento de combustíveis líquidos. O conteúdo promove o desenvolvimento de competências práticas para interpretação de projetos, montagem de equipamentos, testes de funcionamento, correção de falhas e entrega técnica de serviços com alto padrão de qualidade.

Além da capacitação técnica, o Curso Instalação Bombas Combustíveis enfatiza a importância da atuação segura e consciente em ambientes com risco de inflamabilidade, exigindo postura profissional alinhada conforme critérios operacionais rigorosos. Portanto, o participante sai apto a aplicar boas práticas de manutenção, realizar diagnósticos precisos, utilizar instrumentação para aferição e entregar relatórios técnicos com rastreabilidade e confiabilidade, agregando valor ao serviço prestado e evitando retrabalho.

Bombas modernas exigem instalação precisa em infraestrutura elétrica e aterramento: garantir o funcionamento 24h é também proteger o sistema de falhas críticas.

Bombas modernas exigem instalação precisa em infraestrutura elétrica e aterramento: garantir o funcionamento 24h é também proteger o sistema de falhas críticas.

Curso Instalação Bombas Combustíveis: O que caracteriza uma instalação tecnicamente segura de bomba de abastecimento de combustível?

Uma instalação segura se baseia em três pilares: nivelamento preciso da base, interligações estanques e aterramento técnico funcional. A integridade da estrutura depende de pequenos detalhes, assim como a espessura da junta de vedação ou o torque aplicado em conexões que quando negligenciados, comprometem a operação e aumentam riscos de vazamentos ou incêndios.

Além disso, o posicionamento estratégico da bomba, respeitando distâncias mínimas de segurança em relação a fontes de calor e passagem de veículos, influencia diretamente na eficiência e segurança do sistema. Portanto, segurança em instalação vai além do físico: ela é uma soma de decisões técnicas inteligentes.

Tipos de bombas combustíveis

Conhecer os tipos de bombas de abastecimento é essencial para executar instalação, manutenção e diagnóstico com excelência. Sendo assim, a escolha do tipo correto impacta diretamente na eficiência operacional, na compatibilidade com o combustível e na segurança da operação. Abaixo, a classificação profissional e suas características essenciais:

Manual: acionada por alavanca, simples, usada em áreas rurais.
Centrífuga: elétrica, alta vazão, ideal para postos comuns.
Engrenagem: fluxo contínuo e preciso, aplicação industrial.
Palhetas: boa vedação, indicada para combustíveis voláteis.
Pistão: alta pressão, usada para dosagens técnicas.
Multicombustível: sistema eletrônico, atende vários combustíveis.
Submersa: instalada dentro do tanque, eficiente e silenciosa.

Onde ocorrem as falhas mais recorrentes em bombas e por que elas passam despercebidas?

As falhas mais recorrentes se escondem em três zonas críticas:

ZONA CRÍTICA FALHA COMUM CONSEQUÊNCIA
Cabeçote de sucção Entrada de ar Cavitação e perda de pressão
Válvula de retenção Desgaste interno Retorno de combustível
Placa eletrônica de comando Flutuação de tensão elétrica Parada repentina da bomba

Essas falhas passam despercebidas quando o técnico atua no modo “troca-peça” sem leitura dos sinais sistêmicos. Dessa forma, a manutenção de excelência requer diagnóstico inteligente e percepção ampliada, ou seja: consciência do todo, não apenas da parte.

Curso Instalação Bombas Combustíveis: Como deve ser feito o teste funcional após instalação da bomba?

O teste funcional pós-instalação segue uma sequência lógica: verificação de vazamentos visuais, checagem da pressão estática e dinâmica, e simulação de abastecimento completo. Tudo deve ocorrer com instrumentos aferidos e sob vigilância operacional.

Além disso, o comportamento da bomba nas primeiras execuções revela ajustes finos necessários. Vibração excessiva, tempo de resposta e ruídos anormais são sintomas que, se ignorados, indicam que a instalação foi finalizada antes da hora.

Operação automatizada de bomba multicompartimentada: instalação correta garante precisão na leitura, segurança no abastecimento e comunicação confiável com o sistema de controle.

Operação automatizada de bomba multicompartimentada: instalação correta garante precisão na leitura, segurança no abastecimento e comunicação confiável com o sistema de controle.

Curso Instalação Bombas Combustíveis: O que deve ser inspecionado antes de religar uma bomba que ficou parada por muito tempo?

Religar uma bomba inativa sem inspeção prévia é um risco técnico grave. Portanto, componentes degradados pelo tempo, umidade acumulada e contaminações internas podem comprometer o funcionamento logo nos primeiros minutos de operação. Dessa forma, para evitar danos imediatos ou falhas sistêmicas, o técnico deve seguir uma verificação criteriosa:

Verificar presença de umidade interna;
Avaliar integridade de vedadores e conexões;
Realizar teste de resistência do motor elétrico;
Testar sensores e alarmes de segurança;
Checar presença de borra ou fungos na linha de sucção.

Esse procedimento evita a falha imediata por travamento ou a contaminação total do sistema ao ser religado às pressas.

Função do sensor de presença de ar e como ele protege o sistema

O sensor de presença de ar atua como um “guardião silencioso”. Ele bloqueia o acionamento da bomba sempre que há bolhas de ar, protegendo contra cavitação e danos aos rotores. Muitos técnicos novatos o confundem com defeito e o desligam. Isso é um erro grave.

Além disso, trata-se de um componente crítico que exige leitura técnica adequada e calibração correta. Sendo assim, desconsiderar seu funcionamento é desativar um dos principais mecanismos de autoproteção do sistema.

O que diferencia tecnicamente a instalação de uma bomba de combustível em ambientes urbanos e rurais?

Ambientes urbanos exigem maior atenção à compactação da base, drenagem superficial e interferência com sistemas subterrâneos (água, energia, esgoto). Portanto, já em áreas rurais, o foco recai sobre a proteção contra umidade constante, invasão de fauna e aterramento eficiente em solos com baixa condutividade.

AMBIENTE FOCO TÉCNICO ESSENCIAL RISCO CRÍTICO
Urbano Interferência de infraestruturas Rompimento de redes existentes
Rural Aterramento e vedação química Umidade e corrosão interna acelerada

Sendo assim, a instalação eficaz depende da leitura do ambiente e da adaptação da técnica à realidade local. É nesse ponto que o técnico deixa de ser operário e se torna especialista.

Identificação por cor e tipo de combustível: um detalhe essencial na instalação correta para evitar misturas, falhas operacionais e contaminação cruzada de tanques.

Identificação por cor e tipo de combustível: um detalhe essencial na instalação correta para evitar misturas, falhas operacionais e contaminação cruzada de tanques.

Como a escolha inadequada de vedações pode comprometer todo o sistema?

Cada tipo de combustível reage de forma distinta com materiais de vedação. Etanol e gasolina aditivada, por exemplo, degradam rapidamente vedações de borracha nitrílica (NBR) mal especificadas. O resultado é infiltração invisível e risco de incêndio.

Além disso, a seleção do material deve considerar compatibilidade química, faixa de temperatura e pressão de operação. Técnicos que ignoram isso entregam bombas que falham em semanas e nem percebem a causa real.

Importância do Curso Instalação Bombas Combustíveis

O curso é essencial porque forma profissionais que atuam diretamente na linha crítica entre segurança, eficiência operacional e integridade ambiental. Bombas de abastecimento são mais do que simples equipamentos elas são o coração logístico de postos, frotas, aeroportos e áreas industriais. Dessa forma, um erro técnico pode gerar desde prejuízos financeiros até acidentes graves envolvendo líquidos inflamáveis.

Além disso, o curso eleva o padrão técnico do profissional, permitindo que ele interprete falhas antes que causem paradas, otimize processos de instalação com inteligência e entregue serviços rastreáveis e valorizados no mercado. Portanto, em um setor onde a confiança é construída na base da entrega segura, saber instalar e manter corretamente uma bomba de combustível é mais que diferencial é autoridade técnica com responsabilidade.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga Horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Nível Técnico

Curso Instalação Bombas Combustíveis

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO EM BOMBAS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1 – Fundamentos Operacionais das Bombas de Abastecimento (4 Horas)
Anatomia de uma bomba de combustível: dos componentes internos à carenagem
Sistemas de sucção x sistemas pressurizados: o que muda na instalação?
Fluxo, vazão e desempenho: o que todo técnico precisa dominar
Tipos de combustíveis x comportamento das bombas: gasolina, etanol, diesel, aditivados

Módulo 2 – Instalação Técnica de Bombas (8 Horas)
Preparação do local: critérios para base de apoio, nivelamento e fixação
Interligação de sistemas: tanque subterrâneo, filtros, linhas e aterramento
Conexões hidráulicas e pneumáticas: selagens, estanqueidade e testes de pressão
Cabeamento, alimentação elétrica e painel de comando
Cuidados na primeira energização e purga do sistema

Módulo 3 – Manutenção Preventiva e Condicionada (6 Horas)
Roteiro técnico de inspeções periódicas
Substituição programada de componentes críticos: vedantes, filtros, visores
Técnicas para aferição de desempenho sem desmontagem
Cronogramas de manutenção e plano de controle de falhas

Módulo 4 – Manutenção Corretiva e Diagnóstico de Falhas (8 Horas)
Sintomas clássicos de falhas: lentidão, vazamentos, variação de vazão
Diagnóstico guiado por sintomas: ruídos, oscilação de pressão, superaquecimento
Substituição e reparo de motores, sensores, válvulas e chicotes
Reparo no sistema hidráulico interno e testes de reativação segura
Casos reais: desmontagem, análise e reconstrução guiada de bomba

Módulo 5 – Boas Práticas em Segurança, Limpeza Técnica e Despressurização (4 Horas)
Procedimentos para desenergização e despressurização segura
Técnicas de limpeza interna sem contaminação ambiental
Cuidados com atmosferas inflamáveis: atuação com consciência do risco
Condições para retomada segura do funcionamento pós-manutenção

Módulo 6 – Instrumentação, Calibração e Aferição Técnica (4 Horas)
Equipamentos e ferramentas para verificação de precisão de abastecimento
Etapas para calibragem de medidores de vazão e acionadores
Interação com sistemas automatizados e automação básica
Ajustes finos em bombas multicompartimentadas

Módulo 7 – Documentação Técnica e Entrega de Serviço com Valor (4 Horas)
Relatório técnico de instalação e manutenção
Registro fotográfico e parâmetros operacionais
Comunicação com cliente: checklist de entrega e orientações pós-serviço
Práticas de fidelização: como transformar manutenção em contrato

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
ABNT NBR 13786 – Postos de serviços – Instalação de equipamentos para armazenagem subterrânea de combustíveis líquidos;
ABNT NBR 15594-1 – Postos de combustíveis – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 1: Requisitos de desempenho;
ABNT NBR 15594-2 – Postos de combustíveis – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 2: Inspeção e manutenção periódica;
ABNT NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Curso Instalação Bombas Combustíveis

CURIOSIDADES TÉCNICAS SOBRE A INSTALAÇÃO DE BOMBAS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS:

Nível do Tanque x Vazão da Bomba
A vazão da bomba pode cair drasticamente se o nível do tanque subterrâneo estiver muito baixo.
O motivo? Coluna de sucção insuficiente + entrada de ar, o que provoca cavitação e até superaquecimento da bomba.

Desnível Milimétrico = Problema de Enchente
Se a base da bomba não for instalada com mínimo 1% de desnível para drenagem, qualquer chuva transforma o entorno em uma piscina inflamável. E mais: o líquido contaminado entra pela tubulação e destrói válvulas e sensores internos.

Combustíveis com alto teor de etanol degradam componentes mais rápido
Gasolina comum com até 27% de etanol pode inchar vedações de borracha nitrílica (NBR) mal especificadas, causando vazamentos em menos de 3 meses.
Instalações exigem conhecimento sobre compatibilidade química dos materiais, e isso muita gente ignora solenemente.

O erro mais comum é o mais básico: má fixação da bomba
Se a bomba não for 100% nivelada e firmemente parafusada, ocorre vibração com o tempo e ela vai “andar” milimetricamente.
Resultado: rachaduras na conexão da linha de sucção ou pressão. E depois te ligam dizendo que “vazou do nada”.

O sensor de presença de ar “engana” quem não sabe
Ao instalar, muitos acham que a bomba com ar na linha está com defeito. Mas é o sensor bloqueando o funcionamento por segurança.
O segredo? Purgar corretamente antes de energizar. E se o sensor estiver invertido ou desregulado… o abastecimento nem começa.

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Curso Instalação Bombas Combustíveis

Saiba Mais: Curso Instalação Bombas Combustíveis:

Procedimento operacional para inspeção de vazamento na válvula de retenção do bico de abastecimento

O procedimento a seguir é aplicável apenas para bico de abastecimento sem o dispositivo de desativação automático (“no pressure no flow”):
a) ligar a unidade abastecedora para pressurizar o circuito hidráulico e observar durante 10 s se ocorre vazamento pelo bico de abastecimento;
b) desligar a unidade abastecedora e estender completamente a mangueira no chão;
c) logo após, acionar 4 vezes seguidas a alavanca do bico, com a ponteira direcionada dentro da proveta;
d) efetuar a leitura considerando vazamento máximo de 40 ml.

A.2 Procedimento operacional para inspeção do mecanismo de desativação automático, no pressure no flow, do bico de abastecimento
O procedimento a seguir é aplicável apenas para bico de abastecimento com o dispositivo de desativação automático – “no pressure no flow”:
a) a unidade abastecedora deve ser desligada com o bico travado na posição aberta;
b) retornar o bico ao descanso da unidade abastecedora (receptáculo do bico); c) retirar o bico do descanso sem mexer na alavanca, colocar o mesmo na medida-padrão de aferição de bomba e religar a unidade abastecedora, sem que haja fluxo de combustível pelo bico;
d) repetir os procedimentos de a) até d), para todas as posições da escala do bico de abastecimento.

A.3 Procedimento para inspeção técnica da condutividade elétrica
O procedimento a seguir é aplicável ao bico, à mangueira, à junta giratória, à válvula de segurança de mangueira e ao visor de fluxo, quando aplicável a todos esses componentes:
a) medir a resistência da ponteira do bico para a conexão de saída da mangueira na unidade abastecedora utilizando um megôhmetro;
b) os acessórios, como junta giratória, visor de fluxo e válvula de segurança de mangueira, devem estar montados;
c) a resistência deve ser menor que 1 megaohm;
d) a tensão de teste deve ser ajustada em 500 volts;
e) o megôhmetro a ser usado deve ser adequado para uso em atmosfera explosiva;
f) caso a resistência encontrada seja maior que 1 megaohm, deve ser identificado qual componente está causando o isolamento e o componente deve ser substituido ou reparada a interligação;
g) nas roscas dos componentes não pode ser utilizada fita veda-rosca;
h) o técnico deve usar luvas isolantes enquanto a tensão de teste for aplicada, de modo que a condutividade elétrica do corpo do técnico não afete a medição.
F: NBR 15594-1

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  • Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
    CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale

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  • Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
    CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS
  • Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
    CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale
  • A compliance-focused team reviews technical information and operational data, reinforcing the NR approach that safety training must be connected to real risk management, documented evidence, and decision-making aligned with the company’s GRO/PGR obligations.
    NR (Regulatory Norms) Training: Who Pays & Where to Practice?
  • A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
    NR Course: Hidden Risk?
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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