Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO GHS (SISTEMA GLOBALMENTE HARMONIZADO DE CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS) – ÊNFASE TRANSPORTE AÉREO – RESOLUÇÃO IATA
Referência: 93441
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Curso GHS Transporte Aéreo – IATA
O objetivo do Curso GHS Transporte Aéreo – IATA é capacitar profissionais para que operem com excelência no manuseio, na classificação, na rotulagem e no transporte aéreo de produtos químicos perigosos. Dessa forma, o curso alia a aplicação prática dos critérios do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) à conformidade rigorosa exigida pelos Regulamentos da IATA (Dangerous Goods Regulations).
Por meio de abordagem teórica e prática, o curso desenvolve competências em:
Interpretação e aplicação de critérios de risco físico, à saúde e ambiental;
Elaboração e leitura de FISPQs conforme a ABNT NBR 14725;
Aplicação correta das exigências da IATA para embalagem, rotulagem e documentação de transporte aéreo internacional.

Transporte aéreo de mercadorias perigosas a ausência de análise de compatibilidade entre substâncias pode colocar toda a aeronave em risco. A conformidade com o
Três tipos de perigo classificados pelo GHS e como eles se diferenciam
O GHS categoriza os perigos químicos em três grandes grupos, com base em suas propriedades e efeitos:
| Tipo de Perigo | Descrição e Aplicação |
|---|---|
| Físico | Engloba instabilidades químicas e riscos de reação, como inflamabilidade, explosividade e corrosividade a metais. |
| À Saúde Humana | Refere-se aos efeitos nocivos à saúde, como toxicidade aguda, corrosividade dérmica, mutagenicidade e sensibilização. |
| Ao Meio Ambiente | Classifica produtos com potencial de causar dano à vida aquática ou à camada de ozônio. |
Cada categoria exige pictogramas, frases de advertência e medidas preventivas específicas.
Curso GHS Transporte Aéreo – IATA: Por que a incompatibilidade química entre substâncias transportadas deve ser analisada antes da emissão da documentação?
A análise de incompatibilidade química, portanto, representa uma etapa crítica de segurança. Quando substâncias diferentes são transportadas próximas, há o risco de reações perigosas como explosões, corrosões ou liberação de gases tóxicos. Como resultado, toda a operação logística fica vulnerável, afetando diretamente a integridade da carga, a segurança da aeronave e a estabilidade da cadeia de transporte.
Portanto:
A segregação de cargas deve ser planejada com base nas classes de risco da IATA;
A documentação deve refletir essa análise, indicando as medidas preventivas aplicáveis;
O erro aqui não é apenas técnico é ético e operacional.
Transportar sem essa análise é o mesmo que enviar um convite para o desastre.
Diferença critérios de classificação do GHS e dos critérios adotados pela IATA
A principal diferença reside no objetivo e contexto de aplicação:
O GHS foca na comunicação dos perigos para o ambiente de trabalho, armazenamento e uso industrial. Já a IATA prioriza a segurança durante o transporte aéreo, com foco em contenção de riscos em voo e resposta rápida em emergências.
Além disso, enquanto o GHS utiliza dados laboratoriais e toxicológicos para classificar substâncias, a IATA utiliza códigos UN, Packing Groups, instruções de embalagem e segregação por classe de risco. Sendo assim, a IATA também possui restrições específicas para substâncias transportadas em aeronaves de passageiros e carga.

Classificação e rotulagem conforme GHS: os pictogramas indicam líquidos inflamáveis (Classe 3), corrosivos (Classe 8) e perigos ambientais.
Quais documentos obrigatórios devem acompanhar uma carga aérea de produtos perigosos conforme a regulamentação da IATA?
Para garantir a conformidade com a IATA DGR, os seguintes documentos devem obrigatoriamente acompanhar a carga aérea:
Declaração do Expedidor de Mercadorias Perigosas (Shipper’s Declaration);
Air Waybill (AWB) – Conhecimento aéreo;
FISPQ atualizada, preferencialmente no idioma do país de destino, quando exigido;
Etiquetas e marcações de risco fixadas conforme as exigências da IATA;
Instruções especiais ou fichas de emergência, dependendo da substância transportada.
Esses documentos garantem rastreabilidade, segurança legal e operacional, e permitem rápida ação em caso de incidentes.
Você confiaria seu nome ou sua empresa a um embarque aéreo de produto perigoso feito sem seguir o GHS e a IATA?
Se sua resposta for “não”, você já compreende o valor da reputação técnica e jurídica. Ignorar o GHS ou a IATA no transporte aéreo não é economia, é imprudência fantasiada de agilidade.
você não toleraria que um fornecedor agisse assim com sua carga. Então por que agir diferente com a sua? GHS e IATA não são obstáculos são o escudo que protege sua operação de acidentes, multas e perda de credibilidade.
Ainda acredita que basta colocar um rótulo genérico e uma FISPQ antiga para despachar um produto químico por via aérea?
Portanto, esse pensamento é ultrapassado e perigoso. O uso de rótulo genérico ou de uma FISPQ desatualizada viola diretamente a NBR 14725 e a IATA DGR, podendo levar à retenção da carga, cancelamento do embarque ou responsabilização penal em caso de incidente.
Além disso, rotular sem critério e enviar documentos desatualizados é como assinar um contrato às cegas: você assume o risco de algo que não controla. Dessa forma, quando o erro acontece, não é o sistema que falha. É quem tentou burlar o sistema.
Leia também: Curso GHS
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso GHS Transporte Aéreo – IATA
CURSO APRIMORAMENTO GHS (SISTEMA GLOBALMENTE HARMONIZADO DE CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS) – ÊNFASE TRANSPORTE AÉREO – RESOLUÇÃO IATA
Carga Horária total: 40 Horas
MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DO GHS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEL (8 horas)
Introdução ao GHS (Sistema Globalmente Harmonizado)
Objetivos e escopo do GHS
Histórico e evolução normativa
Classificação de perigos: físico, à saúde e ao meio ambiente
Legislação brasileira e convenções internacionais
Integração entre GHS e sistemas de transporte de produtos perigosos
MÓDULO 2 – CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS (8 horas)
Classes de perigo físico (explosivos, inflamáveis, oxidantes, corrosivos etc.)
Classes de perigo à saúde humana (toxicidade, corrosividade, sensibilização, etc.)
Classes de perigo ambiental (aquático, camada de ozônio)
Critérios de classificação: dados físico-químicos, toxicológicos e ecotoxicológicos
Identificação e interpretação de pictogramas e palavras de advertência
Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ)
Rótulos harmonizados: elementos obrigatórios
MÓDULO 3 – GHS E TRANSPORTE AÉREO DE PRODUTOS PERIGOSOS – IATA (DGR) (8 horas)
Introdução ao manual de mercadorias perigosas da IATA (DGR – Dangerous Goods Regulations)
Diferenças entre GHS e classificação da IATA
Classes de risco segundo a IATA (Explosivos, Gases, Líquidos Inflamáveis, Substâncias Tóxicas, Radioativas etc.)
Requisitos de embalagem e rotulagem segundo a IATA
Categorias e grupos de embalagem (Packing Groups I, II, III)
Procedimentos de identificação, documentação e manuseio
Declaração do expedidor (Shipper’s Declaration for Dangerous Goods)
MÓDULO 4 – DOCUMENTAÇÃO, EMBALAGENS E ETIQUETAGEM PARA TRANSPORTE AÉREO (8 horas)
Embalagens UN: códigos, testes e certificações
Procedimentos para transporte combinado e multimodal
Responsabilidades do expedidor, transportador e destinatário
Etiquetas e marcas exigidas em embalagens
Documentação obrigatória: conhecimento aéreo (AWB), declaração do expedidor, MSDS/FISPQ
Exemplos práticos de preenchimento de documentação
Estudos de caso com análise de não conformidades
MÓDULO 5 – PRÁTICA APLICADA E GESTÃO DA CONFORMIDADE (8 horas)
Exercícios de classificação e rotulagem
Simulações de rotulagem para transporte aéreo
Elaboração de FISPQs segundo a NBR 14725
Avaliação de conformidade documental
Gerenciamento de riscos no transporte aéreo
Atendimento a emergências e plano de ação em caso de acidentes
Boas práticas de auditoria e inspeção
Avaliação final com estudos de caso e simulações
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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