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  • Curso de Compósitos Termofixos PRFV
Trabalhador realiza a inspeção e manutenção de tubulações PRFV em uma instalação industrial. O revestimento e a proteção das tubulações são essenciais para garantir eficiência e segurança no transporte de fluidos.
domingo, 23 fevereiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, CREA, CREA - ARTs, CREA - Cursos e Treinamentos, Engenharia Civil, Engenharia Civil - ARTs, Engenharia Civil - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - ARTs, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Química - Cursos e Treinamentos, Ensaio Não Destrutivo, Ensaios Destrutivos, Gestão Ambiental, Gestão da Produção, Gestão da Qualidade, Normas Internacionais, NR01, NR33, NR35, Testes e Ensaios

Curso de Compósitos Termofixos PRFV

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÕES DE FUNCIONALIDADES OPERACIONAIS SEGURAS EM INSTALAÇÕES DE EQUIPAMENTOS EM MATERIAIS COMPÓSITOS TERMOFIXOS “PRFV” PLÁSTICOS REFORÇADOS COM FIBRAS DE VIDRO E OUTRAS FIBRAS”

Referência: 197993

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso de Compósitos Termofixos PRFV

O Curso de Compósitos Termofixos lida com materiais que utilizam fibra de vidro (PRFV – Plástico Reforçado com Fibra de Vidro). Eles são amplamente utilizados em indústrias diversas, combinando resinas poliméricas com reforços, como a própria fibra de vidro, para formar um material leve, resistente e durável.
Classifica-se como “termofixo” o tipo de compósito após o processo de cura (quando as resinas endurecem ao serem aquecidas ou catalisadas).

Técnicos realizam testes de qualidade em tubulações PRFV recém-revestidas. A inspeção minuciosa garante a integridade estrutural e a resistência química do material, prolongando sua vida útil. - Curso de Compósitos Termofixos PRFV.

Técnicos realizam testes de qualidade em tubulações PRFV recém-revestidas. A inspeção minuciosa garante a integridade estrutural e a resistência química do material, prolongando sua vida útil.

Qual  a composição do Compósito Termofixo PRFV?

Os compósitos termofixos formam-se por uma matriz polimérica, que pode ser de diferentes tipos, como poliéster insaturado, epóxi e poliuretanos alifáticos e aromáticos. Combina-se esses polímeros com reforços, como fios roving contínuos, tecidos, véus de superfície e gel coats, que conferem propriedades específicas ao material.
Esses componentes, quando combinados, resultam em um material com alta resistência mecânica, boa resistência a temperaturas extremas e excelente comportamento frente a agentes químicos.

Quais as propriedades mecânicas e químicas dos Compósitos Termofixos PRFV?

A resistência mecânica dos Compósitos Termofixos PRFV depende diretamente da combinação de polímeros e reforços utilizados em sua formulação. O material apresenta excelentes características, como resistência à tração, flexão, compressão e impacto, além de suportar ambientes agressivos com substâncias químicas.
Para garantir a integridade dos compósitos ao longo de sua vida útil, realizam-se ensaios destrutivos e não destrutivos, como o teste de dureza Barcol, a calorimetria exploratória diferencial (DSC) e o ultrassom, que verificam a qualidade estrutural do material.

Como se desenvolvem os processos de manufatura e aplicações?

Existem diversos métodos de fabricação de Compósitos Termofixos PRFV, como a laminação manual, spray-up, enrolamento filamentar e infusão a vácuo. Cada processo possui suas particularidades e seleciona-se conforme a aplicação do material.
Esses compósitos utilizam-se em uma ampla gama de indústrias, como a química, naval, aeroespacial e de construção civil, devido à sua versatilidade e durabilidade. Equipamentos feitos de PRFV, como tubos e vasos de pressão, são projetados para suportar classes elevadas de pressão e temperatura, além de resistirem ao desgaste causado por agentes químicos agressivos.

Pilha de tubos PRFV prontos para instalação em um projeto de infraestrutura. Além disso, esses tubos oferecem alta resistência à corrosão e longa durabilidade em aplicações industriais e de saneamento. - Curso de Compósitos PRFV.

Pilha de tubos PRFV prontos para instalação em um projeto de infraestrutura. Além disso, esses tubos oferecem alta resistência à corrosão e longa durabilidade em aplicações industriais e de saneamento.

O que são os mecanismos de deterioração e manutenção?

Apesar de sua durabilidade, os Compósitos Termofixos PRFV podem sofrer danos ao longo do tempo, desse modo, especialmente quando expostos a temperaturas extremas, pressões elevadas e substâncias químicas não compatíveis. A falta de manutenção programada e o monitoramento inadequado podem acelerar o processo de deterioração do material, levando a problemas como delaminação, bolhas, descontinuidades e perda de propriedades mecânicas.
A manutenção preventiva e corretiva desses materiais é, portanto, essencial para prolongar sua vida útil e evitar falhas catastróficas. Profissionais podem realizar reparos em compósitos PRFV tanto em superfícies internas quanto externas, utilizando técnicas de laminação e aplicação de gel coats para restaurar as propriedades mecânicas e estéticas do material.

Como se dá a segurança e a conformidade normativa?

Além das propriedades técnicas, o curso sobre Compósitos Termofixos PRFV aborda a importância de normas e regulamentos de segurança que garantem, sobretudo, a fabricação e operação segura de equipamentos feitos desse material. Normas como a NBR 14276, que trata da proteção contra incêndios, e procedimentos de segurança no trabalho, como o uso de EPIs, são essenciais para minimizar os riscos durante a fabricação, instalação, bem como a manutenção de estruturas de PRFV.

Qual o funcionamento do Curso de Compósitos Termofixos PRFV?

Os profissionais que trabalham com Compósitos Termofixos PRFV devem possuir conhecimento técnico detalhado sobre os materiais e os processos de fabricação e inspeção. Cursos de capacitação, como o oferecido pela Rescue7, preparam os participantes para lidar com todos os aspectos da fabricação, inspeção e manutenção desses materiais. Assim, garantindo que os equipamentos em PRFV sejam seguros e eficazes.
Ao final do curso, os alunos recebem certificação conforme as normas técnicas, estando aptos a atuar com excelência em projetos que envolvem Compósitos Termofixos PRFV. Sendo assim, ampliando suas habilidades e contribuindo para a segurança e a durabilidade dos equipamentos.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas 

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 80 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Materiais Compósitos Termofixos

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÕES DE FUNCIONALIDADES OPERACIONAIS SEGURAS EM INSTALAÇÕES DE EQUIPAMENTOS EM MATERIAIS COMPÓSITOS TERMOFIXOS “PRFV” PLÁSTICOS REFORÇADOS COM FIBRAS DE VIDRO E OUTRAS FIBRAS

Carga Horária Total: 80 Horas

Módulo 1: Introdução aos Materiais Compostos Termofixos (8 horas)
Definição e características do PRFV (Plástico Reforçado com Fibra de Vidro)
Outras fibras utilizadas: aramida, carbono, etc.
Propriedades dos materiais compostos: resistência mecânica, térmica e química
Aplicações industriais dos compostos termofixos

Módulo 2: Propriedades e Comportamento dos Materiais Compostos (12 horas)
Propriedades mecânicas e térmicas dos materiais compostos
Resistência à fadiga e impacto
Comportamento dos materiais em condições ambientais extremas
Processos de fabricação de materiais compostos termofixos
Durabilidade e comportamento dos materiais ao longo do tempo

Módulo 3: Técnicas e Métodos de Inspeção de Materiais Compostos (16 horas)
Inspeção visual: identificação de falhas e anomalias
Técnicas de inspeção por ultrassom e termografia
Método de inspeção por líquidos penetrantes e radiografia
Inspeção de aderência de camadas de fibras e resina
Ferramentas e equipamentos utilizados nas inspeções

Módulo 4: Processos de Identificação e Análise de Falhas (12 horas)
Tipos de falhas comuns em materiais compostos: fraturas, delaminações, corrosão
Análise de danos visíveis e não visíveis nos materiais compostos
Impacto das falhas no desempenho dos equipamentos
Causas e efeitos de falhas operacionais e manutenção inadequada
Procedimentos para detecção precoce de falhas

Módulo 5: Execução da Inspeção Operacional Segura (16 horas)
Procedimentos passo a passo para inspeção de sistemas PRFV
Identificação de falhas em componentes e estruturas
Condições ideais para inspeção e segurança operacional
Avaliação de integridade estrutural durante a inspeção
Registro de dados e resultados de inspeção

Módulo 6: Estudo de Caso e Análise Prática de Inspeções (8 horas)
Análise de falhas em equipamentos e instalações com PRFV
Discussão de casos reais de falhas e ações corretivas
Simulações práticas de inspeção em campo
Diagnóstico de falhas e propostas de ações corretivas

Módulo 7: Relatórios e Ações Corretivas Pós-Inspeção (8 horas)
Como elaborar relatórios técnicos detalhados de inspeção
Estrutura de um relatório técnico: descrição da falha, análise e recomendação
Comunicação de resultados para equipes de manutenção e gestão
Definição e execução de ações corretivas e preventivas
Planejamento de manutenção baseado nos resultados da inspeção

Metodologia de Ensino:
Aulas expositivas e interativas
Demonstrações práticas com equipamentos reais
Estudos de caso para análise de falhas
Simulações de inspeções em ambiente controlado
Atividades práticas e exercícios de diagnóstico

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.

É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Materiais Compósitos Termofixos:

Curso Materiais Compósitos Termofixos:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 120 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Materiais Compósitos Termofixos

Curso Materiais Compósitos Termofixos

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ASTM D638 – Ensaio de tração e Módulo de Elasticidade na Tração “Módulo de Young”
ASTM D256 – Ensaio de impacto (Resistência ao Impacto Izod/ Charpy com e sem entalhe) 
ASTM D790 – Ensaio de flexão e Módulo de Elasticidade na Flexão 
ASTM D3410 – Ensaio de compressão 
ASTM D5379 – Ensaio de Cizalhamento 
ASTM D2583 – Ensaio de Dureza Barcol 
ASTM D648 – Temperatura de Distorção Térmica (HDT) 
ASTM G154 – Envelhecimento Acelerado de Polímeros e Compósitos – QUV
ASTM D3418 – Tg (Transient Glass – Transição Vítrea) – Via DSC 
ASTM D2243 – Fração Volumétrica de Reforço 
ASTM 2584 – Resíduo de ignição 
ASTM D635 – Inflamabilidade UL94  
ASTM E162 – Flamabilidade – Testes de Velocidade (Propagação de chama) e extensão de queima
ASTM E662 – Densidade Específica de fumaça
ASTM D573 Espectrometria na região do infravermelho (FTIR)ABNT NBR 15708-2:2015  Indústrias do petróleo e gás natural — Perfis pultrudados Parte 2: Guarda-corpo
ABNT NBR nº 15708-4 (ISO 6558 – Propagação de chama), Resistência Mecânica e Resistência ao Impacto
ISO 4892 e ASTM D2565 (Fade-O-Meter Arco Xenonio)
ABNT NBR nº 15708-4 Intemperismo
ABNT NBR 15708-6 – Indústrias do petróleo e gás natural — Perfis
Pultrudados – Parte 6: Escada tipo marinheiro
ABNT NBR 15708-1 , Indústrias do petróleo e gás natural – Perfis pultrudados – Parte 1: Materiais, métodos de ensaio e tolerâncias dimensionais
ABNT NBR 15708-2, Indústrias do petróleo e gás natural – Perfis pultrudados – Parte 2: Guarda-corpo
ABNT NBR 15708-3, Indústrias do petróleo e gás natural – Perfis pultrudados – Parte 3: Grade de piso
ABNT NBR15921-1 Indústrias de petróleo e gás natural — Tubulação de compósito – Parte 1: Vocabulário, símbolos, aplicações e materiais
ISO 834-1, Fire-resistance tests – Elements of building construction – Part 1: General requirements
ISO 2859-1, Sampling procedures for inspection by attributes – Part 1: Sampling schemes indexed by acceptance quality limit (AQL) for lot-by-lot inspection
Flamabilidade, Emissão de Fumaça e gases derivados de combustão (ASTM E-162, E-662, BSS 7239)
ABNT NBR nº 15708-4 (ISO 6558 – Propagação de chama, ISO 5959 – Emissão de fumaça e Toxicidade dos gases, ISO 4892 e ASTM D2565 – Intemperismo, ABNT NBR nº 15708-4 -Resistência Mecânica e Resistência ao Impacto
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 15536 que específica os mínimos padrões de qualidade para as tubulações de PRFV e RPVC,
ABNT NBR 7675) e tubos de PVC DEFOFO (produzidos conforme a ABNT NBR 7665).
ABNT NBR 15536 Parte 1 sistemas de junta para tubos de PRFV.
NBR 15708-3 – Indústrias do petróleo e gás natural – Perfis Pultrudados – Parte 3: Grade de piso;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Materiais Compósitos Termofixos

Curso Materiais Compósitos Termofixos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Materiais Compósitos (PRFV) – Definição e Constituintes;
Bases Poliméricas Poliéster Insaturado, Estervinílicas tipos A e F;
Epoxies tipos A e F, Poliuretanos Alifáticos e Aromáticos, Reforços;
Fios Roving Contínuos, Tecidos, Veus de Superfície, Gel Coats;
TopCoats e Aditivos de Desempenho;
Critérios de Projeto e Normatização em Equipamentos em Compósitos;
Tipos de Polímeros e critérios de seleção mediante demandas de projeto;
Tipos de Reforços e funcionalidades;
Processos de Manufatura e de Reparos Cosméticos e Estruturais;
Laminação Manual e Spray-UP, Enrolamento Filamentar, Infusão a Vácuo etc.;
Liner, Barreira Química, Camada Estrutural e Barreira Química Externa /Pinturas protetivas a UV;
Tecnologias Slipt-Liner e Liners Termoplásticos (PP/PVC);
Mecanismos Físico-Químicos de Danos Estruturais e Cosméticos em Compósitos “PRFV”;
Excessos de Temperaturas, Pressões de Trabalho e Pico versus Projeto;
Excessos nas concentrações de substâncias químicas agressivas e falta de compatibilidade química;
Falta de Manutenções Programadas (Corretivas e preventivas Planejadas);
Falta de Controles em Processos (Monitoramento);
Testes operacionais não autorizados em misturas de substâncias químicas desconhecidas;
Exposição contínua ao meio (intemperismo) sem proteções a Raios Ultra-Violeta (UV);
Detalhamentos dos processos de avaliação de durabilidade;
Vida Funcional e Vida Estrutural;
Mecanismos físico-químicos de deterioração de laminados;
Critérios de Inspeção Visual, Medições de Dureza Barcol, Determinação de Cura e pós Cura via HDT (Ponto de Termo-Distorção) e DSC (Calorimetria de Exploração Diferencial);
Delaminação, fibras soltas, vazios (bolhas e descontinuidades);
manchas em laminados;
Critérios de Propriedades Mecânicas e Ensaios;
Exemplos de Métodos Analíticos e Computacionais nas determinações de Módulos de Rigidez;
Flambagem;
Ensaios Mecânicos destrutivos e não destrutivos “END”
Ensaios Destrutivos;
Resistências Mecânicas à Tração, Flexão, Impacto e Compressão;
DSC;
Resistência Química por imersão (Perda ou Ganho de Massa);
Testes de UVCon (Resistência ao Ultra-Violeta combinados com Vapor de Água;
Testes de Absorção por Osmose via “Turtle-Box”;
Testes de Flamabalidade e Emissão de Fumaça na queima conforme NBRs/ASTM (166 e 662);
Ensaios Não Destrutivos usuais (END);
Ultrassom, Termografia, Shearografia, Pulso Echo, Gamagrafia;Reparabilidade Funcional  e Estrutural “In Situ”;
Métodos de Reparos (Revestimentos Internos e Externos);
Tratamento de Superfícies e Neutralizações de Contaminantes;
Segurança Operacional (Trabalho em Altura, Espaço Confinado, Riscos Químicos e Inflamáveis);
Testes de Funcionalidades (Dureza Barcol, Análises DSC);
Reparabilidade Cosmética;
TopGel – Gel Coats formulados para pinturas em reparos;
Pinturas Protetivas Epóxi/PU;
Fonte: Equipe Multidisciplinar Rescue7

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);

Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA.

Curso Materiais Compósitos Termofixos

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5.2 Ensaios não destrutivos dos tubos de PRFV
Os lotes dos tubos devem ser submetidos à análise visual indicada em 4.1.4 e 4.1.5 e a verificação dimensional indicada em 4.1.6. Em função de sua caracterização conforme 5.1, os lotes dos tubos devem ser submetidos ao ensaio de estanqueidade indicado em 4.1.8 ou ao ensaio hidrostático de resistência à tração circunferencial (Anexo D-método B), indicado em 4.1.10. Estas análises e ensaios devem ser realizados em fabrica. Os ensaios não destrutivos (análise visual, verificações dimensionais e ensaio de estanqueidade dos tubos) devem ser realizados em amostra indicada na Tabela 14.
O ensaio de estanqueidade dos tubos pode ser realizado em segmentos de tubo ou no tubo inteiro. No caso da realização do ensaio no tubo inteiro, deve-se assegurar que o comprimento total relativo ao número de tubos ensaiados (em metros) seja superior ao exigido para o tamanho da amostra em múltiplos de unidade de produto (em metros).
Caso seja realizado o ensaio hidrostático de resistência à tração circunferencial (Anexo D – método B), a amostra deste ensaio, que é destrutivo, deve ser aquela indicada na Tabela 15 e deve ser suprimida a realização deste ensaio, conforme 5.3.3.
A realização do ensaio de estanqueidade dos tubos pode ser dispensada, caso o fabricante apresente comprovação da realização deste ensaio em 100 % dos tubos, durante a produção.
O resultado final deve ser analisado de acordo com 6.3, considerando que uma unidade de produto que tenha sido reprovada em qualquer um destes requisitos deve ser considerada unidade defeituosa na avaliação da aceitação ou rejeição do lote.

5.3 Ensaios destrutivos dos tubos de PRFV
Os lotes que forem aprovados na análise realizada conforme 6.3 quanto aos ensaios não destrutivos previstos em 5.2 devem ser submetidos aos ensaios previstos em 5.3.1, 5.3.2, 5.3.3, de acordo com os requisitos indicados na Seção 4. Os ensaios destrutivos devem ser realizados na amostra definida na Tabela 15 conforme 6.2, que deve ser extraída entre as unidades de produto aprovadas quanto aos ensaios não destrutivos, e o resultado final deve ser analisado de acordo com 6.3, considerando que uma unidade de produto que tenha sido reprovada em qualquer um destes ensaios será considerada unidade defeituosa na avaliação de aceitação ou rejeição do lote.
Antes da realização dos ensaios, as unidades de produto devem ser identificadas de modo a garantir a rastreabilidade de todas as informações e operacionalização do fluxograma de ensaios, dado que na reprovação de qualquer um dos ensaios a unidade de produto será reprovada, não havendo necessidade da realização dos ensaios subseqüentes, caso aplicável.
F: ABNT NBR 15536-1

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O que você pode ler a seguir

CURSO COMO ELABORAR LAUDO NR-13
NR BRASILE STANDARD: Costo e pratica
Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
CURSO DE BRASAGEM

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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