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Procedimento correto de acionamento e segurança operacional durante testes de vazão.
quinta-feira, 27 novembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Corpo de Bombeiros, Corpo de Bombeiros - Cursos e Treinamentos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, NR23, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Serviços Técnicos

Curso Como Instalar Hidrantes

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE HIDRANTES (NOÇÕES BÁSICAS)

Referência: 29486

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Como Instalar Hidrantes

O objetivo do Curso Como Instalar Hidrantes é preparar o profissional para compreender, interpretar e aplicar, de forma segura e técnica, todos os princípios que regem o funcionamento dos sistemas de hidrantes e mangotinhos em edificações, com base direta na ABNT NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. Por meio de conteúdo estruturado, o participante desenvolve visão crítica sobre hidráulica aplicada, componentes do sistema, comportamento da pressurização, critérios de instalação e requisitos de aceitação. Assim, ele passa a entender não apenas como montar ou manter, mas por que cada elemento do sistema precisa funcionar corretamente em uma situação real de incêndio.

Além disso, o curso fortalece a consciência técnica, preventiva e normativa do participante, capacitando-o a identificar não conformidades, interpretar projetos e memoriais técnicos, reconhecer perdas de desempenho hidráulico e aplicar rotinas de inspeção e manutenção com base na ABNT NBR 13714. Dessa forma, ele se torna um agente ativo na confiabilidade do sistema de combate a incêndio, na redução de falhas em emergências e na proteção da vida e do patrimônio, atuando com critério técnico e responsabilidade operacional.

Quem é o profissional legalmente habilitado responsável pela instalação e pela manutenção dos sistemas de hidrantes em uma edificação?

O profissional legalmente habilitado é o engenheiro ou arquiteto registrado no conselho de classe, com atribuição técnica compatível com sistemas de prevenção e combate a incêndio. Ele responde pelas etapas de projeto, instalação, inspeção e manutenção, assumindo responsabilidade técnica por meio da devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Sua atuação garante que o sistema seja executado conforme critérios técnicos, legais e normativos.

Além disso, é esse profissional quem valida as soluções adotadas em campo, interpreta as exigências do Corpo de Bombeiros e assegura que o sistema de hidrantes opere conforme a ABNT NBR 13714. Assim, ele não apenas assina documentos, mas estrutura tecnicamente a confiabilidade do sistema, mitigando riscos operacionais e legais.

Inspeção visual e integridade estrutural garantem a prontidão do sistema em emergências externas.

Quando o sistema de hidrantes deve passar por inspeção técnica e testes operacionais para garantir sua disponibilidade em situação de emergência?

Antes da resposta, considere que a inspeção do sistema de hidrantes deve seguir periodicidade técnica definida, associada ao tipo de edificação, criticidade da ocupação e exigências do Corpo de Bombeiros.

Tabela de referência para inspeções e testes:

Tipo de Verificação Periodicidade Recomendada Objetivo do Ensaio
Inspeção visual dos hidrantes Mensal Verificar integridade, lacres, acessos e sinalização
Teste funcional da rede Trimestral Avaliar funcionamento hidráulico e acionamentos
Teste de pressão e vazão Semestral Confirmar desempenho hidráulico do sistema
Revisão completa do sistema Anual Garantir conformidade geral e atualização técnica

Qual é a importância do dimensionamento hidráulico correto para que o ponto mais desfavorável mantenha pressão e vazão adequadas?

O dimensionamento hidráulico é o que garante que o sistema funcione de fato durante um incêndio, principalmente no ponto mais distante e mais alto da edificação. Ele determina diâmetros, perdas de carga, potências de bomba e volumes de reserva para assegurar pressão e vazão mínimas conforme a ABNT NBR 13714.

Tópicos fundamentais no dimensionamento hidráulico:
Pressão dinâmica
Vazão mínima por hidrante
Perda de carga distribuída
Perda de carga localizada
Altura manométrica total
Critério do ponto mais desfavorável
Desempenho da bomba principal

Elemento indispensável na infraestrutura de prevenção e proteção coletiva.

Por que a bomba de incêndio principal deve operar junto com a bomba jockey em sistemas de hidrantes pressurizados?

A bomba jockey mantém a rede levemente pressurizada em condições normais, evitando a queda de pressão que faria a bomba principal atuar desnecessariamente. Dessa forma, ela preserva a vida útil da bomba principal, reduz partidas mecânicas excessivas e mantém o sistema em estado de prontidão constante.

Além disso, quando ocorre uma demanda real de combate ao incêndio, a queda súbita de pressão supera o limite controlado pela bomba jockey, acionando automaticamente a bomba principal. Ou seja, a jockey atua como estabilizador do sistema, enquanto a principal entra em cena na condição de emergência, garantindo vazão e pressão adequadas.

Curso Como Instalar Hidrantes: Onde devem ser localizados os pontos de hidrantes e mangotinhos para garantir cobertura eficiente e atendimento às rotas de fuga?

Antes da resposta direta, é importante entender que a localização dos hidrantes deve considerar o alcance efetivo da mangueira, a geometria do ambiente e a rota de fuga dos ocupantes.

Tabela orientativa de localização:

Critério de Localização Aplicação Técnica
Próximo às rotas de fuga Facilita acesso rápido pela brigada
Áreas de risco elevado Garante resposta imediata
Distância máxima de alcance Compatível com o comprimento da mangueira
Proximidade de escadas e corredores Maximiza cobertura da edificação
Acesso desobstruído Evita perda de tempo operacional

Qual componente do sistema de hidrantes controla diretamente a vazão e estabiliza a pressão durante o combate?

Esse controle depende de um conjunto hidráulico e operacional bem integrado. O controle da vazão ocorre principalmente no ponto de uso, enquanto a estabilidade da pressão depende do sistema de bombeamento.

Tópicos técnicos associados ao controle hidráulico:
Esguicho regulável
Registro de hidrante
Válvula de retenção
Bomba de incêndio principal
Bomba jockey
Chave de fluxo
Válvula de controle e recalque

Quando ocorre a perda de eficiência do sistema de hidrantes em função de vazamentos e falhas de estanqueidade?

A perda de eficiência ocorre quando o sistema passa a ter microvazamentos contínuos, conexões com vedação comprometida ou corrosão interna nas tubulações. Nesses casos, mesmo que a bomba funcione corretamente, a pressão se dissipa ao longo da rede, reduzindo drasticamente o desempenho nos pontos de hidrante.

Além disso, falhas de estanqueidade aceleram o acionamento indevido da bomba jockey, aumentam o consumo energético e mascaram problemas maiores. Se não houver inspeção periódica e testes de pressão, o sistema pode aparentar funcionalidade enquanto na realidade já perdeu capacidade operacional em uma situação de emergência.

Curso Como Instalar Hidrantes : Localização estratégica facilita o acesso e reduz o tempo de resposta no combate inicial.

Curso Como Instalar Hidrantes : Localização estratégica facilita o acesso e reduz o tempo de resposta no combate inicial.

Qual a importância do Curso Como Instalar Hidrantes?

A importância do Curso Como Instalar Hidrantes está em formar profissionais capazes de garantir que os sistemas de hidrantes e mangotinhos funcionem de verdade quando o incêndio acontece, e não apenas no papel. Por meio de uma abordagem técnica e prática, o participante passa a compreender a lógica completa do sistema, desde a fonte de abastecimento, passando pela pressurização, até o desempenho na ponta do hidrante. Isso impacto diretamente na preservação de vidas, na contenção do incêndio ainda na fase inicial e na redução de perdas patrimoniais, sempre com base na ABNT NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.

Além disso, o curso fortalece a cultura de prevenção e manutenção contínua, reduzindo falhas operacionais que normalmente surgem por negligência ou desconhecimento técnico. Ao alinhar prática de campo, leitura de projetos e aplicação de procedimentos normativos conforme a ABNT NBR 13714, o profissional deixa de atuar por tentativa e erro e passa a tomar decisões fundamentadas, aumentando a confiabilidade do sistema, apoiando a brigada de incêndio e reforçando a segurança coletiva em ambientes industriais, comerciais e prediais.

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Como Instalar e Hidrantes

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE HIDRANTES (NOÇÕES BÁSICAS)
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos dos Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos (6 Horas)

Introdução técnica aos sistemas de hidrantes e mangotinhos.
Princípios de combate a incêndio por água como agente extintor.
Classificação dos sistemas de hidrantes e suas aplicações em edificações.
Diferença entre hidrantes simples, hidrantes duplos e sistemas de mangotinho.
Componentes básicos do sistema.
Conceito de projeto preventivo contra incêndio.
Responsabilidade do profissional legalmente habilitado.
Órgão competente, análise e aprovação do projeto.

MÓDULO 2 – Hidráulica Aplicada a Sistemas de Hidrantes (6 Horas)

Conceitos de pressão, vazão e perda de carga.
Principais características da pressão exercida pelos fluidos.
Aplicação da equação de conservação da massa e da energia.
Fluxo em tubulações pressurizadas.
Altura manométrica total.
Perdas distribuídas e localizadas.
Dimensionamento hidráulico básico de redes de hidrantes.
Aplicação do tubo de Pitot e medição de vazão.
Análise de desempenho hidráulico em pontos mais desfavoráveis.

MÓDULO 3 – Componentes do Sistema de Hidrantes (6 Horas)

Hidrante de coluna e curva dissimétrica com flanges.
Registro com flanges e cabeçote.
Tubulações e conexões.
Luvas de junta elástica e tê ponta-ponta.
Válvulas de abertura para hidrantes e mangotinhos.
Arruelas de borracha para flange e conjunto de parafusos.
Anéis de vedação e testes de estanqueidade.
Esguichos, engates, uniões e dispositivos de recalque.
Mangueiras de incêndio e mangotinho com mangueira semirrígida.
Abrigos de hidrantes e mangotinhos.
Carrete axial, jato compacto e regulável.

MÓDULO 4 – Reservatórios e Fontes de Abastecimento (6 Horas)

Reservatórios elevados, ao nível do solo, semi enterrados e subterrâneos.
Reserva técnica de incêndio.
Fontes naturais de água: rios, lagos, açudes e lagoas.
Alimentação natural por adufas, canais e condutos.
Níveis mínimos de água para sucção segura.
Largura mínima de canais e adufas em função da vazão.
Tomada lateral e superior de sucção.
Condição positiva de sucção (NPSH – Altura líquida positiva de sucção, explicada integralmente conforme exigido).

MÓDULO 5 – Bombas de Incêndio e Sistemas de Pressurização (8 Horas)

Bombas centrífugas de incêndio.
Bomba principal elétrica.
Bomba principal com motor de combustão interna.
Bomba de pressurização tipo jockey.
Bomba de reforço.
Inibidor de vórtice.
Arrefecimento da bomba elétrica principal.
Cavalete de automação das bombas.
Esquema de ligação elétrica para acionamento automático.
Válvula de retenção e válvula de gaveta.
Chave de fluxo com retardo.
Sistema de automação e pressurização.
Esquema hidráulico para atendimento dos pontos mais desfavoráveis.

MÓDULO 6 – Projeto, Dimensionamento e Planilhas de Cálculo (4 Horas)

Elaboração de projeto para sistemas de hidrantes e mangotinhos.
Localização e dimensionamento dos pontos de hidrantes.
Altura da edificação e influência no sistema.
Memorial descritivo do sistema.
Planilha de dimensionamento hidráulico.
Cálculo de reservação de incêndio.
Dimensionamento básico de bombas de incêndio.
Interpretação de plantas e memoriais técnicos.

MÓDULO 7 – Instalação, Ensaios e Vistoria (4 Horas)

Procedimentos de execução e instalação dos sistemas.
Sequência de montagem dos componentes.
Verificação de conformidade da instalação.
Ensaio de estanqueidade.
Ensaio de funcionamento do sistema.
Verificação de vazão e pressão nos pontos.
Teste operacional das bombas.
Execução de vistoria técnica.
Preparação para inspeção do Corpo de Bombeiros.

MÓDULO 8 – Inspeção, Aceitação e Manutenção (4 Horas)

Critérios de aceitação do sistema.
Plano de manutenção preventiva.
Manutenção corretiva e testes periódicos.
Inspeção visual e funcional.
Controle de registros, válvulas e dispositivos.
Testes periódicos de bombas e reservas de água.
Interface com brigada de incêndio.
Relatórios de manutenção e rastreabilidade técnica.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Como Instalar Hidrantes

Curso Como Instalar Hidrantes

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Como Instalar Hidrantes

Curso Como Instalar Hidrantes

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;

NR 23 – Proteção contra incêndio;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;

ABNT NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio;
ABNT NBR 16021 – Válvula e acessórios para hidrante;
ABNT NBR 5667 – Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil;

ABNT NBR 12779 – Mangueira de incêndio – Inspeção, manutenção e cuidados;

ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;

Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Como Instalar Hidrantes

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CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO COMO INSTALAR HIDRANTES:

O hidrante é parte da rota de decisão
A posição do hidrante interfere diretamente na estratégia da brigada. Mal localizado ele aumenta tempo de resposta, cansa operando e compromete o raio de ação do combate inicial.

Quanto mais alto o prédio mais crítico o sistema
Em edificações altas a simples elevação geográfica já gera perda de pressão suficiente para inviabilizar o funcionamento se não houver bomba de reforço e setorização hidráulica bem projetada.

Bomba Jockey salva o sistema antes do incêndio
A bomba de pressurização tipo jockey mantém a rede pressurizada o tempo todo. Ela reduz partidas desnecessárias da bomba principal e evita desgaste prematuro. Quando não existe ou está mal regulada o sistema envelhece em silêncio.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Como Executar Instalação e Manutenção em Hidrantes;
Principais características da pressão exercida pelos fluidos;
Aplicação da equação de conservação da massa e energia;
Água como agente extintor e componentes dos sistemas;
Elaboração de projeto para sistema de hidrantes e mangotinhos;
Emprego de planilha de cálculo: Reservatório elevado e subterrâneo;
Esguichos, mangueiras, abrigos e mangotinhos;
Tubulações e conexões;
Bombas centrífugas e reservatórios;
Relação dos componentes do Hidrante: Hidrante de Coluna e curva Dissimétrica com Flanges;
Registro com flanges e cabeçote;
Luvas de junta elástica e tê ponta-ponta;
Arruela de borracha para flange e parafusos;
Anéis de Borracha e teste de Pitot;
Requisitos gerais e específicos;
Reservatórios e bombas de incêndio;
Aceitação do sistema, vistoria e plano de manutenção;
Aplicabilidade dos sistemas;
Altura da edificação e bomba principal;
Bomba de pressurização, jockey e de reforço;
Carrete axial, dispositivo de recalque, esguicho e hidrante;
Inibidor de vórtice, instalador e jato compacto;
Mangotinho, memorial, órgão competente e poço de sucção;
Profissional legalmente habilitado, projetista e projeto;
Reserva de incêndio, rota de fuga e sistema de hidrantes e mangotinhos;
Tubulação, válvulas e recalque;
Alarme e tipos de sistemas;
Válvulas de abertura para hidrantes ou mangotinhos;
Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho;
Localização e dimensionamento;
Uniões, engates, instrumentos e medidas administrativas;
Aceitação, vistoria e manutenção;
Reservatórios ao nível do solo, semi enterrados ou subterrâneos;
Tomada superior e lateral de sucção para bomba principal;
Fontes naturais, lagos, rios, açudes e lagoas;
Alimentação natural de reservatório por adufa, canal ou conduto;
Níveis de água e largura mínimas para canais e adufas em função da vazão e alimentação;
Bomba elétrica e de combustão interna;
Condição positiva de sucção da bomba principal;
Cavalete de automatização das bombas principal e de pressurização;
Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos e de combustão interna;
Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio;
Bomba de reforço, válvula de gaveta e t=retenção, chave do fluxo com retardo e pontos de hidrantes e mangotinhos;
Registro de recalque e reservatório de água;
Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes e mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente;
Arrefecimento da bomba principal elétrica;
Aceitação do sistema, vistoria periódica e plano de manutenção;
Inspeção visual, ensaio de estanqueidade e de funcionamento e vistoria periódica;
Brigada de incêndio e instalação;
Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira;
Hidrante duplo com mangueira semi rígida acoplada;

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores..

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Curso Como Instalar Hidrantes

Saiba Mais: Curso Como Instalar Hidrantes

23.1 Todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção de incêndios, em conformidade com a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis.
23.1.1 O empregador deve providenciar para todos os trabalhadores informações sobre:
a) utilização dos equipamentos de combate ao incêndio;
b) procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança;
c) dispositivos de alarme existentes.
23.2 Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência.
23.3 As aberturas, saídas e vias de passagem devem ser claramente assinaladas por meio de placas ou sinais luminosos, indicando a direção da saída.
23.4 Nenhuma saída de emergência deverá ser fechada à chave ou presa durante a jornada de trabalho.
23.5 As saídas de emergência podem ser equipadas com dispositivos de travamento que permitam fácil abertura do interior do estabelecimento.
F: NR 23.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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