Nome Técnico: EXECUÇÃO ANÁLISE TÉCNICA DE ODORES ATMOSFÉRICOS – CONFORME DECRETO 8468/76 (CETESB) – PREVENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
Referência: 52017
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Análise Técnica Odores
O objetivo da Análise de Emissão de Odores Atmosféricos é identificar, caracterizar e diagnosticar tecnicamente a emissão de odores atmosféricos provenientes de processos industriais, estações de tratamento, resíduos ou outras fontes com potencial poluidor, com base em critérios sensoriais, normativos e ambientais.
Essa análise serve para:
Determinar a origem, intensidade, frequência e dispersão dos odores percebidos no ambiente interno ou externo;
Avaliar o impacto ambiental e social causado à vizinhança e a receptores sensíveis (escolas, residências, hospitais);
Subsidiar medidas corretivas e mitigadoras (como enclausuramento, filtragem, mudança de processo ou controle operacional);
Blindar juridicamente o empreendimento em processos de licenciamento, autuações, perícias ou ações civis públicas.

Odores atmosféricos se dispersam de forma irregular conforme condições meteorológicas locais. Inspeções técnicas devem considerar topografia, vento e sensibilidade do entorno.
O que é a análise técnica de odores e por que ela vai além do simples incômodo?
A análise técnica de odores não se limita a identificar maus cheiros: ela investiga a origem, a natureza química dos compostos envolvidos e os impactos potenciais à saúde e à vizinhança. Portanto, o foco é técnico, sensorial e normativo.
Esse serviço considera fatores como intensidade, frequência, persistência e a sensibilidade dos receptores. Assim, mesmo um odor “suportável” pode ser enquadrado como poluição atmosférica se for recorrente ou associado a compostos perigosos.
Análise de Emissão de Odores Atmosféricos: CETESB
A CETESB pode exigir a análise técnica sempre que há denúncia formal de incômodo olfativo, quando o empreendimento está em processo de licenciamento, ou nos casos de autos de infração ambiental relacionados à poluição do ar.
Também é comum essa exigência em áreas urbanas, próximas a unidades de tratamento de efluentes, compostagem, curtumes, frigoríficos ou indústrias químicas. Então, o histórico de reincidência e a localização do receptor influenciam diretamente na obrigatoriedade do estudo.
Quais tipos de compostos geralmente causam incômodo odorífero?
Os principais compostos relacionados a odores desagradáveis incluem:
sulfetos (como H₂S)
amônia (NH₃)
compostos orgânicos voláteis (VOCs)
mercaptanas.
Eles estão presentes em diversos processos industriais, de tratamento de resíduos ou esgoto. Assim, a depender do composto, a percepção olfativa ocorre muito antes de alcançar níveis tóxicos, o que justifica ações preventivas. A avaliação técnica é essencial para evitar a banalização ou negligência desses sinais.

Pluma atmosférica visível – diagnóstico técnico deve considerar intensidade, direção do vento e percepção da vizinhança. Odores perceptíveis nem sempre estão visíveis, e o contrário também é verdade
Avaliação de odores: na fonte ou receptor
Idealmente, a Análise de Emissão de Odores Atmosféricos deve considerar ambos os pontos. Portanto, a avaliação na fonte identifica a origem técnica do problema. Já a análise no receptor sensível (vizinhança, escolas, residências) comprova o alcance e o impacto real do odor.
Esse cruzamento de informações (intensidade x dispersão x sensibilidade do receptor) fortalece o laudo técnico e define medidas eficazes, como enclausuramento, tratamento de gases ou readequação de processos.
Para que serve o relatório técnico de odores com emissão de ART?
O relatório técnico formaliza o diagnóstico, aponta responsabilidades, sugere medidas corretivas e protege tecnicamente o empreendimento diante da CETESB, Ministério Público ou em eventuais perícias judiciais.
A ART (caso contratada) comprova que o serviço foi executado por profissional legalmente habilitado, conferindo legitimidade técnica e valor jurídico ao documento. Então, trata-se de uma blindagem contra interpretações subjetivas ou acusações sem respaldo.
Análise de Emissão de Odores Atmosféricos: Diferença entre avaliação técnica e avaliação quantitativa de odores
A Análise de Emissão de Odores Atmosféricos exige precisão técnica, mas também discernimento estratégico. Portanto, nem todo caso requer equipamentos de alta complexidade e nem toda percepção olfativa deve ser tratada com subjetividade. Por isso, entender a diferença entre avaliação técnica e avaliação quantitativa é essencial para definir o caminho mais eficiente, conforme o tipo de risco, o histórico do local e a exigência do órgão ambiental. A tabela a seguir compara os dois formatos:
| Critério | Avaliação Técnica | Avaliação Quantitativa |
|---|---|---|
| Abordagem | Sensorial e qualitativa | Laboratorial e numérica |
| Ferramentas | Painel técnico, inspeção in loco | GC-MS, detector de H₂S, tubos passivos |
| Aplicabilidade | Diagnóstico inicial, CETESB, defesa leve | Laudos judiciais, perícias, reincidências |
| Custo/tempo | Mais rápida e acessível | Mais robusta e onerosa |

Emissão concentrada por chaminés industriais – a avaliação técnica deve isolar fontes, identificar compostos potencialmente odoríferos e quantificar impacto conforme Decreto 8.468/76.
Quem contrata a análise técnica de odores?
Empresas com processos que envolvam emissão de gases, vapores ou resíduos com potencial odorífero: indústrias alimentícias, químicas, esgoto, fertilizantes, aterros, granjas, estações de tratamento e similares.
Empresas notificadas pela CETESB, com passivo ambiental, que buscam blindar suas operações ou atuam em áreas com alta sensibilidade de vizinhança devem contratar a análise técnica de odores. Dessa forma, também é recomendável antecipar-se e incluí-la preventivamente no processo de licenciamento.
Análise de Emissão de Odores Atmosféricos: Odores são considerados poluição atmosférica pela legislação
Porque odores, mesmo sem toxicidade imediata, afetam o bem-estar, a saúde mental e a qualidade de vida da população exposta. Bem como, o Decreto Estadual nº 8.468/76 considera qualquer alteração perceptível no ar como passível de controle e sanção.
Além disso, odores persistentes indicam falhas em processos, contenção de emissões ou gestão ambiental, o que configura passivo técnico e jurídico. Empresas que tratam isso como “cheiro normal do processo” ignoram o risco de autuações e ações civis.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Análise Técnica Odores
EXECUÇÃO ANÁLISE TÉCNICA DE ODORES ATMOSFÉRICOS – CONFORME DECRETO 8468/76 (CETESB) – PREVENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
Objeto do Serviço
Execução de análise técnica dos odores atmosféricos provenientes de atividades, processos ou instalações com potencial de emissão odorífera, com o objetivo de diagnosticar, quantificar (quando aplicável) e propor medidas corretivas/preventivas, conforme exigências legais do Decreto Estadual nº 8.468/76. O resultado será formalizado em Relatório Técnico com emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.
Escopo Técnico e Metodologia
Etapas técnicas previstas:
Diagnóstico preliminar
Levantamento de processos com potencial gerador de odores (unidades de tratamento, compostagem, ETE, fontes difusas);
Avaliação de relatórios ambientais preexistentes, licenciamentos ou autos de infração anteriores (quando houver).
Inspeção técnica in loco
Identificação de pontos críticos de emissão;
Avaliação das condições meteorológicas locais (velocidade e direção do vento, umidade relativa e temperatura).
Registro georreferenciado de vizinhança e potenciais receptores sensíveis (escolas, residências, hospitais).
Análise sensorial e técnica (qualitativa e indicativa)
Aplicação de metodologia por reconhecimento sensorial (painel olfativo técnico) conforme diretrizes internacionais;
Quando exigido, uso de métodos indiretos para identificação de compostos (VOC, H2S, NH3, etc.).
Classificação do incômodo
Com base em critérios de intensidade, frequência e duração;
Aplicação do conceito de incômodo público ou individual conforme jurisprudência ambiental e normatização local (CETESB/CONSEMA).
Recomendações e medidas técnicas
Orientações para mitigação de emissão (ex: enclausuramento, biofiltros, alteração de processo);
Diretrizes para controle operacional e monitoramento periódico.
Elaboração do Relatório Técnico e emissão de ART
Relatório técnico com diagnóstico completo, evidências fotográficas, critérios técnicos adotados, conclusão e plano de ação (se necessário);
Emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) vinculada ao CREA/CFT, conforme habilitação profissional.
Aplicabilidade do Serviço
Atende empresas notificadas pela CETESB por emissão de odores;
Aplicável em processos de licenciamento ambiental, renovação ou adequação;
Suporte técnico em defesas administrativas, perícias e ações civis públicas;
Instrumento preventivo para evitar autuações por incômodo ambiental.
Responsabilidade Técnica e Legal
A execução será realizada por profissional legalmente habilitado, com ART registrada, assumindo a responsabilidade técnica pelas medições, diagnóstico e recomendações apresentadas. O Relatório Técnico poderá ser utilizado como peça de defesa, comprovação de conformidade ou evidência para planos de adequação ambiental.
TESTES, ENSAIOIS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
É pertinente incluir testes, ensaios e avaliação quantitativa, desde que tecnicamente justificados pela fonte emissora, pela complexidade do caso ou por exigência formal da CETESB.
TESTES E ENSAIOS
Painel olfativo técnico (VDI 3882, EN 13725)
Teste de campo sensorial com técnico treinado (metodologia CETESB)
Inspeção em pontos críticos com registros fotográficos e anotações técnicas
Utilização de detectores portáteis (ex: H₂S, NH₃) para detecção instantânea
Avaliação do incômodo por intensidade, frequência e persistência do odor
AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS
Medição de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs) via GC-MS ou TO-15
Quantificação de sulfetos (ex: H₂S) por espectrofotometria ou eletroquímica
Determinação de amônia (NH₃) por método colorimétrico (Nessler ou indofenol)
Amostragem passiva com tubos adsorventes (ex: Tenax, carvão ativado)
Modelagem de dispersão com base em dados meteorológicos e concentrações medidas
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Análise Técnica Odores



