Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA E PREDITIVA EM BOMBAS DE CONCRETO
Referência: 94589
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Manutenção Bomba Concreto
O objetivo do Curso Manutenção Bomba Concreto é capacitar o participante a compreender, analisar e estruturar, de forma técnica e racional, a manutenção preventiva, corretiva e preditiva em bombas de concreto, partindo dos princípios de funcionamento do sistema de bombeamento, das interações entre componentes hidráulicos, mecânicos e elétricos e dos impactos operacionais causados por falhas, desgaste e uso inadequado. Logo, o curso desenvolve a capacidade de leitura crítica dos manuais técnicos, interpretação de parâmetros operacionais, identificação de riscos e compreensão das condições que levam à degradação do equipamento, sempre sob a ótica da NR 12, que rege os princípios de proteção e segurança em ambientes industriais.
Além disso, o curso busca formar profissionais com visão sistêmica sobre confiabilidade operacional, segurança e continuidade de operação, reduzindo intervenções empíricas e aumentando a assertividade técnica na tomada de decisão. Dessa forma, o aluno passa a entender como a manutenção bem aplicada influencia diretamente na produtividade, na redução de falhas críticas, na segurança dos operadores e na vida útil do equipamento, alinhando suas ações aos requisitos da NR 12, que estabelece os fundamentos legais e técnicos para atuação segura em máquinas e equipamentos industriais.

Quem deve ser o responsável técnico pela definição dos planos de manutenção preventiva em bombas de concreto dentro de um canteiro de obras?
O responsável técnico deve ser um profissional legalmente habilitado, com domínio em máquinas e equipamentos industriais, preferencialmente com formação em engenharia mecânica, elétrica ou tecnológica correlata, além de conhecimento específico em sistemas de bombeamento e manutenção. Dessa maneira, ele é quem garante que os planos estejam alinhados com os requisitos do fabricante, com a NR 12 e com as condições reais de operação do equipamento.
Além disso, esse profissional assume o papel estratégico de análise de risco, definição de periodicidade de manutenção, padronização de procedimentos e validação técnica das intervenções. Portanto, sua atuação impacta diretamente na segurança operacional, na confiabilidade do equipamento e na redução de falhas críticas durante o bombeamento de concreto.
Quando a manutenção corretiva em uma bomba de concreto deixa de ser uma solução aceitável e passa a representar um risco operacional grave?
A manutenção corretiva só é tecnicamente aceitável quando representa uma ação pontual e não recorrente. Portanto, a partir do momento em que ela se torna rotina, indica falha na gestão de manutenção e passa a comprometer a segurança, a confiabilidade e a integridade do equipamento.
| Fator Avaliado | Condição Ainda Aceitável | Condição Crítica |
|---|---|---|
| Frequência de falhas | Ocorre de forma isolada | Ocorre repetidamente |
| Impacto na operação | Interrupções pontuais | Paradas constantes |
| Controle técnico | Existe histórico e planejamento | Não há controle sobre falhas |
| Custo de manutenção | Planejado e previsível | Emergencial e elevado |
| Nível de risco | Controlado | Elevado para operadores e estrutura |
Diferença prática entre manutenção preventiva e manutenção preditiva quando aplicadas ao sistema hidráulico de uma bomba de concreto
A diferença fundamental entre preventiva e preditiva está no critério de intervenção. Enquanto uma segue calendário, a outra segue condição real do equipamento.
Preventiva
Baseada em tempo de uso ou ciclos de operação
Intervenções programadas independentemente do estado do componente
Foco em evitar falhas previsíveis
Troca periódica de filtros, óleo e vedações
Preditiva
Baseada no estado real do equipamento
Monitoramento de pressão, temperatura, ruído e vibração
Intervenção apenas quando sinais de falha aparecem
Redução de trocas desnecessárias e aumento da vida útil

Por que a análise de ruídos e vibrações é considerada um dos principais indicadores de falhas em bombas de concreto?
A análise de ruídos e vibrações permite identificar alterações internas que ainda não geraram falha visível, mas já comprometem o sistema hidráulico e mecânico. Variações sonoras indicam cavitação, folgas internas, desgaste em pistões, desalinhamentos e falhas em rolamentos.
Além disso, ruídos e vibrações funcionam como uma linguagem do equipamento. Quando analisados tecnicamente, permitem antecipar falhas, planejar intervenções e evitar que pequenos defeitos evoluam para paradas críticas ou acidentes operacionais.
Onde normalmente se iniciam os primeiros sinais de desgaste crítico em uma bomba de concreto durante sua vida útil operacional?
Os primeiros sinais de desgaste surgem nos componentes submetidos a ciclos contínuos de pressão, impacto e atrito, especialmente em pontos críticos do sistema hidráulico e mecânico.
| Componente | Sinal Inicial de Desgaste | Consequência Técnica |
|---|---|---|
| Pistões de bombeamento | Perda de vedação gradual | Redução de eficiência |
| Válvula de distribuição | Ruído irregular no ciclo | Oscilação na vazão |
| Mangueiras | Microtrincas internas | Risco de ruptura |
| Engates e conexões | Microvazamentos | Perda de pressão |
| Sistema hidráulico | Aquecimento excessivo | Degradação de vedações |
Impacto técnico de não respeitar os parâmetros do fabricante na manutenção do sistema de bombeamento de concreto
Os parâmetros definidos pelo fabricante resultam de ensaios, simulações e limites físicos do equipamento. Logo, ignorá-los significa operar fora do envelope de segurança.
Aumento do desgaste prematuro dos componentes
Sobrecarga do sistema hidráulico e mecânico
Elevação do risco de falha estrutural
Comprometimento da segurança dos operadores
Redução drástica da vida útil da bomba
Por que a negligência na verificação do nível de óleo hidráulico pode comprometer todo o sistema de bombeamento?
A negligência na verificação do nível de óleo hidráulico provoca entrada de ar no sistema, cavitação, superaquecimento e perda de pressão, comprometendo diretamente o desempenho dos pistões e válvulas. O óleo hidráulico não apenas transmite força, mas também lubrifica, resfria e protege os componentes internos.
Além disso, níveis incorretos aceleram o desgaste das bombas hidráulicas, geram falhas intermitentes e podem causar danos irreversíveis. Ou seja, uma simples falha de rotina pode desencadear um colapso operacional completo.

Importância do Curso Manutenção Bomba Concreto
A importância do Curso Manutenção Bomba Concreto está em transformar a manutenção de bombas de concreto em uma atividade técnica consciente, estruturada e segura, substituindo práticas empíricas por critérios fundamentados em diagnóstico, planejamento e análise de condição. Nesse sentido, ao longo da formação, o participante compreende o funcionamento dos sistemas hidráulico, mecânico e elétrico da bomba, identifica fatores de desgaste e passa a atuar de forma preventiva e preditiva, reduzindo falhas operacionais, paradas não programadas e riscos de acidentes, sempre alinhado aos princípios da NR 12.
Além disso, o curso fortalece a cultura de segurança e confiabilidade dentro do contexto de obras e operações industriais, formando profissionais capazes de integrar a manutenção com gestão de riscos, produtividade e vida útil do equipamento. Dessa maneira, isso impacta diretamente na redução de custos, no aumento da disponibilidade da máquina e na proteção dos operadores, atendendo aos requisitos técnicos e legais estabelecidos pela NR 12, que é a referência normativa principal para segurança em máquinas e equipamentos.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Manutenção Bomba Concreto
CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA E PREDITIVA EM BOMBAS DE CONCRETO
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Técnicos das Bombas de Concreto (6 Horas)
Simbologia e terminologia técnica aplicada a bombas de concreto
Princípios de funcionamento de bombas estacionárias e autopropelidas
Classificação dos sistemas de bombeamento
Tipos de sistemas hidráulicos e sua função no ciclo de bombeamento
Função do alimentador, pistões e válvula de distribuição
Relação entre pressão, vazão e desempenho operacional
Influência do ambiente na degradação dos componentes
MÓDULO 2 – Leitura e Interpretação do Manual Técnico do Equipamento (4 Horas)
Importância do manual como documento técnico, legal e operacional
Estrutura técnica dos manuais de bombas de concreto
Limitações operacionais segundo fabricante
Intervalos de manutenção recomendados
Parâmetros críticos definidos pelo fabricante
Identificação de práticas não permitidas
Responsabilidade técnica na operação e manutenção
MÓDULO 3 – Identificação de Condições Perigosas e Riscos Operacionais (4 Horas)
Principais riscos mecânicos hidráulicos e elétricos
Condições perigosas associadas à operação e manutenção
Riscos de sobrepressão e falhas estruturais
Riscos associados ao uso de combustíveis e óleos hidráulicos
Interpretação técnica sob a ótica da NR 12
Relação com o gerenciamento de riscos da NR 01
MÓDULO 4 – Características Técnicas e Desempenho da Máquina (6 Horas)
Especificações técnicas e limites operacionais
Potência do motor e influência no desempenho da bomba
Relação entre pressão de bombeamento e vazão
Dimensão máxima dos agregados e impacto na operação
Altitude de bombeamento e perda de eficiência
Influência do comprimento e diâmetro da tubulação
MÓDULO 5 – Sistemas Hidráulico, Elétrico e de Alimentação (6 Horas)
Nível de óleo do motor e óleo hidráulico
Sistema de alimentação de combustível
Sistema elétrico e bateria
Tubulações hidráulicas e conexões
Identificação de falhas teóricas em circuitos hidráulicos
Importância da manutenção preditiva por análise funcional
MÓDULO 6 – Análise Técnica de Componentes Críticos (6 Horas)
Mangueiras de bombeamento e conexões
Engates rápidos e dispositivos de vedação
Válvula de distribuição
Válvula de segurança
Pistões de bombeamento
Ciclo de funcionamento e pontos críticos de desgaste
MÓDULO 7 – Teoria da Manutenção Preventiva, Corretiva e Preditiva (5 Horas)
Conceito e diferença entre manutenção preventiva, corretiva e preventiva baseada em condição
Análise de falhas e modos de falha aplicados às bombas de concreto
Interpretação de ruídos, vibração e perda de desempenho
Indicadores de entupimento e acúmulo de resíduos na tubulação
Impactos de misturas não homogêneas na integridade do sistema
MÓDULO 8 – Gestão Técnica da Manutenção e Documentação (3 Horas)
Registro técnico de manutenção
Rastreabilidade dos serviços realizados
Importância do histórico técnico do equipamento
Planejamento de manutenção conforme práticas normativas
Interface com sistemas de gestão de ativos e segurança
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Manutenção Bomba Concreto
Curso Manutenção Bomba Concreto
Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula
Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula
Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.
Curso Manutenção Bomba Concreto
Curso Manutenção Bomba Concreto
Curso Manutenção Bomba Concreto
Curso Manutenção Bomba Concreto
CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO MANUTENÇÃO BOMBA CONCRETO:
Pressão Interna Oculta
Durante o bombeamento de concreto a pressão interna dentro das tubulações pode ultrapassar 80 bar em determinadas condições, mesmo quando o operador acredita estar em faixa segura. Esse fenômeno ocorre principalmente em linha longa, com muitas curvas e mistura com baixa trabalhabilidade. Quando a bomba não está corretamente calibrada, a tendência é forçar o sistema hidráulico e acelerar a fadiga dos pistões.
Desgaste Invisível dos Pistões
Os pistões de bombeamento não se desgastam de forma linear. O desgaste ocorre primeiro na zona de vedação periférica, invisível a olho nu. Por isso uma bomba pode perder eficiência antes mesmo de apresentar vazamento visível.
Mistura Não Homogênea e Impacto na Manutenção
Pequenas variações no teor de água do concreto alteram drasticamente a carga de esforço do sistema de bombeamento. Uma mistura mais “seca” não apenas exige mais do motor, mas aumenta o desgaste das válvulas de distribuição e dos cilindros de bombeamento.
O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.
Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Conscientização sobre a Importância do Manual de Instrução do Equipamento;
Instruções Básicas e Exemplos de Condições Perigosas;
Especificações da Máquina e Visão Geral da Máquina;
Avaliar a Funcionalidade e Conservação do Equipamento;
Nível de óleo do Motor e Óleo Hidráulico e Nível de Combustível e Água;
Conexão e vazamentos das mangueiras;
Ruídos e Bateria;
Parte elétrica e Tubulação;
Engates e Borrachas de vedação;
Registro de saída de ar e Alimentação do Motor;
Potência do Motor e Sistema de Bomba;
Dimensão Máxima de Grãos e Vazão Real;
Pressão de Bombeamento e Capacidade do Alimentador;
Altura da Boca de Carga, Saída e Tubulação;
Entupimento da bomba e Resíduos na Tubulação;
Misturas Não Homogêneas;
Válvula de Distribuição e Válvula de Segurança;
Processamento e Pistões de Bombeamento.
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Curso Manutenção Bomba Concreto
Saiba Mais: Curso Manutenção Bomba Concreto
12.11 Manutenção, inspeção, preparação, ajuste, reparo e limpeza.
12.11.1 As máquinas e equipamentos devem ser submetidos a manutenções na forma e periodicidade determinada pelo fabricante, por profissional legalmente habilitado ou por profissional qualificado, conforme as normas técnicas oficiais ou normas técnicas
internacionais aplicáveis.
12.11.2 As manutenções devem ser registradas em livro próprio, ficha ou sistema informatizado interno da empresa, com os seguintes dados:
a) intervenções realizadas;
b) data da realização de cada intervenção;
c) serviço realizado;
d) peças reparadas ou substituídas;
e) condições de segurança do equipamento;
f) indicação conclusiva quanto às condições de segurança da máquina; e
g) nome do responsável pela execução das intervenções.
12.11.2.1 O registro das manutenções deve ficar disponível aos trabalhadores envolvidos na operação, manutenção e reparos, bem como à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, ao Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT e à Auditoria Fiscal do Trabalho. (redação vigente até 19 de março de 2023)
12.11.2.1 O registro das manutenções deve ficar disponível aos trabalhadores envolvidos na operação, manutenção e reparos, bem como à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio – CIPA, ao Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT e à Auditoria Fiscal do Trabalho. (Portaria MTP nº 4.219, de 20 de dezembro de 2022 – redação que entra em vigor no dia 20 de março de 2023)
12.11.2.2 As manutenções de itens que influenciem na segurança devem:
a) no caso de preventivas, possuir cronograma de execução;
b) no caso de preditivas, possuir descrição das técnicas de análise e meios de supervisão centralizados ou de amostragem.
12.11.3 A manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras intervenções que se fizerem necessárias devem ser executadas por profissionais capacitados, qualificados ou legalmente habilitados, formalmente autorizados pelo empregador, com as máquinas e equipamentos parados e adoção dos seguintes procedimentos:
a) isolamento e descarga de todas as fontes de energia das máquinas e equipamentos, de modo visível ou facilmente identificável por meio dos dispositivos de comando;
b) bloqueio mecânico e elétrico na posição “desligado” ou “fechado” de todos os dispositivos de corte de fontes de energia, a fim de impedir a reenergização, e sinalização com cartão ou etiqueta de bloqueio contendo o horário e a data do bloqueio, o motivo da manutenção e o nome do responsável;
c) medidas que garantam que à jusante dos pontos de corte de energia não exista possibilidade de gerar risco de acidentes;
d) medidas adicionais de segurança, quando for realizada manutenção, inspeção e reparos de máquinas ou equipamentos sustentadas somente por sistemas hidráulicos e pneumáticos; e
e) sistemas de retenção com trava mecânica, para evitar o movimento de retorno acidental de partes basculadas ou articuladas abertas das máquinas e equipamentos.
F: NR 12
01 – URL FOTO: Licensor’s author: Freepik
02 – URL FOTO: Licensor’s author: Demkat – Freepik.com
03 – URL FOTO: Licensor’s author: another69 – Freepik.com
04 – URL FOTO: Licensor’s author: Lens Whisper Tales – Freepik.com