Nome Técnico: Elaboração de Projeto Executivo de Sistema de Proteção Contra Quedas para a Manutenção de Pontes Rolantes + Emissão de Relatório Técnico
Referência: 201876
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Projeto de Sistema de Proteção Contra Quedas em Pontes Rolantes?
O objetivo do Projeto de Sistema de Proteção Contra Quedas em Pontes Rolantes é garantir a segurança dos trabalhadores que operam ou realizam manutenção em pontes rolantes, prevenindo quedas e reduzindo os riscos de acidentes durante as atividades realizadas nessas estruturas elevadas. Este tipo de projeto visa implementar medidas e dispositivos específicos que protejam os trabalhadores em situações onde haja o risco de queda, como o uso de sistemas de ancoragem, linhas de ancoragem, passarelas e outros equipamentos de proteção coletiva (EPCs) adequados para as particularidades das pontes rolantes. O projeto também deve estar alinhado com as normas e regulamentações de segurança do trabalho, garantindo a conformidade com as exigências legais e promovendo um ambiente de trabalho seguro para os colaboradores que operam e realizam atividades em pontes rolantes.
Quais são os principais componentes de um sistema de proteção contra quedas para pontes rolantes?
Os principais componentes de um sistema de proteção contra quedas para pontes rolantes incluem:
Linha de Ancoragem: Também conhecida popularmente como “Linha de Vida” consiste em um cabo de aço ou trilho instalado ao longo da ponte rolante, permitindo que os trabalhadores se conectem com segurança durante a manutenção. Em caso de queda, a linha de vida garante que o trabalhador fique suspenso e protegido.
Dispositivos de Ancoragem: São pontos de fixação seguros onde os trabalhadores podem conectar seus equipamentos de proteção individual, como cintos de segurança ou talabartes.
Guarda-Corpos: Instalados ao redor de áreas abertas ou desprotegidas da ponte rolante, os guarda-corpos ajudam a prevenir quedas acidentais de trabalhadores.
Redes de Segurança: Podem ser instaladas em áreas específicas para oferecer uma camada adicional de proteção contra quedas de objetos ou pessoas.
Sinalização e Treinamento: A sinalização adequada e o treinamento dos trabalhadores são componentes essenciais para garantir que o sistema de proteção contra quedas seja utilizado corretamente e que os riscos sejam devidamente compreendidos.
Esses componentes trabalham em conjunto para garantir a segurança dos trabalhadores durante a manutenção de pontes rolantes, minimizando os riscos de acidentes relacionados a quedas.
Como a elaboração do projeto executivo contribui para a redução de acidentes em pontes rolantes?
A elaboração do projeto executivo contribui para a redução de acidentes em pontes rolantes de diversas maneiras:
Identificação de Riscos: Durante a elaboração do projeto, são identificados os potenciais riscos de acidentes relacionados à manutenção de pontes rolantes. Isso permite que medidas de segurança específicas sejam planejadas e implementadas para mitigar tais riscos.
Definição de Medidas Preventivas: O projeto executivo estabelece as medidas preventivas necessárias, como a instalação de sistemas de linha de vida, guarda-corpos, redes de segurança e outros dispositivos de proteção. Essas medidas visam evitar quedas de pessoas e objetos durante a manutenção.
Padronização de Procedimentos: A elaboração do projeto permite a padronização de procedimentos de segurança, garantindo que todos os trabalhadores envolvidos na manutenção das pontes rolantes estejam cientes das práticas seguras a serem seguidas.
Conformidade com Normas Técnicas: O projeto executivo assegura que a instalação do sistema de proteção contra quedas esteja em conformidade com as normas técnicas e regulamentações de segurança, garantindo a eficácia das medidas adotadas.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Projeto Antiqueda Ponte Rolante
Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo; Referências normativas; Termos e definições; Requisitos;
Equipamentos de ensaio estático; Equipamento para medição da força;
Velocidade de aplicação da força; Equipamentos de ensaio dinâmico;
Estrutura; Massas rígidas de aço; Dispositivo de desacoplamento rápido;
Equipamento de medição da força; Ensaio de ensaio;
Talabarte de ensaio para os dois primeiros usuários;
Exemplo de aparelho de ensaio de desempenho dinâmico para dispositivos de ancoragem tipo E;
Requisitos gerais para dispositivos de ancoragem;
Requisitos específicos para dispositivos de ancoragem;
Dispositivos de ancoragem tipo A; Dispositivos de ancoragem tipo B;
Dispositivos de ancoragem tipo D; Dispositivos de ancoragem tipo E;
Marcação e informações; Métodos de ensaio;
Ensaio de deformação; Ensaio de resistência dinâmica e integridade;
Ensaio de resistência estática; Ensaio de resistência dinâmica e integridade;
Ensaio de resistência dinâmica para múltiplos usuários;
Ensaio de suspensão pós retenção de queda;
Ensaio de suspensão pós retenção de queda para múltiplos usuários;
Informações fornecidas pelo fabricante;
Instruções para instalação; Relatórios de ensaios;
Recomendações de instalação, documentação de instalação e inspeções periódicas;
Informações sobre a instalação a serem fornecidas pelo fabricante;
Dispositivo temporário de ancoragem transportável;
Orientação sobre documentação a ser fornecida após a instalação;
Orientação sobre procedimentos de inspeção periódica;
Tipos de terminações para cabos de aços;
Tipos de terminações; Terminais prensados para cabos;
Diferenças entre esta Parte da ABNT NBR 16325, EN 795:2012 e a CEN/TS 16415:2013;
Exemplos de sistemas de ancoragem que incluem um dispositivo de ancoragem;
Exemplos de sistemas de ancoragem que não são abrangidos por esta Parte da ABNT NBR 16325;
Tipo A – Exemplos, não exaustivos, de dispositivo de ancoragem fixo;
por elemento de fixação e dispositivo de ancoragem fixo por ancoragem estrutura;
Tipo B-Exemplos, não exaustivos, de dispositivos de ancoragem transportável;
Tipo D-Exemplos, não exaustivos, de linhas de ancoragem rígidas horizontais;
Exemplo, não exaustivo, de dispositivo de ancoragem tipo E;
Exemplo de massa rígida de aço;
Procedimento de confecção do nó tipo “lais de guia”;
Talabarte de ensaio para ensaio dinâmico -Talabarte de ensaio para ensaio dinâmico com massa de 200 kg;
Exemplo de aparelho de ensaio de desempenho dinâmico para dispositivos de ancoragem tipo E;
Ensaio dinâmico para dispositivos de ancoragem tipo B com perna(s) e ponto(s) de ancoragem em nenhuma perna;
Ensaio de força estática para dispositivo de ancoragem tipo B com pernas e ponto de ancoragem central;
Ensaio de força estática para dispositivos de ancoragem tipo B com pernas e ponto de ancoragem em uma das pernas;
Exemplo de disposição de ensaio de dispositivo de ancoragem tipo D incluindo balanço;
Exemplo de disposição de ensaio de dispositivo de ancoragem tipo D incluindo;
junta ou junção de linha de ancoragem rígida e ancoragem em curva;
Exemplo de pictograma para indicação de leitura do manual de instruções;
Sugestão de pictograma para indicação de uso exclusivo para trabalho em altura;
Exemplo de plano esquemático de instalação; Exemplo de procedimento para inspeção periódica;
Exemplos de terminações disponíveis e taxas de eficiências em diferentes terminações de cabo de aço;
Exemplo de terminal de laço de cabo de aço; Exemplos de terminais prensados;
Diferenças entre esta Parte da Norma e a EN795:2012 e CEN/TS 16415:2013.
F: NBR 16325-1
Equipamento para medição da força em linhas horizontais;
Requisitos gerais para dispositivos de ancoragem;
Requisitos de ensaio; Deformação;
Resistência dinâmica e integridade; Resistência estática;
Ensaio de resistência dinâmica e de integridade; Vão único; Väos múltiplos;
Ensaio de resistência dinâmica e integridade para múltiplos usuários;
Complexidades de uma linha de vida horizontal flexível;
Linhas de vida flexível horizontal permanente;
Linhas de vida flexível horizontal temporária;
Exemplos de tipos de terminações para cabos de aços;
Diferenças entre esta Parte da ABNT NBR 16325-2, EN 795:2012 e a CEN/TS 16415:2013;
Tipo C – Exemplos, não exaustivos, de dispositivos de ancoragem utilizados em linhas de vida horizontal flexível;
Procedimento de confecção do nó tipo “Lais de guia”;
Exemplo de dispositivo de ancoragem tipo C com vão único, disposição de ensaio;
Exemplo de dispositivo de ancoragem tipo C com múltiplos vãos, disposição de ensaio sem canto;
Exemplo de dispositivo de ancoragem tipo C com múltiplos vãos, disposição de ensaio com canto;
Exemplos de terminações disponíveis e taxas de eficiência em diferentes terminações de cabo de aço.
F: NBR 16325-2
Escopo do Projeto de adequação das pontes rolantes;
Requisitos da Norma Regulamentadora NR-35 e demais Normas e Legislações Aplicáveis;
Elaboração de projeto executivo para adequação das pontes rolantes;
Documentações necessárias para posterior contratação de empresa para implementação;
Sistemas de Proteção Contra Quedas (SPQ);
Sistemas de Ancoragem; Linhas de Vida; Passarelas;
Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC);
Adequação das pontes rolantes à NR-35;
Trabalho em altura; Acesso aos equipamentos com segurança;
Auditoria de certificação à NR-35;
Cronograma prévio para confecção e entrega do serviço;
Detalhamento dos custos envolvidos;
Envio de documentos para o processo de integração descrito nos anexos;
Portfólio/atestado de capacitação/comprovação de experiências;
Atendimento ao processo de integração de segurança e meio ambiente da empresa contratante;
Responsabilidade da contratada em arcar com despesas necessárias à execução dos serviços;
Custos e obrigações com encargos trabalhistas, sociais e previdenciários;
Visita técnica obrigatória; Cumprimento do cronograma da atividade proposta;
Verificação das condições das ferramentas de trabalho dos colaboradores;
Aluguel e disponibilização de maquinários, plataformas elevatórias, andaimes, insumos e ferramental;
Armazenamento e organização dos materiais dentro da planta da empresa contratante;
Descarte correto dos resíduos gerados pelo serviço prestado;
Identificação dos pontos passíveis de bloqueio de energia;
Dispositivo de bloqueio; Etiqueta de identificação;
Cadeados pessoais; Procedimento LoTo (Lock-out Tag-out) como regra de segurança do trabalho;
Projeto executivo para adequação das pontes rolantes à NR-35;
Capacidade de carga das pontes rolantes;
Fornecimento de mão de obra, recursos e ferramental;
Emissão de todos os documentos em formato eletrônico e digital;
Emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica;
Garantia dos serviços executados pela contratada;
Observações complementares sobre as responsabilidades da contratada.
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



