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  • Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos
Revestimento térmico e isolamento acústico do duto de ventilação conforme NBR 14518. A integridade do sistema depende da estanqueidade e do controle de condensação interna.
sexta-feira, 17 outubro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, NR01, NR12, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO DE COMO EXECUTAR LIMPEZA E MANUTENÇÃO EM COIFAS E DUTOS

 Referência: 165072

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Limpeza Coifas Dutos

O Curso Limpeza e Manutenção em Coifas e Dutos tem como objetivo capacitar o profissional a realizar intervenções técnicas seguras, eficientes e em conformidade com as normas correlatas. O participante aprende a identificar falhas de exaustão, avaliar riscos de incêndio, interpretar cálculos de vazão e dimensionamento, e aplicar metodologias de manutenção preventiva, corretiva e preditiva. A formação habilita o profissional a compreender todo o ciclo operacional do sistema desde o projeto até a verificação pós-serviço garantindo funcionalidade, eficiência energética e segurança ocupacional.

Além do domínio técnico, o curso desenvolve uma mentalidade de consciência de risco e responsabilidade normativa, abordando aspectos de segurança em máquinas (NR 12), proteção contra incêndios (NR 23, NFPA 96) e gestão de riscos (NR 01, ISO 45001). Assim o profissional sai apto a elaborar relatórios técnicos com emissão de ART, realizar inspeções com base em critérios normativos e aplicar medidas preventivas que assegurem a integridade do ambiente de trabalho e a conformidade legal das instalações.

Curso Limpeza Coifas Dutos : Profissional especializado aplica produto desengordurante neutro em coifa de cozinha industrial, observando normas de segurança da NR 12 e da NR 23. Assim a operação garante eficiência térmica e prevenção contra incêndios.

Curso Limpeza Coifas Dutos : Profissional especializado aplica produto desengordurante neutro em coifa de cozinha industrial, observando normas de segurança da NR 12 e da NR 23. Assim a operação garante eficiência térmica e prevenção contra incêndios.

Quando deve ser realizada a limpeza completa do sistema de exaustão?

A periodicidade depende da carga térmica e do tipo de combustível. Portanto Cozinhas industriais com uso intenso devem executar limpeza a cada 90 dias, enquanto ambientes de uso moderado podem realizar em até 180 dias. A NFPA 96 estabelece essas faixas e a NBR 14518 recomenda registrar cada intervenção com data, responsável e parâmetros de medição.

Curso Limpeza Coifas Dutos : Onde ocorrem os principais acúmulos de gordura dentro dos dutos?

Os pontos críticos localizam-se nas curvas, reduções, ramificações e na junção da coifa com o duto vertical. Assim essas regiões apresentam turbulência no fluxo de ar, reduzindo a velocidade e provocando deposição de graxa. É ali que surgem as ignições espontâneas, especialmente em sistemas com exaustores próximos à fonte de calor.

Por que a manutenção em coifas é considerada uma ação de segurança contra incêndio?

A manutenção de coifas e dutos é uma medida crítica de segurança preventiva, porque esses sistemas operam na fronteira entre o calor e a combustão. Durante o funcionamento, vapores de gordura e partículas combustíveis aderem às superfícies internas dos dutos, filtros e ventiladores. Quando esse material residual atinge temperaturas superiores a 370 °C, ele entra em combustão espontânea e o duto se transforma em um canal de fogo, propagando as chamas por toda a linha de exaustão em questão de segundos. Em cozinhas industriais, esse tipo de evento já foi responsável por colapsos estruturais, incêndios de grande porte e contaminação por fumaça tóxica.

Por isso, normas como a ABNT NBR 14518 e a NFPA 96 exigem planos documentados de limpeza, inspeção e manutenção periódica, definindo distâncias seguras, materiais resistentes e a obrigatoriedade de portas de inspeção e dispositivos corta-fogo. A ação técnica correta elimina o combustível invisível a gordura carbonizada antes que se torne um agente de ignição. Assim, a manutenção transcende o aspecto operacional: ela é uma estratégia de proteção ativa e passiva, integrando engenharia, segurança ocupacional e consciência profissional.

Procedimento de aspiração técnica com equipamento de vácuo industrial para remoção de gordura e partículas carbonizadas. Assim a ação previne ignição espontânea e mantém o fluxo de ar equilibrado.

Procedimento de aspiração técnica com equipamento de vácuo industrial para remoção de gordura e partículas carbonizadas. A ação previne ignição espontânea e mantém o fluxo de ar equilibrado.

Erro mais comum durante a limpeza das coifas

O erro mais recorrente  e também o mais caro é usar produtos químicos incompatíveis com o material do sistema. Desengraxantes alcalinos e solventes agressivos reagem com o aço galvanizado, inoxidável ou alumínio anodizado. Essa reação destrói as camadas protetoras e provoca corrosão galvânica nas juntas, rebites e soldas.
Com o tempo, a estrutura perde estanqueidade e cria microvazamentos que acumulam gordura nas frestas. Esse acúmulo se torna um foco de combustão potencial. O problema nasce, quase sempre, da pressa operacional e da falta de leitura da FISPQ – Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos, obrigatória segundo a ABNT NBR 14725.

O procedimento correto exige uma engenharia de limpeza planejada. Deve-se analisar o material do duto, escolher agentes neutros com pH entre 6 e 8 e usar produtos certificados pela ANVISA. A aplicação precisa ocorrer com temperatura e pressão controladas. Após o enxágue, realiza-se secagem forçada para evitar oxidação.
Em cada ciclo, o técnico deve medir o grau de aderência residual (graxa versus metal) e ajustar a concentração química. O verdadeiro especialista entende que limpar não é apenas remover sujeira. É preservar a integridade estrutural e térmica do sistema, mantendo o equilíbrio entre eficiência, segurança e longevidade operacional.

Como deve ser feita a inspeção visual de um sistema de dutos?

O profissional utiliza espelhos articulados, câmeras endoscópicas e iluminação adequada para observar fissuras, vazamentos e acúmulo de resíduos. A inspeção deve registrar evidências fotográficas e incluir medições de vazão e pressão. Esse diagnóstico orienta o plano de manutenção e o relatório técnico.

Curso Limpeza Coifas Dutos : O que diferencia um sistema moderado de um sistema severo?

Tipo de Sistema Características Exemplo
Moderado Produz pouco vapor e gordura. Limpeza semestral. Cozinha de restaurante pequeno
Severo Alta produção de gordura e calor. Limpeza trimestral. Cozinha industrial, churrascaria

Assim a classificação define a frequência de manutenção e os tipos de filtros exigidos. Bem como sistemas severos requerem inspeções mais curtas e materiais de maior resistência térmica.

Como se determina a velocidade de captura ideal da coifa?

A velocidade de captura é o núcleo do desempenho de uma coifa industrial. Segundo a ABNT NBR 14518, ela deve ficar entre 0,25 e 0,50 m/s, conforme a carga térmica e o tipo de cocção. A medição é feita com anemômetro de hélice ou tubo de Pitot, posicionado na área de face ou no perímetro da coifa. Realiza-se em múltiplos pontos de leitura para verificar a uniformidade do fluxo de ar.

Em sistemas com alta emissão de vapores gordurosos, utiliza-se o limite superior para evitar refluxo. O técnico deve considerar também as perdas de carga nos dutos e o efeito da temperatura sobre a densidade do ar  fatores muitas vezes ignorados por quem não domina ventilação industrial.
De forma mais avançada, o cálculo da vazão total é ajustado conforme a pressão estática e a eficiência volumétrica do ventilador. Assim, o conjunto coifa–duto–exaustor mantém equilíbrio aerodinâmico. Assim velocidades abaixo do ideal causam retorno de fumaça e condensação de gordura; portanto acima, geram ruído e desperdício de energia.

O técnico realiza a retirada dos filtros de alumínio para limpeza química controlada, assim utilizando agentes neutros certificados pela ANVISA e seguindo parâmetros de pH definidos pela norma.

O técnico realiza a retirada dos filtros de alumínio para limpeza química controlada, assim utilizando agentes neutros certificados pela ANVISA e seguindo parâmetros de pH definidos pela norma.

Qual a importância do Curso Limpeza Coifas Dutos?

A importância deste curso está em formar profissionais capazes de compreender o sistema de exaustão não apenas como um conjunto de peças, mas como uma estrutura viva de controle térmico, ventilação e segurança contra incêndio. A coifa e seus dutos são a linha de defesa invisível entre o calor, o vapor e a chama. Um erro de limpeza, uma falha de cálculo na vazão ou a ausência de manutenção preventiva pode transformar um equipamento eficiente em um foco de incêndio. Por isso, o curso ensina a aplicar a NBR 14518, a NFPA 96 e as NRs 12, 23 e 01, capacitando o aluno a planejar, executar e validar intervenções técnicas de forma documentada, com ART e conformidade legal.

Além do domínio técnico, o curso desperta a consciência do profissional quanto à responsabilidade ambiental, energética e ocupacional. Assim ao dominar a limpeza e a manutenção de coifas e dutos, o participante contribui para reduzir riscos de incêndio, melhorar a qualidade do ar, aumentar a eficiência energética e preservar a integridade dos sistemas e das pessoas. Portanto trata-se de uma qualificação que eleva o trabalhador do nível operacional ao nível estratégico unindo técnica, percepção e propósito dentro da engenharia de segurança.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

CURSO APRIMORAMENTO DE COMO EXECUTAR LIMPEZA E MANUTENÇÃO EM COIFAS E DUTOS
Carga Horária: 40 Horas

Módulo 1 – Termos, Definições e Requisitos Gerais (4 Horas)
Terminologia técnica referente a coifas, dutos, filtros e ventiladores
Interpretação dos requisitos gerais da NBR 14518
Relação entre projeto, instalação e manutenção
Impacto da má manutenção na segurança e eficiência

Módulo 2 – Conhecimento do Dimensionamento e Equipamentos (4 Horas)
Fundamentos de cálculo de vazão e pressão estática.
Análise do dimensionamento de coifas e dutos conforme o layout da cozinha.
Classificação dos tipos de coifa: parede, ilha, dupla, prateleira e forno.
Equipamentos de cocção e interação com o sistema de exaustão.

Módulo 3 – Inspeção e Limpeza (6 Horas)
Técnicas de inspeção visual e instrumental.
Limpeza interna e externa de coifas, filtros e dutos.
Procedimentos seguros de desmontagem e remontagem.
Portas de inspeção e acesso técnico.
Relatório técnico e emissão de ART.

Módulo 4 – Requisitos de Segurança e Proteção Contra Incêndio (6 Horas)
Requisitos mínimos de segurança para cozinhas profissionais.
NFPA 96 – Ventilation Control and Fire Protection of Commercial Cooking Operations.
Tipos de sistemas de exaustão: moderado, severo e combustível sólido.
Medidas de proteção ativa (extinção automática, sprinklers) e passiva (materiais e barreiras).
Terminal de descarga, dispositivos e equipamentos de tratamento do ar exaurido.

Módulo 5 – Manutenção Preventiva, Corretiva e Preditiva (4 Horas)
Cronograma de inspeções e periodicidade recomendada
Identificação de falhas, vibrações e ruídos anormais.
Balanceamento de múltiplas coifas.
Substituição de filtros e componentes.
Documentação da manutenção programada.

Módulo 6 – Ensaios e Cálculos de Desempenho (4 Horas)
Ensaio de vazão de exaustão e insuflação.
Cálculo de velocidade de captura na área de face e perímetro.
Interpretação de medições e correções de projeto.
Verificação da eficiência e estanqueidade do sistema.

Módulo 7 – Operação e Manutenção Programada (4 Horas)
Rotina de operação segura.
Controle de energia e bloqueio (Lockout/Tagout).
Requisitos de ergonomia e análise de posto de trabalho.
Tagueamento e rastreabilidade de manutenção.
Procedimentos de retrofit e modernização (NR 12).

Módulo 8 – Complementos de Segurança e Gestão de Riscos (4 Horas)
APR, PAE e PGR aplicados à limpeza e manutenção de coifas.
Fatores humanos e psicológicos: medo, percepção e comportamento de risco.
Noções de primeiros socorros e prevenção de incêndios.
Comunicação de perigo – Hazard Communication Standard (HCS/OSHA).
Fatores de produtividade e controle mental durante a execução da tarefa.

Módulo 9 – Exercícios Práticos e Avaliação (4 Horas)
Demonstração supervisionada de desmontagem e limpeza.
Aplicação de checklist de manutenção.
Registro de evidências e elaboração de relatório técnico.
Avaliação teórica (EAD) e prática (quando contratada).
Entrega do certificado de participação e encerramento.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 14518 – Sistemas de ventilação para cozinhas profissionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;

Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Curiosidades Técnicas- Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

A cada milímetro de gordura acumulada, o consumo energético do sistema pode aumentar até 8%.
O acúmulo de resíduos reduz a eficiência de exaustão e obriga o ventilador a trabalhar sob maior carga, gerando aquecimento do motor, vibração e risco de curto-circuito. A NBR 14518 considera isso um fator de perda de desempenho.

O ruído de um exaustor pode revelar falhas mecânicas críticas.
Variações sonoras podem indicar desbalanceamento de rotor, vibração estrutural ou acúmulo de gordura nos mancais. Técnicos experientes conseguem diagnosticar o problema apenas pelo som um método empírico, mas extremamente eficaz.

A presença de gordura dentro dos dutos altera o comportamento térmico do aço.
Quando aquecido, o material sofre dilatação irregular e pode causar rachaduras nas juntas soldadas especialmente em dutos verticais longos. Essa é uma das razões pelas quais a inspeção visual deve sempre incluir verificação de integridade estrutural.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Termos e Definições;
Requisitos gerais;
Manutenção Preventiva, Corretiva e Preditiva;
Conhecimento do Dimensionamento;
Conhecimento do equipamento de cozinha;
Inspeção e Limpeza;
Requerimento de segurança mínima para equipamentos de cozinha;
Manutenção programada;
Ensaio do sistema;
Balanceamento de múltiplas coifas;
Operação e Manutenção;
Requisitos de proteção contra incêndio do sistema de exaustão;
Procedimentos de operação, inspeção e manutenção do sistema;
Análise dos cálculos da vazão de ar de exaustação e de insuflação;
Verificação dos cálculos a partir da velocidade de captura na área de face ou perímetro da Coifa;
Medidas de proteção ativa e passiva;
Sistemas moderados e severos;
Sistemas que utilizam combustível sólido;
Portas de inspeção;
Terminal de descarga;
Instalação;
Dispositivos e equipamentos para tratamento do ar exaurido;
Aspectos Construtivos;
Sistemas de recirculação
Estilos usuais de coifas:
Coifa para forno;
Coifa com funções de exaustão e de insuflação;
Coifa para máquinas de lavar louças;
Coifa de parede com lados fechados;
Coifa de ilha simples ou dupla;
Coifa de prateleira com aspiração frontal;
Dimensões e Instalação das coifas;
Generalidades;
Equipamentos de cocção;
Rede de dutos e acessórios.
Fonte: NBR 14518.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Requisitos para ministrar parte prática Treinamentos de manutenção de máquina ou Equipamento
Máquina ou Equipamento totalmente desmontado mecanicamente;
Motor na bancada totalmente desmontado incluindo sistema de embreagem;
Ferramentas para montagem e desmontagem de motores e peças mecânicas, de arrefecimento e da embreagem;
Conhecimentos mínimos de mecânica e elétrica;
Óleo lubrificante para motor e fluído hidráulico para embreagem bem como fluído para sistema de arrefecimento;
Manual de Instrução Técnica de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
O Equipamento deverá estar sem as rodas, ou material rotante (esteira) apoiado em cavalete;
O Teste final será aplicado no momento do encerramento do treinamento;
Será aplicado no final dos estudos teóricos pela Plataforma EAD a Avaliação Teórica.

Procedimentos: Somente quando Contratado Treinamento Prático de Manutenções:
O treinamento deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo Supervisor da área de manutenção como aluno cortesia, incluindo seu teste final assim como os demais.
Estão proibidas filmagens e gravações do treinamento por parte do instrutor e da Contratante.
Não será permitido o aluno sair do momento do treinamento em hipótese alguma.
O tempo de treinamento prático será após as revisões do treinamento teórico e testes finais.

Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

Saiba Mais: Curso Limpeza e Manutenção de Coifas e Dutos

3 Termos e definições Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1 absorção processo físico/químico ou químico no qual um material coleta e retém outro, resultando na formação de uma mistura, podendo ser acompanhada de uma reação química
3.2 adsorção processo físico de fixação das moléculas de uma substância (o adsorvato) na superfície de outra substância (adsorvente)
3.3 agente extintor substância utilizada para a extinção do fogo
3.4 ar exaurido ar removido do ambiente de trabalho
3.5 ar insuflado ar introduzido no ambiente de trabalho
3.6 área de cocção ambiente físico que abriga a totalidade dos equipamentos de cocção;
3.7 área de risco ambiente que contém armazenamento permanente ou temporário de produtos combustíveis e/ou instalações elétricas e de gás, por exemplo, dutos de exaustão de gordura
3.8 autolimpeza processo automático de remoção da quantidade de gordura que possa propagar a chama, atendendo ao limite aceitável indicado na Tabela 7
3.9 balanceamento procedimento que equilibra o sistema por meio de ajustes de vazão nos equipamentos e dispositivos
3.10 carretel trecho de duto dispondo de flanges nas extremidades, que assegurem estanqueidade, resistência ao fogo e rigidez. e que permite desmontagem e remontagem
3.11 carvão ativado forma de carvão altamente adsorvente, obtida por ativação deste, usado para remoção de maus odores e de substâncias tóxicas pelo processo físico saturativo de moléculas com diâmetros inferiores aos das cavidades porosas
3.12 chaminé duto vertical, que leva os efluentes gasosos a uma certa altura e assim assegura a sua dispersão e diluição antes que eles retomem contato com o solo.
NOTA A concentração dos poluentes nos gases que são reconduzidos ao solo varia com a altura da chaminé, a distância da base da chaminé, a velocidade do vento e as características climáticas.
3.13 charbroiler equipamento para grelhar alimentos, fundamentado no aquecimento, de grande potência. de pedras. por exemplo, silicato de magnésio, que aquecem a grelha. Caracteriza-se por elevado potencial de geração de fumaça;
3.14 cocção utilização de energia térmica no preparo de alimentos
3.15 coifa captor projetado para criar um campo de velocidade de arraste e a contenção de efluentes da cocção
3.15.1 coifa para sistema leve captor que coleta os efluentes leves
3.15.2 coifa para sistemas moderados, severos e combustíveis sólidos captor que coleta e trata os efluentes moderados, severos e de combustível sólido, respectivamente;
3.15.2.1 coifa autolimpante captor equipado com sistema de autolimpeza
3.15.2.2 coifa lavadora de ar captor que incorpora a função de filtragem do ar utilizando água como elemento filtrante

3.15.3 coifa de recirculação captor autoaspirante em fluxo recirculante, inicialmente chamado de coifa sem duto. utilizado para equipamentos de cocção, baseado na energia elétrica, consistindo de uma montagem com ventilador incorporado e equipamentos de filtragem para controlar a gordura, a fumaça e o odor e retornar o ar tratado de volta para o ambiente
3.15.4 coifa eletrostática captor que incorpora dispositivos que promovem a polarização das partículas contidas no ar que são atraídas por placas com polaridade oposta
3.16 cozinha profissional instalação dotada de equipamentos e dispositivos com a finalidade de preparo de refeições coletivas, utilizada pela razão social responsável por esta atividade econômica
NOTA A instalação pode estar localizada em um único compartimento ou em compartimentos adjacentes, situados no mesmo piso ou em pisos distintos. A cozinha profissional abrange toda cozinha que não seja residencial unifamiliar.
3.17 descarga parte final de um duto. onde o fluxo de ar é descarregado para o meio exterior
3.18 descompartimentação da cozinha primeiro ponto de travessia na parede, piso ou teto da rede de dutos da exaustão no perímetro delimitante da cozinha
3.19 despoluidor equipamento ou dispositivo que promove a extração de compostos orgânicos voláteis (odores) condensáveis ou não do fluxo efluente de processos de cocção com o objetivo de controle da qualidade do ar ambiental
3.20 dispersão ambiental atmosférica processo combinado dos mecanismos de difusão e transporte dos poluentes, que determinam a qualidade do ar atmosférico de uma região
3.21 duto rede de dutos construção prismática ou cilíndrica para a condução de ar e/ou efluentes da cocção;
3.22 efluente de cocção emissão de substâncias pela ação térmica do processo de cocção nas fases sólidas, liquidas ou gasosas
3.23 efluente leve composto de calor, vapor d’água. odores e névoas de óleo ou gordura abaixo de 5 mg/Nm3
3.24 efluente moderado composto de calor. vapor d’água. gases de combustão. odores e névoas de óleo ou gordura acima de 5 mg/Nm3 5 20 mg/Nm3
3.25 efluente severo composto de calor, vapor d’água, gases de combustão, fumaça, odores e névoas de óleo ou gordura acima de 20 mg/Nm3
3.26 efluente de combustível sólido composto de calor. vapor d’água. gases e particulados de combustão, fumaça, odores e névoas de óleo ou gordura acima de 20 mg/Nm3 com presença de fagulhas
3.27 extrator de gordura equipamento ou dispositivo que promove a extração de óleos e gorduras condensáveis do fluxo efluente de processos de cocção
3.28 filtro para retenção de gordura dispositivo removível utilizado em coifas convencionais para sistemas moderados e severos para extração de condensáveis e partículas do fluxo efluente de processos de cocção
3.29 filtro inercial de gordura dispositivo de retenção de gordura que atua por meio da mudança de direção do fluxo efluente da cocção. favorecendo, deste modo, a retenção por impactação e separação das frações mais pesadas dos vapores e aerossóis de gordura;
3.30 filtro centrifugador de gordura dispositivo de retenção de gordura que atua por meio da centrifugação do fluxo efluente da cocção. favorecendo. deste modo. a retenção por impactação e separação das frações mais pesadas dos vapores de gordura
3.31 filtro helicoidal de gordura dispositivo de retenção de gordura que atua por meio de fluxo helicoidal que favorece a extração de óleos e gorduras de maior peso molecular em seu perímetro da trajetória do fluxo

3.32 frações condensáveis substâncias combustíveis ou não que na temperatura ambiente são sólidas ou liquidas, e que por meio dos processos de cocção, vaporizam-se e são transportadas pelo sistema de exaustão, a exemplo de gorduras vegetais e animais, óleos e água;
3.33 fumaça suspensão visível de partículas sólidas ou líquidas, dispersas nos gases resultantes da combustão, ou pirólise de material contendo carbono
3.34 gordura composto formado por mistura de ésteres de ácidos graxos e glicerol, de origem vegetal e animal, utilizado ou gerado no cozimento de alimentos
3.35 Intertravamento lógica de controle e segurança intrínseca do sistema
3.36 manutenção programada procedimentos periódicos e planejados para execução de intervenções preventivas, preditivas e corretivas em equipamentos e instalações
3.37 material combustível qualquer substância com capacidade para queima, produzindo calor e gases de combustão
3.38 material não combustível qualquer substância que não queima nem desprende vapores inflamáveis em quantidade suficiente para iniciar uma ignição espontânea, quando aquecida, até aproximadamente 750 °C
3.39 material de combustão limitada material autoextinguivel materiais em que a geração de calor e/ou emanação de gases não são suficientes para dar continuidade na reação em cadeia
3.40 névoa partículas líquidas em suspensão, formadas no ar, decorrentes da condensação de líquidos vaporizados, contidas no fluxo dos efluentes produzidos pela cocção de alimentos;
6 Estilos de coifas 6.1 Estilos usuais de coifas De acordo com sua forma e uso, as coifas são divididas conforme 6.1.1 a 6.1.6.2. 6.1.1 Coifa de ilha simples ou dupla [4]
Construção prismática ou tronco-piramidal, posicionada sobre o bloco de cocção com os quatro lados integralmente abertos para a admissão de ar. Utilizada com equipamentos posicionados em linha simples ou dupla.
6.1.2 Coifa de parede com lados fechados [4]
Construção idêntica a coifa de ilha, porém com um, dois ou três lados adjacentes integralmente fechados. Utilizada com equipamentos posicionados contra a parede; devendo ter um dos lados longitudinal.
6.1.3 Coifa de prateleira com aspiração frontal [4]
Coifa com um lado integralmente fechado (posicionado contra a parede) e com as laterais fechadas total ou parcialmente, com a base de captação instalada próxima em relação aos equipamentos de cocção, com fluxo de ar frontal.
6.1.4 Coifa para máquinas de lavar louças Para lava-louças do tipo capô, usar coifa de parede, ver 6.1.2. Coifa instalada sobre ou ao lado da entrada e saida de máquinas de lavar louças, podendo ser do tipo fresta ou capela. 6.1.5 Coifa para forno Coifa instalada sobre a face dotada de portas de acesso, com a área de captação avançada em relação ao equipamento.
F: NBR 14518.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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