Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA – NBR 16820 – SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA – PROJETO, REQUISITOS E MÉTODOS DE ENSAIO, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
Referência: 144513
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Laudo Sistemas Sinalização Emergência
O laudo especifica os requisitos da ABNT NBR 16820 para projetos, fabricação, instalação, classificação, aceitação, manutenção e métodos de ensaio para sistemas de sinalização de emergência, prevenção e proteção contra incêndio e situações de emergência, visando à saúde e segurança dos envolvidos.

Placa “Fire Exit” associada a alerta luminoso em ambiente com risco iminente. A combinação de sinalização passiva (placa) com sistema ativo (luz e alarme) reforça a evacuação segura, como orienta a NBR 16820.
O que é o Laudo Sistemas Sinalização Emergência?
O laudo técnico de sinalização de emergência é o documento que comprova, tecnicamente, a conformidade das placas e sistemas visuais voltados à evacuação de pessoas em situações de risco. Com base na ABNT NBR 16820, ele analisa dimensões, cores, simbologias, fotoluminescência e posicionamento estratégico de cada item do sistema.
Além disso, o laudo é acompanhado de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), garantindo validade legal e responsabilidade técnica do engenheiro responsável. É ele quem atesta se a edificação cumpre os requisitos exigidos por legislação e por órgãos de fiscalização como o Corpo de Bombeiros.
Quais testes e ensaios complementam o laudo técnico?
Além da inspeção visual, o laudo técnico pode ser complementado por ensaios normatizados que comprovem o desempenho real dos materiais aplicados. Abaixo, destacam-se os principais testes exigidos para validar a sinalização em condições adversas:
Luminância fotoluminescente;
Aderência e abrasão;
Escorregamento de piso sinalizado;
Resistência à chama e intempéries.
Esses ensaios são executados em campo ou laboratório e fortalecem o embasamento do laudo, especialmente em ambientes agressivos, industriais ou sujeitos à vistoria intensiva.
Qual a relação entre luminância, contraste e efetividade da sinalização?
A efetividade visual de uma placa não depende apenas de sua presença, mas da sua capacidade de ser vista e compreendida em situações reais de emergência, assim como fumaça, escuridão ou pânico. A NBR 16820 estabelece valores mínimos de luminância fotoluminescente e exige contraste adequado com o fundo da parede. A falta de contraste ou brilho insuficiente é motivo frequente de reprovação.
O laudo técnico de sinalização pode ser integrado ao plano de gerenciamento de riscos (PGR)?
O PGR obrigatório pela NR 01 deve conter medidas de prevenção, controle e emergência, e a sinalização é parte estratégica desse conjunto. O laudo técnico fornece subsídios para ajustar rotas, pontos críticos, zonas de risco e layout de evacuação, integrando segurança passiva e ativa de forma eficaz.

Placa suspensa de emergência iluminada com seta direcional esquerda, instalada em nível superior e ângulo de visada lateral. Elemento essencial para evacuação eficiente conforme NBR 16820, especialmente em áreas amplas e corredores.
Quando é necessário emitir o Laudo Sistemas Sinalização Emergência?
A emissão do laudo é indispensável em diversas situações críticas, assim como: obtenção ou renovação do AVCB, readequações em edificações, substituição de sinalizações obsoletas, mudanças no layout e auditorias internas ou externas (como ISO ou SGSSO).
Ele também se aplica em edificações com circulação intensa de pessoas, assim como hospitais, shoppings, escolas e prédios corporativos. Portanto, o momento ideal é antes da vistoria oficial, evitando reprovações ou atrasos operacionais.
Erros mais comuns detectados durante a inspeção
Durante a execução do laudo técnico conforme a NBR 16820, é comum identificar falhas recorrentes que comprometem diretamente a eficácia da sinalização. Dessa forma, esses erros reduzem a funcionalidade do sistema em situações reais de risco e representam motivos frequentes de reprovação em vistorias, auditorias e processos de certificação.
| Erro | Consequência Técnica |
|---|---|
| Placas sem contraste com a parede | Invisibilidade em situação de emergência |
| Dimensões fora do padrão | Leitura comprometida à distância |
| Símbolos desatualizados | Desinformação e confusão para o usuário |
| Ausência de sinalização inferior | Ineficácia em ambientes com fumaça densa |
| Pintura de piso com baixa aderência | Risco de queda e escorregamento |
A identificação e correção dessas falhas são essenciais para garantir a segurança operacional da edificação e a aprovação conforme os órgãos fiscalizadores.
Diferença entre sinalização de orientação e sinalização de salvamento
A sinalização de orientação direciona ativamente o deslocamento das pessoas, utilizando setas, pictogramas e mensagens que indicam o caminho a seguir. Por outro lado, a sinalização de salvamento identifica de forma clara os pontos essenciais para evacuação, como saídas de emergência, escadas, zonas seguras e áreas de refúgio.
Ambas desempenham papéis distintos e indispensáveis: enquanto uma conduz, a outra entrega o destino final. Por isso, o laudo técnico deve avaliá-las separadamente, garantindo que cada uma cumpra sua função com precisão e esteja em total conformidade com a ABNT NBR 16820.
Documentos que devem acompanhar o Laudo Sistemas Sinalização Emergência para atendimento pleno à legislação
Para que o laudo técnico de sistemas de sinalização de emergência tenha validade jurídica e seja aceito por órgãos reguladores, ele deve vir acompanhado de documentação técnica complementar. Sendo assim, esses anexos asseguram rastreabilidade, credibilidade profissional e respaldo legal:
Planta baixa com localização das sinalizações;
Memorial descritivo da instalação;
ART registrada no CREA/CONFEA;
Relatório fotográfico com anotação técnica;
Comprovantes de ensaio (quando aplicável).
Esses documentos estruturam o laudo como instrumento técnico e jurídico completo, garantindo assim sua aceitação perante o Corpo de Bombeiros, seguradoras, auditorias e órgãos de fiscalização.

Exemplos de sinalizações de emergência: placas de saída, rotas de fuga, extintores e orientações de evacuação. A conformidade com a NBR 16820 exige padronização das cores, formas, contrastes e simbologias.
Importância da luminância e do contraste na sinalização
A funcionalidade da sinalização não depende apenas de sua presença física, mas da sua visibilidade efetiva em condições críticas: escuridão, fumaça ou pânico. A norma exige valores mínimos de luminância fotoluminescente e contraste entre cores, para garantir leitura rápida e segura.
Além disso, placas que brilham pouco, têm cores próximas da parede ou símbolos ilegíveis simplesmente falham em sua missão. Por isso, o laudo técnico avalia esses critérios de forma quantitativa e qualitativa.
Por que é fundamental ter ART junto ao laudo?
A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é o vínculo legal entre o serviço técnico executado e o profissional que responde civil, criminal e tecnicamente por ele. Dessa forma, sem a ART, o laudo não possui validade jurídica nem valor probatório perante órgãos como bombeiros, seguradoras ou auditorias.
Portanto, além de evidenciar conformidade com a NBR 16820, o laudo com ART protege o cliente de riscos legais e operacionais. É a única forma de garantir rastreabilidade, responsabilidade e segurança documental.
Laudo Sistemas Sinalização Emergência NBR 16820
EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA – NBR 16820 – SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA – PROJETO, REQUISITOS E MÉTODOS DE ENSAIO, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
OBJETIVO GERAL
Executar inspeção técnica detalhada dos sistemas de sinalização de emergência, conforme diretrizes da norma ABNT NBR 16820 – Projeto, Requisitos e Métodos de Ensaio, com foco em conformidade normativa, segurança contra incêndio e pânico, e validade legal mediante emissão de ART e relatório técnico conclusivo.
ESCOPO TÉCNICO ESTRUTURADO
Análise Preliminar e Documental
Análise das diretrizes do projeto executivo e memorial descritivo;Verificação da conformidade documental para aceitação do sistema;
Avaliação da apresentação do plano de fuga e simbologias associadas;
Inspeção inicial para liberação de uso e operação.
Inspeção de Sinalização Básica
Avaliação das formas normativas: circular, triangular, retangular e quadrada;
Verificação de dimensões, cores e contrastes aplicados;
Inspeção de símbolos padronizados e requisitos visuais obrigatórios;
Verificação das categorias: proibição, alerta, orientação e salvamento;
Avaliação da altura mínima das letras conforme distância de leitura.
Inspeção de Sinalização Complementar
Verificação de formas e cores da sinalização adicional;
Avaliação de mensagens complementares, indicações de obstáculos e rotas continuadas;
Inspeção de marcações no piso e sinalizações aplicadas diretamente;
Análise de portas com barras antipânico, elevadores, portas corta-fogo e áreas de lotação máxima;
Verificação de faixas indicativas e sinalização em escadas e corredores.
Verificação por Ambientes e Níveis
Inspeção da sinalização em nível superior, intermediário e inferior;
Avaliação da visibilidade e leitura de placas em diferentes condições;
Análise da sinalização em saídas de emergência, halls, escadas e áreas de uso coletivo;
Inspeção da sinalização angular e de combate a incêndio em todos os níveis.
Verificação de Equipamentos e Segurança Contra Incêndio
Avaliação da sinalização para:
Extintores e hidrantes
Sistemas de alarme
Botões de emergência
Checagem da simbologia específica e localização estratégica;
Avaliação da rota de fuga de acordo com ocupação e uso da edificação.
Conformidade Normativa e Projeto
Análise da compatibilidade entre projeto, instalação e aplicação prática;
Avaliação de símbolos de identificação em planta baixa;
Verificação da cor de contraste em sinalizações de alerta;
Validação do sistema segundo requisitos específicos da NBR 16820.
Avaliação de Luminância e Fotoluminescência
Análise do atendimento aos requisitos de luminância por nível (superior, intermediário, inferior);
Verificação da fotoluminescência em placas, tintas e pisos;
Avaliação do desempenho visual em condições de escuridão ou fumaça.
Processos Complementares
Tagueamento de máquinas e equipamentos para alinhamento com sinalização de risco;
Indicação técnica para RETROFIT e atualização de sistemas obsoletos;
Identificação de manutenções pontuais ou cíclicas para adequação contínua.
RELATÓRIO TÉCNICO E EMISSÃO DE ART
Entrega de relatório técnico completo com registros fotográficos, análise por item, mapeamento de não conformidades e plano de adequações;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) por profissional habilitado, garantindo respaldo legal.
Essas avaliações são complementares à inspeção técnica visual e são essenciais em contextos como:
Aceitação de obras novas
Comprovação de desempenho em auditorias (AVCB, ISO, auditorias externas)
Garantia de conformidade de produtos utilizados
Validação de Retrofit com uso de materiais alternativos ou personalizados
Ensaio de Fotoluminescência (Luminância)
Objetivo: Avaliar a intensidade luminosa e a persistência da luz emitida pelas sinalizações após interrupção da luz ambiente.
Critério: Medição em cd/m² em diferentes tempos após exposição à fonte de luz.
Aplicação: Placas, pinturas no piso, adesivos e sinalizações autoluminescentes.
Ensaio de Aderência e Adesão
Objetivo: Verificar se a tinta fotoluminescente ou adesivo fixado no piso, parede ou escada mantém sua aderência em diferentes condições.
Método: Tração ou corte cruzado sobre a amostra colada.
Aplicação: Pinturas aplicadas diretamente no piso e sinalizações adesivas.
Ensaio de Resistência à Névoa Salina (Corrosão)
Objetivo: Avaliar a durabilidade da sinalização instalada em ambientes úmidos, agressivos ou expostos à salinidade.
Aplicação: Edificações litorâneas, indústrias químicas, portos.
Ensaio de Resistência à Abrasão
Objetivo: Medir a durabilidade da tinta ou adesivo aplicado no piso, escadas ou áreas de tráfego constante.
Critério: Quantidade de ciclos até perda de pigmento ou perda funcional da fotoluminescência.
Ensaio de Resistência ao Escorregamento
Objetivo: Verificar o coeficiente de atrito da sinalização aplicada no piso, assegurando que não cause acidentes.
Aplicação: Corredores, rampas, escadas e saídas de emergência.
Ensaio de Resistência à Chama
Objetivo: Validar que o material da placa ou tinta não propaga fogo de forma perigosa.
Aplicação: Sinalizações aplicadas em ambientes de risco de incêndio.
Avaliação Quantitativa por Nível
Objetivo: Determinar se a sinalização está corretamente distribuída nos três níveis exigidos:
Superior (acima da porta)
Intermediário (visão horizontal)
Inferior (junto ao piso)
Método: Levantamento técnico com medições em campo e cruzamento com o plano de fuga.
Análise de Distância de Leitura (Altura x Legibilidade)
Objetivo: Verificar se a altura das letras permite leitura eficaz à distância prevista.
Base: Tabela da NBR 16820 que correlaciona altura mínima com metros de visada.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esses ensaios podem ser realizados:
Em laboratório (materiais, placas, tintas);
In loco (medição de luminância, aderência, abrasão);
Com emissão de relatório técnico complementar e ART específica.
Laudo Sistemas Sinalização Emergência NBR 16820



