Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL BÁSICO NBR 16710-1
Referência: 143531
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Curso Resgate Técnico Industrial NR 33 e NR 35 – Nível Básico
O objetivo do Curso Resgate Técnico Industrial NR 33 e NR 35 – Nível Básico é preparar o trabalhador para reconhecer, interpretar e controlar os riscos envolvidos em operações de resgate técnico em altura e em espaços confinados, conforme os requisitos da NR 33, NR 35 e ABNT NBR 16710-1. A formação fornece a base normativa, os princípios de segurança e os fundamentos mecânicos e fisiológicos necessários para que o profissional compreenda o ambiente, os equipamentos e as limitações técnicas de cada cenário de emergência, garantindo tomada de decisão consciente e eficiente.
Além disso, o curso busca desenvolver a competência mínima para que o aluno consiga atuar como integrante de uma equipe de resposta inicial, entendendo sistemas de ancoragem, fatores críticos como força de choque e trauma de suspensão, comunicação operacional padronizada e critérios de seleção e inspeção de equipamentos. O foco é formar profissionais que evitam qualquer improviso, aplicam método, coerência e responsabilidade e garantem que cada intervenção seja tecnicamente fundamentada e alinhada às normas vigentes.

O resgate técnico é engenharia aplicada à vida.
Profissional autorizado a atuar em operações de resgate técnico em altura ou espaço confinado
O profissional autorizado é aquele que recebeu formação específica em resgate técnico, compreendendo os princípios essenciais de segurança, análise de risco, mecânica de sistemas e atuação coordenada em emergências. Logo, ele domina o uso de EPIs e EPCs de resgate, entende os limites dos equipamentos e possui preparo teórico para interpretar cenários críticos, tomar decisões rápidas e operar com consciência situacional.
Além disso, esse profissional precisa estar apto a integrar uma equipe, mantendo comunicação clara, capacidade de leitura do ambiente e postura técnica diante de situações que exigem precisão. Ele não improvisa: atua com método, entendimento dos fatores fisiológicos envolvidos e respeito absoluto às boas práticas operacionais.
Onde devem ser posicionados os sistemas de ancoragem para garantir segurança na movimentação vertical?
| Situação | Posição ideal da ancoragem | Motivo técnico |
|---|---|---|
| Acesso vertical | Acima da cabeça do trabalhador | Reduz fator de queda e força de choque |
| Movimentação dentro de dutos/tubulações | Em ponto externo com desvio por roldanas | Evita atrito e garante linearidade |
| Ambiente confinado sem espaço superior | Ponto lateral reforçado | Mantém estabilidade e evita oscilação |
| Resgate de vítima | Ponto alto e centralizado | Garante movimentação vertical controlada |
| Estruturas metálicas | Ancoragem em viga ou ponto certificado | Resistência adequada à carga aplicada |
Curso Resgate Técnico Industrial NR 33 E NR 35 – Nível Básico: Como deve ser realizada a avaliação de risco antes da entrada em um espaço confinado ou início de um resgate?
Realize a avaliação de risco de forma sistemática, analisando as condições do ambiente, as características da tarefa e os recursos disponíveis. Desse modo, o objetivo é identificar perigos reais, prever cenários críticos e definir controles que tornem a operação possível e segura.
Principais Tópicos:
Identificação de riscos físicos, químicos, mecânicos e atmosféricos
Verificação de atmosfera interna (oxigênio, tóxicos e inflamáveis)
Condições de acesso e meios de saída
Definição de ancoragens e pontos seguros
Identificação de riscos de aprisionamento ou queda
Condições da vítima (no resgate) e dos socorristas
Confirmar equipamentos disponíveis e sua integridade
Definir plano de ação e comunicação entre equipes

Cada acesso exige planejamento, não coragem.
Quando você deve recusar um equipamento durante uma operação de resgate?
Recuse o equipamento sempre que identificar qualquer sinal de desgaste, deformação, dano estrutural, contaminação química ou perda de funcionalidade, mesmo que mínimo. Em resgate técnico, pequenas falhas se transformam em grandes riscos, pois cada componente trabalha próximo ao limite operacional.
Outro momento de recusa é quando existe falta de histórico, identificação ou rastreabilidade do equipamento. Sem garantia de procedência ou de manutenção adequada, não existe margem segura para operação. Portanto, se surgir qualquer dúvida, retira o equipamento de serviço imediatamente.
Por que o trauma de suspensão é um risco crítico em resgates verticais?
O trauma de suspensão é crítico porque compromete o fluxo sanguíneo, podendo levar à perda de consciência em poucos minutos. Quando o corpo permanece imóvel em suspensão, a circulação nas pernas se torna insuficiente e o sangue deixa de retornar ao coração com eficiência.
Pontos-chave:
Ocorre mesmo em pessoas saudáveis
Pode gerar tontura, desmaio e parada cardíaca
Agrava-se quando a vítima está inconsciente e sem movimento
Requer retirada rápida e posicionamento controlado
Quanto maior o tempo suspenso, maior o risco fisiológico
Curso Resgate Técnico Industrial: Quais critérios devem ser observados na seleção de cordas, conectores e cintos?
A seleção correta dos equipamentos garante integridade do sistema e segurança da equipe. Desse modo, cada componente deve ser compatível entre si e projetado para suportar cargas dinâmicas típicas de operações de resgate.
| Equipamento | Critérios técnicos principais | Justificativa |
|---|---|---|
| Cordas | Baixo alongamento, alta resistência e diâmetro adequado | Evita deformações e perda de controle |
| Conectores (mosquetões) | Trava automática e resistência elevada | Previne abertura acidental e ruptura |
| Cintos | Modelo paraquedista, ajuste firme e distribuição de carga | Mantém o corpo estável e reduz lesões |
| Talabartes | Com absorção de energia | Minimiza impacto em quedas |
| Fitas/Anéis | Resistência à tração e desgaste | Evitam rupturas em ancoragens |
Como a comunicação padronizada influencia a segurança e o resultado de uma operação de resgate técnico industrial?
A comunicação padronizada evita interpretações duvidosas, elimina ruídos e garante que todos os envolvidos recebam informações claras e imediatas. Em cenários de resgate, segundos importam, e uma mensagem ambígua pode comprometer tanto a segurança da vítima quanto da equipe. Portanto, a padronização cria um “idioma comum”, onde cada comando tem significado único e reconhecido.
Além disso, o uso de termos simples, fonética operacional e confirmação de mensagens impede erros de execução e melhora a coordenação em ambientes confinados, ruidosos ou de baixa visibilidade. Comunicação eficiente é, na prática, um equipamento de segurança invisível, porém indispensável.

Entrada controlada, risco calculado.
Qual o objetivo do Curso Resgate Técnico Industrial
O objetivo do Curso Resgate Técnico Industrial é capacitar o profissional a compreender com clareza os riscos envolvidos em operações de resgate em altura e em espaços confinados, desenvolvendo sua habilidade de interpretar cenários críticos, identificar perigos e aplicar medidas de controle adequadas. Desse modo, formação foca na construção de uma base sólida de conhecimento técnico, permitindo que o aluno compreenda como funcionam os sistemas de ancoragem, os equipamentos de proteção, os limites fisiológicos do corpo humano e as técnicas de comunicação que sustentam uma operação segura.
Além disso, o curso prepara o participante para atuar como integrante de uma equipe de resposta inicial, com postura técnica e discernimento para tomar decisões sob pressão. Portanto, ele aprende a reconhecer equipamentos inadequados, avaliar condições inseguras, estruturar respostas organizadas e operar com responsabilidade em ambientes onde um erro simples pode gerar consequências graves. O propósito é formar profissionais capazes de agir com método, precisão e consciência, mantendo a integridade da equipe e da vítima em qualquer situação operacional.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Resgate Técnico Industrial NR 33 e NR 35 – Nível Básico – NBR 16710-1
CURSO CAPACITAÇÃO RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL BÁSICO NBR 16710-1
Carga Horária: 16 Horas
Módulo 1 – Fundamentos Legais e Normativos (2 Horas)
Interpretação das NR 33 e NR 35 e suas inter-relações.
Diretrizes da ABNT NBR 16710-1
Obrigações legais do empregador e do trabalhador.
Responsabilidade técnica, ART e rastreabilidade documental.
Gestão de competência conforme ISO 10015 e ISO 45001.
Módulo 2 – Princípios e Estrutura do Resgate Técnico (2 Horas)
Conceito, objetivo e importância do resgate técnico industrial.
Diferença entre resgate planejado e emergencial.
Estrutura de um plano de resgate: papéis, níveis de decisão e cadeia de comando.
Princípios de segurança e hierarquia de controle.
Módulo 3 – Análise e Avaliação de Riscos (2 Horas)
Identificação de riscos em altura e espaços confinados.
Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos.
Avaliação de risco-benefício em operações de resgate.
Critérios para decisão segura e limites técnicos de intervenção.
Módulo 4 – Equipamentos de Resgate – Classificação e Certificação (2 Horas)
Critérios normativos de certificação (INMETRO / CE / ABNT).
EPI de resgate: cinto paraquedista, talabarte, trava-queda, luvas, conectores e capacete.
EPC de resgate: cordas, fitas, anéis, polias, bloqueadores, macas e tripés.
Critérios de seleção, compatibilidade e recusa de equipamentos.
Inspeção teórica e rastreabilidade documental.
Módulo 5 – Conceitos Mecânicos e Forças no Resgate (2 Horas)
Conceituação de força de choque e fator de queda.
Princípios de vantagem mecânica e eficiência de sistemas.
Distribuição de carga e resistência de materiais.
Critérios de redundância e segurança estrutural.
Módulo 6 – Aspectos Fisiológicos e Atendimento Emergencial (2 Horas)
Entendimento do trauma de suspensão inerte.
Medidas preventivas e condutas iniciais.
Integração com diretrizes da American Heart Association (AHA).
Fatores fisiológicos de tempo de suspensão e hipóxia postural.
Módulo 7 – Comunicação e Gestão da Emergência (2 Horas)
Padronização da linguagem técnica de resgate.
Fonética operacional e uso de rádios em ambientes confinados.
Estrutura de comando em incidentes (ICS).
Fluxo de informações e registro de comunicações críticas.
Módulo 8 – Equipamentos Respiratórios e Procedimentos Teóricos de Evacuação (2 Horas)
Classificação e critérios de seleção dos EPR (Equipamentos de Proteção Respiratória).
Compatibilidade com sistemas de resgate vertical e confinado.
Tipos de macas e imobilização de vítimas (conceito teórico).
Critérios teóricos para evacuação vertical e horizontal segura.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Resgate Técnico Industrial NR 33 e NR 35 – Nível Básico – NBR 16710-1



