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  • Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593
Curso END - Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593
terça-feira, 09 setembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Ensaio Não Destrutivo

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NBR 16593 – ENSAIO NÃO DESTRUTIVO – EMISSÃO ACÚSTICA – PROCEDIMENTO PARA ENSAIO EM CESTAS AÉREAS ISOLADAS E NÃO ISOLADAS

Referência: 143454

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

Curso END – Emissão Acústica NBR 16593

O Curso END – Emissão Acústica tem como objetivo desenvolver competências técnicas e normativas para a execução de ensaios não destrutivos por emissão acústica em cestas aéreas isoladas e não isoladas, assegurando conformidade com a ABNT NBR 16593 e normas correlatas.

De forma estruturada, busca:

Capacitar profissionais na operação, calibração e validação de sistemas de emissão acústica, incluindo assim sensores, cabos, pré-amplificadores, processadores e dispositivos de medição de carga.
Estabelecer domínio sobre procedimentos de ensaio normatizados, abrangendo diferentes tipologias de cestas (articuladas, telescópicas, over center e não over center), em componentes metálicos e de PRFV.
Assegurar competência na interpretação e registro de sinais acústicos, correlacionando parâmetros físicos com a evolução de defeitos estruturais.
Padronizar critérios de aceitação e reprovação, promovendo confiabilidade operacional e rastreabilidade documental.
Formar profissionais qualificados para elaborar relatórios técnicos e emitir ART, alinhados às exigências legais, técnicas e de segurança do trabalho em altura.

Dessa forma, o resultado esperado é a habilitação de profissionais capazes de executar ensaios de emissão acústica com rigor metrológico, segurança operacional e aderência normativa, garantindo a integridade estrutural das cestas aéreas e prevenindo falhas críticas em operações industriais e de campo.

Atividade de montagem estrutural em altura, onde a confiabilidade da cesta aérea é essencial para a segurança coletiva.

Atividade de montagem estrutural em altura, onde a confiabilidade da cesta aérea é essencial para a segurança coletiva.

O que são Cestas Aéreas isoladas e Não Isoladas?

A cesta aérea é um equipamento veicular dotado de braço móvel, seja extensível, articulado ou ambos, projetado e usado para posicionar pessoas, podendo ser uma cesta aérea isolada que é dotada de componentes dielétricos, projetada e ensaiada para possuir classe de isolamento elétrico especifica, ou cesta aérea não isolada  que não possui componentes dielétricos.

O que caracteriza a emissão acústica como ensaio não destrutivo?

A emissão acústica é considerada um ensaio não destrutivo (END) porque detecta falhas internas sem danificar a estrutura. Portanto, o método capta ondas geradas pelo próprio material quando submetido a carga, revelando trincas, delaminações ou fadiga em tempo real.

Além disso, permite inspecionar grandes áreas sem desmontagem, mantendo o equipamento íntegro e em operação após o teste, desde que aprovado conforme a NBR 16593.

Curso END – Emissão Acústica: Quando deve-se aplicar a NBR 16593 em cestas aéreas?

A NBR 16593 define o procedimento de ensaio por emissão acústica em cestas aéreas isoladas e não isoladas, garantindo segurança, confiabilidade estrutural e conformidade legal. Sua aplicação é indispensável em inspeções periódicas, após reparos, incidentes ou para certificações de uso seguro.

Inspeções periódicas de manutenção preventiva: para avaliar a integridade estrutural de cestas isoladas e não isoladas.
Após reparos estruturais ou substituição de componentes: garante que as intervenções não comprometeram a resistência do equipamento.
Após acidentes, choques mecânicos ou sobrecargas: situações que podem gerar fissuras invisíveis a olho nu.
Antes da entrada em operação em novos contratos: como etapa de certificação de segurança para liberação do uso.

Sistema de sensores na emissão acústica

O sistema de emissão acústica utiliza sensores piezoelétricos fixados na superfície da cesta para captar ondas geradas por falhas internas sob carga. Sendo assim, o sistema converte os sinais em elétricos, os amplifica, filtra e envia ao processador central, que realiza a análise em tempo real.

Dessa forma, o software identifica a presença, localização e severidade das falhas, permitindo decisões imediatas de aprovação ou reprovação conforme a NBR 16593.

Exemplo clássico de aplicação da NBR 16593, garantindo a integridade de caçambas isoladas e proteção dos trabalhadores em altura.

Exemplo clássico de aplicação da NBR 16593, garantindo a integridade de caçambas isoladas e proteção dos trabalhadores em altura.

Curso END – Emissão Acústica: Onde o ensaio de emissão acústica em cestas aéreas é mais utilizado?

O ensaio por emissão acústica em cestas aéreas garante confiabilidade estrutural e segurança em operações críticas em altura. Dessa forma, ele se aplica em diferentes setores onde a integridade da cesta influencia diretamente a proteção do trabalhador e a continuidade das atividades.

Setor elétrico: inspeção de cestas utilizadas por concessionárias de energia em manutenção de redes de distribuição e transmissão.
Telecomunicações: validação de cestas usadas para instalação e manutenção de cabos e antenas.
Construção civil e manutenção predial: análise estrutural de cestas em atividades de fachada, limpeza e reparos em altura.
Serviços industriais: inspeções em cestas empregadas em plantas petroquímicas, portos e indústrias pesadas.

Onde posicionar os sensores em cestas telescópicas e articuladas?

Tipo de Cesta Posição Crítica de Ensaio Finalidade
Telescópica Extremidades e junções Detectar trincas em esforços de flexão
Articulada Pinos, braços e caçambas Monitorar pontos de fadiga e carga dinâmica

O correto posicionamento define a sensibilidade e confiabilidade do ensaio.

Curso END – Emissão Acústica: Como a análise de risco se integra ao ensaio em cestas aéreas?

O ensaio de emissão acústica em cestas aéreas deve sempre ser precedido por uma análise de risco estruturada, identificando perigos associados à altura, ao manuseio de cargas, ao ambiente de trabalho e ao próprio processo de ensaio. Essa etapa inclui a verificação de estabilidade do solo, condições climáticas, possibilidade de descargas elétricas e adequação dos EPIs, conforme previsto na NR 01 (gestão de riscos) e na NR 35 (trabalho em altura).

Além disso, a integração da análise de risco ao ensaio garante o planejamento seguro dos pontos críticos de aplicação de carga, reduzindo a chance de acidentes durante o teste. Essa abordagem preventiva assegura a execução controlada e rastreável do procedimento, em conformidade com a NBR 16593 e com a gestão global de SST (Segurança e Saúde no Trabalho), o que fortalece a confiabilidade dos resultados e preserva a integridade dos trabalhadores.

Estrutura sujeita a esforços dinâmicos e intempéries: alvo de ensaios de emissão acústica para detecção precoce de microfissuras.

Estrutura sujeita a esforços dinâmicos e intempéries: alvo de ensaios de emissão acústica para detecção precoce de microfissuras.

Importância de aplicar carga controlada durante o ensaio

A aplicação de carga controlada é essencial para que o material revele seu comportamento real sob esforço. Microfissuras, delaminações ou pontos de fadiga em cestas aéreas só emitem sinais acústicos quando submetidos a tensões próximas às condições de uso. Dessa forma, o ensaio simula o trabalho em campo, aumentando a sensibilidade e a confiabilidade do método.

Além disso, sem o carregamento adequado, defeitos latentes permanecem ocultos, resultando em um laudo que não reflete a verdadeira condição estrutural. Isso compromete a precisão da NBR 16593, além de expor operadores a riscos em altura. Portanto, a carga aplicada de forma controlada não apenas garante a qualidade do ensaio, como também preserva a segurança operacional e a rastreabilidade técnica do processo.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Nível Técnico

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

CURSO APRIMORAMENTO NBR 16593 – ENSAIO NÃO DESTRUTIVO – EMISSÃO ACÚSTICA – PROCEDIMENTO PARA ENSAIO EM CESTAS AÉREAS ISOLADAS E NÃO ISOLADAS
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1 – Introdução e Fundamentos (4h)
Conceito de Ensaio Não Destrutivo (END) e papel da Emissão Acústica (EA).
Termos, definições e significados normativos segundo a NBR 16593.
Campo de aplicação em cestas aéreas isoladas e não isoladas.
Diferença entre ensaios em PRFV (plástico reforçado com fibra de vidro) e componentes metálicos.

Módulo 2 – Sistema de Medição de Emissão Acústica (6h)
Arquitetura do sistema de medição: sensores, cabos de sinal, pré-amplificadores, filtros e processador principal.
Requisitos de desempenho e calibração do sistema.
Dispositivos de medição de carga e precisão dos resultados.
Preparação do ensaio e desempenho esperado do sistema.
Critérios normativos de aceitação dos equipamentos de medição.

Módulo 3 – Qualificação e Segurança Operacional (4h)
Requisitos de segurança para ensaios em altura.
Análise de risco aplicada: pontos críticos, cargas de ruptura, falhas potenciais.
Procedimentos de bloqueio e sinalização durante os ensaios.
Registro normativo de responsabilidades técnicas (emissão de ART).

Módulo 4 – Procedimentos de Ensaio – Cestas sem Dispositivo de Movimentação (6h)
Sequência de aplicação da carga na caçamba.
Definição dos pontos de ensaio e posições específicas.
Monitoramento da resposta acústica nos componentes estruturais.
Interpretação dos sinais para detecção precoce de falhas.
Exemplos de elaboração de relatórios com precisão e rastreabilidade.

Módulo 5 – Procedimentos de Ensaio – Cestas com Dispositivo de Movimentação (6h)
Sequência de aplicação da carga de ensaio no dispositivo de movimentação.
Pontos de aplicação em caçambas montadas lateralmente e na extremidade.
Procedimentos de ensaio para cestas articuladas, telescópicas, over center e não over center.
Diagrama de nomenclatura de cestas aéreas (articuladas e telescópicas).
Sequência de carregamento por posição e análise das respostas acústicas.

Módulo 6 – Ensaios Específicos e Critérios de Aprovação (6h)
Procedimentos de ensaio em cestas aéreas isoladas com acessórios de movimentação de carga.
Monitoramento de componentes metálicos e de PRFV.
Critérios de aprovação/reprovação do ensaio segundo parâmetros normativos.
Estudo de casos de falhas estruturais detectadas por emissão acústica.
Tratamento de desvios e plano de ação corretiva.

Módulo 7 – Relatórios Técnicos e Normatização (4h)
Estrutura de relatórios técnicos conforme a NBR 16593.
Precisão, repetibilidade e rastreabilidade dos resultados.
Tendência e análise comparativa de ensaios anteriores.
Aplicação de critérios de conformidade para auditorias e inspeções legais.

Módulo 8 – Exercícios e Avaliação Final (4h)
Montagem e calibração do sistema de medição.
Análise e interpretação de sinais em diferentes tipos de cestas.
Elaboração de relatório técnico com base em estudo de caso real.
Avaliação de conformidade normativa.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 06 – Equipamento de proteção individual – EPI;
NR 12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos;
NR 35 – Trabalho em altura;
ABNT NBR 16593 – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – procedimento para ensaio em cestas aéreas isoladas e não isoladas;
ABNT NBR 15360 – Ensaios não destrutivos – Emissão acústica – Caracterização do sistema de medição;
ABNT NBR 15361 – Ensaios não destrutivos – Ensaio de emissão acústica – Determinação da reprodutibilidade da resposta do sensor de emissão acústica;
ABNT NBR 16092 – Cestas Aéreas – Especificações e ensaios;
ABNT NBR NM 302 – Ensaios não destrutivos – Ensaio de emissão acústica (EA) – Terminologia;
ABNT NBR NM 326 – Ensaios não destrutivos – Montagem de sensores piezoeléctricos de contato para emissão acústica – Procedimento;
ABNT NBR NM ISO 9712 – Ensaios não destrutivos – Qualificação e certificação de pessoal em END;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

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CURIOSIDADES TÉCNICAS DO END:

Origem militar: Os END ganharam força durante a Segunda Guerra Mundial, quando foi necessário inspecionar aeronaves e submarinos sem desmontá-los.

Emissão acústica é diferente de ultrassom: No ultrassom, o som é induzido no material; na emissão acústica, o som é gerado pelo próprio defeito (microfissuras, trincas, plastificação).

Sensibilidade ao invisível: A técnica de EA (emissão acústica) pode detectar uma trinca antes que ela seja visível ao olho humano ou mesmo a outros END como líquido penetrante.

Ensaios em tempo real: A EA permite monitorar estruturas enquanto estão sendo carregadas ou utilizadas, como pontes, oleodutos ou cestas aéreas, detectando falhas durante a operação.

Monitoramento contínuo: Diferente de métodos pontuais, a emissão acústica pode ser aplicada como sistema de vigilância permanente em equipamentos críticos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Termos, definições, significado e uso;

Resumo do método de ensaio;
Qualificação de pessoas;
Sistema de medição de emissão acústica;
Preparação do ensaio e desempenho do sistema;
Calibração do sistema de medição;
Procedimento de ensaio para cestas aéreas sem dispositivo de movimentação de carga;
Sequência de aplicação da carga na caçamba;
Procedimento de ensaio para cestas aéreas equipadas com dispositivo de movimentação de carga;
Sequência de aplicação da carga de ensaio no dispositivo de movimentação de carga;
Sensores e cabo de sinal;
Pré-amplificador e filtros;
Sequência de aplicação da carga de ensaio na extremidade do braço;
Relatórios, precisão e tendência;
Sequência de ensaio de emissão acústica para cestas aéreas isoladas com acessórios para movimentação de carga;
Critérios de aprovação/reprovação do ensaio de emissão acústica de componentes em plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV) e componentes metálicos;
Requisitos de desempenho do sistema de medição;
Cabo de força e de sinal;
Processador e amplificador principal;
Dispositivo para medição de carga;
Diagrama de nomenclatura de uma cesta aérea articulada;
Posições de ensaio para cestas aéreas telescópicas;
Ponto de aplicação da carga para caçambas montadas lateralmente;
Diagrama de nomenclatura de uma cesta aérea telescópica;
Posições de ensaios para cestas aéreas articuladas;
Ponto de aplicação de carga para caçambas montadas na extremidade;
Posições de ensaios para cestas aéreas articuladas over center;
Sequência de carregamento da cesta aérea por posição;
Posições de ensaios para cestas aéreas articuladas não over center;
Componentes das cestas aéreas que devem ser monitorados com emissão acústica;
Posições de ensaios para cestas aéreas telescópicas;
Sequência de ensaio.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593

Saiba Mais: Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593:

Resumo do método de ensaio: Este método de ensaio consiste na aplicação de uma carga predeterminada a uma cesta aérea ao mesmo tempo em que ela é monitorada por sensores que detectam emissões acústicas (EA) geradas por descontinuidades ativas.
Essas emissões acústicas podem ser geradas por: nucleação, movimentação ou propagação de trincas nos componentes metálicos; fissuramento da matriz, de laminação ou ruptura de fibra dos materiais em plástico reforçado com fibra de vidro ou ambos. A cesta aérea deve ser carregada a uma taxa uniforme até que uma carga predeterminada seja atingida. a qual deve ser mantida por um período de tempo. Essa carga deve ser removida e o ciclo repetido. As emissões acústicas devem ser monitoradas durante os ciclos e os dados devem ser avaliados.

Significado e uso:
Este método de ensaio proporciona um meio de avaliar emissões acústicas produzidas pela rápida liberação de energia de fontes localizadas em uma cesta aérea sob carregamento controlado. A liberação de energia resultante, que deve ser monitorada e interpretada por pessoa qualificada, ocorre durante a aplicação intencional de uma carga predeterminada e controlada.
Este método permite ensaiar a maioria dos componentes de uma cesta aérea sob carregamento controlado. utilizando critérios objetivos para avaliação e pode ser interrompido a qualquer tempo para investigar uma área particular de interesse ou para evitar uma falha parcial ou total da cesta aérea. Este método de ensaio proporciona um meio de detecção de fontes de emissão acústica que podem ser defeitos ou descontinuidades ativas, ou ambos, que afetam a integridade ou o uso pretendido da cesta aérea.
Fontes de emissão acústica encontradas por este método de ensaio devem ser avaliadas por outros métodos de ensaios não destrutivos. Áreas com defeitos encontrados por este método de ensaio nas cestas aéreas devem ser reparadas e novamente ensaiadas. Recomendações para procedimentos de reparo fogem ao escopo desta Norma.

Qualificação de pessoas:
A pessoa que executa os ensaios de emissão acústica deve estar familiarizada com o projeto. a fabricação e a operação de cestas aéreas.

Sistema de medição de emissão acústica
O sistema de medição de EA, deve ser capaz de obter dados em canais individuais dentro de uma faixa de frequência de 20 kHz a 400 kHz.
O número de canais do sistema de medição de EA deve ser determinado pelas características de atenuação da cesta aérea, de forma a proporcionar cobertura daqueles componentes. O sistema de medição deve ser capaz de registrar os seguintes parâmetros: tempo: eventos; contagens: amplitude e carga aplicada.

Registros permanentes dos resultados de ensaio devem ser fornecidos pelo sistema de medição.
Preparação do ensaio: Antes do ensaio de EA deve ser realizada uma inspeção visual do equipamento para assegurar que os componentes a serem ensaiados estejam livres de qualquer condição proibitiva para o ensaio ou que afetem adversamente os seus resultados.Canais e sensores adicionais podem ser usados para suplementarem os requisitos mínimos do ensaio e ampliar a resolução para localização. Posicionar os sensores nas partes de plástico reforçado com fibra de vidro e de metal dos componentes. A extensão da cobertura é determinada pelo número de sensores empregados e as características de atenuação dos componentes individuais, e pode ser verificada por uma técnica de EA simulada.
Registrar a amplitude da fonte de EA simulada a uma distância de 300 mm do sensor como uma referência. Continuar a afastar a fonte de EA simulada do sensor até que a amplitude não seja mais de 15 dB inferior à amplitude de referência. Isto estabelece a área de cobertura máxima do sensor. A montagem dos sensores deve ser feita de acordo com a ABNT NBR NM 326.

Verificação do desempenho do sistema: A verificação do desempenho do sistema de medição de EA deve ser feita com um simulador de EA imediatamente antes da aplicação da carga de ensaio. Este simulador deve ser capaz de produzir uma onda transiente elástica que tenha uma amplitude representativa dos sinais de EA a serem registrados. O simulador pode ser jato de gás, a técnica da quebra de grafite ou um evento induzido eletronicamente ou equivalente. A amplitude de pico de cada sensor, detectado no evento simulado a uma distância fixa entre 150 mm e 230 mm. não pode variar mais do que ± 3 dB da média de todos os sensores no mesmo tipo de material. Em caso de qualquer desvio nessa verificação. o sensor deve ser remontado ou substituído.
A verificação do desempenho do sensor deve ser feita periodicamente. Calibração do sistema de medição: Submeter o sistema de medição de EA a uma calibração completa e uma verificação funcional acurada do seu desempenho de acordo com a especificação do fabricante. Executar a calibração de acordo com um procedimento de calibração escrito. Incluir na calibração no mínimo as seguintes calibrações: níveis de referência, circuitos de medição de amplitude, circuitos de medição de contagem; sensores de EA, e dispositivos para medição de carga. Submeter o sistema de medição de EA a uma verificação de rotina, que deve incluir no mínimo a verificação dos níveis de referência e das medições de amplitude.

Procedimento de ensaio: Procedimento de ensaio para cestas aéreas sem dispositivo de movimentação de carga. A carga utilizada durante um ensaio de emissão acústica deve ser duas vezes a capacidade nominal da caçamba. Ensaiar as cestas aéreas articuladas em posições tais que os componentes possam ser monitorados. Ensaiar as cestas aéreas telescópicas em posições tais que os componentes possam ser monitorados.
Prender o dispositivo de medição de carga ao sistema de aplicação de carga o qual, por sua vez. deve ser preso a um peso morto ou uma ancoragem adequada.  O método de aplicação e fixação deve ser tal que a carga seja equilibradamente distribuída e não deforme permanentemente a caçamba. A técnica usada para conexão de carga deve simular o mais próximo possível as condições de campo.
Em unidades com caçamba giratória a(s) caçamba(s) deve(m) ser girada(s) até que a linha de centro da aplicação da carga esteja à máxima distância do pino da caçamba. A carga de ensaio empregada nos pontos deve ser duas vezes a capacidade nominal da caçamba. Todos os componentes do sistema de aplicação da carga devem ser capazes de suportar a carga de ensaio.
F: NR 06, NR 12 e NR 35

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Curso END – Emissão Acústica Cestas Aéreas NBR 16593: Consulte – nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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