Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO MANUTENÇÃO E CALIBRAÇÃO EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS
Referência: 121209
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Manutenção Equipamento Eletromédico
O objetivo do Curso Manutenção Equipamento Eletromédico é capacitar o profissional para interpretar, aplicar e validar, de forma precisa e ativa, todos os requisitos de segurança e desempenho essencial definidos pela ABNT NBR IEC 60601-1, norma principal que governa a integridade técnica dos dispositivos utilizados em ambiente clínico. Desse modo, ao compreender como cada requisito se conecta ao desempenho real do equipamento, o participante desenvolve capacidade crítica para identificar riscos, avaliar condições de falha e reconhecer quando um equipamento deixa de cumprir critérios normativos indispensáveis.
Além disso, o curso aprimora a habilidade do profissional em analisar informações do fabricante, compreender métodos de ensaio, verificar níveis de proteção e conduzir calibrações com rastreabilidade técnica. Essa evolução ocorre porque o conteúdo integra, de forma lógica e progressiva, os fundamentos da ABNT NBR IEC 60601-1 com as normas particulares de cardioversores, desfibriladores, ventiladores, monitores multiparamétricos e bombas de infusão. Dessa forma, o participante executa a manutenção com segurança, reduz passivos ocultos e fortalece a conformidade legal dentro do ambiente hospitalar.

Configuração precisa para garantir desempenho seguro do equipamento.
Quem deve assumir a responsabilidade de validar tecnicamente um equipamento eletromédico antes de devolvê-lo ao uso clínico?
A validação deve ser assumida por um profissional tecnicamente competente, capaz de interpretar resultados de ensaios, verificar desempenho essencial e confirmar a integridade do equipamento após qualquer intervenção. Logo, esse profissional precisa dominar conceitos de segurança, calibração e comportamento funcional para garantir que o equipamento entregue desempenho previsível em ambiente clínico. Dessa forma, o profissional não toma a decisão final com base em achismos, mas fundamenta tudo em critérios técnicos mensuráveis.
Além disso, a instituição precisa assegurar que essa validação faça parte de um processo formal, com registro de evidências e rastreabilidade completa. Quando essa responsabilidade recai sobre alguém qualificado, a liberação do equipamento ocorre de forma segura, evitando a devolução de dispositivos ainda instáveis, degradados ou com falhas latentes que comprometem pacientes e equipes de saúde.
Quando a verificação da corrente de fuga deve ser realizada para garantir a segurança do paciente e do operador?
A corrente de fuga indica se o isolamento e a integridade elétrica do equipamento permanecem seguros. Por isso, a verificação precisa ocorrer em momentos estratégicos que permitam identificar qualquer degradação antes que ela gere risco real.
| Momento de verificação | Justificativa técnica |
|---|---|
| Após manutenção corretiva | Confirma que a intervenção não comprometeu o isolamento |
| Antes de recolocar o equipamento em uso | Evita expor pacientes a riscos invisíveis |
| Durante inspeções periódicas programadas | Monitora degradação gradual do equipamento |
| Após quedas, impactos ou choques mecânicos | Identifica danos internos não aparentes |
| Após longos períodos de inatividade | Avalia deterioração natural de componentes e cabos |
Qual parâmetro técnico precisa ser priorizado durante a calibração de um desfibrilador para assegurar desempenho confiável?
O desempenho de um desfibrilador depende diretamente da forma como ele entrega energia ao paciente. Por isso, certas variáveis merecem atenção máxima durante a calibração.
Precisão da energia entregue em relação à energia selecionada
Forma de onda aplicada e tolerâncias do pulso
Sincronização correta no modo cardioversão
Tempo de resposta entre comando e descarga
Curva de subida e decaimento da onda elétrica

Ajuste de parâmetros essenciais durante a calibração clínica.
Por que a análise de risco deve ser realizada antes de liberar um equipamento eletromédico após manutenção corretiva?
A análise de risco identifica cenários que podem continuar ocultos mesmo quando o equipamento parece operacional. Componentes desgastados, isolamento degradado, sensores instáveis ou variações de desempenho podem permanecer silenciosos até causarem uma falha crítica. Dessa forma, avaliar esses riscos antes da liberação impede que o equipamento volte ao ambiente clínico com vulnerabilidades não detectadas.
Além disso, a análise de risco garante que o técnico entenda o impacto das falhas descobertas durante a manutenção e avalie se o risco residual é aceitável para uso seguro. Esse processo fortalece a tomada de decisão, evita liberações precipitadas e reduz a probabilidade de eventos adversos envolvendo pacientes e equipes de saúde.
Onde devem ocorrer os ensaios de desempenho essencial em ventiladores pulmonares para evitar falhas durante a operação clínica?
Os ensaios de desempenho essencial precisam ocorrer em um ambiente controlado que permita avaliar de forma precisa cada função do ventilador, evitando que falhas passem despercebidas.
| Local do ensaio | Justificativa técnica |
|---|---|
| Laboratório de manutenção biomédica | Disponibiliza instrumentos de medição calibrados e ambiente controlado |
| Bancada técnica com simuladores pulmonares | Permite reproduzir cenários clínicos e validar modos ventilatórios |
| Área isolada do setor hospitalar | Evita interferência operacional e garante testes sem risco para pacientes |
| Sala de testes com alimentação elétrica estável | Impede variações de tensão que mascaram falhas reais |
| Ambiente com controle ambiental adequado | Garante resultados precisos sem influência de temperatura e umidade |
Quando uma atualização de software de um monitor multiparamétrico exige revisão completa dos seus sistemas internos?
O software está diretamente ligado à interpretação de sinais vitais. Por isso, qualquer mudança que afete essa interpretação exige uma revisão ampla do equipamento.
Quando a atualização altera algoritmos de leitura de sinais
Quando novos modos de operação são adicionados
Quando há correção de falhas críticas identificadas pelo fabricante
Quando a atualização modifica drivers de sensores ou interfaces
Quando o equipamento apresenta instabilidade após atualização parcial
Quem deve decidir se um equipamento eletromédico pode retornar ao ambiente clínico quando apresenta inconsistências repetitivas durante a calibração?
Um profissional especializado em engenharia clínica ou tecnologia biomédica toma a decisão e interpreta sinais de inconsistência com profundidade técnica. Esse profissional tem competência para identificar se a falha é sistêmica, intermitente ou relacionada ao desgaste do equipamento, evitando conclusões superficiais que colocariam pacientes em risco.
Além disso, essa decisão precisa levar em conta histórico de falhas, repetitividade dos sintomas, registro de intervenções anteriores e comportamento do equipamento em diferentes ensaios. Quando alguém capacitado conduz a análise, a empresa reduz riscos e impede que um dispositivo instável volte à rotina hospitalar sem controle adequado.

Conectores e sensores prontos para verificação funcional completa.
Qual a importância do Curso Manutenção Equipamento Eletromédico?
A importância do Curso Manutenção Equipamento Eletromédico está em capacitar o profissional para manter e calibrar equipamentos eletromédicos com precisão, responsabilidade e visão técnica avançada, garantindo que cada dispositivo atenda aos critérios de segurança e desempenho essencial definidos pela ABNT NBR IEC 60601-1, norma principal que orienta a integridade operacional desses equipamentos. Logo, quando o participante domina esses requisitos, ele consegue interpretar sinais de falha, identificar degradações invisíveis e realizar intervenções que preservam a confiabilidade clínica, evitando riscos ao paciente e reduzindo a probabilidade de eventos críticos.
Além disso, o curso fortalece a capacidade de análise, documentação e tomada de decisão técnica, conectando o profissional diretamente ao que há de mais rigoroso em manutenção eletromédica. Essa qualificação torna o participante apto a atuar em ambientes hospitalares complexos, aplicando práticas seguras, estruturadas e alinhadas às exigências de conformidade. Dessa forma, a formação amplia a segurança institucional, reduz passivos e consolida um padrão técnico elevado baseado na ABNT NBR IEC 60601-1.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Manutenção Calibração Equipamento Eletromédico
CURSO APRIMORAMENTO MANUTENÇÃO E CALIBRAÇÃO EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Normativos dos Equipamentos Eletromédicos (4 Horas)
Princípios gerais de segurança e desempenho essencial conforme ABNT NBR IEC 60601-1.
Conceito de equipamento eletromédico, sistemas eletromédicos e partes aplicadas.
Responsabilidades técnicas, implicações legais e rastreabilidade.
MÓDULO 2 – Avaliação Técnica do Equipamento e Uso Clínico (4 Horas)
Interpretação técnica do uso pretendido conforme IEC 60601-1.
Requisitos do fabricante e análise das instruções originais.
Identificação de usos incorretos previsíveis.
Requisitos de instalação e infraestrutura hospitalar.
Critérios técnicos de adequação ao ambiente clínico.
MÓDULO 3 – Estruturas de Construção e Classificação dos Equipamentos (3 Horas)
Classificação por tipo de parte aplicada (BF, CF, B) e respectivos níveis de proteção.
Grupos funcionais e arquitetura interna.
Avaliação de materiais, revestimentos e requisitos mecânicos.
Condições normativas de resistência, aquecimento e integridade física.
MÓDULO 4 – Situações Perigosas, Condições de Falha e Análise de Risco (4 Horas)
Identificação de perigos segundo ISO 14971.
Falhas razoavelmente previsíveis em operação clínica.
Perigos elétricos, mecânicos, térmicos, radiação e EMC.
Avaliação de corrente de fuga e radiação de fuga.
Construção de cenários de risco e critérios de mitigação.
MÓDULO 5 – Perigos Elétricos e Proteções Obrigatórias (4 Horas)
Princípios de segurança elétrica.
Corrente de toque, corrente de fuga e limites normativos.
Proteções contra choques diretos e indiretos.
Requisitos IP para líquidos, partículas e penetração nociva.
Aterramento, equipotencialização e resistência de isolamento.
MÓDULO 6 – Compatibilidade Eletromagnética (2 Horas)
Exigências da IEC 60601-1-2.
Interferências eletromagnéticas e imunidade funcional.
Avaliação de radiação indesejada.
Medidas para evitar saturação de sensores e falhas de leitura.
MÓDULO 7 – Ensaios, Verificação Rotineira e Check-list Normativo (3 Horas)
Ensaios elétricos aplicáveis segundo IEC 62353.
Ensaios funcionais e inspeções obrigatórias.
Estruturação de check-list técnico de manutenção eletromédica.
Verificação de controles, instrumentos de proteção e limites de saída perigosa.
Avaliação da exatidão de medição e critérios de calibração.
MÓDULO 8 – Sistemas Eletromédicos Programáveis (3 Horas)
Requisitos da IEC 62304 para software médico embarcado.
Falhas lógicas, travamentos e riscos associados.
Técnicas de validação de software.
Avaliação de atualizações e riscos de obsolescência.
MÓDULO 9 – Cardioversores (3 Horas)
Construção, modos de operação e aplicação clínica.
Técnicas de manutenção e verificação de integridade.
Processos de calibração de energia, sincronismo e tempos.
Identificação de mau funcionamento.
Normas aplicáveis e classificação de partes aplicadas.
Critérios de proteção durante uso frequente.
MÓDULO 10 – Desfibriladores (3 Horas)
Modos de uso clínico e operação manual.
Ensaios normativos.
Identificação de falhas críticas.
Riscos de calibração inadequada.
Adequações normativas e limites de energia.
Características de forma de onda e desempenho.
MÓDULO 11 – Ventiladores Pulmonares (3 Horas)
Métodos normativos de instalação.
Requisitos de desempenho essencial.
Avaliação de partes móveis e resistência mecânica.
Riscos de radiação e exposição.
Condições ambientais e segurança elétrica.
Critérios para detecção de falhas e degradação.
MÓDULO 12 – Monitores Multiparâmetros (2 Horas)
Requisitos de desempenho essencial.
Falhas em sensores e saturação de sinal.
Avaliação de modos de operação e indicadores clínicos.
Técnicas de calibração.
Identificação de mau funcionamento e desvios de leitura.
MÓDULO 13 – Bombas de Infusão (2 Horas)
Funções primárias e usabilidade.
Requisitos de fonte de alimentação e partes aplicadas.
Verificação de travas, fixação de seringas e reservatórios.
Identificação de falhas mecânicas e eletrônicas.
Controles de proteção e segurança contra saídas perigosas.
Critérios de marcação e rastreabilidade.
MÓDULO 14 – Conformidade, Rastreabilidade e Evidência Técnica (3 Horas)
Documentação técnica obrigatória.
Registros de manutenção, calibração e ensaios.
Rastreabilidade pós-serviço.
Evidências para auditorias internas e certificações.
Responsabilidade técnica e conformidade normativa.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Manutenção Calibração Equipamento Eletromédico



