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Laudo Sistemas Fotovoltaicos
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Avaliação de Imóveis - ARTs, CETESB, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Eng. Ambiental e Sanitária - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Laudos e Relatórios Técnicos, Prefeitura - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo Sistemas Fotovoltaicos

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DE ART

Referência: 107250

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Um Laudo de Sistemas Fotovoltaicos é um documento técnico essencial que avalia a condição e o desempenho de métodos de energia solar. 

Este parecer, elaborado por profissionais especializados, oferece uma análise detalhada dos componentes e da operação das técnicas fotovoltaicas, incluindo painéis solares, inversores e estruturas de suporte.

O objetivo principal é identificar possíveis falhas, medir a eficiência e garantir que todos os aspectos do processo estejam funcionando de acordo com as especificações.

A importância vai além da simples verificação, pois ele é crucial para a manutenção preventiva, assegurando que o procedimento continue a operar de forma eficiente e segura. 

Com um documento atualizado, proprietários e gestores podem tomar decisões informadas sobre manutenções e melhorias necessárias, evitando custos imprevistos, bem como prolongando a vida útil da estratégia. 

Dessa maneira, a análise detalhada ajuda a garantir que o sistema esteja em conformidade com as normas e regulamentos vigentes, promovendo não apenas a economia de energia, mas também a segurança e a sustentabilidade ambiental.

Homem instalando painel solar - Laudo Sistemas Fotovoltaicos

Instalação de painel fotovoltaico

O que é e quais são os principais tipos de Sistemas Fotovoltaicos?

Os Sistemas Fotovoltaicos são tecnologias que transformam a luz solar em eletricidade por meio de células solares. Essa conversão acontece, sobretudo, através do efeito fotovoltaico, que é a base para a geração de energia solar. Cada vez mais utilizados por sua eficiência e benefícios ambientais, esses sistemas são classificados em três principais tipos.

Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede

Os sistemas conectados à rede elétrica são amplamente adotados. Eles integram-se diretamente à infraestrutura elétrica existente, permitindo que a eletricidade gerada pelos painéis solares seja consumida pela residência ou empresa.
Caso a produção de energia seja maior do que o consumo, o excedente pode ser enviado para a rede elétrica, proporcionando uma compensação na fatura de energia. Esses sistemas são, portanto, uma escolha popular para quem busca reduzir custos com eletricidade e aproveitar créditos de energia.

Sistemas Fotovoltaicos Independentes

Utilizam-se os sistemas independentes, ou off-grid, em locais onde a conexão com a rede elétrica não é possível. Esses conjuntos incluem baterias para armazenar a energia gerada, assegurando, dessa forma, o fornecimento contínuo mesmo durante períodos sem sol.
Ideal para áreas remotas e para quem deseja total autonomia energética, eles oferecem uma solução eficaz para necessidades energéticas isoladas.

Sistemas Fotovoltaicos Híbridos

Os sistemas híbridos combinam características dos grupos conectados e independentes. Eles estão ligados à rede elétrica, mas também possuem um conjunto de armazenamento em baterias.
Essa configuração permite o uso de energia solar durante períodos sem sol e a possibilidade de recorrer à rede elétrica quando necessário. É uma opção versátil para quem busca segurança adicional no fornecimento de energia e quer maximizar a economia.
Cada tipo de Sistema Fotovoltaico tem suas próprias vantagens e se adequa a diferentes necessidades e condições. A escolha ideal depende das características específicas de cada local e das metas de consumo de energia.

Quais os principais componentes do Laudo de Sistemas Fotovoltaicos?

A análise detalhada é crucial para garantir o desempenho e a segurança das instalações solares. O Laudo de Sistemas Fotovoltaicos é composto por três principais componentes: a inspeção dos painéis solares, a avaliação dos inversores e outros equipamentos, e a verificação da estrutura de instalação e das conexões elétricas.
Primeiramente, a análise dos painéis solares foca na inspeção física e funcional dos módulos. O objetivo é verificar se há danos visíveis, como rachaduras ou descolamento do encapsulamento, que possam comprometer a eficiência do método.
Assim sendo, é essencial medir o desempenho dos painéis para assegurar que estão convertendo a energia solar em eletricidade com a eficácia esperada.
Em seguida, a avaliação dos inversores e outros equipamentos é fundamental. Os inversores são responsáveis por converter a corrente contínua gerada pelos painéis em corrente alternada utilizável. O parecer examina se os inversores estão operando corretamente e se há sinais de falhas ou degradação.
A equipe também verifica outros componentes, como controladores de carga e baterias, para garantir que estão funcionando conforme as especificações.
Finalmente, a verificação da estrutura de instalação e das conexões elétricas envolve a inspeção da montagem dos painéis e da fiação elétrica.
É preciso garantir que a estrutura suporte adequadamente os painéis e que as conexões estejam seguras e bem isoladas. A identificação de problemas nas conexões elétricas é, portanto, vital para prevenir riscos de curto-circuitos e garantir a segurança geral da técnica.
Cada um desses componentes é essencial para assegurar que ele opere de forma eficiente e segura. Um documento bem elaborado proporciona, assim, a confiança necessária para otimizar o investimento em energia solar e maximizar seus benefícios.

Como funciona a metodologia de inspeção e avaliação?

O processo começa com uma revisão minuciosa através de um Laudo Técnico Detalhado, que inclui diversas etapas e técnicas específicas.
Inicialmente, realiza-se a inspeção visual para identificar sinais evidentes de desgaste ou danos. Técnicos qualificados observam o estado físico dos painéis solares, procurando, sobretudo, por rachaduras, corrosão ou sujeira acumulada.
Essa análise visual é acompanhada por uma verificação das conexões e estruturas de suporte para garantir que estejam firmes e corretas.
Para uma avaliação mais precisa, utilizam-se equipamentos como o multímetro, que mede a tensão e a corrente elétrica produzidas pelos módulos fotovoltaicos. Esse teste é essencial para confirmar se os painéis estão gerando a quantidade esperada de energia.
Desse modo, o uso de uma câmera termográfica permite identificar pontos quentes, que podem indicar problemas internos, como células fotovoltaicas defeituosas ou conexões inadequadas.
A análise de desempenho é realizada por meio de um analisador especializado que compara a produção atual de energia com as expectativas do projeto. Esse equipamento ajuda a detectar perdas de eficiência e a avaliar o funcionamento geral do procedimento.
A metodologia também inclui a inspeção do modo de montagem e da fiação, assegurando, dessa maneira, que todos os componentes estejam instalados corretamente e funcionando conforme as especificações.
Quando necessário, limpa-se os painéis com ferramentas apropriadas para remover sujeira e detritos que possam afetar a produção de energia.
Esses processos e ferramentas asseguram um parecer técnico completo e preciso, contribuindo, assim, para a manutenção eficiente e a longevidade dos sistemas fotovoltaicos.

Painéis solares - Laudo Sistemas Fotovoltaicos

Painel fotovoltaico

Quais os critérios para avaliação da performance do sistema?

A avaliação da eficiência de um sistema é fundamental para garantir que os painéis solares estão operando conforme esperado. O Laudo de Sistemas Fotovoltaicos é uma ferramenta essencial nesse processo, fornecendo uma análise detalhada dos parâmetros e indicadores críticos.
Aqui estão os principais critérios para medir e avaliar a performance dos painéis solares com base em um documento técnico.

Produção de energia

Deve-se avaliar primeiramente a produção de energia. O parecer deve indicar a quantidade de eletricidade gerada pelos painéis, geralmente medida em quilowatt-hora (kWh). A comparação entre a produção real e a estimada, com base em dados históricos e condições solares locais, ajuda a identificar possíveis desvios e a eficácia do processo.

Eficiência dos painéis

A eficiência dos painéis solares, que se refere à capacidade dos painéis de converter a luz solar em eletricidade, é outro critério crucial. O Laudo de Sistemas Fotovoltaicos deve detalhar a eficiência de cada painel e compará-la com as especificações do fabricante.
A relação entre a potência gerada e a área do painel calcula a eficiência, o que é essencial para determinar se os painéis estão operando conforme o esperado.

Índice de desempenho

O Índice de Desempenho (Performance Ratio – PR) é uma métrica importante que avalia o desempenho geral do procedimento. O registro deve incluir o PR, que compara a energia efetivamente gerada com a quantidade que seria produzida sob condições ideais. Um PR baixo pode indicar problemas, como sombreamento ou falhas no sistema.

Análise de componentes

A documentação também deve verificar a integridade e o funcionamento dos componentes principais, como inversores e cabos. A análise desses componentes ajuda a identificar falhas ou degradações que podem afetar a eficiência geral.

Como são as regulamentações e normas técnicas?

A crescente popularidade dos sistemas fotovoltaicos trouxe à tona a necessidade de compreender as regulamentações, bem como as normas técnicas que regem sua implementação e manutenção.
Esses regulamentos são essenciais para garantir que eles não apenas funcionem de maneira eficiente, mas também estejam em conformidade com os requisitos legais e técnicos estabelecidos.
No Brasil, a principal norma que orienta a elaboração de laudos para esses processos é a NBR 16149 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma define os critérios para a avaliação e projeto de métodos fotovoltaicos, incluindo aspectos de segurança, desempenho e instalação.
Com efeito, a Resolução Normativa ANEEL 482/2012 estabelece as diretrizes para a conexão de sistemas fotovoltaicos à rede elétrica, detalhando os procedimentos para a compensação de energia gerada.
Os pareceres técnicos devem, sobretudo, refletir o cumprimento dessas normas, abrangendo desde a análise do projeto até a inspeção final do método instalado. Os profissionais responsáveis por esses documentos devem se manter atualizados com as últimas novidades normativas, bem como regulamentares, para garantir que atendam a todos os requisitos.
Isso inclui a verificação da conformidade com as normas de segurança elétrica, que visam proteger tanto o usuário quanto a integridade da técnica.
Além das normas técnicas, os requisitos legais também desempenham um papel fundamental. O processo de regulamentação envolve, sobretudo, o cumprimento de exigências locais e estaduais, que podem variar conforme a região.
Por exemplo, alguns municípios exigem licenças específicas para a instalação de sistemas fotovoltaicos, enquanto outros podem ter requisitos adicionais de fiscalização.

Veja também: Perícia Sistemas Voltaicos | Laudo Sistemas de Gestão de Energia

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Sistema Fotovoltaico

Escopo Normativo:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO E EMISSÃO DE ART

Objetivo Realizar inspeção técnica detalhada em sistemas fotovoltaicos com o objetivo de verificar a conformidade técnica, garantir a segurança operacional e otimizar o desempenho do sistema. O serviço inclui a elaboração de um relatório técnico com recomendações e conclusões, além da emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Atividades Previstas
Planejamento e Análise Preliminar
Reunião inicial com o cliente para entendimento das especificações do sistema e expectativas do serviço.
Levantamento de documentação técnica disponível, incluindo projetos elétricos, diagramas unifilares e manuais dos componentes.

Inspeção Visual e Avaliação de Componentes
Verificação do estado físico dos módulos fotovoltaicos (riscos, trincas, sujeira, sombreamento).
Avaliação dos inversores quanto à instalação, conexões elétricas e funcionamento.
Inspeção das estruturas de suporte quanto à estabilidade, corrosão e conformidade com os projetos.
Verificação do cabeamento (seção, isolamento, conexões e proteções).
Inspeção dos dispositivos de proteção (disjuntores, DPS, aterramento).

Testes e Medições
Realização de medições elétricas nos módulos e strings (tensão, corrente e resistência de isolamento).
Teste de eficiência do inversor e verificação da taxa de conversão.
Medição de continuidade e resistência de aterramento.
Avaliação do desempenho geral do sistema em condições reais de operação.

Análise de Conformidade Normativa
Verificação da conformidade com normas técnicas aplicáveis, como a NBR 16274, NBR 5410, e legislações vigentes.
Identificação de inconformidades e sugestão de medidas corretivas.

Elaboração do Relatório Técnico
Documentação detalhada das inspeções e testes realizados.
Apresentação de dados técnicos, fotos, diagramas e resultados das medições.
Análise de inconformidades, impactos no desempenho e recomendações técnicas.

Emissão de ART
Registro da Anotação de Responsabilidade Técnica junto ao CREA, abrangendo as atividades realizadas.

Produtos Entregues
Relatório técnico detalhado com análises, recomendações e registros fotográficos.
ART devidamente preenchida e registrada.

Critérios de Qualidade
Execução de todos os procedimentos conforme normas técnicas vigentes.
Utilização de instrumentos devidamente calibrados e certificados.
Atendimento a prazos e especificações definidas pelo cliente.

Equipe Responsável
Engenheiro eletricista ou especialista com registro ativo no CREA.
Técnicos habilitados para execução de inspeções e medições.

Prazos
O prazo total para execução dos serviços será definido em conjunto com o cliente, considerando a complexidade e dimensão do sistema.

Responsabilidades do Cliente
Disponibilização de acesso ao sistema e documentação técnica necessária.
Garantia de condições seguras para execução das atividades.

Considerações Gerais
O escopo pode ser ajustado conforme as necessidades específicas do cliente ou características do sistema fotovoltaico.
Todos os serviços serão realizados em conformidade com as boas práticas de engenharia e segurança.

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo Sistema Fotovoltaico

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e |Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;

NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
NR 10 – Seguranças nas Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT NBR 10899 – Energia solar fotovoltaica – Terminologia;
ABNT NBR 16150 – Sistemas fotovoltaicos (FV) – Características da interface de conexão com a rede elétrica de distribuição – Procedimento de ensaio de conformidade;
ABNT NBR 16690 – Instalações Elétricas de Arranjos Fotovoltaicos
ABNT NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;

ABNT NBR 5419 – Proteção de Estruturas contra Descargas Elétricas Atmosféricas;
ABNT NBR 14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão de 1,0 kV a 36,2 kV;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Sistema Fotovoltaico

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Sistema Fotovoltaico

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

A execução de inspeção técnica de conformidade para sistemas fotovoltaicos é uma atividade que visa verificar se o sistema está em conformidade com as normas, regulamentos e padrões de qualidade estabelecidos. Esse serviço engloba três etapas principais:
Execução de Inspeção Técnica de Conformidade para Sistemas Fotovoltaicos
Verificação documental: Avaliação dos projetos, especificações técnicas, ARTs e documentos exigidos por regulamentações.
Inspeção visual: Análise presencial dos componentes do sistema, como painéis solares, inversores, cabeamento, estruturas de suporte e dispositivos de proteção.
Testes funcionais: Realização de testes no sistema para garantir que a operação está dentro dos parâmetros esperados, como medição de tensão, corrente e potência, além de verificação da eficiência.
Verificação de segurança: Checagem dos sistemas de aterramento, proteção contra surtos e cumprimento das normas de segurança elétrica (como a NR 10 e a NBR 5410).
Conformidade com normas técnicas: Verificação do cumprimento de normas como a NBR 16274, NBR 16690 e outras aplicáveis ao sistema fotovoltaico, além das regulamentações da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Elaboração de Relatório Técnico
Descrição do sistema: Informações detalhadas sobre o sistema fotovoltaico inspecionado, incluindo os principais componentes, capacidade e dados técnicos.
Registro dos pontos avaliados: Listagem dos itens verificados durante a inspeção, com detalhamento de conformidades e não conformidades encontradas.
Análise das não conformidades: Identificação de falhas ou problemas no sistema, suas causas e os potenciais impactos na eficiência e segurança.
Recomendações: Orientações sobre correções necessárias ou melhorias para garantir a conformidade do sistema e otimização do desempenho.
Conclusão: Declaração sobre a conformidade ou não conformidade do sistema com base nos critérios estabelecidos.

Emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
Registro da responsabilidade técnica: Formalização, junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), da responsabilidade do profissional habilitado pela inspeção e pelo relatório técnico elaborado.
Garantia de segurança jurídica: A ART assegura a responsabilidade técnica sobre a execução da inspeção, dando respaldo legal tanto ao profissional quanto ao contratante.
Validação profissional: O documento valida que o trabalho foi realizado por um engenheiro ou técnico devidamente habilitado, conforme exigido pelas leis e regulamentações profissionais.
Esse serviço garante que o sistema fotovoltaico esteja de acordo com os padrões estabelecidos, proporcionando segurança, eficiência e conformidade regulatória.

Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Procedimentos necessários para realização da inspeção;
Adequação às recomendações elétricas de fabricação;
Análise de documentos e laudos anteriores;
Checagem de adequação às normas pré determinadas;
Análise dos componentes e funcionamento;
Verificação de manutenção;
Identificação dos tipos de células fotovoltaicas;
Análise de uso e aplicação;
Definição das principais características técnicas;
Definição da modalidade de geração (centralizada, distribuída, compartilhada ou remota)
Dimensionamento e medições do equipamento;
Avaliação de comissionamento;
Verificação dos painéis solares;
Avaliação dos controladores de carga;
Análise dos inversores;
Verificação das baterias;
Análise e teste do protetor de surto;
Verificação de possíveis falhas;
Avaliação das conecções – quando conectados à rede elétrica;
Avaliação dos procedimentos de segurança;
Aferição dos dados;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Laudo Sistema Fotovoltaico

Saiba Mais: Laudo Sistema Fotovoltaico

6.3 Harmônicos e distorção de forma de onda
a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar os instrumentos de medição conforme a Figura 2.
b) car as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 % e 100 % da potência nominal de salda, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas de um gerador FV.
c) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico com a menor tensão da faixa de operação do SPMP e para que o ESE forneça um dos seis níveis de carregamento identificados no passo
b). O fator de forma é arbitrário.
d) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE, a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.
e) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar a estabilização do SPMP Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos 5 min.
f) Medir e registrar o valor da THDi.
g) Repetir do passo c) ao f) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos no passo b).
Critério de aceitação:
O ESE é considerado em conformidade se os valores de THDi medidos não excederem os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149.
6.4 Fator de potência
6.4.1 Fator de potência fixo
a) Configurar o ESE para operar com fator de potência capacitivo mínimo definido na ABNT NBR 16149.
b) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e em seguida, acoplar os instrumentos de medição conforme a Figura 2.
c) Identificar as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 % e 100% da potência nominal de salda, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas de um gerador FV.
d) Configurar o simulador de gerador totovottaico para que o ESE forneça um dos seis níveis de carregamento identificados no passo c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.
e) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE, a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.
f) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos 5 min.
g) Medir e registrar o valor do fator de potência. h) Repetir do passo d) ao g) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos no passo c). i) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para operar com fator de potência indutivo mínimo definido na ABNT NBR 16149. j) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para operar com fator de potência unitário. Critério de aceitação: O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de fator de potência medidos e os valores esperados estiver dentro da tolerância de ± 0,025. 6.4.2 Fator de potência com curva do FP a) Configurar o ESE para operar com fator de potência segundo a curva do FP em função da potência ativa de saída do sistema fotovottaico, estabelecido na ABNT NBR 16149. b) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar os instrumentos de medição conforme a Figura 2. c) Identicar as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 % e 100 % da potência nominal de saída, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas de um gerador FV.
d) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para que o ESE forneça um dos seis níveis de carregamento identificados no item c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.
d) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para que o ESE forneça um dos seis níveis de carregamento identificados no item c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.
e) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE, a 60 Hz e com tensão superior à tensão de ativação da curva do FP. f) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos 5 min.
g) Medir e registrar o valor do fator de potência. h) Repetir do passo d) ao g) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos no passo c). Critério de aceitação: O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de fator de potência medidos e os valores esperados (curva FP) estiver dentro da tolerância de ± 0,025.
F: NBR 16150

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O que você pode ler a seguir

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Ensaio de Impacto
Laudo Ergonômico
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Plano Certificação NR 10 e NR 20
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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