Nome Técnico: EXECUÇÃO DE VÍSITA TÉCNICA, TESTES ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE PGRSS – PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Referência: 10559
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) tem como objetivo garantir que todos os resíduos gerados em hospitais, clínicas, laboratórios e demais unidades de saúde sejam manejados com segurança, desde a segregação até a destinação final.
Ele busca proteger trabalhadores e pacientes, reduzir riscos ambientais, assegurar conformidade com normas como a RDC 222/2018 da ANVISA, a Resolução CONAMA 358/2005 e a NR 32, além de otimizar custos ao evitar falhas na segregação. Em essência, o PGRSS promove saúde, sustentabilidade e segurança jurídica em um único instrumento de gestão.

Planejamento estratégico de resíduos hospitalares
O que é o PGRSS?
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um instrumento técnico-normativo que estrutura todo o ciclo de vida dos resíduos gerados por unidades de saúde. Assim, ele contempla etapas como segregação, acondicionamento, transporte interno, armazenamento temporário, coleta externa, tratamento e destinação final. Seu objetivo é assegurar que cada resíduo seja manipulado com segurança, respeitando suas características químicas, biológicas ou radioativas.
Mais do que um documento obrigatório, o PGRSS é um mecanismo de biossegurança e gestão. Sendo assim, ele fortalece a cultura organizacional em saúde e garante que o impacto ambiental seja minimizado. Dessa forma, a instituição cumpre exigências legais e, ao mesmo tempo, aprimora sua imagem perante órgãos fiscalizadores e a sociedade.
Como definir indicadores de desempenho realmente úteis?
Muitos estabelecimentos de saúde coletam dados sem convertê-los em informação útil. No contexto do PGRSS, indicadores de desempenho bem definidos funcionam como um termômetro da qualidade do gerenciamento. Assim, eles permitem monitorar a eficiência da segregação, o controle de custos e a segurança dos colaboradores. O segredo não está na quantidade de indicadores, mas na sua capacidade de gerar ação prática e imediata.
Medir geração específica de resíduos por setor ou leito.
Avaliar a taxa de segregação correta (%) e identificar falhas.
Monitorar incidentes com perfurocortantes ou vazamentos.
Calcular custo total de tratamento por quilo gerado.
Onde o PGRSS se aplica?
O plano se aplica a todos os locais que geram resíduos de serviços de saúde: hospitais, clínicas médicas, odontológicas, veterinárias, farmácias, laboratórios de análises clínicas, necrotérios, serviços de hemoterapia e centros de pesquisa. Portanto, mesmo estabelecimentos de pequeno porte, como consultórios odontológicos, precisam ter seu PGRSS.
Essa abrangência demonstra que o gerenciamento de resíduos não é exclusividade de grandes hospitais. Assim, qualquer unidade que lide com materiais infectantes ou químicos precisa de uma estratégia formal para proteger trabalhadores, clientes e o meio ambiente.

Gestão técnica com responsabilidade ambiental.
PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos: Onde ocorrem as falhas mais comuns na segregação?
A segregação é o coração do PGRSS. Se falhar, todo o fluxo de gerenciamento se compromete, elevando custos e expondo pessoas a riscos. As falhas mais comuns surgem da ausência de lixeiras corretas no ponto de geração, do uso inadequado de cores ou símbolos e da falta de fiscalização. Sendo assim, essas falhas, aparentemente simples, podem gerar contaminações cruzadas e descaracterizar o plano inteiro.
Instalar coletores diferenciados em cada ponto de geração.
Garantir cores e rotulagem conforme normas vigentes.
Corrigir rotas que cruzem resíduos limpos e contaminados.
Realizar auditorias internas frequentes.
Como o PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos impacta a operação do estabelecimento?
O impacto do PGRSS vai além da conformidade legal. Sendo assim, ele reorganiza os fluxos internos, estabelece rotinas claras e reduz falhas de segregação e acondicionamento. Isso evita acidentes, reduz custos com destinação e promove eficiência na gestão de insumos.
Além disso, um PGRSS bem elaborado reflete diretamente na qualidade do serviço prestado. Funcionários treinados e fluxos definidos reduzem retrabalhos, garantem maior segurança para pacientes e colaboram para que a unidade esteja preparada para inspeções e auditorias sem riscos de penalizações.
Frequência mínima de auditorias internas
O PGRSS só se mantém vivo se houver fiscalização interna constante. Sendo assim, auditorias não servem apenas para identificar erros, mas para antecipar problemas antes que virem autuações externas. Assim, a frequência depende do porte da instituição, mas deve ser suficiente para garantir ajustes rápidos e imediatos.
Realizar auditorias trimestrais completas por setor.
Promover rondas semanais nos pontos críticos.
Executar follow-ups 30 dias após correções.
Criar ranking de desempenho dos setores auditados.

Relatórios técnicos para auditoria e fiscalização.
Relação do PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos com a sustentabilidade
O PGRSS tem conexão direta com práticas sustentáveis e está alinhado à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Assim, ele incentiva a minimização de resíduos, a reciclagem de materiais não perigosos e a redução da dependência de métodos como incineração, que têm alto impacto ambiental.
Unidades de saúde que adotam o PGRSS de forma consciente conseguem, assim, reduzir custos, diminuir emissões de poluentes e fortalecer sua responsabilidade socioambiental. Sendo assim, em muitos casos, esse diferencial pode até ser utilizado como estratégia de marketing institucional, demonstrando comprometimento com o meio ambiente.
PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
EXECUÇÃO DE VÍSITA TÉCNICA, TESTES ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE PGRSS – PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
OBJETIVO
Estabelecer diretrizes técnicas e normativas para a realização de visita técnica destinada à elaboração, atualização ou avaliação do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), garantindo conformidade legal, eficiência operacional e segurança ocupacional.
ESCOPO DO SERVIÇO
Levantamento de dados in loco
Inspeção das áreas geradoras de resíduos de serviços de saúde (ambulatórios, laboratórios, farmácias, necrotérios, centros cirúrgicos etc.).
Identificação de fluxos, pontos de segregação, coleta interna e externa.
Avaliação da infraestrutura de armazenamento temporário, acondicionamento e transporte interno.
Caracterização e classificação de resíduos
Aplicação das categorias A, B, C, D e E (biológicos, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes).
Identificação de volumes médios e picos de geração.
Análise da gestão atual
Verificação documental dos procedimentos operacionais padrão (POPs).
Avaliação dos contratos de coleta, transporte, tratamento e destinação final.
Conferência de licenças ambientais e sanitárias vigentes.
Diagnóstico técnico
Identificação de inconformidades com normas sanitárias, ambientais e de segurança.
Elaboração de registro fotográfico e descritivo técnico.
Aplicação de checklists normativos para assegurar conformidade.
Recomendações e proposições
Definição de melhorias de segregação, acondicionamento, transporte e armazenamento.
Orientações para capacitação de colaboradores e equipes de apoio.
Sugestão de tecnologias ou sistemas de tratamento compatíveis.
Estruturação do plano de ação para correções normativas e operacionais.
Emissão de Relatório Técnico com ART
Formalização do parecer técnico.
Apresentação de cronograma de adequações.
Responsabilidade técnica assegurada conforme legislação vigente.
TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
O PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde) é essencialmente um plano técnico-documental, porém a visita técnica pode e deve incluir ensaios, medições e avaliações quantitativas para comprovar a adequação às normas de biossegurança, saúde ocupacional e meio ambiente. Isso fortalece a rastreabilidade do relatório e fornece dados objetivos para fundamentar a ART.
TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÕES APLICÁVEIS
Medição de eficiência de segregação e acondicionamento
Avaliação quantitativa da taxa de segregação correta (%) por setor.
Amostragem de resíduos por grupo (A, B, C, D e E) e identificação de contaminação cruzada.
Análise quantitativa de geração de resíduos
Cálculo do índice de geração por leito/dia ou por procedimento (kg/leito/dia).
Comparação com referências normativas (ANVISA, OMS).
Ensaios microbiológicos em áreas críticas (quando aplicável)
Coleta de swabs em superfícies e recipientes de resíduos do grupo A e E.
Verificação de higienização e controle de vetores.
Medição ambiental de parâmetros ocupacionais
Ruído em áreas de armazenamento e compactação (conforme NHO-01/Fundacentro).
Temperatura e ventilação em salas de resíduos temporários (atendimento NR 32 e normas da ANVISA).
Iluminância em pontos de segregação e armazenamento (NBR ISO/CIE 8995).
Testes de integridade de recipientes e EPIs
Verificação da resistência de sacos e caixas de descarte (NBR 9191 e NBR 13853).
Ensaios de integridade em perfurocortantes e embalagens químicas.
Avaliação de transporte interno e externo
Tempo de percurso até o armazenamento temporário.
Avaliação de ergonomia e esforço físico do trabalhador (NR 17).
Ensaios de estanqueidade em contentores e carrinhos coletores.
Análise documental com confronto quantitativo
Conferência de registros de coleta, pesagem e destinação final.
Cálculo de divergências entre o declarado e o efetivamente medido.
PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde



