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  • Testes de Avaliação Corrosão ASTM G1
Testes de Avaliação Corrosão ASTM
sábado, 25 fevereiro 2023 / Publicado em 00 - Template Laudos

Testes de Avaliação Corrosão ASTM G1

Nome Técnico: Execução de Ensaios de Compatibilidade de Graxa e/ou Cera conforme ASTM G1 Standard Practice for Preparing, Cleaning, and Evaluation Corrosion Test Specimens (Norma Prática para Preparação, Limpeza e Testes de Avaliação de Corrosão em Amostras) + Elaboração de Relatório Técnico e emissão de ART

Referência: 193313

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1
Execução Testes de Avaliação de Corrosão em Amostras (Ensaios de Compatibilidade de Graxa e/ou Cera) conforme ASTM G1:2017  abrange os procedimentos sugeridos para a preparação de amostras de metal sólidas nuas para testes, para remoção de produtos de corrosão após a conclusão do teste e para avaliação dos danos causados pela corrosão ocorridos.
A ênfase é colocada em procedimentos relacionados à avaliação da corrosão por perda de massa e medições por pitting.
Aviso:  Em muitos casos, o produto de corrosão nos metais reativos titânio e zircônio é um óxido duro e fortemente ligado que desafia a remoção por meios químicos ou mecânicos comuns. Em muitos desses casos, as taxas de corrosão são estabelecidas pelo ganho de massa em vez da perda de massa.

O que são Propriedades mecânicas?

Uma perda aparente na resistência à tração resultará se a área da seção transversal da amostra (medida antes da exposição ao ambiente corrosivo) for reduzida pela corrosão.
A perda na resistência à tração ocorrerá se ocorrer uma alteração na composição, como a desligação.
A perda de resistência à tração e alongamento resultará de ataque localizado, como rachaduras ou corrosão intergranular.

O Que São Testes de SO2 Úmido?
3.1 O ar úmido contendo dióxido de enxofre produz rapidamente corrosão facilmente visível em muitos metais em uma forma semelhante à que ocorre em ambientes industriais. É, portanto, um meio de teste adequado para detectar poros ou outras fontes de fraqueza em revestimentos protetores e deficiências na resistência à corrosão associadas à composição ou tratamentos inadequados da liga.
3.2 Os resultados obtidos no teste não devem ser considerados como um guia geral para a resistência à corrosão dos materiais testados em todos os ambientes onde esses materiais podem ser usados. O desempenho de diferentes materiais no teste deve ser considerado apenas como um guia geral para a resistência relativa à corrosão desses materiais em serviço com SO 2 úmido.
– As condições de exposição podem variar para atender a requisitos específicos e esta prática inclui provisões para o uso de diferentes concentrações de dióxido de enxofre e para testes executados continuamente ou em ciclos de exposição alternada à atmosfera contendo dióxido de enxofre e à atmosfera ambiente.

 

 

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Caracterização macroscópica;
Registros fotográficos da preparação dos corpos de prova a partir das amostras de cordoalhas (Cabo de Aço);
Determinação da massa e das áreas dos corpos de prova com uso de balança de precisão;
Aplicação de massa ou cera que serão submetidos ao ensaio de imersão, prevendo-se grupos para diferentes condições de temperaturas e para diferentes condições de imersão (total ou parcial), além de um grupo de controle;
Realização dos ensaios de imersão, obedecendo-se os tempos de ensaio prescritos nas normas técnicas da ASTM e/ou da ABNT.
Aferição da perda de massa e da taxa de corrosão nos elementos e verificação quanto à presença de pites de corrosão ou outras anomalias;
Elaboração do Relatório Técnico incluindo:
Descrição da metodologia aplicada;
apresentação dos resultados obtidos;
Inclusão de fotos e gráficos; comparação dos valores obtidos nos ensaios com valores de referência e conclusões quanto à capacidade dos materiais testados (graxa ou cera) na proteção das cordoalhas contra corrosão; Recomendações de ações corretivas ou preventivas.
Cada grupo de elementos deverá ser formado por uma quantidade estatisticamente representativa, conforme boa técnica e normas vigentes.
Métodos para preparar amostras para teste:
Para testes de corrosão em laboratório que simulam a exposição a ambientes de serviço, uma superfície comercial, muito parecida com aquela que seria usada em serviço, produzirá os resultados mais significativos;
É desejável marcar as amostras usadas em testes de corrosão com uma designação única durante a preparação. Várias técnicas podem ser usadas dependendo do tipo de amostra e teste.
Estêncil ou Carimbo:
A maioria das amostras metálicas pode ser marcada por estêncil, ou seja, imprimindo o código de designação na superfície do metal usando carimbos de aço temperado batidos com um martelo. A impressão resultante será visível mesmo após a ocorrência de corrosão substancial. No entanto, este procedimento introduz regiões de tensões localizadas e a possibilidade de contaminação superficial por ferro na ama marcada.
A gravação elétrica por meio de uma ferramenta de marcação vibratória pode ser usada quando a extensão do dano por corrosão for pequena. No entanto, essa abordagem de marcação é muito mais suscetível à perda das marcas como resultado de danos por corrosão durante o teste.
O entalhe da borda é especialmente aplicável quando se prevê corrosão extensa e acúmulo de produtos de corrosão.
Testes atmosféricos de longa distância e testes de imersão em água do mar em ligas de aço são exemplos onde esta abordagem é aplicável. É necessário desenvolver um sistema de código ao usar entalhes de borda.
Furos perfurados também podem ser usados ​​para identificar amostras quando houver perda extensa de metal, acúmulo de produtos de corrosão ou descamação pesada. Furos perfurados podem ser mais simples e menos dispendiosos do que o entalhe de borda.
Um sistema de código deve ser desenvolvido ao usar furos perfurados. Furos perfurados não devem ser usados, pois introduzem tensão residual.
Quando for indesejável deformar a superfície das amostras após os procedimentos de preparação, por exemplo, ao testar superfícies revestidas, etiquetas podem ser usadas para identificação da amostra.
Um fio de metal ou plástico pode ser usado para prender a etiqueta à amostra e a identificação da amostra pode ser carimbada na etiqueta. É importante garantir que nem a etiqueta nem o fio sejam corroídos ou degradados no ambiente de teste. Também é importante garantir que não haja interações galvânicas entre a etiqueta, o fio e a amostra.
Para testes mais minuciosos do metal ou do ambiente, podem ser preferidos acabamentos de superfície padrão.
Um procedimento adequado pode ser:

Desengordurar em um solvente orgânico ou limpador alcalino quente.
Alcalis quentes e solventes clorados podem atacar alguns metais.
A limpeza ultrassônica pode ser benéfica em procedimentos brutos de limpeza pré-teste e pós-teste.
Decapagem em uma solução apropriada se óxidos ou manchas estiverem presentes.
Em alguns casos, os limpadores químicos serão suficientes.
A decapagem pode causar corrosão localizada em alguns materiais:
Lixe com uma pasta de um abrasivo apropriado ou com um papel abrasivo.
As bordas, bem como as faces dos espécimes deve ser lixado para remover rebarbas.
Enxágue bem, seque com ar quente e armazene em dessecador.
Quando a preparação da amostra altera a condição metalúrgica do metal, outros métodos devem ser escolhidos ou a condição metalúrgica deve ser corrigida por tratamento subsequente.
Por exemplo, cortar um espécime no tamanho causará trabalho a frio e pode possivelmente fraturar as bordas.
As bordas devem ser usinadas.
As amostras limpas e secas devem ser medidas e pesadas.
Dimensões determinadas e massa determinada ao algarismo são sugeridas.
Quando números mais significativos estiverem disponíveis nos instrumentos de medição, eles devem ser registrados.
Métodos de limpeza após o teste
Os procedimentos de remoção de produtos corrosivos podem ser divididos em três categorias gerais: mecânica, química e eletrolítica.
Um procedimento ideal deve remover apenas produtos de corrosão e não resultar na remoção de qualquer metal base.

Para determinar a perda de massa do metal base ao remover produtos de corrosão, amostras de controle não corroídas replicadas devem ser limpas pelo mesmo procedimento usado na amostra de teste.
Ao pesar a amostra de controle antes e depois da limpeza, a extensão da perda de metal resultante da limpeza pode ser utilizada para corrigir a perda de massa por corrosão.
Fonte: ASTM G1:2017 e ASTM G1 

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:

NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ASTM G1:2017 e ASTM G1 Standard Practice for Preparing, Cleaning, and Evaluation Corrosion Test Specimens (Norma Prática para Preparação, Limpeza e Testes de

Avaliação de Corrosão em Amostras);
ASTM G31-21 – Standard Guide for Laboratory Immersion Corrosion Testing of Metals
ASTM G87-02 – Standard Practice for Conducting Moist SO2 Tests
NBR 8096 – Material metálico revestido e não-revestido – Corrosão por exposição ao dióxido de enxofre – Método de ensaio

ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1

Saiba Mais: Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1:

Esta prática abrange os procedimentos sugeridos para a preparação de amostras sólidas de metal sólido para testes, para a remoção de produtos de corrosão após a conclusão do teste e para a avaliação dos danos por corrosão ocorridos. A ênfase é colocada em procedimentos relacionados à avaliação de corrosão por perda de massa e medições de pinos.
Nota 1: Cuidado: Em muitos casos, a corrosão produzida nos metais ativos titânio e zircônio é um óxido duro e fortemente ligado que desafia a remoção! por meios químicos ou mecânicos comuns. Em muitos desses casos, as taxas de corrosão são estabelecidas pelo ganho de massa ralha Man mau perda.
1.2 Este padrão não pretende tratar de todas as questões de segurança, se houver, associadas ao uso do lis. É responsabilidade do usuário deste padrão estabelecer práticas apropriadas de segurança e saúde e determinar a aplicabilidade das limitações regulamentares antes do uso. Para declarações de precaução específicas, consulte a Nota 1 e a Nota 6.
Documentos referenciados
2.1 Padrões AS7’M:

A 262 Práticas para detecção de suscetibilidade ao ataque intergranular em aços inoxidáveis ​​autênticos;
D 1193 Especificação para reagente Wateè;
D 1384 Método de teste para teste de corrosão para refrigerantes de motor em vidraria4
D 2776 Métodos de teste para corrosão de Água na Ausência de Transferência de Calor (Métodos Elétricos)5
G 15 Terminologia Relativa à Corrosão e Teste de Corrosão6
G 16 Guia para Aplicação de Estatística à Análise de Dados de Corrosão;

O que são Testes de Compatibilidade?
Ensaios de compatibilidade são testes usados para determinar se dois ou mais elementos ou substâncias são compatíveis entre si. Esses testes são realizados para determinar se esses elementos ou substâncias reagem quimicamente e se eles podem ser usados em conjunto de forma segura.
Além disso, os ensaios de compatibilidade também são usados para determinar se os elementos ou substâncias se misturam bem e têm aplicações práticas. Por exemplo, os ensaios de compatibilidade são usados para determinar se determinado material pode ser usado para fabricar um produto ou se dois materiais podem ser usados em conjunto em um determinado projeto. Ensaios de compatibilidade são testes usados para determinar se dois ou mais elementos ou substâncias são compatíveis entre si.
Esses testes são realizados para determinar se esses elementos ou substâncias reagem quimicamente e se eles podem ser usados em conjunto de forma segura. A
Além disso, os ensaios de compatibilidade também são usados para determinar se os elementos ou substâncias se misturam bem e têm aplicações práticas. Por exemplo, os ensaios de compatibilidade são usados para determinar se determinado material pode ser usado para fabricar um produto ou se dois materiais podem ser usados em conjunto em um determinado projeto.

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Testes de Avaliação Corrosão ASTM-G1: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

A central eletrônica do aparelho da cerca elétrica envia pulsos de alta tensão, que podem chegar a 8.000 V, porém, com tensão quase irrisória, o que impede de alguém ficar preso à corrente elétrica, sendo jogado para longe do objeto. Quando ocorre um contato com a cerca ou algum fio é cortado, o alarme de segurança é ativado, pois ocorre a fuga de energia. Choque da cerca elétrica não pode matar pessoas visto que a tensão é baixíssima, embora a corrente seja de até 8.000 V. A tensão na corrente é pulsativa, ou seja, não há a possibilidade de alguém ficar grudada recebendo choques continuamente na cerca.
Laudo de Cerca Elétrica
Estudo Técnico de Emissão de Fumaça
Estudo Técnico de Emissão de Fumaça
Laudo Requisitos EMC Equipamentos Elétricos

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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