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Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Destaque perícias, Engenharia Mecânica - ARTs, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Ensaio Não Destrutivo, Gestão de Riscos, Laudos e Relatórios Técnicos, Normas Internacionais, NR01, NR11, NR12, Segurança do Trabalho - ARTs, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Segurança do Trabalho - Perícias, Testes e Ensaios

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIO DE PONTE ROLANTE, TALHA E MONOVIA, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 142195

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

O Laudo Ponte Rolante Talha e Monovia desempenha um papel essencial na garantia da conformidade com normas de segurança e saúde.

Isso porque esses equipamentos são fundamentais para a movimentação eficiente de cargas em indústrias e portos, e sua operação segura é imprescindível para evitar acidentes.

O laudo técnico assegura que os equipamentos estejam em conformidade com as regulamentações, identificando irregularidades e propondo soluções. Isso não apenas protege os trabalhadores, mas também otimiza a operação, aumentando a produtividade e reduzindo custos.

A realização desse laudo é um compromisso com a segurança e a qualidade, refletindo a responsabilidade da empresa em manter um ambiente de trabalho seguro.

Laudo de Conformidade para Ponte Rolante, Talha e Monovia: análise técnica rigorosa para garantir a integridade estrutural e o desempenho em operações industriais - Ponte Rolante Talha e Monovia

Laudo de Conformidade para Ponte Rolante, Talha e Monovia: análise técnica rigorosa para garantir a integridade estrutural e o desempenho em operações industriais

Qual o Objetivo do Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia?

O objetivo do laudo técnico para pontes rolantes, talhas e monovias é avaliar a conformidade com as normas regulatórias que regem a operação desses equipamentos.
Durante a elaboração do laudo, os profissionais realizam uma inspeção detalhada, identificando irregularidades e propondo soluções para garantir a segurança e a eficiência dos sistemas.
Essa avaliação inclui a verificação do estado físico dos equipamentos, a análise dos procedimentos operacionais e a conformidade com as diretrizes de saúde ocupacional.
O laudo também serve como um documento formal que atesta que os equipamentos estão em condições adequadas de operação.
Isso é especialmente importante em ambientes industriais, onde a segurança dos trabalhadores é uma prioridade. Ao identificar falhas e propor melhorias, o laudo técnico contribui para a manutenção de um ambiente de trabalho seguro e produtivo.

Veja também: Troller para ponte rolante

Qual a Importância da Elaboração do Relatório Técnico?

A elaboração do relatório técnico é uma etapa fundamental no processo de avaliação de pontes rolantes, talhas e monovias. Esse documento certifica a operação adequada dos equipamentos e a segurança dos procedimentos realizados.
O relatório fornece uma visão clara das condições encontradas durante a inspeção, detalhando aspectos como o estado dos componentes, a funcionalidade dos sistemas e a conformidade com as normas de segurança.
Além de servir como um registro importante, o relatório técnico é um recurso valioso para auditorias e inspeções futuras. Ele garante transparência nas operações e demonstra o compromisso da empresa com a segurança e a qualidade.
A importância do relatório vai além da simples documentação; ele é uma ferramenta que ajuda a identificar áreas de melhoria e a implementar ações corretivas, contribuindo para a eficiência operacional.

Laudos técnicos para o controle de qualidade e segurança em pontes rolantes, talhas e monovias - Ponte Rolante Talha e Monovia

Laudos técnicos para o controle de qualidade e segurança em pontes rolantes, talhas e monovias

Quais as Principais Normas e Regulamentações?

As pontes rolantes, talhas e monovias devem seguir uma série de normas e regulamentações que garantem a segurança e a saúde ocupacional.
Entre as principais diretrizes estão as normas da Norma Regulamentadora NR-12, que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, e a NR-18, que aborda as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção.
Essas normas estabelecem requisitos para a operação segura dos equipamentos, incluindo a necessidade de inspeções regulares e manutenção preventiva.
Além disso, a norma ABNT NBR 8400 especifica critérios para a segurança de equipamentos de elevação.
O cumprimento dessas normas é fundamental para minimizar riscos de acidentes e garantir um ambiente de trabalho seguro. A conformidade com as regulamentações não apenas protege os trabalhadores, mas também fortalece a reputação da empresa, demonstrando seu compromisso com a segurança e qualidade.

Quais são os Benefícios da Inspeção Técnica?

A inspeção técnica de pontes rolantes, talhas e monovias traz uma série de benefícios significativos. Um dos principais benefícios é a prevenção de acidentes, que pode ser alcançada por meio da identificação de falhas antes que elas se tornem críticas.
A realização de inspeções regulares garante que os equipamentos estejam em condições adequadas de operação, reduzindo o risco de falhas durante o uso.
Outro benefício importante é a otimização da operação. Equipamentos bem mantidos funcionam de maneira mais eficiente, o que pode resultar em aumento da produtividade e redução de custos operacionais.
A inspeção técnica também contribui para a conformidade com as normas de segurança, evitando possíveis penalidades e danos à reputação da empresa. Dessa forma, a realização de inspeções regulares é uma prática essencial para garantir a segurança e a eficiência nas operações.

Riscos Associados à Não Conformidade: quais são?

A não conformidade em pontes rolantes, talhas e monovias pode resultar em riscos significativos para a segurança dos trabalhadores, bem como da integridade das operações. Um dos principais riscos é a ocorrência de acidentes, que podem causar lesões graves ou até fatais.
Equipamentos que não atendem às normas de segurança podem falhar durante a operação, levando a quedas de cargas e danos materiais.
Além disso, a falta de conformidade pode resultar em impactos financeiros para a empresa, incluindo multas e custos com indenizações. A reputação da empresa também pode ser afetada, uma vez que a segurança é uma prioridade para clientes e parceiros.
Portanto, garantir a conformidade com as normas é essencial para proteger os trabalhadores e a integridade das operações.

Processo de Elaboração do Laudo Ponte Rolante Talha e Monovia

O processo de elaboração do laudo técnico para pontes rolantes, talhas e monovias envolve várias etapas essenciais. Primeiro, realiza-se uma inspeção inicial, onde os profissionais avaliam as condições gerais dos equipamentos, bem como do ambiente de trabalho.
Essa fase inclui a verificação de componentes, como cabos, polias e sistemas de controle.
Após a inspeção visual, são realizados testes funcionais para garantir, sobretudo, que os equipamentos operem corretamente. Esses testes avaliam a capacidade de carga, a estabilidade e a segurança dos sistemas. Em seguida, os dados coletados são analisados e organizados para a elaboração do relatório técnico.
Além disso, este documento final inclui uma descrição detalhada das condições encontradas, recomendações para melhorias e um cronograma para a implementação das ações corretivas necessárias.
O laudo é, portanto, um registro abrangente que assegura a conformidade e a segurança dos equipamentos, servindo como uma ferramenta valiosa para a gestão de segurança e saúde ocupacional.

Conclusão sobre o Laudo Ponte Rolante Talha e Monovia?

Em resumo, o laudo técnico para pontes rolantes, talhas e monovias é fundamental para garantir a conformidade com as normas de segurança e saúde. Esse documento assegura, portanto, que os equipamentos estejam operando adequadamente e que os procedimentos realizados sejam seguros.
A importância desse laudo vai além da simples conformidade, pois ele representa um compromisso com a qualidade e a segurança, essencial para a operação eficiente e segura dos equipamentos.
Não comprometa a segurança de suas operações! Entre em contato agora e solicite o laudo técnico para garantir a conformidade e a segurança de seus equipamentos!

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIO DE PONTE ROLANTE, TALHA E MONOVIA, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo:
O presente escopo visa a execução da inspeção técnica de equipamentos de movimentação de carga, incluindo ponte rolante, talha e monovia, com a elaboração de um relatório técnico detalhado sobre as condições dos equipamentos, e emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para atestar a conformidade dos serviços realizados.

Objetivo da Inspeção
A inspeção técnica tem como objetivo avaliar as condições operacionais e de segurança da ponte rolante, talha e monovia, assegurando que os equipamentos atendam às normas vigentes e funcionem de maneira eficiente e segura.

Escopo da Inspeção
A inspeção técnica abrangerá os seguintes pontos dos equipamentos:

Ponte Rolante
Inspeção do sistema de estrutura metálica: vigas, travessas, pilares e suportes.
Avaliação do estado de conservação e integridade estrutural (fissuras, corrosão, desgastes).
Inspeção dos mecanismos de movimentação: motor, redutor e sistema de acionamento.
Verificação do funcionamento dos controles de segurança: paradas de emergência, sensores de limite de movimento.
Análise da condição do sistema de cabos e trilhos de deslocamento.

Talha
Inspeção do estado de conservação da estrutura da talha.
Verificação do funcionamento do motor, redutor e sistema de acionamento.
Inspeção dos cabos de aço e corrente: condições de desgaste, trincas ou danos.
Avaliação do funcionamento do sistema de freios e dispositivos de segurança.
Verificação do correto funcionamento do mecanismo de levantamento e descida da carga.

Monovia
Inspeção do estado da estrutura da monovia, verificando possíveis deformações, rachaduras ou corrosão.
Avaliação do alinhamento e nivelamento da monovia.
Inspeção dos rolamentos e trilhos de rolamento, verificando desgaste excessivo e defeitos.
Verificação do sistema de fixação da monovia.

Metodologia
Inspeção Visual: Avaliação detalhada das condições externas e visíveis dos componentes dos equipamentos.
Testes Operacionais: Testes de funcionamento dos sistemas de acionamento, levantamento e movimentação, verificando o desempenho e a segurança.
Medição de Desgaste e Corrosão: Uso de instrumentos para medir o nível de desgaste dos componentes críticos.
Verificação de Conformidade: Avaliação dos equipamentos conforme as normas técnicas (NR-12, NR-18, ABNT, entre outras aplicáveis).

Elaboração do Relatório Técnico
Após a conclusão da inspeção, será elaborado um relatório técnico contendo:
Descrição geral da inspeção realizada.
Detalhamento dos pontos inspecionados, com fotos ilustrativas dos componentes e áreas avaliadas.
Relato sobre as condições dos equipamentos, identificando eventuais falhas, desgastes ou pontos críticos.
Recomendações de ações corretivas e preventivas, se necessário.
Informações sobre a vida útil dos componentes, quando aplicável.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
Será emitida a ART referente à execução da inspeção técnica, assinada pelo responsável técnico da execução, conforme exigências do CREA, atestando a conformidade dos serviços prestados.

Cronograma e prazo de entrega:
O cronograma de execução será estabelecido conforme a complexidade.
A previsão de entrega final da ART e do projeto aprovado será de acordo com as etapas detalhadas acima.

Responsável Técnico
A execução da inspeção será realizada por um engenheiro responsável, devidamente registrado no CREA, com experiência na área de segurança e operação de equipamentos de movimentação de carga.

Conclusão
A execução da inspeção técnica e a elaboração do relatório visam garantir que os equipamentos operem com segurança, eficiência e dentro dos parâmetros exigidos pelas normativas, evitando acidentes e aumentando a vida útil dos mesmos.

TESTES E ENSAIOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADO:

Testes e ensaios, assim como avaliações qualitativas e quantitativas, são pertinentes no contexto da inspeção técnica de ponte rolante, talha e monovia. Eles são essenciais para assegurar que os equipamentos estejam operando de maneira segura, eficiente e conforme as normas estabelecidas. Abaixo, especifico como cada tipo de avaliação pode ser aplicado:

Testes e Ensaios
Testes Operacionais
Objetivo: Verificar o funcionamento dos sistemas de acionamento, movimentação, levantamento e segurança.
Pertinência: Testar o comportamento dos mecanismos de acionamento (motores, redutores, comandos) para garantir que os sistemas estejam funcionando conforme o esperado e atendam aos requisitos de carga e velocidade.
Exemplo: Realizar o teste de movimentação da ponte rolante em todos os eixos (transversal, longitudinal, vertical) e verificar a resposta dos controles de limite de movimento.

Ensaios de Carga
Objetivo: Verificar se os equipamentos suportam as cargas máximas especificadas sem comprometer a segurança ou a integridade.
Pertinência: Avaliar a resposta estrutural da ponte rolante, talha e monovia à carga máxima prevista, identificando possíveis falhas em pontos críticos.
Exemplo: Realizar ensaios de carga dinâmica e estática para avaliar a resistência da estrutura e o comportamento dos sistemas de levantamento e movimentação.

Ensaios de Desempenho
Objetivo: Testar a eficiência dos sistemas, como o tempo de resposta do levantamento de carga, estabilidade e funcionamento dos mecanismos de frenagem.
Pertinência: Assegurar que o desempenho do equipamento atenda aos requisitos operacionais, como tempo de resposta, velocidade e precisão do movimento.
Exemplo: Testar o sistema de freios da talha para garantir que ela pare de forma segura e eficiente.

Avaliações Qualitativas
Inspeção Visual
Objetivo: Avaliar as condições gerais dos equipamentos, verificando sinais de desgaste, corrosão, danos ou falhas visíveis.
Pertinência: A inspeção visual é uma avaliação qualitativa importante para identificar problemas que possam não ser detectados por outros métodos de teste. Pode indicar áreas que necessitam de manutenção ou substituição.
Exemplo: Verificar se há fissuras nas vigas da ponte rolante, desgastes nas correntes ou cabos da talha, ou deformações na estrutura da monovia.

Avaliação de Desgaste e Corrosão
Objetivo: Avaliar qualitativamente o grau de desgaste das superfícies e componentes críticos, como trilhos e suportes.
Pertinência: Identificar problemas que possam comprometer a segurança e a integridade dos equipamentos.
Exemplo: Realizar uma análise qualitativa do estado dos cabos de aço da talha, verificando sinais de fraturas, desgaste ou corrosão superficial.

Avaliações Quantitativas
Medições de Desgaste
Objetivo: Medir o grau de desgaste de componentes críticos, como cabos de aço, correntes, trilhos e suportes.
Pertinência: A avaliação quantitativa permite determinar o grau de desgaste em números precisos, o que facilita a programação de manutenção preventiva ou corretiva.
Exemplo: Medir a espessura do cabo de aço utilizando micrômetros ou calibres digitais para verificar o desgaste em relação às especificações do fabricante.

Medição de Vibração
Objetivo: Medir as vibrações dos componentes durante a operação, especialmente nos motores, redutores e suportes, para identificar desequilíbrios ou falhas.
Pertinência: A medição de vibração pode fornecer dados quantitativos que indicam o estado de saúde do equipamento e possibilitam a detecção precoce de falhas.
Exemplo: Utilizar acelerômetros para medir as vibrações nos eixos de acionamento da ponte rolante e da talha, comparando os valores medidos com os limites aceitáveis.

Medição de Alinhamento e Nivelamento
Objetivo: Quantificar o alinhamento e o nivelamento da monovia e da estrutura da ponte rolante.
Pertinência: Avaliar a geometria dos trilhos e a estrutura de movimentação é fundamental para garantir que o sistema funcione de forma eficiente e sem gerar cargas desnecessárias nas partes móveis.
Exemplo: Utilizar ferramentas de medição de alinhamento para verificar a correta instalação e nivelamento da monovia, assegurando que a ponte rolante se mova de forma uniforme.

Conclusão
Os testes e ensaios, juntamente com as avaliações qualitativas e quantitativas, são cruciais para garantir que a ponte rolante, talha e monovia estejam operando dentro dos parâmetros de segurança e eficiência. As avaliações qualitativas ajudam a identificar problemas de fácil visualização e manutenção, enquanto as quantitativas fornecem dados técnicos precisos para determinar a necessidade de reparos ou substituições, garantindo a integridade e a continuidade da operação dos equipamentos.

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;

Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR ISSO 4309 – Equipamentos de movimentação de carga – Cabos de aço – Cuidados, manutenção, instalação, inspeção e descarte;
ABNT NBR 8400-5 – Equipamentos de elevação e movimentação de carga – Regras para projeto – Parte 5: Cargas para ensaio e tolerâncias de fabricação;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
ABNT NBR 10981 – Talhas de corrente com acionamento motorizado – Especificado;
ABNT NBR 11327 – Requisitos de utilização de talhas de corrente com acionamento motorizado;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 15466 – Qualificação e certificação de operadores de ponte rolante, pórtico e semipórtico – Requisitos;
ABNT NBR 16083 – Manutenção de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes – Requisitos para instruções de manutenção;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT BNR ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ABNT NBR ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota:Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Identificação e Dados do Equipamento:
Marca, modelo, tipo, ano de fabricação, capacidade, placa, entre outros dados identificadores.

Verificação de Máquinas e Equipamentos:
Verificação do Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção.
Validade de vistorias, laudos e prontuários.
Histórico de relatórios técnicos de conformidade.

Inspeção Visual:
Levantamento fotográfico e descrição da Ponte Rolante, Talha ou Monovia.
Análise qualitativa do equipamento, componentes e implementos.
Inspeção visual dos seguintes itens:
Barramento elétrico
Caminho de rolamento
Berço
Pé direito

Procedimentos Operacionais e de Segurança:
Procedimentos de operação e movimentação de carga.
Procedimentos de armazenamento e circulação.
Procedimentos de segurança.

Verificação dos Requisitos Legais e de Conformidade:
Documentação, treinamento dos operadores, capacidade de tração, sinalização, estabilidade e segurança.
Verificação de conformidade com normas e regulamentações aplicáveis.

Verificações Técnicas:
Verificação da tabela de içamento de carga (legível e de fácil acesso).
Inspeção de componentes como barramento elétrico, caminho de rolamento, berço, pé direito, nível de óleo hidráulico, cabos de aço, anilhas, freios, retrovisores, etc.
Avaliação dos equipamentos de segurança.

Avaliações:
Avaliação qualitativa e quantitativa do estado geral do equipamento.
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações Adicionais (quando pertinentes):
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento.
Plano de Inspeção e Manutenção conforme NR 12.
Relatório Técnico com ART conforme NR 12.
Teste de carga (com ART) conforme NR 12.
Ensaios Não Destrutivos (END) conforme NR 12.
Análise Preliminar de Risco (APR).

Cabe à Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF.
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência, modelo, tipo e temperatura.
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais de 200 litros no total, torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.

Não estão inclusos no Escopo do Serviço:
Elaboração de Projeto Arquitetônico;
Elaboração de Projeto de Instalação;
Elaboração de Memorial de Cálculo;
Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;
Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;

O que são Células de Carga? As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe à Contratante fornecer, quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
Os pontos que contêm solda no decorrer da peça (inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidade ou resíduos de óleo, graxa etc;
Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente.

Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA, cabe à Contratante disponibilizar:
Células de Carga ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade referente à Capacidade do Equipamento.

Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado:
De preferência com Placa de Identificação, o mesmo deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

Saiba Mais: Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia

5 Avaliação de riscos
5.1 Requisitos gerais
Qualquer risco deve ser limitado. tanto quanto possível, através de medida de segurança e instruções apropriadas. As instruções nunca poderão substituir uma medida de segurança apropriada que é fornecida para reduzir riscos.
É necessário que se determinem os diferentes procedimentos de intervenção das operações de manutenção e as medidas de segurança apropriadas para cada um destes procedimentos.
O uso de sistemas de diagnóstico (por exemplo sistema de monitoramento remoto) pode ajudar a detectar falhas, melhorar a possibilidade de manutenções das instalações e reduzir a exposição da(s) pessoa(s) de manutenção a danos segurança das operações de manutenção da instalação é garantida pelo cumprimento das medidas de segurança e instruções fornecidas. As medidas de segurança da instalação e do edifício devem ser fornecidas pelo instalador e pelo proprietário da instalação, respectivamente.
Para qualquer área de trabalho, é necessário identificar a lista de perigos específicos relacionados à saúde e à segurança. bem como realizar a avaliação de riscos para qualquer operação de manutenção. incluindo o acesso à área de trabalho.
Com este propósito, o seguinte deve ser levado em consideração:
a) a presença de uma ou mais pessoas de manutenção na área de trabalho;
b) ações previstas de pessoas que não sejam de manutenção (por exemplo: pessoas que liguem ou desliguem os circuitos de energia e circuitos dependentes ou que tentem usar a instalação durante a operação de manutenção etc.);
c) possíveis estados da instalação (normal ou anormal devido a falhas previstas das partes componentes. distúrbios externos, distúrbios no fornecimento de energia etc.).
O Anexo B fornece urna lista com exemplos de elementos a serem levados em consideração em qualquer avaliação de riscos para operações de manutenção. Entretanto. uma série de métodos está disponível para a avaliação sistemática de riscos. Um exemplo é dado na EN ISO 14121-1:2007.
5.2 Informações para a empresa de manutenção
Para a manutenção segura e para fornecer instruções relevantes. é necessário. primeiramente. identificar as operações de manutenção.
Ao se realizarem operações de manutenção especificas. se for necessário neutralizar algumas funções de segurança (por exemplo, um dispositivo elétrico de segurança), deve-se levar em consideração a forma para se identificar o perigo para tal situação.
É necessário informar e advertir à pessoa responsável pela manutenção as seguintes situações:
— Riscos residuais. por exemplo, aqueles nos quais a redução de riscos pelo projeto e técnicas de segurança não são – em parte ou completamente – efetivas:
— riscos que ocorrem da remoção necessária de certas proteções para realizar operações de manutenção especificas.
As instruções de manutenção e advertências devem indicar os procedimentos e modos de operação para superar estes riscos e. se necessário. especificar equipamento de proteção individual (EPI), instrumentos. ferramentas e provisões a serem usados.
6 Informações ao proprietário para operações de resgate de pessoas presas em elevadores
O resgate de pessoas presas em elevadores deve ser executado somente pela empresa de manutenção. ou pelo Corpo de Bombeiros da Policia Militar ou órgão que o substitua.
7 Marcações, sinais, pictogramas e avisos escritos
Caso a avaliação de riscos da empresa de manutenção indique que avisos específicos são necessários para a manutenção, estes devem ser afixados diretamente na instalação ou componente da instalação ou. quando não for possível, nas proximidades.
Marcações, sinais, pictogramas e avisos escritos devem ser fáceis de entender e sem ambiguidades. Deve-se dar preferência aos sinais e pictogramas fáceis de entender em vez de avisos escritos.
Sinais ou avisos escritos contendo apenas a palavra “PERIGO” não podem ser utilizados. As informações fixadas diretamente na instalação ou nos componentes da instalação devem ser permanentes e legíveis. Quaisquer marcações. sinais. pictogramas e avisos escritos fixados na instalação devem ser renovados quando ficarem ilegíveis. Avisos escritos devem estar na língua oficial do país onde a instalação se encontra.
F: ABNT NBR 16083

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Laudo de Ponte Rolante, Talha e Monovia: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Os órgãos reguladores, como o Corpo de Bombeiros, exigem esse laudo, tornando-o essencial para obter e renovar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Além disso, sem essa avaliação, há o risco de o sistema falhar no momento mais crítico, comprometendo a segurança das pessoas e a integridade do patrimônio.
Laudo Bombas Estacionárias Sistema Automático Incêndio NBR 16704
Cálculo de Carga
Cálculo de Carga
Laudo de Dumper (Tombador)
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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