Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO PLANO DE EMERGÊNCIA E EVACUAÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E SINISTROS – NBR 15219 PLANO DE EMERGÊNCIA – REQUISITOS E PROCEDIMENTOS COM EMISSÃO DA ART
Referência: 22758
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Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros
O objetivo do Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros é proteger vidas, minimizar danos materiais e assegurar a continuidade operacional da edificação diante de situações críticas, bem como incêndios, explosões, vazamentos de gases, curto-circuitos e demais eventos de alto risco.

Execute o plano no papel antes que o fogo o execute por você. Cada detalhe registrado evita tragédias futuras
O que caracteriza um Plano de Emergência de excelência conforme a NBR 15219?
NBR 15219: Um plano eficaz deve ir além da burocracia: ele integra levantamento técnico de riscos, mapas de evacuação, protocolos de resposta e ações coordenadas de abandono, combate e comunicação de emergência. Portanto, deve ser elaborado por profissional legalmente habilitado, com emissão de ART, e assim, contemplar treinamentos e simulações realistas.
Assim, a confiabilidade do plano reside na sua capacidade de prever falhas críticas, mapear cenários e garantir resposta imediata e ordenada diante de eventos inesperados.
Quando é obrigatória a elaboração do Plano de Emergência e Evacuação?
A obrigatoriedade está vinculada à legislação estadual e federal, mas, de forma geral, toda edificação com aglomeração de pessoas, armazenamento de produtos perigosos ou potencial de risco elevado deve possuir um plano técnico formalizado.
Além disso, em processos de renovação do AVCB, licenciamento ambiental ou auditoria de seguradoras, a ausência do plano pode inviabilizar a operação legal da empresa.
Onde o plano deve estar disponível e quem deve conhecê-lo?
O Plano de Emergência deve estar fisicamente acessível em local estratégico (ex: portarias, centros de comando, refeitórios), e então, digitalmente integrado ao sistema de gestão de segurança.
Além disso, mais importante: todos os colaboradores e terceiros devem ser capacitados quanto ao seu conteúdo, com base em treinamentos e exercícios simulados periódicos, garantindo aasim, domínio prático, não apenas teórico.

Quando o sinistro ocorre, não há espaço para hesitar. O plano precisa entrar em ação — com precisão e coragem
Como estruturar um plano técnico eficaz e validado?
A estruturação técnica envolve:
Diagnóstico físico e funcional da edificação;
Avaliação quantitativa e qualitativa de riscos;
Representação gráfica com planta de risco e rotas de fuga;
Protocolos para alerta, abandono, confinamento e apoio externo;
Simulados e manuais operacionais por setor.
A validação ocorre por meio da emissão da ART, aplicação prática e auditoria técnica periódica.
Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros
O Objetivo do Plano de Emergência é estabelecer as condições mínimas, visando proteger a vida e o patrimônio, bem como reduzir as consequências sociais do sinistro e os danos ao meio ambiente, aplicável para toda e qualquer edificação.
Emergência e Evacuação Contra Incêndios: Para que serve a planta de risco e por que ela é crucial?
A planta de risco é o elemento visual do plano, onde se identificam:
Áreas com carga de incêndio elevada;
Rotas de fuga e saídas de emergência;
Pontos de hidrante, extintores e alarmes;
Vias de acesso para resgate e combate.
Ela traduz o perigo em imagem, permitindo então, ação rápida, assertiva e coordenada em qualquer emergência.

Não basta apagar o fogo. É preciso salvar quem está por trás dele. Atendimento imediato exige preparação técnica.
Emergência e Evacuação Contra Incêndios: Qual o papel da simulação realística no plano de emergência?
A simulação transforma teoria em ação. Portanto, é durante o exercício simulado que se detectam:
Falhas de comunicação;
Rotas obstruídas ou mal sinalizadas;
Tempos de resposta insuficientes;
Desconhecimento operacional por parte das equipes.
Empresas que não realizam simulações regulares assumem, assim, o risco da paralisia quando o tempo mais importa.
Para que Serve Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros?
Serve para evitar a ocorrência de sinistros nas empresas, esse documento define quais emergências podem acontecer dentro e fora dos empreendimentos e os procedimentos organizacionais e técnicos que devem ser adotados para diminuir os impactos ambientais, à propriedade e às pessoas.
Aprenda também sobre o mapa de rota de fuga | Plano de ação de emergência
Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros
EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO PLANO DE EMERGÊNCIA E EVACUAÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E SINISTROS – NBR 15219 PLANO DE EMERGÊNCIA – REQUISITOS E PROCEDIMENTOS COM EMISSÃO DA ART
Objetivo Geral
Executar inspeção técnica presencial, documental e operacional para elaborar o Plano de Emergência e Evacuação contra Incêndios e Sinistros conforme os requisitos técnicos da NBR 15219, incluindo representações gráficas, diagnósticos críticos, avaliação quantitativa e qualitativa dos riscos e proposição de ações preventivas e reativas, com emissão da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.
Etapas Técnicas e Metodologia Aplicada
Análise Técnica Preliminar
Diagnóstico do local com foco em riscos de incêndio e sinistros diversos;
Caracterização da ocupação, funcionamento e layout da edificação;
Levantamento da população total e setorial, com destaque a pessoas com mobilidade reduzida;
Identificação dos principais riscos específicos da atividade.
Levantamento Estrutural e Funcional
Quantificação e análise de:
Número de pavimentos;
Paredes e portas corta-fogo;
Saídas de emergência e rotas de fuga;
Vias de acesso a viaturas do Corpo de Bombeiros;
Hidrantes urbanos próximos e internos;
Sistema de reserva técnica de incêndio e recalque;
Áreas de armazenamento ou manuseio de produtos perigosos.
Diagnóstico Operacional do Risco
Representações Técnicas
Planta de risco de incêndio com identificação dos pontos críticos;
Planilha de informações operacionais do sistema de segurança contra incêndio;
Diagrama Lógico de Falhas e Árvore de Falhas para cenários prováveis.
Avaliação de Risco
Análise qualitativa e quantitativa dos principais riscos (fogo, explosão, falhas humanas e sistêmicas);
Probabilidade de ocorrência e impacto potencial sobre vidas e patrimônio;
Avaliação do estado atual dos dispositivos de proteção e combate.
Elaboração do Plano de Emergência – NBR 15219
Composição do Plano
Estratégias de alerta, comunicação e evacuação;
Isolamento de área e confinamento do sinistro;
Primeiros socorros e combate inicial;
Apoio externo: mapeamento de hospitais, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil etc.;
Procedimento de abandono seguro;
Registro das ações e investigação posterior do sinistro.
Treinamento e Manutenção
Divulgação técnica do plano a todos os colaboradores;
Programação de exercícios simulados realistas;
Ciclos de revisão, manutenção e auditoria;
Proposta de melhorias corretivas com cronograma.
Produto Final e Entregáveis Técnicos
Documentos Técnicos Entregues
Plano de Emergência (completo e validado tecnicamente);
Planta de Risco em escala;
Caderno de Evidências (fotos, croquis, formulários de avaliação);
Relatório Conclusivo Técnico com recomendações corretivas;
ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) emitida pelo profissional legalmente habilitado;
Quando aplicável: CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) e Certificados de Calibração de instrumentos usados.
Identificação Profissional
Nome, função e registro dos engenheiros, peritos e técnicos envolvidos;
Assinatura técnica e número do CREA/CFT.
Disposições Finais
O Plano será entregue em versão digital (PDF com hiperlinks ativos) e/ou impressa;
A validade e atualização do plano obedecerão à periodicidade definida na NBR 15219 e na legislação local vigente;
O cliente deverá designar responsáveis internos para continuidade do processo de gestão de emergência.
TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
A aplicação de avaliações quantitativas garante:
Diagnóstico real da capacidade de resposta dos ocupantes e da brigada;
Conformidade com exigências de normas;
Embasamento técnico para emitir laudo, relatório ou parecer técnico com ART;
Sustentação documental para auditorias, fiscalização, apólices e certificações ISO.
Testes, Ensaios e Avaliações Quantitativas Aplicáveis
Medição de Tempo de Evacuação Total (TET)
Cronometragem do tempo entre o acionamento do alarme e o último ocupante sair da edificação.
Comparação com tempo de flashover teórico (baseado em carga de incêndio).
Tempo de Resposta Individual (TRI)
Tempo entre o início do alarme e o início do deslocamento de cada pessoa.
Avalia comportamento humano, percepção e treinamento.
Capacidade das Rotas de Fuga
Cálculo de densidade de evacuação (pessoas/m²);
Avaliação da largura útil das saídas;
Verificação de gargalos, obstruções, sinalizações e iluminação.
Tempo de Atuação da Brigada de Incêndio (TAB)
Medição do tempo entre o alarme e a chegada da brigada ao ponto de origem da emergência;
Teste de comunicação, deslocamento, uso correto de EPI e equipamentos.
Avaliação Quantitativa da Ativação de Equipamentos
Teste de tempo de resposta de:
Alarme sonoro/visual;
Acionadores manuais;
Extintores e hidrantes;
Sistema de alarme de incêndio;
Avaliação Comportamental com Checklists
Análise de resposta sob pressão (confusão, retorno, indecisão);
Aplicação de checklists com critérios objetivos por setor;
Indicadores de percepção de risco.
Índices de Desempenho por Setor
KPI de resposta setorial (ex: % de evacuação em até 90s);
Taxa de ocupantes com dificuldade de locomoção identificados e assistidos.
Plano de Emergência e Evacuação Contra Incêndios e Sinistros



