Nome Técnico: EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Referência: 71878
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O Plano de Ação e Emergência (PAE) é um documento estratégico que estabelece diretrizes, procedimentos e ações específicas para lidar com situações de emergência em uma organização. Seu objetivo é minimizar riscos, proteger vidas, reduzir danos ao patrimônio e garantir uma resposta rápida e eficiente a incidentes inesperados.
O plano traça medidas de segurança para casos de emergências no ambiente ocupacional, ampliando a segurança do local e buscando preservar a vida dos envolvidos. Ele aborda procedimentos emergenciais, modos de sistemas de detecção, alarmes e sistemas de combate a incêndios.
Além disso, a organização e a determinação das pessoas responsáveis por tomar as ações necessárias asseguram a segurança de colaboradores e outros envolvidos em situações como incêndios, manuseio de produtos perigosos ou qualquer outro tipo de acidente que possa ocorrer.
O PAE também define, de forma clara, as medidas que as pessoas devem tomar antes, durante e após uma emergência, garantindo que todos saibam como agir para proteger vidas, o meio ambiente e o patrimônio.
Quais são as etapas envolvidas no Plano de Ação de Emergências?
Evacuação de áreas afetadas envolve retirar pessoas rapidamente de locais perigosos de forma segura e organizada. Além disso, é importante que se sinalizem rotas de evacuação e saídas de emergência, se utilizem alarmes para alertar sobre o perigo e se coordene a movimentação com brigadistas treinados. A equipe prioriza pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida. Ela conduz todos a pontos de encontro previamente estabelecidos e seguros.
Combate ao incêndio consiste em ações para extinguir ou conter as chamas. O uso de equipamentos apropriados, como extintores e hidrantes, é essencial. Ademais, as brigadas de incêndio são responsáveis por atuar de maneira eficiente. Antes de iniciar o combate, é necessário avaliar se a situação é segura e se o tipo de extintor ou recurso corresponde ao material em combustão.
Confinamento de vazamentos visa controlar substâncias perigosas que possam se espalhar. A equipe pode usar barreiras físicas, absorventes químicos ou dispositivos específicos para conter o vazamento, evitando a contaminação de áreas maiores, como solos, água ou ar. É importante agir rapidamente para mitigar os danos.
Como a comunicação de emergência e o atendimento a vítimas são realizados dentro Plano de Ação de Emergência?
A comunicação de emergência é o processo de contatar autoridades competentes, como bombeiros, polícia e serviços de saúde, para informar sobre a situação e solicitar apoio. Essa comunicação deve ser clara, objetiva e precisa, detalhando o tipo de emergência, localização e possíveis riscos.
Recuperação e avaliação pós-crise envolve restabelecer a normalidade após o evento. Ações como inspeção das instalações, reparos de equipamentos danificados e avaliação dos impactos ajudam a garantir a segurança e evitar recorrências. Além disso, revisar o plano de ação com base nas lições aprendidas é uma etapa crucial desse processo.
Atendimento a vítimas inclui prestar primeiros socorros no local, como estabilização de ferimentos ou controle de sangramentos. Se necessário, deve-se realizar o transporte imediato das vítimas para serviços médicos especializados. Com efeito, garantir a comunicação clara e rápida entre socorristas é vital para salvar vidas.

Atendimento e serviço de assistência médica.
Para que serve o Plano de Ação de Emergência?
Por que deve ser seguido?
Quando aplicar?
A equipe deve aplicar o Plano de Ação de Emergências sempre que surgir uma situação de emergência ou crise potencial. Isso inclui casos como incêndios, onde o risco de fogo pode afetar tanto as pessoas quanto as instalações. Vazamentos químicos exigem a ativação do plano para evitar contaminações e proteger a saúde de todos. Em situações de explosões, o PAE é fundamental para controlar os danos e proteger os envolvidos. Desastres naturais, como inundações ou tempestades, também exigem uma resposta organizada para minimizar os impactos. Além disso, acidentes graves, como quedas de grandes alturas ou colisões com maquinário pesado, demandam a aplicação do PAE para garantir a segurança imediata e o socorro às vítimas.
Como é realizado?
A elaboração do Plano de Ação de Emergências (PAE) começa com a análise de riscos, onde a empresa identifica as possíveis emergências que podem ocorrer e os impactos que elas causariam, permitindo que ela se prepare adequadamente. Em seguida, a próxima etapa é elaborar o plano, que define os procedimentos que a equipe deve seguir, as responsabilidades de cada envolvido e os recursos necessários para executar as ações durante uma emergência. Ademais, o treinamento da equipe é fundamental, garantindo que todos os funcionários se capacitem para agir de forma rápida e eficaz, e as brigadas de emergência formem e preparem-se.
Realizar simulações, ou exercícios práticos, testa o plano em cenários reais e ajusta qualquer falha ou necessidade de melhoria. A implementação do plano garante que todos na empresa conheçam o PAE, tenham acesso às informações e saibam o que fazer em caso de emergência. Por fim, a empresa revisa e atualiza o plano constantemente para se adaptar a mudanças nos riscos, nas instalações ou no ambiente, assegurando que ele permaneça eficaz e atual.

Identificação de saídas de emergência e rotas de evacuação, garantindo que todas as pessoas possam se deslocar de forma segura durante uma emergência.
Quais medidas importantes a serem seguidas?
Algumas medidas importantes que o Plano de Ação de Emergências (PAE) deve seguir incluem, primeiramente, identificar saídas de emergência e rotas de evacuação, garantindo que todas as pessoas possam se deslocar de forma segura durante uma emergência. Também é essencial que a equipe mantenha equipamentos de segurança, como extintores e alarmes, sempre em boas condições, para usá-los quando necessário. O treinamento regular dos funcionários garante que todos saibam como agir em uma situação de emergência.
Durante uma crise, a equipe estabelece canais de comunicação claros e assegura que todos se informem sobre as ações a serem tomadas. Além disso, cada pessoa deve conhecer seus papéis e responsabilidades para evitar confusão e garantir uma resposta eficiente. Ter acesso rápido aos contatos de serviços de emergência, como bombeiros e ambulâncias, é vital para uma resposta ágil e eficaz.Por fim, realizar inspeções e auditorias regulares no plano de emergência ajuda a identificar falhas e melhorias, garantindo que o PAE seja sempre eficaz e atualizado.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Plano de Ação de Emergência
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Objetivo: O objetivo desta visita técnica é realizar um levantamento detalhado das condições do ambiente e identificar os riscos presentes, com vistas à elaboração de um Plano de Ação de Emergência (PAE) adequado às necessidades da empresa. A visita também visa garantir que todos os requisitos técnicos sejam atendidos para a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), assegurando a conformidade com as normas legais e regulamentadoras.
Descrição das Atividades:
Planejamento e Preparação:
Agendamento da visita técnica, com definição de horários, equipes envolvidas e áreas a serem inspecionadas.
Reunião inicial com os responsáveis pela segurança no local para alinhamento sobre os pontos críticos e necessidades específicas da empresa.
Revisão de documentos, como plantas do local, histórico de incidentes e informações relevantes sobre segurança e emergências anteriores.
Execução da Visita Técnica:
Inspeção das instalações, identificando áreas de risco, saídas de emergência, equipamentos de combate a incêndios, sistemas elétricos, áreas de armazenamento de substâncias perigosas, entre outros.
Avaliação das condições estruturais e operacionais para a implantação ou aprimoramento do PAE.
Levantamento das rotas de evacuação, análise de pontos de reunião e conferência dos acessos para serviços de emergência (bombeiros, ambulâncias, polícia).
Verificação da conformidade das instalações com as normas aplicáveis, como as NRs (NR 23, NR 10, NR 26, etc.), além das normas da ABNT (NBR 14276 , NBR 45001, etc.).
Identificação de recursos disponíveis e necessários para implementar ou melhorar o PAE, como brigadas de incêndio, equipamentos de primeiros socorros e sistemas de comunicação.
Análise e Elaboração do Relatório Preliminar:
Compilação das informações coletadas durante a visita, com a identificação dos principais riscos e vulnerabilidades.
Sugestões de melhorias ou adequações necessárias para garantir a segurança e a eficiência do PAE.
Definição de medidas corretivas e ações de mitigação para cada risco identificado.
Elaboração do Plano de Ação de Emergência:
Com base nas informações obtidas durante a visita, elaboração do PAE com a definição de procedimentos de resposta a diferentes tipos de emergências (incêndios, vazamentos, acidentes graves, desastres naturais, etc.).
Definição de responsabilidades, treinamentos necessários, recursos a serem utilizados e plano de comunicação em situações de emergência.
Instruções sobre a sinalização de segurança, rotas de evacuação e pontos de encontro.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Elaboração da ART para garantir a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Verificação de que todos os requisitos legais e regulamentares estão sendo atendidos e que a documentação está completa e adequada.
Submissão da ART à entidade competente, como o CREA, para formalizar o registro e assegurar a conformidade do serviço prestado.
Entrega do Relatório Final:
Apresentação do relatório final com o Plano de Ação de Emergência elaborado, incluindo todos os procedimentos, responsabilidades, recursos e medidas a serem adotadas.
Inclusão da ART emitida como parte da documentação técnica, com todas as informações relevantes sobre o processo e os responsáveis.
Resultados Esperados:
Elaboração de um Plano de Ação de Emergência completo e adequado às necessidades e características da empresa.
Garantia de que todos os aspectos legais, técnicos e de segurança estão sendo atendidos.
Emissão da ART, formalizando a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Identificação e mitigação de riscos, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro para todos.
Prazos:
Definição dos prazos para a visita técnica, elaboração do relatório preliminar, desenvolvimento do PAE e emissão da ART, conforme a complexidade e as necessidades do cliente.
Responsáveis:
Equipe técnica responsável pela visita, elaboração do PAE e emissão da ART, incluindo engenheiros, técnicos de segurança e outros profissionais qualificados conforme necessário.
Documentação a ser fornecida:
Relatório preliminar com as observações da visita técnica.
Plano de Ação de Emergência completo.
ART registrada junto ao CREA.
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica);
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).
Plano de Ação de Emergência




