Nome Técnico: EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Referência: 71878
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.
O Plano de Ação e Emergência (PAE) é um documento estratégico que estabelece diretrizes, procedimentos e ações específicas para lidar com situações de emergência em uma organização. Seu objetivo é minimizar riscos, proteger vidas, reduzir danos ao patrimônio e garantir uma resposta rápida e eficiente a incidentes inesperados.
O plano traça medidas de segurança para casos de emergências no ambiente ocupacional, ampliando a segurança do local e buscando preservar a vida dos envolvidos. Ele aborda procedimentos emergenciais, modos de sistemas de detecção, alarmes e sistemas de combate a incêndios.
Além disso, a organização e a determinação das pessoas responsáveis por tomar as ações necessárias asseguram a segurança de colaboradores e outros envolvidos em situações como incêndios, manuseio de produtos perigosos ou qualquer outro tipo de acidente que possa ocorrer.
O PAE também define, de forma clara, as medidas que as pessoas devem tomar antes, durante e após uma emergência, garantindo que todos saibam como agir para proteger vidas, o meio ambiente e o patrimônio.
Quais são as etapas envolvidas no Plano de Ação de Emergências?
Evacuação de áreas afetadas envolve retirar pessoas rapidamente de locais perigosos de forma segura e organizada. Além disso, é importante que se sinalizem rotas de evacuação e saídas de emergência, se utilizem alarmes para alertar sobre o perigo e se coordene a movimentação com brigadistas treinados. A equipe prioriza pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida. Ela conduz todos a pontos de encontro previamente estabelecidos e seguros.
Combate ao incêndio consiste em ações para extinguir ou conter as chamas. O uso de equipamentos apropriados, como extintores e hidrantes, é essencial. Ademais, as brigadas de incêndio são responsáveis por atuar de maneira eficiente. Antes de iniciar o combate, é necessário avaliar se a situação é segura e se o tipo de extintor ou recurso corresponde ao material em combustão.
Confinamento de vazamentos visa controlar substâncias perigosas que possam se espalhar. A equipe pode usar barreiras físicas, absorventes químicos ou dispositivos específicos para conter o vazamento, evitando a contaminação de áreas maiores, como solos, água ou ar. É importante agir rapidamente para mitigar os danos.
Como a comunicação de emergência e o atendimento a vítimas são realizados dentro Plano de Ação de Emergência?
A comunicação de emergência é o processo de contatar autoridades competentes, como bombeiros, polícia e serviços de saúde, para informar sobre a situação e solicitar apoio. Essa comunicação deve ser clara, objetiva e precisa, detalhando o tipo de emergência, localização e possíveis riscos.
Recuperação e avaliação pós-crise envolve restabelecer a normalidade após o evento. Ações como inspeção das instalações, reparos de equipamentos danificados e avaliação dos impactos ajudam a garantir a segurança e evitar recorrências. Além disso, revisar o plano de ação com base nas lições aprendidas é uma etapa crucial desse processo.
Atendimento a vítimas inclui prestar primeiros socorros no local, como estabilização de ferimentos ou controle de sangramentos. Se necessário, deve-se realizar o transporte imediato das vítimas para serviços médicos especializados. Com efeito, garantir a comunicação clara e rápida entre socorristas é vital para salvar vidas.

Para que serve o Plano de Ação de Emergência?
Por que deve ser seguido?
Quando aplicar?
A equipe deve aplicar o Plano de Ação de Emergências sempre que surgir uma situação de emergência ou crise potencial. Isso inclui casos como incêndios, onde o risco de fogo pode afetar tanto as pessoas quanto as instalações. Vazamentos químicos exigem a ativação do plano para evitar contaminações e proteger a saúde de todos. Em situações de explosões, o PAE é fundamental para controlar os danos e proteger os envolvidos. Desastres naturais, como inundações ou tempestades, também exigem uma resposta organizada para minimizar os impactos. Além disso, acidentes graves, como quedas de grandes alturas ou colisões com maquinário pesado, demandam a aplicação do PAE para garantir a segurança imediata e o socorro às vítimas.
Como é realizado?
A elaboração do Plano de Ação de Emergências (PAE) começa com a análise de riscos, onde a empresa identifica as possíveis emergências que podem ocorrer e os impactos que elas causariam, permitindo que ela se prepare adequadamente. Em seguida, a próxima etapa é elaborar o plano, que define os procedimentos que a equipe deve seguir, as responsabilidades de cada envolvido e os recursos necessários para executar as ações durante uma emergência. Ademais, o treinamento da equipe é fundamental, garantindo que todos os funcionários se capacitem para agir de forma rápida e eficaz, e as brigadas de emergência formem e preparem-se.
Realizar simulações, ou exercícios práticos, testa o plano em cenários reais e ajusta qualquer falha ou necessidade de melhoria. A implementação do plano garante que todos na empresa conheçam o PAE, tenham acesso às informações e saibam o que fazer em caso de emergência. Por fim, a empresa revisa e atualiza o plano constantemente para se adaptar a mudanças nos riscos, nas instalações ou no ambiente, assegurando que ele permaneça eficaz e atual.

Quais medidas importantes a serem seguidas?
Algumas medidas importantes que o Plano de Ação de Emergências (PAE) deve seguir incluem, primeiramente, identificar saídas de emergência e rotas de evacuação, garantindo que todas as pessoas possam se deslocar de forma segura durante uma emergência. Também é essencial que a equipe mantenha equipamentos de segurança, como extintores e alarmes, sempre em boas condições, para usá-los quando necessário. O treinamento regular dos funcionários garante que todos saibam como agir em uma situação de emergência.
Durante uma crise, a equipe estabelece canais de comunicação claros e assegura que todos se informem sobre as ações a serem tomadas. Além disso, cada pessoa deve conhecer seus papéis e responsabilidades para evitar confusão e garantir uma resposta eficiente. Ter acesso rápido aos contatos de serviços de emergência, como bombeiros e ambulâncias, é vital para uma resposta ágil e eficaz.Por fim, realizar inspeções e auditorias regulares no plano de emergência ajuda a identificar falhas e melhorias, garantindo que o PAE seja sempre eficaz e atualizado.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Referências Normativas
ABNT NBR ISO 29992 – Avaliação dos Resultados dos Serviços de Aprendizagem – Orientação;
ABNT NBR ISO 29993 – Serviço de Aprendizagem fora da Educação Formal – Requisitos de Serviço;
ABNT NBR ISO 29994 – Serviço de Educação e Aprendizagem – Requisitos para Ensinos à Distância;
ABNT NBR ISO 41015 – Facility Management – Influenciando Comportamentos Organizacionais para Melhores Resultados Finais das Instalações;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
Complementos
Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.
O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.
Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.
Ferramentas Necessárias para Manutenção
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;
Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.
Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.
Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);
Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.
Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.
Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.
Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc. são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.
OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;
Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.
A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.
Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.
Saiba Mais
Saiba Mais: Plano de Ação de Emergência:
Instrução Técnica Nº 16
Plano de emergência contra incêndio
A Instrução Técnica nº 16/2015 foi criada com o objetivo de orientar a elaboração de Planos de Emergência Contra Incêndio (PECI) para garantir a segurança das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente. Ela estabelece requisitos claros para as empresas, que devem adequar o plano às características e riscos de cada instalação, levando em consideração o porte da empresa, o tipo de atividade desenvolvida e o grau de risco de incêndio.
O PECI deve incluir, entre outros elementos essenciais, a descrição das medidas preventivas, rotas de fuga, sinalização de emergência, treinamento e capacitação da equipe, planos de evacuação e procedimentos de combate ao incêndio. Além disso, exige a instalação e manutenção de sistemas de combate a incêndio, como extintores, hidrantes e sprinklers, e o acompanhamento contínuo da eficácia desses sistemas.
A instrução também destaca a importância da integração com os serviços de emergência externos, como Corpo de Bombeiros e defesa civil, além de exigir que o plano seja revisado periodicamente, adaptando-se a novas necessidades ou alterações nas instalações.
F: Corpo de Bombeiros.
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Escopo do Serviço
Plano de Ação de Emergência
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Objetivo: O objetivo desta visita técnica é realizar um levantamento detalhado das condições do ambiente e identificar os riscos presentes, com vistas à elaboração de um Plano de Ação de Emergência (PAE) adequado às necessidades da empresa. A visita também visa garantir que todos os requisitos técnicos sejam atendidos para a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), assegurando a conformidade com as normas legais e regulamentadoras.
Descrição das Atividades:
Planejamento e Preparação:
Agendamento da visita técnica, com definição de horários, equipes envolvidas e áreas a serem inspecionadas.
Reunião inicial com os responsáveis pela segurança no local para alinhamento sobre os pontos críticos e necessidades específicas da empresa.
Revisão de documentos, como plantas do local, histórico de incidentes e informações relevantes sobre segurança e emergências anteriores.
Execução da Visita Técnica:
Inspeção das instalações, identificando áreas de risco, saídas de emergência, equipamentos de combate a incêndios, sistemas elétricos, áreas de armazenamento de substâncias perigosas, entre outros.
Avaliação das condições estruturais e operacionais para a implantação ou aprimoramento do PAE.
Levantamento das rotas de evacuação, análise de pontos de reunião e conferência dos acessos para serviços de emergência (bombeiros, ambulâncias, polícia).
Verificação da conformidade das instalações com as normas aplicáveis, como as NRs (NR 23, NR 10, NR 26, etc.), além das normas da ABNT (NBR 14276 , NBR 45001, etc.).
Identificação de recursos disponíveis e necessários para implementar ou melhorar o PAE, como brigadas de incêndio, equipamentos de primeiros socorros e sistemas de comunicação.
Análise e Elaboração do Relatório Preliminar:
Compilação das informações coletadas durante a visita, com a identificação dos principais riscos e vulnerabilidades.
Sugestões de melhorias ou adequações necessárias para garantir a segurança e a eficiência do PAE.
Definição de medidas corretivas e ações de mitigação para cada risco identificado.
Elaboração do Plano de Ação de Emergência:
Com base nas informações obtidas durante a visita, elaboração do PAE com a definição de procedimentos de resposta a diferentes tipos de emergências (incêndios, vazamentos, acidentes graves, desastres naturais, etc.).
Definição de responsabilidades, treinamentos necessários, recursos a serem utilizados e plano de comunicação em situações de emergência.
Instruções sobre a sinalização de segurança, rotas de evacuação e pontos de encontro.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Elaboração da ART para garantir a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Verificação de que todos os requisitos legais e regulamentares estão sendo atendidos e que a documentação está completa e adequada.
Submissão da ART à entidade competente, como o CREA, para formalizar o registro e assegurar a conformidade do serviço prestado.
Entrega do Relatório Final:
Apresentação do relatório final com o Plano de Ação de Emergência elaborado, incluindo todos os procedimentos, responsabilidades, recursos e medidas a serem adotadas.
Inclusão da ART emitida como parte da documentação técnica, com todas as informações relevantes sobre o processo e os responsáveis.
Resultados Esperados:
Elaboração de um Plano de Ação de Emergência completo e adequado às necessidades e características da empresa.
Garantia de que todos os aspectos legais, técnicos e de segurança estão sendo atendidos.
Emissão da ART, formalizando a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Identificação e mitigação de riscos, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro para todos.
Prazos:
Definição dos prazos para a visita técnica, elaboração do relatório preliminar, desenvolvimento do PAE e emissão da ART, conforme a complexidade e as necessidades do cliente.
Responsáveis:
Equipe técnica responsável pela visita, elaboração do PAE e emissão da ART, incluindo engenheiros, técnicos de segurança e outros profissionais qualificados conforme necessário.
Documentação a ser fornecida:
Relatório preliminar com as observações da visita técnica.
Plano de Ação de Emergência completo.
ART registrada junto ao CREA.
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica);
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).
Plano de Ação de Emergência
Validade
Substituir:
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.
Complementos
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
Saiba Mais
Saiba Mais: Substituir:
*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.
Substituir: Consulte-nos.
Escopo Normativo do Serviço
Plano de Ação de Emergência
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Objetivo: O objetivo desta visita técnica é realizar um levantamento detalhado das condições do ambiente e identificar os riscos presentes, com vistas à elaboração de um Plano de Ação de Emergência (PAE) adequado às necessidades da empresa. A visita também visa garantir que todos os requisitos técnicos sejam atendidos para a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), assegurando a conformidade com as normas legais e regulamentadoras.
Descrição das Atividades:
Planejamento e Preparação:
Agendamento da visita técnica, com definição de horários, equipes envolvidas e áreas a serem inspecionadas.
Reunião inicial com os responsáveis pela segurança no local para alinhamento sobre os pontos críticos e necessidades específicas da empresa.
Revisão de documentos, como plantas do local, histórico de incidentes e informações relevantes sobre segurança e emergências anteriores.
Execução da Visita Técnica:
Inspeção das instalações, identificando áreas de risco, saídas de emergência, equipamentos de combate a incêndios, sistemas elétricos, áreas de armazenamento de substâncias perigosas, entre outros.
Avaliação das condições estruturais e operacionais para a implantação ou aprimoramento do PAE.
Levantamento das rotas de evacuação, análise de pontos de reunião e conferência dos acessos para serviços de emergência (bombeiros, ambulâncias, polícia).
Verificação da conformidade das instalações com as normas aplicáveis, como as NRs (NR 23, NR 10, NR 26, etc.), além das normas da ABNT (NBR 14276 , NBR 45001, etc.).
Identificação de recursos disponíveis e necessários para implementar ou melhorar o PAE, como brigadas de incêndio, equipamentos de primeiros socorros e sistemas de comunicação.
Análise e Elaboração do Relatório Preliminar:
Compilação das informações coletadas durante a visita, com a identificação dos principais riscos e vulnerabilidades.
Sugestões de melhorias ou adequações necessárias para garantir a segurança e a eficiência do PAE.
Definição de medidas corretivas e ações de mitigação para cada risco identificado.
Elaboração do Plano de Ação de Emergência:
Com base nas informações obtidas durante a visita, elaboração do PAE com a definição de procedimentos de resposta a diferentes tipos de emergências (incêndios, vazamentos, acidentes graves, desastres naturais, etc.).
Definição de responsabilidades, treinamentos necessários, recursos a serem utilizados e plano de comunicação em situações de emergência.
Instruções sobre a sinalização de segurança, rotas de evacuação e pontos de encontro.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Elaboração da ART para garantir a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Verificação de que todos os requisitos legais e regulamentares estão sendo atendidos e que a documentação está completa e adequada.
Submissão da ART à entidade competente, como o CREA, para formalizar o registro e assegurar a conformidade do serviço prestado.
Entrega do Relatório Final:
Apresentação do relatório final com o Plano de Ação de Emergência elaborado, incluindo todos os procedimentos, responsabilidades, recursos e medidas a serem adotadas.
Inclusão da ART emitida como parte da documentação técnica, com todas as informações relevantes sobre o processo e os responsáveis.
Resultados Esperados:
Elaboração de um Plano de Ação de Emergência completo e adequado às necessidades e características da empresa.
Garantia de que todos os aspectos legais, técnicos e de segurança estão sendo atendidos.
Emissão da ART, formalizando a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Identificação e mitigação de riscos, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro para todos.
Prazos:
Definição dos prazos para a visita técnica, elaboração do relatório preliminar, desenvolvimento do PAE e emissão da ART, conforme a complexidade e as necessidades do cliente.
Responsáveis:
Equipe técnica responsável pela visita, elaboração do PAE e emissão da ART, incluindo engenheiros, técnicos de segurança e outros profissionais qualificados conforme necessário.
Documentação a ser fornecida:
Relatório preliminar com as observações da visita técnica.
Plano de Ação de Emergência completo.
ART registrada junto ao CREA.
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica);
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).
Plano de Ação de Emergência
Referências Normativas
Plano de Ação de Emergência
Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 04 – SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO
NR 10 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE
NR 15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES
NR 20 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS
NR 23 – PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS
NR 26 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
NR 32 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 15219 – Plano de Emergência contra Incêndios;
ABNT NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
IT 16 – Plano de Emergência e Simulado de Abandono de Área;
IT 17 – Brigada de Incêndio;Protocolo – Guidelines American Heart Association;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
Plano de Ação de Emergência
Validade
Plano de Ação de Emergência
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.
Plano de Ação de Emergência
Complementos
Plano de Ação de Emergência
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas na simulação;
Auditoria do plano e Materiais existentes;
Métodos de detecção de Falhas;
Definição dos Procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio;
Saídas de emergência e Sistema de hidrantes;
Manutenção do plano de emergência contra incêndio;
Chuveiros automáticos;
Sistema de detecção de incêndio;
Sistema de espuma mecânica e de resfriamento;
Escadas pressurizadas;
Grupo Motogerador e Confinamento do incêndio;
Alerta de identificação de emergência;
Análise preliminar dos riscos de incêndio;
Planta de risco de incêndio;
Nível dos riscos de incêndio existentes;
Procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio;
Informações da Localização, Construção, Ocupação;
População total e por setor, área e andar;
SBV – suporte básico da vida;
Abandono e Isolamento da área;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.
Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.
Plano de Ação de Emergência
Saiba Mais
Saiba Mais: Plano de Ação de Emergência:
Instrução Técnica Nº 16
Plano de emergência contra incêndio
A Instrução Técnica nº 16/2015 foi criada com o objetivo de orientar a elaboração de Planos de Emergência Contra Incêndio (PECI) para garantir a segurança das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente. Ela estabelece requisitos claros para as empresas, que devem adequar o plano às características e riscos de cada instalação, levando em consideração o porte da empresa, o tipo de atividade desenvolvida e o grau de risco de incêndio.
O PECI deve incluir, entre outros elementos essenciais, a descrição das medidas preventivas, rotas de fuga, sinalização de emergência, treinamento e capacitação da equipe, planos de evacuação e procedimentos de combate ao incêndio. Além disso, exige a instalação e manutenção de sistemas de combate a incêndio, como extintores, hidrantes e sprinklers, e o acompanhamento contínuo da eficácia desses sistemas.
A instrução também destaca a importância da integração com os serviços de emergência externos, como Corpo de Bombeiros e defesa civil, além de exigir que o plano seja revisado periodicamente, adaptando-se a novas necessidades ou alterações nas instalações.
F: Corpo de Bombeiros.
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Escopo do Serviço
Plano de Ação de Emergência
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DE VISITA TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA COM EMISSÃO DA ART
Objetivo: O objetivo desta visita técnica é realizar um levantamento detalhado das condições do ambiente e identificar os riscos presentes, com vistas à elaboração de um Plano de Ação de Emergência (PAE) adequado às necessidades da empresa. A visita também visa garantir que todos os requisitos técnicos sejam atendidos para a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), assegurando a conformidade com as normas legais e regulamentadoras.
Descrição das Atividades:
Planejamento e Preparação:
Agendamento da visita técnica, com definição de horários, equipes envolvidas e áreas a serem inspecionadas.
Reunião inicial com os responsáveis pela segurança no local para alinhamento sobre os pontos críticos e necessidades específicas da empresa.
Revisão de documentos, como plantas do local, histórico de incidentes e informações relevantes sobre segurança e emergências anteriores.
Execução da Visita Técnica:
Inspeção das instalações, identificando áreas de risco, saídas de emergência, equipamentos de combate a incêndios, sistemas elétricos, áreas de armazenamento de substâncias perigosas, entre outros.
Avaliação das condições estruturais e operacionais para a implantação ou aprimoramento do PAE.
Levantamento das rotas de evacuação, análise de pontos de reunião e conferência dos acessos para serviços de emergência (bombeiros, ambulâncias, polícia).
Verificação da conformidade das instalações com as normas aplicáveis, como as NRs (NR 23, NR 10, NR 26, etc.), além das normas da ABNT (NBR 14276 , NBR 45001, etc.).
Identificação de recursos disponíveis e necessários para implementar ou melhorar o PAE, como brigadas de incêndio, equipamentos de primeiros socorros e sistemas de comunicação.
Análise e Elaboração do Relatório Preliminar:
Compilação das informações coletadas durante a visita, com a identificação dos principais riscos e vulnerabilidades.
Sugestões de melhorias ou adequações necessárias para garantir a segurança e a eficiência do PAE.
Definição de medidas corretivas e ações de mitigação para cada risco identificado.
Elaboração do Plano de Ação de Emergência:
Com base nas informações obtidas durante a visita, elaboração do PAE com a definição de procedimentos de resposta a diferentes tipos de emergências (incêndios, vazamentos, acidentes graves, desastres naturais, etc.).
Definição de responsabilidades, treinamentos necessários, recursos a serem utilizados e plano de comunicação em situações de emergência.
Instruções sobre a sinalização de segurança, rotas de evacuação e pontos de encontro.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Elaboração da ART para garantir a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Verificação de que todos os requisitos legais e regulamentares estão sendo atendidos e que a documentação está completa e adequada.
Submissão da ART à entidade competente, como o CREA, para formalizar o registro e assegurar a conformidade do serviço prestado.
Entrega do Relatório Final:
Apresentação do relatório final com o Plano de Ação de Emergência elaborado, incluindo todos os procedimentos, responsabilidades, recursos e medidas a serem adotadas.
Inclusão da ART emitida como parte da documentação técnica, com todas as informações relevantes sobre o processo e os responsáveis.
Resultados Esperados:
Elaboração de um Plano de Ação de Emergência completo e adequado às necessidades e características da empresa.
Garantia de que todos os aspectos legais, técnicos e de segurança estão sendo atendidos.
Emissão da ART, formalizando a responsabilidade técnica pela elaboração do PAE.
Identificação e mitigação de riscos, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro para todos.
Prazos:
Definição dos prazos para a visita técnica, elaboração do relatório preliminar, desenvolvimento do PAE e emissão da ART, conforme a complexidade e as necessidades do cliente.
Responsáveis:
Equipe técnica responsável pela visita, elaboração do PAE e emissão da ART, incluindo engenheiros, técnicos de segurança e outros profissionais qualificados conforme necessário.
Documentação a ser fornecida:
Relatório preliminar com as observações da visita técnica.
Plano de Ação de Emergência completo.
ART registrada junto ao CREA.
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica);
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).
Plano de Ação de Emergência
Validade
Substituir:
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.
Complementos
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
Saiba Mais
Saiba Mais: Substituir:
*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.
Substituir: Consulte-nos.
Escopo do Serviço
Substituir:
Fonte:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) – exceto Laudo Pericial;
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.
Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA e o equipamento não tiver Célula de Carga* cabe a Contratante disponibilizar compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.
Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.
Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo.
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.
Validade
Plano de Ação de Emergência
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.
Plano de Ação de Emergência
Complementos
Plano de Ação de Emergência
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas na simulação;
Auditoria do plano e Materiais existentes;
Métodos de detecção de Falhas;
Definição dos Procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio;
Saídas de emergência e Sistema de hidrantes;
Manutenção do plano de emergência contra incêndio;
Chuveiros automáticos;
Sistema de detecção de incêndio;
Sistema de espuma mecânica e de resfriamento;
Escadas pressurizadas;
Grupo Motogerador e Confinamento do incêndio;
Alerta de identificação de emergência;
Análise preliminar dos riscos de incêndio;
Planta de risco de incêndio;
Nível dos riscos de incêndio existentes;
Procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio;
Informações da Localização, Construção, Ocupação;
População total e por setor, área e andar;
SBV – suporte básico da vida;
Abandono e Isolamento da área;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.
Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.
Plano de Ação de Emergência
Saiba Mais
Saiba Mais: Plano de Ação de Emergência:
Instrução Técnica Nº 16
Plano de emergência contra incêndio
A Instrução Técnica nº 16/2015 foi criada com o objetivo de orientar a elaboração de Planos de Emergência Contra Incêndio (PECI) para garantir a segurança das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente. Ela estabelece requisitos claros para as empresas, que devem adequar o plano às características e riscos de cada instalação, levando em consideração o porte da empresa, o tipo de atividade desenvolvida e o grau de risco de incêndio.
O PECI deve incluir, entre outros elementos essenciais, a descrição das medidas preventivas, rotas de fuga, sinalização de emergência, treinamento e capacitação da equipe, planos de evacuação e procedimentos de combate ao incêndio. Além disso, exige a instalação e manutenção de sistemas de combate a incêndio, como extintores, hidrantes e sprinklers, e o acompanhamento contínuo da eficácia desses sistemas.
A instrução também destaca a importância da integração com os serviços de emergência externos, como Corpo de Bombeiros e defesa civil, além de exigir que o plano seja revisado periodicamente, adaptando-se a novas necessidades ou alterações nas instalações.
F: Corpo de Bombeiros.
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Escopo do Serviço
Substituir:
Escopo Normativo do Serviço:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Testes e ensaios quando contratado e pertinentes:
Outros elementos quando contratado e pertinentes:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Referências Normativas
Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO/IEC 17011 – Avaliação da Conformidade – Requisitos para os Organismos de Acreditação que Acreditam Organismos de Avaliação da Conformidade;
ABNT NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaios e Calibração;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
Validade
Substituir:
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.
Complementos
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da Inspeção técnica.
NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)
O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.
Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.
Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.
Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.
A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.
Saiba Mais
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*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.
Substituir: Consulte-nos.