Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO MAPA DE RISCOS – NR 05 – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DE ASSÉDIO – CIPA
Referência: 35644
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Mapa de Riscos
O objetivo do Mapa de Risco é identificar, comunicar e prevenir os riscos ocupacionais presentes nos ambientes de trabalho, de forma visual, participativa e técnica. Ele permite que trabalhadores, CIPA e gestores tenham uma visão clara das fontes de perigo, facilitando decisões estratégicas sobre medidas corretivas e preventivas, conforme previsto na NR 05.
Mais que um quadro colorido fixado na parede, o mapa atua como instrumento vivo de vigilância ambiental, promovendo:
Conscientização coletiva sobre os perigos reais e potenciais;
Priorização de ações corretivas com base na intensidade dos riscos;
Engajamento dos trabalhadores na cultura de segurança;
Base para o PGR, PCMSO, treinamentos e planos de emergência;
Redução de acidentes e doenças ocupacionais de forma proativa.

Integração de análise estatística ao planejamento estratégico de riscos. Um mapa de riscos eficaz combina dados qualitativos e quantitativos para embasar decisões gerenciais em nível local e global.
O que é um Mapa de Riscos e qual sua finalidade dentro da NR 05?
O Mapa de Riscos é uma ferramenta visual e técnica de avaliação ambiental que permite identificar, classificar e comunicar os riscos presentes nos ambientes de trabalho. Portanto, vai além de um gráfico; trata-se de um instrumento essencial de gestão integrada de SST, exigido legalmente pela Norma Regulamentadora 05, e pilar central na atuação da CIPA. Sua função estratégica é consolidar a percepção do perigo e promover ações preventivas.
Quando o Mapa de Riscos deve ser atualizado e qual a frequência mínima recomendada?
A atualização do Mapa de Riscos deve ocorrer sempre que houver mudanças no ambiente, processos ou exposição aos riscos. Tecnicamente, recomenda-se uma revisão anual, especialmente quando vinculada ao ciclo da CIPA. A falta de atualização pode comprometer a eficácia dos programas de prevenção e expor a empresa a autuações por omissão de gestão de riscos.
Onde o Mapa de Riscos deve ser afixado e por que esse local importa?
A fixação deve ocorrer em locais de fácil acesso e visibilidade para os trabalhadores, bem como murais de entrada de setor, áreas comuns ou refeitórios. O local não é apenas estratégico por visibilidade, mas reforça o princípio da transparência e da corresponsabilidade coletiva na prevenção, fortalecendo o engajamento e a cultura de segurança.

Visualização setorial e codificação por cores, elemento essencial na construção do Mapa de Riscos conforme a NR 05
Como o Mapa de Riscos é construído na prática e quais são as etapas técnicas envolvidas?
A construção segue um roteiro técnico-metodológico que envolve: levantamento de dados (histórico de acidentes, doenças e queixas), inspeções técnicas in loco, identificação e classificação dos riscos, definição do número de expostos, intensidade e cor padronizada. Então, o profissional responsável confecciona o diagrama setorial com círculos proporcionais à intensidade dos riscos. Em seguida, a CIPA valida tecnicamente o material, junto ao responsável técnico que emite a ART correspondente.
Por que o envolvimento dos trabalhadores é crucial para a eficácia do Mapa de Riscos?
Porque a percepção real do risco não está nos relatórios, mas nos relatos de quem vive o risco diariamente. Incluir os colaboradores na construção do mapa permite identificar riscos que passam despercebidos tecnicamente, como desconfortos ergonômicos, pressões psíquicas e falhas operacionais silenciosas. Isso fortalece o diagnóstico e a legitimidade das ações preventivas.
Para que serve a codificação por cores e tamanhos no Mapa de Riscos?
Essa codificação tem função didática, técnica e normativa. As cores representam os grupos de riscos (químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e acidentais) e os tamanhos dos círculos indicam a intensidade e a gravidade. Esse padrão padronizado permite uma leitura rápida e objetiva, essencial para a tomada de decisão imediata em situações críticas.
| Cor | Tipo de Risco |
|---|---|
| Verde | Riscos Físicos |
| Vermelho | Riscos Químicos |
| Marrom | Riscos Biológicos |
| Amarelo | Riscos Ergonômicos |
| Azul | Riscos de Acidentes |

Fase colaborativa da elaboração do Mapa de Riscos integração entre CIPA, técnicos de segurança e profissionais da área para identificação precisa dos riscos, com base em rotas, setores e fluxos operacionais.
Diferença entre riscos identificados tecnicamente e riscos percebidos pelos trabalhadores
A diferença está na subjetividade e na vivência do risco. Enquanto o técnico usa instrumentos e padrões, o trabalhador vivencia o desconforto, a repetitividade e o medo. Sendo assim, a equipe técnica deve valorizar essa divergência como um alerta: ao identificar um risco percebido pelos trabalhadores, mas ainda não diagnosticado tecnicamente, é essencial aprofundar a investigação com responsabilidade e precisão.
Importância do Mapa de Risco NR5 para a segurança no trabalho
O mapa de risco NR5 é uma ferramenta fundamental para garantir a segurança e a saúde no ambiente de trabalho. Portanto, por meio da representação gráfica dos riscos existentes, ele possibilita a identificação clara e visual dos perigos que os colaboradores podem enfrentar no dia a dia. Isso facilita a comunicação entre os profissionais e a implementação de medidas preventivas eficazes.
Além disso, o mapa de risco NR5 envolve a participação ativa dos trabalhadores, promovendo maior conscientização sobre os perigos e incentivando uma cultura de prevenção. A elaboração do mapa, coordenada pela CIPA com o apoio do SESMT, contribui para a criação de ambientes mais seguros, reduzindo acidentes e doenças ocupacionais.
Portanto, o mapa de risco NR5 não é apenas uma exigência legal, mas um instrumento estratégico para promover a saúde e o bem-estar dos colaboradores, protegendo a empresa de riscos e custos relacionados a incidentes no trabalho.
Mapa de Riscos
EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO MAPA DE RISCOS – NR 05 – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DE ASSÉDIO – CIPA
OBJETIVO GERAL
Executar inspeção técnica sistemática e criteriosa, visando à elaboração precisa e atualizada do Mapa de Riscos Ambientais, conforme diretrizes da NR 05, promovendo a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, integrando aspectos de segurança, saúde, conforto e integridade física e psíquica dos trabalhadores.
ABORDAGEM METODOLÓGICA
Preparação Técnica da Inspeção
Definição das áreas e setores a serem inspecionados.
Identificação e qualificação da equipe técnica: engenheiros, peritos, técnicos de segurança.
Levantamento de dados prévios: registros de acidentes, doenças profissionais, queixas recorrentes e levantamentos ambientais existentes.
Execução da Inspeção Técnica
Avaliação in loco das atividades exercidas e condições ambientais.
Levantamento e caracterização dos agentes de risco:
Físicos
Químicos (ex: sílica, hexano, ácido clorídrico)
Biológicos
Ergonômicos (ex: repetitividade, ritmo excessivo)
Mecânicos/Acidentais
Observação das medidas de proteção coletiva e organização do trabalho.
Verificação da existência de:
Equipamentos de emergência (fogo e primeiros socorros);
Estrutura de plano de emergência;
Isolamentos físicos e sinalizações de risco.
Critérios Técnicos de Avaliação
Avaliação qualitativa e intensidade do risco.
Número de trabalhadores expostos.
Percepção dos colaboradores quanto aos riscos.
Verificação de riscos residuais, mudança de processos, manutenções pontuais/cíclicas e comissionamentos.
CONSTRUÇÃO DO MAPA DE RISCOS
Elementos Técnicos:
Identificação dos grupos de risco com uso de códigos cromáticos padronizados.
Representação proporcional dos níveis de intensidade por meio de círculos.
Inclusão das zonas de risco por setor/área.
Complementações:
Cruzamento com registros de acidentes anteriores e doenças profissionais diagnosticadas.
Análise das jornadas de trabalho e rotatividade.
Considerações sobre medidas de conforto, higiene, ergonomia e layout.
RESULTADOS ESPERADOS
Elaboração técnica do Mapa de Riscos Atualizado, conforme exigido pela NR 05 e integrado com os preceitos de prevenção da Lei.
Proposta de medidas corretivas e melhorias operacionais, com base na hierarquia de controles.
Integração dos riscos levantados com o PLH (Programa de Levantamento de Perigos e Riscos).
TESTES E ENSAIOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADO
A aplicação de métodos quantitativos fortalece:
A precisão técnica da identificação dos riscos;
A priorização racional das medidas corretivas;
A conformidade com sistemas de gestão de SST;
A elaboração de medidas de controle baseadas em evidência objetiva, e não apenas percepção.
Riscos Físicos
Dosimetria de ruído (dB) – Norma: NHO-01 (Fundacentro)
Termometria / Calor radiante
Iluminância (lux)
Níveis de vibração ocupacional
Avaliação de radiações ionizantes e não ionizantes
Riscos Biológicos
Análise microbiológica de superfícies e ar
Classificação de agentes biológicos
Riscos Químicos
Medições com bomba de amostragem
Análise de partículas e gases tóxicos
Avaliação quantitativa de exposição
Riscos Ergonômicos
Check-list e avaliações biomecânicas
Análise de postos com ferramentas
Riscos de Acidente
Taxas de quase-acidentes / incidentes (KPI de segurança)
Simulados de emergência / tempo de resposta
Verificação de segurança de máquinas e proteções – NR 12
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Mapa de Riscos



