Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Busca de Vazamento ou Infiltrações + Elaboração do Relatório Técnico + Emissão Da ART
Referência: 200291
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Laudo de Vazamentos de Infiltrações?
O Laudo de Vazamentos de Infiltrações tem como objetivo identificar e localizar vazamentos ou infiltrações em estruturas, sistemas ou equipamentos. Sendo fundamental para garantir a integridade das instalações, prevenir danos estruturais, evitar desperdício de recursos e assegurar a segurança das edificações. Por meio da identificação precisa de vazamentos ou infiltrações, é possível tomar as medidas corretivas necessárias para reparar as falhas, prevenir danos adicionais e manter a eficiência operacional dos sistemas.
Essa inspeção é especialmente relevante em estruturas que lidam com substâncias perigosas, como instalações industriais, laboratórios e redes de distribuição de fluidos, onde vazamentos podem representar riscos significativos à segurança e ao meio ambiente.
Quais são as Consequências de uma Infiltração não Tratada?
As consequências de uma infiltração não tratada podem ser diversas e incluem danos estruturais, comprometimento da qualidade do ar devido ao mofo e bolor, deterioração de materiais de construção, riscos à saúde devido ao crescimento de fungos e bactérias, e desvalorização do imóvel. Além disso, infiltrações não tratadas podem causar desconforto aos ocupantes do espaço devido a odores desagradáveis e problemas estéticos. É fundamental tratar as infiltrações prontamente para evitar tais consequências.
Qual a diferença entre vazamento e infiltração?
A diferença entre vazamento e infiltração reside no seguinte: o vazamento geralmente se refere a uma fuga de um líquido ou gás de uma tubulação ou sistema, enquanto a infiltração se relaciona com a entrada de um líquido do exterior para o interior de um edifício, muitas vezes através de fissuras, rachaduras ou porosidade em estruturas.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Laudo Vazamentos Infiltrações
Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo; Referências normativas; Termos e definições; Requisitos do usuário;
Incumbências dos intervenientes; Avaliação de desempenho; Desempenho estrutural;
Requisito para Estabilidade e resistência estrutural dos sistemas de vedação internos e externos;
Critério para Estado-limite último; Métodos de avaliação; Premissas de projeto; Nível de desempenho;
Requisito para Deslocamentos, fissuras e ocorrência de falhas nos sistemas de vedações verticais internas e externas;
Critério para Limitação de deslocamentos, fissuras e descolamentos;
Requisito para Solicitações de cargas provenientes de peças suspensas atuantes nos sistemas de vedações internas e externas;
Critério para Capacidade de suporte para as peças suspensas; Critérios para avaliação de outros dispositivos;
Requisito para Impacto de corpo mole nos sistemas de vedações verticais internas e externas, com ou sem função estrutural;
Critério para Resistência a impactos de corpo mole; Requisito para Dificultar a propagação do incêndio;
Requisito para Impacto de corpo mole nos sistemas de vedações verticais internas e externas para casas térreas com ou sem função estrutural;
Resistência a impactos de corpo mole; Requisito para Ações transmitidas por portas;
Critério para Ações transmitidas por portas internas ou externas;
Requisito para Impacto de corpo duro incidente nos SVVIE, com ou sem função estrutural;
Critério para Resistência a impactos de corpo duro; Método de avaliação; Nível de desempenho;
Requisito para Cargas de ocupação incidentes em guarda-corpos e parapeitos de janelas;
Critério para Ações estáticas horizontais, estáticas verticais e de impactos incidentes em guarda-corpos e parapeitos;
Segurança contra incêndio; Requisito para Dificultar a ocorrência da inflamação generalizada;
Critério para Avaliação da reação ao fogo da face interna dos sistemas de vedações verticais e respectivos miolos isolantes térmicos e absorventes acústicos;
Critério para Avaliação da reação ao fogo da face externa das vedações verticais que compõem a fachada;
Requisito para Dificultar a propagação do incêndio e preservar a estabilidade estrutura da edificação;
Critério para Resistência ao fogo de elementos estruturais e de compartimentação;
Segurança no uso e na operação; Estanqueidade; Requisito para Desempenho térmico do SVVE;
Requisito para Infiltração de água nos sistemas de vedações verticais externas (fachadas);
Critério para Estanqueidade à água de chuva, considerando-se a ação dos ventos, en sistemas de vedações verticais externas (fachadas);
Requisito para Umidade nas vedações verticais externas e internas decorrente da ocupação do imóvel;
Critério para Estanqueidade de vedações verticais internas e externas com incidência direta de água;
Áreas molhadas; Critério para Estanqueidade de vedações verticais internas e externas em contato cor áreas molháveis;
Critério para Transmitância térmica de paredes externas (Upar); Método para Cálculo da transmitância térmica de paredes externas;
Critério para Capacidade térmica de paredes externas (CTpar); Método para Cálculo da capacidade térmica das paredes externas Critério;
Percentual de abertura para ventilação (PV,APP); Método para Cálculo do percentual de abertura para ventilação;
Critério para Elementos transparentes; Método para Cálculo do percentual de elementos transparentes;
Métodos disponíveis para a avaliação; Descrição dos métodos; Parâmetros de avaliação;
Requisito para Isolamento acústico de vedações externas;
Critério para Isolamento a ruído aéreo de sistemas de vedações externas: fachadas;
Nível de desempenho mínimo; Requisito para Isolamento acústico entre ambientes;
Critério para Isolamento a ruído aéreo de sistemas de vedação vertical interna;
Desempenho lumínico; Durabilidade e manutenibilidade; Requisito (paredes externas – SVVE);
Critério para Ação de calor e choque térmico; Critério para Vida útil de projeto;
Requisito para Vida útil de projeto dos sistemas de vedações verticais internas e externas;
Requisito para Manutenibilidade dos sistemas de vedações verticais internas e externas;
Critério – Manual de uso, operação e manutenção dos sistemas de vedação vertical- Saúde;
Conforto antropodinâmico; Adequação ambiental; Princípio; Diretrizes; Aparelhagem;
Determinação da resistência dos SVVIE às solicitações de peças suspensas – Método de ensaio;
Equipamentos de laboratório; Mão-francesa padronizada; Cantoneira L;
Dispositivos específicos conforme especificação do fornecedor da peça suspensa;
Cargas faceando a parede; Preparação do corpo de prova; Execução do ensaio; Expressão dos resultados;
Relatório de ensaio; Verificação da resistência a impactos de corpo duro – Método de ensaio;
Preparação dos corpos de prova; Execução do ensaio; Expressão dos resultados; Relatório de ensaio;
Relatório de ensaio; Verificação, em laboratório, da estanqueidade à água de SVVE – Método de ensaio;
Expressão dos resultados; Relatório de ensaio; Verificação da permeabilidade à água de SVVIE – Método de ensaio;
Verificação do comportamento de SVVE exposto à ação de calor e choque térmico – Método de ensaio;
Níveis de desempenho; Solicitações de cargas provenientes de peças suspensas atuantes nos sistemas de vedações externas e internas;
Impacto de corpo mole nos sistemas de vedações verticais externas e internas, com ou sem função estrutural;
Resistência a impacto de corpo mole – Sistemas de vedação vertical interna de edificações;
Resistência a impacto de corpo mole – Sistemas de vedação vertical de casas térreas;
Impacto de corpo duro incidente nos SVVIE, com ou sem função estrutural;
Estanqueidade à água de chuva, considerando-se a ação dos ventos, em sistemas de vedações verticais externas (fachadas);
Níveis de desempenho para sistemas de vedações verticais; Isolamento a ruído aéreo de sistemas de vedações externas – Fachadas;
Método alternativo para determinação da classe de ruído; Isolamento a ruído aéreo de sistemas de vedações verticais internas;
Método para estimativa do isolamento a ruído aéreo e valores de referência;
Método para estimativa do isolamento a ruído aéreo de vedações verticais externas;
Método para estimativa do isolamento a ruído aéreo de vedações verticais internas;
Dados de entrada (caracterização de elementos construtivos);
Valores de referência, Rw, para vedações verticais internas; Valores de referência de Rw composto para fachadas;
Boas práticas para caracterização do nível de pressão sonora de um período completo, La e Ln;
Ruídos provenientes do transporte rodoviário (tráfego urbano); Ruídos provenientes de transportes aéreo e metroferroviário;
Verificação do comportamento de SVVE sob ação de cargas horizontai distribuídas;
Método de ensaio (adaptado da ABNT NBR 5643); Balão plástico inflável; Manômetros; Apoios;
Insuflação de ar; Relógios comparadores; Execução do ensaio;
Corpo de prova; Ensaio; Resultados; Condições de exposição conforme as regiões brasileiras;
Representação em corte de um ambiente para delimitação do ângulo vertical de sombreamento (AVS);
Esquema de mão-francesa para ensaios de peças suspensas, como lavatórios e prateleiras;
Esquema de dispositivo para medição de vazão; Esquema de montagem do corpo de prova para ensaio;
Acoplamento de câmara de ensaio à parede; Esquema de montagem e instrumentação do corpo de prova;
Critérios e níveis de desempenho quanto a deslocamentos e ocorrência de falhas sob ação de cargas de serviço (ver nota);
Cargas de ensaio e critérios para peças suspensas fixadas por mão-francesa padrão;
Impactos de corpo mole para vedações verticais externas (fachadas) de edifícios com mais de um pavimento;
Impacto de corpo mole para vedações verticais internas;
Impactos de corpo mole para vedações verticais externas (fachadas) de casas térreas, com função estrutural;
Impactos de corpo mole para vedações verticais externas (fachadas) de casas térreas, sem função estrutural;
Impactos de corpo duro para vedações verticais externas (fachadas);
Impactos de corpo duro para vedações verticais internas; Classificação dos materiais tendo como base o método ABNT NBR 9442;
Classificação dos materiais tendo como base o método EN 13823;
Condições de ensaio de estanqueidade à água de sistemas de vedações verticais externas;
Estanqueidade à água de vedações verticais externas (fachadas) e esquadrias;
Transmitância térmica de referência para paredes externas; Capacidade térmica de referência para paredes externas;
Percentual de abertura de referência para ventilação; Proporção de referência dos elementos transparentes;
Percentual de elementos transparentes em função do fator solar ou do nível de etiqueta da esquadria para UH localizadas nas zonas bioclimáticas 3 a 8;
Percentual de elementos transparentes em função do ângulo vertical de sombreamento para UH localizadas nas zonas bioclimáticas 3 a 8;
Critério e nível de desempenho mínimo, D2m,nT,ws de isolamento a ruído aéreo de vedações externas (dormitórios);
Critério e nível de desempenho mínimo, DnT,w, de isolamento a ruído aéreo de vedações internas;
Massa do corpo percussor de impacto, altura e energia de impacto;
Cargas de ensaio e critérios para peças suspensas fixadas por mão-francesa padrão;
Impacto de corpo mole para vedações verticais internas; Parâmetros acústicos de avaliação;
Impactos de corpo mole para vedações verticais externas (fachadas) de casas térreas, com função estrutural;
térreas, sem função estrutural; Impactos de corpo mole para vedações verticais externas (fachadas) de casas;
Impactos de corpo duro para vedações verticais externas (fachadas); Impactos de corpo duro para vedações verticais internas;
Níveis de desempenho para estanqueidade à água de vedações verticais externas (fachadas) e esquadrias;
Influência de DnT,w sobre a inteligibilidade da fala para ruído no ambiente interno em torno de 35 dB a 40 dB;
Critério e níveis de desempenho, D2m,nT,w. de isolamento a ruído aéreo de vedações externas -Dormitórios;
Critério e níveis de desempenho, D2m,nT,ws de isolamento a ruído aéreo de vedações externas -Salas;
Critério e níveis de desempenho, Dnt,w, de isolamento a ruído aéreo de vedações verticais internas;
Valores de referência, Rw. de isolamento a ruído aéreo de vedações verticais internas -Nível de desempenho mínimo;
Valores de referência de Rw composto de isolamento a ruído aéreo de fachadas (dormitórios e salas) – Nível de desempenho mínimo.
F: NBR 15575
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



